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  • Filme

    Gary Oldman se transforma em Winston Churchill na primeira foto de cinebiografia

    7 de novembro de 2016 /

    A revista Empire divulgou a primeira imagem oficial de Gary Oldman como Winston Churchill (1874 – 1965) na cinebiografia “Darkest Hour”. A foto evidencia um trabalho caprichado de maquiagem e próteses, capazes de transformar o ator fisicamente. O filme traz Churchill em 1940, no início de seu mandato como Primeiro Ministro britânico. Diante do avanço do nazismo pela Europa, com Hitler expandindo territórios e colecionando vitórias, o líder político do Reino Unido se vê diante de um dilema: aceitar um vergonhoso acordo de paz com a Alemanha ou declarar guerra. O roteiro foi escrito por Anthony McCarten, responsável por “A Teoria de Tudo”, trabalho indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA, e a direção está a cargo de Joe Wright, de “Orgulho e Preconceito” (2005), “Desejo e Reparação” (2007), “Anna Karenina” (2012) e “Peter Pan” (2015). O elenco conta ainda com Kristin Scott Thomas (“Suite Francesa”) no papel de Clementine, esposa de Churchil, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História de Star Wars”) como o rei George VI, John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”) como o ex-primeiro ministro Neville Chamberlain e Lily James (“Cinderela”) como a secretária de Churchill, Elizabeth Nel. A estreia está marcada para 29 de dezembro de 2017 no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Filmes do Festival de Cannes dominam lista dos indicados ao “Oscar do cinema europeu”

    6 de novembro de 2016 /

    A Academia Europeia de Cinema divulgou os candidatos da sua premiação, os European Film Awards. Considerado o Oscar do cinema europeu, a lista privilegia a programação do Festival de Cannes, destacando o vencedor da Palma de Ouro “I, Daniel Blake”, de Ken Loach, e alguns dos filmes mais comentados do evento, como “Elle”, de Paul Verhoeven, “Julieta”, de Pedro Almodóvar, “Graduation”, de Cristian Mungiu, e “Toni Erdmann”, de Maren Ade. O britânico “O Quarto de Jack”, de Lenny Abrahamson, premiado no Oscar 2016, também está na lista. O alemão “Toni Erdmann” lidera em indicações, disputando cinco categorias: Melhor Filme, Direção, Ator, Atriz e Roteiro. Entre os atores, o favoritismo sempre é de Isabelle Huppert, desta vez pelo desempenho em “Elle”, e há a presença de um astro popular, Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?”. A cerimônia de premiação do European Film Awards será realizada este ano em 10 de dezembro, na cidade de Wroclaw, na Polônia. Indicados ao European Film Awards 2016 MELHOR FILME “Elle” (França) “I, Daniel Blake” (Inglaterra) “Julieta” (Espanha) “O Quarto de Jack” (Reino Unido) “Toni Erdmann” (Alemanha) MELHOR DIREÇÃO Paul Verhoeven, por “Elle” Cristian Mungiu, por “Graduation” Ken Loach, por “I, Daniel Blake” Pedro Almodóvar, por “Julieta” Maren Ade, por “Toni Erdmann” MELHOR ATOR Rolf Lassgård, por “A Man Called Ove” Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Dave Johns, por “I, Daniel Blake” Burghart Klaußner, por “The People vs. Fritz Bauer” Peter Simonischek, por “Toni Erdmann” Javier Cámara, por “Truman” MELHOR ATRIZ Isabelle Huppert, por “Elle” Emma Suárez e Adriana Ugarte, por “Julieta” Valeria Bruni Tedeschi, por “Like Crazy” Trine Dyrholm, por “A Comunidade” Sandra Hüller, por “Toni Erdmann” MELHOR ROTEIRO Cristian Mungiu, por “Graduation” Paul Laverty, por “I, Daniel Blake” Emma Donoghue, por “O Quarto de Jack” Maren Ade, por “Toni Erdmann” Tomasz Wasilewski, por “United States of Love” MELHOR DOCUMENTÁRIO “The Land Of The Enlightened” (Holanda) “21 X New York” (Polônia) “Mr. Gaga,” ( Israel, Suécia, Alemanha, Holanda) “S is for Stanley – 30 Years At The Wheel For Stanley Kubrick,” (Itália) “A Family Affair,” (Bélgica) “Fogo no Mar,” (Itália, França) MELHOR ANIMAÇÃO “My Life as a Zucchini” (França, Suíça) “Psiconautas, the forgotten children” (Espanha) “The Red Turtle” (França, Bélgica) “A Man Called Ove” (Suécia, Noruega) “Look Who’s Back” (Alemanha) “La Vache” (França) MELHOR REVELAÇÃO “Dogs”, de Bogdan Mirica (França, Romênia, Bulgária, Catar) “Liebmann”, de Jules Herrmann (Alemanha) “Sand Storm”, de Elite Zexer (Israel) “The Happiest Day in the Life of Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen (Finlândia, Suécia, Alemanha) “Thirst”, deSvetla Tsotsorkova (Bulgária) MELHOR COMÉDIA “A Man Called Ove” (Suécia, Noruega) “Look Who’s Back” (Alemanha) “One Man and His Cow” (França) MELHOR CURTA “The Wall” “Edmond” “The Goodbye” “90 Degrees North” “We All Love The Sea Shore” “In The Distance” “A Man Returned” “Small Talk” “I’m Not From Here” “Home” “The Fullness Of Time (Romance)” “Limbo” “Amalimbo” “9 Days – From My Window In Aleppo”

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  • Filme

    Trainspotting 2: Continuação do clássico dos anos 1990 ganha primeiro trailer completo

    3 de novembro de 2016 /

    A Sony Pictures do Reino Unido divulgou o pôster e o trailer completo da continuação de “Trainspotting”, que, 20 anos depois do lançamento do primeiro filme, faz referência ao texto utilizado no trailer original, com as frases sobre escolhas e a conclusão de que, em vez de escolher a vida é mais fácil escolher a heroína. A atualização fica por conta da inclusão de elementos contemporâneos no texto, como Twitter, Instagram, Facebook, reality shows, pornô de vingança e outros. E, apesar de o protagonista dizer que não usa mais heroína, a prévia mostra que a sequência terá o mesmo clima de sexo, drogas e música eletrônica, a partir do reencontro dos personagens, com a volta de Renton (Ewan McGregor) à órbita de Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle), e imagens de viagens profundas, ligadas ao consumo de novas drogas do século 21. Além deles e do diretor Danny Boyle, o roteirista John Hodge, que escreveu a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retorna à produção. Mas desta vez ele não vai se prender tanto à trama literária específica – no caso, o livro “Porno”, escrito por Welsh, que continua a trama de “Trainspotting” – para contar o que aconteceu com os personagens após duas décadas. Infelizmente, a continuação não ficará pronta a tempo de marcar os 20 anos do filme original. Mas por pouco. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido. E, por algum motivo, ganhou o título de “T2 Trainspotting”, que sem querer referencia “T2”, mais conhecido no Brasil como “O Exterminador do Futuro 2” (1991). Parece que também escolheram as drogas, em vez de um título adequado.  

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  • London Town
    Música

    London Town: Veja duas cenas do filme inspirado pelas músicas da banda The Clash

    31 de outubro de 2016 /

    A IFC Films divulgou duas cenas de “London Town”, produção britânica passada na era do punk rock e inspirada pela música da banda The Clash. As duas cenas, por sinal, mostram como as canções do Clash são importantes para a estrutura narrativa. Dirigido por Derrick Borte (“Amor por Contrato”), o longa se passa em 1978 e acompanha um garoto de 14 anos (Daniel Huttlestone, o Jack de “Caminhos da Floresta”), que tem a vida alterada radicalmente quando uma garota lhe fala sobre The Clash, “a única banda que importa”, como ficou conhecida. O roteiro foi escrito por Kirsten Sheridan (diretora de “O Som do Coração”) e Sonya Gildea (diretora assistente de “Ventos da Liberdade”) e agradou aos membros sobreviventes do Clash, que liberaram suas músicas para serem usadas na trilha. Além das músicas, a própria banda aparece na história, com o ator irlandês Jonathan Rhys Meyers (série “Dracula”) no papel de Joe Strummer. A produção marca o retorno de Meyers para os filmes de rock’n’roll. Ele se destacou como um roqueiro fictício no filme “Velvet Goldmine” (1998), sobre a era do glam rock, e viveu Elvis Presley na minissérie “Elvis” (2005). o elenco também inclui Natascha McElhone (série “Californication”), Dougray Scott (série “Hemlock Grove”) e Nell Williams (a versão jovem de Cersei em “Game of Thrones”). O filme teve première no Festival de Londres e ainda não tem previsão de lançamento comercial no Reino Unido, muito menos no Brasil.

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  • Filme

    Jack O’Connell vai estrelar cinebiografia do estilista Alexander McQueen

    27 de outubro de 2016 /

    O ator inglês Jack O’Connell (“Jogo do Dinheiro”) vai viver o estilista Alexander McQueen numa cinebiografia. Considerado o infant terrible da moda inglesa – ou o “holligan” do mundo fashion – , McQueen causou uma verdadeira revolução cultural ao assumir a grife Givenchy em 1996. Ele vestiu os maiores ícones do mundo pop, como Bjork, Beyoncé, Lady Gaga, Cameron Diaz, Cate Blanchett e até a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama. O auge de sua carreira foi o vestido de noiva de Kate Middleton, em seu casamento real com o príncipe William. Infelizmente, ele sofria de depressão. E com a morte da mãe, acumulada com grande pressão no trabalho, ele acabou cometendo suicídio em 2010. De acordo com a produtora Pathe, o filme vai explora o processo criativo de McQueen durante um período de seis meses, enquanto preparava a coleção outono/inverno de 2009. “A produção é uma celebração de um gênio visionário cujo design transcendeu a moda e se tornou arte”, informou o estúdio, em comunicado. As filmagens devem começar em 2017, com direção de Andrew Haigh, do premiado drama “45 Anos”, mas a data de lançamento ainda não está definida.

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  • Filme

    Animação de Shaun, o Carneiro vai ganhar continuação

    26 de outubro de 2016 /

    A Aardman Animations anunciou a produção da continuação de “Shaun: O Carneiro”, com a divulgação de um pôster-teaser. Veja acima. “A ida de Shaun para a tela grande provou um sucesso com o público ao redor do mundo, e ele e o rebanho estão muito animados para embarcar em outra aventura cinematográfica”, disse David Sproxton, co-fundador e presidente-executivo da Aardman, em comunicado. A nova animação britânica trará o retorno do diretor Richard Starzak, mas nenhum outro detalhe foi adiantado. “Shaun, O Carneiro” foi o grande vencedor da edição 2015 do Festival Anima Mundi e disputou o Oscar de Melhor Animação. O personagem-título apareceu pela primeira vez no curta “Wallace & Gromit: O Fio da Navalha” (1995), premiado com o Oscar, e, de coadjuvante, acabou virando protagonista ao ganhar uma série animada em 2007, exibida até hoje pela TV britânica. As filmagens vão começar em janeiro no Reino Unido e ainda não há previsão de estreia, uma vez que a técnica de animação por stop-motion, utilizada nas produções de Aardman, é bastante trabalhosa.

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  • Filme

    A Maldição da Floresta explora terror pagão com clima onírico

    20 de outubro de 2016 /

    A safra de filmes de horror contemporâneo lançados no circuito anda tão em fraca que, quando surge algum trabalho que seja ao menos diferente, que fuja do lugar comum, já inspira festa. Este é o caso de “A Maldição da Floresta” (2015), produção que se passa na Irlanda, mas que também conta com dinheiro inglês e americano. A história companha um casal com um filho pequeno, que se muda para uma região rural da Irlanda, próxima a uma floresta que é considerada amaldiçoada e cheia de criaturas malignas, como dizem os moradores. Interessante como florestas continuam servindo de inspiração para o gênero, do melhor filme de horror deste ano, “A Bruxa”, ao pior, “A Bruxa de Blair”. Até o Brasil explorou o tema, com “A Floresta de Jonathas” (2012), de Sergio Andrade. Quanto ao filme em questão, seu mérito consiste em saber esconder as criaturas, até certo ponto, e assim torná-las mais assustadoras, mas também na coragem de explicitá-las quando chega a hora, o que acaba aproximando “A Maldição da Floresta” do tipo de cinema de horror que se fazia nas décadas de 1970 e 80, quando se trabalhava pouco ou quase nada com computação gráfica. A estreia na direção de Corin Hardy é muito bem-vinda, cheia de elementos sobrenaturais que fogem dos estereótipos do terror cristão, predominantes hoje em dia. E este tipo de cinema mais pagão ainda causa estranheza, permitindo que ganhe a aparência de uma espécie de pesadelo filmado. O clima onírico predomina e algumas cenas ficam grudadas na memória, como a tentativa do protagonista de dirigir na estrada, o olho na fechadura, ou a busca desesperada da mãe pelo filho capturado pelas criaturas. São cenas que, ainda que numa obra irregular, acabam demonstrando o talento do diretor. Além de alguns curtas-metragens no currículo, Hardy também fez alguns videoclipes antes de se lançar no cinema. Talvez o mais conhecido deles seja o que ele fez para o Keane, para a canção “Somewhere Only We Know”. Por “A Maldição da Floresta”, ele chegou a ganhar alguns prêmios em festivais de cinema fantástico, como o Screamfest e o Toronto After Dark. E embora passe longe de ser um filme perfeito, pareceu razoável o suficiente para chamar a atenção de Hollywood e dar ao diretor um grande orçamento para seu próximo filme – o amaldiçoado remake de “O Corvo” (1994).

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  • Filme

    Hugh Grant e Brendan Gleeson entram na continuação de As Aventuras de Paddington

    18 de outubro de 2016 /

    A continuação de “As Aventuras de Paddington” começou a ser filmada no Reino Unido. E além de anunciar o início da produção, o produtor David Heyman revelou, em comunicado, que os atores Hugh Grant (“O Agente da U.N.C.L.E.”) e Brendan Gleeson (“O Guarda”) se juntaram ao elenco. O novo filme infantil do StudioCanal também voltará a reunir a família de Paddingon e diversos personagens do longa original, interpretados por Hugh Bonneville, Sally Hawkins, Julie Walters, Jim Broadbent, Peter Capaldi, Madeleine Harris, Samuel Joslin e, claro, Ben Whishaw como a voz de Paddington. Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o primeiro filme, “As Aventuras de Paddington 2” tem estreia marcada para 10 de novembro no Reino Unido, mas ainda não possui previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    I, Daniel Blake: Vencedor do Festival de Cannes 2016 ganha novo trailer

    18 de outubro de 2016 /

    A IFC divulgou o trailer americano de “I, Daniel Blake”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano. A prévia apresenta a trama dramática, que acompanha um velho marceneiro (Dave Johns, em seu primeiro filme) durante sua peregrinação pela burocracia da previdência social na Inglaterra, encontrando apenas desrespeito e desumanidade. “I, Daniel Blake” foi a segunda Palma de Ouro da carreira do cineasta inglês Ken Loach, que também saiu premiado do Festival de Cannes com o drama histórico “Ventos da Liberdade” (2006). Em seu discurso neste ano, o cineasta de 79 anos criticou o neoliberalismo que “deixa milhões na miséria”, dizendo-se desconfortável com o fato de receber a honraria em um ambiente glamouroso como o de Cannes, em contraste com as condições de vida daqueles que inspiraram seu filme. A estreia está marcada para esta sexta (21/10) no Reino Unido e apenas em dezembro nos EUA. O filme foi exibido no Festival do Rio, mas ainda não há previsão para seu lançamento comercial no Brasil.

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  • Bridget Jones Baby
    Filme

    O Bebê de Bridget Jones mantém a graça do primeiro filme

    15 de outubro de 2016 /

    Desde a sua encarnação em 1995 em uma coluna do jornal The Independent, Bridget Jones é uma personagem amada pelos britânicos, representando um tipo de mulher moderna, mais de acordo com a realidade, dentro de suas aspirações, obsessões e imperfeições. Sabiamente, Helen Fielding soube aproveitar o potencial de Bridget não apenas com a publicação de livros, como também com a autorização para que estes ganhassem vida no cinema, estratégia que transformou a sua criação em ícone da cultura pop. Após o desapontador “Bridget Jones: No Limite da Razão” (2004), que revisto hoje soa como uma versão infantilizada do charmoso original “O Diário de Bridget Jones” (2001), o futuro de Bridget Jones parecia incerto no cinema, especialmente por algumas escolhas radicais de Helen Fielding em seu terceiro livro da personagem, “Louca Pelo Garoto”. Nele, temos uma Bridget cinquentona redescobrindo o seu poder de sedução após a morte de Mark Darcy, algo que foi encarado como uma punhalada no coração dos leitores. Ainda que o nome de Fielding esteja creditado no roteiro e produção executiva, toda a equipe decidiu ser mais precavida em “O Bebê de Bridget Jones”, trazendo Bridget de volta com um roteiro totalmente original. Aqui com 43 anos, ela já não tem mais que brigar com a balança ou por um emprego promissor, mas continua nas crises amorosas que a notabilizaram. O perfil workaholic de Mark Darcy (Colin Firth) a fez botar um ponto final no relacionamento e, para contornar a recusa de Hugh Grant em reprisar o seu papel, Daniel Cleaver tem a sua ausência justificada por um episódio trágico. Uma série de circunstâncias faz Bridget Jones ter relações sexuais com dois homens em uma mesma semana. O primeiro é Jack (Patrick Dempsey), sujeito boa-pinta que mais tarde ela descobre ser um guru do amor milionário. O segundo, claro, é Mark Darcy, numa recaída, durante a festa de batizado do novo filho de sua amiga Jude (Shirley Henderson). O que era para ser casual acaba se tornando uma bomba para Bridget no instante em que ela se descobre grávida e não sabe quais dos dois é o pai. Há seis anos sumida do cinema, Renée Zellweger tem um retorno triunfal ao papel que a transformou em estrela. Sem precisar de piscadelas para atrair o público, Renée é verdadeiramente adorável com a sua naturalidade ao dar vida à Bridget, especialmente ao encarar as características a princípio menos atrativas da personagem, como a incapacidade de se dirigir a um grande público sem se meter em algum constrangimento ou a de cair em furadas maiores do que o fundo do poço emocional em que está presa. Diretora do original, Sharon Maguire compreendeu tudo o que fez de Bridget uma mulher muito além da mera heroína de comédia romântica ao conduzi-la ao cinema, e o seu retorno à personagem em “O Bebê de Bridget Jones” é decisivo para manter essa singularidade. Sem desconsiderar as virtudes do filme de 2001, Maguire dá novos passos ao situar Bridget em novos tempos, nos quais uma mulher se vê capaz de novas possibilidades dentro de dilemas gerados a partir de questões como casamento, maternidade, vida profissional e envelhecimento. A conclusão pode soar excessivamente conciliadora para os mais exigentes, mas nada que impeça o encanto do filme, capaz de deixar os espectadores mais leves com a ternura bem particular que injeta, a partir de suas situações adversas e cômicas.

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  • Filme

    Rachel McAdams viverá paixão lésbica de Rachel Weisz

    5 de outubro de 2016 /

    A atriz Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) será a parceira romântica de Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) na adaptação cinematográfica de “Disobedience”, romance da escritora Naomi Alderman. Em “Disobedience”, a personagem de Weisz reencontra sua família ortodoxa família judia após a morte do pai. Ela acaba chocando os familiares e a sociedade local quando decide relembrar um amor reprimido pela antiga melhor amiga, a ser vivida por McAdams. A trama está sendo adaptada pela roteirista inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”) e será dirigida pelo chileno Sebastián Lelio (do igualmente premiado “Gloria”). McAdams já despertou paixões lésbicas no cinema, no thriller “Paixão” (2012), coestrelado por Noomi Rapace (“Prometheus”). A previsão é que as filmagens de “Disobedience” iniciem no primeiro trimestre de 2017.

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  • Filme

    Bilheteria: O Lar das Crianças Peculiares fatura pouco, mas estreia em 1º lugar nos EUA

    2 de outubro de 2016 /

    Na disputa entre os dois lançamentos mais comentados do fim de semana nos cinemas norte-americanos, a fantasia sobrepujou a história real. “O Lar das Crianças Peculiares”, dirigido por Tim Burton, estreou em 1º lugar nas bilheterias, mas não pode se considerar um blockbuster, com faturamento de US$ 28,5 milhões. Mesmo assim, o valor foi suficiente para superar a outra grande estreia, “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”, de Peter Berg, que ficou em 2º com US$ 20,6 milhões. Os dois filmes custaram uma fábula, US$ 110 milhões cada, somente com gastos de produção, e essa disputa pelo topo é ilusória em relação aos valores que precisariam atingir. Por este começo morno, fica claro que apenas o mercado doméstico será insuficiente para cobrir suas despesas. A fantasia das crianças mutantes superpoderosas – ou melhor, peculiares – teve um começo melhor no exterior, faturando mais US$ 36,5 milhões para atingir um total de US$ 65 milhões em sua largada. Já o desastre estrelado por Mark Wahlberg fez US$ 12,4 milhões para arredondar seu total em US$ 33 milhões. É pouco, mas o lançamento internacional se deu em mercados menores, à exceção do Reino Unido. A estreia no Brasil acontece na quinta (6/10). Entre a crítica americana, os desempenhos foram inversos. Houve um pouco de enfado em relação ao novo filme colorido de Tim Burton, com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas muito entusiasmo para o incêndio na plataforma de petróleo, com 82% de salivação. Logo abaixo das duas novidades, o ranking destaca o remake de “Sete Homens e um Destino”, que liderou a arrecadação em sua estreia na semana passada. O filme de Antoine Fuqua faturou mais de US$ 15 milhões, um desempenho ainda impressionante para o gênero western, que chega a US$ 61,6 milhões em dez dias no mercado doméstico. Em todo o mundo, o filme superou a marca de US$ 100 milhões. A animação “Cegonhas” é que não voou como o estúdio gostaria, caindo para o 4º lugar, com US$ 13,8 milhões e um total de US$ 77,6 milhões em todo o mundo – fraquinho numa temporada em que as animações quebraram recordes de faturamento. Por outro lado, o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson” somou mais US$ 8,4 milhões, ao fechar o top 5, para atingir US$ 105 milhões nos EUA em quatro semanas. É um valor expressivo para um drama, ainda mais para um drama estrelado por um ator veterano e dirigido por diretor que poderia ser pai do ator veterano. De fato, trata-se de um dos maiores sucessos recentes da carreira de ambos, Tom Hanks e Clint Eastwood. No passado não muito distante, Hollywood virava as costas para seus grandes cineastas após uma certa idade. Eastwood está com 76 anos e vem do maior sucesso de sua carreira, “Sniper Americano”, com outro filme que impressiona, tanto pela popularidade quanto pelas críticas positivas (82%). O público brasileiro, porém, ainda vai precisar esperar muito para saber porque “Sully” fez tanto sucesso, já que a estreia nacional está marcada apenas para 1 de dezembro. Para completar, resta ressaltar o fracasso de “Gênios do Crime”, também lançada no Brasil neste fim de semana – em circuito superestimado. Em sua estreia nos EUA, a comédia besteirol fez US$ 6,6 milhões em mais de 3 mil salas. O fiasco também foi significativo entre a crítica, com meros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 28,5 milhões Total EUA: US$ 28,5 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 2. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 20,6 milhões Total EUA: US$ 20,6 milhões Total Mundo: US$ 33 milhões 3. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 15,7 milhões Total EUA: US$ 61,6 milhões Total Mundo: US$ 108,1 milhões 4. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 77,6 milhões 5. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 105,3 milhões Total Mundo: US$ 151,6 milhões 6. Gênios do Crime Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 6,6 milhões 7. Rainha de Katwe Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 3 milhões Total Mundo: US$ 3 milhões 8. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 2,37 milhões Total EUA: US$ 84,7 milhões Total Mundo: US$ 129,2 milhões 9. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 2,33 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 120,8 milhões 10. Snowden Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 18,7 milhões

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  • Filme

    Rachel Weisz irá estrelar e produzir drama lésbico

    1 de outubro de 2016 /

    A atriz inglesa Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) irá estrelar e produzir a adaptação cinematográfica de “Disobedience”, romance da escritora Naomi Alderman. A revista Variety não informa qual é seu papel, mas, na história original do livro, a trama gira em torno de uma jovem mulher que retorna para a casa da sua família judia ortodoxa, após a morte do seu pai, e provoca escândalo na pacata comunidade quando reacende um amor reprimido com sua melhor amiga – uma mulher agora casada com seu primo. A trama está sendo adaptada pela roteirista inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”) e será dirigida pelo chileno Sebastián Lelio (do igualmente premiado “Gloria”). Ainda não há previsão de estreia.

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