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    Diretor do filme de Flordelis se diz enganado por ter filmado “uma mentira”

    25 de agosto de 2020 /

    O diretor Marco Antônio Ferraz se disse arrependido de ter feito o filme “Flordelis: Basta Uma Palavra Para Mudar” (2009) sobre a mulher que adotou 44 filhos, e que agora é implicada no assassinato de seu marido pastor, com a ajuda de alguns dos filhos adotivos. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Único filme dirigido por Ferraz, um editor de moda que se sentiu inspirado pela história de Flordelis dos Santos de Souza, a cinebiografia foi codirigida por Anderson Corrêa (“Eu Odeio Meu Chefe!”) e tinha o pastor Anderson do Carmo, que teria sido assassinado por Flordelis, como produtor executivo. “Ele era louco por ela. Fazia qualquer coisa que ela quisesse ou mandasse”, contou Ferraz. “Ele me perguntou o que eu queria que ela vestisse para a pré-estreia e eu disse para contratar um personal stylist. Ele não quis. Pediu que eu comprasse um vestido chique, que dinheiro não seria um problema. Fomos a uma loja de grife e pagamos R$ 2 mil num vestido. Foi um sonho realizado ver aquela mulher, que saiu do morro, ali, chiquérrima e linda. E, no fim das contas, tudo isso não passava de uma mentira.” A produção era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela, mas contou com um elenco estrelado, com Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella, recitando um roteiro ao lado da verdadeira Flordelis. Na época da estreia, a produção divulgou que nenhum dos atores recebeu cachê para trabalhar no longa e que o lucro da bilheteria seria investido na compra de uma casa para Flordelis e os filhos. Flordelis ficou famosa, entrou na política, virou parlamentar e na segunda (24/8) foi denunciada pelo assassinato de seu marido. O crime aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Por ter imunidade parlamentar, a deputada não pode ser presa, a não ser em flagrante delito. Mas outras dez pessoas foram denunciadas pelo crime e presas. Entre elas estão uma neta e sete filhos da deputada.

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    Continuação de Shazam! anuncia título e novo integrante do elenco

    22 de agosto de 2020 /

    O painel da continuação de “Shazam!” foi um dos mais curtos da DC FanDome, com apenas seis minutos! Mesmo assim, revelou duas informações importantes. Primeiro, o título oficial. O filme será oficialmente chamado de “Shazam: Fury of the Gods” (Shazam: Fúria dos Deuses, na tradução literal). E, segundo, o comediante Sinbad se juntará ao elenco em um papel ainda não revelado. A participação rendeu várias brincadeiras envolvendo uma antiga “teoria de conspiração”. Muitas pessoas acreditam que Sinbad estrelou um filme chamado “Shazaam” nos anos 1990. Na verdade, confundem com “Kazaam”, estrelado por Shaquille O’Neal. O tal “Shazaam” nunca existiu, apesar da “lembrança coletiva” de sua produção. Sinbad aproveitou para dizer que, a partir de agora, todos acertarão quando falarem que ele está na franquia “Shazam”. Presente no painel, o diretor David F. Sandberg apenas acenou negativamente com a cabeça quando questionado se aquilo era sério. A sequência de “Shazam!” tem previsão de estreia para novembro de 2022.

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    Volume Morto: Suspense brasileiro estreia no circuito drive-in

    21 de agosto de 2020 /

    Com cinemas fechados por conta da quarentena na maioria dos estados, alguns lançamentos podem passar em branco. É o caso do suspense brasileiro “Volume Morto”, produção da O2 Filmes que entrou em cartaz em Manaus e chega ao circuito drive-in nesta sexta (21/8), em São Paulo (Cine Drive-In Morumbi e Cine Auto), Brasília (Cine Drive-In), Fortaleza (Imprensa Cine Drive-iN) e outros estados. Escrito e dirigido por Kauê Telloli (diretor de “Eu Nunca”, mas mais conhecido como ator de “O Negócio”), a trama aborda a história de um menino que não fala nas aulas de inglês e, por isso, é apelidado de Volume Morto. Quando seus pais são convocados a irem à escola, algumas histórias vêm à tona. A pouca variedade de ambientes e ausência do personagem central (o menino) contribuem para um tom teatral, que também reflete a falta de recursos – o longa foi rodado em apenas 9 dias – , apesar do resultado bastante profissional. Isto não impediu que sua exibição no Festival de Brasília do ano passado desse o que falar. O filme foi considerado polêmico por suposto menosprezo ao abuso infantil e violência contra mulheres. O elenco destaca Fernanda Vasconcellos (“3%”) como professora, e Júlia Rabello (“Ninguém Tá Olhando”) e Daniel Infantini (“Toda Forma de Amor”) como os pais. Veja o trailer e o pôster abaixo.

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    Estreias online: 15 filmes para ver em casa neste fim de semana

    21 de agosto de 2020 /

    Da comédia genérica da Netflix “Missão Pijamas” ao documentário político “O Fórum”, selecionados 15 sugestões para quem procura diversão ligeira ou um programa cinéfilo mais profundo para ver em casa, sob as cobertas, neste fim de semana de muito frio no Sul e no Sudeste do Brasil. Confira abaixo os trailers e mais detalhes das sugestões da programação digital – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash, que em outros tempos sairiam diretamente em DVD. Missão Pijamas | EUA | 2020 Com uma história que lembra “Pequenos Espiões”, crianças precisam salvar os pais raptados por vilões. O elenco volta a reunir Malin Akerman e Joe Manganiello após “Rampage: Destruição Total”, a direção é de Trish Sie (“A Escolha Perfeita 3”) e o enredo mistura gêneros e clichês para contentar toda a família – menos, claro, o cinéfilo da casa. Disponível na Netflix. A Caçada | EUA | 2020 Thriller satírico que chegou a sofrer um ataque virulento do presidente Donald Trump no Twitter, “A Caçada” mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. A premissa, porém, esgota-se rapidamente, conforme acabam figurantes famosos para o diretor Craig Zobel (“Obediência”) eliminar. Por sinal, o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Disponível na Google Play e Vivo Play. Chemical Hearts | EUA | 2020 A adaptação do livro “A Química que Há entre Nós”, de Krystal Sutherland, conta a história de Henry Page (Austin Abrams, de “Euphoria”), de 17 anos, que nunca se apaixonou, até que, no primeiro dia do último ano do ensino médio, ele conhece a estudante transferida Grace Town (Lili Reinhart, de “Riverdale”) e tudo começa a mudar. Grace e Henry são escolhidos para co-editar o jornal da escola, e ele é imediatamente atraído pela misteriosa personagem. Ao descobrir o segredo de partir o coração que mudou sua vida e a deixou traumatizada, andando com uma bengala, ele se apaixona por ela – ou pelo menos pela pessoa que pensa que ela é. Com apenas 57% de aprovação, o filme tem roteiro e direção de Richard Tanne, que anteriormente fez o romance “Michelle e Obama”, sobre o namoro do ex-Presidente Barack Obama e sua futura esposa. Disponível na Amazon. Seberg Contra Todos | EUA | 2020 Kristen Stewart (“As Panteras”) vive uma das atrizes mais icônicas da virada dos anos 1950 para os 1960: Jean Seberg, de clássicos como “Santa Joana” (1958), “Bom Dia, Tristeza” (1958) e “Acossado” (1960). Baseado em fatos reais, o filme acompanha a investigação ilegal do FBI sobre a atriz, quando ela se envolveu com os movimentos civis do final dos anos 1960. O envolvimento também era romântico, graças à sua ligação com o ativista Hakim Jamal, primo de Malcom X e líder do movimento black power – interpretado no longa por Anthony Mackie (o Falcão dos filmes da Marvel). Apesar de elogios à interpretação de Stewart, o roteiro foi considerado superficial e um desserviço às duas atrizes – intérprete e personagem – , rendendo apenas 35% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Disponível no iTunes. Ayka | Rússia | 2018 Drama deprimente sobre uma imigrante pobre e ilegal, capaz de abandonar seu bebê recém-nascido no hospital porque não tem como sustentá-lo nem com três empregos, como faxineira, limpadora de neve nas ruas e em um abatedouro de frangos. Agiotas a perseguem para pagar uma dívida antiga, enquanto ela sofre de remorso no frio de Moscou, precisando desesperadamente de dinheiro e lutando para se manter viva após complicações do pós-parto. A personagem é vivida por Samal Yeslyamova, revelada pelo diretor Sergei Dvortsevoy em seu filme anterior, o premiadíssimo “Tulpan”, junto de um elenco não profissional. Com “Ayka”, ela trocou a condição de amadora pela consagração como Melhor Atriz do Festival de Cannes. Disponível na Looke. A Prima Sofia | França | 2019 Produção premiada que chegou sem alarde ao catálogo da Netflix, o filme de Rebecca Zlotowski (“Grand Central”) acompanha Naima, uma jovem tímida de 16 anos que vive na famosa cidade de Cannes. Quando sua prima Sofia chega de Paris para o veraneio, com a sexualidade à flor da pele e uma atitude que poderia ser considerada promíscua, sua vida muda totalmente. Disponível na Netflix. Snu – A História de Amor que Mudou Portugal | Portugal | 2019 O longa retrata o relacionamento da editora dinamarquesa Snu Abecassis e do primeiro-ministro de Portugal Francisco Sá Carneiro, que era casado, nos anos 1970. A história de amor virou um escândalo político e teve um final trágico. Disponível no Cinema Virtual. Antônia – Uma Sinfonia | Holanda, Bélgica | 2018 Cinebiografia de Antonia Brico (1902-1989), a primeira mulher a reger, com sucesso, grandes orquestras – nada menos que as filarmônicas de Berlim e Nova York, na década de 1930. O filme aborda a juventude de Antonia e a dificuldade de ser aceita no universo dos maestros, até então exclusivamente masculino. Apesar de simplificações, filme de Maria Peters (“Sonny Boy”) venceu prêmios e teve críticas positivas. Disponível no iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Meu Extraordinário Verão com Tess | Holanda, Alemanha | 2019 Premiado no Festival de Berlim e exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, o filme se passa durante um período de férias na praia, em que o menino Sam conhece a Tess, uma menina sonhadora que mostra a ele como viver o presente pode ser melhor que reviver memórias do passado ou esperar por algo que ainda não que aconteceu. Disponível no Cinema Virtual. Crimes de Família | Argentina | 2020 Drama jurídico baseado em fatos reais, acompanha uma mãe que faz tudo para defender o filho, acusado de tentar matar a ex-esposa. A mãe é interpretada por Cecilia Roth, que ficou mundialmente conhecida por sua atuação em “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999). Em meio ao drama central, a trama também aborda temas atuais como corrupção, diferenças de classes, abuso de drogas, violência contra mulher e direitos LGBTQIA+. Disponível na Netflix. Asako I & II | Japão | 2018 Com 15 filmes no currículo, incluindo curtas e documentários, o premiado cineasta Ryûsuke Hamaguchi finalmente chegou ao circuito brasileiro com seu “Asako I & II”, um drama romântico desconcertante. A trama acompanha a jovem Asako (Erika Karata) que, totalmente apaixonada, desmorona quando seu amado desaparece. Ela muda de cidade, sai de Osaka e vai morar em Tóquio para tentar reconstruir sua vida. Até que se espanta ao encontrar um rapaz que é idêntico a seu ex, mas tem outro nome e comportamento completamente diferente. Será que ela vai se deixar envolver pelo desconhecido, que é muito mais atencioso, mas não desperta nela a mesma paixão? Disponível na Looke, Now e Vivo Play. O Fim da Viagem, O Começo de Tudo | Japão | 2019 Considerado um dos maiores cineastas do J-horror, Kiyoshi Kurosawa também costuma fazer dramas serenos como este filme, exibido no Festival de Locarno e de uma delicadeza impressionante. A história se concentra numa repórter de um programa de variedades do Japão, que viaja com sua equipe ao Uzbequistão para uma matéria sobre um peixe lendário. Mas, como não conseguem encontrar o tal peixe, a equipe procura alguma coisa que possa ser interessante para não perder a viagem. Sem pauta, Yoko (a cantora Atsuko Maeda) decide conhecer os pontos turísticos do lugar, ao mesmo tempo que lida com a solidão, a saudade do namorado e uma forte insegurança, tendo em vista que em determinado momento ele deixa de retornar suas mensagens. Não parece muito? O filme tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Looke e Vivo Play. O Fórum | Alemanha | 2020 O documentário sobre o Fórum Econômico de Davos mostra o impacto da pauta ambiental sobre as maiores lideranças mundiais, incluindo a reação de Donald Trump, a frustração generalizada e o completo despreparo de Jair Bolsonaro para participar de negociações e conversas sobre o tema. O presidente brasileiro é apresentado quase como um vilão cômico, em meio a imagens de queimadas na Amazônia. Paralelamente, a produção ainda encaixa entrevistas francas do fundador do Fórum, Klaus Martin Schwab, e discursos da jovem Greta Thunberg, que também respingam na imagem brasileira. Disponível no iTunes e Vivo Play. The Stand: How One Gesture Shook the World | EUA | 2020 O documentário explora a força de uma das imagens mais icônicas de nosso tempo, criada nas Olimpíadas de 1968, quando dois medalhistas afro-americanos resolveram protestar em silêncio, com a cabeça baixa e os punhos erguidos, durante a execução do hino nacional dos Estados Unidos. Mais de 50 anos depois, esse evento permanece profundamente inspirador, polêmico e até mesmo incompreendido como uma das declarações mais abertamente políticas da história dos esportes. Disponível no Now. Eduardo Galeano, Vagamundo | Brasil | 2020 O uruguaio Eduardo Galeano, morto em 2015, foi um dos maiores escritores latino-americanos. Cinco anos antes de sua morte, o autor de “As Veias Abertas da América Latina” recebeu o cineasta Felipe Nepomuceno em sua casa em Montevidéu para uma entrevista. Este é ponto de partida do documentário, que também traz depoimentos de amigos e artistas. Disponível no Now e Vivo Play.

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    Ludmilla vira atriz de cinema no primeiro filme feito na pandemia

    20 de agosto de 2020 /

    Primeiro filme brasileiro rodado na pandemia, “Moscow”, que marca a estreia de Ludmilla no cinema, já terminou sua fotografia principal. A produção começou no início de agosto em São Paulo, após a flexibilização da quarentena na cidade, e suas filmagens duraram apenas 12 dias, tempo recorde para um longa, que costuma demorar mais (às vezes bem mais) de um mês de captação de imagens. A rapidez tem a ver com as condições de bastidores, com equipe reduzida e uso de manequins realísticos como figurantes, devido à pandemia de coronavírus. Mas para realizar tudo em tempo reduzido foram semanas de preparação em condições controladas de segurança e higiene. O resultado do empenho foi a ausência de casos de contaminação no set durante as filmagens. “Moscow” se passa em apenas uma noite, com foco em um clube de jazz em São Paulo e deve ter uma estética de quadrinhos. A direção está a cargo de outro estreante no cinema, Mess Santos, que vem do universo dos clipes nacionais, e está realizando o filme sem incentivos federais. O elenco ainda destaca Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”), que viverá a protagonista da história, Jennifer Nascimento (novela “Pega Pega”), Werner Schünemann (novela “Tempo de Amar”), Bruno Fagundes (“3%”) e Micael (novela “O Tempo Não Para”). Vale lembrar que Ludmilla faz sua estreia no cinema depois de gravar participação na 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, ainda inédita no Globoplay. Curiosamente, o filme se passa no mundo da música, mas ela não vai cantar. Quem canta na produção é Jennifer Nascimento, que disputou o reality musical “Popstar” e participa da equipe de “The Voice Brasil”. Para o lançamento, a equipe está negociando com uma grande plataforma de streaming, mas também busca distribuidoras que possam levar o filme aos cinemas.

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    Cinemas brasileiros vão reabrir com festival de blockbusters clássicos

    18 de agosto de 2020 /

    Os cinemas brasileiros estão se preparando para uma possível reabertura a partir de setembro. Mas isso não vai acontecer com lançamentos atuais, apesar de a data ser propícia para receber “Mulan” e “Tenet”. Os distribuidores e exibidores querem, primeiro, reconquistar a confiança do público, e para isso estão programando sessões iniciais com sucessos conhecidos. Batizada de festival De Volta para o Cinema, a iniciativa tem o objetivo de estimular a volta do público com sessões a preços acessíveis. O projeto contará com 24 filmes divididos em oito temas dentro dos gêneros de ação, comédia, ficção científica, terror, fantasia, suspense e drama com ingressos de R$ 10,00 para salas convencionais e R$ 20,00 para salas VIP, além da meia-entrada. A princípio, o chamado “festival” está programado para estrear no dia 3 de setembro. Isto é daqui a duas semanas. Entretanto, não há sinais claros de parte das autoridades para que os cinemas possam abrir nesta data nos principais mercados do país. Manaus foi a primeira grande cidade a autorizar o retorno da atividade, em agosto. No Rio de Janeiro, há expectativa de autorização para a reabertura em setembro. Mas São Paulo segue sem previsão, a espera do avanço das fases de quarentena. Caso a data não possa ser cumprida em muitos locais, a ideia é manter a programação do festival de acordo com a abertura das salas em cada cidade do país, entrando em cartaz sempre na primeira semana de abertura de cada local. Nesta reabertura, as salas funcionarão com público reduzido, com espaço de duas poltronas livres entre os espectadores, para garantir o distanciamento social. Os espaços também disponibilizarão álcool em gel ao longo do percurso do cliente. Além disso, os intervalos entre as sessões serão ampliados e as salas higienizadas – incluindo as poltronas, corrimões e guarda-copos. As máscaras serão obrigatórias desde a entrada do espaço e todos terão suas temperaturas medidas. Apesar disso, a iniciativa gerou protestos nas redes sociais. Um tuíte sobre o projeto na conta de Érico Borgo, um dos idealizadores do festival, disparou comentários negativos de usuários, que argumentaram ser irresponsável reabrir os cinemas enquanto os números da pandemia continuam elevados no país. Já outros argumentaram que vários ramos de negócios já tiveram autorização de reabrir (com ou sem medidas de segurança), e que isso serviria para ajudar exibidores em situação financeira complicada após meses de fechamento. Veja os filmes selecionados para o festival “De Volta Para o Cinema” abaixo, divididos por categorias. A Fantástica Lista de Clássicos Pop “Superman: O Filme” “Os Caça-Fantasmas” “Matrix” “De Volta Para o Futuro” A Lista do Espanto “Invocação do Mal” “O Exorcista” (Versão do Diretor) “O Iluminado” “Tubarão” A Sociedade das Sagas “Harry Potter e a Pedra Filosofal” “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel” “Crepúsculo” A Vingança dos Geeks “Os Vingadores” “Batman: O Cavaleiro das Trevas” “Homem-Aranha no Aranhaverso” Curtindo a Família Adoidado “Divertida Mente” “Minions” “Turma da Mônica: Laços” “ET – O Extraterrestre” Dias de Identidade “Corra!” “Mulher-Maravilha” “Pantera Negra” Sob o Domínio do Drama “O Palhaço” “Os Bons Companheiros” Tropa de Risos “Até Que a Sorte nos Separe” “Fala Sério, Mãe!” “Minha Mãe É uma Peça”

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    Filmes: Queen & Slim é um dos 10 destaques digitais do fim de semana

    15 de agosto de 2020 /

    A Netflix tem uma nova superprodução, que reúne grandes estrelas e efeitos visuais caros, mas é um thriller indie que se destaca na programação digital do fim de semana. “Queen & Slim” é a dica desta sexta (14/8). Confira abaixo mais detalhes deste e de outro destaques digitais da programação, que reúne os 10 melhores títulos recém-disponibilizados no país – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Queen & Slim | EUA | 2019 O thriller mostra o que acontece quando um casal de namorados (Daniel Kaluuya, indicado ao Oscar por “Corra!” e Jodie Turner-Smith) é parado por uma pequena infração de trânsito e a situação sai de controle devido ao racismo do policial. O incidente é capturado em vídeo e se torna viral e, enquanto foge da polícia, o casal se torna um símbolo para os negros em todo o país. Refletindo as denuncias de racismo contra a polícia dos EUA, a produção em clima de “Thelma e Louise” marca a estreia no cinema da diretora Melina Matsoukas, após uma carreira de clipes premiados (de Rihanna e Beyoncé), e conta com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, Sky Play e YouTube Filmes. Power | EUA | 2020 Estrelado por Jamie Foxx (“Django Livre”), Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias com Ela”) e Rodrigo Santoro (“Westworld”), o filme combina super-heróis/supervilões e thriller de ação policial, ao girar em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. A direção é de Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. Disponível na Netflix. Creepy | Japão | 2016 O novo suspense de Kiyoshi Kurosawa faz um estudo psicológico sobre deformidade em meio a um mistério de assassinatos em série. A trama gira em torno de um detetive que decide se aposentar após um caso traumático. Um ano depois, recebe o pedido de um colega para investigar o desaparecimento de uma família, que deixou como único membro e testemunha uma jovem garota. Mas o mistério se torna cada vez mais obscuro, a ponto do detetive negligenciar sua esposa, com quem se mudou para a casa ao lado de um vizinho sinistro. Muitas reviravoltas e choques se sucedem, numa trama premiada em festivais de cinema fantástico e com 90% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Disponível em Vivo Play e Looke. Western | Alemanha | 2017 O nacionalismo e o ódio contra estrangeiros alimenta o drama exibido em Cannes e premiado no circuito dos festivais. Escrito e dirigido por Valeska Grisebach, que foi consultora de roteiro do sucesso “Toni Erdmann” (2016), o filme acompanha, com abordagem semidocumental, um grupo de trabalhadores alemães, contratados para obras numa região rural da Bulgária. Sem entender a língua e vivendo choque cultural constante, eles se indispõem com os moradores locais, expondo preconceitos e a mentalidade hooligan das classes baixas. Tem impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em Apple TV e Looke. Um Elefante Sentado Quieto | China | 2018 Premiado no Festival de Berlim de 2018, o primeiro e único longa do diretor Hu Bo tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de suas quase quatro horas de duração. É longo. E lento. E sem sorrisos. Uma jornada deprimente pelas margens da vida na China moderna, seguindo múltiplos personagens em uma cidade industrial, todos vítimas do egoísmo de outras pessoas. O tom sombrio reflete o estado de espírito do próprio diretor, que se matou após terminar o longa, aos 29 anos de idade. “Um Elefante Sentado Quieto” é seu epitáfio. Disponível em Apple TV, Google Play, Now, Sky Play e YouTube Filmes. Tesnota | Rússia | 2018 Vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes de 2018, este drama russo usa locações reais, elenco amador e câmera na mão – com muitos closes – para extrair o máximo de realismo possível de sua história de rapto, religião, choque cultural e diferenças geracionais. Com inclusão de cenas de tortura reais – registradas durante o aprisionamento de soldados russos por forças chechenas durante o massacre do Daguestão, em 1999 – , a estreia de Kantemir Balagov, então com 26 anos, é violenta, incômoda e muitas vezes revoltante. Mas encantou a crítica (87% no Rotten Tomatoes) e lançou a carreira de um dos cineastas jovens mais promissores da Rússia neste século. Disponível em Apple TV, Looke, Google Play, Vivo Play e YouTube Filmes. A Tenente de Cargil | Índia | 2020 A história da primeira mulher aviadora da Índia a voar numa zona de combate, durante a guerra de Cargil em 1999, tem sua dose de patriotismo, mas também é subversiva, ao considerar que a Índia mantém uma estrutura patriarcal e extremamente machista até os dias de hoje. Além de ser um drama feminista edificante, o filme de estreia de Sharan Sharma tem cenas aéreas belamente fotografadas para agradar aos fãs de “Top Gun”. Disponível na Netflix. O Príncipe Nigeriano | EUA, Nigéria | 2018 O título se refere ao golpe do “príncipe da Nigéria”, conhecido também como “Fraude nigeriana”, que consiste no envio de um e-mail em nome de um príncipe da Nigéria ou outro país da África, dizendo que você foi sido escolhido para receber uma herança, mas para isso precisa responder a mensagem com seus dados. O filme parte dessa premissa para contar a história fictícia de um adolescente americano, obrigado pela mãe a ir para a Nigéria, e que passa a ajudar o primo a dar golpes pela internet. Muito elogiado pela crítica, o filme é uma produção indie que acabou comprada pela Netflix e chega ao streaming dois anos após sua première no Festival de Tribeca. Disponível na Netflix. Boys State | EUA | 2019 O documentário vencedor do Festival de Sundance – e com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes – acompanha um grupo de jovens do Texas que participam de um “acampamento político” — uma tradição local onde os jovens organizam-se em partidos e governos para simular a administração real de um Estado. A partir dessa premissa, os diretores Amanda McBaine e Jesse Moss analisam os desdobramentos das ações do grupo e lançam nova luz sobre as divisões políticas que já influenciam as novas gerações. Disponível na Apple TV+. Lorna Washington: Sobrevivendo a Supostas Perdas | Brasil | 2020 Ícone do transformismo na cena gay carioca, Lorna Washington fez história em boates que marcaram época no Rio de Janeiro. O documentário mostra este lado glamouroso, com o estilo irreverente e as performances que a popularizaram, mas também as lutas que a tornaram reconhecida como militante, contra o preconceito sexual e pela conscientização sobre HIV. Disponível em Now e Vivo Play.

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    Academia Brasileira de Cinema ganha aval para indicar candidato nacional ao Oscar

    13 de agosto de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) foi reconhecida oficialmente como única responsável por escolher o filme que representará o Brasil na busca de uma vaga na disputa de Melhor Filme Internacional no Oscar. A instituição brasileira recebeu aval da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês) e já iniciou o processo seletivo, que neste ano terá mudança de critério, abrangendo lançamentos de streaming, devido à pandemia de covid-19. Até 2016, a escolha era uma atribuição da Secretaria do Audiovisual, vinculada ao Ministério da Cultura. A Academia Brasileira tinha direito apenas a duas vagas fixas dentre os membros da comissão. Isto mudou após a escolha polêmica daquele ano. “Pequeno Segredo” foi selecionado em detrimento do premiado “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. À época, o cineasta chegou a afirmar que seu longa havia sofrido uma “retaliação política” do governo Temer, devido a protestos da equipe contra o “golpe” no Festival de Cannes. No ano seguinte, após um acordo com o então ministro da Cultura do governo Temer, Sérgio Sá Leitão, a Academia passou a ser responsável pela formação da comissão, mas ainda sob supervisão da Secretaria do Audiovisual. Graças ao aval da Academia americana, este vínculo agora deixa de ser necessário. “É um espaço que foi ocupado pelos governos, mas não havia qualquer determinação de que deveria ser assim”, disse Jorge Peregrino, presidente da entidade, ao jornal O Globo. “Natural que a Academia ganhe esse papel de protagonismo, assim como o de entidades similares ao redor do mundo”. A comissão responsável pela escolha foi formada com Afonso Beato (diretor de fotografia), Clelia Bessa (produtora), Lais Bodanzky (produtora e diretora), Leonardo Monteiro de Barros (produtor), Lula Carvalho (diretor de fotografia), Renata Magalhães (produtora), Rodrigo Teixeira (produtor), Roberto Berliner (produtor e diretor) e Viviane Ferreira (diretora e roteirista). Dos nove integrantes, quatro também são membros da AMPAS – Afonso Beato, Lais Bodanzky, Lula Carvalho e Rodrigo Teixeira. Eles vão selecionar longas lançados entre 1º de outubro de 2019 e 31 de dezembro de 2020, data ampliada devido à covid-19. Até o ano passado, o limite de lançamento era 31 de outubro do ano anterior à cerimônia do Oscar. A cerimônia do Oscar em 2021 está marcada para o dia 25 de abril.

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    Congresso derruba veto de Bolsonaro e restabelece Lei de Incentivo ao Audiovisual

    12 de agosto de 2020 /

    Em sessão remota do Congresso Nacional, deputados e senadores derrubaram nesta quarta-feira (12/8) o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei que prorroga os benefícios fiscais previstos na Lei do Audiovisual e a vigência do Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine). Bolsonaro tinha vetado integralmente o projeto em dezembro, após aprovação na Câmera e no Senado. A Lei do Audiovisual é uma forma de apoio indireta a projetos do setor, que dá descontos fiscais a patrocinadores. A norma entrou em vigor em 1993 e permite a dedução, no Imposto de Renda, das quantias investidas. Ela tinha perdido sua validade em 2019 e Bolsonaro se recusou a renová-la, vetando o projeto integralmente. Já o Recine é um regime tributário especial, que permite estimular a ampliação de investimentos privados em salas de cinema. A lei, agora promulgada, destina incentivos fiscais aos proprietários de salas de cinema pelo país e também à produção cinematográfica e televisiva brasileira. Pelo programa, é possível a suspensão da cobrança do PIS, Cofins, Imposto de Importação e IPI na importação de equipamentos usados na construção e modernização de cinemas. Por conta do veto original de Bolsonaro à renovação das duas leis, a Ancine, que não libera o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) desde 2018, tinha tomado a iniciativa de propor empréstimos a juros para exibidores pagarem dívidas geradas pelo fechamento das salas durante a pandemia. A promulgação da PL 5.815/2019, projeto de autoria do deputado Marcelo Callero (ex-Ministro da Cultura do governo Temer), agora garantirá verbas incentivadas ao circuito cinematográfico. Será um grande alívio em meio ao sufoco causado pela guerra cultural travada pelo desgoverno, que além de tentar impedir o setor de receber os incentivos da lei, proibiu apoio da Petrobras aos festivais do país, eliminou verbas de apoio da chancelaria à divulgação do cinema nacional no exterior, desmontou várias vezes a estrutura das secretarias da Cultura e do Audiovisual e criou dificuldades burocráticas para a liberação do FSA, verba de fomento da produção audiovisual, arrecadada via taxação do setor, cujo destino desde a posse de Bolsonaro é uma incógnita.

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    Filmes online: Scooby-Doo é um dos 10 destaques digitais do fim de semana

    7 de agosto de 2020 /

    Originalmente produzido para telas grandes, “Scooby! O Filme” é o título mais conhecido dentre os lançamentos digitais da semana. O longa seria o primeiro desenho do Scooby-Doo feito para o cinema e apostou em alguns atrativos, como revelar a origem da turma animada, desde o primeiro encontro de Scooby-Doo e Salsicha ainda crianças, além de trazer diversos personagens clássicos do estúdio Hanna-Barbera, como o Falcão Azul, o Capitão Caverna e o malvado favorito da “Corrida Maluca”, Dick Vigarista. O esforço criativo, com direito a repaginação visual dos personagens por computação gráfica, acabou sofrendo redirecionamento após a pandemia de coronavírus. Mas a locação digital permite uma opção que os cinemas brasileiros não costumam dar ao público: assistir a versão legendada. Afinal, os dubladores originais são astros famosos. Zac Efron (“Vizinhos”) dubla Fred, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) faz Daphne, Will Forte (“O Último Cara na Terra”) interpreta Salsicha e Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) dá voz a Velma. Já Scooby continua a ter a voz do veterano Frank Welker. Ele foi o primeiro dublador de Fred, em 1969, mas desde 2002 assumiu o papel do cachorrão falante nas séries e DVDs animados da franquia. Como mostrará a versão mirim dos personagens, “Scooby!” ainda tem um time de famosinhos, com as participações de Iain Armitage (“Young Sheldon”) como o Salsicha criança, Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) como a pequena Daphne, Pierce Gagnon (“Twin Peaks: O Retorno”) dando voz ao jovem Fred e Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”) como a Velma mirim. Sem esquecer, claro, que a nova aventura envolve vários personagens clássicos das animações da Hanna-Barbera, com Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) na dublagem do Falcão Azul, Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) como o Bionicão, Jason Issacs (“Star Trek: Discovery”) incorporando Dick Vigarista, Tracy Morgan (“30 Rock”) como o Capitão Caverna e Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) como sua parcerinha Dee Dee. Para os fãs da dublagem brasileira, o filme também traz netos do centenário Orlando Drummond, voz nacional do protagonista Scooby-Doo por mais de 30 anos, dublando Fred e o filhote Scooby. Mas vale avisar que, apesar desse investimento, a Warner não teve muitas dúvidas para se decidir pelo “rebaixamento” da animação. A troca dos cinemas pela internet foi informada rapidamente, nas primeiras semanas da pandemia. E a péssima cotação conquistada no Rotten Tomatoes ajuda a explicar porquê. Já na parte mais aplaudida da programação, o grande destaque é o russo “Uma Mulher Alta”, que entrou na lista da Pipoca Moderna de Melhores Filmes de 2019 (Leia a crítica) e chega com exclusividade ao Mubi com o título em inglês, “Beanpole”. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros destaques digitais da programação, limitados a 10 filmes nesta semana – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash (como um dos piores filmes do ano passado, “O Fanático”, com John Travolta, ou “O Espelho”, com Nicolas Cage) que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Scooby! O Filme | EUA | 2020 A origem da Turma do Scooby-Doo, o encontro entre Scooby e o Bionicão e a escalação de Dick Vigarista como vilão são os principais atrativos para os fãs dos desenhos clássicos da Hanna-Barbera. Há também o apelo do visual computadorizado, que soube renovar sem descaracterizar os personagens. Mas é bom avisar que o roteiro de Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”) e a direção de Tony Cervone (“Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll”) desencantaram a crítica, rendendo cotação medíocre, de apenas 48% de aprovação ao longa no Rotten Tomatoes. Para desestimular um pouco mais, o lançamento está com preço nas alturas, sob a alegação de que se trata de PVOD e não VOD. A diferença entre as duas abreviaturas? Uns R$ 30 a mais. Disponível em Apple TV, Cinema Virtual, Google Play, Microsoft Store, Play Station Store, Sky Play, Uol Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Dançarina Imperfeita | EUA | 2020 A comédia musical adolescente traz a atriz e cantora Sabrina Carpenter (“Garota Conhece o Mundo”) se esforçando para derrotar dançarinos em uma competição da escola. Ela precisa se dar bem na disputa para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos. E para derrotar os melhores dançarinos da escola, ela forma uma equipe escolhida a dedo. A partir daí é só questão de detalhe. Um pequeno detalhe: aprender a dançar. Este enredo típico de Sessão da Tarde é bem amarrado pelo roteiro de Alison Peck (roteirista de “UglyDolls”) e pela direção de Laura Terruso (“Good Girls High”) e garante uma boa diversão para o público alvo. O elenco também inclui Keiynan Lonsdale (o Kid Flash de “The Flash”) e Drew Ray Tanner (o Fangs de “Riverdale”). Disponível na Netflix. Beanpole (Uma Mulher Alta) | Rússia | 2019 Premiado nos festivais de Cannes, Londres, Estocolmo, Torino, Montreal, etc. e candidato da Rússia ao Oscar, o drama narra a luta de duas mulheres para reconstruir suas vidas sobre os escombros de Leningrado, no final da 2ª Guerra Mundial, enquanto ainda estão abaladas pelos traumas do conflito. Com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o segundo filme do jovem Kantemir Balagov (de “Tesnota”), de 29 anos, é uma obra-prima do moderno cinema europeu, perfeito da direção à interpretação – o papel da Mulher Alta do título consagrou Viktoria Miroshnichenko, indicada ao troféu de Melhor Atriz da Academia Europeia de Cinema. Disponível no Mubi. Não Mexa com Ela | Israel | 2019 O drama israelense tem 98% no Rotten Tomatoes com uma trama sob medida para os tempos de empoderamento feminino e movimento #MeToo. A história acompanha uma funcionária em ascensão numa grande empresa que, enquanto busca equilibrar o trabalho intenso com as tarefas de mãe de família, sofre assédio do patrão. O que começa com comentários sobre sua roupa e cabelo logo viram sugestões agressivas, mas a trama nunca perde de vista a autenticidade – o que a torna ainda mais perturbadora. Disponível no Now. As Invisíveis | França | 2018 Comédia francesa com temática social e um enfoque quase documental, acompanha assistentes sociais que, diante do fechamento de um abrigo feminino, fazem de tudo para conseguir reintegrar na sociedade as mulheres do local (ex-presidiárias, sem-teto e sem documentos), incluindo crimes como falsificação, roubos e muitas mentiras. Disponível em Now e Vivo Play. Giraffe | Alemanha/Dinamarca | 2019 A construção de um túnel para conectar a Dinamarca e a Alemanha reúne diversos personagens, desde a etnóloga, que chega para documentar as casas marcadas para demolição, até os trabalhadores imigrantes da construção e as famílias que deixarão suas casas, na qual moravam há gerações. Premiado em alguns festivais europeus, o drama de Anna Sofie Hartmann (“Limbo”) tem 100% no Rotten Tomatoes – mas são apenas cinco críticas avaliadas. Disponível no Mubi. Deerskin: Estilo Matador | França | 2019 O novo filme estranho do provocador Quentin Dupieux (“Rubber, O Pneu Assassino”) traz Jean Dujardin (“O Artista”) obcecado por sua jaqueta de couro, que passa a exercer uma influência maligna sobre ele, levando-o a cometer crimes. O absurdo da trama alimenta uma performance insana e o resultado é mais um filme cult do diretor francês, com participação de Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em Apple TV e Looke. A Fotografia | EUA | 2020 Issa Rae (“Insecure”) e LaKeith Stanfield (“Atlanta”) vivem uma história de amor sensível, interligada por uma antiga fotografia da mãe da personagem de Rae. Este é o segundo drama romântico de Stella Meghie, que antes dirigiu “Tudo e Todas as Coisas” (2017). A diferença é que desta vez a diretora fez um filme para adultos e atingiu 74% no Rotten Tomatoes. Disponível na Apple TV. Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy x Reverendo | EUA | 2020 O filme interativo, ao estilo de “Black Mirror: Bandersnatch”, permite aos espectadores fazer escolhas para os personagens durante a história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. Além de interativa, a produção também serve de epílogo para ” Unbreakable Kimmy Schmidt”, uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix, encerrada em janeiro passado. Entre os desfechos possíveis, o espectador poderá escolher se Kimmy (Ellie Kemper) terá um final feliz num casamento com um novo personagem, vivido por Daniel Radcliffe (o Harry Potter), ou embarcará numa aventura para salvar outras vítimas do Reverendo (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial, descrito como “a maior aventura de Kimmy”. Disponível na Netflix. Antologia da Pandemia | Vários Países | 2020 Organizada pelo festival Fantaspoa, a produção reúne curtas de terror feitos por 13 diretores do Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Reino Unido e Chipre em suas próprias casas, em meio à pandemia de coronavírus. O tema é a realidade e o resultado é assustador. Disponível em Apple TV, Google Play, Now e YouTube Filmes.

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    High Life, com Robert Pattinson, encabeça dicas digitais do fim de semana

    31 de julho de 2020 /

    Os lançamentos desta semana nos serviços de VOD (locação digital) e/ou por assinatura de streaming estão mais caprichados que o costume. Com a impossibilidade de chegarem aos cinemas, muitos títulos de qualidade agora estreiam diretamente em plataformas digitais. É o caso de “High Life”, o grande destaque da lista. O detalhe é que a sci-fi estrelada por Robert Pattinson (o novo Batman) não é a única obra do gênero disponibilizada neste fim de semana. Há mais duas ficções científicas de perfil de festival na relação de estreias. Elas servem tanto para entreter quanto para inspirar reflexões, características que também se estendem a várias outras opções do menu digital, repleto de filmes premiados e de lugares tão diversos quanto Índia, Finlândia, Moçambique e República Tcheca. Confira abaixo mais informações sobre os títulos da semana (dos últimos sete dias), todos inéditos nos cinemas brasileiros – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos e produções baratas que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. High Life | França, Reino Unido | 2019 A primeira sci-fi – e primeiro filme em inglês – da celebrada cineasta francesa Claire Denis (“Bastardos” e “Minha Terra, África”) reúne Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”), imagens belíssimas e um clima de desesperança. Na trama, prisioneiros condenados à morte trocam suas sentenças por uma missão espacial suicida para colher energia perto de um buraco negro. Paralelamente, a médica da nave realiza uma experiência clandestina, testando obsessivamente a capacidade da tripulação para se reproduzir no espaço. Não demora e os prisioneiros confinados se rebelam diante de um destino sombrio que alimenta desentendimentos e descamba em violência. Premiado pela crítica no Festival de San Sebastian, tem 82% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Disponível em iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Agora Estamos Sozinhos | EUA | 2018 Vencedor de um Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance 2018, o drama pós-apocalíptico traz Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) como as últimas pessoas da Terra. A história se passa após uma catástrofe não identificada erradicar praticamente toda a população do mundo. Mas isso não incomoda um solitário sobrevivente, que se acha o homem mais sortudo do planeta por se livrar de todos os que o ridicularizavam, até que uma garota loirinha aparece viva na sua frente com a ameaça de sua companhia. A direção é de Reed Morano, premiada no Emmy 2017 pela série “The Handmaid’s Tale”. Disponível em iTunes, Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Submersos | Rússia | 2020 Os efeitos belíssimos são o principal atrativo desta sci-fi russa, que se passa num mundo onírico e surreal, habitado por pessoas que se encontram em coma. A trama utiliza elementos de “A Origem” e “Matrix”, e foi concebida por Nikita Argunov, um profissional de VFX que estreia na direção após produzir o filme russo de super-heróis “Os Guardiões”. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Dogs Don’t Wear Pants | Finlândia | 2019 Premiado em várias competições internacionais de cinema fantástico e indicado a nove troféus Jussi (o Oscar finlandês), o filme de J.-P. Valkeapää (do também ótimo “They Have Escaped”) pode ser intenso demais para alguns espectadores. Mas fãs de filmes, digamos, “alternativos” já o consideram cult. A trama acompanha a relação sadomasoquista de um homem traumatizado com uma dominatrix, apresentada de forma perturbadora, mas também bem-humorada e até edificante (!), com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível no Mubi. Rede de Ódio | Polônia | 2020 Este drama polonês aborda assunto contemporâneo, que está nos noticiários atuais, inclusive no Brasil, onde muito se discute sobre um gabinete do ódio no governo Bolsonaro. A trama acompanha um jovem (Maciej Musialowski) especialista em criar campanhas de ódio nas redes sociais, que usa racismo, homofobia e xenofobia como armas para progredir na vida e, graças a este talento, começa a ganhar dinheiro com políticos. Claramente um sociopata, o personagem central aos poucos começa a levar seu comportamento agressivo para a vida real. O desenvolvimento se dá de forma lenta, mas o tema não pode ser mais urgente. O diretor Jan Komasa é o mesmo do excelente “Corpus Christi” (2019). Disponível na Netflix. Na Solidão da Noite | Índia | 2020 Suspense envolvente, ao estilo dos mistérios clássicos de “whodunit” de Agatha Christie, esta produção indiana destoa completamente dos tradicionais filmes de Bollywood. Na trama, um detetive policial investiga o assassinato de um político, tentando seguir as pistas e sua intuição para encontrar o culpado em meio à rede de mentiras da família da vítima. O enredo é especialmente indicado para gostou de “Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson, mesmo que não seja fã de cinema indiano. Disponível na Netflix. O Pássaro Pintado | República Tcheca, Eslováquia | 2019 O drama conta uma história conhecida dos cinéfilos, sobre um menino judeu que busca abrigo com estranhos durante a 2ª Guerra Mundial. Mas o diretor Václav Marhoul (“Tobruk”) surpreende pelo enfoque adulto, impactante ao extremo, e pelo contraste obtido pela beleza das imagens em preto e branco e o que elas registram: um horror sem meio tons. “O Pássaro Pintado” foi premiado no Festival de Veneza, venceu nove Leões Tchecos (o Oscar da República Tcheca) e ainda consagrou o cinematógrafo Vladimír Smutný, que conquistou vários troféus de Fotografia em festivais internacionais. No Rotten Tomatoes, o filme tem 81% de aprovação. Disponível em Cinema Virtual. A Escolha | Estônia | 2018 Depois de seis meses sem contato com a antiga namorada, Erik, um trabalhador da construção civil, recebe notícias surpreendentes: Moonika está prestes a entrar em trabalho de parto. Como ela diz que não está pronta para ser mãe, deixa para Erik decidir se quer ficar com a criança ou se a envia para adoção. Premiado em alguns festivais do Leste europeu, este drama foi a escolha da Estônia para representar o país na busca de uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar de 2019. Disponível em Cinema Virtual. 100 Quilos de Estrelas | França | 2020 Comédia dramática adolescente que aborda a gordofobia de forma sensível, ao acompanhar uma garota que sonha em virar astronauta, mas que, apesar de ser um gênio em Ciências, não tem o porte físico da profissão, como lembram em sua escola, porque herdou a obesidade da família. Culpando a própria mãe, ela passa a odiar seu corpo e decide emagrecer com uma dieta radical, o que apenas a deixa doente. Internada numa clínica, conhece outras garotas com seus próprios problemas de autoestima e parte com elas numa jornada de aceitação, que envolve vencer um concurso e superar a aversão ao próprio corpo. Apesar de ser um filme-com-mensagem, a trama tem progressão natural e não soa forçada, além de evitar os clichês dos filmes adolescentes americanos. O fato de ser uma produção francesa faz grande diferença. Disponível em iTunes, Google Play, Now e Sky Play. Disponível na Netflix. A Barraca do Beijo 2 | EUA | 2020 A Netflix descobriu o filão das comédias românticas adolescentes com o primeiro filme de 2018 e tem produzido variações em série da mesma história. A sequência do primeiro sucesso segue a fórmula da sequência de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com a protagonista dividida entre o amor original e outro garoto da escola. A plataforma já encomendou até um terceiro capítulo dessa “novela” estrelada por Joey King, que foi indicada ao Emmy por “The Act” e aqui se coloca abaixo da crítica – a produção só tem 25% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix. É o Bicho | China | 2017 Animação chinesa sobre uma família que ganha um circo e uma caixa mágica de biscoitos. Como não conseguiu chegar nos cinemas americanas, acabou comprada pela Netflix, que, na falta de uma boa história para marketar, optou pelo velho chamariz da dublagem com astros famosos. O elenco de dubladores inclui o casal Emily Blunt e John Krasinski (de “Um Lugar Silencioso”), Sylvester Stallone (“Rambo”), Danny DeVito (“Dumbo”), Ian McKellen (“X-Men: Fênix Negra”) e Raven-Symoné (“A Casa da Raven”). Mas estes nomes “mágicos” não mudam o fato de que se trata de um desenho com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix. Mundo Duplo | Hong Kong | 2020 Esta fantasia repleta de efeitos visuais mostra uma Terra paralela, dividida em 10 nações. Vendo uma nação vizinha se tornar cada vez mais poderosa, um Senhor da Guerra resolve organizar uma competição para encontrar os melhores guerreiros. O resultado é um mortal kombat com muito wire fu (kung fu voador) e até monstros gigantes. O diretor Teddy Chan tem alguns sucessos comerciais no currículo, como “Espião por Acidente” (2001), com Jackie Chan, e “Guarda Costas e Assassinos” (2009), mas nenhum deles é exatamente popular com a crítica. Já o ator principal, Henry Lau, apesar de canadense, é famosíssimo na Ásia, graças ao sucesso como cantor da banda de k-pop/mandopop Super Junior-M. Disponível na Netflix. Resgate | Moçambique | 2019 O primeiro filme moçambicano a entrar na Netflix é um drama urbano de gângsteres e venceu dois troféus na premiação da Academia Africana de Cinema (espécie de Oscar do continente). Com influência de produções americanas do gênero, conta a história de um jovem que, após sair da prisão, vê-se forçado a voltar ao mundo do crime. Disponível na Netflix. A Vingança de uma Mulher | Portugal | 2012 Baseado num conto do século 19 de Jules-Amédée Barbey d’Aurevilly (“A Última Amante”), o filme gira em torno de Roberto (Fernando Rodrigues), que uns dizem ser libertino, enquanto outros, que é misterioso. Na verdade, Roberto sente um tédio profundo, de quem já esgotou todos os prazeres da vida. Mas, uma noite, ele tem um encontro avassalador com uma mulher. A intérprete desta mulher, Rita Durão, ganhou vários prêmios do cinema português pelo papel. Já a diretora, Rita Azevedo Gomes, fez mais três longas depois deste filme de 2012, que os brasileiros poderão ver pela primeira vez via VOD. Disponível no Mubi. De Nuevo Otra Vez | Argentina | 2012 Mistura de documentário e ficção, acompanha a vida da atriz Romina Paula (“O Estudante”), enquanto lida com seu filho e sua mãe reais. Com o objetivo de retornar às suas raízes para descobrir quem é, a atriz transformada em diretora foi premiada no Festival de San Sebastián e conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes Disponível no Mubi. Citizen K | EUA | 2019 O novo documentário de Alex Gibney (vencedor do Oscar por “Um Táxi para a Escuridão”) conta a história de Mikhail Khodorkovsky, um dos homens mais ricos da Rússia, que após a eleição de Vladimir Putin foi obrigado a cumprir uma sentença de dez anos de prisão na Sibéria. Misturando um tom de denúncia e reportagem investigativa, “Citizen K” busca mostrar o que levou esse homem à prisão e porque ele se tornou um dos mais conhecidos militantes anti-Putin, enquanto expõe as camadas pouco democratas do regime pós-comunista. Disponível na Amazon Prime Video. Não Toque em Meu Companheiro | Brasil | 2020 O documentário de Maria Augusta Ramos (“O Processo”) mostra a mobilização de um grupo de 110 empregados da Caixa Econômica Federal ao longo de um ano, após serem demitidos injustamente em 1991. Disponível em Looke, Now e Vivo Play

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    Festival de Toronto anuncia seleção oficial com filme brasileiro

    30 de julho de 2020 /

    O Festival de Toronto, que vai acontecer de forma híbrida em 2020, com algumas estreias presenciais (seguindo medidas de distanciamento e higiene contra o coronavírus) e exibições virtuais, revelou sua seleção de filmes nesta quinta (30/7). A lista inclui um filme brasileiro, “Casa de Antiguidades”, longa de João Paulo Miranda Maria estrelado por Antônio Pitanga, que retrata a vida de um operário negro em uma cidade fictícia de colonização austríaca no Brasil. O filme também estaria no Festival de Cannes, que acabou cancelado, e recentemente ganhou o selo de aprovação dos organizadores do evento francês — que, apesar de ter desistido de uma edição tradicional em 2020 por causa da pandemia, referendou as produções que teria exibido caso pudesse. A relação de Toronto inclui ainda diversas obras de cineastas consagrados, como Werner Herzog, Thomas Vinterberg, Chloé Zhao, François Ozon, Naomi Kawase e Spike Lee, além de filmes que marcam as estreias na direção de atores como Halle Berry, Regina King e Viggo Mortensen. Os organizadores prometeram entrevistas coletivas virtuais, assim como a realização de seu tradicional mercado de negócios de forma remota e online. “Começamos este ano planejando um 45º Festival igual a nossas edições anteriores”, disse Cameron Bailey, diretor artístico do festival, “mas ao longo do caminho tivemos que repensar quase tudo. A programação deste ano reflete esse tumulto. Os nomes que vocês já conhecem estão lançando coisas novas neste ano, e há uma série de novos nomes interessantes para descobrir. Somos gratos a todos os cineastas e empresas que se juntaram a nós nessa aventura e mal podemos esperar para compartilhar esses filmes brilhantes com nosso público.” Considerado o maior e mais importante festival de cinema da América do Norte, o evento vai acontecer entre os dias 10 e 19 de setembro na cidade canadense de Toronto. Confira abaixo a lista completa de títulos anunciados pela organização do festival. “180 Degree Rule”, de Farnoosh Samadi (Irã) “76 Days”, de Hao Wu, Anonymous, Weixi Chen (EUA) “Ammonite”, de Francis Lee (Reino Unido) “Druk”, de Thomas Vinterberg (Dinamarca) “Bandar Band”, de Manijeh Hekmat (Irã/Alemanha) “Beans”, de Tracey Deer (Canadá) “Dasatskisi”, de Dea Kulumbegashvili (Geórgia/França) “Bu Zhi Bu Xiu”, de Wang Jing (China) “Bruised”, de Halle Berry (EUA) “City Hall”, de Frederick Wiseman (EUA) “Concrete Cowboy”, de Ricky Staub (EUA) “David Byrne’s American Utopia”, de Spike Lee (EUA) “The Disciple”, de Chaitanya Tamhane (Índia) “Enemies of the State”, de Sonia Kennebeck (EUA) “Falling”, de Viggo Mortensen (Canadá/Reino Unido) “The Father”, de Florian Zeller (Reino Unido/França) “Fauna”, de Nicolás Pereda | México/Canadá “Fireball: Visitors from Darker Worlds”, de Werner Herzog, Clive Oppenheimer (Reino Unido/EUA) “Gaza, Mon Amour”, de Tarzan Nasser, Arab Nasser (França/Alemanha/Portugal/Palestina/Qatar) “Tao Chu Li Fa Yuan”, de I-Fan Wang (Taiwan) “Good Joe Bell”, de Reinaldo Marcus Green (EUA) “I Care A Lot”, de J Blakeson (Reino Unido) “Inconvenient Indian”, de Michelle Latimer (Canadá) “The Inheritance”, de Ephraim Asili (EUA) “Ash Ya Captain”, de Mayye Zayed (Egito/Alemanha/Dinamarca) “Limbo”, de Ben Sharrock (Reino Unido) “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria (Brasil/França) “MLK/FBI”, de Sam Pollard (EUA) “The New Corporation: The Unfortunately Necessary Sequel”, de Joel Bakan, Jennifer Abbott (Canadá) “Nuevo Orden”, de Michel Franco (México) “La Nuit des Rois”, de Philippe Lacôte (Costa do Marfim/França/Canadá/Senegal) “Nomadland”, de Chloé Zhao (EUA) “No Ordinary Man”, de Aisling Chin-Yee, Chase Joynt (Canadá) “Notturno”, de Gianfranco Rosi (Itália/França/Alemanha) “One Night in Miami”, de Regina King (EUA) “Penguin Bloom”, de Glendyn Ivin (Austrália) “Pieces of a Woman”, de Kornél Mundruczó (EUA/Canadá/Hungria) “Felkészülés Meghatározatlan Ideig Tartó Együttlétre”, de Lili Horvát (Hungria) “Quo Vadis, Aïda?”, de Jasmila Žbanić (Bósnia Herzegovina/Noruega/Holanda/Áustria/França/Alemanha/Polônia/Turquia) “Shadow In The Cloud”, de Roseanne Liang (EUA/Nova Zelândia) “Shiva Baby”, de Emma Seligman (EUA/Canadá) “Spring Blossom”, de Suzanne Lindon (França) “A Suitable Boy”, de Mira Nair (Reino Unido/Índia) “Été 85”, de François Ozon (França) “The Third Day”, de Felix Barrett, Dennis Kelly (Reino Unido) “Trickster”, de Michelle Latimer (Canadá) “Asa Ga Kuru”, de Naomi Kawase (Japão) “Subarashiki Sekai”, de Miwa Nishikawa (Japão) “Violation”, de Madeleine Sims-Fewer, Dusty Mancinelli (Canadá) “Wildfire”, de Cathy Brady (Reino Unido/Irlanda)

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    Um Animal Amarelo: Novo filme de Felipe Bragança vai encerrar festival IndieLisboa

    29 de julho de 2020 /

    O drama brasileiro “Um Animal Amarelo” foi selecionado como filme encerramento do IndieLisboa, o maior festival de cinema independente de Portugal. O longa escrito e dirigido por Felipe Bragança será apresentado na noite de premiação dos festival, marcada para 5 de setembro. Devido à pandemia de coronavírus, o Indielisboa, normalmente realizado durante o mês de maio, vai acontecer neste ano no período de 25 de agosto a 5 de setembro. O evento será um dos primeiros festivais europeus a acontecer com presença de público nas salas, seguindo normas de segurança e higiene sanitária de prevenção. Sexto longa dirigido por Bragança, “Um Animal Amarelo” teve première mundial em janeiro, no Festival de Roterdã, e deve estrear comercialmente em Portugal e no Brasil em novembro. O filme é descrito pelo diretor como uma “tragicômica e melancólica fábula tropical sobre as heranças do colonialismo português no Brasil de hoje”, e foi rodado no Brasil, Portugal e Moçambique com produção da carioca Marina Meliande e do português Luis Urbano – produtor de filmes de Miguel Gomes e Manoel de Oliveira. O elenco é multinacional e inclui os brasileiros Higor Campagnaro, Herson Capri, Thiago Lacerda, Sophie Charlotte e Tainá Medina, os luso-africanos Isabel Zuaa, Lucília Raimundo e Matamba Joaquim e os portugueses Catarina Wallenstein, Diogo Dória e Adriano Luz. Veja abaixo o trailer do longa.

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