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  • Série

    The Good Place: Vídeo de bastidores mostra último dia de gravação da série

    10 de setembro de 2019 /

    A rede americana NBC divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da 4ª temporada e última temporada de “The Good Place”. E além de entrevistas e cenas da produção, o vídeo revela o que aconteceu atrás das câmeras no último dia de gravação da série, em clima de despedida. “Dentro da história, entre os personagens, há despedidas, que acabam refletindo as nossas”, explicou Ted Danson. A decisão de concluir a trama foi do próprio criador da atração, Mike Schur. A atração gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael (Ted Danson, de “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas aos poucos percebe que, viver cercada por gente boazinha e fingir ser uma boa pessoa é pior que o inferno. E é aí que percebe. O “Lugar Bom” não passava de uma experiência maligna criada pelo demônio vivido por Danson. O detalhe é que esta foi apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Em meio a esse jorro de criatividade, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente do próprio Michael e de sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, vão à Terra, são sabotados por demônios, descobrem que o céu foi corrompido e, desesperados, arriscam uma nova proposta: assumir a experiência de Michael para provar que todos os humanos podem se redimir. É neste ponto que a série será retomada em sua 4ª temporada. Uma das séries mais bem-avaliadas da TV aberta americana, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, “The Good Place” retorna em 26 de setembro

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  • Série

    Grace and Frankie vira série mais longeva da Netflix e é cancelada

    4 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou mais uma renovação/cancelamento. A série de comédia “Grace and Frankie” vai chegar à sua 7ª temporada, que também será a última. A notícia foi postada nas redes sociais da plataforma. A renovação torna “Grace and Frankie” a mais longa série do catálogo original do serviço de streaming, completando 94 episódios. Com isso, vai superar “Orange Is the New Black”, que até então detinha o recorde da Netflix. Ambas chegaram ao mesmo número de temporadas, mas a comédia estrelada por Jane Fonda e Lily Tomlin terá três episódios a mais, graças à decisão de produzir uma season finale maior – com 16 capítulos, em vez dos tradicionais 13 episódios anuais. Fonda e Tomlin comentaram o paradoxo da renovação/cancelamento em comunicado. “Estamos deliciadas e de coração quebrado ao saber que Grace and Frankie vai voltar para a sua sétima temporada, mas também que será a última”, diz o texto. “Estamos gratas que a nossa série tenha sido capaz de lidar com assuntos que realmente se conectaram com espectadores da nossa geração. E seus filhos. E também, incrivelmente, os filhos dos filhos deles!”, continuaram. “Vamos sentir falta dessas duas velhinhas, Grace e Frankie, tanto quanto os seus fãs, mas continuaremos trabalhando por aí. Já duramos mais do que muita coisa — só esperamos que não precisemos durar mais do que o planeta Terra”, completaram. Fonda e Tomlin, amigas desde que estrelaram juntas o filme “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), vivem as duas mulheres do título, que nunca se deram bem, mas que acabam tendo que conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. Criada por Marta Kauffman (“Friends”) e Howard J. Morris (“Home Improvement”), o elenco da atração ainda inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”). A série ainda não estreou sua 6ª temporada, que ganhou previsão de lançamento para janeiro de 2020. Assim, os últimos episódios só devem ir ao ar em 2021. Grace and Frankie foi renovada para a 7ª e última temporada e eu tô que não me aguento de tanta emoção. Será a minha série original mais longa, com 94 episódios, e eu tenho o maior AMOR por esse elenco. <3 Ah, a temporada 6 chega em janeiro de 2020. pic.twitter.com/GF10KA0BJN — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) September 4, 2019

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  • Série

    Temporada final de Modern Family ganha trailer com retrospectiva

    4 de setembro de 2019 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da 11ª e última temporada de “Modern Family”. A prévia oferece uma retrospectiva dos dez primeiros anos da atração. Centrada em três casais e filhos de uma mesma grande família, a série de Steve Levitan e Christopher Lloyd representa em sua premissa a diversidade das famílias modernas, como prometido pelo seu título, ao mostrar casal gay, casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio. Todos com suas dificuldades, mas com grande harmonia na hora de se mostrar uma mesma família. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na 10ª temporada. A temporada final estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos. “Modern Family” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.

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  • Série

    Fãs de The OA protestam contra o cancelamento da série nos Estados Unidos

    29 de agosto de 2019 /

    Um grupo de fãs da série “The OA” está mobilizando uma série de protestos contra o cancelamento da atração pela Netflix. Nesta semana, fãs se reuniram na Times Square, coração cultural de Nova York, para imitar os movimentos ensinados na série diante de um cartaz da campanha de salvamento, erguido em ponto estratégico com o dinheiro arrecadado em uma campanha online. A organização arrecadou US$ 5,5 mil para divulgar um outdoor com a hashtag #SaveTheOA. “Nós não vamos desistir de você”, diz o texto da publicidade. Além do outdoor, estão acontecendo diversos eventos de flash mob, realizados inclusive diante da sede da Netlix, na Califórnia. E um fórum no Reddit já ameaça transformar a campanha #SaveTheOA em #CancelNetflix, caso a produção não seja retomada. “The OA”, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, foi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”) em parceria com o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). Marling disse que chorou ao saber do cancelamento, revelando nas redes sociais que ela e Batmanglij ficaram “profundamente tristes em não terminar a história”. A decisão se deu em meio a vários cancelamentos feitos pela Netflix nos últimos meses, refletindo mudança de estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.

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  • Série

    Demi Lovato vai participar da temporada final de Will & Grace

    28 de agosto de 2019 /

    A cantora e atriz Demi Lovato vai participar da última temporada da série “Will & Grace”, que estreia em 2020 na rede americana NBC. Ela postou uma foto em seu Instagram tirada no set da produção. Demi aparecerá em três episódios interpretando Jenny, uma garota que entra na vida de Will (Eric McCormack) de uma maneira inesperada. A última temporada é a 3ª do revival iniciado em 2017, mas a 11ª desde que a produção estreou em 1998. Ou seja, esta será a segunda vez que a série vai acabar. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. A despedida da série terá 18 episódios, mas ainda não teve data de estreia divulgada pela NBC. Um ano após quase morrer de overdose, Demi Lovato tem enchido a agenda de trabalhos. Além de “Will & Grace”, ela também vai estrelar “Eurovision”, novo filme de comédia produzido pela Netflix. Ver essa foto no Instagram Will & Grace & Demi ??‍♀️? @nbcwillandgrace #WillandGrace Uma publicação compartilhada por Demi Lovato (@ddlovato) em 27 de Ago, 2019 às 6:16 PDT

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  • Série

    YouTube cancela Wayne, Step Up: High Water e desiste de novas séries

    17 de agosto de 2019 /

    O YouTube assumiu de vez sua derrota na guerra dos streamings. A plataforma YouTube Premium anunciou o cancelamento das séries “Step Up: High Water” e “Wayne”, além de ter desistido dos pilotos de “Dark Cargo” e “It’s a Man’s World”, aprovados para virar novas atrações. O caso de “Wayne” chama atenção porque a série se tornou um dos maiores sucessos do YouTube, tanto em visualizações quanto em críticas positivas. Criada por Rhett Reese e Paul Wernick, os roteiristas de “Deadpool” e “Zumbilândia”, a produção tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e vai tentar encontrar um novo lar em outro serviço de streaming ou canal pago. Os cancelamentos se juntam aos cortes de “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, “Champaign ILL”, “Sideswiped”, “Do You Want to See a Dead Body?”, “Origin” e “Overthinking with Kat & June”, além das desistências de vários projetos em fase avançada de desenvolvimento. Um deles, “On Becoming a God in Central Florida”, foi resgatado pelo canal pago Showtime e vai estrear em 25 de agosto na TV americana. Além de encerrar séries e dispensar pilotos, o YouTube também parou de encomendar novos projetos nos últimos meses. Estas ações recentes da plataforma decorrem de sua desistência de competir em produção de conteúdo com a Netflix e os grandes estúdios de Hollywood. Em vez disso, o YouTube estaria planejando reforçar seu projeto original, explorando aquilo que sempre fez: exibir vídeos com anúncios. Em vez de séries, priorizar aquilo que seus usuários já buscam: shows, humor e vídeos sem roteiro. E apostar em outro filão, como transmissões de streaming ao vivo – algo que o Facebook já começou a fazer com eventos esportivos. Tudo exibido de graça e com anúncios, ao contrário do projeto Premium que vinha desenvolvendo. Novos cancelamentos devem ser anunciados em breve. Por enquanto, as únicas séries remanescentes na plataforma são “Kobra Cai”, continuação de “Karatê Kid”, renovada para a 3ª temporada, “Impulse”, que produziu a 2ª temporada antes do anúncio da mudança de foco do YouTube, e a comédia “Liza On Demand”, que já reflete a nova fase, estrelada pela YouTuber Liza Koshy.

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  • Série

    Instinct é cancelada na 2ª temporada

    17 de agosto de 2019 /

    A rede CBS cancelou a série policial “Instinct” antes do final de sua 2ª temporada. A atração queimará o material ainda inédito com a exibição de dois a três episódios nos próximos domingos. O criador da série, Michael Rauch, anunciou o cancelamento na sexta-feira (16/8) no Twitter. “Estou muito triste em transmitir a notícia de que ‘Instinct’ não será renovada para uma 3ª temporada. Vamos dobrar neste domingo e nosso final de temporada/série será em 25 de agosto.” Rauch também agradeceu as estrelas da série Alan Cumming e Bojana Novakovic por “fazer de Dylan & Lizzie mais do que eu jamais poderia ter esperado”. “Obrigado à nossa equipe incrível, elenco, escritores, produtores e todos os que ajudaram a fazer nosso show, com respeito, talento e bondade”, acrescentou. “E um gigante obrigado aos nossos fãs obstinados por seu amor, lealdade e excelente gosto (é cedo demais para pedir um reboot?)” Novakovic, que interpretou a parceira de Cumming, Lizzie, no programa, compartilhou sua decepção no Twitter. “Mas quando uma porta se fecha outra … na verdade, f—se. Isso é um pé no saco. Amor a todos os nossos fãs, ao elenco e à equipe mais incrível. Obrigado a todos por dois anos fantásticos.” Lançada em 2018, “Instinct” foi alardeada como o primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay. Baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”), a série girava em torno do Dr. Dylan Reinhart (Alan Cumming), um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Mas, apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa criada por Michael Rauch (roteirista-produtor de “Royal Pains”) era bastante genérica, alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um detetive da polícia (Bojana Novakovic, de “Eu, Tônia”) e um assistente amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, do casal de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Com 6,6 milhões de telespectadores em sua 1ª temporada, “Instinct” poderia ser considerado mais um sucesso policial do canal, mas a baixa pontuação de 0,63 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) já incomodava ao revelar uma obviedade: que o público que acompanha séries de fórmulas batidas é bem mais velho que o desejado. O cancelamento se tornou inevitável quando a audiência caiu para a metade no segundo ano da produção, rendendo apenas 3,5 milhões de telespectadores ao vivo e 0,31 na demo. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen.

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  • Filme

    Disney cancela Duro de Matar 6, Flash Gordon e mais de 200 filmes da Fox

    12 de agosto de 2019 /

    A Disney caiu matando em cima do calendário de produções da 20th Century Fox, cancelando vários projetos que estavam sendo desenvolvidos. Estima-se que mais de 200 filmes foram enterrados pelos novos donos do estúdio, entre eles o sexto “Duro de Matar”, uma adaptação rival de “Pinóquio”, a versão feminina da “Liga Extraordinária”, um novo “Flash Gordon”, terrores baseados em livros de Stephen King, continuações de “Assassin’s Creek”, “Hitman” e “Poder sem Limites” e filmagens dos games “Megaman”, “The Sims” e “Magic: The Gathering”. Os cortes são consequência do fracasso de todos os filmes da Fox em 2019, de “Alita: Anjo de Combate” a “X-Men: Fênix Negra”, que fizeram a Disney sofrer uma perda de US$ 170 milhões no período fiscal, mesmo com o sucesso das produções da Marvel. Em conferência com acionistas, o CEO da empresa, Bob Iger, foi claro a respeito disso. “Um dos grandes problemas foi que o desempenho do estúdio da Fox ficou abaixo do que costumava ser, e muito abaixo de onde esperávamos que ficasse quando fizemos a aquisição”, disse o executivo. A ideia é que a Fox, que no ano passado produziu 12 longa-metragens (sem contar os títulos da Fox Searchlight e da agora extinta Fox 2000), passará a produzir apenas 5 lançamentos anuais para o cinema. Entretanto, o estúdio não ficaria ocioso, já que passaria a produzir também para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus).

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  • Série

    The Deuce: Pornografia entra na era do vídeo no trailer da última temporada

    12 de agosto de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “The Deuce”, série sobre a indústria pornográfica estrelada por James Franco (“Artista do Desastre”). A prévia revela a entrada da pornografia na era do VHS, responsável por uma revolução no setor. Criada por David Simon e George Pelecanos (respectivamente criador e roteirista de “The Wire”, uma das melhores séries já feitas), “The Deuce” conta a história da legalização e do crescimento da indústria pornográfica em Nova York, abordando também a epidemia da Aids, a violência resultante do aumento do tráfico de cocaína e a especulação imobiliária que acabou mudando a cidade. A produção chegou a ser paralisada entre a 1ª e a 2ª temporada, ocasião em que quase foi cancelada graças às acusações de assédio sexual contra James Franco, trazidas à tona após ele vencer o Globo de Ouro 2017 por seu papel no filme “Artista do Desastre”. Além de interpretar irmãos gêmeos na série, Franco é produtor e dirigiu dois episódios. A HBO declarou ter conduzido uma investigação interna sobre o comportamento do ator no set e, após constatar ausência de reclamações contra o astro, deu prosseguimento à produção. O elenco também destaca a atriz Maggie Gyllenhaal (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Margarita Levieva (série “Revange”), Gary Carr (série “Downton Abbey”), Emily Meade (“Nerve”), Lawrence Gilliard Jr. (série “The Walking Dead”), Chris Bauer (série “True Blood”), Dominique Fishback (minissérie “Show Me a Hero”), Michael Rispoli (série “Magic City”), Kim Director (“A Bruxa de Blair 2”), Olivia Luccardi (série “Orange Is the New Black”) e o rapper Method Man (série “Luke Cage”). Os novos episódios começarão a ser exibidos no dia 9 de setembro.

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  • Série

    Criadora de The OA diz que chorou ao saber do cancelamento da série

    5 de agosto de 2019 /

    A atriz Brit Marling usou as redes sociais para comentar o cancelamento da série “The OA”, que ela criou com o cineasta Zal Batmanglij. Ela postou uma carta aberta aos fãs da série logo após a Netflix anunciar o final da produção nesta segunda (5/8). “Caros fãs de ‘The OA’, alguns de vocês já sabem ou saberão agora que a Netflix não vai dar continuidade a ‘The OA’. Zal e eu estamos profundamente tristes em não terminar a história. A primeira vez que eu ouvi a notícia eu tive que chorar. Assim também fez um dos nossos executivos da Netflix que esteve com nós desde os primeiros dias, quando estávamos esboçando o porão de Hap para começar a produção. Tem sido uma jornada incrível para todos que trabalharam e se importaram com a série. O longo texto também explicou porque ela optou por contar uma história de ficção científica e a liberdade que sentiu ao criar um mundo com uma protagonista feminina, em que o poder de mudança foi colocado nas mãos do coletivo. Ela até tentou ver o lado positivo de não concluir a trama de “The OA”, que terminou a 2ª temporada com um grande gancho. “Talvez, de alguma forma, seja OK não concluir esses personagens. Steve Winchell ficará suspenso no tempo em nossas imaginações, infinitamente evoluindo, correndo para sempre, até finalmente alcançar a ambulância e OA”, concluiu. A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. O cancelamento se soma a vários outros na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020. Ver essa foto no Instagram the end of #theoa “??????” – last text to Grandma Vu Uma publicação compartilhada por Brit Marling (@britmarling) em 5 de Ago, 2019 às 10:05 PDT

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  • Série

    Netflix cancela a série The OA após a 2ª temporada

    5 de agosto de 2019 /

    A Netflix cancelou “The OA”, série sci-fi criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), mais de quatro meses após a exibição de sua 2ª temporada, encerrada com um “gancho” gigante que não terá conclusão. O últimos capítulos, por sinal, estrearam 27 meses após os episódios inaugurais. A demora pode ter a ver com o preciosismo da produção, já que todos os episódios são dirigidos pelo cocriador, o cineasta Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Antes de fazer “The OA”, Marling e Batmanglij trabalharam juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). A série, que abordava a existência de um multiverso e os esforços coletivos para alterar realidades, também incluía a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”), a cantora Sharon Van Etten e o ator Scott Wilson (série “The Walking Dead”), que faleceu no ano passado. A decisão se soma a vários cancelamentos em marcha na Netflix, que repensa sua estratégia para enfrentar a “guerra dos streamings” em 2020.

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  • Série

    Netflix anuncia que 13 Reasons Why vai acabar na 4ª temporada

    1 de agosto de 2019 /

    A Netflix emendou a divulgação do teaser da 3ª temporada de “13 Reasons Why” com o anúncio de que a série terá mais um ano de produção e será encerrada em 2020. A produção da 4ª e última temporada já está em andamento. Ela vai mostrar a formatura do elenco principal no ensino médio. A renovação e o cancelamento simultâneos são consequência do contrato assinado pelo elenco em agosto do ano passado, que incluía apenas a gravação de mais duas temporadas. Caso quisesse continuar a produzir a série, a Netflix teria que renegociar novamente com os atores. A história original do livro “Os 13 Porquês”, em que “13 Reasons Why” é baseada, foi totalmente contada na 1ª temporada. Mas, como acabou se tornando um sucesso, devido à repercussão de cenas polêmicas, os roteiristas de TV tem buscado formas de estender a trama. A 3ª temporada, por exemplo, será um mistério de assassinato ao estilo de “Pretty Little Liars”. A verdade é que a crítica já abandonou a série. Se a 1ª temporada obteve 79% de aprovação no Rotten Tomatoes, a 2ª desabou para 25%. A decisão de finalizar a série também acompanha a tendência da Netflix de não cultivar produções longevas. As únicas exceções foram as primeiras séries que produziu, “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. Conforme as séries duram mais, elas se tornam mais caras com renegociações de salários e direitos. Mas é uma decisão que desagrada as produtoras, que perdem os lucros que viriam com essas renegociações.

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  • Série

    Autora de Outlander se irrita com comentários do chefe da Starz sobre o que torna a série “feminina”

    29 de julho de 2019 /

    O COO e segundo em comando do canal pago Starz, Jeffrey Hirsch, não irritou apenas o elenco e os roteiristas de “Counterpart” com suas declarações no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Diana Gabaldon, autora dos livros que inspiraram a série “Outlander”, ficou frustrada com a comparação feita pelo executivo entre as duas produções, especialmente por ele menosprezar a “inteligência” de sua criação. Após dizer que “Counterpart” foi cancelada porque era “muito complicada” e “masculina demais”, subentendendo que as mulheres não tinha inteligência suficiente para acompanhar a atração – escrita por uma redação majoritariamente feminina – , ele deu exemplo das cenas de Sam Heughan sem camisa em “Outlander” como o que o público feminino do canal buscava. E sem citar que a série poderia ser inteligente. Hirsch disse à imprensa que a “Starz tem a maior de audiência de mulheres com mais de 18 anos na TV paga premium” e tem manobrado sua programação para melhor capturar o “público feminino premium”. E foi isto que levou ao cancelamento de “Counterpart”, uma das poucas séries com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “’Counterpart’ foi uma grande série, tivemos ótimos parceiros na produtora MRC e Justin [Marks, criador] é um grande escritor, mas foi uma série muito complicada, uma série muito masculina. Quando contratamos a produção e nos comprometemos a fazer duas temporadas, ainda não tínhamos aprofundado essa estratégia de ser um canal premium feminino”, disse ele. E aí o executivo aprofundou. “Já ‘Outlander’, você pode dizer que é ótima porque as mulheres gostam e porque traz uma cirurgiã que volta no tempo, mas também há outro lado disso, que é um colírio para esse público, como quando [Heughan] está sem camisa. Você tem que ser muito atencioso ao decidir o conteúdo e ver se realmente vai ser feminino ou não”. Gabaldon, que vendeu mais de 30 milhões de exemplares da saga literária que inspira a série, lamentou o comentário no Twitter. “Não sei, não, Jeffrey. Não posso dizer que vejo muita gente falando sobre Jamie (o personagem de Sam Heughan) sem camisa, a menos que seja para mencionar o choque e o horror de suas cicatrizes”, disse, sobre seu personagem. Isto porque as costas dele são uma massa de cicatrizes, graças às várias vezes em que foi açoitado. As marcas são um visual frequentemente referenciado nos livros e na série. Ela ainda acrescentou que, enquanto é verdade que a série tem grande público feminino, as mulheres assistem “Outlander” com “seus maridos ou namorados” e que, pelas mensagens que ela recebe, “o que eles mais dizem que gostam é a inteligência da história e a complexidade e força do relação entre Jamie e Claire. Eles também amam a beleza visual da série e a profundidade emocional da atuação”. “Se você está procurando uma base de apoio, acho que talvez ‘inteligência’ seja um bom lugar para começar”, concluiu. Veja o tuite de Gabaldon abaixo, com link para o texto maior. @Outlander_Starz – Jeffrey Hirsch Well, I dunno, Jeffrey… At the moment, I’ve got 30+ million books in (cont) https://t.co/0yS8boo5xJ — Diana Gabaldon (@Writer_DG) 29 de julho de 2019

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