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  • Série

    Netflix cancela “Grand Army” após uma temporada

    18 de junho de 2021 /

    A Netflix cancelou “Grand Army”, série dramática adolescente que abordava vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying. Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a série acompanhava alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar, se libertar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles estava a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e cuja busca por justiça acaba ocasionando rupturas na escola. Repleto de jovens, o elenco incluía muitos estreantes, como Brittany Adebumola, Odley Jean, Amalia Yoo, Crystal Sha’re Nelson, Alphonso Romero Jones, Marcela Avelina e Ashley Ganger, ao lado dos um pouco mais experientes Amir Bageria (“Degrassi: Next Class”), Maliq Johnson (“Olhos que Condenam”), Anthony Ippolito (“Primetime: What Would You Do?”) e Sydney Meyer (“V Wars”). A série estreou em outubro do ano passado, com uma temporada de 10 episódios, e o cancelamento foi apurado pela revista Variety, sem que a Netflix tenha dado qualquer satisfação a seus assinantes sobre a continuidade ou interrupção da história após oito meses. Conhecida por alardear sucessos com números inflados, a Netflix também tem fama de silenciar diante de seus cancelamentos, que acontecem sem manifestações públicas da empresa.

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  • Série

    Jane Levy critica canal da Universal por privilegiar séries de “crime e armas”

    15 de junho de 2021 /

    A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) reclamou da rede NBC após o cancelamento da série “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist), ao final de sua 2ª temporada. Estrela da atração, Levy taxou a decisão de “movimento errado” da emissora, acrescentando que uma série “sobre o amor” era muito necessário em um canal que agora passa a ter só “crime e armas” em sua programação. “Sinto muito, mas tenho que dizer o seguinte: ver a nova programação da NBC é como imaginar que “ok, poderíamos assistir apenas a muitos programas sobre crime e armas’”, disse Levy ao site da revista Vanity Fair. “Nossa série é sobre amor. É uma pena tirar isso do ar. Eu sinto que é o movimento errado.” Na série, a personagem Zoey (Levy) é uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que esses pensamentos se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. A produção tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, havia a expectativa de uma mudança da atração para o serviço de streaming Peacock, do mesmo conglomerado, o que acabou não acontecendo. A própria Levy contou que todos do elenco acreditavam nessa possibilidade. “Quando terminamos [de gravar] a 2ª temporada, coloquei todas as minhas coisas no armazenamento no Canadá [onde o programa é gravado]”, disse ela. “Eu estava tipo, ‘É claro que vamos voltar’… Na sexta-feira passada, parecia que havia um sinal verde. E então na manhã de segunda-feira foi um sinal vermelho”. O mesmo sentimento foi compartilhado pelo showrunner Austin Winsberg, que tuitou na quarta-feira passada que se recusava “a acreditar que o programa estava morto”. Winsberg chegou a dizer que a série poderia ser levada para outra plataforma. “Podemos ter uma chance real em outro lugar”, escreveu ele. A Lionsgate Television, que co-produziu a atração com a Universal Television, anunciou na semana passada que estava buscando outra casa para a série fora da NBCUniversal. No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Globoplay.

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  • Série

    “Manifest” é encerrada na 3ª temporada e fica sem final

    15 de junho de 2021 /

    A série “Manifest” foi cancelada ao final de sua 3ª temporada. A notícia foi revelada pelo criador da série Jeff Rake, que prometeu aos fãs procurar uma nova casa para a trama. “Meus queridos Manifesters, estou devastado com a decisão da NBC de nos cancelar. Sermos interrompidos no meio [de uma trama planejada para seis temporadas] é um soco no estômago, para dizer o mínimo. Espero que possamos encontrar um novo lar. Vocês, os fãs, merecem um fim digno para a sua história. Obrigado pelo amor mostrado a mim, ao elenco e à equipe. #SalveManifest”, tuitou ele durante a madrugada. O cancelamento aconteceu cinco dias após a exibição do último episódio, que encerrou a temporada com um grande cliffhanger (gancho), sem resolver nenhum dos mistérios da trama. Para piorar, o último ciclo somou ainda mais misticismo à história do grupo de passageiros que retorna num avião desaparecido, após vários anos, sem saber que o tempo passou e com estranhas premonições. A decisão também foi tomada em cima da hora para o salvamento da série. Neta terça (15/6), os contratos com o elenco se encerram e precisariam ser renovados para a produção da próxima temporada. O elenco era liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Athena Karkanis (série “Zoo”), Elizabeth Marvel (“Homeland”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), que estaria fora dos próximos episódios de qualquer forma. Uma possibilidade de resgate encontra-se no desempenho da série na Netflix, onde foi recém-lançada nos EUA, tornando-se a atração mais assistidas da plataforma nesta semana. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.

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  • Filme

    Jaimie Alexander entra na adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”

    14 de junho de 2021 /

    A atriz Jaimie Alexander, que interpreta a guerreira Sif nos filmes de Thor, entrou em outra adaptação de quadrinhos da Marvel. Ela postou uma imagem do roteiro de “Red Sonja” em seu Instagram, indicando a novidade – “Apenas uma leitura leve para o meu voo”, diz o texto que acompanha a foto. Jaimie Alexander será a segunda atriz da Marvel confirmada no filme, mas não teve seu papel revelado. Hannah John-Kamen, que viveu a vilã Fantasma em “Homem-Formiga e a Vespa”, viverá a personagem-título. Há anos em desenvolvimento na Millennium Films, a produção será dirigida por Joey Soloway, que era conhecida como Jill Soloway quando criou a série sobre transexualidade “Transparent”. Ela substitui o cineasta Bryan Singer no projeto, afastado após ser acusado de assédio sexual e ganhar fama de irresponsável pelo abandono das filmagens de “Bohemian Rhapsody” antes do fim. Além de dirigir, Soloway assina o roteiro em parceria com Tasha Huo, responsável pela vindoura série de animação de “Tomb Raider” para a Netflix. “Red Sonja” habita o mesmo universo hiboriano de Conan, o Bárbaro, mas a guerreira não é uma criação literária de Robert E. Howard como o herói cimério. Red Sonja é uma personagem de quadrinhos, concebida pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de Conan em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição dos desenhistas Barry Windsor-Smith e Esteban Maroto. O segundo foi quem, mais tarde, desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a guerreira hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e a coadjuvante acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Vale observar que uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. Não está claro, porém, qual das duas versões vai virar filme, já que a produção não é da Marvel. O projeto de filmar Red Sonja começou a tomar corpo em 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não levaram em conta a possibilidade de fracasso daquele filme. Isto aconteceu e aquela encarnação de Red Sonja foi fulminada. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e “Aquaman”. A Millennium chegou a se animar com a possibilidade de Bryan Singer comandar o filme, oferecendo uma fortuna para o diretor dos longas dos “X-Men” ajudar a lançar outra franquia de quadrinhos. Por isso, a contratação de Soloway representou uma reviravolta completa para a produção, já que a personagem, que luta em trajes mínimos, é uma musa de fantasias adolescentes masculinas. Soloway é conhecida por trazer uma forte perspectiva feminina e por abordar gênero e inclusão em seus projetos. A primeira mudança de sua abordagem foi a contratação de uma atriz negra para o papel da famosa ruiva de pele pálida e cabelos cor de fogo. Hannah John-Kamen não pode ser mais diferente da dinamarquesa Brigitte Nielsen, a primeira intérprete da heroína nas telas – em “Guerreiros de Fogo”, de 1985. Mas, por outro lado, já provou ter grande capacidade física para cenas de ação. Quem não tem a menor experiência no gênero é a própria Soloway. Além de criar “Transparent” e a já cancelada “I Love Dick”, ambas na plataforma da Amazon, ela possui apenas um longa-metragem em seu currículo de direção: “As Delícias da Tarde” (2013), uma comédia indie em que uma dona de casa estabelece amizade com uma adolescente dançarina de striptease. A nova “Red Sonja” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    “O Legado de Júpiter” acabou por problemas de bastidores e orçamento

    12 de junho de 2021 /

    Apesar do cancelamento e da Netflix esconder os números, “O Legado de Júpiter” não foi um fracasso de audiência. A série baseada nos quadrinhos de Mark Millar está atualmente na liderança, pela segunda semana consecutiva, do ranking das atrações mais assistidas em streaming nos EUA, na apuração da consultoria independente Nielsen. “O Legado de Júpiter” não agradou à crítica, com apenas 38% de aprovação segundo o Rotten Tomatoes. Mas séries piores, como “Insaciável” (11% de aprovação) e “Friends from College” (26%), foram renovadas. Por isso, seu cancelamento surpreendeu o elenco e parecia não ter explicação. Acreditando que havia algo por trás da decisão, a revista The Hollywood Reporter buscou seus contatos e fontes para desenterrar os segredos, que tanto a Netflix quando Mark Millar, responsável por fazer o anúncio do fim da linha, esconderam. A publicação revelou neste fim de semana que os problemas da produção começaram quando a Netflix e o primeiro showrunner de “O Legado de Júpiter”, Steven S. DeKnight (criador de “Spartacus” e responsável pela 1ª temporada de “Demolidor”), não conseguiram concordar em relação ao orçamento. O produtor pediu US$ 12 milhões por episódio, mas a plataforma liberou US$ 9 milhões. As disputas também envolveram o rumo da trama, pois menos orçamento significava que certas cenas não poderiam ser feitas. As reclamações de lado a lado explodiram quando as gravações já estavam em andamento, resultando na saída de DeKnight por “diferenças criativas”. Ironicamente, isso fez com que a Netflix precisasse gastar bem mais do que DeKnight queria, porque a mudança obrigou que alguns dos episódios já gravados fossem reformulados com novas cenas. O contratado para assumir a bronca foi Sang Kyu Kim, co-produtor-roteirista de “Altered Carbon” e “Designated Survivor”. Mas aparentemente ele não deu conta do trabalho, porque a Netflix ainda buscou o cineasta Louis Leterrier, de “Truque de Mestre” e da série “Lupin”, como consultor no final da produção. Tudo isso fez “O Legado de Júpiter” custar bem mais que os US$ 12 milhões por episódio que DeKnight queria para fazer o trabalho em primeiro lugar. A revista The Hollywood Reporter chegou a um valor impressionante. Usando suas fontes internas, a publicação apurou que “O Legado de Júpiter” custou algo em torno de US$ 130 milhões, ou US$ 16,25 milhões por episódio. Entretanto, outras pessoas familiarizadas com as despesas habituais da indústria colocam os gastos totais em US$ 200 milhões. Em vez de enquadrar o responsável por dar esse prejuízo enorme – quem não soube negociar com o showrunner original e estourou o orçamento ao demiti-lo – , que supostamente é alguém muito poderoso na empresa, a Netflix fez vistas grossas para sua própria culpa, preferindo fazer sua conta tradicional de orçamento versus audiência, como se a 2ª temporada tivesse que custar o mesmo, para decidir o destino da série – que ficou sem final. A decisão fica ainda mais surreal diante da encomenda, anunciada por Millar no mesmo fôlego em que revelou o fim abrupto, de uma série derivada da atração, “Supercrooks”, focada em um grupo de vilões que, cansados de serem derrotados nos Estados Unidos, decidem tentar a sorte na Espanha. Trata-se de mais uma adaptação de quadrinhos do autor de “O Legado de Júpiter”, que inclusive pode trazer de volta alguns personagens vistos na série original. O que deixa o cancelamento ainda mais sem sentido.

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    “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” é cancelada após duas temporadas

    9 de junho de 2021 /

    A rede NBC cancelou “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” (Zoey’s Extraordinary Playlist) ao final de sua 2ª temporada. O último episódio foi ao ar no dia 16 de maio. A série tinha uma média de 1,8 milhão de telespectadores ao vivo, mas aumentava seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões – e era bem cotada, com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, havia a expectativa de uma mudança da atração para o serviço de streaming Peacock, do mesmo conglomerado, o que acabou não acontecendo. A trama girava em torno da personagem-título, vivida por Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que eles se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. Criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), e produzida pelo cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018), “Zoey e a Sua Fantástica Playlist” também incluía em seu elenco Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). No Brasil, a 1ª temporada foi disponibilizada pela Globoplay.

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    Netflix cancela “O Legado de Júpiter”

    2 de junho de 2021 /

    A Netflix decidiu não perder mais tempo com “O Legado de Júpiter”. A notícia foi dada pelo criador dos quadrinhos em que a série se baseia, Mark Millar. Com o cancelamento, a série destruída pela crítica, com apenas 38% de aprovação registrada pelo portal Rotten Tomatoes, vai ficar sem final. Millar seguiu o padrão triunfalista que marca os comunicados da Netflix, que transformam cancelamentos em detalhe em meio a anúncios de renovação para “a temporada final”, ao declarar nas redes sociais que estava dando uma notícia positiva (“big news!”). Em relação a “O Legado de Júpiter”, ele se disse “muito orgulhoso do que a equipe alcançou” e “do trabalho incrível que todos fizeram naquela temporada de origem”. E sem perder tempo, adicionou: “Tenho sido muito questionado sobre o que estamos planejando com este mundo, e a resposta é ver o que os supervilões estão fazendo.” Ele anunciou a produção de “Super Crooks”, que segue um grupo de vilões planejando um roubo monumental. Os personagens vão aparecer primeiro como uma série animada e depois ganharão versão live-action, passada no mesmo universo de “O Legado de Júpiter”. E no mesmo fôlego em que prometeu explorar mais “o espaço vasto e rico de personagens de ‘O Legado de Júpiter'”, acrescentou que, “devido ao que faremos a seguir, tomamos a difícil decisão de deixar nosso incrível elenco livre de seu compromisso com a série”. A escolha de palavras foi uma forma deliberada para anunciar o cancelamento sem falar que a série foi cancelada. Millar ainda observou que está “confiante de que voltaremos a ‘O Legado de Júpiter’ mais tarde”, agradecendo ao elenco dispensado, liderado por Josh Duhamel, Leslie Bibb e Ben Daniels. A notícia de que a série não terá 2ª temporada chega cerca de quatro semanas após sua estreia, em 7 de maio. E contraria expectativas do próprio elenco, que chegou a comentar com a imprensa planos para temporadas futuras em potencial. Para completar, Millar está lançando uma nova história de “O Legado de Júpiter” em quadrinhos no dia 16 de junho, que encerrará a história dos personagens – abandonada sem fim na Netflix. Entusiasmada com o sucesso das criações de Millar no cinema – os filmes “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e continuações – a Netflix comprou a editora de quadrinhos do escritor, a Millarworld, em 2017 visando adaptar novos títulos da empresa em filmes e séries de streaming. “O Legado de Júpiter” foi o primeiro projeto a sair do papel. Note: Supercrooks will appear first as an Anime series from Studio Bones later this year. @leinilyu & I have created a lot of new stuff for this show and it's looking fantastic. It'll be previewed at the Annecy animation festival in France later this month! — Millarworld (@mrmarkmillar) June 2, 2021

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  • Série

    This Is Us: Vídeo com elenco antecipa clima emotivo do final da série

    2 de junho de 2021 /

    A rede NBC divulgou um vídeo em que o elenco de “This Is Us” se antecipa ao final da série, comentando o clima que vai marcar as gravações da 6ª e última temporada – ao som, claro, de uma trilha melosa. A prévia apela às emoções com uma mistura de cenas antigas e novas da série, enquanto os atores falam de suas expectativas e lamentam que tudo precise terminar. “Eu provavelmente poderia fazer isso pelo resto da minha vida”, garantiu Justin Hartley, enquanto Susan Kelechi Watson pondera que “se já havia lágrimas antes… só avisando”. Não por acaso, Milo Ventimiglia segura as lágrimas para garantir que o público “pode esperar muita coisa nesse último ano”. E Sterling K. Brown conclui afirmando que os últimos episódios nem precisarão “ter muita atuação, pois os sentimentos estarão na superfície”. Anunciada para 2022, a última temporada de “This Is Us” ainda não ganhou data de estreia. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Star Premium (ex-Fox Premium).

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    “Debris” é cancelada com apenas uma temporada

    28 de maio de 2021 /

    A rede americana NBC cancelou a série de ficção científica “Debris” ao final de sua 1ª – e agora única – temporada. A atração estrelada por Jonathan Tucker (“Westworld”) foi desenvolvida por executivos que não estão mais no canal e não atraiu tantos telespectadores quanto o novo regime decidiu exigir. Os episódios tiveram uma média de 2,7 milhões de telespectadores ao vivo, mas com o público do streaming chegavam a 5 milhões por semana. Além disso, a crítica aprovou, com índice de 72% no Rotten Tomatoes – e muitas comparações com “Arquivo X”. Desenvolvida por J.H Wyman, produtor-roteirista de “Fringe” e criador de “Amost Human”, a série acompanhava dois agentes federais de sexos, raças, continentes e mentalidades diferentes, que devem trabalhar juntos para investigar os destroços de uma espaçonave alienígena, que ao se espalharem pelos EUA causam efeitos na população. A atriz Riann Steele (“The Magicians”) vivia a parceira de Tucker na série, que exibiu seu último episódio na segunda (24/5) nos EUA, sem concluir a história. Veja o trailer da atração abaixo.

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    Amazon revela o teaser da última temporada de “Bosch”

    16 de maio de 2021 /

    A plataforma Amazon Prime Video divulgou o teaser da 7ª e última temporada de “Bosch”, que termina com um simbólico apagar de luzes. A prévia não revela qual será a trama final que o detetive vivido por Titus Welliver (de “Lost”) precisará desvendar, mas como a decisão de encerrar a série foi tomada com bastante antecipação – antes da estreia da 6ª temporada – , os produtores e roteiristas tiveram tempo para preparar um final adequado. “Bosch” chega ao fim como a série mais longa da Amazon, somando 70 episódios ao todo – cada temporada tem 10 episódios. Embora não divulgue dados, a Amazon costumava afirmar que a atração representa uma de suas maiores audiências. Criação de Eric Overmyer (criador de “Treme”), a série materializa o personagem homônimo dos livros de Michael Connelly – que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. O protagonista é um detetive policial de Los Angeles que se envolve em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas primeiras temporadas, ele investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime, precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial e também lidar com seu próprio passado. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”) e Madison Lintz (que foi a menina Sophia em “The Walking Dead”).

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    “All Rise” e “The Unicorn” são canceladas após duas temporadas

    16 de maio de 2021 /

    A rede americana CBS cancelou as séries “All Rise” e “The Unicorn”, que não prosseguirão após suas 2ª temporadas. “The Unicorn” exibiu seu último capítulo em março, enquanto “All Rise” tem mais dois episódios inéditos para transmitir antes de sair do ar. Drama judiciário, “All Rise” trazia Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”) como Lola Carmichael, uma juíza novata que muda sua percepção de justiça ao assumir o cargo. Ex-promotora distrital, ela descobre o jogo de interesses políticos que acompanham os julgamentos, tentando se manter isenta diante dos esforços de promotores, defensores públicos, policiais e até outros juízes para influenciar suas decisões. A série foi criada por Greg Spottiswood (das também efêmeras “King” e “Remedy”) e passou por problemas de bastidores, com a demissão do criador e showrunner em março, após denúncias e investigação da produtora Warner Bros. Television sobre seu comportamento na sala de roteiristas. Apesar disso, a produção manteve um público de 4 milhões de espectadores ao vivo em sua temporada final. Criação de Bill Martin e Mike Schiff (roteiristas da série clássica “3rd Rock”), “The Unicorn” era um verdadeiro unicórnio, a única comédia moderna (sem claque) no canal CBS, conhecido por ser o mais antiquado da TV americana. A trama girava em torno de Wade (Walton Goggins, o vilão de “Homem-Formiga e a Vespa”), pai viúvo de duas filhas adolescentes, que decide voltar a namorar com a ajuda de dois casais de amigos. Ele era considerado um unicórnio porque era o tipo de homem que não existe mais: um pai perfeito, que gosta de cozinhar, cuidar da casa, com bom emprego e que teve apenas uma mulher em toda a vida. Sua grande surpresa é saber que essas qualidades, aliadas à timidez e inexperiência com namoro, faziam dele um homem disputado pelas mulheres. A série tinha um dos melhores elencos de comédia da TV americana, incluindo Rob Corddry (“A Ressaca”), Michaela Watkins (“Casual”), Omar Benson Miller (“Ballers”), Maya Lynne Robinson (“The Conners”) e as adolescentes Ruby Jay (“Fancy Nancy”) e Makenzie Moss (“Steve Jobs”). Mas seus 3,6 milhões de espectadores ao vivo não foram considerados suficientes para o canal líder da TV americana.

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    “Rebel” e “Call Your Mother” são canceladas na 1ª temporada

    15 de maio de 2021 /

    A rede ABC cancelou as séries “Call Your Mother” e “Rebel” em suas temporadas inaugurais. A notícia chega uma semana antes da comédia “Call Your Mother” encerrar a exibição de seus 13 episódios produzidos, mas encontra o drama “Rebel” com apenas cinco episódios transmitidos. Ambas eram estreladas por atrizes com mais de 55 anos de idade. O fracasso de “Rebel” impressiona ainda mais pela equipe envolvida em sua produção. Desenvolvida pela poderosa produtora-roteirista Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) e Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), a série era baseada na vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já tinha virado um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos. A série incluía a própria Brokovich entre seus produtores, mas cometeu o equívoco básico de batizar a personagem principal com outro nome. A trama seguia Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Só que mesmo como Rebel, a personagem era basicamente Erin: engraçada, bagunceira, brilhante, destemida e profundamente preocupada com as causas pelas quais lutava e as pessoas que ama. “Rebel” foi a primeira criação de Vernoff na ABC, após comandar por anos as séries de maior audiência do canal, “Grey’s Anatomy” e “Station 19” – criações de Shonda Rhimes e Stacy McKee. “Call Your Mother”, por sua vez, era uma sitcom sobre uma família disfuncional encabeçada por Kyra Sedgwick – numa mudança radical de gênero, após estrelar por sete anos a série policial “The Closer” (2005-2012) no canal pago TNT. Criada por Kari Lizer (“The New Adventures of Old Christine”), a trama girava em torno de Jean Raines (Sedgwick), uma mãe que subitamente percebe que acabou sozinha enquanto seus filhos vivem a melhor fase de suas vidas a milhares de quilômetros de distância. Inconformada, ela decide viajar para Los Angeles e se reinserir em suas vidas, enquanto os filhos adultos relutantemente percebem que podem precisar mais dela do que pensavam. Além de Sedgwick, o elenco também incluía Rachel Sennott (“Shiva Baby”) e Joey Bragg (“Liv e Maddie”) como os filhos, além do australiano Patrick Brammall (“Glitch”), a dançarina Emma Caymares (“Fosse/Verdon”) e Austin Crute (“Daybreak”). As duas séries eram inéditas no Brasil, mas “Rebel” deveria chegar neste ano pela plataforma Star+. Veja os trailers abaixo.

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    “Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas

    15 de maio de 2021 /

    A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)

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