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  • Etc

    Kevin Spacey é acusado de assédio por integrantes da produção de House of Cards

    3 de novembro de 2017 /

    Novas acusações de assédio contra Kevin Spacey vieram à tona, agora da equipe de produção da série “House of Cards”. Se os casos anteriores teriam acontecido há muitos anos, os novos são atuais. Pelo menos oito pessoas da produção da série foram citadas numa reportagem do canal de notícias CNN, mas só concordaram em falar sobre o assunto sob anonimato. Elas afirmam que foram vítimas de assédio e abuso sexual por Spacey, além de ter presenciado o mesmo comportamento do protagonista da atração com outras pessoas que trabalharam nas gravações da série premiada da Netflix. Um dos relatos diz que o ator tocou um funcionário em suas partes íntimas, por cima da calça, no veículo em que estava sendo transportado. A vítima, que não teria consentido com o gesto, ainda afirmou que ficou em “estado de choque” com a situação e se preocupou, pois o ator tinha “uma posição muito poderosa na série”. A mesma vítima ainda disse que Spacey deixava o ambiente das gravações “tóxico”, além de ter um comportamento “predador” e geralmente direcionado a homens jovens. Uma ex-assistente de produção disse que o ator costumava agir de maneira inadequada, criando uma brincadeira sexual, quando segurava as mãos de funcionários do set e as levava próximo a sua virilha. Outros funcionários disseram ter observado ou sido vítimas de aproximações inapropriadas de Spacey, sempre relacionadas a avanços sexuais no ambiente de trabalho. Todos eles teriam receado denunciar o ator para não perderem o emprego, ou ainda terem sido considerados mentirosos. A multiplicação de denúncias contra Spacey levou a CNN a comparar o caso com o de Harvey Weinstein. Após a denúncia de Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, também mencionaram um ambiente tóxico, marcado pelo assédio em série do ator. A Media Rights Capital, produtora de “House of Cards”, e a Netflix chegaram a se dizer “profundamente preocupadas”, em comunicado conjunto, após as novas acusações contra o ator. As gravações da 6ª temporada da série foram suspensas.

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  • Série

    Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off com protagonista feminina

    2 de novembro de 2017 /

    A série “24 Horas” pode ganhar um novo spin-off protagonizado por uma mulher. Segundo o site Deadline, o projeto, ainda em desenvolvimento pela Fox, recriaria a ideia da “luta contra o relógio” a cada episódio. Entretanto, a personagem principal lutará para desmascarar uma conspiração, em vez de combater uma organização terrorista. A abordagem está sendo escrita por Jeremy Doner (produtor-roteirista de “The Killing”) em parceria com Howard Gordon, produtor da série original. Os detalhes oficiais são escassos, mas o Deadline descreve a trama como sendo focada numa promotora que descobre uma conspiração jurídica, e tem que correr contra o tempo para salvar um condenado à morte que enfrenta execução iminente, justamente alguém que ela ajudou a processar, mas pode ser inocente. A ideia é que a história faça parte de um projeto de antologia, que a cada temporada abordaria uma história nova, com personagens diferentes, ligados apenas pelo formato do tempo real e a corrida contra o relógio. O projeto de uma antologia já tinha sido mencionado pelos executivos da Fox em junho, quando anunciaram o cancelamento do spin-off “24: Legacy”, após apenas uma temporada. Mas há quem defenda uma abordagem diferente. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, foi um enorme sucesso. O problema é que a audiência não se repetiu com a série derivada, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. E a culpa disso seria a falta de personagens conhecidos, já que o spin-off apresentou um elenco muito diferente do que o público estava acostumado. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Keifer Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Mas um projeto de protagonista feminina poderia mostrar aventuras da filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”, Chloe O’Brian (a expert em computação vivida por Mary Lynn Rajskub), que é a segunda personagem mais importante da franquia, ou até mesmo Kate Morgan (Yvonne Strahovski, que está em alta graças à série vencedora do Emmy, “The Handmaid’s Tale”), a agente da CIA que se destacou na minissérie recente “24: Live Another Day”. Saudada como revolucionária, tanto por sua narrativa em tempo real quanto por capturar o zeitgeist do começo do século, chegando às telas seis meses após a queda das Torres Gêmeas, “24 Horas” acabou ficando datada, após “Homeland” redefinir as séries de combate ao terrorismo. Mas, curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E a Fox está contando com a ajuda dele para repaginar a franquia.

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  • Etc

    Mais homens acusam Kevin Spacey de assédio e ator anuncia que buscará tratamento

    2 de novembro de 2017 /

    Após o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) tomar a iniciativa e acusar Kevin Spacey de assédio, vários homens se pronunciaram contra o protagonista de “House of Cards”. Entre eles, o cineasta Tony Montana, que o acusou de “colocar a mão na minha virilha”, e o ator mexicano Roberto Cavazos, que foi ao Facebook lembrar do período em que Spacey foi diretor artístico do teatro Old Vic, em Londres. “Parece que o único requisito era ser homem com menos de 30 anos para o Sr Spacey se achar livre para nos tocar”, escreveu. Outros atores e funcionários do Old Vic ecoaram a acusação, afirmando terem visto Kevin Spacey transformar os 11 anos em que foi diretor artístico da casa numa procissão de assédios. “Nós todos mantínhamos as histórias por baixo dos panos. Eu o vi apalpando homens muitas vezes em várias situações diferentes”, disse um empregado que preferiu se manter anônimo, ao jornal The Guardian. “Ele tirava vantagem do fato de ser esse grande ícone. Ele tocava os homens na virilha. Fazendo muito rápido para que eles não conseguissem desviar.” Uma antiga estagiária do Old Vic, Rebecca Gooden, afirmou ao Guardian que as histórias sobre Spacey eram conhecidas no local. Ela decidiu se identificar após o teatro afirmar, em comunicado, que “não está em posição de comentar casos específicos que podem ter acontecido no passado”. “Havia uma piada recorrente sobre isso. Me disseram que eu não deveria falar sobre o assunto fora do teatro. Fiquei enojada com o fato de o teatro ter escolhido dizer que não sabe de nada”, disse Gooden. Após a divulgação desses casos, uma porta-voz de Kevin Spacey divulgou um comunicado afirmando que o ator vai procurar tratamento. “Kevin Spacey está tomando o tempo necessário para procurar avaliação e tratamento”, diz a nota. “Nenhuma outra informação será divulgada por enquanto.” A opção pelo tratamento e a resposta curta vem logo após a repercussão negativa do único pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a primeira acusação de assédio com uma revelação de que era gay, o que pegou muito mal entre a comunidade LGBT+. As consequências da denúncia já incluem o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional e a suspensão da produção da 6ª temporada de “House of Cards”. Atualmente, a Netflix avalia como lidar com o escândalo e encontrar uma forma de encerrar a trama da série numa última temporada.

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  • Série

    Produção da 6ª e última temporada de House of Cards é suspensa indefinidamente

    31 de outubro de 2017 /

    A produção da 6ª temporada de “House of Cards” foi suspensa indefinidamente nesta terça (31/10), um dia após os executivos da produtora Media Rights Capital e da plataforma Netflix viajarem até Baltimore, onde as gravações estavam em andamento. Na ocasião, a Netflix e a MRC emitiram uma declaração dizendo que eles estavam “profundamente preocupados” com as alegações contra o protagonista e produtor da série, Kevin Spacey, mas também queriam tranquilizar elenco e equipe, após o ator ser acusado de assédio sexual por Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) quando este tinha 14 anos de idade. A repercussão negativa do pedido de desculpas de Spacey, que rebateu a acusação de assédio com uma revelação de que era gay, e o cancelamento de homenagens que ele receberia do Emmy Internacional, somaram-se ao desconforto e, agora, os produtores emitiram um novo comunicado, afirmando que o trabalho foi interrompido para que possam avaliar que rumo tomar. “A MRC e a Netflix decidiram suspender a produção na 6ª temporada de ‘House of Cards’ até novo aviso, para nos dar tempo para avaliar a situação atual e resolver quaisquer preocupações de nosso elenco e equipe”, diz a nota curta. Fontes ouvidas pelos principais sites de notícias de entretenimento dos Estados Unidos já tinham adiantado que a Netflix tinha cancelado “House of Cards”, mas completaria uma última temporada, usando os episódios remanescentes para concluir sua história. Roteiristas podem ter recebido ordem de reescrever a trama, o que também explicaria a suspensão da gravação, para dar tempo para os capítulos finais serem reescritos. Além disso, a revista Variety afirmou que a plataforma estaria considerando produzir um spin-off, que acompanharia alguns personagens de “House of Cards”, sem a presença de Kevin Spacey.

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  • Série

    Netflix estaria considerando fazer um spin-off de House of Cards sem Kevin Spacey

    31 de outubro de 2017 /

    A Netflix estaria considerando desenvolver um spin-off da série “House of Cards”, apurou o site da revista Variety. De acordo com a publicação, há várias ideias sendo tratadas entre os executivos da plataformas. Uma delas é centrar a nova história no personagem Doug Stamper (Michael Kelly), com roteiro escrito pelo produtor Eric Roth. Ainda sem título, a nova série aconteceria sem a participação de Frank Underwood, o personagem vivido por Kevin Spacey, que além de estrelar também é produtor de “House of Cards”. O projeto teria o objetivo de preservar o prestígio da atração ao eliminar a participação de Spacey, que é o mais recente membro da indústria americana do entretenimento a ser atingido por um escândalo sexual. Após Spacey ser acusado de tentar abusar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, a Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”. Produtores da série e executivos se encontraram no set e procuraram acalmar elenco e equipe a respeito do futuro da produção. A princípio, as gravações da 6ª temporada estão mantidas, mas seriam os últimos episódios da série. Rapp disse ao BuzzFeed News que conheceu Spacey em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.

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  • Etc,  Série

    Emmy Internacional cancela homenagem a Kevin Spacey

    31 de outubro de 2017 /

    A Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas, responsável pelo Emmy Internacional, anunciou que não irá mais homenagear o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) na cerimônia de premiação deste ano. Spacey, que foi acusado de assediar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, iria receber o International Emmy Founders Award, um prêmio honorário dedicado àqueles que contribuíram para aprimorar a qualidade da televisão. Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e J.J. Abrams (“Lost” e “Westeworld”) estão entre os que receberam a honraria. “A Academia Internacional anuncia que, à luz dos recentes eventos, não irá honrar Kevin Spacey com o International Emmy Founders Award de 2017”, anunciou a instituição por meio de uma nota nas redes sociais. O Prêmio iria reconhecê-lo como “um dos grandes talentos multidimensionais” que “atravessa as fronteiras culturais para tocar a humanidade”. Rapp disse ao BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.

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  • Série

    Globo estreia série americana que foi cancelada após nove episódios e ficou sem final

    30 de outubro de 2017 /

    A rede Globo estreia nesta segunda-feira (30/10) a série americana “O Jogador” (The Player), grande fracasso de audiência nos Estados Unidos, que foi cancelada após a exibição de apenas nove episódios e não possui final. A série estrelada por Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”) era parecida com “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e foi ao ar em 2015 na rede americana NBC. Criada por John Rogers (também criador da série “Leverage”), a trama acompanha um especialista de segurança de Las Vegas (Philip Winchester, da série “Strike Back”), que é aliciado por um milionário misterioso (Snipes) para salvar vidas inocentes. Recentemente, a Globo fechou um acordo com a Warner TV e poderia levar ao ar diversas séries de sucesso. Em vez disso, exibirá “O Jogador” às segundas-feiras após o programa “Conversa com Bial”.

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  • Etc,  Série

    Netflix teria cancelado House of Cards após denúncia de assédio contra Kevin Spacey

    30 de outubro de 2017 /

    A Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”, após a denúncia de assédio sexual contra Kevin Spacey, feita pelo ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”). Além de estrelar, Spacey também tem créditos de produtor da série dramática da plataforma de streaming. A atração já tinha começado a gravar os episódios de sua 6ª temporada, que agora servirão como final da trama. A produtora Media Rights Capital e a Netflix emitiram um comunicado conjunto em menos de 12 horas após a publicação da denúncia no site Buzzfeed, dizendo-se estão profundamente “preocupadas com as notícias sobre Kevin Spacey”. “Em resposta às revelações de ontem de noite, executivos de ambas as empresas chegaram em Baltimore nesta tarde para se encontrar com nosso elenco e equipe, e garantir que eles se sintam seguros e apoiados. Conforme programado anteriormente, Kevin Spacey não se encontra trabalhando no set neste momento”, diz o texto suscinto. O comunicado não aborda o cancelamento, mas os principais sites de entretenimento dos Estados Unidos ouviram fontes que afirmam que a informação foi compartilhada com todos os envolvidos na produção. A princípio, os executivos tranquilizaram os profissionais sobre o trabalho em andamento, informando que a 6ª temporada será completada e os últimos 13 episódios exibidos em 2018. “House of Cards” foi especialmente importante para a Netflix, ao estrear em 2013 e render os primeiros prêmios do serviço de streaming, o que abriu caminho para uma transformação na indústria de entretenimento. Ao todo, a série já teve 46 indicações ao Emmy e venceu seis troféus, além de ter recebido um Peabody e dois Globos de Ouro.

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  • Série

    HBO cancela produção de minissérie sobre a eleição de Trump após novo escândalo sexual

    28 de outubro de 2017 /

    A onda de denúncias de assédio que sacode Hollywood atingiu o jornalista Mark Halperin (foto acima, ao lado do presidente americano), autor de um livro ainda inédito sobre a eleição de Donald Trump, que ia virar minissérie da HBO. Além de o jornalista ter sido demitido da NBC News, onde atuava como analista político, o lançamento do livro e a produção da série foram cancelados. “A HBO não está mais vinculada ao projeto do livro sem título, co-escrito por Mark Halperin e John Heilemann, sobre a eleição presidencial de 2016”, disse a rede em um comunicado. “A HBO não tolera assédio sexual dentro da empresa ou em suas produções”. As denúncias foram relatadas pela primeira vez na quarta-feira (26/10) pela CNN e abordam o período em que Halperin era editor de política na ABC News. As alegações incluem propostas sexuais a funcionárias e abuso de várias mulheres, que ele pressionava sem consentimento para ter uma ereção. Anunciada em março, a minissérie seria produzida pelo astro Tom Hanks e dirigida por Jay Roach. Os dois já tinham feito na HBO o bem-sucedido telefilme “Virada no Jogo”, sobre a corrida presidencial de 2012.

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  • Série

    Série Zoo é cancelada após três temporadas e fica sem final

    24 de outubro de 2017 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento da série “Zoo” após três temporadas. A atração vinha de sua melhor fase, assumindo um viés pós-apocalíptico, e foi interrompida num cliffhanger, ficando sem final. Quando a série iniciou – e os episódios eram mais fraquinhos – , chegou a liderar a audiência do verão americano. A média da temporada inaugural foi de 6 milhões de telespectadores. Já a 2ª temporada foi sintonizada por 4,4 milhões. Mas este número caiu para quase metade no terceiro ano, visto por 2,6 milhões – bem menos que os 3,5 milhões de “Salvation”, que foi renovada. Baseado no livro homônimo escrito pela dupla James Patterson (autor de “Beijos que Matam”) e Michael Ledwidge, sobre uma onda de violentos ataques animais que acontecem em todo o planeta, a série acompanhava os esforços de um grupo díspar (uma jornalista, um veterinário, um guia de safari, etc) que tentava impedir o apocalipse. A última temporada apresentou um salto temporal de uma década, mostrando uma mutação animal capaz de levar a humanidade à extinção. A série era uma criação de Jeff Pinkner, Josh Appelbaum e Andre Nemec, que trabalharam juntos em “Alias”. Desde o fim daquela produção em 2006, o trio alçou voos ambiciosos no cinema. Appelbaum e Nemec assinaram o roteiro de “Missão Impossível: Protocolo Fantasma” (2011) e de “As Tartarugas Ninja” (2014), enquanto Pinkner escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O trio escreveu o piloto em parceria com Scott Rosenberg (“Con Air – A Rota da Fuga”) e os quatro ainda dividem a produção da série com o cineasta James Mangold (“Wolverine – Imortal”). O elenco, por sua vez, trazia James Wolk (Série “Mad Men”), Billy Burke (série “Revolution”), Nonso Anozie (série “Dracula”), Kristen Connolly (série “House of Cards”), Alyssa Diaz (série “Ray Donovan”), Josh Salatin (minissérie “Show Me a Hero”), Ken Olin (série “Brothers & Sisters”) e, na última temporada, Gracie Dzienny (série “Supah Ninjas”) e Athena Karkanis (série “The Expanse”).

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  • Série

    Casual é renovada para sua 4ª e última temporada

    21 de outubro de 2017 /

    A Hulu anunciou a renovação da série de comédia “Casual” para sua 4ª temporada, que vai encerrar a atração. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 3ª temporada terminou em 1º de agosto e a 4ª e derradeira só será exibida em 2018.

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  • Série

    Série Plantão Noturno é cancelada após quatro temporadas

    15 de outubro de 2017 /

    A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série “The Night Shift” após quatro temporadas. Mais conhecida no Brasil como “Plantão Noturno”, a série excedeu as expectativas da emissora ao ser lançada como tapa-buraco na temporada de verão de 2014. Mas veio perdendo audiência. A 4ª temporada teve 30% menos público que a anterior, registrando uma média de 3,85 milhões de telespectadores e apenas 0.7 pontos na demografia prioritária (público entre 18 e 49 anos) Desenvolvida por Gabe Sachs e Jeff Judah (criadores também de “90210”), a atração era um drama médico que se passa no turno da noite de um pronto-socorro em San Antonio, no Texas. Um diferencial da trama é que parte dos médicos esteve no exército, voltando traumatizados do front para lidar com pacientes em situações de emergência. A série é exibida no Brasil pelo canal pago A&E e chegou a ir ao ar, como “Plantão Noturno”, nas madrugadas da rede Globo.

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  • Etc,  Série

    Apple e Amazon cancelam produção de séries da Weinstein Company

    14 de outubro de 2017 /

    O escândalo da denúncia de abuso sexual de Harvey Weinstein, que assediou jovens atrizes e funcionárias ao longo de décadas, começou a custar caro para a produtora The Weinstein Company (TWC). Mesmo após a diretoria ter demitido o magnata, suas produções estão sendo recusadas por parceiros de negócios, que começaram a rever contratos para cancelar encomendas de séries. A Apple decidiu abandonar nada menos que quatro minisséries biográficas de cantores famosos, que seriam produzidas pela TWC. Segundo o site Deadline, a mais adiantada contaria a vida de Elvis Presley em dez episódios e tinha o aval dos herdeiros do cantor. Também foram dispensadas séries semelhantes centradas em Michael Jackson, Prince e Frank Sinatra. Todas ainda estavam em fase de desenvolvimento. Já a Amazon optou por assumir o prejuízo da pré-produção de uma série sem título do cineasta David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy”). Ela seria estrelada por Robert De Niro e Julianne Moore – dois astros que não costumam fazer séries – e tinha um orçamento megalômano: US$ 160 milhões. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a plataforma já havia investido US$ 40 milhões no projeto, que estava na fase de finalização de roteiros. O cancelamento não gerou protestos dos envolvidos, que emitiram um comunicado afirmando entender e concordar com a decisão. “Nós apoiamos a decisão da Amazon à luz das notícias recentes e, em respeito a todos os afetados, decidimos juntos que o melhor é não prosseguir com esse programa”, disseram David O. Russell, Robert De Niro e Julianne Moore numa declaração conjunta. Além de abandonar essa série, a Amazon negociou a saída da TWC de outro projeto, “The Romanoffs”, série de antologia desenvolvida por Matthew Weiner (criador de “Mad Men”), que já estava em fase de gravação. A plataforma agora vai bancar sozinha a produção, orçada em US$ 75 milhões, para não ter o nome de Weinstein como parceiro na produção. As duas produções tinham sido encomendadas por Roy Price, diretor do Amazon Studios, que também foi afastado nesta semana após se envolver em seu próprio escândalo de assédio sexual, além de ter sido denunciado por Rose McGowan de acobertar e ser cúmplice de Weinstein. Vários diretores e funcionários da TWC pediram demissão nos últimos dias. Apenas quatro permanecem no comando da empresa e anunciaram que vão tirar o nome de Harvey Weinstein de todos os projetos do estúdio. Ele costumava ser creditado como produtor. A minissérie “Waco”, que vai lançar o canal Paramount em janeiro, já será exibida sem o nome de Weinstein. O irmão de Harvey e sócio fundador da produtora, Bob Weinstein, disse ao site Deadline que, apesar dos problemas, os investidores garantem sustentação financeira para a companhia atravessar essa fase turbulenta. E que, por isso, não pretende colocar o estúdio à venda. Fontes do Hollywood Reporter afirmam que, diante da associação do nome Weinstein com o escândalo, Bob teria encomendado um estudo de emergência a algumas agências de publicidade para mudar o nome da empresa e lançar uma campanha de reinvenção.

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