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  • Música

    Milton Nascimento e Criolo lançam clipe para ajudar desamparados durante a pandemia

    24 de abril de 2020 /

    Os cantores Milton Nascimento e Criolo lançaram uma parceria musical por uma boa causa. A dupla regravou “Não Existe Amor em SP”, faixa de 2011 de Criolo, com direito a clipe, com imagens em preto e branco dos artistas em estúdio, mescladas com cenas das ruas vazias da cidade de São Paulo. Acompanhados pelo piano de Amaro Freitas, Milton e Criolo dão voz à desolação, que o clipe associa à miséria “em cada escombro, em cada esquina”, ao mostrar desabrigados nas ruas, perambulando durante a crise sanitária. A música embala a campanha #Existeamor, criada para arrecadar doações para um fundo solidário voltado a pessoas em situação de vulnerabilidade durante a pandemia do coronavírus. As doações para a campanha beneficente podem ser feitas na plataforma Benfeitoria (neste link). O dinheiro arrecadado irá para instituições como É de Lei, SP Invisível e Arsenal da Esperança, entre outras. Além da disponibilização digital, o clipe dirigido por Beto Macedo e Denis Cisma também teve um lançamento concreto, literalmente, com projeções em edifícios da capital paulista na noite de quinta-feira (23/4). Fãs puderam acompanhar essas projeções à distância, por meio de uma live no YouTube dos dois músicos. Veja a gravação abaixo.

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    Rolling Stones lança clipe de música nova inspirada pela quarentena do coronavírus

    23 de abril de 2020 /

    A quarentena preventiva contra o novo coronavírus provou-se criativa para os Rolling Stones, inspirando a primeira canção nova da banda desde 2012. “Living on a Ghost Town” foi finalizada pelos músicos durante o período de isolamento, após sessões em estúdio no ano passado, e ganhou um clipe que reflete o esvaziamento atual das ruas em todo o mundo. O vídeo mostra cidades desertas, como Londres, Los Angeles, Oslo, Cidade do Cabo, Toronto, Margate e Kyoto, sob o impacto da pandemia. E graças ao contexto das imagens e à produção caprichada da canção, os roqueiros septuagenários voltam a soar incrivelmente atuais, mais de meio século depois de dizer que o tempo estava do lado deles. Em comunicado, a banda contou que começou a gravar o blues, com arranjo de dub reggae, em Los Angeles em 2019. Depois, à medida que o isolamento social começou a se disseminar pelo mundo, eles ajustaram parte da letra e acrescentaram detalhes finais na mixagem. “Estávamos trabalhando em novo material antes do isolamento, e achamos que esta canção poderia ressoar nos tempos que estamos vivendo agora”, explicou Mick Jagger. Keith Richards acrescentou que a faixa foi pensada para um novo disco, “aí a merda atingiu o ventilador… Mick e eu decidimos que esta precisava ser trabalhada agora mesmo”. “A vida era tão linda, depois fomos todos isolados. Me sinto como um fantasma vivendo em uma cidade-fantasma”, reflete a letra. O single é a segunda manifestação musical dos Stones durante a pandemia. A banda foi a principal atração da “live das lives” de sábado passado (18/4), tocando por videoconferência “You Can’t Always Get What You Want” no evento “One World: Together at Home”. Antes de “Living in a Ghost Town”, o último conteúdo original inédito dos Stones foram duas canções novas incluídas no álbum de hits “GRRR!”, em 2012 – “Doom and Gloom” e “One More Shot”. Mas vale observar que o título, o tema e até certos elementos musicais da nova gravação evocam um grande sucesso dos anos 1980, “Ghost Town”, da banda The Specials. Soam diferentes, mas compartilham diversas semelhanças, como pode ser facilmente verificado na comparação abaixo.

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    Cantor do Green Day lança clipe com cover de That Thing You Do!

    21 de abril de 2020 /

    O cantor e guitarrista Billie Joe Armstrong, líder da banda Green Day, divulgou no YouTube um vídeo com seu cover de “That Thing You Do!”, em homenagem ao compositor Adam Schlesinger, que faleceu em 1º de abril por complicações do coronavírus. A música foi tema do filme “The Wonders – O Sonho Não Acabou”, de 1996. Ex-integrante da banda Fontains of Wayne e conhecido também como compositor das músicas da série “Crazy Ex-Girlfriend”, Schlesinger foi indicado ao Oscar pela canção do filme dirigido por Tom Hanks. Billie Joe Armstrong mantém a rotina de lançar um cover diferente por semana, numa iniciativa batizada de “No Fun Mondays”. Ela já gravou uma versão de “Manic Mondays”, em parceria (via videoconferência) com Susanna Hoffs, da banda The Bangles, e um cover de “Corpus Christi”, da antiga banda punk The Avengers. “Mais uma semana, outra segunda-feira sem diversão”, ele escreveu nas redes sociais. “A música de hoje é uma homenagem ao falecido Adam Schlesinger e às músicas incríveis que ele compôs, incluindo esta, ‘That Thing You Do!’.” A gravação foi a segunda homenagem recebida por Schlesinger após sua morte. Os integrantes da banda fictícia The Wonders, que interpretaram “That Thing You Do!” no cinema, voltaram a se reunir na semana passada numa transmissão ao vivo do YouTube, marcando o primeiro reencontro do elenco desde que o filme foi lançado em 1996.

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    Lô Borges convoca fãs para gravar clipe coletivo com tema da quarentena

    18 de abril de 2020 /

    O cantor Lô Borges está convocando seus fãs para gravarem vídeos da janela de suas casas e cantarem um de suas músicas mais conhecidas, “Paisagem da Janela”. A canção, composta por Borges e Fernando Brant, faz parte do consagrado álbum “Clube da Esquina” (1972), de Lô e Milton Nascimento, e registra o que o cantor podia ver da janela de sua casa. A letra serve perfeitamente como tema desses tempos de confinamento pelo novo coronavírus. Batizada de “Da Janela Lateral”, a iniciativa do projeto partiu de uma empresa médica de Belo Horizonte, que já organiza anualmente um evento de música, o Festival Meu Vizinho. Lô Borges, que se apresentou no festival em 2017, aprovou o projeto e decidiu convocar seus fãs. Os vídeos devem ser enviados ao perfil do festival no Instagram. Os primeiros vídeos já foram disponibilizados. Ao final, eles passarão por uma edição e integrarão um clipe coletivo, a ser lançado no fim do mês. Veja a mensagem de Lô Borges abaixo. Ver essa foto no Instagram E aí, vizinho! Como está sendo sua quarentena? Por aqui, depois de observar muito pela janela os detalhes lá fora, tivemos uma ideia, e queremos você nessa! O @loborgesoficial está aqui para convidar você a participar do novo clipe da música “Paisagem da Janela”, com imagens e vídeos enviados por pessoas do Brasil todo.⠀ ⠀ Dá uma olhada nesse recado que ele gravou dentro de casa e faça o mesmo! Assim como ele, você pode registrar o seu momento se mantendo seguro, sem sair do isolamento social. Participe, vai ser lindo! @hermes.pardini #DaJanelaLateral #fiqueemcasa #meuvizinhopardini Uma publicação compartilhada por Meu Vizinho Pardini (@festivalmeuvizinho) em 9 de Abr, 2020 às 8:32 PDT

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    Kesha aproveita quarentena para criar música e clipe inspirados em Esqueceram de Mim

    17 de abril de 2020 /

    A cantora americana Kesha também usou o isolamento recomendado como proteção contra o novo coronavírus como inspiração de uma música nova. Ela postou um trecho da composição em seu Instagram, com direito a um clipe literalmente caseiro. A música foi batizada como “Home Alone” (“Sozinho em casa”, em português), nome original do filme “Esqueceram de Mim”, estreado pelo ator Macaulay Culkin em 1990. O clipe contém cenas da comédia clássica e cenas em que Kesha dança na cama e por aposentos de sua casa, diante de seu gato pouco impressionado. “Eu estava entediada em casa, então fiz uma música para vocês”, escreveu Kesha na legenda do vídeo. Ela completou dizendo que “Home Alone” era “dedicada a todas as pessoas sensuais que estão sozinhas em casa” e ao “único Macaulay Culkin”, marcando o ator na postagem. Ver essa foto no Instagram I’ve been bored at home so I made a song for u animals!!! And a little video 💃🏻It’s called HOME ALONE… dedicated to all of you sexy people hanging at home…..alone. and also dedicated to the one and only @culkamania 💗💗👻👻 Uma publicação compartilhada por Kesha (@iiswhoiis) em 16 de Abr, 2020 às 11:01 PDT

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    Anavitória lança clipe de música para acalmar aflição da pandemia

    17 de abril de 2020 /

    A dupla de cantoras Anavitória lançou o clipe de uma nova música, composta e gravada durante o período de isolamento recomendado como proteção contra o novo coronavírus. “Me Conta da Tua Janela” fala desses tempos de aflição pela pandemia e distanciamento das pessoas, enquanto seu clipe mostra as artistas sentadas em lados opostos na porta de sua casa. De forma bem despojada, o vídeo traz Ana Caetano ao violão e Vitória Falcão cantando frente a frente. Sintetizador, assobio e coro ouvidos na faixa foram feitos remotamente pelo produtor Tó Brandileone. A música foi criada por Ana com o título de trabalho de “Música de Quarentena”. “Fiquei tão feliz de vê-la botando pra fora os sentimentos esquisitos e as incertezas desse tempo. Gosto das perguntas que nascem, da busca por respostas que, talvez, nem tenham lá muito sentido, mas que acalmam o coração e viram som pra gente cantar”, explicou Vitória sobre a composição. “Se o tumulto perdurar, acalme esse teu peito aflito. Te fiz essa canção, amigo. Contigo é que eu quero cantar”, diz a letra, que também alerta “pra gente se lembrar da força que é alguém do lado”, até pedir consolo no refrão: “Me conta da tua janela e me diz que o mundo não vai acabar”. O lançamento mais recente da dupla Anavitória foi o álbum “N”, de novembro do ano passado, em que cantam composições de Nando Reis. Antes disso, elas estrearam um filme sobre uma versão fictícia de suas vidas, intitulado “Ana e Vitória” (de 2018). ” frameborder=”0″ allowfullscreen>

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    Lexa lança clipe de funk para curtir a quarentena

    17 de abril de 2020 /

    A cantora Lexa lançou “Largadão”, um funk divertido que tem como temática o aspecto dolce far niente do isolamento social, medida assumida contra a pandemia do novo coronavírus. O single, que chegou nas plataformas de streaming de música no início da madrugada de sexta (17/4), exalta o descanso forçado da quarentena e veio acompanhado por um clipe, gravado na casa da artista, com participação de sua família. O vídeo não é exatamente caseiro, com boa iluminação e fotografia profissional. O visual é tão caprichado que entrega o envolvimento de profissionais. Se bem que a cara de pau jura que gravou sem equipe. “Que babado é gravar sem equipe, misericórdia. Mas consegui! Deu certo! Um clipe em casa, sem grandes produção (sic), mostrando minha casa, meu momento e espero realmente que gostem. Eu coloquei a voz em casa (aprendi, comprei um home studio), gravei o clipe em casa (com ajuda do FaceTime), literalmente coloquei a mão na massa”, explicou nas redes sociais. Só que não. O trabalho foi dirigido por Mess Santos (que já tinha gravado Lexa em “Fato Raro”), teve edição, pós-produção de efeitos e o responsável pela câmera até participou como cozinheiro no vídeo. Não por acaso, “Largadão” contrasta muito com outras produções criadas durante a atual quarentena, inclusive com o “clipe de celular” que seu marido, MC Guimê, lançou na semana passada (veja “Fight” aqui). O comentário “sem equipe” de Lexa deve representar ausência de maquiadora, cabeleireira, figurinista, coreógrafo, cenografista, assistente que leva água e faz massagem nos pés. Ela trabalhou com equipe mínima e em sua própria casa. Tudo bem, já que não estamos em “lockdown” e todos podem ter praticado medidas de prevenção para as gravações. No clipe, Lexa aparece de lingerie em sua cama, largadona como sugere título da faixa, mas quem rouba a cena é sua vovó contra-regra. Dona Conceição dança muito, junto com MC Guimê e o “cozinheiro”, todos em fantasias-pijamas de bichinhos (que evocam um antigo comercial da Parmalat). A família, por sinal, ainda inclui quatro bichinhos de verdade, os cachorros do casal.

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    Sam Smith lança clipe de parceria “olímpica” com Demi Lovato

    17 de abril de 2020 /

    O cantor Sam Smith lançou o clipe da música “I’m Ready”, sua parceria com Demi Lovato. A produção do vídeo foi claramente atropelada pela pandemia do novo coronavírus, já que seu tema é inteiramente inspirado na Olimpíada, que foi adiada para 2021. Mesmo assim, não deixa de ser curioso como sua celebração homoerótica dos corpos olímpicos sugere uma versão LGBTQIA+ de “Olimpíadas e Mocidade Olímpica” (1938), documentário dos jogos da Alemanha nazista, dirigido por Leni Riefenstahl. A direção do clipe é de Jora Frantzis, que assinou o célebre “Money”, de Cardi B. “I’m Ready” faz parte do terceiro álbum de Sam Smith, cujo lançamento foi, claro, adiado devido a covid-19.

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    Recuperado do coronavírus, Di Ferrero lança clipe para confortar fãs na pandemia

    12 de abril de 2020 /

    Uma das primeiras celebridades brasileiras a pegar o novo coronavírus, o cantor Di Ferrero transformou a experiência em uma música: “Vai Passar”. Gravada de forma caseira, a canção ganhou até clipe neste fim de semana, feito durante a quarentena, com participação de amigos famosos e anônimos, que se juntaram à distância, via vídeo. O pop acústico, que traz Di Ferrero ao violão, inclui em seu coro sutil, registrado em volume baixo, as vozes de vários amigos de Instagram, gente tão diferente quanto o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, o rapper Rael, o ex-Titãs Paulo Miklos, os cantores Paulo Ricardo, Simoninha e Vitor Klay, o humorista Maurício Meirelles, os apresentadores Marcos Mion e Serginho Groisman, as atrizes Camila Queiroz e Fernanda Souza, além de sua esposa, a modelo Isabeli Fontana, entre muitos outros. “Eu fiz essa música logo que eu consegui voltar a cantar. Eu fiquei um pouco rouco por causa do vírus e no momento que eu voltei a cantar eu comecei a tocar e comecei a escrever sobre tudo o que está acontecendo, não só comigo, mas com as pessoas em volta de mim, com o mundo”, contou o cantor, que permanece isolado em sua casa no sul do país. A ideia de gravar a música surgiu depois de tocá-la numa live com os fãs. Para a produção, Di Ferrero aproveitou recursos caseiros para garantir uma boa acústica. “Acabei gravando com meu celular dentro do armário cheio de roupas, para fazer uma acústica legal”, revelou. “Me senti bem pra caramba quando acabei a música, fiquei feliz. E decidi lançar pra ser uma música para confortar as pessoas, como ela me confortou naquele momento”. Depois de mostrar a gravação para os amigos e receber os vídeos de suas interpretações, tudo foi editado num clipe e lançado nas redes sociais do cantor – inclusive no YouTube, como pode ser conferido abaixo.

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    Selena Gomez transforma namorados em sapos no novo clipe

    11 de abril de 2020 /

    Selena Gomez lançou o clipe de “Boyfriend”, música que integra “Rare”, seu novo álbum de estúdio. A gravação inclui notável arranjo eletrônico, que a diferencia do repertório tradicional da cantora. Mas os vocais continuam os mesmos, de estilo resfolegante, que a assemelham a maioria de suas colegas de geração. No vídeo dirigido por Matty Peacock (que trabalhou com Billie Eilish), Selena tem vários encontros. Ela afirma buscar um namorado. Mas transforma todos os candidatos a príncipe encantado em sapos. Lançado em janeiro, o álbum “Rara” liderou as paradas de discos mais vendidos nos EUA, a Billboard 200, e recentemente o primeiro single, “Lose You to Love Me”, tornou-se a primeira música da jovem estrela pop a atingir o topo das paradas americanas. O disco foi lançado cinco anos após o anterior, “Revival”, período em que a cantora enfrentou várias dificuldades relacionadas à saúde.

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    50 anos após a separação, imagine os discos que os Beatles teriam feito até 1980

    11 de abril de 2020 /

    50 anos anos após sua separação, os Beatles continuam a banda de rock mais popular de todos os tempos. Prova disso é que até fãs que nem tinham nascido em 10 de abril de 1970, quando Paul McCartney revelou que eles não voltariam mais a tocar juntos, lamentaram o aniversário da separação do grupo, comemorado neste fim de semana. Os fãs, porém, foram os últimos a saber. Paul já tinha gravado seu primeiro álbum solo quando respondeu “não” à pergunta de um jornalista sobre se voltaria a compor com John Lennon. “McCartney rompe com os Beatles”, publicou imediatamente o New York Times. Só que todos os Beatles estavam desenvolvendo trabalhos solos naquele instante. Ringo Starr e George Harrison já haviam lançado álbuns separados, enquanto John Lennon e sua esposa – Yoko Ono – se apresentavam como a Plastic Ono Band há cerca de um ano. A verdade irônica é que Paul foi o último a iniciar sua carreira individual. O autor da biografia oficial de Paul McCartney, publicada em 2016, recorda como a confirmação da separação representou o fim de uma era. “Uma geração inteira cresceu com os Beatles. Eles lançaram um novo álbum para cada etapa importante da vida”, disse Philip Norman, em entrevista ao jornal The New York Times neste fim de semana. “Muitas pessoas pensaram que o futuro seria sombrio sem eles, era realmente um sentimento generalizado”, acrescentou. Mas e se John, Paul, George e Ringo tivessem conseguido superar seus atritos? E se, como os Rolling Stones e The Who, tivessem continuado a gravar juntos todos esses anos? Em meados da década de 1970, eles quase voltaram atrás. Afinal, a amizade permaneceu, mesmo após o rompimento musical. Tanto que Paul McCartney e Ringo Starr ainda se reúnem para tocar, e em 2019 até se juntaram num cover de John Lennon, “Grow Old With Me”, música de 1980, no mais recente disco solo do baterista. Que músicas eles teriam feito se tivessem permanecidos juntos? Nunca saberemos. Mas é possível ter uma vaga ideia, ao ouvir as melhores gravações das carreiras solo de cada um nas décadas seguintes. Com alguma imaginação, as seleções musicais abaixo sugerem os discos imaginários dos Beatles, que teriam sido lançados nos anos 1970 e 1980.   The Imaginary Beatles em 1970 O último disco dos Beatles, “Let It Be”, começou a ser vendido em maio 1970, um mês depois de Paul anunciar a separação. Àquela altura, os integrantes da banda já estavam mergulhados em suas carreiras solos. Ringo Starr chegou a lançar dois discos no período: um de standards e outro de country e blues – nenhum marcou época. George Harrison, por outro lado, emplacou seu maior hit individual. Paul McCartney fez um LP romântico e intimista, que era uma declaração de amor a sua esposa, Linda. E John Lennon se antecipou a todos, lançando singles individuais desde 1969. Em seu período individual mais criativo, ainda concebeu seu disco mais engajado, um clássico de arrepiar. E cantou que o sonho acabou. Mas e se esses esforços fossem coletivos, como seria o álbum que produziriam? Confira abaixo as “faixas” do álbum imaginário dos Beatles de 1970.     The Imaginary Beatles em 1971 Em 1971, John Lennon estava mais inspirado que nunca e Paul McCartney tinha canções suficientes para dois discos – um deles se tornou marco do movimento vegan e dos direitos dos animais, enquanto o outro apresentou uma nova banda, The Wings, liderada pelo casal McCartney. Em compensação, George Harrison e Ringo Starr não produziram novos álbuns. Ringo gravou apenas um single – e foi seu primeiro hit individual. George estava ocupado organizando o primeiro concerto beneficente da era do rock, o famoso “Concerto para Bangladesh”, mas também ajudou o amigo John a gravar seu segundo álbum solo. Sim, dois Beatles voltaram a se encontrar novamente no estúdio, um ano somente após o final oficial da banda. O resultado? “Imagine”. Imagine mais. Imagine se todos eles tivessem trabalhado juntos. Como seria o álbum que produziriam em 1971?     The Imaginary Beatles de 1972 a 1973 John foi o único ex-Beatle a gravar um álbum em 1972, inspirado por acontecimentos trágicos e causas políticas. A famosa rebelião na prisão de Attica e o massacre do domingo sangrento na Irlanda do Norte saíram das manchetes da época direto para suas canções – não por acaso, a capa de “Sometime in New York City” imitava a arte de um jornal impresso. Paul não lançou LP, mas fez bastante barulho. Também se politizou e gravou uma música em favor da causa irlandesa, devidamente banida das rádios britânicas. Para seu azar, seu single seguinte, considerado apologia às drogas, teve o mesmo destino. De saco cheio, resolveu ironizar a situação lançando uma musiquinha infantil, que não teve problemas em tocar à exaustão na programação da BBC. Como os poucos singles do período não rendem um bom mix coletivo, digamos que esse disco imaginário levou mais tempo para ser lançado, incluindo composições criadas em 1973. Este ano encontrou Paul compensando seus contratempos com o lançamento de dois álbuns e a composição de um dos melhores temas dos filmes de James Bond, enquanto George radicalizou sua trilha espiritual, incorporando filosofia e instrumentos indianos em suas gravações. Nada, porém, foi mais incrível que Ringo conseguir emplacar uma música no 1º lugar das paradas. E tudo isso junto?     The Imaginary Beatles em 1974 Paul também não lançou LP em 1974, mas o disco que disponibilizou no dezembro anterior rendeu singles durante o ano inteiro. Afinal, não foi um disco qualquer, mas o clássico “Band on the Run”, melhor álbum de sua carreira à frente dos Wings. Em contraste, John Lennon iniciou seu afastamento dos palcos, compondo baladas depressivas, mas também inesperados funks dançantes em parceria com Elton John – e até o hit “Fame”, com David Bowie. Ele ainda ajudou Ringo Starr a gravar mais um álbum.     The Imaginary Beatles de 1975 a 1976 O próximo LP imaginário foi um dos mais sofridos. Afinal, John lançou um disco quase perdido, apenas com covers, brigou com Yoko Ono e sumiu por um período de cinco anos. George fez um trabalho que não emplacou hits. Até Paul concebeu um álbum de glam rock espacial, que não estourou. Enquanto Ringo deixou 1975 simplesmente passar em branco. A história de John é a mais maluca, graças aos bastidores tumultuados de seu álbum com Phil Spector, o produtor de “Let It Be” (1970). O que era para ser um disco simples de versões de clássicos do rock’n’roll virou um show de horrores, com o louco Spector dando tiros no estúdio e fugindo com as fitas originais das gravações. Foi preciso o produtor sofrer um acidente, ficar entre a vida e a morte, para os tapes serem recuperados. A esta altura, um ano tinha se passado e John voltara para Yoko, ao lado de quem ficaria nos próximos cinco anos, sem gravar, dedicando-se apenas à família. Antes de entrar nesse longo hiato, John voltou a ajudar Ringo em seu disco de 1976. Enquanto isso, Paul também se frustrou com um disco que não rendeu o esperado. Mas não se deu por vencido. Voltou no mesmo ano para o estúdio e começou a gravação de um dos LPs mais populares dos Wings, energizado pela maior turnê internacional feita pela banda – que acabou capturada em filme (“Rockshow”).     The Imaginary Beatles de 1977 a 1979 Com o “isolamento social” de John, Paul tornou-se o ex-Beatle mais bem-sucedido. Fez tanto sucesso que decidiu sair em carreira “solo”. Isto é, dissolveu sua segunda banda em 1979, após mais dois discos repletos de hits. Nesta fase, embora ainda não existisse a MTV, os ex-Beatles lançaram vários vídeos musicais, refletindo um interesse cada vez maior na representação visual de suas canções. George Harrison, retomando sua melhor forma, teve até um clipe dirigido por Eric Idle, do Monty Python – na época, George fundou uma produtora de cinema para financiar os primeiros longas dos Monty Python. Mesmo com tanta criatividade, seria possível imaginar um disco dos Beatles, mesmo imaginário, sem contribuição de John. Por sorte, ele deixou demos gravadas da música que compôs para o disco de Ringo, sua última faixa inédita por um bom tempo.     The Imaginary Beatles nos anos 1980 John só retornou ao estúdio em 1980, mas quem imaginava um grande fluxo de novidades depois de uma espera de cinco anos, encontrou um disco com metade das faixas cantadas por Yoko Ono. Entretanto, ele deixou muitas demos gravadas, que acabaram originando outros dois álbuns oficiais – infelizmente, póstumos. Assim como John, Paul também decidiu recomeçar sua carreira, lançando um LP emblematicamente chamado “McCartney II” – “McCartney” foi o título de seu primeiro trabalho solo após os Beatles. Por coincidência, Lennon e McCartney, a melhor dupla de compositores do rock em todos os tempos, resolveram recomeçar ao mesmo tempo. Dá para imaginar como seria, se eles tivessem ficado juntos por mais uma década? Pelo menos, até o fatídico 8 de dezembro de 1980, quando John foi assassinado? A morte de John juntou os demais Beatles em homenagens e gravações tocantes sobre os velhos tempos e o velho amigo, rendendo, inclusive, o melhor disco da carreira solo de George. O impacto foi tanto que até músicas inéditas do quarteto de Liverpool surgiram nos arquivos da gravadora EMI. Duas canções rejeitadas pela banda, que ao virar single geraram um frisson como se fossem hits… ou como se os Beatles não tivessem acabado há muitos anos atrás. A propósito, esse último lançamento imaginário é “duplo” – mas sem as parcerias de Paul com Steve Wonder e Michael Jackson, que teriam sido, digamos, projetos paralelos. Um Álbum Preto, de luto, gravado antes e depois da morte de John, repleto de reflexões sobre a trajetória do grupo, que Paul, George e Ringo levaram até a segunda metade da década de 1980 para completar/superar. E que um fã estendeu até 2019, com um remix de “Grow Old with Me”, juntando a voz da gravação de 1980 de John, com o vocal de Paul e Ringo no cover de 2019. É a faixa que encerra esse passeio pela ladeira da memória afetiva, entre discos imaginários e músicas verdadeiras.    

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    Novo clipe da trilha de Trolls 2 junta Justin Timberlake e Anna Kendrick

    6 de abril de 2020 /

    Justin Timberlake lançou em sua página no YouTube um novo clipe baseado na trilha da animação “Trolls 2”, disponibilizada nesta semana em serviços de VOD do exterior. A música “Don’t Slack” é uma parceria entre Timberlake e o cantor Anderson Paak, e o clipe traz os dois tentando contagiar com sua alegria a atriz Anna Kendrick, que aparece desanimada em trajes de quarentena (pijamas). Os personagens principais da franquia “Trolls” são dublados por Timberlake e Kendrick. “Don’t Slack” é a segunda música da trilha sonora de “Trolls 2” a ganhar clipe. A primeira foi “The Other Side”, uma parceria de Timberlake com SZA. A animação tinha estreia marcada para 9 de abril no Brasil, mas com os cinemas fechados a Universal decidiu lançar o filme em streaming nos EUA e Europa. Não há previsão para que o mesmo aconteça no Brasil, onde o estúdio planeja retomar o lançamento cinematográfico de “Trolls 2” em outubro.

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    Joyner Lucas lança clipe em homenagem a Will Smith, que fica emocionado

    1 de abril de 2020 /

    O rapper Joyner Lucas lançou o clipe de “Will (ADHD)”, música que homenageia o astro Will Smith. No vídeo, Lucas aparece caracterizado como o ator em vários papéis icônicos, desde a série “Um Maluco no Pedaço” até filmes como “Bad Boys”, “Homens de Preto” e “Alladin”. Smith, que faz uma participação breve no final do clipe, não tinha visto o resultado final até esta quarta (1/4), e publicou sua reação dizendo-se emocionado. “UAU! Isso é louco!”, disse, em vídeo postado no Instagram. O astro de Hollywood, que começou a carreira como rapper, acrescentou que se sentiu humilde e honrado diante da homenagem e citou a frase que mais lhe tocou: “Você inspira pessoas mesmo sem saber”. Veja abaixo o clipe e a reação de Will Smith. Ver essa foto no Instagram WOW!!! That’s Crazy! #Humbled @joynerlucas Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 25 de Mar, 2020 às 12:27 PDT

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