Vincent D’Onofrio compartilha petição para salvar a série do Demolidor
Não são apenas os fãs que estão decepcionados com o cancelamento da série do Demolidor. Alguns atores da produção também se manifestaram após o seriado ser cancelado na Netflix. E agora Vincent D’Onofrio, que interpretou Wilson Fisk, o Rei do Crime, juntou-se à campanha para salvar a série, divulgando uma petição em sua conta no Twitter. “Bem-vindo à Salve o Demolidor”, escreveu o ator, junto do link para uma página focada em divulgar a petição e engajar o público para tentar reverter o cancelamento da produção. Quase 87 mil fãs já assinaram o documento virtual. Apesar desse engajamento, o contrato firmado entre Marvel e Netflix impede o resgate da série por outra plataforma ou canal durante o período de dois anos. Uma das séries mais assistidas da Netflix, segundo medições independentes, “Demolidor” foi cancelada como retaliação contra a Disney, que vai lançar sua própria plataforma de streaming. Além dessa série, a Netflix também cancelou mais duas produções da Marvel, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”. Welcome to #SaveDaredevil https://t.co/ldSvV0DCNT — Vincent D'Onofrio (@vincentdonofrio) January 4, 2019
Shadowhunters: Primeiro comercial do final da série explora morte da protagonista
O canal americano Freeform divulgou o primeiro comercial da metade final da 3ª temporada de “Shadowhunters”. A prévia dramática reforça o sentimento de culpa de Jace (Dominic Sherwood) pela morte de Clary (Katherine McNamara). Claro que os fãs não precisam se preocupar, pois até Jace já “morreu” na série. Foi no final da temporada anterior, quando os papéis estavam invertidos e quem chorava era Clary. Mas ele melhorou de saúde logo em seguida. Com essa criatividade toda, a série acabou cancelada. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os 10 episódios originalmente produzidos para a midseason e mais dois capítulos “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes sejam apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptam o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare. O final de “Shadowhunters” começa a ser exibido em 25 de fevereiro nos Estados Unidos.
Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial
A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.
Vítima de abuso de Kevin Spacey teria gravado vídeo da agressão
A denúncia contra o ator Kevin Spacey por agressão sexual em uma localidade turística perto de Boston em 2016 ganhou novos contornos com a revelação, pela agência AFP, de que a suposta vítima gravou parte do ocorrido. O ator americano de 59 anos, que estrelava a série “House of Cards” e venceu dois Oscar, vai enfrentar um julgamento marcado para 7 de janeiro no tribunal da ilha de Nantucket. A pena máxima prevista, caso seja considerado culpado, é de cinco anos de prisão. Segundo os documentos da denúncia, William Little, que tinha 18 anos no momento da suposta agressão em julho de 2016, contou à polícia que enviou mensagens pelo Snapchat, entre elas um vídeo, a sua namorada quando estava no bar-restaurante Club Car de Nantucket com o ator. Little era funcionário no Club Car e naquela noite ficou no restaurante após seu expediente para ver Kevin Spacey, de quem era fã. Após se apresentar ao ator e afirmar ter 23 anos – no estado de Massachusetts, a idade mínima para o consumo de álcool é 21 anos – começou a beber com ele, primeiro cerveja e depois uísque. De acordo com a denúncia, Spacey então convidou o jovem a ir a sua casa com outros amigos. Mas Little recusou o convite, suspeitando que o ator estava tentando seduzi-lo. Mesmo assim, ficou no bar porque “queria uma foto com Spacey, algo para o Instagram”. Não esperava, porém, que o ator resolvesse passar dos limites, colocando sua mão em local estratégico, por cima da calça dele, segundo o texto. Little tentou afastar de Spacey, ao mesmo tempo em que trocava mensagens com sua namorada sobre a agressão. Como ela não estava acreditando nele, ele enviou um vídeo do ator colocando a mão em sua calça. O jovem então deixou o bar, seguindo o conselho de uma mulher que viu que “ele estava aflito”. Ele voltou ao trabalho no dia seguinte e informou ao dono do bar sobre o incidente, ainda segundo documentos do tribunal. O texto diz que a polícia recuperou o vídeo e o mostrou ao jovem, que confirmou que se tratava dele e de Spacey. Spacey, que foi expulso da vida pública por acusações de má conduta sexual em 2017, ainda não comentou as últimas acusações. Em vez disso, postou um vídeo bizarro nas redes sociais, em que aparece falando sobre as acusações de abuso sexual, mas como o personagem Frank Underwood, que ele interpretava em “House of Cards”. Mais de 30 homens disseram que foram vítimas de avanços sexuais indesejados por Spacey, desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento.
Kevin Spacey reage a novo processo por abuso sexual com vídeo bizarro
O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) vai enfrentar uma ação criminal por supostamente agredir sexualmente o filho adolescente de uma ex-âncora da TV de Boston em um bar na cidade de Nantucket em 2016. Horas após a acusação criminal ser anunciada nesta segunda (24/12), Spacey postou um vídeo bastante estranho em suas contas oficiais nas redes sociais. Intitulado “Let Me Be Frank”, o vídeo traz o ator aparentemente abordando o que está acontecendo em sua vida, mas como se ele fosse Frank Underwood, seu personagem de “House of Cards”. Assista abaixo. Mais de 30 homens disseram que foram vítimas de avanços sexuais indesejados por Spacey, desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento. Agora, o jornal Boston Globe relata que Spacey deverá enfrentar acusação de agressão e abuso sexual na Corte Distrital de Nantucket em 7 de janeiro. A acusação vem em um ano depois que a alegação foi feita contra o ator. Em novembro de 2017, Heather Unruh, ex-apresentadora da WCVB-TV, realizou uma entrevista coletiva emocional em que acusou publicamente Spacey de atacar seu filho um ano antes, dentro do Club Car Restaurant em Nantucket. Unruh disse que seu filho, que não tinha idade para beber, foi embebedado pelo ator, que “lhe comprou bebida atrás de bebida atrás de bebida”. “Meu filho estava encantado pela atenção, um jovem hétero de 18 anos que não tinha ideia de que aquele famoso ator era um suposto predador sexual ou que ele estava prestes a se tornar sua próxima vítima”, disse ela. “Quando meu filho estava bêbado, Spacey fez sua jogada e o atacou sexualmente”. A jornalista deixou claro que seu filho não deu consentimento e chamou as ações de Spacey de crime. “Spacey enfiou a mão nas calças do meu filho e agarrou seus órgãos genitais”, disse ela. “Os esforços do meu filho para remover a mão de Spacey só foram momentaneamente bem sucedidos. Meu filho entrou em pânico, ele congelou. Ele estava bêbado”. Ainda assim, ela diz que Spacey insistiu para que o jovem se juntasse a ele em uma festa privada para beber mais. Quando ele se levantou para ir ao banheiro, uma estranha preocupada se aproximou e “disse para ele correr e ele correu o mais rápido que podia” para a casa da sua avó, onde chegou “atormentado e com medo”. “Nada poderia ter preparado meu filho para saber como essa agressão sexual o faria se sentir como um homem”, disse ela sobre seu filho, que agora é estudante de segundo ano na faculdade. “Aquilo o prejudicou e não pode ser desfeito. Mesmo que ele tente o seu melhor para lidar com isso, como ele diz, isso está sempre lá e continua a incomodá-lo”. Ela acrescentou: “Ele não consegue esquecer”. Unruh disse que seu filho relatou o incidente à polícia de Nantucket no outono de 2017 e forneceu evidências aos investigadores.
Z Nation é cancelada na 5ª temporada
O canal americano Syfy decidiu dar misericórdia a seus telespectadores e anunciou o cancelamento de “Z Nation” ao final da sua 5ª e atual temporada. Uma das piores séries produzidas pela TV americana, “Z Nation” conseguiu baixar ainda mais seu nível de ruindade na atual temporada, afastando de vez o público. O episódio da semana passada registrou recorde negativo da série, assistido por 428 mil telespectadores ao vivo. “Z Nation” foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) como uma série de zumbis “divertida”. Bem diferente de “The Walking Dead”, a trama original girava em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. Esta missão foi abandonada há três temporadas, quando a série assumiu que o objetivo de seus episódios era apenas mostrar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendiam uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, zumbis falantes, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora que faz a série, Asylum, é a mesma da franquia “Sharknado”. O elenco quase amador incluía Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), Keith Allan (“A Invasão Zumbi”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”), Ramona Young (agora em “Legends of Tomorrow”), Katy O’Brian (figurante em “The Walking Dead”) os estreantes Nat Zan e Natalie Jongjaroenlarp. Como cada temporada teve final apocalíptico, milagrosamente desfeito no início de cada temporada seguinte, é bem provável que o final oficial seja apoteótico. O último capítulo será exibido na sexta que vem, dia 28 de dezembro.
Série de comédia de Marlon Wayans é cancelada após a 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento de “Marlon”, série de comédia estrelada por Marlon Wayans (“Cinquenta Tons de Preto”), após sua 2ª temporada. A atração tinha registrado uma ótima audiência durante sua exibição entre agosto e setembro no ano passado, com uma média de 5,6 milhões de telespectadores e 1,5 pontos na demo. Mas os números desabaram no segundo ano, perdendo metade do público ao ser antecipada para junho neste ano. A série era uma criação do próprio Marlon Wayans em parceria com os produtores Christopher Moynihan (série “100 Questions”), Rick Alvarez (produtor dos filmes de Wayans) e Michael Rotenberg (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). A trama era uma típica comédia familiar sobre um pai amoroso mas imaturo, que divide a responsabilidade de criar seus dois filhos com a ex-esposa, mas não tem segurança financeira para sequer ir morar em outro lugar após o divórcio. “Marlon” marcou o retorno do ator à TV, duas décadas depois de estourar com “Dupla do Barulho” (The Wayans Brothers), que foi ao ar entre 1995 e 1999. O elenco ainda incluía Essence Atkins (de “Inatividade Paranormal”) como a esposa, Amir O’Neil (telefilme “White Water”) e Notlim Taylor (série “Real Husbands of Hollywood”) como os filhos. Marlon Wayans será visto a seguir na comédia “Sextuplets”, atualmente em produção, que será lançada na Netflix em 2019.
Love Is_ é cancelada após denúncia de plágio e abuso sexual do produtor
O canal pago americano OWN cancelou a série “Love Is_”, que não terá 2ª temporada. A decisão foi consequência de uma denúncia de abuso contra o criador da atração, Salim Akil (criador também da série do herói “Raio Negro”). A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusou o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de “Love Is_”. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner, que produz “Love Is_” e “Black Lightning” (a série do Raio Negro), nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, por isso ele segue trabalhando enquanto o estúdio investiga os méritos da acusação. Como a denúncia foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela de outros casos que causaram demissões de produtores. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter tido a ideia de “Love Is_”, roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processou também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.
David Mazouz se despede da série Gotham nas redes sociais
O ator David Mazouz se despediu de “Gotham” no Instagram. Ele postou a imagem de uma caixa do Departamento de Polícia de Gotham City com seus pertences, identificada por um etiqueta com seu nome e a descrição de conteúdo “desconhecido”. “Esta é a minha caixa de “Eu não estou mais empregado”. Adeus GCPD. Adeus Mansão Wayne. Adeus Alfred. Adeus ‘Gotham'”, ele escreveu na legenda. Mazouz interpretou Bruce Wayne desde 2014 na série, dos 13 aos quase 18 anos de idade (comemorados em fevereiro próximo), praticamente crescendo junto do personagem. Na 5ª e última temporada da série, há a expectativa de que ele finalmente se transforme em Batman. O final das gravações aconteceu na semana passada, e foi celebrado com bolo, pois também marcou a produção do 100º episódio da série. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A última temporada seguirá a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, o isolamento era decorrência de um Terremoto, mas na série acontece após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Os 12 episódios finais de “Gotham” começam a ser transmitidos em 3 de janeiro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. This is my “I am no longer employed” box. Goodbye GCPD. Goodbye Wayne Manor. Goodbye Alfred. Goodbye Gotham. Uma publicação compartilhada por David Mazouz (@davidamazouz) em 20 de Dez, 2018 às 12:48 PST
Elementary vai acabar em sua próxima temporada
A série “Elementary”, que apresenta uma versão contemporânea de Sherlock Holmes, vai acabar em sua próxima temporada. O anúncio foi feito tão logo a produção gravou o capítulo final, no fim de semana, mas a decisão foi tomada em maio passado, quando a rede CBS renovou a série para sua vindoura 7ª temporada. Uma das razões para a decisão de encerrar o programa está relacionada ao fato de os contratos dos protagonistas Jonny Lee Miller e Lucy Liu, respectivamente Sherlock Holmes e Dra. Watson, estarem acabando. A 7ª temporada terá apenas 13 episódios e voltará a mostrar as investigações de Holmes e Watson em Nova York – apesar deles terem se mudado para Londres na 6ª temporada, no que seria o final da série, caso ela não fosse renovada. Como a produção entrou na 7ª temporada sabendo que ela seria o final da atração, a trama foi toda conduzida para um encerramento, de modo a não deixar ganchos e situações em aberto. Além de tentar acabar em grande estilo. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, mas a rede CBS pretende fazer bastante alarde sobre o final da série, como forma de reconhecimento pelo desempenho da atração ao longo dos anos. Não é toda série que consegue ficar sete anos no ar e produzir mais de 150 capítulos. “Elementary” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Episódio final de Timeless ganha primeiro trailer
A rede NBC divulgou o especial que concluirá a trama de “Timeless”, série cancelada ao final de sua 2ª temporada, em junho. A prévia mostra os viajantes do tempo no Velho Oeste e também diante de uma visita do futuro, o que lembra o final da trilogia “De Volta ao Futuro”. O especial foi o segundo “salvamento” da produção realizado pelo canal. Vale lembrar que a série foi cancelada no ano passado, mas a decisão acabou revista devido à campanha dos fãs. Desta vez, porém, o resgate é agridoce, já que servirá apenas para dar uma conclusão à história. Isto porque a 2ª temporada registrou média de apenas 2,5 milhões de telespectadores, uma queda vigorosa em comparação aos 4,6 milhões da 1ª temporada. O telefilme terá duas horas de duração e clima natalino, já que vai ao ar em 20 de dezembro e com o título de “The Miracle of Christmas” (O milagre de Natal, em tradução literal). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Vídeos de Brooklyn Nine-Nine divulgam estreia em novo canal
A rede NBC divulgou três vídeos para promover a estreia de “Brooklyn Nine-Nine” em seu canal. Um deles inclui trocadilhos e referências à mudança da antiga série da Fox para a NBC, enquanto os outros dois prestam homenagem à “Duro de Matar”, filme favorito de Jake Peralta (o personagem de Andy Samberg), com finais diferentes para a chamada da série. A série foi cancelada pela Fox durante os upfronts de maio, mas ficou no limbo por poucas horas, sendo resgatada praticamente no mesmo dia pela NBC, após forte clamor popular. A volta se deu em tempo recorde porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. “Mike Schur, Dan Goor e Andy Samberg cresceram na NBC, e estamos todos entusiasmados com o fato de que uma das mais inteligentes, mais engraçadas e melhores comédias de elenco em muito tempo ocupará seu lugar em nossa programação de comédia”. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago TBS e pela Netflix.
One Dollar é primeira série cancelada na plataforma CBS All Access
A série “One Dollar” foi cancelada pela plataforma CBS All Access após a 1ª temporada, tornando-se a primeira produção original do serviço de streaming a ser cancelada desde seu lançamento em 2014. O enredo de tramas paralelas não envolveu o público, como já tinha acontecido anteriormente com outras séries com a mesma estrutura – “Crash”, “Lucky 7”, “Six Degrees”, etc. A trama de diversos personagens mostrava como uma nota de um dólar conecta um grupo de personagens a uma investigação de assassinatos múltiplos. Trocado de mãos em mãos, o dólar marcado percorria uma jornada por diferentes pontos de vista de classe social e cultura, revelando aspectos e segredos escondidos do local em que o crime aconteceu. A série foi criada por Jason Mosberg (roteirista do filme “Arsenal”) e seu elenco incluía John Carroll Lynch (“American Crime Story”), Nathaniel Martello-White (“Esquadrão Red Tails”), Christopher Denham (série “Billions”), Leslie Odom Jr. (“Assassinato no Expresso Oriente”), Philip Ettinger (série “The Mist”), Kirilee Berger (“Agente K.C.”), Gracie Lawrence (“O Babá(ca)”), Josué Bitton (série “The Night Of”) e Jeff Perry (série “Scandal”). Com produção e direção do cineasta Craig Zobel (dos filmes “Obediência” e “Os Últimos na Terra”, além da série “The Leftovers”) para o estúdio Anonymous Content, “One Dollar” foi exibido de 30 de agosto a 1 de novembro nos Estados Unidos.












