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  • Música

    Clipe de Valesca Popozuda é proibido para menores e ultrapassa 1 milhão de visualizações

    7 de novembro de 2016 /

    O novo clipe de Valesca Popozuda ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. Mas, ao mesmo tempo, acabou recebendo uma classificação etária elevada, proibido para menores de 18 anos. Isto porque “Viado”, o clipe, foi considerado “extremamente sensual” pelo portal de vídeos. “Viado” mostra a cantora incorporando o papel de uma policial/carcereira sensual, que coloca os homens na linha, com direito a “fiscalização” do banho dos popozudos, que aparecem pelados. Ela ainda tasca um beijão na boca do modelo e ator Raphael Sander, que integrou o elenco de “Verdades Secretas” e “Totalmente Demais”. A marca de milionária foi comemorada por Valesca em seu Instagram no fim de semana com a seguinte mensagem: “Bom dia, popofãs. Vamos comemorar sim!! Um milhão de views mesmo com a censura em cima do clipe!! Obrigada meus fãs-clubes que estão sendo incríveis nessa batalha”. E nesta segunda ela mostrou sua alegria num vídeo em que aparece correndo de felicidade. Veja abaixo. Já o clipe de “Viado” pode ser assistido aqui. Adivinha o que eu estava comemorando? Coloque aqui nos comentários se sabe o que é ? #beijonabocaviado #variasquicadasetal Um vídeo publicado por Valesca Popozuda (@valescapopozudaoficial) em Nov 7, 2016 às 8:00 PST

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    Liga da Justiça: Ator de Game of Thrones viverá o vilão alienígena Lobo da Estepe

    7 de novembro de 2016 /

    O ator norte-irlandês Ciarán Hinds (o Mance Rayder de “Game of Thrones”) foi escalado para interpretar o vilão alienígena Lobo da Estepe (Steppenwolf) no filme da Liga da Justiça. Segundo o site The Wrap, o ator vai dar vida ao personagem por meio do sistema de captura de performance. Tio do supervilão Darkseid, o personagem monstruoso deveria aparecer já em “Batman vs. Superman”, e pode ser visto na versão estendida do filme em Blu-ray – ou aqui – , o que explica porque Luthor termina aquele filme falando sobre outros monstros que estão a caminho. Mas, de acordo com o site, A DC não vai considerar a versão estendida do filme como oficial e exibirá um visual diferente do Lobo da Estepe em “Liga da Justiça”, para refletir seu intérprete. A sinopse oficial do filme resume assim a história: “Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo a formação de uma liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) – , poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.” Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para novembro de 2017.

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  • Etc

    Logan: Fã recria o trailer do novo filme de Wolverine com cenas de desenhos animados

    25 de outubro de 2016 /

    O youtuber que se identifica como Philysteak criou uma “versão animada” do primeiro trailer de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. A montagem cola os diálogos originais do trailer oficial com cenas de desenhos dos X-Men, extraídos da série clássica dos anos 1990 e o recente “X-Men: Evolution”, para as cenas que incluem X-23. Além de conseguir juntar cenas bastante próximas das filmadas no longa com atores, o vídeo demonstra como a jovem atriz Dafne Keen (série “The Refugees”) é parecida com a X-23 animada, reforçando o rumor de que esta é realmente sua personagem no filme. Novamente estrelado por Hugh Jackman e dirigido por James Mangold, responsável por “Wolverine – Imortal” (2013), “Logan” estreia em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Logan: Trailer “para maiores” do filme de Wolverine tem mais violência

    22 de outubro de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou uma versão alternativa, que divulgou como sendo “para maiores”, do trailer de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. Mas a diferença para a versão oficial se resume a poucos segundos de cenas mais violentas. São exatamente três takes e uma imagem retocada. O retoque é ridículo: armas reaparecem numa cena centrada em Charles Xavier (Patrick Stewart), que o trailer convencional fez sumir, ao estilo do que realizou Steven Spielberg no lançamento de “E.T.” (1982) para Blu-ray. O primeiro dos takes inéditos, por sua vez, é tão curto que não dura nem uma piscadela, mostrando a jovem mutante interpretada por Dafne Keen (série “The Refugees”) dando um terceiro golpe contra os Carniceiros – o trailer convencional registra dois golpes. O maior destaque fica para o desfecho, em que Wolverine (Hugh Jackman) mostra as garras num corredor e, no take seguinte, aproxima-se para enfiá-las na cabeça de um vilão. Detalhe: não há close da penetração, nem sangue espirrado pelo ataque. Enfim, não há nada no trailer que realmente justifique uma “red band”, a tarja vermelha de impropriedade. E quem pesquisar o vídeo no YouTube vai perceber que a tarja vermelha não aparece em nenhuma versão disponível. Ou seja, nem o MPA considerou o trailer impróprio para menores. Mesmo assim, há vislumbres “promissores” de violência, que devem atiçar os fãs mais sanguinários do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Mr. Sinister
    Filme

    Wolverine 3: Vilão do filme será o Sr. Sinistro

    13 de setembro de 2016 /

    O diretor Bryan Singer revelou que o Sr. Sinistro será o vilão do filme “Wolverine 3”. A informação foi adiantada nos materiais extras do Blu-ray e “X-Men: Apocalipse”. Num dos áudios de comentários, Singer conversa com o roteirista e produtor Simon Kinberg a respeito da cena pós-créditos do filme, confirmando o que os fãs dos quadrinhos já tinham percebido. A cena final traz uma pessoa invadindo a instalação secreta em que foram realizadas as experiências da Arma X, para pegar um recipiente com o sangue de Wolverine. Esse frasco é guardado numa mala com o logo da Essex Corp. Trata-se, claro, da empresa de Nathaniel Essex, o engenheiro genético mais conhecido pelos leitores de “X-Men” como Sr. Sinistro. Nos quadrinhos, Sinistro causou muitas tragédias para os mutantes, por conta de sua obsessão com a evolução genética que eles representam. Singer não revelou a abrangência de sua participação em “Wolverine 3”, mas o site Cinemablend especula que ele será interpretado por Richard E. Grant (“A Dama de Ferro”), que foi contratado para viver um vilão descrito como “cientista louco”. A cena do roubo do sangue de Wolverine também tem relação com a criação de seu clone feminino, X-23. Fotos das filmagens já mostraram a menina Sienna Novikov (figurante em “Pai em Dose Dupla”) correndo ao lado de Hugh Jackman e Patrick Stewart, que voltam a interpretar, respectivamente, Wolverine e o Professor X na produção. Ainda sem título oficial, o filme foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo longa anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Aquarius ganha classificação livre para todas as idades na França

    7 de setembro de 2016 /

    O filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, foi classificado como livre para todas as idades na França. Mas a decisão da CNC (Le Centre National du Cinéma et de l’Image Animée), entidade que regula o setor, não tem a conotação politizada que andou ganhando em alguns sites. Afinal, assim como “Aquarius”, “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, também recebeu a mesma classificação. No Brasil, os dois filmes foram exibidos com recomendação indicativa para maiores de 16 anos. O mercado de cinema francês é o mais liberal do mundo, e apenas pornografia recebe classificação para maiores de 18 anos. Filmes com closes de sexo explícito, como “Love”, “Um Estranho no Lago” e “Ninfomaníaca”, receberam indicação para maiores de 16 anos no país. Mas para balizar com um parâmetro mais expressivo, o drama francês “Azul É a Cor Mais Quente”, que tem longas cenas de sexo lésbico explícito, foi exibido para maiores de 12 anos no país. No Brasil, a classificação dos quatro longas citados foi de 18 anos e as empresas nacionais de replicação de Blu-ray se recusaram a produzir seus discos, devido ao conteúdo.

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  • Etc,  Série

    Classificação indicativa deixa de ser proibitiva na TV brasileira

    7 de setembro de 2016 /

    O Supremo Tribunal Federal acabou com a vinculação entre o horário de programas de TV e a sua classificação indicativa. A decisão, em vigor desde quinta (1/9), permite aos canais maior flexibilidade na programação de suas atrações. Até então, a classificação era restritiva e não indicativa de fato. Programas “não recomendados para menores de 14 anos” só podiam ser exibidos a partir das 21h impreterivelmente. Esta classificação, incorporada ao Estatuto da Criança e do Adolescente, foi responsável por transformar a tradicional “novela das oito” em “novela das nove” na TV brasileira. Vale lembrar que, no ano passado, Gilberto Braga precisou mudar o destino de uma personagem – inicialmente uma garota de programa – na novela das 21h “Babilônia” para evitar que fosse classificada para 16 anos e, portanto, só liberada para ir ao ar após às 22h. E a Record teve que cortar cenas em que escravos eram chicoteados em “Escrava Mãe”, sua atual novela das 19h, para manter a recomendação em 10 anos. O novo entendimento também facilita a exibição de reprises de novelas durante a tarde. Recentemente, a Record encontrou dificuldades para adequar ao horário sua reprise de “Chamas da Vida”, que tinha classificação de “não recomendada para menores de 14 anos”, resultando numa edição muito retalhada. Sucessos do cinema juvenil com censura 12 anos, como “Esquadrão Suicida” e “Star Trek: Sem Froteiras”, atualmente em cartaz nos cinemas, também não precisarão mais sofrer cortes para passar à tarde. Além disso, a chamada Rede Fuso, que apresentava programação atrasada exclusivamente para os estados do Norte e Nordeste durante o período de horário de verão, deve terminar. Os programas costumavam ir ao ar mais tarde nestas regiões, pela obrigação de vincular a classificação etária e o horário de exibição. Agora, a programação nacional poderá permanecer unificada, apesar do horário de verão nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Foi uma longa batalha. Para se ter ideia, a ação que resultou nessa decisão foi apresentada há nada menos que 15 anos pelo PTB, com apoio da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV). Trata-se, claro, de um exemplo notável da celeridade do judiciário brasileiro. Mas foi mesmo uma batalha. Em contraste à celebração dos canais, organizações de proteção à infância lamentaram a decisão. Várias ONGs, como Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Instituto Alana, a ANDI – Comunicação e Direitos e a Artigo 19 encamparam uma campanha contrária à desvinculação dos horários na televisão. Para elas, é grande o risco de maior exposição de crianças a conteúdos violentos e erotizados durante horários impróprios, como ocorria nos anos 1990, antes do Estatuto da Criança e do Adolescente, quando o quadro sensual “Banheira do Gugu” ocupava a faixa das 16h. A publicação do acórdão do STF suprimiu trecho do Estatuto que proibia exibir programas fora dos horários reservados a cada idade, segundo a classificação do Ministério da Justiça. A pasta continuará avaliando a classificação indicativa, que deve ser informada no início de cada atração, mas a partir de agora ela será, como diz seu nome, apenas indicativa – e não mais proibitiva.

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    16 filmes brasileiros disputarão uma indicação no Oscar 2017

    5 de setembro de 2016 /

    Dezesseis filmes brasileiros foram inscritos na comissão do Ministério da Cultura, que irá selecionar o representante do país na busca por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2017. A lista das produções inscritas foi divulgada pela Secretaria do Audiovisual e conta, entre outros, com “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, e “Chatô – O Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes. “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, e “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, não foram incluídos na seleção por decisão de seus diretores, como protesto contra uma suposta “imparcialidade questionável” da comissão, no dizer de Mascaro, que colocaria o resultado em cheque. Os três diretores seguiram deixa de Kleber Mendonça Filho, que denunciou em carta aberta a inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política diferente da sua, como uma conspiração do “governo ilegítimo” contra seu filme “Aquarius”. Petrucelli criticou a photo-op de “Aquarius” no Festival de Cannes, quando Filho e seu elenco ergueram cartazes, em francês e inglês, para denunciar que “o Brasil não é mais uma democracia” por ter sofrido um “golpe de estado”. Além dos três cineastas desistentes, a própria comissão sofreu baixas, com as saídas do cineasta Guilherme Fiúza Zenha, que alegou motivos pessoais, e da atriz Ingra Lyberatto, que revelou ter sofrido pressões extremas da classe. Os dois foram substituídos pelos cineastas Bruno Barreto e Carla Camurati. Além disso, a presença de Petrucelli foi garantida pelo Secretário do Audiovisual, Alfredo Bertini. Os demais integrantes do comitê julgador são Adriana Rattes, Luiz Alberto Rodrigues, George Torquato Firmeza, Bruno Barreto, Carla Camurati, Paulo de Tarso Basto Menelau, Silvia Maria Sachs Rabello e Sylvia Regina Bahiense Naves. Em nota, o ministro da Cultura, Marcelo Calero, disse confiar “plenamente na isenção e na capacidade da comissão avaliadora”. “Será um trabalho difícil, pois a safra de filmes brasileiros está excelente”, afirmou. Apesar da polêmica, a quantidade de filmes inscritos é alta. No ano passado, foram apenas nove títulos. E vale registrar que o responsável por polemizar todo o processo, Kleber Mendonça Filho, não retirou seu filme da competição, deixando seus três colegas solidários no vácuo. Veja a lista completa de filmes: “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho “Chatô – O Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”, de Afonso Poyart “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner “Campo Grande”, de Sandra Kogut “Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil”, de Belisário Franca “Pequeno Segredo”, de David Schürmann “O Roubo da Taça” de Caíto Ortiz “A Despedida”, de Marcelo Galvão “O Outro Lado do Paraíso”, de André Ristum “Uma Loucura de Mulher”, de Marcus Ligocki Júnior “Vidas Partidas”, de Marcos Schechtman “Tudo que Aprendemos Juntos”, de Sérgio Machado “O Começo da Vida”, de Estela Renner “A Bruta Flor do Querer”, de Andradina Azevedo e Dida Andrade “Até que a Casa Caia”, de Mauro Giuntini

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  • Filme

    31: Trailers do novo terror de Rob Zombie são um banho de sangue

    4 de setembro de 2016 /

    A Saban Films divulgou dois pôsteres e três versões do novo trailer de “31” com durações diferentes. As prévias dão uma pequena mostra do banho de sangue da produção, um terror com palhaços assassinos dirigido por Rob Zombie (“Halloween – O Início”), que recebeu a classificação etária mais elevada disponível nos EUA, “NC-17”, que veta o acesso para menores de 17 anos. Ainda segundo Zombie, o filme recebeu a classificação “NC-17” não apenas uma vez, mas duas! Ele ainda está trabalhando numa terceira edição do longa para tentar abrandar a censura, visando obter classificação “R”, que permite o acesso a menores de 17 anos, desde que acompanhados de pais ou responsáveis. É que as grandes redes de cinema não exibem filmes classificados como NC-17. “Por que um ‘R’, você pergunta?”, escreveu o cineasta, em seu Facebook. “Porque o seu cinema local não vai exibir um ‘NC-17’. Apesar de você ser uma p**** de um adulto, as coisas ainda precisam ser censuradas para o seu divertimento”. O parecer da MPA revela que “31” possui “violência gráfica e sadismo, sexualidade bizarra, imagens perturbadoras e linguagem forte” – ou seja, trata-se mesmo de um filme do diretor de “Rejeitados Pelo Diabo” (2005) e “Halloween: O Início” (2007). O terror conta a história de cinco amigos que são raptados na véspera do Halloween e forçados a participar de um violento jogo chamado “31”, no qual precisarão sobreviver 12 horas num confronto com assassinos fantasiados como palhaços. No elenco, estão Sheri Moon Zombie (“Rejeitados pelo Diabo”), Richard Brake (“A Espiã Que Sabia de Menos”), Laurence Hilton-Jacobs (“Otis – O Ninfomaníaco”), Meg Foster (série “Pretty Little Liars”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). O filme foi exibido pela primeira vez na programação do Festival de Sundance, e será lançado primeiro via VOD, em 23 de setembro, chegando aos cinemas americanos apenas um mês depois, em distribuição bastante limitada. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Aquarius chega aos cinemas com classificação indicativa para 16 anos

    1 de setembro de 2016 /

    O Ministério da Justiça liberou para menores o pênis de Kleber Mendonça Filho. O filme “Aquarius” recebeu uma nova classificação, diminuindo de 18 para 16 anos sua indicação etária. A nova classificação define os poucos segundos da aparição em cena de um pênis ereto numa sequência de orgia como “relação sexual intensa”. Antes, o relatório da pasta indicava “sexo explícito”. A classificação foi alterada depois de uma reunião entre Silvia Cruz, sócia da distribuidora Vitrine Filmes, e o secretário nacional de Justiça e Cidadania, Gustavo Marrone, na quarta-feira (31/8), em Brasília. O pedido de reconsideração foi deferido nesta quinta e deve sair no Diário Oficial na sexta, mas os cinemas já estão recebendo um documento do Ministério informando sobre a mudança, de forma a aceitar o ingresso de menores. Anteriormente, um pedido de reconsideração feito pela distribuidora Vitrine, para que a classificação caísse para 16 anos, foi indeferido em 22 de agosto. “A cartilha que o Ministério usou para justificar a classificação de 18 anos não estava errada, mas lembrei que há atenuantes, como o fato de as cenas de sexo serem curtas e não serem o tema central do filme”, explicou Cruz ao jornal O Globo. No Facebook, o diretor comemorou no tom de enfrentamento que vem mantendo desde que empunhou cartazes denunciando um “golpe de estado” no Brasil, durante o Festival de Cannes. “Justiça acaba de ser feita”, ele proclamou, como el Zorro, sem se alongar sobre o fim de um de seus argumentos para se apresentar (internacionalmente, inclusive) como vítima de perseguição política do “governo ilegítimo”. Como a Vitrine Filmes optou pela busca de entendimento, a reação de Sílvia Cruz se deu em outro tom. “Como distribuidora, estamos muito felizes com a decisão”, ela resumiu.

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    Cineastas brasileiros acusam “governo ilegítimo” de conspirar contra Aquarius em publicação americana

    30 de agosto de 2016 /

    Kleber Mendonça Filho aumentou o tom e voltou a desancar o governo brasileiro no exterior, chamando-o de “ilegítimo” e, com auxílio de outros cineastas, alimentando uma narrativa de “sutil conspiração” (no dizer de Anna Muylaert) contra seu filme “Aquarius”. Em reportagem da revista americana Variety, linkada no domingo (28/8) pelo Facebook oficial do filme, os cineastas brasileiros insinuaram que o governo está retaliando “Aquarius”, em consequência da manifestação realizada no Festival de Cannes, quando o diretor e seu elenco ergueram cartazes para denunciar que “O Brasil não é mais uma democracia” após sofrer um “golpe de estado”. “Junte os pontos”, Filho disse na reportagem, em referência à classificação etária de 18 anos do filme, devido a um pênis ereto numa cena de sexo grupal, e à inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política oposta a sua, na comissão que vai selecionar o candidato brasileiro à disputa de vaga de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2016. “Há muito falatório sobre a possibilidade do filme estar sendo sabotado pelo governo ilegítimo”, ele declarou. Para “juntar os pontos”, Filho voltou a atacar publicamente Petrucelli com calúnias. “Ele disse que fomos à Cannes de férias, pagos pelo governo. Isto é absurdo e louco”, declarou. Na verdade, Petrucelli escreveu no Facebook: “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’, filme que está em Cannes esse ano. Ao passar pelo tapete vermelho, os brasileiros protestaram contra o impeachment com cartazes que diziam ‘O Brasil não é mais uma democracia’. Ah não? Qual regime é esse, então, que permitiu ao diretor do filme levar 30 pessoas da equipe para tirar férias na Riviera Francesa? Nem blockbuster de Hollywood comparece a Cannes com tantas pessoas”. A comparação do contraste entre os protestos pela falta de democracia e a existência de liberdade para a equipe do filme ir à Cannes em peso, tratada ironicamente como “férias na Riviera Francesa”, ultrajou Filho, que ignorou a pergunta “Que regime é esse” e transformou o verbo “permitir” (antônimo de proibir, como numa ditadura) em “financiar”, para justificar uma perseguição brutal e infame, que supera os limites da patrulha ideológica. Para montar sua narrativa de vítima de perseguição, Filho alimenta campanha aberta contra a reputação de um crítico de cinema, com direito a uma Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, que detalha frases nunca ditas ou escritas por Petrucelli, num ataque pessoal declarado, ecoado por vários outros cineastas e diante do silêncio cúmplice da Abraccine (a suposta Associação dos Críticos de Cinema do Brasil). Recentemente, o nadador olímpico Ryan Lochte perdeu patrocínios por inventar a narrativa de um assalto inexistente, que ele e outros três nadadores teriam sofrido durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, acreditando que a má imagem internacional do país lhe permitiria se safar com impunidade. Vale observar que, embora o crítico não tenha escrito que a viagem para o Festival de Cannes foi paga pelo governo, o filme “Aquarius” recebeu, sim, verba da Ancine para participar do evento, dentro do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, que prevê pagamento de passagens, hospedagem, transportes, alimentação e “despesas afins” para diretor, produtor e ator/atriz. Mas, para Filho, falar isso é um absurdo, uma loucura. Alimentando a polêmica, a produtora Rachel Ellis, de “Boi Neon”, um dos filmes que pediu para ser excluído da disputa do Oscar em solidariedade ao perseguido Filho, enviou um email para a Variety confirmando que a presença na comissão do jornalista, que “expressou suas opiniões de maneira inapropriada”, fez a equipe de seu filme se “sentir extremamente desconfortável sobre participar no processo de seleção, já que [Petrucelli] solapa sua imparcialidade e legitimidade”. Também em email, Anna Muylaert, que igualmente retirou “Mãe Só Há Uma” da disputa, denunciou a existência de uma “sutil conspiração” contra “Aquarius”. “Como eu acredito que ‘Aquarius’ é o candidato certo para o Brasil neste ano, eu decidi não submeter meu filme, para tornar [o de Filho] mais forte”, ela disse, assumindo mais claramente a tentativa de manipulação do resultado da comissão. De fato, parece haver mesmo uma “sutil conspiração”, mas ela não faz parte da denúncia. Seria a própria denúncia. Afinal, o cineasta que mais protesta não pretende retirar seu filme da disputa. Filho acrescentou que irá escrever uma “carta muito democrática” ao Ministro da Justiça, exigindo explicação para a classificação para maiores de 18 anos recebida por “Aquarius”. Ao final, a reportagem da Variety, que não se deu ao trabalho de checar as informações, acabou polarizando seus leitores, a maioria brasileiros. De 16 comentários publicados após a publicação, 9 foram contra a posição de Filho e 7 favoráveis. Um dos comentários chegou a ecoar Petrucelli, falando em “vergonha de ser brasileiro”. Espera-se que, uma hora, o cinema volte a dar orgulho aos brasileiros.

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    Carla Camurati entra na comissão que definirá o candidato brasileiro ao Oscar 2017

    29 de agosto de 2016 /

    Um dos maiores ícones da retomada do cinema nacional, a diretora e atriz Carla Camurati vai ocupar a vaga de Ingra Lyberato na comissão que selecionará o candidato brasileiro para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017. Convidada a integrar a comissão pelo próprio Ministro da Cultura Marcelo Calero e pelo secretário de Audiovisual Alfredo Bertini, Carla surpreendeu-se com o questionamento de sua “classe” (na definição de Lyberato) sobre a imparcialidade dos integrantes, afirmando que o convite não foi acompanhado de qualquer orientação política – como, por sinal, já tinha sido dito por Lyberato. “Eu estou do lado do cinema brasileiro, e estarei sempre. Minha preocupação é com a nossa cultura de forma geral”, disse a cineasta, cujo filme “Carlota Joaquina” é apontado como divisor da cinematografia nacional. Seu sucesso de bilheteria, numa fase em que o cinema nacional andava desacreditado, marcou o início do renascimento do mercado para as produções brasileiras, a ponto de servir como referência. É o marco zero da retomada. Camurati vê com bons olhos a produção brasileira. “Temos uma variedade muito interessante tanto em termos de conteúdo como de liguagem. A comissão vai ter um bom momento para fazer sua escolha”, avaliou. Na sexta-feira (26/8), Lyberato anunciou pelas redes sociais que deixaria o comitê de seleção após ter “começado a sofrer”. Ela se referiu à “retirada de alguns filmes preciosos”, que não seriam submetidos à comissão por decisão de seus cineastas, em protesto político, e também à pressões extremas da “classe”. Esta foi a segunda substituição na comissão, que já havia perdido o cineasta Guilherme Fiúza Zenha na quinta-feira (25/8). Segundo sua alegação, “por questões pessoais”. Ele foi substituído pelo cineasta Bruno Barreto, que já chegou disputar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Que é Isso, Companheiro?”, em 1998. Com as mudanças, a comissão ficou ainda mais forte e representativa, ainda que o espírito de confronto tenha prejudicado a escolha. Três cineastas retiraram seus filmes da disputa pela vaga ao Oscar 2017 em protesto político contra a própria comissão, devido à sua “imparcialidade questionável”, como se expressou Gabriel Mascaro, que retirou “Boi Neon” da disputa. Em comunicado, a equipe de “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, resumiu: “Não reconhecemos a legitimidade da comissão constituída pela SaV (Secretaria do Audiovisual) para escolher o representante brasileiro na disputa do Oscar 2017”. Além deles, Anna Muylaert também retirou “Mãe Só Há Uma” da apreciação da comissão. Na ocasião, ela deu a entender, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que se tratava de uma tática para forçar a escolha de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. “Achamos que este é o ano de ‘Aquarius’. É o filme certo”, disse. Outros diretores alinhados com o mesmo discurso não chegaram tão longe, mas assumiram participar de uma conspiração. O objetivo seria, segundo consta num texto publicado no Facebook pelo cineasta Roberto Berliner, tentar forçar a “retirada” de um membro da comissão, que desagrada a “classe” por sua postura mais crítica. Lyberato chegou a dar nome à vítima, em seu desabafo, antes de pedir para sair. “Estamos sendo extremamente pressionado por todas as notícias a ponto de ter gente pedindo para sair. Qual é o objetivo? Forçar o Petrucelli a sair? Forçar todos a sair?”, ela escreveu. O alvo era o crítico Marcos Petrucelli. Desde que seu nome foi incluído na comissão, o cineasta Kleber Mendonça Filho abriu uma frente de ataque à sua participação. Petrucelli não poderia participar da comissão, na visão dos diretores citados, por ter criticado a photo-op da equipe de “Aquarius” em Cannes, quando Filho e seus atores ergueram cartazes para denunciar, em inglês e francês, que “o Brasil não é mais uma democracia” após sofrer um “golpe de estado”. Ele não seria isento, portanto, para escolher o filme que representará o país no Oscar. Além disso, a inclusão do crítico na comissão reforçaria a tese de vitimação de Filho, que estaria sofrendo perseguição pelo protesto no país do caviar. Outro exemplo disso seria a censura de 18 anos que seu filme recebeu do Ministério da Justiça, por mostrar um pênis ereto numa cena de orgia. O diretor escreveu em seu Facebook: “Alguém no governo fortalecendo o marketing desse filme. Incrível”. Apesar de todo o jogo de cena, Filho tirou o corpo fora do protesto, vendo seus colegas-rivais saírem da disputa, sem retirar “Aquarius” da comissão. “Tenho interesse em ver o processo se completar dentro das regras democráticas”, ele afirmou ao jornal Folha de S. Paulo. Seu interesse não deixa de ser um bom exemplo e uma bela lição.

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    Aquarius vence Festival de Cinema Mundial de Amsterdam

    28 de agosto de 2016 /

    O filme “Aquarius” venceu o prêmio de Melhor Filme do festival holandês World Cinema Amsterdam. A premiação foi anunciada neste domingo (28/8) e também registrou a vitória de “The Salesman”, do diretor iraniano Asghar Farhadi como Melhor Filme na premiação do público. “Grande felicidade para toda a equipe do filme e estamos ainda mais felizes com a estreia nacional se aproximando, dia 1 de setembro”, manifestou-se a equipe do longa na página oficial do Facebook do longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”). Estrelado por Sonia Braga, o filme também foi exibido no Brasil no fim de semana, abrindo a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado, onde foi elogiado pelo Ministro da Cultura Marcelo Calero. Anteriormente, “Aquarius” tinha sido premiado nos Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Sydney, na Austrália. “Aquarius” conta a história de uma jornalista aposentada que mora em um edifício à beira-mar no Recife, cujo nome dá título ao filme. Na trama, ela tenta resistir à especulação imobiliária que quer erguer um arranha-céu moderno no lugar onde mora. O longa teve sua première mundial no Festival de Cannes, onde o diretor e a equipe chamaram atenção por realizar um protesto, erguendo cartazes em inglês e francês, que afirmavam que “O Brasil não é mais uma democracia” por conta de um “golpe de estado”. Um jornalista que lamentou o ato acabou sofrendo patrulhamento ideológico. A situação acirrou quando ele foi convidado a integrar a comissão que escolherá o filme que representará o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017, levando à desistência de três filmes concorrentes e dois membros da comissão – um deles, alegando pressão extrema da classe. Na semana passada, o filme recebeu do Ministério da Justiça classificação indicativa para maiores de 18 anos, devido a “sexo explícito” e “drogas”, e o diretor insinuou no Facebook que estava sendo perseguido. “Alguém no governo fortalecendo o marketing desse filme. Incrível”, escreveu Filho

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