Fadas atacam no trailer do final de “Carnival Row”
A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o trailer da 2ª e última temporada da série “Carnival Row”, que mostra um conflito definitivo entre humanos e criaturas de contos de fadas. Com muitos efeitos visuais, as cenas destacam os ataques das fadas voadoras, como a personagem vivida por Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A trama se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas mágicas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Orlando Bloom (“Piratas do Caribe”) interpreta um ex-detetive humano que se apaixona pela fada vivida por Delevingne e passa a viver entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). O elenco ainda conta com os atores Simon McBurney (“Invocação do Mal 2”), Arty Froushan (“A Casa do Dragão”), Jay Ali (“Demolidor”), David Gyasi (“Interestelar”) e Tamzin Merchant (“Salem”), entre outros. Os novos capítulos serão exibidos cerca de três anos e meio depois da estreia da atração em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A estreia vai acontecer em 17 de fevereiro.
1899: Netflix cancela nova série dos criadores de “Dark” após uma temporada
A Netflix cancelou a série “1899” após a 1ª temporada, deixando a história sem final. A notícia foi dada pelo cocriador da série, o alemão Baran Bo Odar, por meio de um comunicado compartilhado em seu Instagram oficial. A nota aos fãs também foi assinada pela parceira de Odar e co-criadora da série, Jantje Freise. “Com o coração pesado, temos que dizer a vocês que ‘1899’ não será renovada”, escreveu Odar. “Teríamos adorado terminar essa jornada incrível com uma 2ª e uma 3ª temporada, como fizemos com ‘Dark’. Mas às vezes as coisas não saem do jeito que se planeja. Isso é vida.” “Sabemos que isso vai decepcionar milhões de fãs por aí”, continua o texto. “Mas queremos agradecer do fundo do coração por vocês terem feito parte dessa maravilhosa aventura. Nós te amamos. Nunca se esqueçam.” Com críticas pouco entusiasmadas e várias reclamações nas redes sociais por conta da falta de sentido da história, que teria deixado explicações para temporadas futuras, a série acabou não correspondendo à expectativa da plataforma, que investiu uma fortuna na sua produção e em sua longa campanha de divulgação, que estimulava o público a embarcar no mistério, sem revelar quase nada da premissa. E foi justamente a falta de explicações que causou o desinteresse em seguir acompanhando a série após os primeiros capítulos. A expectativa também era elevada devido ao sucesso de “Dark”, um fenômeno internacional, que fez com que a Netflix assinasse um contrato de exclusividade com Baran Bo Odar e Jantje Freise. Eles foram os primeiros criadores europeus a fechar um acordo deste tipo com a plataforma. “1899” foi o primeiro projeto resultante deste investimento. Como prova do prestígio conquistado pelos produtores com sua série anterior, o elenco reunia uma impressionante coleção de talentos internacionais, com destaque para os britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”), o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”), além da chinesa estreante Isabella Wei. Já a trama era basicamente “Lost” no “Titanic”. Tudo se passava durante uma viagem transatlântica do fim do século 19, que sofre um desvio para realizar o salvamento de outra embarcação. Mas ao chegar no suposto naufrágio, situações sobrenaturais começam a se manifestar, assombrando passageiros e a tripulação no oceano sombrio. Repetindo a mesma lógica labiríntica de “Dark”, os produtores e roteiristas alemães acrescentavam cada vez mais perguntas conforme os episódios se desenvolviam, sem responder à maioria e encerrando a temporada num gancho para uma futura resolução. A produção também enfrentou uma polêmica, ao ser acusada de plágio de uma história em quadrinhos da brasileira Mary Cagnin. Eles negaram, afirmando nunca ter visto a publicação. Veja o trailer da produção abaixo.
Gkay enfrenta prejuízo milionário após crise com Fábio Porchat
A humorista Gkay pode estar enfrentando um prejuízo milionário após travar um intenso embate com o humorista Fábio Porchat. Segundo o jornalista Matheus Baldi, a influencer tem visto suas ações publicitárias sendo canceladas desde o começo da semana. O ex-apresentador do “Fofocalizando” revelou que duas campanhas de Gkay, que já estavam prestes a ser divulgadas, acabaram sendo adiadas, e outras marcas teriam decidido postergar as negociações para 2023. De acordo com uma fonte de Baldi, o prejuízo da influenciadora digital estaria ultrapassando o montante dos R$ 500 mil. Mas “ela tem recebido apoio de amigos e familiares” para superar esta “fase sobrecarregada”. “Há quem acredite que o caos dos últimos dias seria uma espécie de ‘conspiração’ orquestrada contra Gkay diante do seu momento frágil [psicologicamente]”, disse o jornalista. No olho do furacão, Géssica Kayane também foi detonada nas redes sociais pelo professor de dança Rodrigo Thomaz, que a treinou para o quadro “Dança dos Famosos” e a chamou na terça (27/12) de “pior ser humano”. E para completar seu inferno astral, ainda viu serem resgatados tuítes antigos com referências nazistas, gordofóbicas e racistas. Tudo isso aconteceu porque Gkay tentou se vitimizar, dizendo que a piada de Porchat durante o prêmio Melhores do Ano da Globo acabou com seu Natal. O humorista brincou que Jô Soares preferiu morrer a ter que encarar uma entrevista com Gkay. A reação foi um tiro pela culatra, porque pessoas que trabalharam com ela começaram a trazer detalhes de bastidores e a se posicionarem contra seu comportamento. Até seu antigo personal trainer, Márcio Victor, soltou o verbo: “Saiba ter educação”. “Se você, por acaso, trata mal um funcionário do Faustão – que trabalha com ele há 10, 15, 20 anos – e ele passa depois, vê aquele funcionário triste e pergunta o que aconteceu. [Como resultado,] Faustão vai ficar com muita raiva de você”, disse ele numa série de vídeos. “Não adianta tratar só o Faustão bem. Você tem que tratar todo mundo bem na sua vida. […] Porque essa historinha de bater em quem é pequeno por não ter como revidar, um dia isso vai chegar num grande e esse grande vai se magoar com você. Ele é maior do que você, e ele pode jogar umas verdades na sua cara e te prejudicar, só porque você foi mal educado”, enfatizou. É basicamente o que está acontecendo com Gkay. Como lembrou Porchat, após ela se vitimizar: “Tem um monte de notícias dizendo que ela maltrata pessoas, que trata mal funcionários, produção. Relatos de colegas de atores, comediantes dizendo que ela é insuportável, que não tem como trabalhar com ela”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matheus Baldi (@matheusbaldi)
Shantaram: Série do astro de “Sons of Anarchy” é cancelada na 1ª temporada
A Apple TV+ cancelou a série “Shantaram”, estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”). Apesar de ser uma das produções mais caras da plataforma, filmada em vários países, a série não gerou o tipo de burburinho causado pelos principais lançamentos da plataforma. O final da 1ª e única temporada foi disponibilizado na sexta passada (16/12). “Shantaram” era para ser um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Após virar série, muitos especularam que talvez a duração de um filme tornasse a adaptação do best-seller de Gregory David Roberts mais ágil. A trama complexa, cheia de reviravoltas e que demora a ganhar ritmo acompanha a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção ambiciosa tinha roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda contava com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner.
RedeTV! cancela “Encrenca” após oito anos
A RedeTV! anunciou o fim do humorístico “Encrenca”, que estava no ar há oito anos, e demitiu a equipe da atração. O cancelamento faz parte de uma reestruturação do canal, conforme nota enviada à imprensa nesta quinta-feira (15/12). “Essa mudança envolve cancelamento de alguns programas, renovação de outros e muitas novidades. A emissora apresentará uma grade totalmente reformulada com novas atrações no núcleo de entretenimento, linha de shows, jornalismo e esportes.”, diz o comunicado. Os baixos faturamento e audiência precipitaram o fim do programa, que ainda não teve substituto anunciado em sua faixa horária dominical. Em março, a RedeTV! já tinha promovido uma reformulação do programa escalando apresentadores Marcelo Barbur e Fernando Xavier, conhecidos por seus trabalhos na rádio Metropolitana FM, e ainda contratou Gretchen, Narcisa Tamborindeguy e Tokinho. Eles eram responsáveis pelas entrevistas e coberturas de eventos. Dois meses depois, o trio foi dispensado e, desde então, houve uma tentativa de retomar o formato original da atração, com vídeos da internet intercalados por pequenas esquetes humorísticas. As tentativas não renderam a audiência esperada.
HBO Max reverte renovações e tira séries da plataforma
A HBO Max reverteu anúncios de renovações e cancelou três séries durante a segunda-feira (12/12). As atingidas foram “Minx”, “The Nevers” e “Love Life”. Elas não foram apenas canceladas. Foram banidas. Além da reversão surpresa, os episódios produzidos das atrações serão retirados em breve do serviço de streaming, deixando de ficar disponíveis para assinantes. A decisão extrema também será estendida a outras séries canceladas da plataforma, incluindo “As Crônicas de Cucu” (The Gordita Chronicles) e, por incrível que pareça, as quatro temporadas de “Westworld”. A Lionsgate TV, responsável por “Minx”, planeja comprar os direitos da 1ª temporada para colocar a série em outra plataforma. “Desfrutamos de uma boa parceria com a HBO Max e estamos trabalhando juntos para encontrar uma nova oportunidade para ‘Minx’, para que os atuais e novos espectadores possam continuar esta jornada conosco”, disse o estúdio em um comunicado. “Minx”, que se passa na Los Angeles dos anos 1970, acompanha uma jovem feminista (Ophelia Lovibond) que une forças com um editor de revistas masculinas (Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres. A produção da 2ª temporada estava a todo vapor e a Lionsgate também pretende comprar os episódios inéditos e já gravados. Já “The Nevers” sai do ar sem nem ter completado sua temporada original. A HBO chegou a se comprometer em continuar a produção após o afastamento do criador Joss Whedon, envolvido em denúncias de abuso feitas por integrantes do filme “Liga da Justiça” e da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”. O canal pago contratou uma nova showrunner para finalizar o primeiro ano de produção, marcando a continuidade da série para meados de 2022. Os novos capítulos nunca foram ao ar e a série deixará a HBO Max com apenas os seis episódios de sua midseason. Vale lembrar que, em sua estreia, a atração sci-fi vitoriana atraiu mais de 1,4 milhões de espectadores entre sua exibição televisiva e digital nos EUA, marcando o melhor começo até então para um nova atração da HBO na plataforma HBO Max – superando os números de “Lovecraft Country” e “The Undoing”. Passada em Londres no último ano do século 19, a série acompanhava mulheres que, de repente, desenvolviam superpoderes e passavam a ser marginalizadas pela sociedade conservadora. “Love Life” foi a atração mais longeva. Lançada junto com a HBO Max, a comédia romântica produzida pela atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) durou duas temporadas, com os últimos episódios exibidos em novembro do ano passado. Com formato de antologia, a série destacou Kendrick em seu primeiro arco, mas passou a acompanhar as dificuldades da vida amorosa de um novo personagem, vivido por William Jackson Harper (o Chidi de “The Good Place”) no segundo ano de produção, que não teve a mesma repercussão. Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a série também tinha produção do cineasta Paul Feig, com quem Kendrick trabalhou em “Um Pequeno Favor” (2018). Feig também era produtor de “Minx” e sentiu os dois baques de uma vez. Veja abaixo os trailers das séries canceladas. | MINX | | THE NEVERS | | LOVE LIFE |
“Los Espookys” é cancelada após duas temporadas
A HBO cancelou a comédia “Los Espookys” após duas temporadas. Apesar do título e de ser passada no México, a série era americana. Criada e roteirizada por Fred Armisen (criador-ator de “Moonbase 8”), Ana Fabrega (atriz de “At Home with Amy Sedaris”) e Julio Torres (roteirista do “Saturday Night Live”), “Los Espookys” era ambientada em uma versão bizarra da Cidade do México, cheia de assombrações, e seguia um grupo de amigos que transforma seu amor pelo terror em um negócio peculiar. Os três roteiristas também estrelavam a série junto com os mexicanos Bernardo Velasco (“Museu”) e Cassandra Ciangherotti (“Escola de Solteiras”). O programa estreou em 2019 com apenas seis episódios, como parte da programação da verão da HBO, e teve toda a sua 1ª temporada dirigida pelo mexicano Fernando Frias (“Reseta”). Fez sucesso e ganhou uma 2ª temporada, que entretanto demorou a se materializar, chegando apenas em setembro passado. “Estamos entusiasmados por poder entregar a segunda temporada única e hilária de ‘Los Espookys’ aos telespectadores finalmente, mais de três anos após a estreia da série, devido a atrasos devido à pandemia”, disse a HBO em um comunicado. “Agradecemos a Julio, Ana e Fred por este mundo imaginativo e deliciosamente bizarro que eles criaram. No momento, não estamos planejando uma terceira temporada, mas gostaríamos de receber a oportunidade de trabalhar com esse elenco e equipe no futuro”. Segundo apurou o site Deadline, a possibilidade de uma nova demora na produção de uma possível 3ª temporada fez com que os atores fechassem outros projetos, tornando-os indisponíveis e inviabilizando a continuidade da atração. Julio Torres está desenvolvendo dois novos projetos na própria HBO, as séries de comédia “Little Films” e “Lucky”, que ainda não tiveram muitos detalhes divulgados, enquanto os demais integrantes do elenco entraram em diferentes produções de streaming. Veja abaixo o trailer da última temporada, que está disponível na HBO Max.
Diretor revela o que aconteceria na 2ª temporada de “O Clube da Meia-Noite”
O cineasta Mike Flanagan, criador da série “O Clube da Meia-Noite”, cumpriu sua promessa de revelar a trama da 2ª temporada da série, caso a Netflix optasse pelo cancelamento. Diante do anúncio do fim da série, Flanagan fez um post no seu Tumblr, em que explicou as histórias que pretendia abordar. “Estou muito desapontado que a Netflix tenha decidido não fazer a 2ª temporada de ‘O Clube da Meia-Noite’”, escreveu ele. “Então, estou escrevendo este post como nossa 2ª temporada oficial, para que você possa saber o que poderia ter sido, aprender o destino de seus personagens favoritos e saber as respostas para as histórias pendentes da 1ª temporada.” Ao longo da sua postagem, Flanagan explicou os detalhes da 2ª temporada, respondendo muitas das perguntas que ficaram em aberto. Atenção, spoilers à frente!. Um dos mistérios explicados foi a identidade do Homem do Espelho e da Mulher com Catarata. “Eles eram Stanley Oscar Freelan e sua esposa, que construíram Brightcliffe”, contou o diretor. “Mas mais do que isso… há uma razão para Ilonka só ver Stanley no espelho e ver a Mulher com Catarata sempre que ela olha para Kevin. Isso é outra coisa que tiramos do livro original de [Christopher] Pike… Eles não são fantasmas, mas vislumbres de vidas passadas”. Segundo o diretor, a conexão entre os personagens de Ilonka e Kevin atravessava as décadas. “Ilonka era Stanley Oscar Freelan, e Kevin era sua esposa. Eles viveram muitas vidas dessa maneira e são verdadeiras almas gêmeas – eles sempre se encontram e sempre se apaixonam”, revelou ele. “Nessa vida, eles sabiam que seria curta, então concordaram em se encontrar na casa que construíram.” Na postagem, os fãs também receberam uma explicação sobre quem, exatamente, é a Dra. Stanton. As dúvidas a respeito da personagem surgiram depois que ela foi vista no final da temporada careca e com uma tatuagem no formato de ampulheta no seu pescoço. “A Dra. Stanton, na verdade, é a filha da líder original do culto Paragon, Aceso”, explicou ele. “Seu apelido era Athena, ela escreveu o diário Paragon que Ilonka encontrou. Ela se voltou contra a mãe e ajudou as crianças a escapar, mas como fez parte do culto na adolescência, ela tem a tatuagem”. Flanagan também revelou que uma das histórias contadas na 2ª temporada seria baseada em “Remember Me”, de Christopher Pike. O livro, que Flanagan definiu como um dos seus preferidos do autor, narra a história de um fantasma adolescente que está tentando resolver seu próprio assassinato depois de ser empurrado de uma varanda. “No livro de Pike, Shari [a protagonista] é perseguida por uma entidade sombria chamada A Sombra. Quando finalmente a pega, porém, descobre-se que não é uma coisa ruim. A Sombra, na verdade, é ela mesma. […] Isto é o que aconteceu com Anya na 1ª temporada quando a Sombra finalmente a alcançou – é por isso que ela fantasiou uma vida além de Brightcliffe, que finalmente a deixou aceitar sua morte. Parece diferente para todos, dependendo de sua mentalidade – porque é simplesmente uma extensão de si mesmo. A Sombra é apenas a catarse final, um retorno à nossa forma original – é um momento de verdadeira compreensão e, uma vez que a experimentamos, passamos para o próximo lugar”. O diretor também disse que “íamos usar [o livro de Pike] como um veículo para Ilonka tentar aceitar o fato de que ela vai morrer e começar a entender que é um fantasma”, escreveu ele, acrescentando que a personagem que apareceria nas história seria Anya (Ruth Codd), que morreu na 1ª temporada. Sua presença reforçaria a ideia de que “mesmo que um personagem morra, desde que seja lembrado pelos membros do clube, ele viverá em suas histórias”. A 2ª temporada terminaria com as mortes de Amesh, Natsuki, Kevin e Ilonka. Haveria também um novo paciente que ingressaria no Asilo Brightcliffe, e Spence iria se beneficiar dos avanços médicos em relação ao tratamento do HIV para não ser mais considerado terminal. A série terminaria com Cheri (Adia) contando as histórias do elenco original, uma história chamada “O Clube da Meia-Noite”, para uma novo grupo de pacientes. Lançada em outubro, ‘O Clube da Meia-Noite’ girava em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reunia todo meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. Essas histórias ganhavam vida nos episódios, mas um fio narrativo acabava se sobrepondo. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deveria tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Pois assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adaptava o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (‘Alexa & Katie’), Aya Furukawa (‘O Clube das Babás’) e Igby Rigney (‘Missa da Meia-Noite’), além dos adultos Zach Gilford (também de ‘Missa da Meia-Noite’) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de ‘A Hora do Pesadelo’) nos papéis de um médico e uma enfermeira do hospital. A série marcou não apenas a primeira incursão de Flanagan na ficção infanto-juvenil, mas também sua primeira série concebida para ter várias temporadas. “Isso foi planejado para continuar”, disse Flangan em uma entrevista coletiva em outubro. “Pike tem 80 livros, então temos muito material para extrair… Também não respondemos a algumas das maiores questões da temporada. Essas respostas existem, mas deveriam servir para a próxima temporada. Se não houver uma nova temporada, vou colocar as respostas no Twitter. Então, pelo menos, todos poderemos falar sobre isso”, apontou. A decisão da Netflix veio à tona horas após Flanagan e seu sócio, o produtor Trevor Macy, anunciarem um novo contrato com a Amazon, para desenvolvimento de conteúdo exclusivo para a plataforma de streaming Prime Video. Aparentemente, a Netflix não gostou muito de se ver trocada pela concorrência.
Netflix cancela “O Clube da Meia-Noite”
A Netflix cancelou a série “O Clube da Meia-Noite”, desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, após a 1ª temporada. E o timing não poderia ser mais suspeito. A decisão veio à tona horas após Flanagan e seu sócio, o produtor Trevor Macy, anunciaram a troca da Netflix pela Amazon, num novo contrato para desenvolvimento de conteúdo exclusivo para a plataforma de streaming Prime Video. Lançada em outubro, “O Clube da Meia-Noite” girava em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reunia todo meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. Essas histórias ganhavam vida nos episódios, mas um fio narrativo acabava se sobrepondo. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deveria tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Pois assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adaptava o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) nos papéis de um médico e uma enfermeira do hospital. A série marcou não apenas a primeira incursão de Flanagan na ficção infanto-juvenil, mas também sua primeira série concebida para ter várias temporadas. “Isso foi planejado para continuar”, disse Flangan em uma entrevista coletiva em outubro. “Não sei se vai. Veremos como será e provavelmente não saberemos por mais um mês ou mais o que a Netflix quer fazer. Mas foi muito projetado para continuar. Pike tem 80 livros, então temos muito material para extrair… Também não respondemos a algumas das maiores questões da temporada. Essas respostas existem, mas deveriam servir para a próxima temporada. Se não houver uma nova temporada, vou colocar as respostas no Twitter. Então, pelo menos, todos poderemos falar sobre isso”, apontou. Além de “Clube da Meia-Noite”, Flanegan lançou na Netflix as séries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “Missa da Meia-Noite”, além de filmes como “Hush: A Morte Ouve” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017). Ele atualmente desenvolve uma minissérie baseada no livro “A Queda da Casa de Usher”, de Edgar Allan Poe, que será sua última produção para a Netflix.
Your Honor: Trailer tenso retoma série criminal de Bryan Cranston
O canal pago Showtime divulgou o pôster e o trailer extremamente tenso da 2ª temporada de “Your Honor”, que irá concluir a atração. A prévia traz o personagem do título, um juiz vivido por Bryan Cranston (“Breaking Bad”), totalmente abatido e forçado a confrontar o mafioso interpretado por Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) após o final trágico da temporada inaugural. Originalmente desenvolvida como uma minissérie, “Your Honor” teve a temporada de estreia mais assistida de um lançamento do Showtime em todos os tempos, atraindo uma média de 6,6 milhões de telespectadores semanais. Isto levou à renovação e a criação de uma continuação para a história. “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017) e foi desenvolvida por Peter Moffat (“Criminal Justice”) com produção do casal Robert e Michelle King (criadores de “The Good Fight” e “Evil”). A trama traz Cranston como a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento e fuga… ou algo pior – isto porque a vítima do atropelamento era o filho de um poderoso mafioso, que promete vingança. O elenco da 2ª temporada também conta com as voltas de Hope Davis (“Wayward Pines”) e Isiah Whitlock Jr. (“Destacamento Blood”), e marca a chegada de Rosie Perez (“Aves de Rapina”) como uma promotora focada em destruir a máfia, que se torna responsável por agitar a trama. Os novos episódios estreiam em 13 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Paramount+.
Amazon anuncia data do 2º e último ano de “Carnival Row”
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o teaser da 2ª temporada da série “Carnival Row”, que destaca os personagens vividos por Orlando Bloom e Cara Delevingne. A prévia anuncia a estreia para 17 de fevereiro e também que novos episódios serão os últimos. A série vai voltar cerca de três anos e meio depois da exibição de sua estreia em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A série se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas dos contos de fadas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Bloom interpreta um detetive humano, enquanto Delevingne é uma fada que reside entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). Curiosamente, “Carnival Row” foi concebido como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”). O roteiro original de Travis Beacham chegou a figurar na Black List de 2015, mas Del Toro não conseguiu financiamento para rodar o longa. Echevarria fez a adaptação para o novo formato e contou com outro cineasta, Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”), na direção do piloto. O elenco também conta com os atores Jared Harris (“Chernobyl”), Indira Varma (“Game of Thrones”), David Gyasi (“Interestelar”), Karla Crome (“Misfits”) e Tamzin Merchant (“Salem”).
HBO cancela “Westworld”
A HBO anunciou o cancelamento de “Westworld”, que chega ao fim após quatro temporadas. A série protagonizada por Evan Rachel Wood (“Renascendo das Cinzas”), Thandiwe Newton (“Um Jantar Entre Espiões”) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) chega ao fim após quatro temporadas. A notícia não deveria ser surpresa após os diversos cortes promovidos pela Warner Bros. Discovery, mas os criadores da série acreditavam que fariam uma 5ª temporada. O cocriador Jonathan Nolan chegou a declarar que o final do quarto ano, embora passasse a impressão de ser definitivo, com a morte de vários personagens, não era realmente o fim que tinha planejado para a série. A intenção, na verdade, era concluir a trama na temporada seguinte. “Nós nunca planejamos a quantidade de temporadas da série, mas quando estávamos escrevendo este 4º ano, acabamos pensando: ‘Podemos levar a nossa história para o precipício do último ato, logo antes de fazer aquilo que sempre planejamos fazer no final'”, disse. De acordo com a revista Variety, a principal razão do cancelamento foi o alto custo da produção e o baixa audiência das últimas duas temporadas, o que fez com que a nova gestão da Warner Bros Discovery decidisse cortas as despesas. Em comunicado emitido nesta sexta (4/11), a HBO disse que “nas últimas quatro temporadas, Lisa [Joy] e Jonathan [Nolan] levaram os espectadores a uma odisseia alucinante, elevando o nível a cada passo. Somos tremendamente gratos a eles, juntamente com seu elenco, produtores e equipe imensamente talentosos, e todos os nossos parceiros da Kilter Films, Bad Robot e Warner Bros. Television. Foi uma emoção me juntar a eles nesta jornada”, afirmou. O cancelamento de “Westworld” também eleva a pressão da Warner Bros. Discovery sobre o produtor J.J. Abrams, que fechou um contrário milionário de exclusividade para sua empresa, Bad Robot, com a antiga gestão da companhia, quando a WBD era WarnerMedia, e até agora não apresentou nada além de uma lista de projetos rejeitados.
“Tuca & Bertie” é cancelada – de novo
A série “Tuca & Bertie” sofreu seu segundo cancelamento. A criadora da série, Lisa Hanawalt, anunciou no Twitter que o Adult Swim não vai dar continuidade à produção após exibir duas temporadas. O canal reviveu “Tuca & Bertie” em 2020 após o cancelamento original da série pela Netflix após uma única temporada em 2019. “Trabalhar com o Adult Swim foi muito criativo, nossos executivos foram todos inteligentes e atenciosos, e sou grata por termos conseguido espaço para fazer todos esses episódios selvagens e sinceros sobre coisas que importam muito para mim”, escreveu Hanawalt na rede social. Ela também observou que espera dar à série um final adequado em algum momento. “Eu ainda tenho um final lindo e estranho para ‘T&B’ em mente, espero que um dia tenhamos a chance de terminar a história. Eu testemunhei tantas pessoas se conectando com esta série em um nível profundo, e pretendo continuar contando histórias como esta, não importa o que aconteça.” Com 99% de aprovação na média do portal Rotten Tomatoes, a série produzida pela equipe de “BoJack Horsemen” contava a história de duas amigas passarinhas em suas aventuras e crises comuns às fêmeas de qualquer espécie – com dublagem original das comediantes Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e Ali Wong (“American Housewife”). O excelente elenco de vozes ainda contava com Steven Yeun (indicado ao Oscar por “Minari”), Nicole Byer (“Mandou Bem!”), Pamela Adlon (“Better Things”) e Richard E. Grant (“Loki”). As duas últimas temporadas da série foram disponibilizadas no Brasil pela HBO Max. Goodbye to Tuca & Bertie, for now 🙁 pic.twitter.com/fVodONC4mY — Lisa Hanawalt (@lisadraws) November 2, 2022












