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  • Série

    Amazon cancela cinco séries originais

    28 de julho de 2019 /

    A Amazon confirmou o cancelamento de cinco séries originais da plataforma Prime Video: “The Romanoffs”, “Too Old To Die Young”, “Patriot”, “Lore” e “Forever”. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, deu as más notícias neste sábado (22/7), durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). No mesmo evento, ela também anunciou renovações (leia aqui). Das cinco, a melhor era “Forever”. A comédia acompanhava o casal formado por Maya Rudolph e Fred Armisen (veteranos do programa “Saturday Night Live”) em sua vida confortável, porém monótona em Riverside, na Califórnia, até que decidem sair da rotina com uma viagem de esqui, adentrando situações completamente desconhecidas. Criada pelos roteiristas Alan Yang (“Master of None”) e Matt Hubbard (“30 Rock”), ambos vencedores do Emmy, a série tinha 94% de aprovação da crítica. Igualmente bem cotada, a sátira de espionagem “Patriot” teve duas temporadas e acompanhava o espião relutante e depressivo John Tavner (Michael Dorman), em uma trama de intriga internacional recheada de humor negro. Criada por Steven Conrad (roteirista de “A Vida Secreta de Walter Mitty”), tinha 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas foi prejudicada por um hiato muito longo entre as temporadas. Os primeiros 10 episódios foram disponibilizados em 2015 e os seguintes apenas em novembro passado. Também com duas temporadas, “Lore” era uma antologia de terror, baseada num podcast sobre histórias supostamente reais que deram origem aos mitos e lendas dos dias atuais, e combinava documentário, animação e encenação com produção de Ben Silverman (série “The Office”), Howard T. Owens (reality “Planet of the Apps”), Gale Anne Hurd (série “The Walking Dead”), Brett-Patrick Jenkins (reality “Face Off”), Glen Morgan (série “Arquivo X”) e Aaron Mahnke, o criador do podcast. Outra antologia, bem mais badalada e cara, “The Romanoffs” foi um fiasco de Matt Weiner, criador de “Mad Men”, em que cada capítulo girava em torno de pessoas diferentes que se diziam descendentes dos Romanoff, a família real russa assassinada pelos comunistas. Apesar da grande quantidade de famosos em seu elenco, os 8 episódios não repercutiram com a crítica. Chegou a ser considerada medíocre, com aprovação de apenas 51% no Rotten Tomatoes. Por fim, “Too Old To Die Young” era uma produção do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (“Drive”) e foi lançada quase secretamente no mês passado. Não há um vídeo sequer na página do YouTube da plataforma para avisar sobre a existência da série, que também não apareceu na home do serviço e teve divulgação basicamente pelo Twitter do diretor. A trama acompanhava um policial em luto (Miles Teller, de “Whiplash”), que se torna amigo do assassino de seu parceiro. Refn dirigiu todos os 10 episódios, que atingiram 66% de aprovação no Rotten Tomatos e, como quis a Amazon, não foram descobertos pelos leitores do site – é a única das cinco sem avaliação do público. Veja abaixo os trailers das cinco produções canceladas. Dear Friends! Please allow me to introduce the first trailer for TOO OLD TO DIE YOUNG. ??❤️ See you on Prime Video June 14. ? @TOTDYTV #byNWR pic.twitter.com/kl118mhbQK pic.twitter.com/Vyj3GmxH2K — Nicolas Winding Refn (@NicolasWR) April 3, 2019

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  • Série

    Enterro musical da série Transparent ganha novo trailer

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo poster e trailer do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. E fazer o enterro – em mais de um sentido. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado em 27 de setembro no serviço Prime Video da Amazon.

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  • Série

    Amazon renova The Expanse e Carnival Row para novas temporadas

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon renovou as séries “The Expanse” e “Carnival Row” para novas temporadas. Ambas são produções caras, ambiciosas e repletas de efeitos visuais. E têm outro detalhe em comum. A 4ª temporada de “The Expanse”, que também é a primeira produzida para a plataforma Prime Video, e a 1ª de “Carnival Row” ainda não estrearam. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, anunciou as renovações neste sábado (22/7), durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). No mesmo evento, ela também confirmou o cancelamento de três séries (leia aqui). Criada por Travis Beacham (roteirista de “Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”), “Carnival Row” se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Essas criaturas fugiram de suas terras destruídas por uma guerra em busca de refúgio entre a humanidade. Mas, como acontece com os imigrantes no mundo real, sua chegada faz nascer guetos e tensões. E logo uma série de assassinatos começa a abalar a frágil paz da cidade. O elenco é liderado por Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), respectivamente como uma fada e um inspetor de polícia, e a estreia está marcada para 30 de agosto. Já “The Expanse” foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy em maio do ano passado. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série adapta a saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey, passada 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a planetas mais distantes, mas apenas a partir do dia 13 de dezembro.

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  • Série

    Atriz de Counterpart se revolta com executivo que cancelou a série por ser “muito masculina”

    27 de julho de 2019 /

    Como se poderia esperar, pegou muito mal a declaração do diretor de operações do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, para justificar o cancelamento da elogiadíssima série “Counterpart”, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela disse que a série era boa, mas “muito complicada” e “muito masculina”. E que o canal decidiu privilegiar produções femininas. A atriz Nazanin Boniadi foi ao Twitter protestar. Ela lembrou que “Olivia Williams, Sara Serraiocco, Betty Gabriel e eu pudemos interpretar mulheres complexas, multifacetadas e f*donas, que não estavam em cena para servir aos homens ao redor delas”. “Eu gostaria de encontrar mais roteiros com papéis femininos tão envolventes quanto os de ‘Counterpart'”, acrescentou. Os seguidores da atriz ainda acrescentaram que ouvir que uma obra é “muito complicada” e “muito masculina” numa mesma frase era algo absurdo, como se mulheres não fossem inteligentes para acompanhar uma série bem escrita. A equipe da produção se juntou às reclamações para lembrar que a maioria dos autores responsáveis pela trama “muito masculina” eram mulheres. A redação contava com nove escritores, incluindo o criador Justin Marks, dos quais cinco eram roteiristas femininas. A série era, portanto, mais feminina que masculina. Justin Marks também lamentou, usando apenas uma gif de Olivia Williams decepcionada como resposta. Hmmm… #OliviaWilliams, #SaraSerraiocco, #BettyGabriel & I got to play some badass, multifaceted, complex women who existed in their own right & not just to serve the men around them. I wish I came across more scripts w/ female roles as compelling as the ones in #Counterpart — Nazanin Boniadi (@NazaninBoniadi) July 27, 2019 Our writers room was predominately made of women. — Maegan Houang (@houangm) July 27, 2019 pic.twitter.com/IK34PgAw4o — Justin Marks (@Justin_Marks_) July 26, 2019

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  • Série

    Counterpart foi cancelada por ser “muito masculina”

    27 de julho de 2019 /

    O diretor de operações do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, deu a pior explicação possível para o cancelamento da elogiadíssima série “Counterpart”, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela seria “muito masculina”. A declaração foi feita durante o painel do canal no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), diante do questionamento sobre a decisão de não renovar a série estrelada pelo vencedor do Oscar J.K. Simmons (“Whiplash”) para sua 3ª temporada. “’Counterpart’ foi uma grande série, tivemos ótimos parceiros na produtora MRC e Justin [Marks, criador da série] é um grande escritor, mas foi uma série muito complicada, uma série muito masculina. Quando contratamos a produção e nos comprometemos a fazer duas temporadas, ainda não tínhamos aprofundado essa estratégia de ser um canal premium feminino”, disse ele. “Quando você pondera renovar uma série, ela realmente precisa atender ao público feminino principal e, se isso não for feito, precisamos encontrar outra coisa”, acrescentou Hirsch. “Se não serve a nossa estratégia central, não vamos fazer.” Considerada pela crítica a melhor série sci-fi do século 21, infinitamente superior a “Westworld” (86%), “The Handmaid’s Tale” (87%), “Stranger Things” (93%) e até “Game of Thrones” (89%), “Counterpart” teve cada uma de suas duas temporadas aprovadas com 100% no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, foi cancelada porque atraiu público “masculino”. Hirsch também disse que cancelou a série “Now Apocalypse”, do cineasta Gregg Araki (“Mistérios da Carne””), porque ela atraiu “pouco público feminino”. A série de maior audiência do Starz é a masculina “Power”, centrada em homens gângsteres e com pouquíssimas mulheres em papéis de destaque – ao contrário de “Counterpart”, que tinha oito protagonistas, cinco deles mulheres. O canal também encomendou recentemente um spin-off da franquia cinematográfica “John Wick”, cujo último filme foi visto por público majoritariamente masculino – 63% de homens em sua estreia nos cinemas americanos.

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    Netflix revolta a crítica com cancelamento de Tuca & Bertie

    26 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série animada “Tuca & Bertie” após apenas uma temporada. A animação criada por Lisa Hanawalt e produzida pela equipe do sucesso “BoJack Horsemen” contava a história de duas amigas passarinhas em suas aventuras e crises comuns às fêmeas de qualquer espécie, com dublagem original das comediantes Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e Ali Wong (“American Housewife”). O cancelamento foi muito lamentado pela crítica e até gerou alguns editoriais em publicações importantes, como a revista Variety. A série tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e seu final abrupto, após apenas 10 episódios, foi considerado “uma perda desapontadora”. Fãs também estão reclamando ativamente nas redes sociais com a hashtag #SaveTucaAndBertie. Em seu comunicado oficial, a plataforma de streaming elogiou todo o trabalho dos produtores e elenco de voz, ressaltando que “ainda que ‘Tuca & Bertie’ não tenha uma 2ª temporada, temos orgulho de exibir essa história na Netflix por muitos anos”. Trata-se do texto padrão que acompanha o anúncio de cancelamentos de todas as séries da Netflix, que os fãs da Marvel sabem de cor. Detalhe: a Netflix Brasil jamais disponibilizou um trailer de “Tuca & Bertie” em seu canal do YouTube para avisar sobre a existência da série. Veja abaixo um trailer americano para “descobrir” do que se trata.

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  • Série

    Temporada final de Lucifer ganha seis episódios a mais

    26 de julho de 2019 /

    A temporada final de “Lucifer” vai ter seis episódios a mais que o previsto. A Netflix anunciou que o quinto ano da série terá 16 episódios e não 10, como previsto anteriormente. A plataforma cancelou a série após a exibição da 4ª temporada em maio, anunciando a decisão como “renovação” para uma última temporada. Muitos sorrisos amarelos do elenco comemoraram a “renovação”, exaltando o fato de que a trama acabaria da melhor forma, já que haveria tempo de sobra para planejar o desfecho. “Estamos incrivelmente gratos à Netflix por nos deixar terminar a história de Lúcifer em nossos termos. Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor está por vir!”, disseram os showrunners na época do cancelamento/renovação. Pois o melhor, ou pelo menos uma notícia melhor que o cancelamento, veio nesta sexta (26/7). E nem os lucifãs mais devotados contavam com essa nova reviravolta, que ampliou um pouco mais a vida da produção. Pela segunda vez. Vale lembrar que a exibição da 4ª temporada pela Netflix já tinha representado um ressurgimento da morte certa, após a série ter sido cancelada na TV aberta americana pela Fox. O resgate, porém, foi breve, como tem sido a duração das séries da plataforma de streaming.

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  • Série

    Will & Grace vai acabar (de novo) na próxima temporada

    25 de julho de 2019 /

    Os produtores de “Will & Grace” decidiram finalizar a série na próxima temporada, que estreia em 2020. O anúncio foi feito em comunicado conjunto de Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, que revelaram ter chegado a esta decisão em comum acordo com o elenco. “Pensamos em ‘Will & Grace’ como Karen pensa sobre seus martínis – 51 não é o bastante, mas 53 é demais”, brincaram. “Por isso, após consultar o nosso elenco, decidimos que esta será nossa última temporada”. A próxima temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. “O impacto e o legado de ‘Will & Grace’ simplesmente não podem ser exagerados. Ela mudou o jogo quando estamos falando de retratos da comunidade LGBTQIA+”, acrescentaram representantes da rede NBC, que exibe a série nos EUA. “Devemos um enorme agradecimento a Max, David, Jimmy e ao elenco, por seu brilhantismo durante este incrível período”, conclui o comunicado. O revival é escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou as gravações das oito temporadas originais. Mas apesar da ênfase na decisão criativa, o anúncio do final também reflete a perda de quase metade dos telespectadores na temporada encerrada em abril passado – de 5,5 milhões em 2018 para 3 milhões de telespectadores ao vivo. O elenco também recebeu aumentos consideráveis – de US$ 250 mil por episódio a US$ 350 mil na nova temporada. Assim, a série acabou ficando muito cara para seu retorno em audiência. A última temporada deve ir ao ar no começo de 2020, durante a midseason.

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    Netflix cancela a série Designated Survivor

    24 de julho de 2019 /

    A Netflix cancelou “Designated Survivor” após a 3ª temporada, que também foi a primeira e única produzida exclusivamente para streaming, após a plataforma resgatar a atração cancelada pela TV americana. Com apenas 10 episódios, a 3ª temporada foi disponibilizada em 7 de junho e seu encerramento agora conclui a série criada por David Guggenheim (roteirista do filme de ação “Protegendo o Inimigo”), que dividiu a produção com o astro Kiefer Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O título da série é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise. Na última temporada, ele tenta permanecer no poder, desta vez na disputa de sua primeira eleição, ao mesmo tempo em que enfrenta a ameaça de um ataque biológico iminente no país. O cancelamento reflete uma tendência cada vez maior da plataforma de se desfazer de produções que atingem três temporadas. E também acontece após um prejuízo bilionário no mercado de ações, que deve impactar o desenvolvimento do modelo de negócios do streaming.

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    Preacher: Final da série ganha trailer apocalíptico

    23 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “Preacher”. A prévia não trata apenas do final da série, mas do final do mundo. Presos entre profecias celestiais, prisões infernais e guerra nuclear total, o pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun) embarcam numa jornada sangrenta até o Altíssimo. Se eles podem chegar a Deus no tempo – ou se toda essa carnificina é apenas parte de Seu plano divino – será revelado a partir de 4 de agosto, com a exibição de um episódio duplo, nos Estados Unidos O detalhe é que a produção televisiva ainda está longe do final original dos quadrinhos. A 4ª temporada inicia o arco conhecido como “War in the Sun”, quinto volume de um total de oito publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). Assim, a série deve deixar sem adaptação o último terço da trama de Garth Ennis e Steve Dillon. Por outro lado, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, os produtores devem ter encontrado uma forma de encerrar a história de algum modo. A série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). “Preacher” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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    The Expanse: 4ª temporada ganha trailer e cena completa de 6 minutos

    22 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster, o trailer e uma cena de seis minutos da 4ª temporada de “The Expanse”, a primeira produzida para a plataforma de streaming Prime Video. A série foi cancelada pelo canal pago SyFy em maio do ano passado, mas acabou resgatada pelo serviço de streaming, que continuará a adaptação da saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. Tudo isso muda quando a experiência com a protomolécula cria um portal para os limites externos do sistema solar. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a estes planetas mais distantes. “No entanto, os primeiros exploradores não entendem esses novos mundos e não estão preparados para os perigos que os aguardam”, diz a sinopse oficial. O elenco numeroso da atração reúne Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Cara Gee (“Strange Empire”), David Strathairn (“Godzilla II: Rei dos Monstros”), Jared Harris (“Chernobyl”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Chad Coleman (série “The Walking Dead”) e ainda acrescentou Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) na 3ª temporada – entre muitos outros. A 4ª temporada estreia no dia 13 de dezembro.

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    Netflix cancela Ela Quer Tudo, primeira série de Spike Lee

    18 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série “Ela Quer Tudo” (She’s Gotta Have It), de Spike Lee, após duas temporadas e 19 episódios. Em um comunicado, Ted Sarantos, diretor de conteúdo da Netflix, afirmou que “Spike Lee é um dos maiores cineastas de todos os tempos e estamos felizes por ele ter trazido ‘Ela Quer Tudo’ para a Netflix. Embora esta seja a nossa última temporada, estamos muito orgulhosos de que ela estará em nosso serviço durante anos”. Mostrando que a decisão de encerrar a série não foi de comum acordo, Spike Lee disse que tentará levá-la para outra emissora. A atração é baseada no filme de mesmo nome de 1986, que foi primeiro longa-metragem da carreira do cineasta, rodado em duas semanas por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os episódios, que estrearam com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não agradaram tanto em sua 2ª temporada, lançada em maio com 67% de críticas positivas.

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    A.P. Bio é “descancelada” por nova plataforma de streaming

    17 de julho de 2019 /

    Dois meses depois de ser cancelada pela rede americana NBC na reta final de sua 2ª temporada, a série de comédia “A.P. Bio” foi resgatada por uma nova plataforma de streaming. A ironia é que se trata do serviço ainda sem nome da Comcast, dona da própria NBC. “A.P. Bio” é a segunda série exclusiva anunciada para a plataforma da Comcast, que vai reunir produções da Universal Pictures, NBC, USA Network, Syfy e Sky, e deve ser lançada em 2020. A outra atração confirmada é “Angelyne”, drama desenvolvido por Sam Esmail (“Mr. Robot”), que será estrelado por Emmy Rossum (“Shameless”). Criada por Michael Patrick O’Brien (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”), “A.P. Bio” gira em torno de um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que após perder o trabalho dos seus sonhos se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. O elenco também incluiu Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”).

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