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    Atriz de Tudo Bem no Natal que Vem diz ter sentido julgamento do público

    7 de dezembro de 2020 /

    Um dos destaques de “Tudo Bem no Natal que Vem”, primeiro filme do comediante Leandro Hassum na Netflix, a atriz Arianne Botelho, de 27 anos, diz ter enfrentado o julgamento do público ao aparecer com a cabeça raspada nas ruas, por causa de sua personagem. No filme, ela interpreta Aninha, filha do protagonista, que é vítima de câncer. Para o papel, ela precisou raspar a cabeça e disse ter sentido os olhares das pessoas. “Quando eu raspei, a primeira coisa que fiz foi ir à praia e depois ao shopping. Foi proposital. Eu reparei no olhar das pessoas. Eu queria entender na pele o que as vítimas de câncer passam. As pessoas te olham e já te colocam o estigma da doença. Há um certo julgamento. Não é nosso padrão estético, as mulheres sempre tiveram cabelo comprido”, disse atriz, em entrevista ao Notícias da TV – sem lembrar da cantora Sinéad O’Connor. De acordo com Arianne, a decisão pelo corte foi feita em comum acordo entre ela e o diretor do longa, Roberto Santucci. Mas sem muita antecedência. “Eu fiquei sabendo dois meses antes de começar a gravar que rasparia a cabeça”, contou. A atriz também disse ter estudado muito sobre o câncer de mama e conversado com algumas mulheres que foram diagnosticadas com a doença para abordar o assunto de maneira responsável. “Foi um projeto que me exigiu bastante. Não sei se foi o mais desafiador porque todas as minhas personagens foram desafiadoras, mas com certeza foi um processo muito forte. Durante esse tempo, eu pensei, pesquisei e amadureci muito como atriz e pessoa”, relembra. Na entrevista, ela também comentou o que a chegada da Netflix no mercado representa para sua geração de atores, que cresceu imaginando que no máximo faria novelas da Globo. “É um leque de oportunidades que surgem para nós, artistas. Acho maravilhoso. São vários projetos, trabalhos, tudo ficou mais acessível. A Netflix é uma empresa incrível de se trabalhar. Eu sempre admirei os produtos internacionais e conseguiram manter o nível com os nacionais”, ela elogia. Mas isso não a impede de continuar sonhando com as novelas. “Longe de mim desmerecer a Globo, até porque eu vim de lá. Essa liberdade é ótima e veio para somar, mas eu ainda gostaria de interpretar uma protagonista de novela, uma personagem que fosse forte e tivesse representatividade. Eu ainda mantenho esse sonho”, conclui. Na época da filmagem, em janeiro passado, ela divulgou fotos e vídeos em seu Instagram do momento do corte zero. Veja abaixo – quase um ano depois, o cabelo de Arienne já cresceu de volta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arianne Botelho 🌻 (@arianne.botelho)

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  • Filme

    Tudo Bem no Natal que Vem, com Leandro Hassum, vira sucesso internacional

    7 de dezembro de 2020 /

    Lançada na quinta passada (3/12), a comédia “Tudo Bem no Natal que Vem”, estrelada por Leandro Hassum, já virou um sucesso internacional. Segundo o site Flixpatrol, especializado em rankings de audiência de streaming, o filme brasileiro, que foi batizado de “Just Another Christmas” no exterior, foi o 3º mais visto da Netflix no fim de semana, em todo o mundo. Além disso, a produção assumiu o 1º lugar da audiência em vários países europeus, como Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria e Luxemburgo. O filme também lidera o ranking brasileiro, é claro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes.

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  • Série

    Fábio Porchat vai comandar série brasileira da Disney+ (Disney Plus)

    1 de dezembro de 2020 /

    O comediante Fábio Porchat anunciou que vai comandar uma nova série na plataforma Disney+ (Disney Plus). “Finalmente chegou a hora de contar: ‘O Que Você Não Sabia Sobre o Humor’ é a minha nova série original da National Geographic Brasil. Com participações, entrevistas e experimentos incríveis que vão ajudar a compreender o nosso jeitinho brasileiro de fazer humor. Em breve. Só no Disney Plus”, ele tuitou nesta terça (1/12). O anúncio teve direito a teaser, que pode ser conferido abaixo. “O Que Você Não Sabia Sobre o Humor” vai se juntar a outras séries originais brasileiras da NatGeo criadas especialmente para o serviço de streaming da Disney. Junto com a chegada da Disney+ (Disney Plus) no Brasil, que aconteceu no dia 17 de novembro, o National Geographic estreou “Sobrevoando”, série turística documental apresentada por Rodrigo Santoro. Além disso, também anunciou “Voluntários: Tudo Pela Ciência”, com Raul Cortez. Ainda não há previsão para a estreia da série de Porchat. Finalmente chegou a hora de contar: O Que Você Não Sabia Sobre o Humor é a minha nova série original da @natgeobrasil. Com participações, entrevistas e experimentos incríveis que vão ajudar a compreender o nosso jeitinho brasileiro de fazer humor. Em breve. Só no @DisneyPlusBR. pic.twitter.com/htGIfsCUnY — Fabio Porchat (@FabioPorchat) December 1, 2020

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  • Filme,  Música

    Arnaldo Antunes se junta ao Porta dos Fundos em clipe de novo especial de Natal

    1 de dezembro de 2020 /

    O canal do Porta dos Fundos no YouTube lançou o clipe de “Marcha do Demo”, marchinha carnavalesca dos Titãs, cantada por Arnaldo Antunes, que embala o novo especial de Natal do grupo. O vídeo traz o cantor e os integrantes do Porta dos Fundos em participações à distância, além de incluir cenas dos bastidores das gravações do programa, batizado de “Teocracia em Vertigem”. Com título inspirado no documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, a produção transforma a situação política brasileira atual em paródia bíblica, via reflexões sobre o golpe que levou à crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. . O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.

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  • Filme

    Leandro Hassum aparece desanimado para divulgar sua primeira comédia de Natal

    28 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo teaser de “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia natalina protagonizada por Leandro Hassum. Na prévia, o ator aparece ao estilo Grinch, mal-humorado por ter que vestir apetrechos ligados ao Natal, em referência ao seu personagem, que no longa também detesta as festividades. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a mais longa programação temática de Natal de todos os tempos, que neste ano começou já no Halloween na Netflix.

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  • Série

    Vai Que Cola: Globo vai exibir série do Multishow a partir de dezembro

    23 de novembro de 2020 /

    Depois de agendar um especial de fim do ano com o humorístico “220 Volts”, a Globo vai trazer para sua programação mais um comédia do Multishow originalmente estrelada pelo comediante Paulo Gustavo (de “Minha Mãe É uma Peça”). A rede de TV vai começar a exibir “Vai Que Cola” em 21 de dezembro, no horário do talk show “Conversa com Bial”, que entrará em férias. Será uma espécie de tapa-buraco na grade da emissora, previsto para ficar no ar até março. Mas seu desempenho pode ter desdobramentos. Como diz o título da produção, vai que cola. A ideia é aproveitar os muitos episódios existentes e não exibir uma temporada inédita. Será uma edição com os “melhores momentos” dos primeiros anos da série, quando Paulo Gustavo era o protagonista. Ele estrelou as quatro primeiras temporadas e depois passou a fazer esporádicas participações especiais. O elenco da atração também destaca Catarina Abdalla, Marcus Majella e Cacau Protásio. Criada por Leandro Soares em 2013, “Vai Que Cola” é uma sitcom de cenário fixo, gravada ao vivo diante de uma plateia. Este é um formato clássico, que acompanha a TV brasileira desde a época de “Família Trapo” (1967-1971), na rede Tupi, mas as novas gerações talvez só conheçam por “Sai de Baixo” e “Toma Lá, Dá Cá”. Na trama original, o malandro Valdomiro Lacerda (Paulo Gustavo) precisa se esconder após uma falcatrua. Assim, troca sua vida de luxo no Leblon por um quartinho em uma pensão, localizada nos subúrbios do Rio de Janeiro, onde precisa conviver com tipos suburbanos e adotar um estilo de vida que não está acostumado. O programa é considerado um grande sucesso e já ganhou até mesmo dois filmes para o cinema. Curiosamente, sua 8ª temporada também vai estrear em dezembro. Os episódios inéditos começarão a ser exibidos no Multishow no próximo dia 30, com o reforço de Paulinho Gogó, que interpretará um porteiro.

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  • Filme

    Teocracia em Vertigem: Veja o trailer do novo especial de Natal do Porta dos Fundos

    21 de novembro de 2020 /

    O Porta dos Fundos divulgou o pôster e o trailer de seu especial de Natal de 2020, batizado de “Teocracia em Vertigem”. A prévia abre com participação da cineasta Petra Costa, diretora do documentário “Democracia em Vertigem”, que inspira o título da nova produção, e segue com cenas que remetem ao Impeachment de Dilma Rousseff, alterado na trama para refletir a crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências políticas brasileiras aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. O tom debochado já inclui condenações de figuras religiosas e conservadoras do país, e faz uma sugestão ao distinto público que protestou contra o especial do ano passado: “Você que cancelou a Netflix, prepara-se para cancelar o YouTube”. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. E Arnaldo Antunes ainda faz uma interpretação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.

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    Diretor de Cine Holliúdy filma nova comédia no Ceará

    17 de novembro de 2020 /

    O diretor Halder Gomes, de “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Sertão”, já está rodando um novo filme no Ceará: a comédia “Bem-vinda a Quixeramobim”. Ele vem registrando os bastidores da produção no Instagram, com diversas imagens que podem ser conferidas abaixo. A produção conta com um elenco repleto de famosos do cinema e da televisão como Edmilson Filho, protagonista dos filmes de Halder, Luís Miranda, com atuações em humorísticos como “Zorra” e “A Grande Família”, Carri Costa, integrante da série baseada em “Cine Holliúdy”, Silvero Pereira, que ficou conhecido como o Lunga de “Bacurau, as atrizes Monique Alfradique e Chandelly Braz, estrelas de diversas novelas da Globo, e os humoristas cearenses Falcão e Bolachinha. Embora a trama ainda não tenho sido divulgada oficialmente, o filme deve girar em torno de uma carioca que chega no sertão em busca de uma herança. As filmagens acontecem em Juatama, zona rural de Quixadá, e em outras áreas entre os munícipios de Quixadá e Quixeramobim, e também incluirão cenas em Fortaleza e Sobral. Devido a pandemia de coronavírus, a produção, que segue os atuais protocolos sanitários, será mais demorada que o habitual, o que joga a estreia de “Bem-vinda a Quixeramobim” para o final de 2021 ou até mesmo 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes)

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    Pai em Dobro: Veja as fotos do filme de Maisa para a Netflix

    7 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais de “Pai em Dobro”, primeiro filme estrelado por Maisa Silva na plataforma de streaming. Anteriormente chamado de “Um Pai no Meio do Caminho”, o longa tem roteiro de Thalita Rebouças e traz Maisa como Vicenza, uma jovem criada em uma comunidade hippie em meio a natureza. Segundo a sinopse, a única coisa que não está em harmonia na vida de Vicenza é que ela não sabe quem é seu pai. Assim, ao completar 18 anos, ela aproveita uma viagem da mãe para a Índia e parte à procura dele – e acaba encontrando não um, mas dois pais! “Pai em Dobro” é a terceira história de Rebouças estrelada por Maisa – após “Tudo Por Um PopStar” e “Ela Disse, Ele Disse”. Ainda sem previsão de estreia, a premissa conhecida de Sessão da Tarde tem direção de Chris D’Amato (que já fez uma adaptação de Thalita Rebouças, “É Fada!”) e também inclui no elenco Eduardo Moscovis (“Bom Dia, Verônica”), Marcelo Médici (“Vai que Cola”), Laila Zaid (“Os Penetras 2: Quem Dá Mais?”) e a cantora Fafá de Belém. Este elenco pode ser conferido nas fotos abaixo.

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    Porchat vence prêmio por Especial de Natal e afirma: “Se Jesus voltasse, voltaria gay”

    7 de novembro de 2020 /

    O comediante Fabio Porchat recebeu o prêmio de Melhor Roteiro de Comédia da Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA) pelo especial de Natal do Porta dos Fundos, “A Primeira Tentação de Cristo”, produzido pela Netflix. Ao receber o prêmio (compartilhado com o roteirista Gustavo Martins), Porchat recordou por videochamada a tentativa de censura e o atentado praticado contra a sede do Porta dos Fundos em decorrência do roteiro retratar Jesus como um homem gay. “No Porta dos Fundos, a gente não vê polêmica neste especial. Ser gay não é um problema, não é uma falha, não é uma questão de caráter. Ser gay é uma característica. Então, Jesus ser gay não depõe contra Jesus. Ao contrário”, iniciou ele. Porchat ainda defendeu que, se Jesus voltasse hoje, ele provavelmente seria homossexual. “Tenho certeza que se Jesus voltasse, e tenho certeza que já tentou, ele teria voltado gay, travesti, mulher, preta e teria morrido em três dias, e não em 33 anos”, acrescentou. Ele também lembrou que o Porta dos Fundos fará outro especial de Natal em 2020. “E se tentam nos intimidar falando que a gente não pode falar nada, que a gente não deve tocar neste assunto, fique sabendo que dia 10 de dezembro estreia o especial de Natal do Porta dos Fundos no YouTube chamado ‘Teocracia em Vertigem’. Fiquem atentos porque a gente não se cala. A gente não vai se calar”, enfatizou. O novo especial não será exibido na Netflix, que, ao contrário de Porchat, não demonstrou disposição para enfrentar outra leva de reações conservadoras. Neste ano, a produção será destaque do canal do YouTube do Porta dos Fundos.

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    Amazon vai lançar quatro filmes brasileiros em novembro

    6 de novembro de 2020 /

    A Amazon Prime Video anunciou o lançamento de quatro novos filmes brasileiros em streaming durante novembro. Dois deles já podem ser vistos no serviço: o terror “A Gruta” e a comédia “Os Espetaculares”. As próximas estreias também são comédias, “Carlinhos e Carlão” e “No Gogó do Paulinho”. Mas se a iniciativa ajuda a aumentar a quantidade de produções nacionais na plataforma, não representa exatamente um incentivo à produções de qualidade. Pior ainda: pode ser usada para reforçar o preconceito contra o cinema brasileiro. Premiado internacionalmente, a média do cinema nacional é bem melhor que essa seleção – exceção feita à “Carlinhos e Carlão”. “A Gruta” passa longe do padrão atingido pelo cinema de terror brasileiro, que nos últimos tempos tem rendido um filme melhor que o outro. O longa estrelado por Carolina Ferraz é apenas constrangedor. Esforçado, “Os Espetaculares”, também disponível em várias plataformas de VOD, tampouco chega perto do acerto de outros filmes do diretor André Pellenz, como “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017), desperdiçando a boa premissa da ambientação nos bastidores dos espetáculos de stand-up. Em seguida, chegam “Carlinhos e Carlão” (estreia em 12/11), com Luis Lobianco na pele de um machista homofóbico que se transforma ao entrar num armário novo, e “No Gogó do Paulinho” (19/11), basicamente um derivado de “A Praça É Nossa” centrado no personagem de Paulinho Gogó (Maurício Manfrini). A seleção aponta uma “curadoria” de apelo popular, que o grande público já tem disponível na televisão. Veja os trailers abaixo.

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    STF proíbe censura do Especial de Natal do Porta dos Fundos

    3 de novembro de 2020 /

    A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) definiu nesta terça (3/11), por unanimidade, que o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, deve permanecer no ar na Netflix. A obra de ficção humorística, que retrata Jesus como homossexual, foi alvo de críticas de conservadores e religiosos, que consideraram ofensiva a associação do cristianismo com a comunidade LGBTQIA+. O julgamento atual ocorreu a pedido da própria Netflix, em protesto contra a censura de seu especial. Em dezembro de 2019, a exibição do programa foi suspensa pela Justiça do Rio de Janeiro. Mas o programa acabou liberado por uma liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli, então presidente da Corte. A legalidade da veiculação foi contestada pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, responsável pelo processo que resultou na censura carioca. A entidade alegou que o especial ofendeu a fé cristã e promoveu discurso de ódio contra a religião. Em parecer enviado ao STF antes do julgamento, a PGR (Procuradoria-Geral da República) apontou que o que houve no Rio foi uma tentativa de censura e defendeu a permanência do especial de Natal do Porta dos Fundos no ar. Em seus votos, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski consideraram procedente a reclamação da Netflix e concluíram que não deve haver censura. Ao anunciar sua decisão, o relator e ministro Gilmar Mendes afirmou: “Ao analisar os presentes autos, concluo que a obra não incita violência contra grupos religiosos, mas constitui mera crítica, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao cristianismo. Por mais questionável que possa vir a ser a qualidade desta produção artística, não identifico em seu conteúdo fundamento que justifique qualquer tipo de ingerência estatal”. Tanto Gilmar Mendes quanto o ministro Edson Fachin ressaltaram durante o julgamento que a Netflix agiu corretamente ao disponibilizar classificação indicativa de idade para o especial do Porta dos Fundos, assim como uma descrição para o conteúdo. O ministro relator destacou que os ofendidos pelo material podem simplesmente não assistir ao vídeo, sem que seja necessário restringir o acesso a ele de toda a sociedade. Cármen Lúcia concordou e disse que o especial não está exposto aos que não querem vê-lo. Lembrando que a sede do Porta dos Fundos no Rio de Janeiro foi vítima de ataque com bombas após o lançamento do especial, também foram citados casos como o da revista “Charlie Hebdo”, da França, que sofreu atentado após publicar charge ironizando Maomé. O autor confesso do atentado violento contra o Porta dos Fundos chegou a comemorar a decisão do desembargador carioca que mandou censurar o especial.

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    Tenet chega aos cinemas brasileiros

    29 de outubro de 2020 /

    Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação. Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming. Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível. O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). A outra “grande” estreia de cinema deste fim de semana é a comédia nacional “De Perto Ela Não É Normal”, mais um monólogo teatral transformado em filme, depois do sucesso de “Minha Mãe É uma Peça” e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”. Suzana Pires adapta e estrela a versão de cinema da peça que ela apresentou nos palcos em 2006. A protagonista é Suzy, uma mulher madura, casada com seu namoradinho de infância (Marcelo Serrado) e com duas filhas crescidas, que segue exatamente a vida tradicional prescrita por sua mãe. Mas quando as filhas saem de casa e ela reencontra sua Tia Suely, Suzie resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma, evoluindo da condição de “mãe de família” para mulher empoderada e bem-sucedida. A direção é de Cininha de Paula (“Crô em Família” e “Duas de Mim”) e o elenco é cheio de celebridades televisivas, que ajudam a dar maior apelo popular a seu tipo de humor – cheio de piadas escatológicas. Entre os famosos do elenco estão as cantoras Ivete Sangalo e Gaby Amarantos, os apresentadores Angélica e Otaviano Costa, os comediantes Samantha Schmütz, Heloisa Perissé, Orlando Drummond e Cristina Pereira, o ex-“A Fazenda” Gominho, o veterano símbolo sexual Henri Castelli e a travesti Jane Di Castro, que faleceu na sexta passada (23/10). O filme foi seu último trabalho. Há mais uma ficção brasileira na lista: “Cabrito”, terror premiado no festival Fantaspoa. Primeiro longa escrito e dirigido por Luciano de Azevedo, o filme é uma ampliação do curto homônimo do cineasta, lançado em 2015, e sua coleção de bizarrices, contadas ao longo de três capítulos, é a única alternativa disponível para quem busca um programa cinematográfico de Halloween (31/10). O circuito de arte, por sua vez, destaca a comédia “Tel Aviv em Chamas”, que traz o conflito entre palestinos e israelenses para os bastidores de um programa de TV. O filme de Sameh Zoabi foi premiado no Festival de Veneza e pela Academia de Cinema de Israel. A programação se completa com dois documentários nacionais. Veja abaixo os trailers dos seis lançamentos desta quinta (29/10).

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