Odd Mom Out é cancelada após três temporadas
O canal pago americano Bravo cancelou a série “Odd Mom Out” após três temporadas. A atriz e criadora do programa Jill Kargman deua notícia em seu Instagram: “Tudo que é bom precisa chegar a fim”. Ela ainda agradeceu ao canal pela oportunidade de realizar seu sonho com a produção da série. O último episódio da 3ª temporada, que virou o final da série, foi exibido em 13 de setembro nos Estados Unidos. Alas, all good things must come to an end, including this wacky gang ruining takes with peals of laughter. I’m filled with pure GRATITUDE to @bravotv and my entire @NBC family for giving a 40-year-old mom the insanely incredible opportunity to realize my dream of working in TV and I’m *so* excited for what lies ahead. Thank you to our brilliant Odd Mom Out cast, crew, and devoted fans for three incredible seasons. I love you all so so much ? Uma publicação compartilhada por Jill Kargman (@jillkargman) em Out 5, 2017 às 8:35 PDT
Remake de A Noiva de Frankenstein é adiado, expondo crise no universo sombrio da Universal
A Universal congelou os planos do remake de “A Noiva de Frankenstein”. O estúdio tirou o filme de seu calendário de lançamentos e dispensou a equipe que já estava trabalhando na pré-produção, explicando em comunicado que se trata de um adiamento para reconsiderar o projeto. A situação revela o fiasco do planejamento do chamado Dark Universe (Universo Sombrio) do estúdio. Milhões foram gastos no desenvolvimento de um universo compartilhado entre os monstros clássicos da Universal, e a não realização desses filmes deve gerar mais milhões em multas para os atores que assinaram contrato para as produções, entre eles Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que deveria viver o monstro de Frankenstein no filme arquivado, e até Johnny Depp, que estrelaria “O Homem-Invisível”, agora também invisível no calendário da companhia. Oficialmente, o congelamento do projeto visa dar tempo para o roteirista David Koepp (o mesmo de “A Múmia”) fazer mudanças no roteiro, além de outras considerações genéricas. “Após muitas considerações, a Universal Pictures e o diretor Bill Condon decidiram adiar ‘A Noiva de Frankenstein’. Nenhum de nós quer fazer algo apressado para manter uma data de lançamento, quando sabemos que esse filme especial necessita de tempo. Bill já provou seu talento diversas vezes e estamos ansiosos em continuar a trabalhar juntos”, diz a declaração oficial do estúdio. Estranhamente, um dia antes, Condon dera uma entrevista à revista Forbes em que se dizia “animado” para começar a trabalhar no longa, informando que as filmagens estavam programadas para fevereiro de 2018, visando um lançamento em 14 de fevereiro de 2019. O estúdio queria Angelina Jolie no papel principal, mas aparentemente não teve sucesso na negociação. A atriz preferiu fazer a continuação de “Malévola” na Disney. Especula-se que, além da indisponibilidade de Angelina, os planos de “A Noiva de Frankenstein” foram revistos após o desempenho horrível de “A Múmia”. Concebido como o primeiro filme do universo compartilhado, a produção deu um prejuízo estimado em cerca de US$ 95 milhões. Estrelado por Tom Cruise, “A Múmia” custou US$ 125 milhões apenas para ser produzido, mais um montante de despesas de marketing que, segundo o site Deadline, elevam seu orçamento total para mais de US$ 200 milhões. Entretanto, rendeu apenas US$ 80 milhões na América do Norte. Em todo o mundo, o filme somou US$ 409 milhões. O diretor de “A Múmia”, Alex Kurtzman, era o arquiteto do projeto do Dark Universe, comandando roteiristas e cineastas para criar filmes com tramas e personagens compartilhados, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes – os mencionados Bardem e Depp – que posaram para fotos e participaram de eventos para badalar projetos que podem nem ser rodados. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) em agosto, em que foi falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando, e disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continuava à frente do Dark Universe. Por sinal, o próprio nome Dark Universe é motivo de problemas para a Universal. O site The Hollywood Reporter apurou ter ouvido de uma fonte não identificada da Warner, que o estúdio pretende processar a empresa rival pelo uso do nome, já que se trata de marca registrada. Dark Universe é o título que a Warner pretende dar ao filme da Liga da Justiça Sombria.
Major Crimes vai acabar em sua 6ª temporada
O canal pago TNT anunciou o cancelamento da série “Major Crimes”, que acabará ao final de sua vindoura 6ª temporada, que estreia em 31 de outubro nos Estados Unidos. Spin-off da série “The Closer”, a atração lidera a audiência do canal e é uma das séries mais vistas da TV paga americana desde sua estreia em 2012, com média de 7,7 milhões de espectadores em todas as plataformas. A decisão de interromper sua produção não partiu de seu criador, James Duff, que exprimiu sua decepção nas redes sociais, assim como a protagonista Mary McDonnell, para quem a notícia “não foi surpresa”. “Tentar entender as decisões da TNT é uma atividade que James Duff e Mike Robin e todos nós nos dedicamos por muito tempo. Tentamos o melhor que pudemos, acredite. E estamos extremamente orgulhosos do trabalho e particularmente orgulhosos da 6ª temporada”, ela escreveu. Duff ainda apontou que a série poderia ter sido cancelada antes, apesar da grande audiência. E só resistiu por causa dela. “Quero que saibam que não foi ideia minha, nem queria deixar o programa. Os atores, os roteiristas, os produtores e a nossa equipe talentosa teriam continuado enquanto a série permanecesse relevante. Sou extraordinariamente grato aos nossos telespectadores… Sem a lealdade do nosso público, ‘Major Crimes’ teriam acabado muito mais cedo”, ele contou. “Vamos ter a oportunidade de falar sobre o que aconteceu num futuro próximo. Enquanto isso, estamos determinados a dar-lhe a melhor temporada que pudermos. Lamento não ter podido impedir este momento de acontecer”, concluiu. A série é a última atração policial do TNT, que chegou a se especializar no gênero e obter muito sucesso com as séries “The Closer”, “Rizzoli & Isles” e “Southland”, além de séries jurídicas e criminais. Recentemente, o canal tem incrementado a encomenda de pilotos de série de ficção científica. Em seu último ano, “Major Crimes” vai narrar uma trama serializada, repleta de mistérios e assassinatos envolvidos por conflitos políticos complexos. O final será marcado pela exibição de um episódio duplo, que irá ao ar no dia 16 de janeiro. I'm directing the finale of Major Crimes, so I can't really answer all the questions that are being asked today about… Publicado por James Duff em Terça-feira, 3 de outubro de 2017 Dear #GREATESTFANSEVER Firstly, we all move on to the next TOGETHER. Secondly, as many of you have stated, this was not a surprise. The writing was clearly on the wall. Trying to make sense of TNT's choices is an activity that James Duff and Mike Robin and all of us have been engaged in for a long time. We tried as best we could, believe me. And we are extremely proud of the work and particularly proud of Season Six. You deserved a season with great depth and that is what you will be given. We will go thru it with you. I'll talk more, if I may, tomorrow on #WWSRD but for now know that you are cherished always and all of us will continue to hold you dear as fans. Mary❤️ Uma publicação compartilhada por Mary McDonnell (@theladybam) em Out 3, 2017 às 2:20 PDT
Disney obrigou rede ABC a renovar Agents of SHIELD
Uma reportagem da revista Variety sobre a rede americana ABC revelou que os executivos do canal queriam cancelar “Agents of Shield” ao final de sua 4ª temporada, mas uma ordem direta da Disney, dona da emissora, exigiu uma 5ª temporada. Um compromisso foi firmado com a mudança da exibição da série para o pior dia da semana: sextas-feiras. A rede ABC não pediu retratação nem se manifestou sobre a reportagem, recusando-se a comentar. Além desta polêmica, a Variety também revelou que os diretores do canal ficaram irritados com a série “Inhumans”, sobre o grupo de super-heróis “Inumanos”. Eles teriam reclamado da qualidade do programa para a Marvel, que decidiu então melhorar os efeitos visuais. Mas não teria sido possível esconder os defeitos da série, que apesar de ter sido paga por uma parceria com os cinemas IMAX, parece ter sido feito com baixíssimo orçamento. A estreia de “Inhumans” rendeu o pior público e a pior avaliação da crítica dentre todas as séries novas da temporada, e já há rumores de que a produção teria sido cancelada. Resta saber se a Disney vai obrigar a exibição de todos os episódios gravados. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” vai ocupar a vaga de “Inhumans” na programação da ABC, ainda sem data de estreia definida. No Brasil, ambas as séries são transmitidas pelo canal pago Sony.
Young Sheldon é a primeira série estreante da temporada a garantir produção de 22 episódios
A série “Young Sheldon” garantiu sua 1ª temporada completa, com a encomenda de episódios adicionais logo após a exibição de seu capítulo de estreia. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na juventude de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração foi a primeira produção estreante da fall season a assegurar o chamada “back 9”, a contratação de mais 9 episódios, além dos 13 encomendados inicialmente, para totalizar os 22 episódios de uma temporada completa da TV aberta. Poucos duvidavam que “Young Sheldon” teria uma temporada completa, mas o que chama a atenção foi a rapidez com que a CBS decidiu isso. É que a série teve uma estreia fenomenal, assistida simplesmente por 17,2 milhões de telespectadores. O número é tão absurdo que não era igualado por uma série de comédia estreante desde a estreia de “2 Broke Girls” em 2011. Trata-se, portanto, do maior lançamento de comédia da TV americana dos últimos seis anos. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). O detalhe é que a exibição do primeiro capítulo foi só um aperitivo. A rede exibiu o piloto de forma adiantada e só vai retomar a transmissão dos demais episódios em novembro.
Série The Mist é cancelada após a 1ª temporada
O canal pago Spike anunciou o cancelamento de “The Mist” após a 1ª temporada. Baseada no romance “O Nevoeiro” de Stephen King, que já tinha sido filmado à perfeição por Frank Darabont, o criador de “The Walking Dead”, a série de terror foi uma tentativa de resgatar a produção de obras de ficção original no canal. Mas como o Spike será descontinuado no final do ano, para virar Paramount, a nova ordem é zerar tudo o que vinha sendo desenvolvido sob a antiga administração. A série acabou num cliffhanger, deixando o público sem um desfecho. Mas, assistida por 460 mil telespectadores ao vivo, não será um cancelamento muito sentido. O que mais se pode lamentar é a oportunidade perdida. Afinal, o próprio Darabont chegou a propor uma série sobre o material, mas o Spike optou por uma produção de Christian Torpe, responsável pela série dinamarquesa “Rita”, atualmente em sua 4ª temporada. O resultado foi um amontoado de clichês defendidos por um elenco muito fraco, à exceção de Frances Conroy (série “American Horror Story”). A trama acompanhava um grupo de pessoas que se abriga numa igreja e num shopping center após um nevoeiro sinistro baixar em sua cidade, trazendo mortes terríveis, ocasionadas por insetos e outras criaturas que os sobreviventes mal conseguem ver. Além de Frances Conroy, a versão televisiva incluía em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”), Gus Birney (“Darcy”), Danica Curcic (“Departamento Q: O Ausente”), Okezie Morro (“Esquadrão Red Tails”), Russell Posner (“Mais Forte que Bombas”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire”) e Darren Pettie (série “Madam Secretary”). A 1ª temporada teve 10 episódios, estreou em 22 de junho nos EUA e chegou ao Brasil pela Netflix.
Ator revela que roteiro do final de Sense8 já está pronto
O ator Miguel Ángel Silvestre, que interpreta Lito em “Sense8“, publicou uma foto no Instagram revelando que o roteiro do especial de encerramento da série já está pronto. A Netflix chegou a cancelar “Sense8” de forma abrupta, o que deixaria a história sem conclusão. Mas as reações foram ruidosas. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. O roteiro que conclui a trama foi escrito por Lana Wachowski, criadora da série, em parceria com David Mitchell, o autor do romance que foi adaptado no filme “A Viagem” (2012) pelas irmãs Wachowski, e Aleksandar Hemon, escritor de best-sellers que apareceu como si mesmo num episódio de “Sense8”. Pela foto compartilhada pelo ator, as gravações devem começar em breve na Europa, nas cidades de Paris, Berlim, Bruxelas e Nápoles. Allá vamos! There we go! #netflix #sense8special Uma publicação compartilhada por Miguel Angel Silvestre (@miguelangelsilvestre) em Set 26, 2017 às 11:26 PDT
Scandal ganha pôster e comercial de sua última temporada
A rede ABC divulgou o pôster e o comercial da 7ª e última temporada de “Scandal”, que acompanha Olivia Pope (Kerrie Washington) ponderando sua escalada rumo ao poder, ao som do funk clássico “Higher Ground”, de Stevie Wonder. A série criada e produzida por Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”) teve um começo humilde, como um tapa-buraco de sete episódios durante a midseason de 2012, mas disparou entre as atrações mais comentadas da TV americana a partir da 2ª temporada, graças a várias reviravoltas ao final de cada episódio e os chamados momentos OMG de sua trama. A 6ª e mais recente temporada abriu com a maior audiência já registrada pela atração: 7,6 milhões de telespectadores ao vivo. Os novos capítulos estreiam no dia 5 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Spin-off de Doctor Who, Class é cancelada na 1ª temporada
A rede britânica BBC confirmou o cancelamento da série “Class”, spin-off de “Doctor Who”, após uma temporada. A notícia já circulava desde fevereiro, mas como a série só foi exibida a partir de abril nos Estados Unidos, os produtores aguardaram alguns meses para oficializar. A atração estreou em outubro do ano passado no Reino Unido e teve apenas oito episódios produzidos. E nem a participação de Peter Capaldi como Doctor Who no primeiro episódio ajudou “Class” a decolar. A estreia foi disponibilizada antecipadamente no aplicativo BBC iPlayer, onde foi assistida por 550 mil pessoas. E esta foi a maior audiência registrada pela série, seja online ou em suas “reprises” televisivas. Criada por Patrick Ness (roteirista de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), “Class” chegou a ser descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica, por girar em torno de um grupo de alunos de uma famosa escola fictícia, a Coal Hill School – cenário do primeiríssimo episódio de “Doctor Who”, o clássico “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. O elenco incluía Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”) como uma professora e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah como os alunos, que enfrentavam seus piores medos, transitando entre uma vida de amigos, pais, trabalho escolar, sexo, tristeza e, possivelmente, o fim do mundo em algum ataque alienígena.
Amazon cancela as séries de época The Last Tycoon e Z: The Beginning of Everything
A Amazon anunciou o cancelamento de duas séries de época relacionadas ao escritor F. Scott Fitzgerald: “The Last Tycoon” e “Z: The Beginning of Everything”. “Z” era baseada na vida do casal Fitzgerald, com maior destaque para a escritora Zelda Fitzgerald, interpretada por Christina Ricci (série “Pan Am”). Criada por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin (roteiristas de “The Killing”), gerou muitas expectativas ao se propôr a retratar os romances e brigas que alimentaram obras-primas da literatura, como “Os Belos e Malditos” (1922) e “O Grande Gatsby” (1925), de Scott Fitzgerald, “Esta Valsa É Minha” (1932), de Zelda, e “Suave É a Noite” (1934), a resposta do escritor ao livro da esposa. A crítica norte-americana elogiou a recriação da época, mas considerou a narrativa muito convencional e as interpretações histéricas. Mesmo assim, a série conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes e quase garantiu a 2ª temporada. De fato, a Amazon chegou a anunciar sua renovação, mas, sem maior explicação, acabou mudando de ideia enquanto a produção desenvolvia novos roteiros. US$ 7 milhões já tinham sido gastos na preparação da 2ª temporada. Já a série “The Last Tycoon”, baseada no último livro do escritor, “O Último Magnata”, e estrelada por Matt Bomer (série “White Collar”), foi cancelada após sua temporada inicial ser considerada medíocre pela crítica. A atração teve apenas 53% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, novamente com elogios para a recriação do glamour dos anos 1930 e o bom elenco, que não compensariam os roteiros superficiais. Desenvolvida pelo roteirista e diretor Billy Ray (“Olhos da Justiça”), a série trazia Matt Bommer como Monroe Stahr, um produtor prodígio de Hollywood na década 1930, que, em sua ascensão, se coloca contra seu mentor e atual chefe de estúdio, Pat Brady (Kelsey Grammer, de “Transformers: A Era da Extinção”). O elenco ainda destaca Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a filha de Brady, cujas aspirações hollywoodianas são manipuladas por Stahr, e Rosemarie DeWitt (“Homens, Mulheres e Filhos”) como a esposa de Brady. Os cancelamentos são atribuídos a uma mudança na estratégia de produção da Amazon. Segundo a revista Variety, o CEO Jeff Bezos quer produzir mais séries de apelo global para conseguir criar seu próprio fenômeno popular, à la “Game of Thrones”. Séries de sucesso moderado vão abrir espaço para atrações de perfil mais comercial ou que, no mínimo, gerem discussões. “The Last Tycoon” e “Z: The Beginning of Everything” estrearam e foram canceladas sem gerar burburinho.
Série Blood Drive é cancelada ao final da 1ª temporada
O canal pago Syfy cancelou a série “Blood Drive” após o final da 1ª temporada. O anúncio foi feito pelo criador da série, James Roland, em seu blog. “Infelizmente, suas suspeitas estavam corretas. O Syfy cancelou “Blood Drive” depois da 1ª temporada. Se essa notícia te deixa irritado ou triste, você não está sozinho. Descobri não faz muito tempo, mas estive procurando um jeito de contar para vocês, já que senti que era meu trabalho avisar aos fãs. No fim da contas, decidi esperar até o último episódio ir ao ar para que a notícia não atrapalhasse sua experiência. Simplesmente, não pareceu certo estourar a bolha tão cedo, especialmente devido ao modo como se desenrola o último episódio. Sempre planejamos uma 2ª temporada, mas agora que o futuro da série é incerto, as cenas finais parecem muito mais… finais.” Apesar do cancelamento, ele não descarta retornar ao mundo trash da série num novo projeto. “Definitivamente não vai ter 2ª temporada no futuro imediato, mas continuo cuidadosamente otimista de que há mais histórias para contar nesse mundo. NBC/Universal são donas da série, então, quando for o momento certo, vou abordá-los com algumas ideias e veremos o que eles acham.” Na trama, Alan Ritchson (o Aquaman de “Smallville” e o Rafael das “Tartarugas Ninja”) vive o último policial decente do mundo, que se vê forçado a entrar numa corrida mortal pelas estradas pós-apocalípticas com uma mulher fatal (a espanhola Christina Ochoa de “Animal Kingdom”) e perigosa, viciada em velocidade, que dirige um carro movido a sangue. Os episódios incluíam canibais, mutantes, psicóticos e tribos de mulheres guerreiras, além de Colin Cunningham (série “Falling Skies”) roubando todas as cenas como Slink, o criador, organizador e mestre de cerimônias da corrida sanguinária. O final da série foi exibido na noite de quarta (6/9) nos Estados Unidos, e deixou no ar o destino da maioria dos personagens, que foram – literalmente – sepultados pelo cancelamento. Christina Ochoa já encaixou a série “Valor” na sequência, drama militar que estreia em 9 de outubro. E Ritchson vai virar super-herói na série “Titans”, ainda sem previsão de lançamento.
Série Veep vai acabar na próxima temporada
A premiada série de comédia “Veep” vai acabar. O site The Hollywood Reporter revelou que a próxima temporada da produção da HBO estrelada por Julia Louis-Dreyfus será a última da série. “Ficou claro que este deveria ser o último ano. Não queremos começar a nos repetir ou ferir nossa reputação. A história tem um final e tem o sentimento de fim de série”, afirmou a atriz ao jornalista Tim Goodman. A próxima temporada será a 7ª da atração e tem previsão de estreia para 2018. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” já rendeu cinco prêmios Emmy consecutivos de Melhor Atriz em Série de Comédia para Julia Louis-Dreyfus. Ela concorre pela sexta vez neste ano. Ao longo de suas temporadas, a trama mostrou uma grande evolução, acompanhando como Selina Meyer, a personagem de Julia Louis-Dreyfus, se transformou de uma vice-presidente decorativa numa presidente que até buscou reeleição. A 6ª temporada, exibida entre abril e junho na HBO, mostrou a personagem tentando voltar a se acostumar à vida civil, sem, entretanto, dispensar a entourage de seus dias de Casa Branca.
Personagens clássicos se juntam à luta no trailer da 4ª e última temporada de Star Wars: Rebels
O canal pago Disney XD divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “Star Wars: Rebels”. A prévia mostra a tripulação da nave Ghost (Fantasma) se juntando às forças rebeldes para combater o Império, com direito a aparições de vários personagens conhecidos do cinema, como Mon Mothma (dublada por sua intérprete nos filmes, Genevieve O’Reilly), Saw Gerrera (Forest Whitaker, idem) e Grão Moff Tarkin (Stephen Stanton, no lugar do falecido Peter Cushing). A série conquistou os fãs da saga espacial por incorporar personagens clássicos e expandir o universo de “Star Wars”, em especial por tornar canônicos criações de outras mídias, como o Grão Almirante Thrawn, introduzido no livro de 1991 “Herdeiro do Império” e apresentado como grande vilão da temporada passada. A 4ª temporada estreia em 18 de outubro nos Estados Unidos. A série também é exibida pelo canal pago Disney XD no Brasil.












