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  • Filme

    Cinebiografia de Allan Kardec começou a ser filmada no Rio com participação de veterano do cinema francês

    23 de junho de 2018 /

    A cinebiografia de Allan Kardec já começou a ser rodada no Rio. Intitulada “Kardec”, traz Leonardo Medeiros (série “O Mecanismo”) no papel do professor, escritor e tradutor francês considerado o fundador do espiritismo moderno. A direção é de Wagner de Assis, que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas com outro filme espírita, “Nosso lar”, em 2010. E uma das maiores curiosidades da produção é a participação do veterano ator francês Christian Baltauss, de 70 anos, que já trabalhou com alguns dos nomes mais celebrados do cinema, como François Truffaut, com quem fez “O Último Metrô” (1980), e Luis Buñuel, de quem integrou o clássico “O Discreto Charme da Burguesia” (1972). Baltauss interpreta um morador de rua que tem a vida transformada por Allan Kardec na cinebiografia. Seu personagem se chama General e nunca fala, mas logo se estabelece uma conexão entre eles. “Kardec” tem lançamento previsto para o ano que vem.

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  • Filme

    Vida de Silvio Santos vai render dois filmes com atores diferentes

    21 de junho de 2018 /

    Rodrigo Faro não será o único Sílvio Santos do cinema. O projeto da Paris Filmes, baseado no livro “Silvio Santos — A Biografia”, terá concorrência de outra produção simultânea. Segundo o colunista do UOL Flavio Ricco, o outro projeto é uma produção da Film Land, que foi escrita pelo roteirista Paulo Cursino (dos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte os Separe”) e será dirigida por Pedro Amorim (“Divórcio”). A ideia é definir o protagonista nos próximos dias e começar as filmagens no segundo semestre. Já o primeiro filme anunciado definiu até agora apenas o intérprete principal. A produção está em ritmo de Copa do Mundo, com tudo parado, a espera do final dos jogos da seleção brasileira para começar a escolher diretor, roteirista e elenco. Neste ritmo, as filmagens só devem acontecer em 2019. Por conta disso, o filme de Cursino e Amorim tende, inclusive, a chegar bem antes nos cinemas.

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  • Música

    Mesmo demitido, Bryan Singer será único diretor creditado no filme da banda Queen

    17 de junho de 2018 /

    Apesar de ter sido demitido durante as filmagens, o cineasta Bryan Singer será creditado como diretor de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. A razão para este paradoxo é que Singer fez a maior parte do trabalho e seu substituto, Dexter Fletcher, apenas finalizou o que ele deixou incompleto. Pelas regras do Sindicado dos Diretores dos EUA, Fletcher só poderia receber os créditos de direção se refilmasse uma porcentagem significativa do longa, como aconteceu em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que também teve substituição de diretores – a dupla Phil Lord e Christopher Miller foi trocada por Ron Howard. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre Singer e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. A estreia de “Bohemian Rhapsody” está marcada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ryan Gosling é o Primeiro Homem na lua em trailer do novo filme do diretor de La La Land

    9 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou dois pôsteres, fotos e o primeiro trailer de “Primeiro Homem” (First Man), filme sobre a conquista da Lua que volta a reunir o ator e o diretor de “La La Land”. O clima tenso e a iconografia remete ao clássico “Os Eleitos”, do qual a trama é sucessora. Ryan Gosling vive o personagem do título, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. O filme dirigido por Damien Chazele e com roteiro de Josh Singer (“Spotlight”), mostra os bastidores de sua viagem espacial, revelando o custo humano da missão, descrita como a mais perigosa de todos os tempos, mas lembrada também como uma das mais bem-sucedidas. “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”, nas palavras famosas do próprio Armstrong, ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969. O elenco ainda destaca Claire Foy (série “The Crown”), Kyle Chandler (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Jason Clarke (“Mudbound”), Pablo Schreiber (“Covil de Ladrões”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Lukas Haas (“O Regresso”), Patrick Fugit (série “Outcast”), Brian d’Arcy James (série “13 Reasons Why”), Ethan Embry (série “Sneaky Pete”), Ciarán Hinds (série “Game of Thrones”) e Cory Michael Smith (serie “Gotham”). A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Rodrigo Faro viverá Silvio Santos no cinema

    8 de junho de 2018 /

    O ator Rodrigo Faro foi escolhido para dar vida a Silvio Santos na cinebiografia do apresentador. Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, o próprio fundador do SBT participou do processo de seleção que definiu Faro, juntamente com o produtor do longa Roberto D’Ávila. Curiosamente, o colunista Flávio Ricco do UOL, que é do mesmo conglomerado do jornal, diz o oposto. Que Silvio Santos ainda não foi consultado sobre o projeto e que pessoas próximas ao apresentador garantem que ele não irá autorizar a produção do filme. Caso o projeto saia do papel, seria contra a sua vontade. O projeto cinematográfico se baseia em “Silvio Santos — A Biografia”, de Marcia Garcia e Anna Medeiros. O livro, cujos direitos foram adquiridos pela Paris Filmes, relata como o ex-camelô conseguiu se tornar um dos homens mais poderosos da televisão do Brasil, destacando passagens marcantes de sua vida profissional e pessoal. A produção pretende definir o diretor e o resto do elenco nos próximos meses, visando iniciar as filmagens em 2019. A cinebiografia de Sílvio Santos vai se somar a outros dois filmes em desenvolvimento sobre apresentadores marcantes da TV brasileira, Chacrinha e Hebe Camargo. O primeiro é estrelado por Stepan Nercessian e dirigido por Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), enquanto o segundo traz Andrea Beltrão sob direção de Maurício Farias (“Vai que dá Certo”).

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  • Filme,  Música

    Vida de Bob Marley vai virar filme de Hollywood

    6 de junho de 2018 /

    O cantor Bob Marley vai ganhar um filme biográfico da Paramount Pictures, com produção de seu filho Ziggy Marley. Segundo o site Deadline, a produção se encontra em fase inicial de desenvolvimento e ainda não possui título, diretor ou atores confirmados. O filme vai contar a vida e obra de Marley, principal nome do reggae e responsável a popularizar a música jamaicana em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. Ele morreu muito jovem, de câncer, aos 36 anos em 1981. Mas uma série de coletâneas e obras relacionadas à sua carreira mantém suas músicas muito tocadas até hoje. De acordo com a revista Forbes, Bob Marley foi a quinta celebridade falecida que mais lucro gerou aos seus herdeiros em 2017. Foram US$ 23 milhões arrecadados em direitos autorais, atrás apenas de Michael Jackson, do golfista Arnold Palmer, do cartunista Charles Schulz e de Elvis Presley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013).

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  • Filme

    Shia LaBeouf se transforma em seu próprio pai nas filmagens de sua biografia

    1 de junho de 2018 /

    Paparazzi flagraram as primeiras imagens da transformação de Shia LaBeouf para seu próximo filme. Ele aparece calvo, de óculos e envelhecido para viver ninguém menos que seu próprio pai em “Honey Boy”. O filme foi roteirizado por LaBeouf, sob o pseudônimo de Otis Lort, e se foca no relacionamento entre o ator e seu pai, Jeffrey Craig LaBeouf. Curiosamente, antes de sua autoria ter sido desvendada, o roteiro esteve em destaque na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados que circulam por Hollywood. A sinopse oficial resume a trama da seguinte forma: “Um ator infantil e seu pai que viola a lei e abusa do álcool tentam consertar seu relacionamento beligerante ao longo de uma década”. LaBeouf admitiu que Lort era seu pseudônimo em uma entrevista da revista Esquire publicada em março. “Honey Boy” era como seu pai, um viciado em heroína, o chamava. A direção do projeto está a cargo da premiada documentarista israelense Alma Har’el, que já venceu os festivais de Tribeca e Karlovy Vary e fará sua estreia na ficção. Ela conheceu LaBeouf ao dirigi-lo num clipe da banda islandesa Sigur Rós, em 2012. Enquanto LaBeouf vive seu pai, dois outros atores darão vida a ele próprio. Quem faz o papel do jovem Shia é Lucas Hedges, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Manchester à Beira-Mar” (2016), enquanto o Shia criança será vivido por Noah Jupe (de “Um Lugar Silencioso”). A trama vai se focar da adolescência do ator, quando ele era um astro infantil do Disney Channel – na série “Mano a Mana” (Even Stevens). O elenco ainda inclui Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”), Clifton Collins Jr. (série “Westworld”), Laura San Giacomo (série “NCIS”) e Martin Starr (série “Silicon Valley”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Stallone filmará história do primeiro negro campeão mundial do boxe, preso por racismo

    30 de maio de 2018 /

    O ator Sylvester Stallone lançou a sua própria produtora, a Balboa Productions, inspirada no nome de seu personagem mais famoso, Rocky Balboa. E o primeiro projeto será um filme sobre o pugilista Jack Johnson. Stallone foi patrocinador do perdão que Johnson recebeu do presidente Donald Trump na semana passada. Filho de ex-escravos, Johnson entrou para a história ao se tornar o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em 1908. Quatro anos após conquistar o título, o atleta foi preso sob a acusação de que seu relacionamento com mulheres brancas violava o ‘Mann Act’, que proibia o transporte de “uma mulher branca entre territórios americanos para fins imorais’. A mãe de uma dessas mulheres o acusou de sequestrar a filha, que era uma ex-prostituta. Mas a mulher, Lucille Cameron, com que Johnson posteriormente se casou, recusou-se a corroborar as alegações. Mesmo assim, o boxeador foi julgado e condenado por ter viajado com outra mulher branca, por um tribunal formado apenas por pessoas brancas. Ele fugiu e viveu com Lucille Cameron na Europa, na América do Sul e no México por sete anos, até fechar um acordo para cumprir um ano de prisão nos Estados Unidos. O caso virou símbolo da luta contra o racismo nos Estados Unidos. A história também já tinha sido levada aos cinemas, por meio do documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, dirigido por Ken Burns em 2004. Na semana passada, Trump aceitou um pedido de Stallone e emitiu o perdão presidencial ao atleta, que morreu em 1946. “Hoje eu concedi um perdão executivo a John Arthur ‘Jack’ Jackson. O primeiro africano-americano campeão peso-pesado do mundo, um grande lutador. Teve uma vida dura. Hoje nós fizemos algo importante, porque fizemos algo certo. Jack Jackson não foi tratado da forma correta e nós acertamos isso, estou honrado por ter participado disso”, declarou Trump.

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  • Filme

    Steven Spielberg e Leonardo DiCaprio planejam filmar “continuação” de Lincoln

    22 de maio de 2018 /

    O ator Leonardo DiCaprio e o diretor Steven Spielberg planejam voltar a trabalhar juntos, 16 anos depois da parceria feita na comédia “Prenda-me se For Capaz” (2002). Eles estão circulando uma cinebiografia do ex-presidente norte-americano Ulysses S. Grant, informou o site Deadline. O filme seria praticamente uma continuação de “Lincoln”, dirigido por Spielberg em 2012. Fontes revelaram ao Deadline que o projeto é “prioridade” para a dupla. Entretanto, ambos estão envolvidos em outros filmes atualmente. O ator vencedor do Oscar por “O Regresso” (2015) vai começar a filmar o novo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon Time in Hollywood”, nos próximos meses. Enquanto isso, o experiente diretor de 71 anos prepara o quinto “Indiana Jones” e, dizem, um remake de “Amor, Sublime Amor” (1961). Ulysses S. Grant é uma figura controvertida nos Estados Unidos. Herói para alguns, vilão para outros, ele foi o comandante militar que venceu a Guerra Civil Americana, sob a presidência de Abraham Lincoln. Graças à popularidade conseguida por sua vitória, cheia de batalhas árduas, mas também marcadas por grandes estratégias, tornou-se o 18º presidente dos Estados Unidos aos 47 anos, o mais jovem do país até então e apenas três anos após derrotar o exército confederado. Ele presidiu o país por dois mandatos. No primeiro, ajudou a unificar a República após a guerra, perseguindo a Ku Klux Klan e reforçando leis de direitos civis e de voto para os antigos escravos do Sul. Grant empregou o exército para impor Justiça nos antigos estados confederados, criou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e construiu o Partido Republicano no sul com apoio de eleitores negros. Mas o segundo mandato enfrentou a reação conservadora, que alimentou o ódio racial por meio de violência sem controle. Isto aconteceu porque o exército passou a ser mobilizado para outra frente – apaziguar conflitos com os índios – e porque seu governo implodiu sob acusações de corrupção – a ponto de ser considerado o mais corrupto da história dos Estados Unidos. Para completar, sua política econômica mergulhou o país numa grande crise. Por conta disso, sua morte, aos 63 anos por câncer, foi muito comemorada. Entretanto, após mais de um século, o lado positivo de seu legado é o que prevalece nas análises do período, com ênfase para seu papel na reconstrução de um país dividido, fortalecimento da Justiça, enfrentamento do racismo e pacificação dos índios com a criação de reservas federais.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ezra Miller vai viver o pintor Salvador Dalí no cinema

    13 de maio de 2018 /

    O ator americano Ezra Miller (o Flash da “Liga da Justiça”) vai viver o consagrado pintor surrealista Salvador Dalí na biografia “Dali Land”, informou o site Deadline. A trama se passará na Nova York da década de 1970 e será narrada por James, um assistente do pintor. Entre flashbacks da trajetória de Dalí, o longa vai apresentar o mundo complexo e um tanto sujo das artes. Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) viverá a versão mais velha do pinto e o elenco também inclui Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Frank Dillane (série “Fear the Walking Dead”) e Tim Roth (“Os Oito Odiados”). O roteiro e a direção são de Mary Harron (“Psicopata Americano”), mas ainda não há previsão de estreia. Ezra Miller não é a primeira escolha “surreal” para viver o pintor catalão. Em 2008, o inglês Robert Pattinson também o interpretou no cinema, no filme “Poucas Cinzas: Salvador Dalí”.

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    Nada a Perder vira o filme com mais ingressos vendidos do cinema brasileiro

    7 de maio de 2018 /

    “Nada a Perder”, cinebiografia de Edir Macedo, virou a maior bilheteria do cinema brasileiro ao atingir a vendagem de 11,2M (milhões) de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. O longa dirigido por Alexandre Avancini superou o recorde de “Os Dez Mandamentos”, que tinha vendido 11,18M de ingressos em 2016. Os demais filmes que completam o Top 5 de todos os tempos no Brasil são “Tropa de Elite 2” (11,14M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Antes mesmo de seu lançamento, em 29 de março, o longa já contava com 4 milhões de ingressos vendidos, garantindo o posto de maior bilheteria do ano. Entretanto, o filme não contabilizou toda essa mobilização na estreia. Apenas metade da pré-venda alegada foi contabilizada no primeiro fim de semana em cartaz – 2,1M de ingressos. Esta não foi a única controvérsia da produção. A diferença entre ingressos vendidos e ocupação de salas voltou a chamar atenção, como tinha acontecido anteriormente com “Os Dez Mandamentos”, que também foi um filme apoiado pela Igreja Universal. Segundo apurações feitas pelos jornais O Globo e Folha de São Paulo, além do portal UOL, apesar do grande número de ingressos vendidos, as sessões do filme contaram com um público muito abaixo do total comercializado. A Folha e o Globo visitaram sessões do filme e constataram que, apesar de todos os ingressos vendidos, algumas sessões estavam quase vazias ou com metade da ocupação. Em depoimento colhido pela imprensa, espectadores confirmaram que ganharam os ingressos da Igreja. Um repórter chegou a ganhar uma entrada na porta de um cinema. A Igreja Universal negou, por seu departamento de comunicação social, que estaria distribuindo ingressos para seus fiéis e chamou de “vergonhosa acusação” a suspeita sobre a bilheteria inflada de “Nada a Perder”. Entretanto, diante da controvérsia, mesmo tendo sido o filme que mais vendeu ingressos, não é possível afirmar que “Nada a Perder” seja o filme mais visto da História do cinema brasileiro.

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    Ascensão de Donald Trump vai virar filme

    5 de maio de 2018 /

    A ascensão de Donald Trump, de empresário a apresentador de reality show e finalmente a presidente dos Estados Unidos, vai virar filme. Intitulado “The Apprentice”, mesmo nome do programa que o tornou popular – “O Aprendiz”, no Brasil – o longa terá roteiro de Gabriel Sherman, jornalista da revista Vanity Fair. “Como jornalista, informei sobre Donald Trump durante mais de 15 anos”, disse Sherman no comunicado sobre o projeto. “Há muito tempo me fascinaram suas origens como jovem empresário no mundo selvagem da Nova York dos anos 1970 e 1980. Esse período formativo deixa claras muitas coisas sobre o homem que hoje ocupa o Salão Oval”, acrescentou. O filme será produzido por Amy Baer através de sua empresa de cinema, Gidden Media, responsável por “Última Viagem a Vegas” (2013) e a vindoura cinebiografia “Mary Shelley”, sobre a criadora de Frankenstein. Ainda não há diretor definido nem previsão de estreia para o longa-metragem. Este será o primeiro roteiro de Sherman, que recentemente licenciou seu livro “The Loudest Voice in the Room”, sobre o falecido fundador da Fox News, Roger Ailes, para adaptação numa série do canal pago Showtime.

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