Saiu o primeiro trailer legendado de Vingadores 4… ou melhor, Vingadores: Ultimato!
A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Vingadores 4”, que também revela o nome oficial e a nova data de estreia da produção. A prévia de “Vingadores: Ultimato” (tradução do original “Avengers: End Game”) mostra os heróis em clima de derrota, com Tony Stark/Homem de Ferro vagando no espaço, à espera da morte, Steve Rogers/Capitão América e Natasha Romanoff/Viúva Negra relutando contra a aceitação do desaparecimento de metade da população mundial, tendo como alívio apenas a constatação de que Clint Barton/Gavião Arqueiro está vivo e com novo visual, enquanto Bruce Banner/Hulk, Thor e Nebula expressam luto. Até que a esperança bate à sua porta, literalmente, na forma de Scott Lang/Homem-Formiga, um dos desaparecidos após o estalar de dedos de Thanos, vivinho e pronto para dar início à reviravolta. A narrativa transmitida pelo trailer é simplesmente empolgante. Mas o título original, “End Game”, deve preocupar os fãs, considerando que o filme marca o final de contrato da maioria dos atores enfatizados no vídeo, como Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk), Jeremy Renner (Gavião – ou seria Ronin nesse retorno?) e Scarlett Johansson (Viúva Negra), se bem que a última renegocia sua volta num filme solo. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.
Chloe Bennet revela novo visual de Quake na 6ª temporada de Agents of SHIELD
A atriz Chloe Bennet revelou em seu Twitter o novo visual da sua personagem Quake na 6ª temporada de “Agents of SHIELD”. Ainda não há informações sobre a trama da temporada, que será menor que as anteriores, com apenas 13 episódios, e começará mais tarde, apenas em julho nos Estados Unidos. Como a série é a que mais tem relação com o universo cinematográfico da Marvel, o adiamento pode ser consequência de eventos do filme “Vingadores 4”, que estreia dois meses antes. Vale lembrar que, nos últimos episódios exibidos, “Agents of SHIELD” refletiu a chegada de Thanos na Terra, situando-se na época de “Vingadores: Guerra Infinita”. De todo modo, os fãs poderão rever um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), já em março. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva, que já se encontra renovada para seu sétimo ano. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. New exclusive Quake look. Come at me bad guys. @AgentsofSHIELD @Marvel pic.twitter.com/kCaXX578sw — Chloe Bennet (@chloebennet) November 17, 2018
Agents of SHIELD é renovada para a 7ª temporada com meio ano de antecipação
A rede ABC anunciou a renovação da série “Agents of SHIELD” para a 7ª temporada com grande antecipação: nada menos que sete meses antes da estreia da 6ª temporada, prevista apenas para julho de 2019. Os fãs chegaram a temer pelo destino da atração, após o anúncio de que ela voltaria menor e bem mais tarde, após o encerramento de sua temporada mais criativa, em maio passado. Mas a série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel na carona do sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por conta disso, a ABC decidiu diminuir o investimento, encomendando apenas 13 capítulos para o sexto ano, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A 7ª temporada também terá 13 episódios, mas não foi revelado se sua produção encerrará a série. A renovação acontece após o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), voltará a ser visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Stan Lee (1922 – 2018)
Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”
Chris Evans se despede do Capitão América em post nas redes sociais
O ator Chris Evans pendurou o escudo do Capitão América. Após oito anos interpretando o super-herói nos filmes da Marvel, ele usou seu Twitter para se despedir, após o final de sua participação nas refilmagens de “Vingadores 4”. “Oficialmente finalizei as filmagens de ‘Vingadores 4′”, escreveu o ator. “Foi um dia muito emotivo, para dizer o mínimo. Interpretar esse papel nos últimos oito anos tem sido uma honra. Para todo mundo na frente e atrás da câmera, além de todo mundo na plateia, obrigado pelas memórias! Eternamente grato”. O post repercutiu entre os fãs, fazendo as hashtags #ChrisEvans e #ThankYouChrisEvans entraram para os tópicos mais compartilhados. Desde o ano passado, o ator vem dizendo que “Vingadores 4” – até hoje sem título oficial! – marcaria sua despedida do papel. Em entrevista feita em abril de 2017 para o jornal USA Today, ele afirmou que se sentia grato e sem arrependimentos por viver o Capitão América, mas “nada dura para sempre”. “Eu estaria mentindo se dissesse que não seria difícil para mim, mas a passagem do tempo e das tochas é parte da experiência. Nada dura para sempre. Existe beleza nessa partida, mesmo que seja triste às vezes, também é alegre”, ele comentou. “Eu me diverti muito. Super-heróis são entidades reinventáveis, como o Batman, ou mesmo o James Bond. Esses filmes encontram outras formas e encarnações para contar a história. Estou bem com isso. Eles querem continuar depois de ‘Vingadores 4’ e isso é com eles. Eu vou embora sem nenhum arrependimento e infinitamente grato”. Três meses depois, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, ele contou que seu contrato acabaria com “Vingadores: Guerra Infinita”, mas a Marvel conseguiu convencê-lo a filmar mais um longa dos Vingadores, graças à promessa de encerrar a trajetória do seu Capitão América nessa história. “Eu tinha seis filmes no meu contrato da Marvel, então eu poderia ter dito que, depois de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, não faria mais, mas eles queriam fazer o terceiro e quarto ‘Vingadores’ em duas partes”, explicou. “Eles disseram que tinham tantos personagens para encaixar – Guardiões da Galáxia, Pantera Negra, Capitão Marvel, Doutor Estranho, Homem-Formiga – que não conseguiriam em um único filme. Concordo, porque fazia sentido. O quarto ‘Vingadores’ vai encerrar tudo”. A despedida do Capitão América está agendada para chegar aos cinemas brasileiros em 2 de maio de 2019, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Officially wrapped on Avengers 4. It was an emotional day to say the least. Playing this role over the last 8 years has been an honor. To everyone in front of the camera, behind the camera, and in the audience, thank you for the memories! Eternally grateful. — Chris Evans (@ChrisEvans) October 4, 2018
Fotos flagram refilmagens de Vingadores 4 com Chris Evans, Scarlett Johansson e Paul Rudd
As refilmagens de “Vingadores 4” já estão acontecendo, conforme revelam fotos de paparazzi, que flagraram gravações de Chris Evans (Capitão América), Scarlett Johansson (Viúva Negra) e Paul Rudd (Homem-Formiga), além dos irmãos Russo, que dirigem a produção, nas ruas de Atlanta. Esse período de refilmagens já estava previsto desde o início do ano e, em março, Chris Evans confirmou ao jornal The New York Times que ele marcaria sua despedida da Marvel. “É melhor sair do trem antes que te empurrem”, ele disse, resumindo a situação. O contrato do ator ia até “Vingadores: Guerra Infinita”, mas ele aceitou estendê-lo para levar Steve Rogers/Capitão América até a conclusão de sua trajetória cinematográfica num quarto filme dos Vingadores, até hoje sem título oficial. Por conta disso, muitos suspeitam que o herói será uma das vítimas dos roteiristas, que prometeram grandes perdas ao final dos dois lançamentos. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Capitão América foi “assassinado” após os eventos de “Guerra Civil”, levando seu amigo Bucky Barnes a assumir o escudo do herói por um certo período. De todo modo, “Vingadores 4” vai levar aos cinemas o costume da Marvel de reviver personagens mortos como se fosse algo banal, já que o longa trará de volta a maioria dos personagens eliminados por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”. A estreia está prevista para 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Robert Downey Jr dá carrão vintage customizado com símbolo do Capitão América para Chris Evans
Robert Downey Jr resolveu celebrar o final das filmagens de “Vingadores 4” e a amizade com o colega Chris Evans com um presente muito especial. O intérprete do Homem de Ferro mandou customizar um Chevrolet Camaro 1967 com o símbolo do Capitão América no volante. O carrão foi revelado no canal do YouTube da série “Jay Leno’s Garage” nesta semana. No programa de 20 minutos, o apresentador Jay Leno conversou com David Salvaggio, vice-presidente da Speedkore, que Downey contratou para estilizar o carro. “Já havíamos feito três carros para Robert, e o objetivo deste era dar de presente para Chris. Robert procurou um bom tempo por um Camaro da primeira geração, encontrou esse modelo de 1967 e começou o trabalho em outra oficina. As coisas lá não deram certo, e ele trouxe o carro para nós”, comentou Salvaggio. “Robert se envolveu muito no processo. Ele gosta do Camaro 67 por causa das janelas e alguns outros detalhes. Ele nos ajudou a escolher o couro dos bancos e outras coisas do interior do carro”, revelou. Além do símbolo do Capitão América no volante, o carro inclui uma placa comemorativa marcando a estilização, com o nome de Evans e do personagem. “Robert colocou o carro em um avião e o levou até Atlanta, onde estavam ocorrendo as filmagens. Ele deu o carro de presente no set. Chris nunca foi um cara de esbanjar com carros, mas como todo garoto, sempre sonhou com um Camaro”, completou Salvaggio. Veja a íntegra do programa abaixo.
Vingadores também vão usar dispositivo de Cable para viajar no tempo?
Uma foto do set de “Vingadores 4” chamou atenção dos fãs, ao mostrar o Capitão América, Tony Stark e o Homem Formiga com um dispositivo na mão, idêntico ao usado por Cable para viajar no tempo em “Deadpool 2”. Veja abaixo. Os dois filmes (ainda) não estão no mesmo universo cinematográfico compartilhado, mas se inspiram em tramas da mesma editora de quadrinhos. Vai que a Marvel usou uma ideia dos quadrinhos, que a produção da Fox antecipou? A semelhança entre os dispositivos é realmente muito grande. E, vale lembrar, esse equipamento não faz parte do traje original dos heróis. A imagem é mais um elemento a reforçar a suspeita de viagem no tempo em “Vingadores 4” para mudar os acontecimentos do final de “Vingadores: Guerra Infinita”. O próprio uniforme do Capitão América é outro. O herói aparece com o mesmo visual do primeiro filme dos Vingadores, lançado em 2012. Como os fãs sabem, a Marvel “atualiza” os uniformes de seus personagens a cada filme, de modo que eles nunca se repetem. Confira abaixo.
Agents of SHIELD é renovada para a 6ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Agents of SHIELD” para sua 6ª temporada. A série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel, após o sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada, que se encerra na sexta-feira (18/5) nos Estados Unidos, foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Assim, ao estender sua produção mais um ano, a ABC condiciou o retorno à diminuição de episódios da próxima temporada. O próximo arco da série terá 13 capítulos, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A renovação também reflete o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), será visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará a aparecer num filme, “Capitã Marvel”, previsto para março de 2019, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. Caso “Blindspot” fosse cancelada, também havia rumores do ressurgimento da deusa Sif na série. Interpretada pela atriz Jaimie Alexander, Sif apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, após se destacar nos dois primeiros filmes de “Thor”. Mas ao entrar em “Blindspot”, a agenda de gravações da série acabou impossibilitando a atriz de retornar ao universo Marvel. Ninguém sabe seu destino após ela faltar a dois apocalipses, em “Thor: Ragnarok” e “Vingadores: Guerra Infinita”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Roteiristas afirmam que Capitão América e Viúva Negra terão maior destaque em Vingadores 4
Muitos fãs reclamaram do pouco destaque dado ao Capitão América/Nômade (Chris Evans) e Viúva Negra (Scarlett Johansson) em “Vingadores: Guerra Infinita”, especialmente considerando que o material promocional destacava bastante a presença dos dois heróis. Mas eles serão compensados com maior presença em “Vingadores 4”. Ao menos, é o que afirmam os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, responsáveis pelos dois filmes, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Alguns personagens tiveram menos espaço neste filme. Quando os abordamos, percebemos que alguns deles teriam muito mais potencial no longa do próximo ano, em termos de como eles seriam testados nessa história. Eu não vou te contar qual é a história. Só digo que temos menos de Steve Rogers e Natasha do que você espera em ‘Guerra Infinita’. Isso porque eles são durões, quando a ameaça chega eles se dispõem a enfrentá-la. Eles não vacilam. Eles não lamentam. Eles não pensam no que perderam. Então, não temos muito o que explorar quando não temos tanto tempo. Mas existe muita coisa depois”, explicou Markus. Os roteiristas também afirmaram que “Vingadores 4” será maior e melhor que “Guerra Infinita”. O adjetivo “maior” é obrigatório, considerando como as continuações da Marvel são cada vez mais opulentas. “Vingadores: Guerra Infinita” já está em cartaz nos cinemas e “Vingadores 4” tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.
Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita
Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.
Diretores confirmam que Steve Rogers não é mais Capitão América em Vingadores: Guerra Infinita
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, postaram uma imagem em seu Instagram, na qual confirmam que Steve Rogers, o personagem vivido pelo ator Chris Evans, não se identifica mais como Capitão América no cinema. Após abandonar seu escudo em “Capitão América: Guerra Civil”, ele assumiu a identidade de Nômade. Já havia especulação dos fãs a este respeito, e a imagem, que afirma categoricamente que “Chris Evans é o Nômade”, confirma as teorias. Nômade foi o nome adotado por Steve Rogers nos quadrinhos em 1974, após abandonar o uniforme do Capitão América, desiludido com os Estados Unidos. Consequência dos escândalos políticos dos anos 1970, época de Watergate, Rogers ficou envergonhado em usar as cores da bandeira americana após descobrir que o líder misterioso de uma organização de vilões era, na verdade, um político importante. Ele passou menos de um ano como “Nômade”, antes de tropeçar na própria capa e sentir saudades do escudo. O uniforme com capa azul e amarela do personagem era bem diferente do traje que Chris Evans aparece envergando nos vídeos e fotos de “Vingadores: Guerra Infinita”. A versão de cinema dispensa o escudo e substitui a vestimenta colorida tradicional do Capitão América por um traje de cor acinzentada. Para completar, os irmãos Russo também postaram uma ilustração do Soldado Invernal (vivido por Sebastian Stan) no Twitter, segurando o escudo do Capitão América. E isto é alimento para outras teorias, já bastante discutidas nos fóruns online. A estreia do Nômade nos filmes da Marvel – e de “Vingadores: Guerra Infinita” – está marcada para 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 9 de Abr, 2018 às 6:09 PDT #NewProfilePic pic.twitter.com/mFzzWyYocS — Russo Brothers (@Russo_Brothers) April 9, 2018
Capitão América reencontra Soldado Invernal em novo trailer de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou um novo trailer de “Vingadores: Guerra Infinita” com muitas cenas inéditas. As melhores partes se passam em Wakanda, com destaque para o reencontro entre Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) e Buck Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan). Um detalhe interessante é que os dois surgem em cena após Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) dizer que os Vingadores precisarão de ajuda para enfrentar Thanos (Josh Brolin), o que explica o apaziguamento entre os personagens após os confrontos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo (também responsáveis por “Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











