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    Super-herói brasileiro O Doutrinador combate a corrupção em novas fotos e trailer repleto de ação

    17 de julho de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou pôsteres de personagens, fotos e o trailer completo do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia mostra a raiva do protagonista, ao ver a filha ferida sem atendimento num hospital. A partir daí ele se transforma, com máscara e uniforme pretos, buscando vingança contra os corruptos do país. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para outra avalanche de imagens extraídas dos noticiários e também dos cartuns recentes, como o politico corrupto que ri sozinho na frente de um copo de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para setembro, em plena campanha presidencial, e a história deve continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.

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    Alice Braga divulga primeira foto dos bastidores do filme Eduardo e Mônica

    16 de julho de 2018 /

    A atriz Alice Braga (da série “Queen of the South”) anunciou o começo das filmagens de “Eduardo e Mônica”, seu próximo filme brasileiro, baseado na música de mesmo nome do Legião Urbana. Sem dar maiores detalhes, ela publicou uma imagem de um cabideiro com os figurinos de sua personagem, Mônica, e de Eduardo, que será vivido por Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”). Apesar das filmagens já terem começado, o restante do elenco ainda não foi divulgado. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. A direção está a cargo de um “especialista” em Legião Urbana, René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Produzido pela Gávea Filmes e Barry Company, “Eduardo e Mônica” deve estrear no primeiro semestre de 2020. Uma publicação compartilhada por Alice Braga (@alicebraga_oficial) em 16 de Jul, 2018 às 4:57 PDT

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    Paulo Miklos vai viver cantor de banda punk em filme de suspense

    15 de julho de 2018 /

    O cantor Paulo Miklos vai viver um roqueiro punk em seu próximo filme no cinema. O personagem é o protagonista de “O Homem Cordial”, suspense psicológico que está sendo rodado em São Paulo desde o início do mês, sob a direção de Iberê Carvalho (“O Último Cine Drive-In”) “Nunca fiz um papel tão próximo de mim, disse Miklos, em entrevista ao jornal O Globo, durante filmagem na sala de shows Credicard Hall, lugar em que ele fez muitas apresentações com a banda Titãs. “É interessante poder emprestar para o personagem algo da minha vida e da minha experiência. A gente sempre empresta, claro, mas neste caso vai ser um choque para quem me acompanha como músico. Até porque tem uma inversão de expectativas. É muito legal poder ‘brincar’ com isso”. Miklos começou a atuar – e bem – , em 2002, no filme “O invasor”, de Beto Brant, e desde então vem mantendo uma carreira paralela nas telas, em filmes tão diferentes quanto “Estômago” (2007), “É Proibido Fumar” (2009) e “Carrossel: O Filme” (2015). Em “O Homem Cordial”, a banda punk fictícia liderada por Miklos, a Instinto Radical, volta aos palcos após anos de separação para um show de reunião. Mas em meio à apresentação, o público começa a hostilizar o personagem e o grupo, que traz entre seus integrantes os atores e músicos Bruno Torres, Theo Werneck e Mauro Schames. “Na verdade, a esta altura, ninguém sabe o por que da reação agressiva do público”, explicou o diretor, que também assina o roteiro em parceria com o uruguaio Pablo Stoll (“Whisky”). “Aos poucos, no entanto, o espectador vai se dando conta de que aquilo tem a ver com algo que aconteceu antes e acabou se espalhando pela internet e pelas redes sociais”. Na história, o protagonista se vê no centro de uma polêmica, após um vídeo de celular flagrá-lo no cenário em que um policial militar foi morto. O filme acompanha o roqueiro em uma jornada pela noite de São Paulo, onde ele vai enfrentar as consequências de uma sociedade cada vez mais radicalizada e extremamente polarizada. “O espectador vai acompanhar o meu personagem”, disse Miklos, ainda para O Globo. “Vai se identificar com ele e, ao mesmo tempo, vai desenvolver uma visão crítica dele. Não é um herói que você segue cegamente, é alguém que a gente vai descortinando e descobrindo coisas a partir do seu olhar. E também vão julgá-lo, como as pessoas que estão ao redor dele. É sobre isso, na verdade que estamos falando também”. A ideia do filme foram vídeos que se espalharam pela internet em 2015, mostrando um menino quase ser linchado em Copacabana por turistas e banhistas que o acusaram de ter participado de arrastões na praia. Já apreendido pelos guardas municipais, o menino continuou levando tapas e socos, antes de ser protegido para sair do local numa viatura. Ao “É um tema que me parece muito urgente”, contou Carvalho na mesma entrevista. “Em uma das edições recentes do Festival de Cannes, o Pedro Almodóvar disse que, se tivesse filhos, ficaria muito preocupado, por conta da onda reacionária que o mundo vai enfrentar nos próximos anos. Fiquei assustado porque achava que era localizado, mas fiquei pensando onde isso vai parar. Foi quando eu tive a certeza de que o meu filme seria sobre isso”. Ou seja, sobre a influência da internet e das redes sociais na mobilização de pessoas para o bem ou, na maior parte do tempo, para o mal.

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    Festival de Locarno exibirá quatro produções brasileiras

    14 de julho de 2018 /

    O Festival de Locarno 2018 anunciou sua seleção oficial, que conta com a participação de quatro produções brasileiras – duas delas em coprodução com outros países. O Brasil estará representado em três das cinco mostras competitivas do festival suíço. Na mostra principal, “Competição Internacional”, desponta “Tarde para Morir Joven”, coprodução com Chile, Argentina, Holanda e Catar dirigida pela chilena Dominga Sotomayor. Na mostra “Cineastas do Presente”, que reúne realizações de novos diretores com até dois filmes no currículo, estreia o inédito “Temporada”, de André Novais Oliveira, e a coprodução “Familia Sumergida”, da argentina María Alché. Na seção “Sinais de Vida”, dedicada à experimentação de linguagem, o destaque é “Sedução da Carne”, do veterano Júlio Bressane, com Mariana Lima. Vale lembrar que, no ano passado, o festival premiou o terror brasileiro “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra. A 71ª edição do Festival de Locarno vai acontecer de 1º a 11 de agosto, com uma homenagem especial ao astro americano Ethan Hawke, que receberá o Prêmio de Excelência pela carreira e exibirá seu mais recente filme como diretor, “Blaze”.

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    Carlos Saldanha vai bancar prêmios de duas categorias do Anima Mundi 2018

    14 de julho de 2018 /

    O cineasta carioca Carlos Saldanha vai premiar pessoalmente – e do próprio bolso – dois filmes da seleção do Festival Anima Mundi 2018. O dinheiro não é muito, R$ 8 mil no total, mas o simbolismo é gigante. Afinal, receber um prêmio de um cineasta indicado ao Oscar – duas vezes, por seu curta animado “Aventura Perdida de Scrat” e o longa “O Touro Ferdinando” – é sempre incentivador. Os dois prêmios bancados por Saldanha, que vão levar o nome do cineasta, rendem R$ 5 mil para o Melhor Curta Brasileiro e R$ 3 mil para o Melhor Curta de Estudante Brasileiro. “Faço questão de entregar o prêmio pessoalmente. Quero encorajar as pessoas a criarem cada vez mais”, disse ele, em entrevista ao UOL, acrescentando que aproveitou uma vinda ao país para participar ativamente do festival. “Com todos os compromissos que tenho no exterior, é difícil eu vir ao Brasil”. Saldanha vem ao Brasil para produzir e dirigir a série nacional “Cidades Invisíveis” para a Netflix, seu primeiro trabalho com atores de carne e osso. A série terá oito episódios e vai contar a história de um detetive (vivido por Marco Pigossi) que se envolve em um mundo habitado por criaturas do folclore nacional. Saldanha comparou a série com o universo fantástico de Neil Gaiman em “Deuses Americanos” e acredita que também interessará espectadores fora do Brasil. Aproveitando a visita, Saldanha terá participação intensa no Anima Mundi. Além de entregar os prêmios, no dia 28 de julho, no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, ele participará da exibição de “O Touro Ferdinando” e do making of da animação e conversará com o público sobre seu processo de criação. “Conheço o pessoal do Anima Mundi desde o início, há 26 anos, e ele tem uma importância muito grande ao fomentar a indústria de anmação nacional”. Mas apesar da fama do evento, os prêmios em dinheiro não são muito mais elevados que os bancados por Saldanha. O maior prêmio individual é de R$ 15 mil para o Melhor Curta, nacional ou internacional. Falta maior apoio de patrocinadores, que não acompanham a projeção do festival, considerado o maior festival de animação da América Latina. Além disso, deste 2012 o Anima Mundi pré-qualifica o trabalho premiado como Melhor Curta ao Oscar da categoria. Para a edição deste ano, foram selecionados 576 títulos de 40 países, sendo 108 produções nacionais de 13 estados. O Anima Mundi 2018 ocorrerá no Rio de Janeiro entre 21 a 29 de julho e em São Paulo entre 1º e 5 de agosto.

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    Ivete Sangalo será professora de filosofia no filme da peça De Perto, Ela Não é Normal

    13 de julho de 2018 /

    A cantora Ivete Sangalo vai resgatar sua carreira bissexta de atriz com um papel no filme “De Perto, Ela Não é Normal”, adaptação da peça criada e estrelada por Suzana Pires (“Loucas pra Casar”). Pires vai repetir no filme o papel da protagonista Suzi, uma mulher na faixa dos 40 anos que tenta recuperar o temperamento sensível e criativo da infância. Sangalo interpretará uma professora de filosofia que auxilia Suzi na sua jornada. “Eu acredito muito no trabalho da Ivete como atriz e escrevi pra ela”, contou Suzana Pires à coluna de Léo Dias, no jornal Extra. A atriz também assina o roteiro do filme, que será dirigido por Cininha de Paula (“Duas de Mim”). As filmagens de “De Perto, Ela Não é Normal” começam em agosto. Antes desse projeto, Ivete já tinha atuado em “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “Crô: O Filme” (2013). Ela também foi Maria Machadão no remake da novela “Gabriela”, exibida na rede Globo em 2012, onde contracenou com Suzana Pires.

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    Caio Blat filma pela primeira vez com o filho mais velho

    13 de julho de 2018 /

    O ator Caio Blat vai contracenar pela primeira vez com seu filho mais velho, Antonio, de 15 anos, no cinema. O ator compartilhou bastidores da produção de título longo e acadêmico, “Paulo de Tarso e a História do Cristianismo Primitivo Segundo o Espiritismo”. Nelas, os dois aparecem juntos e caracterizados para dar vida a personagens no docudrama espírita. O filme marcará a estreia do adolescente na atuação. O projeto é realmente de família, já que a atriz Ana Ariel, ex-mulher de Caio e mãe de Antonio, também participa das filmagens. Ana e Caio foram casados por três anos, entre 2001 e 2004. Após a separação, o ator teve pouco contato com o filho, com quem voltou a falar em março deste ano. Na ocasião, Blat publicou uma foto ao lado de Antonio e escreveu nas redes sociais: “Um cara muito especial tá de volta na minha vida, para minha maior alegria! E acaba de completar 15 anos! Parabéns, Antonio, filhote e amigo. Deus te proteja sempre!” “Paulo de Tarso e a História do Cristianismo Primitivo Segundo o Espiritismo” tem estreia prevista para o segundo semestre.

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    Festival de Gramado 2018 terá predomínio de filmes cariocas

    10 de julho de 2018 /

    A organização do 46ª edição do Festival de Gramado divulgou a seleção de suas mostras competitivas, chamando atenção para o predomínio de filmes cariocas. Dos nove títulos selecionados para competição de longas brasileiros, cinco vem do Rio de Janeiro – mais da metade. Os demais são dois filmes de São Paulo, um do Paraná e outro do Rio Grande do Sul. São dois títulos a mais que a competição do ano passado, mas sem incluir nenhuma produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste na disputa ao Kikito 2018. Também foram revelados os cinco títulos estrangeiros da disputa entre longas latinos – número ainda muito baixo para um festival que pretende ser referência sul-americana. Um deles, por sinal, é uma coprodução brasileira, “Las Herederas”, dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi, que já venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Entre os destaques da competição nacional, estão a animação “A Cidade dos Piratas”, do animador gaúcho Otto Guerra, que adapta as tiras dos “Piratas do Tietê”, de Laerte, a cinebiografia “Simonal”, dirigida por Leonardo Domingues, “O Banquete”, de Daniela Thomas, passado em um cenário fechado, e “Ferrugem”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Seattle e exibido no Festival de Sundance. Além dos filmes, também foram reveladas as homenagens deste ano. O Troféu Eduardo Abelin será entregue ao cineasta Carlos Saldanha, de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O touro Ferdinando”, indicado duas vezes ao Oscar. Já o Troféu Cidade de Gramado irá para ator Ney Latorraca, pela carreira de 23 filmes. O festival acontece entre 17 e 25 de agosto no Rio Grande do Sul, e sua abertura acontecerá com a première nacional de “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados para a competição. LONGAS BRASILEIROS “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr. “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum LONGAS ESTRANGEIROS “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo CURTAS BRASILEIROS “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer “Guaxuma” (PE), de Nara Normande “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo “Majur” (MT), de Rafael Irineu “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira “Torre” (SP), de Nádia Mangolini CURTAS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick “O Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale

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    Intervenção: Novo filme policial do autor de Tropa de Elite começa a ser filmado

    9 de julho de 2018 /

    O novo filme do autor de “Tropa de Elite” começou a ser filmado no Rio. Chama-se “Intervenção” e desta vez o roteirista Rodrigo Pimentel, o ex-capitão da Polícia Militar que é coautor dos dois “Tropa de Elite” (2007 e 2010) e uma das inspirações para o personagem Capitão Nascimento, vai abordar o fracasso das UPPs. No lugar da truculência e a corrupção da polícia exploradas nos dois filmes dirigidos por José Padilha, a nova produção pretende denunciar as condições precárias a que foram submetidos os agentes do projeto de segurança pública, inaugurado em 2008 com a promessa de levar paz às comunidades. Com direção de Caio Cobra (em seu segundo filme na função, após o ainda inédito “Virando a Mesa”), “Intervenção” é estrelado por Marcos Palmeira (“Mandrake”), que raspou a cabeça para viver o Major Douglas, símbolo de uma polícia ciente de sua incapacidade de combater o tráfico. “Meu personagem é descrente. Já sabe que a UPP não vai dar certo, porque os políticos e a Justiça não estão interessados no assunto tanto quanto deveriam. Seu foco é preservar a corporação”, revelou Marcos Palmeira ao jornal O Globo, num intervalo das filmagens. Segundo a publicação, Pimentel montou sua trama após ouvir cerca de 200 relatos, em mais de 20 visitas a UPPs ao longo da última década. “O policial de UPP é um sobrevivente. Se ele tivesse recursos, equipamentos, rádios funcionando, colete, munição, helicóptero… ele conseguiria fazer frente ao tráfico. Mas não tem”, resume o roteirista. Já o diretor revelou que “o filme não tem mocinho nem bandido, mas pessoas em situação-limite”. A produção conta no set com a consultoria de policiais, alguns deles contratados para integrar o elenco, mas pretende evitar o maniqueísmo ao construir uma história com personagens de lados diferentes da situação. A trama acompanha Larissa (Bianca Comparato, da série “3%”, que assumiu o papel após Anitta ter recusado o convite por “conflitos de agenda”), uma policial militar recém-concursada, que vê no projeto de pacificação uma solução para a violência. Ela vive um conflito familiar com a irmã, Flávia (Dandara Mariana, da novela “A Força do Querer”), funcionária de uma ONG de direitos humanos que fiscaliza os abusos e erros da PM nas comunidades. A história do filme sofre uma reviravolta após uma apreensão de roubo de carga, quando uma troca de tiros mata um morador e um vídeo de toda a ação vai parar nas redes sociais. Larissa atribui a tragédia a um juiz que, dias antes, mandou soltar o traficante responsável pela ação criminosa. “Diante do cenário desolador, vendo seus colegas expostos e seu sonho ruir, a PM parte para uma vingança cega”, afirma a sinopse oficial enviada à imprensa. “Intervenção” será distribuído pela Paris Filmes e vai chegar aos cinemas já em 15 de novembro.

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    Bruno Gagliasso vai viver o cantor Leonardo no cinema

    8 de julho de 2018 /

    Em meio a polêmicas nas redes sociais, o ator Bruno Gagliasso segue com a agenda cheia e bastante disputado para trabalhos no cinema. Segundo o colunista Flávio Ricco do UOL, ela está confirmado para interpretar o cantor sertanejo Leonardo em cinebiografia a ser dirigida por Mauro Lima, intitulada “Não Aprendi Dizer Adeus”. Ele é o único nome confirmado na produção até o momento. E não há previsão para o começo das filmagens justamente por conta dos compromissos de Gagliasso para os próximos meses. O ator está escalado para ser um dos protagonistas de “O Sétimo Guardião”, a futura novela das nove. Assim, ele somente poderia fazer o longa depois do fim das gravações da Globo, o que só deve ocorrer no primeiro semestre de 2019. Apesar da carreira bem-sucedida na televisão, possui uma carreira ainda tímida nos cinemas com apenas três longas nos currículo: “Mato sem Cachorro” (2013), “Isolados” (2014) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Mas logo vai dobrar este número, pois já filmou os vindouros “Todas as Canções de Amor” e “Loop”, e atualmente trabalha em “Marighella”. Já Mauro Lima vem se especializando em cinebiografias, como “Tim Maia” (2014) e “João, o Maestro” (2017), sobre João Carlos Martins, sem esquecer “Meu Nome Não é Johnny” (2008), focado no traficante João Guilherme Estrella. Atualmente, ele também desenvolve “Casagrande e Seus Demônios”, sobre o jogador de futebol que virou comentarista da rede Globo.

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    Filme com Andréa Beltrão e Marco Ricca é premiado no Festival de Karlovy Vary

    8 de julho de 2018 /

    O filme “Sueño Florianópolis”, coprodução do Brasil e da Argentina, venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Karlovy Vary, na República Checa, principal evento cinematográfico do Leste Europeu e um dos mais importantes do antigo continente – atrás dos tradicionais festivais de Cannes, Veneza e Berlim. Filmado em Santa Catarina, com atores brasileiros e direção da argentina Ana Katz (de “Minha Amiga do Parque”), “Sueño Florianópolis” é uma comédia que questiona convenções sociais sobre família. A trama acompanha um casal argentino em crise que, na década de 1990, viaja com seus dois filhos adolescentes até Florianópolis de férias. O casal é vivido por Gustavo Garzón (“O Cidadão Ilustre”) e Mercedes Morán (“Neruda”), mas o elenco também destaca Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) e Marco Ricca (“Canastra Suja”). “Sueño Florianópolis” também ganhou o Prêmio da Crítica (Fipresci) e o Globo de Cristal de Melhor Atriz, que coube a Mercedes Morán. O vencedor do prêmio de Melhor Filme, porém, foi a co-produção romeno-checa “I Do Not Care If We Go Down In History As Barbarians”, do cineasta romeno Radu Jude. O drama é uma reflexão carregada de ironia e sarcasmo sobre a negação da participação romena no Holocausto, durante uma reconstituição da Batalha de Odessa. Dezenas de milhares de judeus foram mortos durante aquela batalha, travada em 1941 entre a União Soviética e a Romênia, que recebeu apoio da Alemanha nazista. Radu Jude explora a responsabilidade das tropas romenas no massacre, algo que tem sido negado ou minimizado na história do país por décadas. Veja abaixo a lista completa dos premiados e homenagenageados do festival. GRANDE PRÊMIO – GLOBO DE CRISTAL “I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians”, de Radu Jude (Romênia, República Checa). PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI “Sueño Florianópolis”, de Ana Katz (Argentina, Brasil) MELHOR DIREÇÃO Olmo Omerzu, por “Winter Flies” (República Checa, Eslovênia, Eslováquia) MELHOR ATRIZ Mercedes Morán, de “Sueño Florianópolis” (Argentina, Brasil) MELHOR ATOR Moshe Folkenflik, de “Redemption” (Israel) MENÇÕES HONROSAS ESPECIAIS “Jumpman”, de Ivan I. Tverdovskiy (Rússia, Lituânia) “History of Love”, de Sonja Prosenc (Eslovênia, Itália, Noruega) GRANDE PRÊMIO – LESTE DO OESTE (dedicado a filmes do leste europeu) “Suleiman Mountain”, de Elizaveta Stishova (Quirguistão, Rússia) Kyrgyzstan, Russia, 2017 PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – LESTE DO OESTE “Blossom Valley”, de László Csuja (Hungria) GRANDE PRÊMIO – MELHOR DOCUMENTÁRIO “Putin’s Witnesses”, de Vitaly Mansky (Letônia, Suiça, República Checa) PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – DOCUMENTÁRIO “Walden”, de Daniel Zimmermann (Suiça, Áustria) GLOBO DE CRISTAL POR CONTRIBUIÇÃO AO CINEMA MUNDIAL Tim Robbins (EUA) GLOBO DE CRISTAL POR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA AO CINEMA MUNDIAL Barry Levinson (EUA) PRÊMIO DO PRESIDENTE DO FESTIVAL Robert Pattinson (Reino Unido) PRÊMIO DO PRESIDENTE DO FESTIVAL POR CONTRIBUIÇÃO À FILMOGRAFIA CHECA Jaromír Hanzlík (República Checa)

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    Andréa Beltrão vira Hebe Camargo na primeira foto oficial do filme da apresentadora

    5 de julho de 2018 /

    A produção da cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo (1929-2012) ganhou sinopse e sua primeira foto oficial, que mostra a atriz Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) caracterizada como a famosa apresentadora de TV. O filme será dirigido por Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), que trabalhou com Beltrão na série “Tapas & Beijos”. A trama vai se passar na década de 1980 e mostrará a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. Leia abaixo a sinopse oficial: “São Paulo, anos 1980. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz e única autora de sua própria história. Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs”. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura, que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos.

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    Homem-Formiga e a Vespa é a maior estreia em semana de bons filmes nos cinemas

    5 de julho de 2018 /

    A nova produção de super-heróis da Marvel, “Homem-Formiga e a Vespa”, é a maior estreia desta quinta (5/7), em que poucos filmes chegam aos cinemas – mas, diferente de semanas passadas, desta vez todos têm qualidades. Melhor que o primeiro “Homem-Formiga” estrelado por Paul Rudd, graças à inclusão da Vespa (Evangeline Lilly), uma heroína “badass”, como sua parceira, a continuação é bastante leve e ligeira. Um passatempo para rir, que oferece um refresco para os fãs de quadrinhos após o trágico “Vingadores: Guerra Infinita”. Aliás, quem viu aquele filme terá bastante o que pensar após a cena pós-créditos da nova produção, que também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O segundo maior lançamento da semana é outra adaptação divertida de quadrinhos. A comédia nacional “Mulheres Alteradas” leva às telas as tiras homônimas da cartunista argentina Maitena Burundarena, que retrata questões femininas com humor ácido. E foi escrita por outra fera das tiras de quadrinhos, o brasileiro Caco Galhardo (autor de “Os Pescoçudos”), em sua estreia como roteirista de longa-metragens. O filme também marca a estreia no cinema do diretor Luis Pinheiro, que dirigiu, entre outras, a série “Lili, a Ex”, inspirada em tiras de Galhardo. Ou seja, gente que conhece o gênero. O longa conta as lutas de quatro mulheres adultas no mundo moderno, às voltas com angústias de relacionamento, casamento, filhos, trabalho, idade e vida social. Enfim, crises existenciais reais. E com um elenco realmente ótimo, liderado pelo quarteto fantástico Deborah Secco (“Bruna Surfistinha”), Alessandra Negrini (“O Gorila”), Monica Iozzi (“A Comédia Divina”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”). Um dia, as amigas em crise com seus cotidianos resolvem trocar de papel e o resultado faz rir sem perder de vista o realismo – ao contrário das fábulas moralistas de trocas sobrenaturais de corpos, que volta e meia aparecem nas comédias brasileiras. O circuito alternativo traz ainda três filmes franceses e um chileno. Na lista francesa, chama atenção a inclusão de um terror, “A Noite Devorou o Mundo”, filme de apocalipse de zumbis que se distingue no gênero pela abordagem intimista – é praticamente todo passado num pequeno prédio. Comparado a “Eu Sou a Lenda”, tem 67% de aprovação no RT. Filme mais inventivo e artístico da programação, “Nos Vemos no Paraíso” combina surrealismo e aventura trágica à la Victor Hugo numa história passada em meio à 1ª Guerra Mundial. Adaptada do livro de Pierre Lemaitre, dirigida e estrelada por Albert Dupontel (“Uma Juíza Sem Juízo”), surpreende o tempo inteiro pela imaginação com que conta a história de dois homens sem nada em comum, que se conhecem nas trincheiras e se veem ligados após um salvar o outro, embora o que sobreviveu preferisse a morte, após perder parte do rosto numa explosão. Para lidar com o horror de ver a si mesmo, ele cria máscaras, enquanto os dois resolvem tirar proveito da desgraça, com um golpe para enriquecer com os cadáveres da guerra. O humor é negríssimo e a encenação evoca as melhores obras de Jean-Pierre Jeunet (especialmente “Eterno Amor”). Venceu cinco Césars (o Oscar francês), inclusive Direção e Roteiro, e tem 89% de críticas positivas no RT. “Custódia” também traz cenas de impacto, ao lidar com a separação de um casal que luta pelo direito de ficar com os filhos. O homem é demonizado e os filhos acreditam. Mas o longa tenta demonstrar todos os lados da questão, que é das mais complexas do cotidiano humano. A contundência da realização rendeu ao ator Xavier Legrand, em sua estreia atrás das câmeras, o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza do ano passado, além de elogios rasgados da crítica. 94% no RT – a maior nota da semana. O chileno “Cachorros” completa a lista de ficções flertando com o romance e o drama político. A trama acompanha uma mulher (Antonia Zegers) que se vê atraída por seu professor equitação. Mas o ex-militar tem passado sombrio. Quando recebe advertências para se afastar, ela descobre que sua própria família esteve envolvida com os desaparecimentos de militantes de esquerda durante a ditadura de Pinochet. Premiado no circuito dos festivais – San Sebastian, Munique, Cairo, etc – , o trabalho da diretora Marcela Said tem 67% no RT. Dois documentários nacionais, de estilo TVE, preenchem as salas que faltaram. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses oficiais e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas. Homem-Formiga e a Vespa | EUA | Super-Heróis Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. Mulheres Alteradas | Brasil | Comédia O cotidiano de quatro mulheres, cada uma enfrentando problemas bem particulares: Keka (Deborah Secco) enfrenta uma crise no casamento com Dudu (Sérgio Guizé), Marinati (Alessandra Negrini) é uma workaholic que repentinamente se apaixona por Christian (Daniel Boaventura), Leandra (Maria Casadevall) sente-se bastante insegura pelo fato de ainda não ter constituído família e Sônia (Monica Iozzi) está cansada da rotina doméstica e sonha com a época em que era solteira. A Noite Devorou o Mundo | França | Terror Após um noite de festa com muita bebida, Sam (Anders Danielsen Lie) acorda completamente sozinho em seu apartamento. Ainda confuso ele descobre um terrível acontecimento: a cidade de Paris está tomada por zumbis famintos. Rapidamente ele começa a proteger o prédio em que vive e elabora estratégias para conseguir manter-se vivo em meio a catástrofe. No entanto, ele ainda não tem certeza se é o único sobrevivente neste cenário hostil. Nos Vemos no Paraíso | França | Drama Em novembro de 1918, alguns dias antes do Armistício de Compiègne, Édouard Péricourt (Nahuel Pérez Biscayart) salva a vida de Albert Maillard (Albert Dupontel). Os soldados franceses não têm nada em comum, a não ser a guerra e o ódio pelo vil Tenente Preadelle (Laurent Lafitte), e são obrigados a se unir para sobreviver – uma firme parceria marcada por farsas e lealdade. Custódia | França | Drama O casal Miriam (Léa Drucker) e Antoine Besson (Denis Ménochet) acaba de se divorciar. E para garantir a proteção de seu filho do pai, que ela acusa de ser violento, Miriam pede a custódia exclusiva. O juiz, no entanto, acaba concedendo custódia compartilhada aos dois. Tomado quase como um refém entre seus pais, Julien (Thomas Gioria) fará tudo para evitar o pior. Cachorros | Chile | Drama Mariana (Antonia Zegers) faz parte de uma importante família chilena, mas, apesar dos privilégios, encontra-se inteiramente infeliz em sua própria casa. Sentindo-se desprezada pelo pai e pelo marido, ela encontra refúgio nos braços do seu professor de equitação Juan (Alfredo Castro), acusado de diversos crimes durante a ditadura. A partir deste caso amoroso, Mariana contempla o passado de sua família vir à tona. O Desmonte do Monte | Brasil | Documentário A Colina Sagrada, que depois recebeu o nome de Morro do Castelo, foi o local escolhido pelos portugueses para a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Sua estrutura representa uma importante referência histórica e arquitetônica do passado da cidade carioca e, segundo uma lenda urbana, as entranhas do morro guardam um tesouro nunca encontrado. Apesar de toda relevância, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas que visavam promover uma especulação imobiliária na região, acabando com um dos maiores pilares da história guanabara. Estrada de Sonhos | Brasil | Documentário O documentário traz à tona a história ferroviária do Brasil. Pensando além dos trilhos e das locomotivas, discorre sobre momentos, lembranças e registros de pessoas que vivenciaram e ainda vivem esse símbolo da modernidade e progresso no passado, revisitando não apenas a primeira ferrovia do Brasil, a Barão de Mauá, como outras abandonadas.

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