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  • London Town
    Música

    London Town: Jonathan Rhys Meyer é Joe Strummer em fotos e trailer de filme sobre The Clash

    30 de setembro de 2016 /

    A IFC Films divulgou nove fotos, dois pôsteres e o trailer de “London Town”, produção britânica passada na era do punk rock, que traz o ator irlandês Jonathan Rhys Meyers (série “Dracula”) como Joe Strummer, líder da banda The Clash. A prévia mostra ensaios e shows do Clash como pano de fundo para a história de um menino, que cresce no ambiente de contestação da época. Dirigido por Derrick Borte (“Amor por Contrato”), o longa se passa em 1978 e acompanha um garoto de 14 anos (Daniel Huttlestone, o Jack de “Caminhos da Floresta”), que tem a vida alterada radicalmente quando uma garota lhe fala sobre The Clash, “a única banda que importa”, como ficou conhecida. O roteiro foi escrito por Kirsten Sheridan (diretora de “O Som do Coração”) e Sonya Gildea (diretora assistente de “Ventos da Liberdade”) e agradou aos membros sobreviventes do Clash, que liberaram suas músicas para serem usadas na trilha. o elenco também inclui Natascha McElhone (série “Californication”), Dougray Scott (série “Hemlock Grove”) e Nell Williams (a versão jovem de Cersei em “Game of Thrones”). A produção marcará o retorno de Meyers para os filmes de rock’n’roll. Ele se destacou como um roqueiro fictício no filme “Velvet Goldmine” (1998), sobre a era do glam rock, e viveu Elvis Presley na minissérie “Elvis” (2005).    

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  • Tresspass Against Us
    Filme

    Trespass Against Us: Michael Fassbender vive criminoso em trailer com trilha dos Chemical Brothers

    27 de setembro de 2016 /

    A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Trespass Against Us”, drama britânico estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Ele interpreta um pequeno criminoso, que herdou o hábito de roubar do pai (Brendan Gleeson, de “O Guarda”). Mas quando a polícia aperta o cerco sobre sua família, ele teme o destino de seu próprio filho, que pode se ver preso no mesmo ciclo vicioso que ele, e precisa escolher entre o pai que o criou como um fora-da-lei e o futuro do menino. Entretanto, cada vez que ele tenta se endireitar, o pai aparece com uma nova proposta para ganhar dinheiro fácil. O elenco também inclui Lyndsey Marshal (“Além da Vida”) como a esposa sofredora de Fassbender, além Sean Harris (“Livrai-Nos do Mal”), Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”) e o menino Georgie Smith. O filme é o primeiro longa de ficção do diretor Adam Smith, que antes trabalhou nas séries britânicas “Doctor Who” e “Skins” e fez um documentário sobre a dupla eletrônica The Chemical Brothers. Por sinal, a trilha de “Trespass Against Us” é dos Chemical Brothers. Exibido no Festival de Toronto, o longa agora segue para o Festival de Londres, antes de sua estreia limitada nos EUA em 24 de novembro. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Bilheteria: Sete Homens e um Destino tem a melhor estreia de um western em todos os tempos

    25 de setembro de 2016 /

    A combinação de Denzel Washington e Chris Pratt se provou imbatível. A estreia de “Sete Homens e um Destino” não só assumiu a liderança das bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá) como teve um desempenho raro para o gênero do western. Os US$ 35 milhões apurados no final de semana podem até parecer pouco, diante das aberturas dos filmes de super-heróis, mas, entre os western assumidos, nem “Django Livre” (2012) fez tanto, abrindo com US$ 30 milhões. Remake de um clássico de 1960, “Sete Homens e um Destino” também superou o lançamento de outro remake bem-sucedido do gênero, “Bravura Indômita” (US$ 24 milhões em seu primeiro fim de semana em 2010). E se considerar que o outro western de sucesso desta década, “O Regresso” (2015), teve estreia limitada para se adequar ao calendário do Oscar, o filme dirigido por Anton Fuqua registrou os melhores primeiros três dias do gênero em todo o século e, sacrilégio supremo, de todos os tempos – desconsiderando, claro, a inflação e relevando os preços baixos dos ingressos do século passado. Outro detalhe interessante da liderança de “Sete Homens e um Destino” é que Denzel Washington está perto de completar uma década como chamariz de bilheterias. Desde 2007, quando lançou “O Grande Debate”, todos os filmes do ator tiveram estreias acima dos US$ 20 milhões. E neste filme ele se junta à estrela em ascensão Chris Pratt, cujos dois filmes anteriores somaram juntos quase US$ 2,5 bilhões mundialmente – “Guardiões da Galáxia” (2014) e “Jurassic World” (2015). O 2º lugar ficou com outra estreia, a animação “Cegonhas”, com US$ 21,8 milhões. Curiosamente, os dois filmes também foram lançados no Brasil neste fim de semana, mas com uma diferença enorme de tratamento no país. Enquanto “Cegonhas” dominou o circuito, com distribuição em 807 salas, o western ficou com cerca de 40% disso, em 340 salas. O desempenho nas bilheterias nacionais deve refletir essa distribuição. Completa o pódio o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson”, de Clint Eastwood, que liderou a venda de ingressos na América do Norte pelos últimos dois fins de semana. A produção estrelada por Tom Hanks, arrecadou mais 13,8 milhões para a Warner Bros. Os Top 5 ainda inclui arrecadações modestas de “O Bebê de Bridget Jones” (US$ 4,5 milhões) e “Snowden” (US$ 4,1 milhões), que apesar do investimento em marketing do primeiro e da expectativa gerada pelo segundo não conseguiram engajar o grande público. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 35 milhões Total Mundo: US$ 35 milhões 2. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 21,8 milhões Total EUA: US$ 21,8 milhões Total Mundo: US$ 40,1 milhões 3. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 92,3 milhões Total Mundo: US$ 126,8 milhões 4. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 16,4 milhões Total Mundo: US$ 83,5 milhões 5. Snowden Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 6. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 16,1 milhões Total Mundo: US$ 21 milhões 7. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 81,1 milhões Total Mundo: US$ 120,3 milhões 8. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 318,1 milhões Total Mundo: US$ 731,7 milhões 9. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 26,6 milhões Total Mundo: US$ 26,8 milhões 10. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 1,1 milhões Total EUA: US$ 45,9 milhões Total Mundo: US$ 58,5 milhões

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  • The Man Who Knew Infinity
    Filme

    O Homem que Viu o Infinito segue fórmula para diminuir a ciência diante do divino

    23 de setembro de 2016 /

    De Madras (hoje, Chennai), no extremo sul da Índia, no início do século 20, surgiu um matemático brilhante, que contribuiu com fórmulas decisivas para o avanço da ciência e o alcance de soluções muito complexas. Com um detalhe: Srinivasa Ramanujan (1887-1920), esse indiano, notável matemático, não tinha estudo formal nenhum. Ainda assim, seu talento era tão evidente que ele acabou numa universidade inglesa, em Cambridge (onde também estava Bertrand Russell) e chegou a pertencer à Royal Society de Ciências, uma honraria por merecimento. “O Homem que Viu o Infinito”, segundo filme escrito e dirigido pelo britânico Matt Brown (“Ropewalk”), pretende contar a história real desse gênio da matemática, especialmente no seu período de estudos e publicações na Inglaterra, tendo como mentor e amigo, apesar da improbabilidade que sempre cercou essa amizade, do professor e também ilustre matemático G. H. Hardy. O período é o que começa em 1913, atravessa toda a 1ª Guerra Mundial e a ultrapassa um pouco. Oceanos de distância os separavam, mesmo estando próximos, se pensarmos nas crenças, modos de vida, hábitos alimentares, de vestuário, entre outras coisas, associados a um e a outro. Por outro lado, a guerra distanciou Ramanujan de sua amada e sua família de modo absoluto. No filme, a distância é ampliada também pela correspondência não entregue, um dos elementos de uma narrativa novelesca que põe a realidade a serviço de uma fórmula comercial para entreter e agradar o público. Outro elemento é a adoção da ideia de que todo o conhecimento absurdo daquele gênio da matemática derivava de uma intuição divina. Daí a dificuldade que o indiano teve para construir as provas acadêmicas daquilo que ele “sabia que era assim “. Quem quiser crer que a matemática deriva diretamente de Deus, ou de uma deusa hindu, que compre essa narrativa. A mim, não pode convencer, como não deveria convencer o grande professor Hardy, ateu convicto, mas, sabe como é, né? O que não dá é para vender a ideia de que a realidade é – ou foi – assim. Isso é uma interpretação religiosa dos fatos. Algo que está em evidência em certos estudos pseudocientíficos, associados à física quântica, na atualidade. Em todo caso, Deus ainda carece de provas, não basta a convicção. Tal como andou se falando muito por aqui. “O Homem que Viu o Infinito” é uma boa produção, a história é bem contada, de forma linear, filmada na Índia e na Inglaterra, em belíssimas locações e tem um elenco muito bom. Quem faz Ramanujan é Dev Patel, ator de “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), e o professor Hardy é vivido por Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”). A amada distante, Janaki, por sua vez é vivida pela bela atriz Devika Bhise (“Marido por Acaso”), convincente no seu sofrimento. O que não me convence é a ideologia do filme.

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  • Filme

    Bilheterias: Sully mantém liderança faturando mais que Bruxa de Blair e O Bebê de Bridget Jones juntos

    18 de setembro de 2016 /

    Novo drama estrelado por Tom Hanks, “Sully: O Herói do Rio Hudson” se manteve na liderança das bilheterias norte-americanas (EUA e Canadá) pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando mais que a soma da estreia de duas continuações de franquias famosas, que tiveram grande investimento em marketing para sua divulgação. O filme dirigido por Clint Eastwood, baseado na história real do piloto que evitou uma tragédia recente na aviação americana, fez US$ 21,8 milhões e já se aproximou dos US$ 100 milhões mundiais, um desempenho promissor para seu orçamento de US$ 60 milhões. “É uma história bem feita”, disse Jeff Goldstein, vice-presidente-executivo de distribuição da Warner Bros. em comunicado, ressaltando ainda que “o boca a boca é sensacional”. As continuações que decepcionaram foram “Bruxa de Blair” e “O Bebê de Bridget Jones”, sequências de filmes que chegaram ao cinema uma geração atrás. Nenhum dos dois longas rendeu grandes filas, arrecadando US$ 9,7 milhões e US$ 8,2 milhões, respectivamente. O valor só não representa um fracasso para “Bruxa de Blair”, porque foi filmado com câmeras portáteis e pouco investimento, com um orçamento de produção de US$ 5 milhões – menor, inclusive, que seus gastos de marketing. Já o “O Bebê de Bridget Jones” custou US$ 35 milhões e provavelmente o dobro disso em marketing, tamanha a presença do filme na mídia. A estreia no Brasil está marcada para 29 de setembro. O terceiro lançamento da semana, “Snowden”, de Oliver Stone, abriu em 4º lugar, mas não muito distante dos demais, com US$ 8 milhões. Cinebiografia do informante Edward Snowden, que denunciou o programa de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional) americana, responsável pela vigilância da internet e dos celulares de todos os cidadãos, a produção custou US$ 40 milhões, mas foi econômica em sua divulgação, apostando na repercussão de sua première no Festival de Toronto. O problema é que a crítica não se entusiasmou. O longa teve 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, bem mais que os 37% de “Bruxa de Blair”, mas bem menos que os 78% do terceiro “Bridget Jones”. Para piorar sua perspectiva de rendimento internacional, “Snowden” não tem previsão de lançamento no Brasil. O terror “O Homem nas Trevas” fecha o Top 5, atingindo uma arrecadação doméstica de US$ 75,3 milhões, que o consolida como o segundo maior sucesso do gênero na América do Norte em 2016 – atrás somente de “Invocação do Mal 2”, com US$ 102,4 milhões nos EUA e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 70,5 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 2. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 9,6 milhões Total EUA: US$ 9,6 milhões Total Mundo: US$ 14,5 milhões 3. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 8,2 milhões Total Mundo: US$ 38,1 milhões 4. Snowden Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 8 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 5. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 75,3 milhões Total Mundo: US$ 107 milhões 6. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 7. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 313,7 milhões Total Mundo: US$ 718,8 milhões 8. As Aventuras de Robinson Crusoé Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 9. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,2 milhões Total Mundo: US$ 54,6 milhões 10. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 72,8 milhões Total Mundo: US$ 113 milhões

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  • Série

    Rupert Grint vai estrelar série baseada no filme Snatch: Porcos e Diamantes

    23 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Crackle anunciou o elenco da série “Snatch”, baseado no filme homônimo de 2000, que no Brasil foi lançado como “Snatch: Porcos e Diamantes”. O filme de Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”), originalmente estrelado por Jason Statham (“Velozes e Furiosos 7”), Brad Pitt (“A Grande Aposta”) e Benicio Del Toro (“Sicario”), vai virar série com Rupert Grint (o Ron Weasley da saga “Harry Potter”) e Dougray Scott (série “Fear the Walking Dead”) nos papéis principais, além de Ed Westwick (série “Gossip Girl”) em participação recorrente na 1ª temporada. A trama da série não será a mesma do cinema, sendo descrita como inspirada no espírito do longa, do mesmo modo que “Fargo”. A história, supostamente baseada num caso real, vai girar em torno de um roubo de milhões em ouro, que aconteceu em Londres, acompanhando um grupo de jovens que encontra, por acaso, o caminhão carregado com o ouro roubado. Enquanto tentam sobreviver no submundo de Londres, eles enfrentam policiais desonestos, ciganos, gângsteres internacionais e bandidos locais. A adaptação está a cargo de Alex De Rakoff (“Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda”) e as gravações começam na próxima semana, em Manchester, na Inglaterra. “Snatch” será a segunda série baseada num filme de Guy Ritchie. A primeira, “Lock, Stock…”, inspirada por “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998), durou apenas sete episódios em 2000. A série “Snatch” só deve estrear em 2017 pelo Crackle.

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  • Música

    Meryl Streep passa ridículo tocante em Florence – Quem É Essa Mulher?

    30 de julho de 2016 /

    A produção britânica “Florence – Quem É Essa Mulher?” lembra o filme franco-belga “Marguerite”, que foi realizado um ano antes e conta basicamente a mesma história, da pior cantora do mundo. Mas enquanto “Marguerite” muda o nome da protagonista e inventa alguns fatos, “Florence – Quem É Essa Mulher?” (2016) se dedica a contar a história da verdadeira Florence Foster Jenkins, a americana apaixonada por ópera que sonha virar uma diva. O problema é que ela tem uma voz horrível, para dizer o mínimo. O interessante de ambas as comédias dramáticas é que elas, a princípio, induzem o espectador a rir da protagonista, para depois criar empatia, levando o público a se sentir na pele dela, ou quase isso, talvez na pele de quem está mais próximo dela, no caso de “Florence” o marido (Hugh Grant) e o pianista (Simon Helberg). Os dois, aliás, estão ótimos. O jovem Helberg, conhecido de quem vê a série “The Big Bang Therory”, é o pianista que fica feliz com a boa remuneração que recebe daquela mulher excêntrica, mas que também tem medo de passar por ridículo em uma apresentação pública. E Hugh Grant, ainda que não seja brilhante, sempre será muito querido pelos papéis que fez em várias comédias românticas, e continua fazendo muito bem o papel de canalha adorável, que tem a sua namorada às escondidas, mas jamais negligencia a esposa doente. Por sinal, comparado ao filme francês, a versão britânica é muito mais implacável na caracterização da personagem. Florence Foster Jenkins é uma personagem trágica, vítima de uma doença, que só aos poucos o filme vai revelando. A felicidade que ela demonstra se deve principalmente à ilusão que os outros lhe oferecem como consolação, de modo que ela não entre em depressão e morra logo. Um dos grandes méritos do filme, além de poder contar com mais uma excelente interpretação de Meryl Streep, uma das maiores atrizes das últimas décadas, é saber lidar com o patético de maneira respeitosa. Mesmo assim, o filme tem suas falhas, principalmente no modo como termina, em tom melodramático, sem conseguir emocionar tanto quanto parece querer. Ou talvez essa seja uma marca de Stephen Frears, cineasta que nos últimos anos tem se especializado em filmes sobre mulheres, como “A Rainha” (2006), “Chéri” (2009) e “Philomena (2013). Enquanto isso, seus filmes protagonizados por homens têm passado em branco nas telas. Por que será? De todo modo, “Florence – Quem É Essa Mulher?” é mais um de seus filmes femininos que merecem ser conferidos.

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  • Filme

    Trainspotting 2: Teaser da continuação recria cena clássica do filme original

    25 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures do Reino Unido divulgou um novo teaser de “Trainspotting 2”, que, 20 anos depois do lançamento do primeiro filme, faz referência a uma cena clássica de 1996. E, para completar, ao som de “Lust for Life”, de Iggy Pop, da trilha sonora original. A cena reprisa a aparição do quarteto central, Renton (Ewan McGregor), Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle), numa estação de trem. Além deles e do diretor Danny Boyle, o roteirista John Hodge, que escreveu a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retorna à produção. Mas desta vez ele não vai se prender à trama literária específica – no caso, o livro “Porno”, escrito por Welsh, que continua a trama de “Trainspotting” – para atualizar a história, revelando o que aconteceu com os personagens após duas décadas. Infelizmente, a continuação não ficará pronta a tempo de marcar os 20 anos do filme original. Mas por pouco. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido.

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  • Filme

    Tiger Raid: Atriz de Kingsman é raptada por mercenários em trailer violento

    11 de julho de 2016 /

    A Cinepeak divulgou o pôster e o trailer do drama de guerra britânico “Tiger Raid”, estrelado por Sofia Boutella (“Kingsman: Serviço Secreto” e “Star Trek: Sem Fronteiras”). A atriz argelina interpreta uma jovem muçulmana na trama, raptada por dois mercenários que cumprem uma missão violenta no Oriente Médio. Os atores Brian Gleeson (“Branca de Neve e o Caçador”) e Damien Molony (série “Suspects”) são seus raptores. Escrito e dirigido pelo estreante Simon Dixon, o filme foi exibido nos festivais de Tribeca e Edimburgo e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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  • Filme

    Absolutely Fabulous: Filme da série clássica tem maior estreia do ano no Reino Unido

    6 de julho de 2016 /

    A estreia do filme derivado de “Absolutely Fabulous” foi comemorada com champanhe no Reino Unido. Abrindo com US$ 5,4 milhões em 615 salas de cinema, a versão cinematográfica da série clássica britânica teve a maior estreia do ano na região – na verdade, a maior desde “007 Contra Spectre” em outubro de 2015. Somando o total registrado até terça (5/7), o filme já rendeu US$ 7,5 milhões em seu mercado doméstico. O sucesso deve ajudar sua carreira internacional, que só começa no final de julho, com a estreia nos EUA marcada para 22/7. Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil, embora a série original tenha sido exibida no país. Produzida com grandes hiatos entre 1992 e 2012, a série girava em torno de Edina Monsoon (Jennifer Saunders, criadora da atração), uma agente de relações públicas decadente, que passa o seu tempo enchendo a cara e seguindo tendências bizarras em voga numa tentativa desesperada de se manter jovem para sempre, quase sempre acompanhada por sua melhor amiga Patsy Stone (Joanna Lumley), muito mais bêbada e promíscua, e com a total desaprovação de sua filha careta Saffron (Julia Sawalha). Escrito por Saunders e dirigido por Mandie Fletcher (que assinou três episódios da série), “Absolutely Fabulous: The Movie” acompanha Edina e Patsy acordando após um porre, sem lembrar da noite anterior. O detalhe é que se encontram em um iate no meio do oceano, sem sinal de celular. Além das intérpretes da série, o longa é repleto de participações especiais de celebridades, incluindo Jon Hamm, Joan Collins, Kate Moss, Stella McCartney, Lulu e Jerry Hall.

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  • Música

    Ricky Gervais estrela clipe musical com seu personagem da série The Office

    3 de julho de 2016 /

    A Entertainment One divulgou um vídeo musical do filme “David Brent: Life on the Road”, derivado da série britânica “The Office” (2001-2003). A prévia mostra o personagem David Brent, o chefe do escritório da série original, encenando um clipe de balada romântica, em que canta como se apaixonou por uma cigana. Apesar da afinação do ator Ricky Gervais, que criou “The Office”, os trejeitos, a encenação e a letra são completamente constrangedores – num dos trechos, ele pergunta à cigana se ela é uma prostituta e se o sexo é grátis. O filme foi concebido como um falso documentário, ao estilo de “The Office”, e vai acompanhar a nova carreira de Brent, que virou cantor-compositor e chegou a realizar uma turnê de verdade com sua banda fictícia, Foregone Conclusion, no ano passado. Trata-se de um mockumentary, que, ao estilo de “Borat” (2006), deve incorporar a reação de pessoas comuns às encenações. “David Brent: Life on the Road” estreia em 19 de agosto no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    The Childhood of a Leader: Trailers impressionantes trazem Liam Cunningham e Robert Pattinson em clima de terror

    2 de julho de 2016 /

    A IFC Films divulgou o pôster e dois trailers impressionantes de “The Childhood of a Leader”, drama britânico de época estrelado por Liam Cunningham (série “Game of Thrones”), Bérénice Bejo (“O Passado”), Stacy Martin (“Ninfomaníaca”) e Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”). As prévias têm clima sombrio e remetem a filmes de terror dos anos 1970, graças à fotografia escura, cenas de histeria e trilha tenebrosa criada pelo cultuado músico Scott Walker (ele mesmo, da banda The Walker Brothers). A trama acompanha a infância conturbada de um futuro líder europeu, durante os anos que se seguem à 1ª Guerra Mundial, e marca a estreia do ator Brady Corbet (“Violência Gratuita”) na direção de um longa-metragem. Ele também é autor do roteiro, escrito em parceria com Mona Fastvold (“O Sonâmbulo”). O filme foi premiado em diversos festivais internacionais, inclusive o de Veneza, que deu a Corbet o troféu de Melhor Direção. A estreia está marcada para 22 de julho nos EUA e não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Robin Hardy (1929 – 2016)

    2 de julho de 2016 /

    Morreu o cineasta inglês Robin Hardy, aos 86 anos na madrugada desta sexta-feira (1/7). Ele fez apenas três filmes, mas se tornou uma lenda do cinema de terror pelo primeiro, o cultuado “O Homem de Palha” (1973). Considerado uma das obras-primas do gênero e ponto alto indiscutível da filmografia tanto do estúdio Hammer quanto do ator Christopher Lee, “O Homem de Palha” combinou sensualidade e rituais celtas para criar uma história que ressoa até hoje, graças a citações constantes. A trama de “O Homem de Palha” seguia o ponto de vista de um sargento de polícia (Edward Woodward), que desembarca numa ilha escocesa para procurar uma menina desaparecida. Lá, é recepcionado pela autoridade local, representada por Lee, em meio à preparação de um festejo anual. Conforme a investigação se intensifica, diversas mulheres nuas aparecem em seu caminho, como tentações e distrações constantes – entre elas, as belíssimas Britt Ekland, Ingrid Pitt e Diane Cilento. Até que ele, cristão convicto, começa a perceber os sinais de paganismo e se horroriza ao descobrir seu verdadeiro papel na história, como convidado de honra, seduzido/conduzido a ser o sacrifício humano que garantiria a próxima colheita da ilha. O filme ganhou um remake americano, intitulado em português “O Sacrifício”, com direção de Neil LaBute e estrelado por Nicolas Cage em 2006. O próprio Hardy escreveu e dirigiu uma continuação do original, “The Wicker Tree”, realizada com baixo orçamento em 2011 e considerada uma decepção completa. Ele ainda pretendia fazer uma terceira parte, mas o projeto nunca saiu do papel. Entre o primeiro e o segundo “Homem de Palha”, Hardy dirigiu apenas mais um filme: “Uma Voz ao Telefone”, em 1986, um suspense convencional de serial killer. E escreveu a história de outro: “Forbidden Sun” (1989). Nada que chegasse aos pés do culto inspirado por sua estreia. Para se ter noção do impacto de “O Homem de Palha”, em 2010 o jornal britânico The Guardian publicou uma lista que o classificou como o quarto melhor terror de todos os tempos. E Christopher Lee, que trabalhou até nas franquias “Star Wars” e “O Senhor dos Anéis”, declarou que aquele tinha sido o melhor filme que fez, entre os mais de 200 de sua filmografia. Sua permanência na cultura pop chega até aos dias de hoje, como se pode atestar pelo recente clipe de “Burn the Witch”, da banda Radiohead, lançado em maio, que recria com bonecos de massinhas a história do clássico de Hardy.

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