Rebel Wilson indica que A Escolha Perfeita 4 vai acontecer
A franquia “A Escolha Perfeita” vai virar quadrologia. A atriz australiana Rebel Wilson sugeriu enfaticamente a novidade com uma foto em suas redes sociais, em que aparece ao lado de mais três colegas de elenco, Anna Camp, Brittany Snow e Chrissie Fit. As quatro fazem o número 4 com as mãos, e Wilson ainda usou quatro emojis de coração para legendar a foto (acima) Detalhe é que “A Escolha Perfeita 3” tinha sido vendido como o último capítulo da saga, já que as personagens se formaram e as atrizes não tem mais idade para continuar interpretando adolescentes. Só que a própria Brittany Snow disse, em entrevista recente, que o elenco tinha vontade de se reunir para mais um filme. “Eu acho que todas nós toparíamos. Nós nos divertimos muito fazendo esses filmes, e fizemos alguns dos nossos melhores amigos durante as filmagens. Com o terceiro filme, parecia que a jornada tinha acabado, mas a verdade é que nós faríamos esses filmes para sempre se nos deixassem”, comentou. O primeiro “A Escolha Perfeita” foi lançado em 2012. Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, rendeu US$ 115 milhões em todo o mundo. Já o segundo estourou as bilheterias com US$ 287 milhões em 2015, o que animou o estúdio Universal à investir na produção do tereiro, o mais caro de todos, orçado em US$ 45 milhões. Entretanto, o filme rendeu US$ 100 milhões a menos que o segundo, fechando as contas com US$ 184 milhões em 2017.
Nova comédia de Kevin Hart estreia em 1ª lugar na América do Norte
A comédia “Night School”, que o estúdio Universal batizou de “Operação Supletivo – Agora Vai!” para o lançamento no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e no Canadá, superando a concorrência da animação “PéPequeno” e a permanência dos demais títulos em cartaz, com US$ 28 milhões. Não é uma estreia de blockbuster, mas é recorde. Trata-se da maior abertura de uma comédia em 2018, superando “Podres de Ricos” (US$ 26,5 milhões), que foi considerada um “fenômeno”. Mas sua popularidade não encontrou respaldo da crítica. Negativado pela imprensa, atingiu uma média de 33% no Rotten Tomatoes. Menos mal, já que o título nacional não é a pior notícia em relação ao seu lançamento no Brasil. Apesar da “tradução”, o longa não tem previsão de estreia no país. Deve sair direto em vídeo ou streaming. O que perpetua o preconceito racial das distribuidoras nacionais, já que se trata de mais uma comédia com atores e diretor afro-americanos barrada no parque exibidor brasileiro. Vale destacar que a comédia é estrelada por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). Mesmo assim, Kevin Hart só chega aos cinemas nacionais quando atua ao lado de um comediante branco. Já Tiffany Haddish é uma ilustre desconhecida do público brasileiro que paga ingressos de cinema. Nenhum dos seus filmes jamais foi lançado nas telas grandes do país. Nem mesmo o blockbuster “Viagem das Garotas”, uma das comédias mais bem-sucedidas e mais bem-avaliadas do ano passado nos Estados Unidos – abriu com US$ 31,2 milhões e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O diretor de “Operação Supletivo – Agora Vai!” é o mesmo do outro filme, Malcolm D. Lee. Se a Universal comemora localmente o sucesso de “Operação Supletivo”, a Warner já busca a calculadora para ver se dá para recuperar o investimento em seu longa animado. Com exibição em 1,1 mil salas a mais, “PéPequeno” levou um tombo com a estreia de US$ 23 milhões. As avaliações da crítica foram razoáveis, com 69% de aprovação. Mas animações costumam arrastar multidões ao cinema, o que não foi o caso. Por sua vez, a Lionsgate não precisa fazer conta nenhuma. O terror “O Parque do Inferno” abriu em 6º lugar com apenas US$ 5 milhões de arrecadação, maior fiasco da semana. O estúdio tentou esconder a produção da crítica, mas sua ausência na imprensa também reduziu a capacidade do público saber que o filme existia, rendendo salas vazias. Só após chegar nas telas é que as resenhas começaram a vir à tona. Todas negativas, rendendo-lhe 39% no Rotten Tomatoes. Literalmente um horror, que chega ao Brasil em novembro. Para completar a relação de lançamentos, “Little Women” abriu em 14º lugar, com uma distribuição limitada em 643 salas e vaias da crítica – 35%. A inclusão deste título no texto é só para lembrar que esta história, uma das mais filmadas de todos os tempos, baseada no romance bicentenário de Louisa May Alcott, também virou minissérie britânica no fim do ano passado e vai ter outra versão de cinema no ano que vem, com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”), sabe-se lá por quê. Entre os filmes em cartaz, “A Freira” bateu um novo recorde de faturamento – confira aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: 28m Total Mundo: US$ 33,5m 2. PéPequeno Fim de semana: US$ 23m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 38,6m 3. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 12,5m Total EUA e Canadá: US$ 44,7m Total Mundo: US$ 53,8m 4. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 43m Total Mundo: US$ 62,8m 5. A Freira Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 109m Total Mundo: US$ 330m 6. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 5m Total Mundo: US$ 5m 7. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 218,8m 8. O Predador Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 47,6m Total Mundo: US$ 115,8m 9. White Boy Rick Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 21,7m 10. A Justiceira Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 33,5m Total Mundo: US$ 39,5m
Will Ferrell vira Sherlock Holmes atrapalhado em trailer e imagens de nova comédia
A Sony divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro trailer de “Holmes and Watson”, comédia que volta a reunir os atores Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título. A prévia destaca uma combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias clássicas de Mel Brooks. Completamente atrapalhado, o Sherlock Holmes de Will Ferrell tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson de John C. Reilly. “Holmes and Watson” será a terceira comédia da dupla, que inaugurou a parceria há 12 anos com “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e obteve grande sucesso com “Quase Irmãos” (2008). Na trama, um crime é cometido no palácio de Buckingham e Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. O elenco também inclui Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) no papel de Moriarty, Hugh Laurie (o eterno Dr. House) como Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, Kelly Macdonald (“T2 Trainspotting”) como a Sra. Hudson, senhoria de Sherlock, Pam Ferris (“Call the Midwife”) como a Rainha Vitória, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, e alemão Wolf Roth (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como o pai da psicanálise Sigmundo Freud. Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Roteiro e direção de “Holmes and Watson” são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell na comedia “O Durão” (2015). A estreia está marcada para 9 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
The Sisters Brothers: Western premiado com Joaquin Phoenix ganha pôsteres de personagens e trailer final
A Annapurna Pictures divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer final de “The Sisters Brothers”, western que rendeu o prêmio de Melhor Diretor ao francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) no Festival de Veneza 2018. A prévia destaca a conquista e vários elogios da crítica internacional ao longa, que traz Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) como irmãos pistoleiros. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), “The Sisters Brothers” é o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Na trama com tom de humor negro, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). O filme estreou em circuito bem limitado (quatro salas) no fim de semana nos Estados Unidos, conquistando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deverá ampliar sua presença nos cinemas americanos nos próximos dias. Por enquanto, porém, segue sem previsão de lançamento no Brasil.
Zoë Kravitz vai estrelar série baseada no filme Alta Fidelidade
A atriz Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai estrear a série baseada em “Alta Fidelidade”, o cultuado livro de Nick Hornby que virou comédia romântica de sucesso em 2000, estrelada por John Cusack. Apesar do tom romântico do filme, “Alta Fidelidade” é mais celebrado pela imersão do protagonista na história do rock. Sua relação com a música tinha nível geek, que o levava a criar listas de Top 5 com trilhas imaginárias para todos os seus momentos. A série, que está sendo desenvolvida para o novo serviço de streaming da Disney, pretende manter essa característica geek. Mas trará uma grande diferença em relação à fonte original. O protagonista será uma mulher, dona de uma loja de discos, que usa músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Kravitz vai viver a fã de música definitiva, que sabe tudo sobre astros e discos clássicos de rock. Mas isso deve ser natural para atriz, que tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de de Zoë Kravitz é a atriz Lisa Bonnet, que viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull” – que terão a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Ainda não há previsão para o começo da produção ou data de lançamento, como ocorre com todas as séries projetadas para o serviço D2C (direct to consumer) da Disney. “High Fidelity”, o título original do projeto, será a terceira série de Zoë Kravitz, que participou de “Californication” em 2011 e atualmente está no elenco de “Big Little Lies”.
Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada
A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.
Sierra Burgess É uma Loser recicla Cyrano de Bergerac para a geração Netflix
Há uma razão para afirmar que “Sierra Burgess É uma Loser”, comédia teen da Netflix, nasceu velha. Não por se entregar aos clichês da comédia romântica adolescente e de escolinha, mas principalmente por confiar em conceitos que falavam com a sociedade de quase 40 anos atrás, mas que hoje soam retrógrados e, mesmo que originados de boas intenção, resultam como equivocados e até mesmo preconceituosos. O filme do estreante em longas Ian Samuels (do curta premiado em Sundance “Myrna the Monster”) colhe sua inspiração de “Cyrano de Bergerac”, peça clássica de 1897. Já vimos diversos filmes adaptados da obra de Edmond Rostand e não é a primeira vez que os figurinos de época são deixados no armário e substituídos por roupas do período em que a produção foi rodada, como “Roxanne”, de 1987, com Steve Martin e Daryl Hannah. Apesar do título, o filme de Fred Schepisi não é contado do ponto de vista da personagem título interpretada por Daryl Hannah, mas pelo Cyrano narigudo de Steve Martin que tem outro nome que ninguém lembra, embora faça referência ao protagonista da obra clássica. Só que as pessoas lembrarão do nome de Sierra Burgess (vivida por Shannon Purser, a Barb de “Stranger Things”), que não é nariguda, mas gorda. E também lembrarão dos filmes dos John Hughes. E nostalgia é uma sensação indescritível de tão boa. Só que Hughes é a cara dos anos 1980 e o mundo mudou muito nas últimas décadas, não? É preciso atualizar alguns conceitos, afinal certas soluções não podem mais funcionar em 2018. Veja “Gatinhas e Gatões” agora e tente não ficar indignado. Por sinal, a produção da Netflix traz alguns ídolos juvenis dos anos 1980, como Lea Thompson, que esteve em “De Volta para o Futuro”, e Alan Ruck, de “Curtindo a Vida Adoidado” (de John Hughes!). Na trama, Sierra é uma adolescente intelectual, que sofre bullying das meninas populares da escola, como a líder de torcida Veronica (Kristine Froseth), que apronta essa aqui: ao invés de dar o número de seu celular para o ingênuo Jamey (Noah Centineo, da série “The Fosters”), ela passa o de Sierra para humilhar ainda mais a coitada, que acaba se apaixonando pelo rapaz via mensagens de texto (!). Mas olha o dilema. Sierra se acha feia, e como Veronica deve uma a ela por causa da cachorrada, pede ajuda a inimiga, que deverá se passar por ela quando tiver de encontrar o cara ao vivo. Em troca, Sierra promete dar aulas particulares a Veronica, que pode ser popular, mas tira zero nas provas. É como Cyrano, mas invertendo os papéis do casal central para avacalhar com o sexo oposto. O roteiro de Lindsey Beer (do vindouro “Mundo em Caos”), no fundo, é uma visão artística mais team Veronica que team Sierra. Não por acaso, a amiga da protagonista possui um arco dramático muito mais completo e redentor. Além de bonita (e exemplo de beleza vendido para a sociedade), ela termina o filme bem mais inteligente e um doce de pessoa, ao contrário da monstra apresentada no início. Para piorar, “Sierra Burgess É uma Loser” realmente conclui que a protagonista é feia, embora pondere de maneira hipócrita que, mesmo assim, devemos olhar para sua inteligência acima da média e beleza interior. A personagem serve, ao menos, para pavimentar a ascensão da talentosa Shannon Purser, ainda que o filme acabe sendo dessa descoberta impressionante que rouba todas as cenas, Kristine Froseth.
A Vida em Família mostra tipos desencontrados com leveza
Uma pequena comunidade no sul da Itália, em que todos se conhecem e têm laços, experiências em comum, é algo que pode ser equiparado a uma grande família. Ainda assim, chamar a comédia “La Vita in Comune” de “A Vida em Família” não corresponde ao que se vê na tela. Disperata, a comunidade, reúne muitos tipos desencontrados consigo mesmos, que não se sentem parte integrante de um contexto social harmonioso. Ao contrário, todos parecem estar fora do lugar, à procura de algo que lhes falta ou com o que se identifiquem. A estreiteza do pequeno mundo onde vivem não lhes permite grandes voos, exceto os imaginários. Um prefeito poeta, incompetente no cargo, busca se realizar por meio de discussões literárias com um pequeno grupo de presos. Mirabolante tentativa de assalto, que acaba em violência contra um cão, produz complicações inúteis e uma culpa insuperável. E assim, a comédia do diretor Edoardo Winspeare (“Sangue Vivo”) rola solta. Um roteiro muito competente, atores talentosos e com ótimo timing para o humor, uma direção que trabalha o clima provinciano da localidade com graça e sutileza, fazem de “A Vida em Família” um programa cinematográfico muito bem feito, leve e divertido.
Melissa Joan Hart e Sean Astin vão estrelar nova série de comédia na Netflix
A Netflix encomendou uma comédia familiar, intitulada “No Good Nick”, que será estrelada por Melissa Joan Hart (a “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”) e Sean Astin (“Stranger Things”). Eles vão interpretar Liz e Ed, uma mãe hipercompetitiva e um “pai divertido” que, sem querer, adotam uma garota de 13 anos de idade em sua família (a Nick do título), para depois perceber que ela é uma golpista com segundas intenções. A personagem do título será interpretada pela jovem Siena Agudong (“Star Falls”). O elenco também inclui Kalama Epstein (“The Fosters”) e Lauren Lindsey Donzis (“Liv & Maddie”) como os filhos do casal. “No Good Nick” é uma criação de David H. Steinberg e Keetgi Kogan, criadores da série animada “Yo-Kai Watch”, no Disney XD. A 1ª temporada terá 20 episódios, que ainda não tiveram sua data de estreia definida.
Robert Englund voltará a viver Freddy Krueger na série The Goldbergs
O ator Robert Englund, que deu vida ao monstro Freddy Krueger em “A Hora do Pesadelo” (1984) e suas sequências, vai voltar a viver o assassino deformado dos pesadelos num episódio especial de Halloween da série “The Goldbergs”. A rede ABC divulgou um vídeo para marcar o acontecimento, em que o ator aparece caracterizado como o personagem ao lado de Wendi McLendon-Covey (intérprete de Beverly, a mãe dos Goldbergs). “The Goldbergs” se passa nos anos 1980 e acompanha as ansiedades da adolescência do roteirista-produtor Adam F. Goldberg, vivido na série pelo jovem Sean Giambrone. Por conta disso, o episódio especial vai girar em torno do medo do adolescente após assistir “A Hora do Pesadelo”. Intitulado “Nightmare on Elk Avenue”, em referência ao título original do filme (Nightmare on Elm Street), o episódio de Halloween será o quinto da 6ª temporada, que começa a ser exibida na próxima quarta (26/9) nos Estados Unidos. Englund interpretou Freddy Krueger por 19 anos, entre 1984 e 2003. Sua última aparição no papel foi em “Freddy vs. Jason”. Desde então, “A Hora do Pesadelo” ganhou um remake, com Jackie Earle Haley (“Watchmen”) como o assassino. O filme de 2010 foi um fracasso de bilheteria e marcou o fim da franquia – até o momento. #TheGoldbergs Halloween episode this year is going to be a NIGHTMARE! @RobertBEnglund will guest star as the one and only Freddy Krueger! pic.twitter.com/JduaQYqeiP — The Goldbergs (@TheGoldbergsABC) 21 de setembro de 2018
Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham fotos dos bastidores de Homens de Preto
Os atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilharam as primeiras fotos “oficiais” de bastidores de seu novo projeto, após atuarem juntos em “Thor: Ragnarok”. Com camisas brancas e gravatas pretas, eles aparecem como os novos “Homens de Preto” do cinema. O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, mas a atriz Emma Thompson vai reprisar o papel de Agente O, que ela viveu em “Homens de Preto 3”. A ausência da dupla original será contornada com uma trama que mostrará outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O elenco também conta com Liam Neeson (“Busca Implacável”), Rafe Spall (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”). O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para junho de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #MIB #PIB #HIB #MWIB #legendsinblack #revengers4life @tessamaethompson Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 20 de Set, 2018 às 10:12 PDT Visualizar esta foto no Instagram. ☯️ #MIB @chrishemsworth Uma publicação compartilhada por Tessa Thompson (@tessamaethompson) em 20 de Set, 2018 às 2:11 PDT
Emilia Clarke vai estrelar próxima comédia do diretor de Missão Madrinha de Casamento
A atriz Emilia Clarke vai trocar os dragões de “Game of Thrones” pela comédia romântica em seu primeiro projeto após o fim das gravações da série da HBO. Ela vai estrelar “Last Christmas”, em que passará o Natal fazendo par romântico com o ator Henry Golding (“Podres de Ricos”). O longa será dirigido por Paul Feig, especialista em comédias femininas, que tem no currículo “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “As Bem-Armadas” (2013), “Caça-Fantasmas” (2016) e dirigiu Golding em seu filme mais recente, “Um Pequeno Favor”, que chega aos cinemas brasileiros em 27 de setembro. “Last Christmas” foi escrito por duas atrizes: Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”) e Bryony Kimmings, estreante em qualquer função no cinema, mas considerada grande revelação do circuito teatral britânico por suas peças experimentais e autobiográficas. A trama não teve detalhes revelados, além do fato de se passar no Natal e em Londres. A data de lançamento ainda não foi divulgada.
Sucesso do filme Podres de Ricos inspira projeto de série similar
O sucesso da comédia “Podres de Ricos” nos cinemas americanos inspirou a rede americana ABC a encomendar uma versão similar para sua programação de séries. Ainda sem título oficial, o projeto está sendo escrito por Jessica Gao (“Rick and Morty”), que o batizou informalmente de “Lazy Rich Asians” (“Asiáticos Ricos e Folgados”), uma brincadeira com o título original de “Podres de Ricos” (“Crazy Rich Asians”, ou “Asiáticos Ricos e Loucos”). O original é um novelão romântico, que acompanha uma jovem nova-iorquina de origem chinesa (Constance Wu) que viaja para a Singapura para conhecer a família riquíssima do seu namorado. O projeto de série também irá acompanhar uma protagonista feminina de descendência chinesa. Mas há uma reviravolta. A protagonista Janet Zhao tem uma relação problemática com a própria família. Quando a sua avó materna morre e nomeia Janet como única herdeira, ela se torna inesperadamente a nova provedora da família da qual passou a vida toda tentando se afastar. “Podres de Ricos”, o filme, é um fenômeno de bilheteira. Feito por pouco mais de US$ 30 milhões, o longa surpreendeu e já fez mais de US$ 137 milhões só na América do Norte. Entretanto, ainda permanece inédito no Brasil, onde só será lançado em 25 de outubro. Já o projeto de série ainda precisa ter seu roteiro aprovado para chegar na fase de piloto. Só após a apreciação do episódio de teste é que haverá definição sobre encomenda de temporada.












