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    Fernanda Montenegro não renova com a Globo e vai se concentrar em filmes

    18 de dezembro de 2022 /

    A atriz Fernanda Montenegro decidiu não renovar o seu longevo contrato com a Globo. Ela estava escalada para um papel em “Terra Vermelha”, próxima novela das nove, que estreia em abril. Mas aos 93 anos não pretende mais encarar o ritmo intenso de uma produção do gênero. Longe de pensar em aposentadoria, ela vai se concentrar em filmes, como o recém-encerrado “Dona Vitória”, em que foi dirigida pelo genro Andrucha Waddington. Em 2023, já tem marcado o novo filme de Walter Salles, que a dirigiu no famoso “Central do Brasil” (1998). O longa é uma adaptação de “Ainda Estou Aqui”, romance autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva sobre a prisão e desaparecimento de seu pai durante a ditadura militar. Fernanda completaria 50 anos de sua primeira aparição na Globo em 2023. Ela estreou na emissora – após passagens por diversas novelas da Record e Excelsior – numa adaptação da tragédia grega “Medeia” exibida como “Caso Especial” em 1973. A contratação para valer, porém, só veio nos anos 1980, a partir de “Baila Comigo” (1981), e lhe rendeu inúmeros papéis memoráveis, como a Charlô de “Guerra dos Sexos” (1983), a Naná de “Cambalacho” (1986), a Jacutinga de “Renascer” (1993) e a Picucha do especial e da série “Doce de Mãe” (2012-2014), que lhe rendeu o Emmy Internacional de Melhor Atriz de TV do mundo. Com isso, sua última produção na Globo foi um episódio da antologia “Amor e Sorte”, de 2020, passada durante a pandemia, em que contracenou com a filha Fernanda Torres e foi dirigida pelo genro Andrucha Waddington.

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    Klara Castanho vai estrelar seu primeiro terror

    16 de dezembro de 2022 /

    A atriz Klara Castanho (“Bom Dia, Verônica”) está filmando seus primeiro terror. Ela é a protagonista do filme “Apanhador de Almas”, rodado na Serra da Cantareira, na zona norte de São Paulo. O longa conta a história de quatro garotas que se conheceram em um grupo de estudos de bruxaria e decidem ir para um ritual na casa de uma bruxa. Porém, as coisas saem do controle e elas ficam presas em um limbo dimensional. Lá, encontram o Apanhador de Almas, que lhes propõe um jogo, onde apenas uma poderá sair de lá com vida. “O projeto me ganhou por ser totalmente diferente de tudo que eu já tinha feito até aqui. E o processo de gravação me fez reconhecer novos ‘talentos’ em mim desconhecidos. A Emília, minha personagem, foi delicada e surpreendente desde o primeiro contato com o roteiro, e fazê-la foi gostoso demais”, disse Klara. A direção é dos diretores Fernando Alonso e Nelson Botter Jr (da série “Os Under-Undergrounds” e da animação “O Pergaminho Vermelho”), o filme também conta com as atrizes Ângela Dippe (“Filhos da Pátria”), Jessica Córes (“Cidade Invisível”), Larissa Ferrara (“Todas as Razões Para Esquecer”), Priscila Sol (“Ninguém Tá Olhando”) e Ângela Dippe (“Malhação”) em seu elenco. A previsão de estreia é para o final de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)

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    Marcelo Serrado viverá autista no cinema

    10 de dezembro de 2022 /

    O ator Marcelo Serrado, atualmente no ar na novela “Cara e Coragem”, foi escalado para viver um autista no filme “Esses Estranhos Seres Vivos”, que será dirigido por Andrucha Waddington (“Sob Pressão”). O personagem mora em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e tem uma família complicada. Ele fará o filme após encerrar as gravações de “Veronika”, nova série da Globoplay, que começa a ser produzida em janeiro. Na série, o ator viverá um policial. Além disso, Serrado ainda gravará, no ano que vem, o piloto de um programa musical para a Globo. Já Waddington está rodando o longa “Dona Vitória”, com Fernanda Montenegro. O diretor assumiu o projeto após a morte de Breno Silveira. Waddington também terminou a produção de “Fim”, minissérie baseada no livro homônimo de sua mulher, a atriz Fernanda Torres. A atração deve ser lançada em 2023 na Globoplay.

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    Xuxa revela bastidores de seu primeiro filme em 14 anos

    10 de dezembro de 2022 /

    Xuxa está de volta ao cinema. A apresentadora publicou as primeiras fotos e vídeos de “Uma Fada Veio me Visitar” em seu Instagram, filme que marca seu retorno à tela grande após 14 anos. Ela vai interpretar a fada Tatu, que visita Luna, personagem de Antonia Périssé na produção prevista para julho do ano que vem. Um detalhe curioso é que, cada vez que aparece em cena, Tatu aparece caracterizada como uma personagem marcante dos anos 1980, como She-Ra, Madonna, Angélica, Cindy Lauper e a protagonista de “Flashdance”. Xuxa mostrou algumas das caracterizações em vídeos dos bastidores. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Thalita Rebouças, que escreve o roteiro junto com Patricia Andrade. Curiosamente, o livro já inspirou outro filme, “É Fada” (2016), estrelado por Kéfera Buchmann e Klara Castanho, que fez bastante sucesso. A trama acompanha Luna, uma menina de 13 anos que não acredita em fadas, mas acaba recebendo a visita de uma delas e as duas se tornam grande amigas. O elenco da nova versão/remake ainda conta com Zezeh Barbosa, Dani Calabresa, Livia Inhudes, Anna Lima, Robson Caetano, Camila Loures e Denise Del Vecchio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel)

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    Nátalia vai fazer filme com Maria após brigarem no “BBB 22”

    10 de dezembro de 2022 /

    A ex-BBB Natália Deodato entrou no elenco de “Bandida”, filme estrelado por Maria, com quem teve brigas no reality da Globo. Maria chegou a ser expulsa por agredir Natália com uma baldada no “BBB 22”. Dirigido por João Wainer (“Junho: O Mês que Abalou o Brasil”), “Bandida” é inspirado na autobiografia de Raquel de Oliveira, que foi chefe do tráfico de drogas na Rocinha, na Zona Sul do Rio, nos anos 1980. O papel é vivido por Maria. Já Natália interpretará, ironicamente, a melhor amiga da protagonista. As duas fizeram as pazes após o fim do programa e Natália agora se diz orgulhosa por trabalhar com Maria. “A Maria é uma baita atriz. Apesar de ela nunca ter feito um longa, já fez novela. Isso me deixou um pouco apreensiva, com medo de não ser boa o suficiente”, disse à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. “Fiquei muito nervosa para gravar, porque é uma responsabilidade imensa”, acrescentou. Mas Natália também não é mais novata na atuação. Ele fez recentemente uma participação na série “Vizinhos”, do Canal Brasil, que ainda não foi ao ar. Ela afirma que seu objetivo agora é consolidar uma carreira de atriz e adorou a personagem que vai interpretar em “Bandida”. “Ela é uma personagem muito linda que me remete a muitas áreas da minha vida, porque cresci no meio de muita turbulência, mas mesmo assim não perdi a esperança e os meus sonhos. Me identifiquei muito com ela. Foi muito gratificante quando esse papel chegou, veio num momento ímpar da minha vida”, contou. Sobre possíveis críticas à sua atuação, ela diz estar pronta para o hate. “Ninguém está isento de críticas. Você pode fazer o melhor possível que as pessoas vão procurar algo para falar. Mas estou em paz. São áreas em que estou em evolução, muita coisa nova para mim. Principalmente eu sendo uma mulher preta é mais difícil ainda. Espero que as pessoas gostem. Se não gostarem, tudo bem. Vou me capacitar e evoluir cada vez mais”, comentou.

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    Estreias: “Pinóquio”, “Adão Negro” e os destaques de streaming da semana

    9 de dezembro de 2022 /

    As estreias de streaming e VOD (locação digital) incluem filmes premiados, candidatos ao Oscar e blockbusters do cinema. O principal destaque é o “Pinóquio” do diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), favorito a despontar no Oscar de Melhor Animação de 2023. Mas há produções para todos os gostos, de super-herói e comédia brasileira a filme de arte europeu. Confira abaixo 10 opções novas para assistir em casa no fim de semana.   | PINÓQUIO POR GUILLERMO DEL TORO | NETFLIX   Há mais de uma década em desenvolvimento, a animação em stop-motion do cineasta Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”) conta uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que abraça o lado mais sombrio da trama clássica, ao se focar na construção da autoestima do boneco/criança. Concebido com imaginação macabra, o filme surpreende por apresentar de forma inovadora uma história excessivamente conhecida – e que neste mesmo ano ganhou nova e tediosa versão da Disney. Em parceria com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), Del Toro consegue emocionar e inspirar como as melhores lições dos contos de fada. E faz isso com fantoches impressionantes, criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). A versão dublada em idioma inglês traz o estreante Gregory Mann como a voz de Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepeto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”) em seu elenco grandioso.   | ADÃO NEGRO | HBO Max e VOD*   Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) vive o anti-herói do título, cuja dualidade já foi bastante explorada nos quadrinhos. Vilão clássico de Shazam (desde a época do Capitão Marvel), ele passou a ser admitido entre os “mocinhos” apenas recentemente. E este dilema é explorado durante seu confronto com os heróis da trama, a Sociedade da Justiça da América – que estreia em longa-metragem formada por Gavião Negro (Aldis Hodge, de “O Homem Invisível”), Ciclone (Quintessa Swindell, de “Gatunas”), Esmaga-Átomo (Noah Centineo, de “Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Sr. Destino (Pierce Brosnan, de “007 Um Novo Dia Para Morrer”). Este também é o problema do filme. The Rock é o ponto alto da produção, mas seu confronto com outros heróis – metade deles tão obscuros quanto inexpressivos – segue o padrão de várias títulos do gênero, inclusive “Batman vs. Superman”. E quando a poeira baixa e todos ficam amiguinhos (spoiler?), a falta de um vilão proeminente só aponta que a Warner não aprendeu nada após cometer o mesmo equívoco em “Liga de Justiça” e “Esquadrão Suicida”. Por tudo isso, “Adão Negro” é um filme para fãs de Zack Snyder, o diretor que estabeleceu o tom sombrio e os vilões genéricos de efeitos computadorizados nas adaptações da DC Comics. Atrás das câmeras, Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) se comporta quase como um clone do cineasta de “Liga da Justiça”, entregando um longo primeiro ato de uma história que só deve ficar boa no próximo filme – caso a cena pós-créditos seja realmente um indício do desenvolvimento da trama.   | EMANCIPATION | APPLE TV+   O filme sobre escravidão estrelado por Will Smith funciona como um thriller de ação intenso, mas é baseado numa história real que outra equipe transformaria num bom drama. A produção é uma cinebiografia do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. A cena da reconstituição da foto faz parte da produção, que destaca uma performance frenética de Smith e uma belíssima fotografia em cores tão esmaecidas que parecem preto e branco, além de muitas cenas de perseguição, guerra e até luta contra crocodilo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). A produção chegou a ficar no limbo após a controvérsia do tapa de Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo ainda neste ano foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA ter forte repercussão positiva nas redes sociais. Entretanto, o lançamento do filme em si não refletiu esse estado de espírito, dividindo a crítica.   | THE HOLE IN THE FENCE | MUBI   Com uma fotografia premiada no Festival de Veneza, o filme do diretor mexicano Joaquín del Paso (“Maquinaria Panamericana”) é um retrato desconcertante das instituições de ensino privado. A trama acompanha um grupo de alunos de elite num acampamento religioso de verão, separado da cidade vizinha, habitada por trabalhadores pobres, por uma cerca erguida para deixar claro que eles não devem se misturar. Apesar do tom religioso do local, os professores não escondem o objetivo de incutir a importância do sistema de classes e o senso natural de superioridade nos meninos, além de alimentar neles o medo do “outro” e o ódio do “diferente”. Isto resulta em bullying contra um aluno bolsista e vários jogos sádicos de poder, que estimulam violência e escancaram a formação venenosa dos privilegiados.   | AS LINHAS TORTAS DE DEUS | NETFLIX   A adaptação do suspense clássico do escritor Torcuato Luca de Tena (1923-1999) chega às telas pelas lentes do espanhol Oriol Paulo (“O Corpo”, “Durante a Tormenta”), um especialista no gênero, que materializa a trama de época de forma altamente estilizada. A história gira em torno de uma mulher que falsifica sua ficha psiquiátrica para dar entrada num hospício, com o objetivo de investigar um crime, mas ao seguir as pistas acaba sendo tratada como louca de verdade. O papel principal é de Bárbara Lennie (“A Garota do Fogo”).   | ARDENTE PACIÊNCIA | NETFLIX   A nova filmagem do livro romântico de Antonio Skármeta, já levado às telas no premiado “O Carteiro e o Poeta” (1994), traz Andrew Bargsted (“Segredos em Família”) como o carteiro apaixonado que tenta seduzir sua amada com poesias, mas comete o erro de plagiar Pablo Neruda, o poeta favorito da moça. Decepcionada ao descobrir a farsa, ela encerra o cortejo. Até que, um dia, o trabalho do carteiro o leva a conhecer o próprio Neruda, a quem tenta convencer a lhe ensinar como ser um poeta de verdade para reconquistar sua musa. A direção é do chileno Rodrigo Sepúlveda (“Aurora”).   | PARADISE – UMA NOVA VIDA | VOD*   A comédia italiana explora a paranoia de um jovem (Vincenzo Nemolato, de “Martin Eden”) enviado a uma cidade isolada nos Alpes suíços pelo serviço de proteção a testemunhas. Ao chegar lá, dá de cara com o assassino da máfia que ele denunciou e que também fez um acordo e foi relocado pela polícia. Temendo pela vida, o protagonista procura se disfarçar e aprender formas de matar o assassino antes de ser morto. Só que é completamente inepto. E tudo que lhe resta é encarar a desconfiança e ver se a solidão e as saudades da Sicília os aproxima. O que ele não esperava é que os dois desenvolvessem uma amizade inesperada, que rende cenas divertidas no filme, embora a sensação de uma ameaça em potencial continue à espreita, na forma de turistas suspeitos. Dirigido por Davide Del Degan, venceu o Globo de Ouro italiano na categoria de Melhor Filme de Estreia.   | ANOTHER WORLD | MUBI   O novo filme de Stéphane Brizé acompanha um executivo, sua esposa e filho no momento em que as escolhas de carreira estão prestes a mudar suas vidas. O drama francês pondera como as pressões do trabalho podem implodir famílias e o que realmente é importante na vida. Os papéis principais são de Vincent Lindon, ator favorito de Brizé, e Sandrine Kiberlain. Os dois já tinham contracenado em outro filme do diretor, o premiado “Mademoiselle Chambon” (2009).   | BEM-VINDA A QUIXERAMOBIM | VOD*   A nova comédia cearense de Halder Gomes e seu cúmplice Edmilson Filho (ambos de “Cine Holliúdy”) traz Monique Alfradique como uma influencer ricaça que perde tudo quando seu pai milionário é implicado em um esquema de corrupção. De uma hora para outra, ela fica sem teto e precisa se refugiar na última propriedade da família ainda disponível: uma fazenda caindo aos pedaços em Quixeramobim, interior do Ceará. Mas ao chegar lá, encontra Edmilson Filho instalado e dizendo ser o dono do lugar. A premissa parece uma comédia romântica, o que não deixa de ser, embutida numa Sessão da Tarde divertida, que ainda inclui Falcão, o youtuber Max Petterson e a mineira Chandelly Braz em seu primeiro filme, após muitas novelas.   | AMSTERDAM | STAR+   Os filmes de David O. Russell, indicado ao Oscar por “O Lutador” (2010), “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013), geralmente contam com elenco grandioso. Esta produção de época passada nos anos 1930 não é diferente. Christian Bale (“Thor: Amor e Paixão”), John David Washington (“Tenet”) e Margot Robbie (“O Esquadrão Suicida”) protagonizam o longa como dois soldados e uma enfermeira, que criaram laços durante a 1ª Guerra Mundial e se veem incriminados num homicídio. E para provar sua inocência, acabam se envolvendo com uma variedade de personagens, todos vividos por famosos – como Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”), Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), Chris Rock (“Espiral – O Legado de Jogos Mortais”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Matthias Schoenaerts (“The Old Guard”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Mike Myers (“Bohemian Rhapsody”), Timothy Olyphant (“Justified”) e até a cantora Taylor Swift (“Cats”). Mas não criem grandes expectativas. Apesar do tom de comédia da produção, o roteiro conduz os protagonistas a um mistério de conspiração histórica que faz pouquíssimo sentido. De fato, é um dos piores filmes da carreira de todos os envolvidos, a ponto de amargar apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    Cinemas recebem “Irmãos de Honra” e mais 12 filmes

    8 de dezembro de 2022 /

    Os cinemas recebem 13 estreias nesta quinta (8/12), mas o filme com maior distribuição saiu de cartaz há 13 anos. “Lua Nova” (2009), segundo longa da “Saga Crepúsculo”, retorna aos cinemas em 400 salas durante uma única semana, em comemoração ao aniversário do fim da franquia. Entre as novidades, os lançamentos mais amplos são o filme de ação aérea “Irmãos de Honra” e a comédia brasileira “Pronto, Falei”, que chegam em 300 salas. Mas a lista de destaques ainda inclui dois títulos de prestígio, “Ela Disse” e “Ruído Branco”, que tentam chamar atenção na disputada temporada de premiações. Confira abaixo os filmes que entram em cartaz.   | IRMÃOS DE HONRA |   O filme de aviação passado durante a Guerra da Coreia chega nas telas no vácuo do blockbuster “Top Gun: Maverick”, que é evocado não apenas pelas cenas de caças em voos rasantes, mas também pela presença do ator Glen Powell, um dos “irmãos de honra” do título, ao lado de Jonathan Majors (“Loki”). Com direção de J.D. Dillard (“O Mistério da Ilha”), a trama retrata o racismo sofrido pelo primeiro afro-americano a voar em combate pela Marinha dos Estados Unidos e sua parceria com um colega que o acompanha até o limite, enquanto os dois se tornam os melhores pilotos e os melhores amigos sob fogo.   | ELA DISSE |   O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra um dos mais poderosos produtores de Hollywood, Harvey Weinstein. A prévia mostra Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) no papel das repórteres do New York Times que investigaram e publicaram as denúncias que abalaram Hollywood e deram início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história foca nos bastidores de meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas reportagens, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”).   | RUÍDO BRANCO |   O novo filme de Noah Baumbach (“História de um Casamento”) é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, baseada no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), que acompanha as tentativas de uma família americana dos anos 1980 para lidar com os pavores da vida cotidiana e a possibilidade de felicidade num mundo incerto. Com clima apocalíptico, traz a família central em fuga de um nuvem tóxica, mas tudo é exacerbado pela condição psicológica do pai: um medo exagerado da morte, que acompanha cada passo de sua vida. Adam Driver vive o personagem principal, fazendo sua segunda parceria com Baumbach, após ser indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019). O elenco também destaca a participação da mulher do diretor, Greta Gerwig, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que também decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). E ainda Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola. Com a produção é da Netflix, o lançamento nos cinemas é bastante limitado, antes da estreia em streaming,   | BEM-VINDOS A BORDO |   O drama francês acompanha o cotidiano de uma comissária de bordo vivida por Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). Levando sua rotina de trabalho no modo automático, um dia é dispensada pela empresa de aviação e se vê obrigada a lidar com o que a vida lhe reservou em seu retorno para casa. Vencedor do Festival de Gijón e premiado em Cannes, o filme é o primeiro longa do casal Julie Lecoustre e Emmanuel Marre, que chamou atenção ao conquistar o troféu de Melhor Curta no Festival de Locarno de 2018 (com “D’un château l’autre”).   | PRONTO, FALEI |   A primeira comédia de Michel Tikhomiroff (“Confia em Mim”) é uma história típica de farsa que dá errado, com referências que vão de “Para Todos os Garotos que Já Amei” a “Cyrano de Bergerac”. Na trama, Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) é um jornalista que, após beber muito, descobre que enviou vários rascunhos de emails falando mal de todos no trabalho. Certo que vai perder o emprego, aceita uma barganha: outro jornalista, vivido por Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mário?”), propõe assumir a autoria dos emails, e em troca pede que ele passe a escrever sua coluna. Só que os emails aumentam a popularidade do outro, que ainda é elogiado pelo trabalho que não faz. Decepcionado, o protagonista atrapalhado passa a imaginar como reverter a situação. O elenco também inclui Kéfera Buchmann (“É Fada”) e Duda Santos (“Travessia”).   | SOL |   O drama brasileiro acompanha um pai recém-separado, que não consegue se reconectar com a filha de dez anos, e se vê obrigado a viajar com ela para o interior nordestino em busca do próprio pai que o abandonou quando criança e agora quer morrer. O convívio forçado com o pai que ele odeia e a imediata conexão de sua filha com o avô testa todos os seus limites, mas lhe dá a chance de se reaproximar da filha. A direção é de Lô Politi (“Alvorada”) e o papel principal rendeu o prêmio de Melhor Ator a Romulo Braga (“Irmãos Freitas”) no Festival do Rio.   | # (HASHTAG) |   Paula Burlamaqui (“Verdades Secretas”) vive Bia uma influencer, modelo e blogueira bem-sucedida que está se preparando para a sua festa de comemoração de aniversário. Ao mesmo tempo, fica cada vez mais desconectada do mundo real e de sua própria família. Mas quando acha que vive o seu melhor momento, uma ameaça de exposição a faz questionar sua realidade. A direção é de Caio Sóh (“Canastra Suja”).   | CORAÇÃO DE PAI – SÃO JOSÉ |   O documentário religioso busca entender quem era José de Nazaré, o pai de Jesus. O diretor espanhol Andrés Garrigó é especialista em produções do gênero, já tendo filmado “Fátima, O Último Mistério” (2017) e “Luz de Soledad” (2016) sobre a santa espanhola María Soledad Torres y Acosta, entre outros documentários católicos.   | MUCO – CONTRADIÇÃO NA TRADIÇÃO |   O documentário de Oberom acompanha dois irmãos brasileiros em viagem à Índia a fim de entender as implicações que a prática milenar do Yoga, e seus princípios éticos (os Yamas), têm em nossa sociedade. Ao longo da jornada aprendem verdades ocultas da Índia que colocam em xeque a própria tradição do Yoga.   | CLARICE LISPECTOR – A DESCOBERTA DO MUNDO |   O filme de estreia de Taciana Oliveira é um ensaio documental criado a partir de uma seleção de depoimentos da escritora Clarice Lispector e entrevistas com amigos e familiares. O formato resulta numa costura poética visual de trechos adaptados da sua obra e um resgate da participação da escritora no programa “Os Mágicos”, da TV Educativa, em dezembro de 1976.   | O TABLADO E MARIA CLARA MACHADO |   O filme de estreia de Creuza Gravina foi resultado de vários anos de pesquisa para contar a história do Teatro Tablado e de sua fundadora Maria Clara Machado. A narrativa ganha forma por meio de 62 depoimentos de ex-alunos de diferentes gerações, como Marieta Severo, Malu Mader, Cláudia Abreu, Lúcio Mauro Filho, Marcelo Serrado, Bárbara Heliodora, Ernesto Piccolo, Lupe Gigliotti, Louise Cardoso, Cacá Mourthé, Leandro Hassum, Andréa Beltrão e muitos outros, além dos professores do curso de teatro e de amigos que acompanharam o trabalho da escritora, como o falecido Gilberto Braga e Marcos Palmeira.   | A SAGA CREPÚSCULO – LUA NOVA |   A Paris Filmes está relançando toda a “Saga Crepúsculo” nos cinemas brasileiros em comemoração aos 10 anos do final da franquia, que foi encerrada em 2012 com “Amanhecer – Parte 2”. Depois de “Crepúsculo” (2008), é a vez de “Lua Nova” (2009), que transformou a história de amor sobrenatural entre a mortal Bella (Kristen Stewart) e o vampiro Edward (Robert Pattinson) num triângulo com a introdução do lobisomem Jacob (Taylor Lautner). O sucesso dos filmes catapultou as carreiras do par central, que também viveu um namoro tumultuado fora das telas. Stewart e Pattinson têm feito alguns dos filmes recentes de mais prestígio e sucesso de Hollywood. Enquanto a atriz foi indicada ao Oscar por “Spencer”, o ator virou o novo “Batman” do cinema. Já Taylor Lautner, por outro lado, tornou-se coadjuvante de comédias de Adam Sandler. A “Saga Crepúsculo” também está integralmente disponível em streaming nas plataformas Netflix e Star+.

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    Vida de Daiane dos Santos vai virar filme

    5 de dezembro de 2022 /

    A vida da ginasta campeã Daiane dos Santos será contada em um filme em desenvolvimento pela produtora Maria Farinha Filmes. Ambientado na década de 1990, o longa vai mostrar a história da ginasta, descoberta em um parquinho, que se tornou a primeira negra a subir no lugar mais alto do pódio na modalidade solo. A ficção pretende mostar não apenas a trajetória pessoal da campeã mundial de 1,46 metro, que superou o racismo e as exigências mentais e físicas do esporte, mas também os bastidores do esporte. Ainda não foi definido quem interpretará a ex-atleta olímpica.

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    Novo especial de Natal dos Porta dos Fundos ganha trailer sangrento

    4 de dezembro de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o trailer oficial de “O Espírito do Natal”, novo especial de fim de ano do Porta dos Fundos. Em clima de terror, a prévia mostra seis amigos que odeiam o Natal e decidem passar o fim de ano juntos numa casa de campo isolada. Só que logo começam a ouvir barulhos sinistros e passam a acreditar que são observados. De repente, a tela começa a ser respingada de sangue. Segundo a sinopse, um deles mata acidentalmente um invasor misterioso, vestido de vermelho, na noite do dia 24. A partir daí, uma sucessão de situações estranhas começa a ocorrer, como ataques de renas selvagens e o surgimento de anões assassinos, fazendo o grupo acreditar que matou Papai Noel. A produção reúne Antonio Tabet, Thati Lopes, Rafael Portugal, Evelyn Castro, Fabio Porchat e Raphael Logam sob o comando do diretor Rodrigo Van Der Put, responsável pelos especiais anteriores. O Porta dos Fundos participou da CCXP neste domingo (4/12), acompanhados por um grupo de anões assassinos. Veja abaixo. A estreia vai acontecer em 21 de dezembro. Tem mais alguém que, se pudesse, fugiria do Natal? O meu conselho é: CUIDADO! O painel do @portadosfundos na #CCXP22 deu medo até em quem não acredita mais em Papai Noel. A estreia de #OEspíritoDoNatal já tem data: 21 de dezembro. Anota na agenda e já emenda com o fim de ano! pic.twitter.com/tbR5lTRKZF — Paramount+ Brasil (@paramountplusbr) December 4, 2022

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    Estreias: “Morte, Morte, Morte”, “Era uma Vez um Gênio” e os novos filmes em streaming

    2 de dezembro de 2022 /

    A programação de lançamentos nas plataformas de assinatura e locação digital continuam tocando o terror após um mês do Halloween. Estreias de horror e fantasia sombria são os maiores destaques da semana, mas também há opções para crianças, casais românticos e cinéfilos. Confira abaixo as 10 principais novidades disponibilizadas para o cinema em casa.   | MORTE, MORTE, MORTE | VOD*   O suspense de humor ácido destaca-se pelo bom elenco e o roteiro esperto, que cria um “quem matou” moderno e envolvente. A trama traz Amandla Stenberg (“O Ódio que você Semeia”) e Maria Bakalova (a filha de “Borat 2”) como um casal quente, que chega numa mansão isolada para se divertir com uma turma de influencers. Quando o tédio se instala, alguém sugere um jogo, em que uma pessoa fingiria ser um assassino enquanto os demais se escondem. O problema é que, quando uma tempestade apaga as luzes, começam a surgir cadáveres. Um assassino estaria realmente entre eles. O filme tem direção da atriz holandesa Halina Reijn (“Instinto”) e seu elenco também inclui Pete Davidson (“O Esquadrão Suicida”), Myha’la Herrold (“Industry”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Chase Sui Wonders (“Generation”) e Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”).   | ERA UMA VEZ UM GÊNIO | VOD*   O filme que marca a volta do cineasta George Miller ao cinema, sete anos após deixar público e crítica impressionados com “Mad Max: Estrada da Fúria”, é inspirado pelas fábulas das Mil e uma Noites. A fantasia de visual arrebatador traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) como um gênio encantado – na verdade, um Djinn – , cuja “lâmpada” mágica vai parar nas mãos de uma viúva solitária (vivida por Tilda Swinton, de “Doutor Estranho”) após passar séculos perdida. Enquanto pondera seus três desejos, a mulher conhece a história do gênio e reflete sobre a velha moral da história: “cuidado com o que desejar”. O visual, especialmente durante as cenas de recriação do Oriente exuberante, é de encher os olhos, com muitos efeitos visuais, além de uma fotografia, cenografia e figurinos refinadíssimos. Mas a expectativa para a produção era maior que seus 71% de aprovação da crítica na contabilização do site Rotten Tomatoes.   | O TROLL DA MONTANHA | NETFLIX   A fantasia norueguesa acompanha uma equipe de especialistas formada para investigar estranhos acontecimentos na montanha de Dovre. Eles logo descobrem que um monstro gigante despertou após mil anos, destruindo tudo pelo caminho – um caminho que leva à capital da Noruega. Uma premissa curiosa, que sugere um Godzilla inspirado nas lendas nórdicas. O filme tem direção de Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”) e é estrelado por Ine Marie Wilmann (“Furia”), Mads Sjøgård Pettersen (“O Rei da Montanha”), Kim Falck (“Presos no Gelo 3”) e Gard B. Eidsvold (“Em Busca do Castelo Dourado”).   | HALLOWEEN ENDS | VOD*   Anunciado como encerramento da longeva saga de terror, o filme apresenta a última batalha entre o bicho-papão Michael Myers e a final girl Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Literalmente no final mesmo, após frustrar grande parte do público com uma longa história paralela em torno de um assassino copiador. Apesar da moral da história ser que o mal nunca morre e pode se esconder por trás de muitas máscaras, esta continuação foi vendida como o final definitivo da franquia. Mas desde que Laurie e Michael se enfrentaram pela primeira vez em 1978, eles já tiveram três finais anunciados como definitivos – o primeiro foi a continuação direta, “Halloween II”, de 1980, seguido por “Halloween H20: Vinte Anos Depois” em 1998 e, por fim, “Halloween: Ressurreição” em 2002, o filme em que Laurie morre. Todos foram ignorados pela nova trilogia, inaugurada em 2018 como uma sequência direta do longa original de John Carpenter. O papel de Laurie deu à Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. A nova trilogia também resgatou as crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978 – uma delas vivida pela mesma atriz, Kyle Richards – , e introduziu a filha e a neta da heroína, interpretadas por Judy Greer e Andi Matichak. Uma delas foi despachada pelo bicho papão no longa anterior, o que deixa Laurie meio desnorteada na nova sequência, especialmente ao aproximar sua descendente restante do perigoso aprendiz de Mike Myers. A direção é de David Gordon Green, que comandou toda trilogia atual e conseguiu uma façanha: fazer com que cada novo capítulo fosse mais decepcionante que o anterior.   | O AMANTE DE LADY CHATTERLEY | NETFLIX   A nova adaptação do romance homônimo de DH Lawrence traz Emma Corrin (a Princesa Diana de “The Crown”) em cenas quentes. A trama é famosamente escandalosa e já gerou versões muito picantes na tela, inclusive um lançamento proibido para menores estrelado por Sylvia Kristel (a “Emmanuelle”) em 1981. O livro foi publicado originalmente na Itália e na França na década de 1920, mas não foi impresso nos Estados Unidos até 1959 sob a acusação de conter obscenidades. A história gira em torno da rica e privilegiada Lady Chatterley, casada com um homem que ela não ama. Entediada e isolada no campo, ela inicia um relacionamento casual, que vira passional, com um jovem humilde que trabalha em sua propriedade inglesa. Além de Emma Corrin como Lady Chatterley, o elenco destaca Jack O’Connell (“Invencível”) como o amante e Nicholas Bishop (“Industry”) como o marido traído. O roteiro foi escrito por David Magee (“As Aventuras de Pi”) e a direção é da francesa Laure de Clermont-Tonnerre, diretora do filme “The Mustang” (2019) e da minissérie “The Act”.   | HOLD ME TIGHT | MUBI   O novo filme de Mathieu Amalric (“O Quarto Azul”) acompanha uma mulher que um dia simplesmente abandona sua família. Enquanto dirige para longe, ela imagina situações que podem estar acontecendo, sobre a reação dos filhos e do marido ao descobrirem que ela não vai voltar logo. Ancorado por uma performance magistral de Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), o ator, roteirista e diretor francês realiza um estudo da dor e da perda de forma fragmentada, mas permite a visualização de todas as peças para o público contemplar o grande quadro da vida. Por seus trabalhos, Krieps e Amalric estão concorrendo ao César 2023 (o Oscar francês), que acontece em fevereiro.   | AS AVENTURAS DE TADEO E A TÁBUA DE ESMERALDA | VOD*   A terceira animação da franquia de Tadeo traz o Indiana Jones espanhol desencadeando acidentalmente um antigo feitiço, que coloca em perigo a vida de seus amigos – entre eles, a Múmia do primeiro filme, que agora tem uma namorada. As aventuras vão das pirâmides do México às pirâmides do Egito, sem esquecer da pirâmide de Paris (diante do Museu do Louvre). Assim como os anteriores, o novo filme tem direção de Enrique Gato, criador de Tadeo Jones – que ele revelou pela primeira vez em 2006 num curta animado. O personagem, um ex-trabalhador da construção civil que sonhava virar arqueólogo aventureiro, é simpaticíssimo e suas animações muito bem feitas, com ação suficiente para contentar os fãs, senão de Indiana Jones, ao menos de Tintim, o aventureiro de quadrinhos mais famoso da Europa.   | ENTRE ROSAS | *VOD   A comédia dramática francesa acompanha uma criadora de rosas à beira da falência, que é salva por uma solução de sua fiel secretária: contratar três presidiários sem nenhum conhecimento de jardinagem, mas que trabalham por salários baixos. Completamente diferentes, eles se unem na missão de salvar a pequena fazenda. A veterana Catherine Frot (“Margueritte”) tem o papel principal.   | UM NATAL CHEIO DE GRAÇA | NETFLIX   A comédia que marca a estreia de Gkay como protagonista virou babado com duas semanas de antecedência por conta das fofocas de bastidores, que trouxeram à tona supostos ataques de estrelismo da influencer. Na trama, Sérgio Malheiros (“Impuros”) fica desconsolado após flagrar a noiva lhe traindo com outra mulher na véspera do Natal e, sem saber como encarar a festa da família, convida a primeira desconhecida que encontra para ser sua acompanhante no Natal, na mansão de sua mãe rica (Vera Fisher, de “Salve Jorge”) e diante de todos os parentes. Só que a desconhecida é Gkay, que se revela sem classe alguma e capaz de causar um vexame atrás do outro. O elenco também inclui Monique Alfradique (“Bem-vinda a Quixeramobim”), Letícia Isnard (“Um Tio Quase Perfeito”), Nando Cunha (“Vizinhos”) e Cezar Maracujá (“Nada Suspeitos”), entre outros. O roteiro é de Carol Garcia (“Bom Dia, Verônica”) com consultoria de Fil Braz (“Minha Mãe É uma Peça”) e direção de Pedro Antônio (“Tô Ryca!”).   | SR. | NETFLIX   O documentário retrata a vida do cineasta Robert Downey, pai do ator Robert Downey Jr. Tem direção de Chris Smith (“Fyre Festival: Fiasco no Caribe”), mas foi concebido e é conduzido na tela por Downey Jr. A obra destaca momentos emocionantes da convivência entre pai e filho, enquanto o intérprete do Homem de Ferro registra os últimos meses de vida de seu pai em conversas sobre suas realizações, lutas e família. O filme também serve para apresentar a obra do diretor para as novas gerações. Como os filmes eram independentes, nunca receberam muita atenção do mercado e jamais saíram do circuito dos iniciados, o que deixou seus principais títulos inéditos no Brasil e em vários países do mundo. Por conta disso, sua ousadia acabou esquecida. Mais que isso, é até desconhecida entre os que se referiam a ele apenas como o pai de Robert Downey Jr. Mas Robert Downey marcou época no cinema como um dos cineastas mais transgressores e identificados com o movimento contracultural dos EUA. Ele tem pelo menos um filme cultuadíssimo, “Putney Swope”, de 1969, que contrastou o movimento dos direitos civis com a indústria da publicidade. Seu filho famoso atuou em vários de seus longas, estreando como ator na comédia “Pound” (1970), com cinco anos de idade. Além de dirigir, Robert Downey também foi ator e participou de filmes como “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), ambos de Paul Thomas Anderson. Sua última aparição nas telas foi como convidado do humorístico “Saturday Night Live” em 2015. Ele morreu em julho de 2021, aos 85 anos, após sofrer do Mal de Parkinson por 5 anos.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    Fernando Meirelles detalha série de “Cidade de Deus” e projeto de super-herói

    1 de dezembro de 2022 /

    Homenageado na abertura da CCXP nesta quinta (1/12), o diretor Fernando Meirelles aproveitou para abordar o projeto de lançamento de uma série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Ele explicou que a produção representa uma oportunidade de fazer uma “atualização” do longa-metragem. “Sempre me incomodou que, no filme, só falávamos das deficiências das comunidades. Dessa vez, vai ser sobre a potência dessas comunidades”. O cineasta também celebrou que, desde o lançamento de “Cidade de Deus”, a indústria cinematográfica brasileira se tornou mais diversificada, permitindo que uma nova geração de profissionais pretos possam assumir o comando do projeto. “Na época em que fizemos o filme, não tínhamos um elenco e uma equipe negra qualificada. Nesse sentido demos um grande salto no Brasil, hoje temos uma riqueza de talentos negros que vão contar essa história”. Em desenvolvimento na HBO Max, a série tem um time de roteiristas comandado pelo cineasta Sérgio Machado (“Cidade Baixa”) e que inclui Armando Praça (“Greta”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmo”) e o escritor de quadrinhos Estevão Ribeiro. Já o responsável por realizar a direção do piloto será Aly Muritiba (“Deserto Particular”). No decorrer da conversa, Meirelles ressaltou que os temas que o mobilizam para definir seus projetos são injustiça e desigualdade. “Sempre me pareceu insuportável que algumas pessoas sejam mais iguais do que outras”, disse, sobre racismo e sexismo. Ele ainda acrescentou que também passou a se interessar por produções que reflitam a crise climática que ameaça o planeta. “Vocês que são jovens, quero dar uma notícia não muito boa: Vocês estão f*didos, o futuro de vocês é péssimo. Daqui a 20, 30 anos, o mundo vai estar muito ruim, totalmente desorganizado. Essa coisa da crise climática não é brincadeira”, comentou. Apesar disso, seu próximo projeto não se enquadra nesses tópicos. Trata-se de “Sugar”, série da Apple TV+ que será estrelada por Colin Farrell (o Pinguim de “Batman”). Criada pelo roteirista Mark Protosevich (“Thor”, “Eu Sou a Lenda”), “Sugar” é uma história de detetive particular ambientada em Los Angeles, mas outros detalhes permanecem em sigilo. Segundo Meirelles o que atraiu no trabalho foi a colaboração com o ator irlandês. “Eu nunca tive uma parceria tão boa, tão forte, tão envolvida quanto com o Colin. Ele é um cara de uma doçura incrível, não tem nada a ver com quem achei que ele seria, tendo em vista que passou o rodo em Hollywood, namorou todo mundo. Achei que seria um cara confuso, estrela, mas nada disso. Era amigo de todo mundo na equipe, bom pai, ator excepcional”. Ele confessou que também tem planos de trabalhar com super-heróis, na adaptação dos quadrinhos “Cidadão Incomum”, que traz o gênero para a realidade brasileira. Criada por Pedro Ivo, a publicação acompanha um herói inexperiente em São Paulo, enquanto combate o crime e tenta entender a origem de seus poderes. “É um dos projetos que mais quero tirar da frente, mas as plataformas estão demorando para aprovar”, alfinetou. Para finalizar a conversa, o cineasta assumiu: “Não sou um cara de retrovisor, sou de farol. Não revejo meus filmes nunca, mesmo ‘Cidade de Deus’. A última vez que assisti foi em 2003 ou 2004, e eu já estava de saco cheio, de tantas vezes que vi naqueles anos em eventos e festivais. Talvez agora, nos 20 anos do filme, seja a hora de revisitar”.

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  • Filme

    Cinemas recebem “Até os Ossos”, “O Menu” e mais uma dúzia de filmes

    1 de dezembro de 2022 /

    A programação de cinema desta quinta (1/12) acrescenta nada menos que 14 títulos em cartaz, incluindo destaques da temporada de premiações, sucessos recém-lançados nos EUA, cinco produções nacionais e o relançamento do blockbuster juvenil “Crepúsculo”. Mas um detalhe chama atenção: curiosamente, os filmes de maior distribuição são duas produções sobre canibais. Confira abaixo a lista completa de estreia.   | ATÉ OS OSSOS |   O drama que volta a reunir o ator Timothée Chalamet com o diretor Luca Guadagnino após “Me Chame pelo Seu Nome” adapta o romance homônimo de Camille DeAngelis, que combina romance e canibalismo. O filme se passa nos anos 1980 e segue uma mulher em uma viagem em busca do pai que nunca conheceu, na tentativa de entender por que sente vontade de matar e comer as pessoas que a amam. No meio de sua jornada, ela encontra alguém que parece ser sua alma gêmea carnívora. O roteiro foi escrito por Dave Kajganich, que trabalhou com Guadagnino em “Suspiria”, e o papel principal feminino é vivido por Taylor Russell (“Perdidos no Espaço”), que venceu o Troféu Marcello Mastroianni de Melhor Atriz Jovem no Festival de Veneza deste ano. O elenco também inclui Mark Rylance (“Não Olhe para Cima”), André Holland (“Moonlight”), Jessica Harper (“Suspiria”), Michael Stuhlbarg (“Dopesick”), o diretor David Gordon-Green (“Halloween”), Francesca Scorsese (“We Are Who We Are”) e Chloë Sevigny (também de “We Are Who We Are”).   | O MENU |   A comédia de terror culinário segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”). Mas ao chegarem no local, eles se deparam com um clima sinistro e descobrem que os pratos principais são eles mesmos. Com direção de Mark Mylod (“Game of Thrones”), o filme atingiu 89% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e tem se mostrado um sucesso modesto nas bilheterias dos EUA.   | NOITE INFELIZ |   David Harbour (“Stranger Things”) interpreta um Papai Noel sanguinário nessa comédia de ação violenta. Na trama passada na véspera de Natal, uma equipe de mercenários de elite invade a casa de uma família rica que se odeia, fazendo todos de reféns. Porém, os invasores são surpreendidos pela visita de Papai Noel (Harbour), que ao ser recebido à tiros decide mostrar o que faz com meninos malvados. O roteiro que apresenta o “Papai Noel Duro de Matar” foi escrito pela dupla Pat Casey e Josh Miller (ambos de “Sonic: O Filme”), a direção é de Tommy Wirkola (“Zumbis na Neve”) e o elenco também conta com John Leguizamo (“John Wick”), Beverly D’Angelo (“Entourage”), Alex Haskell (“Cowboy Bebop”) e Cam Gigandet (“Crepúsculo”).   | AFTERSUN |   O premiado drama britânico acompanha as lembranças de uma mulher chamada Sophie. Ela recorda a alegria e a melancolia de um feriado de verão na Turquia, que passou com o pai 20 anos atrás, quando era criança. Nesse passeio pela memória, eventos reais se misturam a fragmentos e fatos imaginários, enquanto ela busca preencher lacunas e reconciliar a imagem do pai com quem conviveu com as verdades sobre o homem que nunca conheceu. A estreia da diretora Charlotte Wells venceu 15 prêmios internacionais, inclusive nos festivais de Cannes e Deuville, além de concorrer a mais cinco troféus no Spirit Awards 2023 (o Oscar do cinema independente) e ter rendido uma indicação a Paul Mescal (“A Filha Perdida”), intérprete do pai, ao troféu de Melhor Ator Europeu do Ano no European Film Awards.   | TUBARÃO – MAR DE SANGUE |   O suspense de tubarão acompanha um grupo de amigos pouco exemplares, que pegam “emprestado” dois jet skis para se divertir em alto-mar, mas acabam se envolvendo num acidente e ficam à deriva com um ferido. O sangue no mar atrai predadores que os cercam e atacam sem parar. Apesar do tema batido, elenco pouco conhecido e da ficha do diretor James Nunn (“Busca Explosiva 5” e “Busca Explosiva 6”) como especialista em thrillers de DVD, o ritmo é bem tenso.   | A MALDIÇÃO DO QUARTO 203 |   O terror indie acompanha duas melhores amigas que se mudam para um apartamento de história sombria e passam a ser aterrorizadas por espíritos malignos. Os papéis principais trazem Francesca Xuereb (“A Vida Sexual das Universitárias”) em sua estreia no cinema e a ucraniana Viktoria Vinyarska, que curiosamente já fez um filme brasileiro: “A Floresta de Jonatas”, em 2012. A direção é de Ben Jagger (“Corbin Nash”) e capricha nos clichês do J-horror, o cinema de terror do Japão.   | PLANO A |   Conhecidos por filmes de terror judeu, os irmãos israelenses Doron e Yoav Paz (“JeruZalem” e “Golem”) abordam o maior terror judeu de todos: o holocausto. Mas como filme de vingança sangrenta! A história é baseada em fatos reais, embora não muito divulgados, sobre um grupo de judeus sobreviventes que decidiu partir para o “olho por olho” com a população da Alemanha. Formado em 1945, diante da inconformidade com as sentenças “leves” para criminosos de guerra e a vitimização do povo cúmplice, o grupo traça uma meta ambiciosa: matar um alemão para cada judeu assassinado por nazistas, num total de 4 milhões. Com fotografia de Moshe Mishali (“Fauda”) indicada ao “Oscar israelense”, o filme destaca em seu elenco o alemão August Diehl (“Bastardos Inglórios”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“See”).   | BREVE HISTÓRIA DO PLANETA VERDE |   A fantasia premiada do argentino Santiago Loza (“La Paz”) é de 2019, ano em que venceu o Teddy de Melhor Filme LGBTQIAP+ no Festival de Berlim e o Janela Sangrenta de Melhor Filme Latino-Americano no Festival de Sitges, na Espanha, dedicado ao cinema fantástico. A trama acompanha Tania, uma mulher trans (Romina Escobar) que descobre que sua avó passou os últimos anos de sua vida na companhia amorosa de um alienígena. Juntamente com dois amigos, ela viaja pela Argentina rural para realizar o último desejo da avó e devolver a criatura ao seu local de origem.   | PEQUENOS GUERREIROS |   O filme infantil acompanha uma família em viagem de carro pelo interior do Ceará. Enquanto os adultos planejam pagar uma promessa, as três crianças se divertem com uma sucessão de descobertas inusitadas pela paisagem agreste, incluindo ETs e dinossauros que encontram pelo caminho, aprendendo as histórias e as riquezas culturais do sertão. O trabalho marca a estreia da produtora Bárbara Cariry (“A Jangada de Welles”) como diretora de longas.   | NA RÉDEA CURTA |   A comédia de humor popular é uma versão da websérie homônima. Acompanha Júnior, um filhinho da mãe que, ao descobrir que vai ser pai, decide ir atrás do pai que o abandonou há muito tempo. Mas claro que Mainha vai junto nesta jornada pelo interior baiano, enfrentando diversos perrengues que só servem para aproximar mais mãe e filho. A direção é da dupla Glenda Nicácio e Ary Rosa, que ficou conhecida com o dramático e premiado “Café com Canela” (2017), e o elenco destaca os atores Thiago Almasy, diretor-roteirista da série original, e Sulivã Bispo no papel feminino de Mainha, personagem que ele viveu também na série “Treme Treme” e até no Prêmio Multishow.   | ÊXTASE |   O primeiro longa documental de Moara Passoni, co-roteirista de “Democracia em Vertigem” (2019), é um relato impressionante e impactante de uma jovem anoréxica, que leva seu corpo até o limite. Narrado do ponto de vista da protagonista, o filme embarca no delírio de achar que uma vida feita de restrição e tortura represente seu contrário e seja extremamente sedutora. Venceu sete prêmios em festivais internacionais, a maioria europeus, e o de Melhor Filme de Estreia na Mostra de São Paulo de 2020.   | DEUS TEM AIDS |   Dois dos diretores mais representativos dos filmes de temática gay no Brasil se juntam num documentário sobre sorofobia, nome dado ao medo das pessoas com HIV. A obra acompanha sete artistas e um médico ativista, todos portadores do HIV, em seus cotidianos, lutas e artes, com destaque para performances provocativas. Os diretores são Fábio Leal, da comédia “Seguindo Todos Os Protocolos”, premiada no Festival de Tiradentes, e Gustavo Vinagre, da aventura “Três Tigres Tristes” (2022), premiada com o Teddy no Festival de Berlim deste ano.   | NUNCA MAIS SEREI A MESMA |   O documentário de Alice Lanari (“América Armada”) acompanha quatro mulheres de diferentes países, idades, origens e raças, que nunca se encontraram, mas compartilham histórias similares entre si, assim como a tantas outras mulheres latino-americanas que foram afetadas pela violência.   | CREPÚSCULO |   A Paris Filmes anunciou que relançará toda a “Saga Crepúsculo” nos cinemas brasileiros a partir desta quinta (1/12). O relançamento vai comemorar os 10 anos do final da franquia, que foi encerrada em 2012 com “Amanhecer – Parte 2”. Os filmes chegarão semanalmente ao circuito, um título por vez, na ordem em que foram exibidos originalmente. Assim, “Crepúsculo” (2008) reestreia agora, sendo seguido por “Lua Nova” (2009) no dia 8, “Eclipse” (2010) no dia 15, “Amanhecer – Parte 1” (2011) no dia 20, finalizando com a “Parte 2” (2012) em 27 de dezembro. Juntos, os cinco filmes da história de amor sobrenatural entre a mortal Bella (Kristen Stewart) e o vampiro Edward (Robert Pattinson) renderam mais de US$ 3,3 bilhões em bilheteria, gerando ainda inúmeras fanfics que originaram suas próprias franquias – de “Cinquenta Tons de Cinza” a “After”. O sucesso dos filmes catapultou as carreiras do par central, que também viveu um namoro tumultuado fora das telas. Stewart e Pattinson têm feito alguns dos filmes recentes de mais prestígio e sucesso de Hollywood. Enquanto a atriz foi indicada ao Oscar por “Spencer”, o ator virou o novo “Batman” do cinema. A “Saga Crepúsculo” também está integralmente disponível em streaming nas plataformas Netflix e Star+.

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    Pôster do novo especial de Natal do Porta dos Fundos é um horror

    30 de novembro de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o pôster oficial de “O Espírito do Natal”, novo especial de fim de ano do Porta dos Fundos. A prévia registra olhares assustados e gritos do elenco, ressaltando o espírito “natalino” da produção, que será um terrir de Papai Noel. A trama vai girar em torno de seis amigos que odeiam o Natal e decidem passar o fim de ano juntos numa casa de campo isolada. Só que um deles mata acidentalmente um invasor misterioso, vestido de vermelho, na noite do dia 24. A partir daí, uma sucessão de situações estranhas começa a ocorrer, como ataques de renas selvagens e o surgimento de anões assassinos, fazendo o grupo acreditar que matou Papai Noel. A produção reúne Antonio Tabet, Thati Lopes, Rafael Portugal, Evelyn Castro, Fabio Porchat e Raphael Logam sob o comando do diretor Rodrigo Van Der Put, responsável pelos especiais anteriores. O dia da estreia ainda não foi divulgado. Agora sim, vamos assustar as pessoas de verdade com um Especial de Natal! Prepare-se. Dezembro tem #OEspíritoDoNatal no @paramountplusbr. #portadosfundos pic.twitter.com/Obd2MD3D9Y — Porta dos Fundos (@portadosfundos) November 30, 2022

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