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    Bryan Fuller revela que existem negociações para resgatar a série Hannibal

    12 de agosto de 2017 /

    O produtor-roteirista Bryan Fuller revelou que existem negociações para trazer a série “Hannibal” de volta. Ele garantiu a um fã no Twitter que foi preciso esperar, contratualmente, dois anos desde o final da série para iniciar conversas com outros canais, o que aconteceu neste mês de agosto. Na mesma mensagem, ele afirmou que a Neoprod, empresa de Martha DeLaurantiis, que possui os direitos do personagem, já está tratando isso. Mas fez uma ressalva: “Essas coisas levam tempo”. Em entrevista concedida em maio, Fuller havia adiantado que as perspectivas para a retomada da série eram boas. “Estamos empolgados com o prospecto de retornar à história, mas há alguns obstáculos a serem vencidos.” Antes disso, chegou a revelar os planos de trazer “Hannibal” de volta como uma minissérie, focando na trama adaptada no filme “O Silêncio dos Inocentes”, de 1991. “Acho que a adaptação cinematográfica é um ótimo filme, mas tem muitos detalhes interessantes que podem ser exploradores em uma série de televisão. Espero que consigamos contar essa história”, disse Fuller, durante entrevista para um podcast (Shock Wave). Após o final de “Hannibal”, Fuller ajudou a conceber a série “Star Trek: Discovery” e desenvolveu “Deuses Americanos/American Gods”. Ele também está envolvido num remake da série “Amazing Stories”. Conversations couldn't start until 2 years after the final airing of season 3. @neoprod has started those conversations. This takes time. — Bryan Fuller (@BryanFuller) August 9, 2017

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    Netflix cancela Gypsy na 1ª temporada

    11 de agosto de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “Gypsy“, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), 40 dias após a disponibilização dos 10 episódios de sua 1ª e única temporada. Na trama, a atriz vivia uma psicóloga manipuladora, que utilizava sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução – com muitas cenas de lesbianismo – contava com a direção de uma especialista. A cineasta Sam Taylor-Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”) assinou os dois primeiros episódios. Apesar da premissa provocante, “Gypsy” acabou não agradando à crítica, obtendo apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Numa época em que não faltam ofertas de séries, é possível supor que o público seguiu a orientação da imprensa e não embarcou em maratonas da série. Mas a Netflix não divulga a audiência de suas produções. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, a série também incluía em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). “Gypsy” é a segunda série da Netflix a ser cancelada na 1ª temporada em 2017. O mesmo aconteceu com “Girlboss”, estrelada por Britt Robertson (“Tomorrowland”).

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    The Middle vai acabar na 9ª temporada

    3 de agosto de 2017 /

    A rede ABC aproveitou o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) para anunciar que a 9ª temporada de “The Middle” será a última da série. “Sentamos com o elenco no fim do ano passado e tomamos a decisão em conjunto de encerrar a trajetória da família Heck. Foi uma excelente trajetória, uma experiência única na vida, e teremos um ano inteiro para nos despedirmos. Queremos contar todas as histórias”, disse a criadora DeAnn Heline na entrevista coletiva da TCA. “Tivemos a ideia há alguns anos e ela foi se aperfeiçoando ao passar do tempo. Será um fim honesto para o programa, e um que os fãs irão gostar.” “The Middle” começou a ser exibida em 2009 e, junto com “Modern Family”, é uma das séries de comédia mais antigas do canal. Criada por Eileen Heisler e DeAnn Heline (ambas da série “Commited”), a série gira em torno de uma típica família da classe média endividada, e destaca a atriz Patricia Heaton (série “Everybody Loves Raymond”) como a esposa e mãe eternamente sofredora. A temporada final vai estrear 3 de outubro nos Estados Unidos, fazendo a série superar os 200 episódios. “The Middle” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    Annie Potts será a avó do pequeno Sheldon no spin-off de The Big Bang Theory

    20 de julho de 2017 /

    A atriz Annie Potts, que estrelou a franquia original dos “Caça-Fantasmas”, entrou na nova série “Young Sheldon”, spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper. Ela viverá uma personagem importante da vida da criança: a avó de Sheldon, que ele chama de Meemaw. A avó sempre foi mencionada no sitcom original e finalmente apareceu na 9ª temporada com interpretação de June Squibb (“Nebraska”). Meemaw foi uma das maiores incentivadoras da inteligência do netinho e vai entrar em conflito com a intérprete de Mary Cooper, Zoe Perry (série “The Family”). Um detalhe curioso é que Perry é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a mesma personagem, mãe de Sheldon, em “The Big Bang Theory”. Já o pequeno Sheldon será vivido por Iain Armitage, de apenas oito anos de idade e visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). Jim Parsons, que interpreta o Sheldon adulto em “The Big Bang Theory”, também participa como narrador. A série vai estrear em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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    The Carmichael Show vai acabar após a 3ª temporada

    1 de julho de 2017 /

    A NBC anunciou o cancelamento de “The Carmichael Show” ao final de sua 3ª temporada. A decisão foi tomada após o criador e estrela da série Jerrod Carmichael revelar seu desejo de sair da atração. “Por três temporadas (ok 2,5), eu fiz um programa que eu amo com meus amigos”, disse ele. “É algo que eu queria fazer desde os 13 anos. Agora, estou ansioso para fazer outras coisas que eu amo. Obrigado a todas as pessoas que trabalharam ou assistiram ao ‘The Carmichael Show’.” Carmichael comunicou sua vontade de abandonar a série em meio às negociações de renovação entre a rede NBC e o estúdio 20th TV e Universal, mas o canal já sinalizava uma tendência de interromper a produção, devido à baixa audiência. A série caiu de 4,1 milhões de telespectadores ao vivo para 3,6 milhões na 3ª temporada. Ao mesmo tempo, a atração contava com prestígio da crítica – 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , por abordar temas polêmicos, como o racismo e a violência policial. A 3ª temporada se provou bastante oportuna, ao antecipar em suas tramas fatos que acabariam nos telejornais, como um tiroteio em massa, que fez um episódio com este mesmo tema ser adiado nos Estados Unidos, após o atentado contra um jogo de baseball do Partido Republicano. A série só exibiu metade dos episódios de sua 3ª temporada, e o final está previsto apenas para 23 de agosto.

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    Netflix volta atrás e revive Sense8 com episódio especial de encerramento da série

    29 de junho de 2017 /

    A Netflix voltou atrás e anunciou um final mais feliz para os fãs da série “Sense8”. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. “De forma improvável e inesperada, o amor de vocês trouxe ‘Sense8’ de volta à vida”, exaltou Lana Wachowski, num longo comunicado publicado na página do Facebook dedicada à série. “As cartas apaixonadas, petições, a voz coletiva que se levantou como o punho da Sun para lutar por essa série foram além do que qualquer um poderia esperar”, continua o texto da co-criadora da série. “Mas esse é um presente dos fãs que eu sempre vou carregar no meu coração: por mais que na maioria da vezes essas decisões sejam de fato irreversíveis, isso nem sempre é verdade”. O cancelamento da série gerou muitas reclamações, por ter deixado seus espectadores sem um final. As reações foram ruidosas, mas a própria Netflix chegou a dizer que não adiantava reclamar. Para justificar o cancelamento, executivos da plataforma sugeriram que a série possuía um custo elevado e uma produção complexa, por ser filmada em vários países. “Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de manter por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo da plataforma. Reed Hastings, cocriador da Netflix, chegou a afirmar que a Netflix cancelava poucas séries e precisava fazer isso mais vezes. E assim vieram também os cancelamentos de “The Get Down” e “Girlboss”. Mas os fãs não desistiram. E o ruído se tornou tão alto que a Netflix não pôde mais ignorá-lo. No final, a situação de “Sense8” passou a refletir a capacidade do serviço de engajar e dialogar com seu público. Será que os espectadores teriam a mesma disposição de seguir uma série nova, sabendo que ela poderia ser cancelada e ficar sem fim? Caso esse comportamento se tornasse padrão, a economia obtida com cancelamentos poderia se tornar prejuízo a médio prazo. Além da carta de Lana Wachowski, a Netflix também divulgou um vídeo confirmando o retorno da série. Veja abaixo as duas mensagens oficiais. "Querida família Sense8, Venho querendo escrever esta carta há algum tempo. O derramamento de amor e tristeza que veio… Publicado por Sense8 em Quinta, 29 de junho de 2017

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    Loosely Exactly Nicole é salva pelo Facebook para se tornar a primeira série da rede social

    26 de junho de 2017 /

    A série “Loosely Exactly Nicole”, cancelada pela MTV no começo do ano, após sua 1ª temporada, foi resgatada pelo Facebook, que pretende virar uma plataforma de séries como a Netflix. A atração é a primeira série confirmada para integrar o conteúdo do projeto. “Loosely Exactly Nicole” acompanhava o cotidiano da atriz/personagem Nicole Byer, uma jovem negra e acima do peso que tenta decolar sua carreira como comediante, e tinha uma média de 198 mil telespectadores na TV paga americana. O Facebook considera que os números mais importantes da produção são os demográficos. Segundo uma reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, os conteúdos originais do Facebook terão como público-alvo pessoas de 13 a 34 anos, com foco especial na faixa dos 17 aos 30. Por isso, a empresa procura séries no estilo de “Scandal” e “Pretty Little Liars”. A série de Nicole Byer faz parte desse espectro. Além da 2ª temporada de “Loosely Exactly Nicole”, a rede social também encomendou a produção de um reality show, “Last Late Standing”, que reunirá 50 competidores disputando um prêmio de US$ 500 mil. E novos projetos serão anunciados em breve. Ainda de acordo com o WSJ, a companhia de Mark Zuckerberg conversa com produtoras de Hollywood e está disposta a pagar até US$ 3 milhões por episódio para entrar no ramo das séries. Mas não há muitas informações sobre como esses novos conteúdos são disponibilizados – se serão gratuitos, visando gerar receita de anunciantes, ou integrarão um pacote de assinaturas. Como a novidade deve ser lançada ainda em 2017, informações mais precisas virão em breve.

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    Netflix cancela a série Girlboss

    25 de junho de 2017 /

    A série de comédia “Girlboss” juntou-se a “The Get Down” e “Sense8” na lista de cancelamentos recentes da Netflix. A produção, inspirada na vida de Sophia Amoruso, não terá 2ª temporada. Criada pela roteirista Kay Cannon, autora da franquia cinematográfica “A Escolha Perfeita”, e produzida pela atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), a série trazia Britt Robertson (série “Under the Dome”) como Sophia, uma jovem com ideais anarquistas que se recusa a entrar para a vida adulta e conseguir “um emprego de verdade”. Demitida de seu emprego de vendedora de loja, ela acaba descobrindo um novo mercado para roupas de brechó modificadas e inicia um negócio pelo eBay que logo vira uma empresa milionária de moda, a Nasty Gal. A série teve 13 episódios com direção do cineasta alemão Christian Ditter (“Simplesmente Acontece” e “Como Ser Solteira”), disponibilizados pela Netflix em abril. A empresária Sophia Amoruso comentou o cancelamento em uma série de posts no Instagram Stories. “A série da Netflix sobre a minha vida foi cancelada. Estou orgulhosa do trabalho, e ao mesmo tempo ansiosa para controlar minha narrativa daqui pra frente. Foi uma boa série e foi um privilégio trabalhar com tantos talentos incríveis, mas viver minha vida como uma caricatura foi difícil, mesmo que por apenas dois meses”, escreveu. No início de junho, o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, explicou a lógica por trás das decisões de cancelamento da plataforma, indicando que o desempenho está tendo um papel maior do que nos primeiros dias do serviço. “Quantas pessoas assistem uma série, em relação ao que você gastou para produzi-la”, ele equacionou, durante uma conferência do PGA (sindicado dos produtores). “Quando eu digo isso, um show caro que gera uma grande audiência é ótimo. Mas um show caro com uma pequena audiência é difícil de manter, mesmo em nosso modelo”.

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    Ator de Sense8 confirma que a série tinha baixa audiência

    12 de junho de 2017 /

    O ator Brian J. Smith, intérprete do policial Will Gorski na série “Sense8”, publicou um longo texto em seu Twitter que mais uma vez confirma o motivo do fim da série: falta de audiência. As informações sobre a baixa audiência da produção já tinham sido comentadas por Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix. O texto do ator repete a justificativa para o cancelamento, afirmando a audiência do programa não justificava o alto valor que a Netflix investia na produção. “Lembrem que, para início de conversa, eles [os produtores] fizeram este estranho, maravilhoso e não convencional programa ser possível. E que a série teria continuado se ao menos a audiência justificasse os gastos. Pode não parecer justo perante a reação de fãs tão apaixonados, mas sempre, SEMPRE, tudo se resume aos números. Vocês podem descansar sabendo que, apesar de a série não continuar, vocês fizeram a diferença”, escreveu. O ator ainda completou escrevendo que sentirá falta de seu personagem. “Sempre verei ‘Sense8’ como uma espécie de sinfonia inacabada, um lembrete para nunca levar as coisas que amamos como certeza. Sentirei falta da série e sentirei falta de Gorski, mas sigo em frente e nunca mais serei o mesmo. Obrigado, do fundo do meu coração”. Dear Sense8 Family Read: https://t.co/mOmNYMmxP0 — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 9, 2017

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    Netflix confirma razões do cancelamento de The Get Down e Sense8

    10 de junho de 2017 /

    Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, finalmente deu a versão oficial para o cancelamento das séries “The Get Down” e “Sense8”. Durante um evento do Sindicato dos Produtores realizado no sábado (10/6), ele afirmou o que todos já supunham: as séries eram caras e tinham menos audiência do que parecia. “As pessoas estão assistindo com a mesma relação do tamanho dos gastos? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso, quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, ele explicou. “The Get Down” custava US$ 12 milhões por episódio e “Sense8” US$ 9 milhões, o que as colocava entre as séries mais caras de todos os tempos. O preço da série de Baz Luhrmann ela elevado pela recriação de época e trabalho com coreografia, composições e gravações da trilha sonora. Já a produção das irmãs Wachowski encarecia devido a logística de gravar cenas nos quatro cantos do mundo – o elenco gravou até em São Paulo. Recentemente, Reed Hastings, cocriador da Netflix, também falou sobre os cancelamentos. Ele polemizou ao dizer que queria ver mais séries canceladas no serviço, pois isso significaria que a empresa não estaria acomodada e, com os riscos, teria mais chances de chegar a sucessos surpreendentes como “13 Reasons Why”.

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    Netflix responde aos fãs de Sense8 dizendo não ter como reviver a série

    8 de junho de 2017 /

    O cancelamento de “Sense8” motivou milhares de fãs a se manifestarem em protestos, petições, pegações, hashtags e campanhas de toda a espécie para tentar fazer o serviço de streaming voltar atrás ou, pelo menos, conseguir a produção de um episódio especial que conclua a trama inacabada pelo final abrupto na 2ª temporada. Todo este barulho chegou a Netflix, mas não adiantou nada. A plataforma usou seu tumblr oficial para emitir um comunicado, em que diz ter ouvido os apelos, mas, infelizmente, não puderam reverter a decisão do cancelamento. “Nos sabemos que vocês querem que renovem ‘Sense8’ e gostaríamos de poder trazer ‘Sense8’ de volta para vocês. E a razão pela qual demoramos tanto para responder essas mensagens de vocês é porque ficamos pensado longamente aqui Netflix como fazer isso acontecer, mas infelizmente não tivemos como”, diz o texto, sem dar maiores explicações sobre as supostas dificuldades encontradas. Vejam a mensagem original abaixo.

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    Fox cancela 24: Legacy e planeja transformar franquia em antologia

    8 de junho de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, após apenas uma temporada. A produção não repetiu a audiência nem a repercussão da série original, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. Mas isso não significa que a Fox tenha desistido da franquia. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, registrou o dobro desse público em 2014, e a expectativa pelo projeto de “24: Legacy” era tão alta que o trailer bateu recordes de visualizações na internet. Um dos maiores problemas que a atração enfrentou foi que “Homeland” redefiniu as séries de combate ao terrorismo, deixando “24 Horas” muito datada. Curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E o canal conta com a ajuda dele para repaginar a franquia, transformando-a numa antologia com personagens e tramas diferentes a cada temporada. Os executivos do canal estão atualmente discutindo com Gordon e Brian Grazer como retomar “24 Horas”. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Uma ideia seria mostrar aventuras de alguns personagens originais, como a filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”. Seja como for, o ator Corey Hawkins, que protagonizou o spin-off, não fará mais parte do legado de “24 Horas”. O que, por outro lado, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, já que seu personagem, Heath, desapareceu misteriosamente durante a primeira metade da 7ª temporada para o ator se dedicar a outros projetos – ele também está num espetáculo da Broadway. Agora, Hawkins terá mais tempo para combater zumbis.

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    House of Cards pode ser o próximo cancelamento da Netflix

    3 de junho de 2017 /

    Os fãs das séries da Netflix saíram do mundo dos sonhos para o dos pesadelos, com os cancelamentos de duas séries em menos de uma semana. Até então quase imune aos cortes, a plataforma de streaming decidiu parar de produzir “The Get Down” e “Sense8”, coincidindo com uma declaração de seu CEO de que a Netflix deveria ter mais cancelamentos. Para deixar os fãs ainda mais preocupados, os produtores de “House of Cards” deram uma entrevista em que se assumem como candidatos à próxima rodada da guilhotina. “Acho que pode ir para qualquer um dos lados, cancelamento ou renovação, mas ficamos felizes de termos deixado os espectadores querendo mais”, disse a produtora Melissa James Gibson, em entrevista para o site da revista The Hollywood Reporter. “Podemos dizer que já discutimos várias ideias sobre como a série pode acabar. Não há nada absoluto ou fechado sobre isso. De certa forma, estamos seguindo em frente com o que conversamos sobre a série, mas estamos abertos para todas as possibilidades”, completou o coprodutor Frank Pugliese. Criada por Beau Willimon, “House of Cards” é baseada numa minissérie homônima da BBC, que durou três temporadas. A 5ª temporada da atração estrelada por Kevin Spacey e Robin Wright estreou na Netflix na terça-feira (30/5).

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