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  • Filme

    Belas Artes à La Carte comemora aniversário com quatro festivais online

    19 de abril de 2021 /

    A plataforma Petra Belas Artes à La Carte comemora seu primeiro aniversário em abril e, para marcar a data, programou a realização de quatro festivais de cinema. O primeiro é o CineFantasy, já em cartaz, que oferece mais de 150 filmes de terror, sci-fi e fantasia, entre produções nacionais e internacionais, divididos entre 15 mostras competitivas. Para ver a seleção de filmes, basta entrar na página do festival na plataforma de streaming (https://www.belasartesalacarte.com.br/). Entre os destaques do evento, que acontece online até 29 de abril, estão as estreias nacionais de “Amigo”, de Óscar Mártin (Espanha),  “Coração Dilatado”, de Parish Malfitano (Austrália), “Mãe, Sou Amiga de Fantasmas”, de Sasha Voronov (Rússia), “Playdurizm”, de Gem Deger (República Tcheca), “Os Guardiões do Tempo”, de Alexey Telnov (Rússia), “Post-Mortem”, de Péter Bergendy (Hungria), “Sayo”, de Jeremy Rubier (Canadá), “Ravina”, de Balázs Krasznahorkai (Hungria), e o documentário “A Senhora que Morreu no Trailer”, de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira (Brasil). As outras mostras são o 10º Festival Internacional de Cinema em Balneário Camboriú, que começa nesta segunda (19/4) e vai até 30 de abril com 38 títulos de longa e curta-metragem, selecionados e premiados em edições anteriores do evento, o Festival Cinema Brasileiro: Anos 2010 – 10 Olhares, que exibirá 10 produções nacionais da década passada entre 22 e 30 de abril, e Volta ao Mundo, festival criado pela própria plataforma para destacar a cinematografia dos mais diversos países. Para inaugurar a novidade, o streaming exibirá oito filmes produzidos na Suiça, raros e inéditos nos cinemas brasileiros, entre os dias 6 e 19 de maio – numa mostra realizada em parceria com a Swiss Film Foundation. A assinatura do serviço para acompanhar todas as mostras é R$ 9,90 mensais. Veja abaixo o vídeo que anuncia as novidades do aniversário da plataforma.

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  • Filme

    Filmes online: Estreias da semana destacam Oscar e Monstros

    16 de abril de 2021 /

    Os lançamentos de streaming do fim de semana oferecem diversão e Oscar. O destaque é um título que junta os dois. Uma das melhores aventuras apocalípticas recentes, “Amor e Monstros” foi indicado ao Oscar 2021 na categoria de Efeitos Visuais. A fantasia divertida e repleta de ação se passa no futuro, após monstros de todos os tipos assumirem o controle da Terra devido a uma catástrofe apocalíptica. Ao longo da história, o protagonista, interpretado por Dylan O’Brien (o astro da franquia “Maze Runner”), arrisca a vida para trocar seu abrigo de segurança por uma jornada mortal pela Terra devastada, na qual encontra outros sobreviventes e enfrenta inúmeros perigos, como criaturas assassinas gigantes, na esperança de reencontrar uma antiga namorada vivida por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), que pode não estar mais tão interessada nele. O terror inglês “Saint Maud” não chegou ao Oscar, mas disputou os BAFTA Awards (o Oscar britânico), além de ser uma unanimidade da crítica internacional (93% de aprovação no Rotten Tomatoes). A impressionante estreia da diretora Rose Glass mistura horrores psicológicos e viscerais, ao se consagrar como uma sucessora digna de “Carrie, a Estranha” (o filme original, de 1976). A trama gira em torno de uma enfermeira delirante e crente, que tem sua fé ironizada por sua paciente burguesa e ateia. A lista ainda inclui “Dois Estranhos”, indicado ao Oscar de Melhor Curta, e “Time”, na briga pelo Oscar de Melhor Documentário. Além disso, o documentário “The Year Earth Changed” oferece uma ótima sessão para celebrar o Dia da Terra. Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores opções selecionadas entre as estreias de streaming desta semana.     Amor e Monstros | EUA | 2020 (Netflix)     Saint Maud | Reino Unido | 2020 (Google Play, Vivo Play e YouTube Filmes)     Upgrade: Atualização | EUA, Austrália | 2018 (Google Play, Netflix, Vivo Play e YouTube Filmes)     Synchronic | EUA | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Esperando os Bárbaros | Itália, EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Radioactive | Reino Unido | 2019 (Netflix)     Tudo por Ela | Japão | 2021 (Netflix)     Dois Estranhos | EUA | 2021 (Netflix)     Time | EUA | 2020 (Amazon)     The Year Earth Changed | Reino Unido | 2021 (Apple TV+)

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  • Filme

    Silvio Guindane vai dirigir seu primeiro filme na Netflix

    14 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou a produção de “Casamento à Distância”, primeiro filme dirigido pelo ator Silvio Guindane (“Vai que Cola”). Ele já tinha comandado alguns episódios de “O Dono do Lar”, sitcom do Multishow, e agora vai estrear em longa-metragem. “Casamento à Distância” é uma comédia romântica estrelada por Dan Ferreira (da novela “Amor de Mãe”) e Dandara Mariana (“A Força do Querer”). A história é centrada em Eva, uma executiva decidida e pé no chão, e Alex, um homem avoado que sonha em criar games. Às vésperas de seu casamento, Alex se mete numa série de confusões e, para se encontrarem diante do altar, os dois terão de fazer o impossível. Não há previsão para a estreia. Meu novo filme de comédia romântica nacional é Casamento a Distância, protagonizado por Dan Ferreira e Dandara Mariana. Imagina esses dois lindos juntos? Quem não amar pode dar unfollow. Na história, amor e confiança são postos à prova às vésperas do casamento. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021

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  • Filme

    Netflix anuncia “Carnaval” com influencers, uma comédia brasileira

    14 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou em seus perfis de rede social as primeiras fotos de uma comédia romântica brasileira chamada “Carnaval”, em que quatro amigas vão passar o carnaval em Salvador e encontram o amor. A premissa lembra produções de “Viagens das Garotas” recentes de Hollywood, inclusive “Ibiza”, outra comédia romântica com locação festiva e turística da Netflix. O elenco cheio de “influencers” inclui Flávia Pavanelli (“As Aventuras de Poliana”), GKay (“Os Roni”), Giovanna Cordeiro (“Socorro, Virei uma Garota!”) e Bruna Inocencio (“Bom Sucesso”) como as amigas, além de Micael (“Rebelde BR”) e o cantor Jean Pedro (“Tungstênio”) como interesses românticos. O filme tem direção de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”), que também escreveu o roteiro com Audemir Leuzinger (“Vestida para Casar”) e Luisa Mascarenhas (autora do livro “A Vida Virtual como Ela É”). Não há previsão de estreia. Quatro amigas, um Carnaval em Salvador e muitas memórias. Gatilho, né? Meu novo filme Carnaval com @cordeirogi1, @gessicakayane e @flaapavanelli chega em breve. pic.twitter.com/0wm3XLEEGL — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021

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  • Série

    Leandro Hassum fará comédia com Paulinho Gogó na Netflix

    14 de abril de 2021 /

    A Netflix já engatilhou uma nova comédia de Leandro Hassum. Depois do sucesso de “Tudo Bem no Natal que Vem”, filme mais visto da plataforma em dezembro do ano passado no Brasil, vem aí “Vizinhos”, que vai juntar Hassum com Maurício Manfrini, o Paulinho Gogó. Não se trata de um remake da comédia americana de mesmo nome, lançada em 2014 com Seth Rogen e Zac Efron, mas a premissa básica do vizinho que faz festas barulhentas todas as noites é a mesma. Hassum interpretará Walter, um sujeito estressado que tem uma síncope nervosa e recebe a recomendação médica de deixar a cidade grande e se mudar para o interior em busca de uma vida mais tranquila. Mas o plano vai por água abaixo quando Toninho da Vila, personagem de Manfrini, amigo de Walter de longa data, também se muda e começa a morar na casa ao lado. Lá, ele inferniza o vizinho ao promover ensaios de uma bateria de escola de samba todas as noites. O elenco também inclui Julia Rabello, que já estrelou uma produção da Netflix, a série “Ninguém Tá Olhando” (2019), vencedora do Emmy Internacional. Se ela interpretar a esposa de Hassum, seria um papel equivalente ao de Rose Byrne na comédia americana. “Vizinhos” foi escrito por Paulo Cursino e terá direção de Roberto Santucci, responsáveis por “Tudo Bem no Natal que Vem” e outras comédias de Hassum, como os três “Até que a Sorte nos Separe” e os dois “O Candidato Honesto”. Eles também fizeram o filme “No Gogó do Paulinho”, estrelado por Manfrini, que foi disponibilizado na Amazon Prime Video. Não há previsão para a estreia da nova produção. Vizinhos, com Leandro Hassum, Maurício Manfrini e Júlia Rabello no elenco. *surtando com esse elenco* Na trama, Walter entra em colapso por estresse, e deixa a cidade grande para relaxar… Até descobrir que o seu novo vizinho é muito animado. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021

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  • Filme

    Anna Muylaert prepara filme sobre inversão de gêneros

    10 de abril de 2021 /

    A diretora Anna Muylaert, responsável pelos dramas premiados “Que Horas Ela Volta?” e “Mãe Só Há Uma”, além do documentário “Alvorada”, que integra o Festival É Tudo Verdade 2021, já começou a preparar seu novo filme. Intitulado “O Clube das Mulheres de Negócios”, o longa será produzido pela Glaz Entretenimento (“Cabras da Peste”), em coprodução com África Filmes (“Que Horas Ela Vvolta?”) e Globo Filmes. O projeto veio à tona durante a Berlinale Co-Production Market, seção do Festival de Berlim dedicada a obras em fase de desenvolvimento (ainda não-filmadas) com potencial comercial e abertas a coproduções internacionais. Informações sobre a produção indicam que o filme será uma alegoria sobre a crise do “patriarcado”, ambientada em um mundo imaginário onde os estereótipos de gênero estão invertidos – ou seja, as mulheres ocupam as posições de poder enquanto os homens são criados para serem socialmente submissos. Fellini fez algo parecido, como delírio onírico/fantasia revanchista, em “Cidade das Mulheres” (1980). Em comunicado sobre o projeto, a Vitrine Filmes, responsável pela distribuição, informou que Muylaert trabalha há mais de cinco anos no roteiro, mas os acontecimentos de 2020 a fizeram reescrever o filme. “Durante a pandemia, homens como o presidente do Brasil e o ex-presidente dos EUA, tiveram uma posição negacionista e irresponsável sobre os acontecimentos. Enquanto isso, em outros países, as mulheres tomaram a dianteira das mesmas questões de forma mais realista e efetiva. A partir desse fato, mudei o tom do filme, tornando-o mais distópico em consonância com os tempos atuais”, disse a diretora e roteirista, na nota à imprensa. Ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Filme,  Música

    Ex-BBB Lucas Penteado pode estrelar filme sobre Claudinho e Buchecha

    10 de abril de 2021 /

    A coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, informa que o ex-“BBB” Lucas Penteado está cotado para viver um dos protagonistas do filme “Nosso Sonho”, a cinebiografia de Claudinho e Buchecha. O contato do ator com a música pesa a favor dele. O longa-metragem da Urca Filmes vai mostrar a trajetória dos cantores, entremeada com histórias de superação e com hits da dupla pioneira do funk melody, gênero antigamente chamado de “charme”. Além disso, em junho e julho, o paulista rodará um filme para a Netflix no papel de um jovem da periferia. Ele também fechou um contrato de três anos como ator e apresentador na Globo, que começa a vigorar a partir de agosto.

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  • Etc

    Bolsonaro cumpre ameaça e Ancine começa mudança para Brasília

    6 de abril de 2021 /

    Enquanto a pandemia continua a ocupar o noticiário, o governo Bolsonaro segue passando a boiada. A coluna de Lauro Jardim, no jornal o Globo, revelou que a Ancine iniciou um processo para diminuir a sua presença física no Rio de Janeiro. No final da semana passada, a agência desocupou um andar inteiro de um prédio no Centro da cidade e a expectativa é que, ainda em abril, um andar no prédio da Anatel, em Brasília, seja disponibilizado para a agência. Em janeiro, o Ministério das Comunicações sugeriu que poderia realizar uma fusão entre a Ancine e a Anatel, entidades de pastas e funções completamente distintas. Neste sentido, a mudança da Ancine para o prédio da Anatel seria praticamente uma declaração de intenções. Bolsonaro tem se mostrado insatisfeito com a Ancine desde o começo de seu governo. Em agosto de 2019, ele ameaçou pela primeira vez a transferência do órgão colegiado para Brasília, como parte de um plano para a Ancine “deixar de ser uma agência e passar a ser uma secretaria subordinada a nós”. O objetivo, segundo Bolsonaro, era sujeitar a aprovação de projetos a seus “filtros” (ou gosto) pessoais. “Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine. Privatizaremos ou extinguiremos. Não pode é dinheiro público ficar usado para filme pornográfico”, afirmou. Um mês depois desta declaração e inconformado com a demora para conseguir o que queria, Bolsonaro foi mais longe e ameaçou “degolar” os integrantes da Ancine: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto com as mãos sob o pescoço que representa o assassinato por meio de degola. Desde a posse de Bolsonaro, a Ancine enfrenta uma crise sem precedentes, atuando com um presidente interino nunca efetivado e com uma diretoria incompleta, que não tem seus diretores nomeados. Enquanto isso, a arrecadação das taxas Condecine e Fistel, pagas pela indústria de telefonia e audiovisual para o financiamento público de novas produções brasileiras de cinema e TV, acumula uma fortuna não contabilizada em cofres que têm sido blindados de investigação, sem que projetos novos – ou muito poucos – sejam beneficiados com a verba do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Apenas os valores arrecadados em 2018 (para serem investidos em 2019) foram divulgados (e somente em dezembro de 2019): um montante de R$ 703,7 milhões. Desde então, as taxas fecharam mais dois anos de arrecadação não revelada, podendo ter ultrapassado R$ 2 bilhões de dinheiro sem uso – ou com mau uso. O Ministério Público Federal (MPF) questionou, num ofício datado de 13 de outubro do ano passado, porque a Ancine tinha aprovado apenas um projeto para obter recursos do FSA num período de dez meses, pedindo que a agência tornasse públicos relatórios anuais de gestão do FSA. “Apuramos que houve uma ordem da procuradoria da Ancine de que não fosse dado andamento a processos, a não ser aqueles que obtivessem liminar na Justiça. Houve, portanto, negligência ao correto andamento desses procedimentos, como houve ação deliberada de paralisação”, denunciou o procurador. Mas um juiz da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro barrou a investigação, aceitando a explicação de que “a culpa é da burocracia”. Na ocasião, já havia ao menos 194 mandados de segurança impetrados contra a Ancine na Justiça Federal do Rio, em razão da demora na análise de projetos audiovisuais. Neste meio tempo, a Ancine mudou sua atividade principal, deixando de ser uma instituição de fomento para virar um escritório de cobranças, aproveitando uma orientação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre problemas de prestações de contas para rever centenas de balanços anteriormente aprovados de produções com mais de 20 anos, como “Madame Satã”, de 2002, “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, de 2004, e “Xuxa Gêmeas”, de 2006. Por coincidência, depois de a apresentadora Xuxa Meneghel criticar o governo Bolsonaro e após o presidente dizer que iria rever aprovação de filmes de temática LGBTQ pela Ancine. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, disse Bolsonaro em agosto passado. Enquanto escondia os valores de arrecadação do FSA, a Ancine também fez parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul para assumir ainda outra função, oferecendo empréstimos financeiros para produtores de cinema. Neste caso, a ideia original do FSA, de investimento à fundo perdido, foi substituída por um negócio batizado de “linha de crédito emergencial” que passaria a cobrar juros – para terceiros (banco) ou para a própria Ancine (em parceria com banco). O que a Ancine faria com o lucro obtido com as taxas de empréstimo? Na segunda-feira (5/4), deputados da Comissão de Cultura da Câmara classificaram de “perseguição política” a paralisação nas atividades da Ancine e a demora na liberação de recursos para produções já contempladas em editais da agência. Convidado para debater com os integrantes da comissão, o presidente interino da entidade, Alex Braga, alegou que a questão foi judicializada e, por isso, não iria comparecer. Quem pode desaparecer a seguir é a própria Ancine.

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  • Filme

    Os Salafrários: Comédia com Marcus Majella ganha trailer da Netflix

    1 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Os Salafrários”, segundo filme estrelado por Marcus Majella e o diretor Pedro Antonio em 2021. O longa foi lançado nos cinemas em janeiro, uma semana depois da estreia de “Um Tio Quase Perfeito 2”, da mesma dupla. A prévia abre com uma das piadas de golpistas mais antigas do Brasil, a venda do Cristo Redentor para um gringo otário. E mantém o nível – e os clichês de malandragem – , com participação de Samantha Schmütz como protagonista feminina. Por curiosidade, os três já tinham trabalho juntos em “Tô Ryca!” (2016). E “Os Salafrários” foi feito nessa época (mais exatamente em 2017), mas estava guardado desde então. De forma reveladora, acabou lançado num período de falta de opções nos cinemas. Na trama, Majella vive Clóvis, um salafrário em fuga da polícia após dar golpe em turistas, que se junta à meia-irmã Lohane (Schmütz) após ela perder seu trailer de sanduíches por falta de alvará. No fundo do poço, os dois terão que conviver novamente para salvar a vida um do outro, enquanto dão um truquezinho ou outro para garantir a subsistência. A estreia em streaming vai acontecer em 28 de abril.

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  • Filme,  Série,  TV

    João Acaiabe (1944 – 2021)

    1 de abril de 2021 /

    O ator João Acaiabe, que viveu o Tio Barnabé do “Sítio do Picapau Amarelo” e o Chefe Chico em “Chiquititas”, morreu na noite de quarta-feira (31/3) em São Paulo, aos 76 anos, vítima da covid-19. A família informou que o artista testou positivo no dia 15 de março. Na data, a capital paulista começava a vacinar os idosos da sua faixa etária, e, na véspera o ator chegou a comemorar a iminência da imunização nas redes sociais. O quadro de saúde piorou e ele foi internado no Hospital Sancta Maggiore, na Mooca, no dia 21. No ano passado, o ator informou em entrevista que havia sido diagnosticado com insuficiência renal e estava na fila por um transplante de rim. De acordo com parentes, ele foi intubado na manhã desta quarta-feira (31) e faleceu após sofrer duas paradas cardíacas. Uma das filhas do Acaiabe, Thays, homenageou o pai nas redes sociais: “Guardarei no coração tudo o que vivemos e a referência que você é para a nossa família! Gratidão, meu pai. Que os espíritos de luz te recebam em Aruanda até que a gente se encontre novamente, porque almas gêmeas nunca se separam!”, escreveu. A atriz Giovanna Grigio, que contracenou com João Acaiabe na novela “Chiquititas”, destacou sua generosidade. “A gente passou texto várias vezes juntos e foi amor à primeira cena. Ter você como professor e amigo, escutar suas histórias e aprender com você com certeza foram dos maiores privilégios da minha vida! Eu já te amava antes e vou te amar pra sempre. Obrigada por tudo!”, compartilhou nas redes sociais. João Acaiabe iniciou sua carreira artística trabalhando como locutor de rádio ainda na adolescência. Estudou teatro na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD) e, a partir dos anos 1970, trabalhou com o dramaturgo Plínio Marcos em peças como “Barrela” e “Jesus Homem”. Sua estreia nas telas foi com a novela pop “Cinderela 77”, protagonizada pelos cantores Ronnie Von e Vanusa, na rede Tupi em 1977. Ele emendou no mesmo ano uma participação em “O Profeta”, um dos maiores sucessos do canal, e duas pornochanchadas: “A Tenda dos Prazeres” (também conhecido como “Ouro Sangrento”) e “Elas São do Baralho”. A carreira deu uma reviravolta quando foi para a TV Cultura, entre 1978 e 1983, conquistando destaque no programa infantil “Bambalalão”, onde contava histórias para as crianças da plateia. Foi o começo de sua trajetória com o público infantil. Sua filmografia se ampliou com produções de grande qualidade a partir de “Eles Não Usam Black-tie” (1981), de Leon Hirszman, que venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Veneza. A partir daí vieram “A Próxima Vítima” (1983), de João Batista de Andrade, “Chico Rei” (1985), de Walter Lima Jr., “A Viagem” (1992), de Fernando E. Solanas, “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), de Ugo Giorgetti, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Casa de Areia” (2005), de Andrucha Waddington, etc. Ele atuou em mais de 20 longas. Mas foi um curta-metragem que lhe trouxe maior reconhecimento. “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda” (1986), dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart, lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado. Paralelamente, Acaibe chegou à Rede Globo, atuando na minissérie “Tenda dos Milagres”, de Aguinaldo Silva, em 1985. Seu papel mais duradouro foi na emissora. Entre 2001 e 2006, ele deu vida ao Tio Barnabé, no “Sítio do Picapau Amarelo”. A experiência foi seguido por outro personagem infantil muito lembrado. Entre 2013 e 2015, atuou como Chefe Chico, no remake de “Chiquititas”, no SBT. Seus últimos trabalhos foram na novela da Globo “Segundo Sol” (2018), como o pai de santo Didico, e no filme “M-8: Quando a Morte Socorre a Vida” (2019), de Jeferson De, recém-disponibilizado na Netflix.

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  • Filme

    Filmes online: Única estreia dos cinemas também é destaque da locação digital

    25 de março de 2021 /

    Com duas indicações ao Oscar 2021, o drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” chega simultaneamente aos cinemas e às plataformas online do Brasil neste fim de semana. Na verdade, a obra de Thomas Vinterberg é o único filme com distribuição física nesta quinta (25/5) no circuito cinematográfico, que não conta com as principais capitais sob o impacto dos fechamentos causados pela pandemia de coronavírus. “Druk” concorre ao Oscar de Melhor Direção (com Vinterberg) e é favoritíssimo como Melhor Filme Internacional, após vencer o Festival de Londres, o César (o Oscar francês) da categoria e o prêmio de Melhor Filme Europeu, conferido pela Academia Europeia de Cinema. A trama gira em torno de Martin, interpretado por Madds Mikkelsen, professor, marido e pai que já foi brilhante, mas se torna apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica com colegas acadêmicos para testar uma teoria. Esta é segunda parceria entre Vinterberg e Mikkelsen, após o êxito do também premiado “A Caça” (2012). Em contraste com a falta de salas abertas durante o agravamento do contágio, “Druk” chega junto de outros bons lançamentos nas muitas plataformas digitais que oferecem locação digital e streaming no país – entre eles o muito falado documentário de Britney Spears. Conheça abaixo as dicas e os trailers dos 10 melhores lançamentos de “cinema em casa” desta semana.     Druk – Mais uma Rodada | Dinamarca | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes)     Fale com as Abelhas | EUA | 2019 (Apple TV, Looke, NOW, Sky Play e Vivo Play)     A Madeline de Madeline | EUA | 2019 (Apple TV, NOW, Vivo Play)     Filhos da Tempestade | África do Sul | 2019 (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play)     Oleg | Letônia, Lituânia | 2019 (MUBI)     Bad Trip | EUA | 2019 (Netflix)     As Fantasias de Lucas | México | 2019 (Disney+)     A Semana da Minha Vida | EUA | 2021 (Netflix)     Framing Britney Spears | EUA | 2021 (Globoplay)     Projeto Mercury: Os Sete Escolhidos | EUA | 2020 (Disney Plus)

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  • Filme

    A Menina que Matou os Pais: Carla Diaz vira Suzanne Von Richthofen em novo trailer

    25 de março de 2021 /

    A Galeria Distribuidora divulgou um novo trailer da sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Com imagens inéditas, os vídeos destacam o desempenho de Carla Diaz, recém-saída do “BBB 21”, em sua estreia no cinema. Nos filmes, ela vive ninguém menos que Suzanne Von Richthofen, uma das criminosas mais célebres do Brasil. Previstos para abril de 2020, os longas foram adiados devido à pandemia e vão completar um ano guardados. O lado positivo desse adiamento é que Carla Diaz se tornou ainda mais popular nesse meio tempo, após passar pelo reality show da Globo sem se tornar uma “vilã” – como os demais que saíram antes dela da produção. Em seu plano original, a distribuidora pretendia lançar os dois filmes no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois (mais o irmão de Daniel) foram condenados pelo crime. Além da ex-Chiquitita e ex-Rebelde como Suzane, o elenco destaca Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy (“Bom Dia, Verônica”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Edson Montenegro (1957 – 2021)

    21 de março de 2021 /

    O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.

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