Ludmilla vira bombeira futurista no clipe “sci-fi” de Jogando Sujo
A cantora Ludmilla gravou um clipe sci-fi para a música “Jogando Sujo”. No vídeo, Ludmilla aparece como comandante de um grupo de bombeiras futuristas, na cidade de São Paulo do ano de 2073. Os efeitos visuais estão concentrados no começo e no fim do clipe, enquanto o recheio capricha nas coreografias típicas do gênero, que têm mais a ver com a letra, sobre a sensualização da dança funk. Ao final da história, o fogo que Ludmilla vai apagar é o calor causado por um modelo bonitão. Ou seja, menos “Fahrenheit 451” e mais C&C Music Factory. Roteiro e direção são de Felipe Sassi, que volta a trabalhar com Ludmilla após “Cheguei”. Por sinal, este é o segundo clipe superproduzido do diretor a chamar atenção nos últimos dias – veja o outro aqui. “Jogando Sujo” é o quarto single da antiga MC Beyoncé em 2018. Apesar disso, a cantora de “Din Din Din” não lança álbuns a dois anos. O último, “A Danada Sou Eu”, saiu em 2016.
Música da trilha de Alguma Coisa Assim ganha clipe dos diretores do filme
Música da trilha de “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos, a eletrônica “Into Shade” ganhou um clipe, dirigido pelos responsáveis pelo filme. O vídeo mescla cenas do longa com novas gravações realizadas no cenário principal da produção, a Rua Augusta, em São Paulo, por onde aparecem andando os cantores de “Into Shade”, Lucas Santtana e Bárbara Eugênia. E enquanto eles cantam, também replicam algumas cenas do casal central do filme, Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). O longa se desenvolve a partir do curta-metragem homônimo premiado em Cannes, em 2006, e acompanha três momentos-chave da vida dos personagens, que se reencontram em 2013 no mesmo cenário e, em 2016, novamente em Berlim. Entre os três períodos, vem à tona a transformação da relação entre os personagens, assim como o mundo a seu redor, numa reflexão sobre temas atuais, como sexualidade, rótulos, aborto e novas formas de família. O filme estreou nesta quinta-feira (26/5) nos cinemas do Brasil. Leia a crítica aqui.
Novo clipe de Anitta mostra ambição internacional com crianças dançando ao redor do mundo
Anitta internacionalizou de vez sua carreira. Não bastasse cantar sua nova música em espanhol, o clipe grandioso de “Medicina” tem cenas gravadas em seis países diferentes, mobilizando crianças de várias partes do mundo para dançar. A intenção é passar uma mensagem globalizada, mas também ampliar as fronteiras de seu sucesso. A letra sugere que a música cura como medicina e é universal, encanta todos os povos, todas as classes. Na canção, Anitta canta “Eu não me importo se você tem dinheiro, o que importa é que você saiba mexer”, mas em espanhol. A direção do vídeo é de Harold Jiménez (que já havia trabalhado com Anitta em “Machika”) e traz cenas de crianças no Brasil, Colômbia, Japão, Índia, Estados Unidos e num território africano não identificado. O resultado, que mostra algumas coreografias em trajes tradicionais dos países, inclusive indiozinhos brasileiros, resulta um tanto estereotipado, ao estilo das novelas de Glória Perez. Não é, definitivamente, “Sense8”. Ao lançar o vídeo, com uma transmissão direto de sua casa, no Rio de Janeiro, ela explicou em português, inglês e espanhol, o que a levou ao conceito. “Resolvi fazer com crianças porque elas são o futuro do nosso planeta, misturamos muitas culturas e crianças de várias nacionalidades”. O próximo clipe de Anitta deve ser “Veneno”, que também foi gravada na Colômbia e é novamente cantada em espanhol, como estratégia para fortalecer ainda mais seu nome no mercado latino, aproveitado que ela entrou no reality musical “La Voz”, a edição mexicana do “The Voice”.
Clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho têm rejeição após acenarem ao universo LGBTQIA+ – e isso merece reflexão
A comunidade LGBTQIA+ não gostou nada dos clipes de “Me Solta”, de Nego do Borel, e de “Arrasou, Viado”, de Jojo Todynho. Ambos foram lançados com poucos dias de diferença, em clima de celebração do arco-íris, e acabaram acusados de oportunismo. Estariam atrás do “pink money”, o dinheiro gay. Enquadrado como caricato e totalmente desvinculado do movimento, Borel teve até escancarada suposta ligação com Bolsonoro, o pré-candidato homofóbico à presidência do Brasil, por uma foto que tirou ao lado do político. Por conta disso, teve que declarar publicamente que não o apoia, mas que também não recusa pedido de fotos. Graças à polêmica, “Me Solta” já atingiu 30 milhões de visualizações. E ao mesmo tempo virou o novo recordista de dislikes do Youtube Brasil – com 657 mil polegares para baixo. A maior reclamação do público é pelo fato de o cantor – heterossexual – ter se vestido de mulher e dado um beijo em outro homem em seu clipe. Muitos entenderam as cenas como motivo de chacota. Outros tantos ficaram enojados com a demonstração gay. Vale considerar que o antigo líder de rejeição era “Vai Malandra”, o clipe-fenômeno de Anitta – com 282 milhões de visualizações – , que assim como o vídeo de Borel foi gravado em ritmo de festa numa favela. Sua negativação seria sinal de que o preconceito também é social – e, por que não, racial? Tema para outro post. Já o clipe de Jojo Todynho não bombou tanto. Tem 3,3 milhões de views, com 117 mil dislikes. Só que, na média, sua rejeição é praticamente o dobro da sofrida por Borel. Não adiantou incluir a bandeira do arco-íris, integrantes da comunidade e até membros da ONG “Mães pela Diversidade” no vídeo. Segundo a cantora, o objetivo da obra era justamente o oposto do mencionado nas críticas: “A mensagem que quero passar é de de amor ao próximo e de tolerância! Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. E nada mais justo do que falar sobre isso em forma de canção”, ela declarou ao jornal O Globo. Na prática, os dois artistas são vítimas de dois tipos diferentes de preconceito. Dos conservadores que não aceitam o universo LGBTQIA+ e de autoproclamados porta-vozes do movimento, que consideram apropriação cultural os esforços recentes dos cantores heterossexuais. Agora. Porque adoravam quando Madonna – que não é negra nem ex-favelada – fazia exatamente a mesma coisa, beijando mulher e roubando estilo da cena LGBTQIA+ para fazer sucesso. A americana era ícone. Os brasileiros são aproveitadores. Os tempos mudaram, hoje talvez Madonna não fosse aceita da mesma forma. Mas o pop continua a ser apropriação cultural por excelência. Não é movimento. É comércio. E o sonho de todo artista é estourar e ser conhecido para além de seu mundinho – faturar em pink, green e credit card. Durante anos, os gays foram colocados num gueto, com vidas separadas do resto da sociedade, frequentando casas noturnas exclusivas, festivais de cinema específicos, etc. Neste período medieval, também precisavam ficar no armário, escondendo sua sexualidade no dia-a-dia para manter emprego e amizades. Mas o século virou. Gays assumidos e heteros convivem cada vez mais no trabalho, na vida noturna, filmes de sexo gay explícito são premiados no Festival de Cannes e beijos gays superam os heterossexuais na premiação do MTV Movie & TV Awards. Ninguém precisa ter doutorado em semântica para perceber que um mundo mais inclusivo significa o oposto do mundo exclusivo dos guetos isolados. Quem busca separar, quer dividir. E esses são os eleitores de Bolsonaro, que realmente acham genial enquadrar simpatizantes heteros do movimento LGBTQIA+. A reação da comunidade LGBTQIA+ aos clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho parece uma tentativa de reerguer cercas que já deviam ter ruído, de separação entre heteros e outros. Esquecem-se que o movimento já foi identificado com outras letras: GLS, que significavam Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Com tantas outras siglas incorporadas, LGBTQIA+ realmente abandonou a letra S. Quem sabe, para demonstrar sua autossuficiência. Este orgulho, que resulta de muitas lutas históricas, pode ter sido a razão da denúncia contra os dois “LGBTQIA+ de butique” – expressão emprestada da antiga acusação aos “punks de butique”. A ironia desse ataque é que ele cria subtexto, fazendo os vídeos comerciais virarem produtos subversivos. Afinal, se a denúncia é que um “nego do Borel” achou que ia faturar mais ao se vestir de mulher e beijar outro homem, a iniciativa só demostra, ao contrário, um grande ponto contra o preconceito. Pois trata-se de um artista já estabelecido que nem pensou se alienaria seu público original ao incorporar uma história gay. Jamais pensou que beijar outro homem faria diminuir seu sucesso. O que, convenhamos, não é o mundo em que vivemos, basta ver a reação causada por selinhos recentes entre homens famosos do futebol e da TV brasileira. Por isso, a repercussão negativa entre lésbicas, gays, bis, trans, queers e não binários merece reflexão. Querem aumentar os muros do gueto? Concordam com as reações negativas contra beijos entre homens – e mulheres – heterossexuais? Referendam a tese de Bolsonoro de que heteros não devem gostar de homossexuais, apenas suportar? Nunca mais ouvirão Madonna de raiva, ao perceber que ela fez as mesmas coisas que acusaram Borel e Jojo de fazer? Impedirão Anitta de voltar a cantar na Parada LGBT de São Paulo, porque ela e outros tantos simpatizantes são hetero? Proibirão qualquer artista hetero de manifestar simpatia pela causa LGBTQIA+? E a seguir? Voluntariamente bordarão um triângulo pink nas roupas, para se diferenciarem? É um exagero retórico, mas quem conhece História sabe a que isso se refere, e ajuda a criar a imagem de que enaltecer o gueto pode apenas reforçar a prisão que deveria ser derrubada.
Clipe da banda Angra chama atenção por participação da cantora Sandy
A banda Angra divulgou seu novo clipe de heavy metal, que traz uma participação curiosa: a estrela do filme de terror “Quando Eu Era Vivo” (2014), também conhecida como a cantora romântica Sandy. A música “Black Widow’s Web”, revelada no começo do ano no disco “Omni”, já dava o que falar pela parceria com a cantora e no clipe ela incorpora o visual que, nos bastidores da gravação, ganhou o apelido de “gótica suave” e de “Sandy Trevosa”. Além de Sandy, o clipe conta com a aparição de outra vocalista, fazendo os vocais guturais. É a canadense Alissa White-Gluz, da banda Arch Enemy, que tem a voz e o visual mais ousados da produção. O clipe, porém, ganhou um trecho a mais de Sandy. Durante uma pausa na música, a cantora declama frases sobre vaidade, em inglês soturno. Antes do lançamento, Sandy contou que o filho, Theo, de quatro anos, aprovou sua participação. “Ele amou, porque ele é muito metaleiro, ele é fã do Sepultura e agora tá virando fã do Angra também”. Angra e Sandy já haviam trocado elogios pela parceria inusitada. “Foi um prazer participar dessa música do Angra que tem um sentido muito importante nos dias de hoje. Não foi só a música que me atraiu, mas toda a ideia da letra, a questão da ‘viúva negra’ como uma analogia com as mídias sociais. Quando o Rafael (Bittencourt, guitarrista) me trouxe essa ideia, fiquei super empolgada em poder fazer parte. Adoro desafios e amo ter oportunidades de fazer coisas que, talvez, as pessoas não esperem de mim artisticamente. Espero que o público goste, eu fiquei bem feliz com o resultado”, postou Sandy em seu Facebook. “Ter a Sandy foi uma das coisas mais especiais, porque ela é uma das grandes cantoras do Brasil e uma pessoa que foi muito amável, receptível, que está disposta a se arriscar”, disse Rafael Bittencourt, ao UOL. Curiosamente, o diretor do clipe, Leo Liberti, convive com artistas desses dois extremos musicais, assinando vídeos para Megadeth e Sérgio Reis.
YouTube vai transformar clipe do Maroon 5 em série
O YouTube anunciou a produção de uma série inspirada no clipe de “Sugar”, da banda Maroon. Lançado em janeiro de 2015, o vídeo mostrava a banda aparecendo de “penetra” em casamentos de fãs para fazer shows de surpresa, emocionando noivos e convidados, que tinham suas reações autênticas filmadas em estilo de reality show. A ideia da série é registrar outras pegadinhas do bem, trazendo vários artistas para surpreender fãs em eventos inesperados a cada episódio. Segundo a revista Billboard, além da banda liderada por Adam Levine, a série vai contar com episódios focados em Blake Shelton e Kelly Clarkson, colegas do vocalista no programa “The Voice”. Outros artistas confirmados no projeto são Snoop Dogg, Charlie Puth, A$AP Ferg e Bad Bunny. Os fãs que receberão as surpresas não serão escolhidos ao acaso, mas pessoas reconhecidas por seus trabalhos comunitários ou beneficentes. O cineasta David Dobkin, que dirigiu o clipe e é especialista em tramas de “penetras” – é dele a comédia “Penetras Bons de Bico” – vai assinar a produção. Ainda não há previsão para o lançamento da série. Enquanto isso, relembre o clipe abaixo.
Ariana Grande vira uma deusa em seu melhor clipe, o empoderador God Is a Woman
Ariana Grande lançou o que já é considerado por muitos fãs como o melhor clipe de sua carreira, “God Is a Woman”. No vídeo, que confronta a narrativa do patriarcado para a história da civilização, Ariana se torna divina, poderosa, uma deusa. Ela faz mais que proclamar que Deus é mulher, o título da canção. Vira essa personagem simbólica, ao oferecer uma releitura completa do mundo, sob uma perspectiva feminina. A cantora se agiganta, aparece nua, faz diversas referências vaginais e grávidas, e logo embarca numa trajetória de alta cultura pela história da civilização, na qual dá vida ao universo e ao Jardim do Éden, segundo a iconografia cristã. Como forma de ilustrar sua História pop, ela transforma seu corpo na escultura “O Pensador”, de Auguste Rodin, na escultura medieval “Lupa Capitolina”, e no afresco “A Criação de Adão”, de Michelangelo, pintado no teto da Capela Sistina. A esse resumo museológico se juntam curiosos efeitos digitais retrôs, que exploram de animação convencional a colagens de chroma key antiquadas, sem esquecer uma cena bizarra de marionetes de marmotas e a abertura sexy de aquarela viva. Não é um clipe modernoso. É um clipe atemporal. E ele ainda tem explicação embutida, ao interromper a música para materializar um monólogo de Madonna, que (dublada por Ariana) parafraseia a Bíblia (ou “Pulp Fiction”, escolha), trocando os gêneros. Esse intervalo logo emenda em outra referência high cult, quando Ariana joga um martelo gigante contra o teto do Panteão, em Roma – que funciona como uma igreja dedicada à “Santa Maria e os Mártires” – trazendo maior iluminação ao mundo videográfico, enquanto a música se transforma num gospel com coral ressoante de cada vez mais convertidas. A direção é de Dave Myers, o diretor mais relevante dos clipes atuais – que venceu tudo no ano passado, do MTV Video Music Awards ao Grammy, por seu trabalho com o rapper Kendrick Lamar. Este é o terceiro vídeo de Myers para a cantora em 2018. Ele também assinou os clipes de “No Tears Left to Cry” e “The Light Is Coming”, que completam com “God Is a Woman” todos os clipes antecipados do álbum “Sweetener”, que só será lançado em agosto.
Nego do Borel se solta e impacta em clipe com beijão em modelo
O canal do produtor Kondzilla divulgou o novo clipe de Nego do Borel, “Me Solta”. E ele já é o número 1 entre os mais vistos no YouTube nacional. Não é à toa. No vídeo dirigido por Lucas Romor, a força do pancadão e o refrão contagiante colocam o morro para dançar, transformando em baile funk as ruas do Borel, no Rio, onde personagens coloridos se multiplicam em coreografias espontâneas. O mais colorido, claro, é o próprio Nego de cabelo tingido de loiro, batom, salto alto, bolsa e camiseta vermelha-cheguei bem justa, num modelito que exalta a vontade de dançar descrita pela canção, numa referência ao espírito alegre LGBT e às mulheres que querem ter direito de dançar sem ser importunadas – “me solta, p*rra”. A surpresa para quem acompanha a carreira do funkeiro, que já aprontou em outros clipes com Anitta, Maiara e Maraísa, é que Borel se soltou mesmo, com beijão na boca do modelo Jonathan Dobal, um dos bonitões que integram o programa “Ferdinando Show”, no Multishow. O resultado impactou. Os fãs curtiram, decoraram facinho o refrão e em poucos minutos lotaram a página do YouTube de comentários, falando principalmente do beijo. Preconceituosos formaram minoria pouco barulhenta, diante de quem saiu rindo do babado, ainda que atordoado pelo pancadão a 150 bpms. Mas também teve politicamente correto que achou uma afronta ao movimento LGBT – não pode, porque ele é hetero e tem foto com Bolsonaro, como se também não tivesse foto com a bandeira do arco-íris – , provando mais uma vez que a militância de esquerda é tão moralista quanto os movimentos mais reacionários de tradição, família e propriedade – se solta, p*rra.
Nicki Minaj vira sereia e rola seminua no mar em clipe com Ariana Grande
Nicki Minaj divulgou o clipe de “Bed”, sua nova parceria com Ariana Grande. Apesar do título falar em cama, a maioria das sequências se passam à beira-mar, onde Nicki rebola e rola seminua, até virar sereia. Já Ariana Grande passa o clipe inteira seca e comportada. A direção é de Hype Williams, que costumava ser literalmente o hype dos clipes de rap, mas desta vez entrega um trabalho bastante convencional, entre uma produção softcore e um comercial da Beats by Dre. Como curiosidade, os rapazes que aparecem ao final são jogadores do futebol americano – Odell Beckham Jr. e Brad Wing. A própria Nicki Minaj deve ter achado que o clipe podia ter ficado melhor, já que, junto da divulgação, anunciou nas redes sociais que em breve revelaria outra versão com outro diretor. “Bed” é o segundo clipe extraído do próximo álbum da rapper, “Queen”, que chega em 10 de agosto. Antes, ela lançou “Chun-Li”, que lhe rendeu um Top 10 na parada da Billboard.
Charlie Sheen faz participação em clipe de rapper sobre viciados em drogas
O ator Charlie Sheen voltou a explorar sua imagem de “doidão” ao participar do clipe de “Drug Addicts” (“viciados em drogas”, em tradução literal), do rapper Lil Pump. No vídeo, o ator interpreta o médico de uma clínica de reabilitação que, ao invés de ajudar os pacientes, fica “chapado” com eles. Antes mesmo de ser demitido de “Two and a Half Men”, em meio a uma briga com o criador Chuck Lorre, seguida por um mergulho público nas drogas, Sheen já tinha diversas vezes por clínicas de reabilitação graças ao seu vício. Mais recentemente, ele revelou ter sido diagnosticado com HIV positivo. “Drug Addicts” é a primeira música do segundo álbum de Lil Pump, que estreou no mercado fonográfico em 2017.
Tessa Thompson assume relacionamento com Janelle Monáe
A atriz Tessa Thompson (de “Thor: Ragnarok”) assumiu que está mesmo num relacionamento com a cantora e atriz Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). Em uma entrevista ao Net-A-Porter, Thompson se assumiu bissexual e confirmou seu namoro atual, após inúmeras especulações de tabloides e sites de fofocas. “Nós nos amamos profundamente, somos tão próximas. Nós vibramos na mesma frequência. Se as pessoas quiserem especular sobre o que somos, tudo bem. Isso não me incomoda. É complicado porque Janelle e eu somos pessoas muito privadas e estamos ambas tentando navegar como você concilia querer ter essa privacidade e espaço, mas também querer usar sua plataforma e influência.” “Isso era algo de que eu tinha consciência em termos de fazer essa declaração em torno de Janelle e eu. Eu quero que todos tenham essa liberdade e o apoio que eu tenho dos meus entes queridos”, acrescentou. Além de serem vistas abraçadinhas em diversos eventos, Tessa Thompson e Janelle Monáe já vem demonstrando afeto em vídeos desde 2015, quando a atriz apareceu no clipe “Yoga”, da cantora, e foram bem além do simples carinho em “Make Me Feel”, um hino ao amor bissexual. Neste ano, Thompson apareceu entre as pernas de Monáe no sugestivo clipe de “Pynk”.
Rapper XXXTentacion aparece em seu próprio funeral em clipe póstumo
O rapper XXXTentacion ganhou um clipe póstumo e bastante mórbido, dez dias após ser assassinado. No vídeo, que foi escrito e dirigido pelo próprio rapper, ele aparece em uma cena que retrata seu próprio funeral. Ele também aparece em outro plano, diante de um personagem inteiramente vestido preto. E ao final precisa lutar contra si mesmo na cerimônia fúnebre, quando o cadáver sai do caixão e parece enfrentar seu espírito. A música é “Sad”, seu maior sucesso, que mal toca durante a produção, desenvolvida praticamente como um curta-metragem de 6 minutos. O rapper de 20 anos foi baleado e morto enquanto comprava uma moto na cidade de Deerfield Beach, na Flórida, a cerca de 70 km de Miami, no dia 18 de junho. De acordo com um comunicado oficial da polícia, divulgado após a confirmação da morte, XXXTentacion estava deixando a concessionária quando foi abordado por dois homens negros armados. Um dos suspeitos atirou diversas vezes, acertando o músico, que foi levado para o hospital, mas não resistiu.
Luke Cage ganha música e clipe do lendário rapper Rakim
A Netflix aproveitou a participação da lenda do rap Rakim em “Luke Cage” para divulgar um clipe da música “Kings Paradise”, criada especialmente para a série. O vídeo mistura as cenas do artista na produção com trechos de ação da 2ª temporada. Considerado o rapper favorito de todos os rappers, Rakim revolucionou o hip-hop nos anos 1980 com seu então parceiro, o DJ Eric B, ao lançar um dos melhores discos de todos os tempos, “Paid in Full”, de 1987. Por sinal, uma música daquele álbum foi usada com destaque no trailer da 2ª temporada da série, a clássica “I Ain’t No Joke”. Como curiosidade, ainda vale lembrar que um dos últimos hits da dupla Eric B & Rakim também foi concebido como trilha sonora: “Juice”, do filmaço homônimo de 1992, estrelado pelo então iniciante Tupac Shakur. Desde então, Rakim gravou apenas três álbuns solos e estava desde 2009 sem lançar músicas novas – apenas participações como convidado de outros artistas. O título da canção “Kings Paradise” se refere ao nightclub mostrado na série da Netflix, o Harlem Paradise, e a letra destaca personagens do Harlem, como os músicos Louis Armstrong e Lena Horne, o ativista Malcolm X e o próprio Luke Cage.












