Lisa Spoonauer (1972 – 2017)
Morreu a atriz Lisa Spoonauer, que estrelou a cultuada comédia indie “O Balconista” (1994), filme de estreia do diretor Kevin Smith. Ela faleceu no domingo (21/5), aos 44 anos, em sua casa no estado americano do Mississippi, mas a causa da morte não foi divulgada. Kevin Smith lembrou em seu Instagram como conheceu Lisa, durante uma aula de atuação em que ela era “facilmente a voz mais natural e autêntica da sala”. “Não parecia que ela estava atuando”, ele escreveu. “Cativado, eu me aproximei de Lisa no estacionamento depois da aula e disse: ‘Isso vai soar assustador, mas você quer atuar em um filme?’ Sem medo, ela respondeu: ‘Não, se for pornô’. Eu expliquei o que era, entreguei o roteiro e ela me ligou dias depois: ‘Não é pornô, mas as pessoas falam como se fosse. É engraçado. Quero fazer’, disse ela”. O papel de Lisa foi o de Caitlin Bree, uma ex-namorada do protagonista Dante (Brian O’Halloran), que tem uma das cenas mais famosas do filme, na qual faz sexo com um cadáver no banheiro da loja de conveniência. Além de ser o primeiro filme de Kevin Smith, foi também um dos mais premiados da carreira do diretor, inclusive nos festivais de Sundance e Cannes. Depois de “O Balconista”, a personagem de Lisa Spoonauer ainda foi mencionada num diálogo de “Procura-se Amy” (1997), passado no mesmo universo de Nova Jersey, e seria a presidente dos Estados Unidos no filme de Superman que Smith escreveu, mas nunca foi filmado. Lisa Spoonauer ainda dublou Caitlin Bree num episódio da série animada “Clerks” (2000-2001), baseada em “O Balconista”, que durou apenas seis episódios. E só fez outro trabalho como atriz na carreira, na comédia indie “Bartender” (1997), de Gabe Torres. Na vida real, ela era namorada do ator Jeff Anderson, intérprete de Randall em “O Balconista”, que a pediu em noivado durante as filmagens, em pleno cenário da produção. O casamento dos dois durou somente um ano. E, após se casar pela segunda vez, ela se mudou com o marido para Jackson, no Mississippi, onde se tornou gerente de restaurante.
Diretor de Esquadrão Suicida negocia filmar remake de Scarface
A Universal está negociando com o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) para assumir o novo remake de “Scarface”, apuraram os sites The Hollywood Reporter e Variety. A produção será a terceira versão da história da ascensão de um chefão do crime organizado, e conta com roteiro escrito por ninguém menos que os irmãos Coen (“Fargo”). O projeto já possui mais de uma década de desenvolvimento e, por muito tempo, contou com o cineasta Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”) à sua frente. Mas quando chegou a hora de iniciar a produção, houve conflito de agenda com “O Protetor 2”. Como o estúdio já marcou a data de estreia, a corrida é para definir logo um substituto e iniciar as filmagens. Ironicamente, Ayer foi o autor da primeira versão do roteiro do remake, que desde então foi revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrito por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) e refeito novamente por Terence Winter (“O Lobo de Wall Street”), antes parar nas mãos dos Coen. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de todas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A nova versão também trará um protagonista latino. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) terá o papel principal. A estreia está marcada para agosto de 2018.
Elenco de O Poderoso Chefão se reencontra nos 45 anos de lançamento do clássico
O Festival de Tribeca patrocinou uma rara reunião do elenco de “O Poderoso Chefão” em Nova York, celebrando os 45 anos de lançamento do filme, considerado um dos melhores de todos os tempos. Participaram do encontro Al Pacino, Robert Duvall, James Caan, Diane Keaton, Talia Shire, o diretor Francis Ford Coppola e Robert de Niro, que estrelou “O Poderoso Chefão II” e é diretor-fundador do festival. Organizado por de Niro, o evento relembrou histórias de bastidores da produção, num palco decorado como a famosa biblioteca de Don Corleone, com direito a uma foto do personagem vivido por Marlon Brando na parede. Além do encontro com os atores, também foram exibidas as partes I e II da trilogia. Os atores relembraram a difícil batalha para colocar o longa no cinema, já que Coppola era um diretor novato à época e suas escolhas enfrentavam resistência por parte da Paramount. A escalação de Brando, que morreu em 2004, foi a mais contestada. O ator vinha de vários fracassos, após uma carreira bem sucedida nas décadas de 1950 e 1960, e tinha a reputação de ser difícil. “Me disseram que ter Brando no filme o tornaria menos comercial que ter um total desconhecido”, disse Coppola. Brando criou a voz áspera, as bochechas macias e os cabelos oleosos para Don Corleone no teste de tela, mas não convenceu o estúdio. “Eles (o estúdio) odiavam Brando, achavam que ele murmurava, aumentando ainda mais seu ódio ao meu trabalho, que estaria muito escuro”, disse Coppola. Brando ganhou um Oscar pela performance. A Paramount também implicou com Al Pacino, que teve que fazer “inúmeras vezes” o teste para o papel de Michael, o filho universitário que assume os negócios da família Corleone. Os executivos do estúdio queriam Robert Redford ou Ryan O’Neal no papel. Mas Coppola persistiu, porque “toda vez que lia o roteiro, sempre via seu rosto de Pacino”. O próprio Pacino confessou que, originalmente, queria viver o personagem do filho cabeça quente, Sonny, que ficou com James Caan, e chegou a pensar que Coppola “estivesse realmente louco” por deseja-lo no papel de Michael. Pois o papel acabou consagrando-o com um dos grandes atores de sua geração. “O Poderoso Chefão” (1972) e “O Poderoso Chefão II” (1974) ganharam, ao todo, 9 Oscars e se tornaram clássicos absolutos do cinema americano.
Chamas da Vingança: Clássico de Stephen King vai ganhar remake
O clássico dos anos 1980 “Chamas da Vingança” (Firestarter) vai ganhar um remake. O filme de 1984, adaptado do livro “A Incendiária” de Stephen King, ganhará uma nova versão dirigida pelo superestimado Akiva Goldsman (roteirista de “A 5ª Onda” e “O Chamado 3”). Uma das principais inspirações da série “Stranger Things”, o filme clássico girava em torno de uma menina chamada Charlie, vivida por Drew Barrymore aos 9 anos de idade. Filha de um homem submetido a experiências científicas na faculdade, ela nasceu com poderes pirocinéticos – em suma, a capacidade de criar fogo com a mente. Quando uma agência governamental descobre as habilidades da criança, pai e filha precisam fugir se não quiserem ser capturados e estudados. A história também já teve uma adaptação televisiva, o fraco telefilme “Vingança em Chamas” (2002), produzido para o canal pago americano SyFy, e quase virou série de TV no canal pago TNT em 2014, mas este projeto não foi adiante. A produção será o terceiro longa de Goldsman como diretor após o péssimo “Um Conto do Destino” (2014) e o ainda inédito “Stephanie”, que também é sobre uma menina superpoderosa. Já finalizado, este longa ainda não tem previsão de estreia. Goldsman também escreveu a vindoura adaptação de “A Torre Negra”, de Stephen King, que chega aos cinemas em julho. Mas o roteiro do remake de “Chamas da Vingança” ficou a cargo de Scott Teems (série “Rectify”). A produção será uma parceria da Universal com a Blumhouse, a produtora de terror de Jasom Blum, e ainda não há cronograma de filmagens nem data de estreia.
Sci-fi clássica Fahrenheit 451 vai ganhar nova versão da HBO
A sci-fi clássica “Fahrenheit 451” vai ganhar uma nova versão, desta vez desenvolvida como telefilme para a HBO. O livro de Ray Bradbury já originou um filme cultuadíssimo, dirigido pelo mestre da nouvelle vague François Truffaut em 1966. A nova versão terá roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”), e será estrelada por Michael B. Jordan (“Creed”) e Michael Shannon (que trabalhou com o diretor em “99 Casas”). A influente trama distópica de Bradbury, originalmente publicada em 1953, passa-se num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. A história gira em torno de um dos bombeiros, Montag, que será vivido agora por Jordan, a partir do momento em que ele passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. Shannon interpretará seu chefe e mentor. Jordan também participa do telefilme como produtor. Ainda não há previsão para a estreia.
Remake de Duna será escrito por roteirista vencedor do Oscar
O remake da sci-fi clássica “Duna” terá um roteirista vencedor do Oscar. A produção contratou Eric Roth, que conquistou o Oscar de Melhor Roteiro por “Forrest Gump” (1995) e foi indicado outras três vezes ao prêmio, para adaptar a história de Frank Herbert, que chegou a ser considerada infilmável no século passado. Conhecido por ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, “Duna” já foi adaptado para o cinema por David Lynch em 1984, mas o resultado final sofreu intervenções do produtor Dino De Laurentiis e, apesar de visualmente inovador, não foi muito bem recebido. A obra também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova produção terá direção de Denis Villeneuve em sua terceira sci-fi consecutiva, após o reconhecimento de público e crítica conquistado por “A Chegada” e a grande expectativa que cerca o vindouro “Blade Runner 2049”. “Duna” se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ainda não tem previsão para o remake chegar aos cinemas.
Michael Keaton negocia viver o vilão da versão com atores de Dumbo
Michael Keaton (“Spotlight”) é o mais novo alvo da Disney para integrar o elenco de “Dumbo”, a próxima verão com atores de um desenho clássico do estúdio. Segundo a Variety, ele está sendo cotado para o papel de vilão. A produção, que terá a direção de Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”), ainda negocia com Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Eva Green (também de “O Lar das Crianças Peculiares”) e Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). Se o acordo for fechado, Keaton viverá o empresário que compra o circo de DeVito, para explorar Dumbo e sua mãe. O clássico contava a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A nova versão tem roteiro de Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Vídeos e fotos flagram Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda em cena musical da Volta de Mary Poppins
Fãs e paparazzi flagraram as filmagens de uma sequência musical elaborada da volta de Mary Poppins ao cinema, gravada nas ruas de Londres. A imagem registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) na pele da babá mágica, acompanhada por Lin-Manuel Miranda, três crianças e uma multidão de ciclistas, que executam uma coreografia em duas rodas em meio à cantoria do casal. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem ela foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a mágica Mary Poppins retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas apenas no Natal de 2018. Emily Blunt and Lin-Manuel Miranda on set filming a scene for "Mary Poppins Returns" – April 1, 2017. pic.twitter.com/Pn4REYsdfv — best of emily blunt (@badpostblunt) April 2, 2017 Emily Blunt and Lin-Manuel Miranda on set filming a scene for "Mary Poppins Returns" – April 1, 2017. pic.twitter.com/DgWRThPI41 — best of emily blunt (@badpostblunt) April 1, 2017
Robert Rodriguez negocia dirigir remake de Fuga de Nova York
O diretor Robert Rodriguez (“Sin City”) está em negociações para dirigir o remake de “Fuga de Nova York” (1981), clássico sci-fi de John Carpenter. Segundo o site Deadline, a Fox pretende dar início a uma franquia com a produção, que se passa num futuro distópico. Originalmente estrelado por Kurt Russell, “Fuga de Nova York” mostrava a transformação da ilha de Manhattan numa enorme prisão de segurança máxima, cercada por muros gigantescos, onde os criminosos mais perigosos dos EUA são deixados à própria sorte. A trama começa após um ato terrorista derrubar o avião presidencial em Nova York, levando o governo a buscar ajuda de Snake Plissken, um dos mais perigosos terroristas do planeta, que precisa encontrar e salvar o presidente na prisão quilométrica em troca de sua liberdade e da própria vida, já que foi injetado com um explosivo que será detonado em 22 horas – o tempo que tem para completar a missão. Considerada uma das ficções científicas mais influentes dos anos 1980, a produção ganhou sequência, “Fuga de Los Angeles”, em 1996. Recentemente, Carpenter venceu um processo por plágio de “Fuga de Nova York” contra o produtor Luc Besson por “Sequestro no Espaço” (2012). Ao contrário de outros filmes inspirados do filme de 1981, a produção francesa copiou diversos conceitos do filme original, apenas trocando a ilha de Manhattan por uma prisão espacial. Besson foi condenado a pagar uma indenização para Carpenter, que na época mencionou que o plágio poderia prejudicar seus planos para refilmar o clássico. Carpenter será, de fato, o produtor executivo do remake. Já o roteiro está sendo atualizado por Neil Cross, o criador da série britânica “Luther”. Caso a negociação seja bem-sucedida, Rodriguez começará a filmagem assim que finalizar outra sci-fi, “Alita: Battle Angel”, adaptação do mangá “Battle Angel Alita”, que está rodando para a própria Fox.
Colin Farrell negocia estrelar a versão com atores de Dumbo
A Disney abriu negociações com Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) para estrelar a versão com atores de “Dumbo”, que será dirigida por Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). Segundo o site Deadline, ele interpretará o pai viúvo de duas crianças, mesmo papel que Will Smith quase assumiu na produção. Além dele, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) também está perto de acertar para interpretar uma trapezista francesa, assim como Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). O roteiro foi escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. O clássico conta a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Warner e Turner criam plataforma de streaming para desenhos clássicos
A Warner e a Turner anunciaram os planos de um serviço de streaming que oferecerá suas séries animadas clássicas, que incluem os personagens do Looney Tunes, como Pernalonga e Papa-léguas, até Tom e Jerry e outros da MGM e todo o catálogo da Hannah-Barbera, dos Flintstones a Scooby-Doo. A parceria entre o estúdio e a subsidiária dona dos canais pagos Carton Network e Boomerang contará com um catálogo com mais de 5 mil títulos. O serviço também terá o nome de Boomerang e será disponibilizado inicialmente apenas nos EUA, com uma assinatura de US$ 5 por mês ou US$ 40 por ano. Entretanto, se a adesão por boa, nada impede que a novidade também chegue por aqui.
Danny DeVito negocia participar da versão com atores de Dumbo
O ator Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”) está em negociações para participar de “Dumbo”, versão com atores do clássico animado da Disney, que terá direção de Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). Caso tudo dê certo, ator e diretor retomarão a bem-sucedida parceria de “Batman – O Retorno” (1992), na qual o ator viveu o vilão dos quadrinhos Pinguim. Seu papel será o do mestre do picadeiro do circo em que se passa a trama. Além dele, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) também está perto de acertar para interpretar uma trapezista francesa. Mas Will Smith (“Esquadrão Suicida”) acabou não fechando sua participação. O roteiro foi escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. O clássico conta a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.
Eva Green negocia retomar parceria com Tim Burton na versão com atores de Dumbo
A atriz Eva Green deve estrelar seu terceiro filme para o diretor Tim Burton. Após trabalharem juntos em “Sombras da Noite” (2012) e “O Lar das Crianças Peculiares” (2016), eles estão planejando repetir a parceria na versão “live action” de “Dumbo”, que o cineasta está desenvolvendo para a Disney. Segundo o site Deadline, a atriz negocia interpretar uma das três protagonistas adultas do filme. Paralelamente, Tom Hanks (“Sully: O Herói do Rio Hudson”) segue negociando sua participação no papel de vilão. O roteiro é de Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”) e as filmagens devem começar ainda em 2017, apesar da data de lançamento ainda não estar definida.












