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    Séries “Deixa Ela Entrar” e “Gigolô Americano” são canceladas

    30 de janeiro de 2023 /

    O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento das séries “Deixa Ela Entrar” (Let the Right One In) e “Gigolô Americano” (American Gigolo). As duas atrações eram baseadas em filmes e terminam após apenas uma temporada produzida. Além disso, a emissora decidiu não exibir a inédita “Three Women”, que já tinha sido totalmente gravada com Shailene Woodley (“Divergente”), Betty Gilpin (“GLOW”) e DeWanda Wise (“Jurassic World: Domínio”). Os cancelamentos vieram à tona durante o anúncio da fusão do canal com a Paramount+ nos EUA. Com a fusão, o Showtime passou a se chamar Paramount+ with Showtime. A mudança não afeta o mercado internacional. No Brasil, o conteúdo da Showtime já era oferecido pela Paramount+ desde 2021. Tanto “Deixa Ela Entrar” quanto “Gigolô Americano” foram lançados no país pela plataforma da Paramount Global. Durante a apresentação da fusão para o mercado norte-americano, nesta segunda (30/1), o CEO da Paramount, Bob Bakish, anunciou que a empresa “diminuirá o investimento de áreas com baixo desempenho e que representam menos de 10% de nossas visualizações. Já iniciamos conversas com nossos parceiros de produção sobre qual conteúdo faz sentido no futuro e quais programas têm potencial de franquia”. Adaptado do romance de mesmo nome de Lisa Taddeo, “Three Women” chegou ao Showtime após um leilão acirrado entre plataformas rivais. Segundo a Variety, a Paramount vai agora vender a série pronta para os antigos interessados no projeto. “Gigolô Americano” era baseada no filme de Paul Schrader de 1980 e trazia Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) como Julian Kaye, profissional do sexo que foi vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos. A trama se passava 15 anos depois da história original, acompanhando o protagonista após sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. “Deixa Ela Entrar” adaptava o livro do autor sueco John Ajvide Lindqvist, que inspirou o filme original “Deixa Ela Entrar” (2008) e sua refilmagem “Deixe-me Entrar” (2010), estrelada por Chloe Moretz e assinada por Matt Reeves (o diretor de “Batman”). A história acompanha um pré-adolescente que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos que começaram a abalar a população local. A série foi desenvolvida por Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, e enfatizava o relacionamento da vampira com seu “pai”, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) no principal papel adulto da trama. Já a menina era vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”. A escalação com intérpretes latinos era completamente diferente das versões anteriores, mas as mudanças também atingiram o menininho loiro da adaptação original, que foi interpretado por um ator mirim negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). O elenco também incluía a brasileira Fernanda Andrade (“A Filha do Mal”). Veja os trailers nacionais das duas séries canceladas.

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  • Série

    Criadores de séries canceladas acusam Warner Bros. Discovery de “ferir diversidade”

    30 de janeiro de 2023 /

    Os criadores e showrunners de “Tuca & Bertie”, “Gordita Chronicles” e “Whistleblower”, séries canceladas e excluídas do catálogo da HBO Max, acusaram a Warner Bros. Discovery de “ferir os trabalhadores e a diversidade”, uma vez que a maioria das atrações canceladas eram comandadas por minorias. A acusação foi feita por meio de uma carta aberta, publicada no site do WGA, o Sindicato dos Roteiristas dos EUA. “As baixas desta megafusão incluem inúmeros projetos criados por, apresentando e/ou centrados nas experiências de mulheres e pessoas de cor”, afirma o post, citando vários títulos que foram descartados pela empresa desde que David Zaslav assumiu o posto de CEO. A publicação cita como exemplos notáveis “’Batgirl’, um dos poucos filmes de super-heróis convencionais a apresentar uma atriz principal latina; ‘Full Frontal With Samantha Bee’, um dos poucos programas noturnos apresentados por mulheres; ‘Gordita Chronicles’, uma série sobre uma família de imigrantes dominicanos cuja showrunner era uma mulher latina; ‘Tuca & Bertie’, uma série animada com duas protagonistas dubladas por atrizes não brancas, e ‘Chad’, uma série sobre um adolescente iraniano nos EUA, criada e estrelada pela comediante iraniana-americana Nasim Pedrad”. Claudia Forestieri, criadora de “Gordita Chronicles”, falou na publicação que “eu entrei na televisão para combater os estereótipos negativos do mainstream a respeito das comunidades latinas e contar histórias como ‘Gordita Chronicles’, que apresenta uma jovem dominicana que imigra com sua família para Miami. A showrunner [Brigitte Muñoz-Liebowitz] e eu fizemos tudo ao nosso alcance para preparar a série para o sucesso, e a 1ª temporada foi regada com críticas positivas e fortes números de audiência”, explicou ela. “Mas após a fusão, a HBO Max recebeu um novo mandato de sua liderança da Discovery para cortar custos e ‘Gordita Chronicles’ foi cancelada apenas cinco semanas após a primeira exibição e agora será removida da plataforma. Os executivos do estúdio alegaram que o cancelamento refletia o ‘rebranding’ da HBO – por implicação, se distanciando de séries sobre famílias latinas. Essa fusão forneceu evidências bastante nítidas e imediatas de que a consolidação da indústria não apenas prejudica a diversidade e a inclusão, mas também pode contribuir para o apagamento dos latinos americanos.” Lisa Hanawalt, criadora de “Tuca & Bertie”, também se manifestou, afirmando: “eu originalmente criei ‘Tuca & Bertie’ para a Netflix, mas quando eles a cancelaram depois de apenas uma temporada, brigamos para que a série fosse para a rede Adult Swim da Warner. A série protagonizada por mulheres tinha sido um sucesso cult e uma queridinha da crítica – os executivos da Warner sabiam que precisava de apoio publicitário e tempo para aumentar os espectadores no espaço da animação adulta dominado por homens”, contou ela. Porém, segundo Hanawalt, o problema novamente foi o mesmo. “A fusão ocorreu pouco antes do lançamento da temporada mais recente, e quase todos que trabalhavam na equipe de marketing de ‘Tuca & Bertie’ foram demitidos. Em seguida, vários dos principais executivos do Adult Swim e HBO Max saíram em meio à turbulência. Os projetos de marketing planejados para promover a nova temporada não aconteceram. Então descobrimos que a série havia sido cancelada”, contou ela. “Já é mais difícil para programas centrados em mulheres, e essa fusão nos custou o apoio de que precisávamos para prosperar”. Por fim, Moisés Zamora também contou a sua experiência criando a série “Whistleblower”, “um drama focado em mulheres advogadas e defensoras que lutaram contra uma cultura de assédio sexual e corrupção nas forças armadas dos EUA, alcançando ganhos históricos após o assassinato da soldado mexicana-americana Vanessa Guillén em Fort Hood”. Zamora explicou que “após um processo de licitação com vários canais, vendi o ‘Whistleblower’ para a HBO Max em fevereiro de 2021. Durante o desenvolvimento, só recebemos elogios dos nossos executivos. As protagonistas eram três mulheres BIPOC [abreviação para negras, indígenas ou pessoas de cor], e era uma história que eu estava animado para contar. Apesar de tudo, a série foi cancelada logo após a fusão, antes de entrar em produção. A especulação da imprensa é que a nova empresa está se concentrando mais no que é visto como conteúdo voltado para o ‘americano médio’. Mas comunidades negras, asiáticas e latinas também são ‘americanos médios’”. A carta aberta do WGA denuncia “a série de fusões que nos trouxe até aqui – primeiro a fusão de US$ 85 bilhões da AT&T-Time Warner e depois a fusão de US$ 43 bilhões da WarnerMedia-Discovery”. “Cada uma prometeu criar um concorrente melhor, mas, em vez disso, deixou a entidade fundida sobrecarregada de dívidas e focada em cortar custos para racionalizar essas desastrosas decisões de negócios”, aponta o texto. “No entanto, a mania de fusões da mídia não mostra sinais de desaceleração; a última especulação da indústria é que a Comcast pode tentar adquirir a Warner Bros. Discovery”, continua a postagem. “Sem uma intervenção do governo, esse ciclo de consolidação reativa provavelmente continuará até deixar apenas três ou quatro empresas controlando todo o conteúdo, enquanto os criadores e consumidores de conteúdo pagam o preço por essas fusões dispendiosas”.

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    Lumena Aleluia sugere racismo na torcida para Gabriel continuar no “BBB 23”

    30 de janeiro de 2023 /

    A influenciadora Lumena Aleluia se indignou com as chances reais de Gabriel Fop continuar no “BBB 23” após cair no paredão. Numa postagem, ela comparou a atual edição com o cancelamento que sofreu no “BBB 21”. “Chocada que as chances do Gabriel continuar no ‘BBB’ são grandes”, declarou a ex-sister, se referindo à “comida de rabo” que o modelo recebeu do apresentador Tadeu Schmidt por apresentar comportamentos abusivos com a sister Bruna Griphao. Em seguida, Lumena acrescentou que em sua edição, “os ‘vilões’ tinham que sair rapidamente” da casa mais vigiada do Brasil. Embora a ex-sister não escancare a situação, o comentário deixa evidente que ela se refere ao racismo. Na época do “BBB 21”, a “cultura do cancelamento” estava em alta e a rejeição da influencer foi levada a sério nas redes sociais. Além de Lumena, o público também disparou ódio contra Karol Conká, Nego Di e Projota. Todos negros. A influenciadora recebeu o apoio de seus seguidores após o pronunciamento. O público faz questão de enfatizar que Gabriel Fop está em busca de redenção por ser branco. “Porque na sua edição os “vilões” eram na maioria mulheres e pretas!!! Queria ver se o Gabriel fosse mulher ou preto, ou mulher preta, ia sair escorraçado e com rejeição máxima, mas como é macho hétero cis e tem um “rostinho bonito” e voz mansa…”, disse um internauta. “Só os vilões pretos [são eliminados com rejeição], Lumãe. Os brancos tem muitas chances pra mostrar que são boas pessoas”, completou outro. chocada que as chances do gabriel continuar no bbb são grandes… na minha edição, os “vilões” tinham que sair rapidamente, né? aiai — Lumena (@LumenaAleluia) January 30, 2023

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  • Série

    “A Misteriosa Sociedade Benedict” é cancelada após duas temporadas

    29 de janeiro de 2023 /

    A Disney+ cancelou “A Misteriosa Sociedade Benedict”, série de aventura infantil estrelada por Tony Hale (de “Veep”), que teve duas temporadas em streaming. A notícia chega mais de um mês após o final da 2ª temporada e foi revelada pelo co-criador Phil Hay e o astro da atração nas redes sociais. “Queridos amigos, a 2ª temporada marcará o fim da jornada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’ na Disney+. Amamos todos que ajudaram a tornar essa experiência verdadeiramente especial e fazê-la um evento de afirmação de vida. Sem arrependimentos – muito orgulhoso do que fizemos!”, Hay escreveu. “A beleza do streaming é que o programa vive no Disney+ e você pode encontrá-lo sempre que quiser. Alerta de spoiler sobre como a história termina: as crianças ficam amigas para sempre.” Baseada no romance best-seller de Trenton Lee Stewart, a série seguia a história de quatro órfãos talentosos que, após vencerem uma competição por uma bolsa de estudos, são selecionados e recrutados pelo excêntrico Sr. Benedict (Tony Hale) para salvar o mundo de uma crise global conhecida como “A Emergência” – e de seu irmão gêmeo do mal. Desenvolvida pelos roteiristas Phil Hay e Matt Manfredi (ambos de “Policial em Apuros”) e com direção do cineasta James Bobin (“Os Muppets”), a série destacava também um elenco mirim formado por Emmy DeOliveira (“Flacked”), Seth Carr (“Esquadrão de Cavaleiros”), a pequena russa Marta Kessler (“Survive”) e o estreante Mystic Inscho, além de Kristen Schaal (“O Último Cara da Terra”) como a professora responsável por selecioná-los. “Difícil dizer adeus à ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, mas estou incrivelmente agradecido à Disney TV Studios e Disney+ por nos permitir duas temporadas desta linda história escrita por Trenton Stewart”, Tony Hale escreveu em seu Instagram, ao lado de uma foto do elenco. Dear friends- season 2 will mark the end of THE MYSTERIOUS BENEDICT SOCIETY’s journey on Disney+. We love everyone who helped make this truly special and indeed life-affirming experience happen. No regrets- so proud of what we made! (1/3 ) — Phil Hay (@phillycarly) January 29, 2023 So grateful to every one of you who who made a place for our show in your home & heart. From author @TrentonLeeStew1 to geniusii @MrTonyHale & @kristenschaaled to our partners @toddzer1 & @DSwim & writers to the kids, their families, 20th, D+, our whole cast & crew ..(2/3) — Phil Hay (@phillycarly) January 29, 2023 You made it wonderful and we loved every minute. The beauty of streaming is that the show lives on Disney+ and you can find it whenever you want to visit. Spoiler alert for how the story ends: the kids stay friends forever. ❤️❤️❤️❤️ — Phil Hay (@phillycarly) January 29, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tony Hale (@mrtonyhale)

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  • Série

    “Titãs” e “Patrulha do Destino” são canceladas

    25 de janeiro de 2023 /

    A HBO Max cancelou as séries “Titãs” e “Patrulha do Destino”, adaptações dos quadrinhos da DC Comics, que terminarão em suas atuais temporadas. As duas estão, por coincidência, na 4ª temporada e atravessam hiato, após exibirem metade dos episódios produzidos. Como a possibilidade de cancelamento era evidente, diante da crise financeira da Warner Bros. Discovery, os produtores planejaram finais de temporadas capazes de encerrar todas as tramas de forma definitiva. “Embora essas sejam as temporadas finais de ‘Titãs’ e ‘Patrulha do Destino’, estamos muito orgulhosos dessas séries e empolgados para que os fãs vejam seus finais climáticos”, disse um porta-voz da HBO Max em comunicado. As duas séries tinham produção de Greg Berlanti, o criador do Arrowverso. Ele chegou a comandar 10 séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics, das quais só restam uma, “Superman & Lois”. Berlanti também à frente de frente de “Gotham Knights”, que estreia em 14 de março na TV dos EUA, e numa atração baseada na Tropa dos Lanternas Verdes, em desenvolvimento para a HBO Max. “Somos gratos à Berlanti Productions e à Warner Bros. Television por fazerem série stão emocionantes, cheias de ação e sinceras. Agradecemos ao showrunner de ‘Titãs’, Greg Walker, aos produtores executivos Greg Berlanti, Akiva Goldsman, Sarah Schechter, Geoff Johns, Richard Hatem e à equipe da Weed Road Pictures. Para a ‘Patrulha do Destino’, celebramos o showrunner Jeremy Carver e os produtores executivos Greg Berlanti, Sarah Schechter, Geoff Johns, Chris Dingess e Tamara Becher-Wilkinson. Por quatro temporadas, os fãs se apaixonaram pelos ‘Titãs’ e pela ‘Patrulha do Destino’, investindo em suas provações e em batalhas lendárias para salvar o mundo uma temporada por vez.” Todas as novas adaptações de quadrinhos da DC serão, a partir de agora, supervisionadas por James Gunn e Peter Safran, que assumiram o recém-criado DC Studios. Mas Berlanti não foi descartado. Recentemente, ele fechou um novo contrato com a Warner Bros. Discovery para criar e produzir novas atrações para a empresa. No Brasil, o final de “Patrulha do Destino” poderá ser acompanhado pela HBO Max. Já “Titãs” terá sua 4ª temporada disponibilizada pela Netflix.

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    “Vampire Academy”: Nova série da criadora de “Vampire Diaries” é cancelada na 1ª temporada

    21 de janeiro de 2023 /

    A plataforma americana Peacock cancelou “Vampire Academy”, que não terá 2ª temporada. A série era uma fantasia de princesas, vampiros e adolescentes, que se passava em uma escola de elite, num mundo em que os sanguessugas eram a classe dominante. Na trama, essa aristocracia cheia de privilégios e glamour têm seu status colocado em cheque por uma briga entre facções e pela amizade entre uma jovem princesa vampira e uma adolescente quase comum, que trabalha como sua guarda-costas, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe de estado. A atração foi a primeira desenvolvida pela produtora Julie Plec sob seu novo contrato com a Universal Television, após vários anos na Warner. E também marcou o retorno da criadora do universo de “The Vampire Diaries” às tramas de vampiros. Em “Vampire Academy”, Plec trabalhava ao lado de Marguerite MacIntyre, que viveu a xerife Lis Forbes em “The Vampire Diaries” e revelou seus talentos de roteirista em “The Originals”. A produção era baseada em livros da escritora Richelle Mead, que já tinham fracassado em sua tentativa de virar franquia cinematográfica. O lançamento de um longa em 2014 chegou tarde para pegar carona no sucesso de “Crepúsculo” e, com bilheterias fracas, não teve continuação. A nova versão fez algumas mudanças, em especial na raça de alguns personagens, refletindo a tendência de maior integração racial nas produções mais recentes – no filme, as protagonistas eram duas atrizes brancas, Zoey Deutch e a loiríssima Lucy Fry. Mais destoante ainda, em todo o elenco do filme havia apenas duas intérpretes negras, cujos papéis nem fazem parte do casting da atração televisiva. Ironicamente, isto também deixou a série parecida com a também cancelada “Primeira Morte” (First Kill), da Netflix. O elenco da série destacava Sisi Stringer (“Mortal Kombat”) e Daniela Nieves (“Sex Appeal”) nos papéis principais, respectivamente como Rose Hathaway, uma Dhampir, metade humana metade vampira, que atua como guardiã dos Moroi, e a princesa Lissa Dragomir, uma vampira da realeza Moroi, que apesar da falta de interesse em política se vê empurrada para o trono por uma morte repentina em sua família. O resto do elenco incluía Kieron Moore (“Sex Education”), André Dae Kim (“Degrassi”), J. August Richards (“Agents of SHIELD”), Anita-Joy Uwajeh (“Lucky Man”), Mia McKenna-Bruce (“The Dumping Ground”), Rhian Blundell (“Torchwood: Believe”), Jonetta Kaiser (“Breakwater”) e Andrew Liner (“Grown-ish”). Inédita no Brasil, “Vampire Academy” exibiu seus episódios entre setembro e outubro nos EUA. Veja abaixo o trailer original de seu lançamento.

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    “Um de Nós Está Mentindo” é cancelada após duas temporadas

    21 de janeiro de 2023 /

    A plataforma americana Peacock cancelou “Um de Nós Está Mentindo” (One of Us Is Lying) após duas temporadas. A nova produção do criador de “Elite”, Darío Madrona, adaptava o best-seller homônimo de Karen M. McManus, sobre um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. Com uma trama que misturava “O Clube dos Cinco” com “Pretty Little Liars”, a série começava com cinco estudantes passando juntos uma tarde de detenção em sua escola. No entanto, no fim do dia, um deles está morto e os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Os principais suspeitos da morte de Simon (Mark McKenna, de “Wayne”) são seus colegas, vividos por Addy Prentiss (Annalisa Cochrane, de “Cobra Kai”), Bronwyn Rojas (Marianly Tejada, da série “The Purge”), Cooper Clay (Chibuikem Uche, de “A Guerra do Amanhã”) e Nate Macauley (Cooper van Grootel, de “Mystery Road”), que passam a ser investigados. Concebida como minissérie, a trama teve uma semi-conclusão ao fim do primeiro arco, que resolveu o mistério da morte de Simon, mas deixou um gancho para uma continuação. Como a história teve sequência literária (“Um de Nós É o Próximo”, que chegou ao Brasil pela editora Galera Record), acabou ganhando um segundo ano de produção. Além de produzir, Darío Madrona atuou como showrunner da atração, e a equipe criativa ainda incluiu a atriz Jennifer Morrison (“Once Upon A Time”) como diretora de episódios. Embora a Peacock não atue no Brasil, a série teve suas temporadas disponibilizadas no Brasil via Netflix. Veja abaixo o trailer brasileiro da atração. Um de Nós Está Mentindo, série baseada no livro de Karen M. McManus, tá chegando no meu site. ATENÇÃO AQUI: estreia dia 18 de fevereiro. 🤫 pic.twitter.com/uGoiwUH9xP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 19, 2022

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    “NCIS: Los Angeles” chega ao fim após 14 temporadas

    21 de janeiro de 2023 /

    Um das séries mais antigas da TV americana, “NCIS: Los Angeles” vai acabar na atual temporada. Lançada em março de 2009, a atração está atualmente em seu 14º ano de produção e chegará ao fim em 14 de maio, após 322 episódios na rede CBS. Criada por Shane Brennan, a série segue até hoje com boa audiência, com uma média de 6 milhões de telespectadores ao vivo e líder entre os programa roteirizados em seu horário de domingo, às 22h. De forma rara, o spin-off de “NCIS” foi estrelado por LL Cool J e Chris O’Donnell durante seus 14 anos de produção, o que é considerado um feito entre as séries dramáticas de temática policial, conhecidas por realizar grandes mudanças em seus elencos conforme são renovadas. Um dos motivos para as trocas são os aumentos de salários e bônus para os astros, que acompanham cada renovação. Como manteve sempre os mesmos protagonistas, agora o canal CBS pesou os custos para tomar sua decisão. Mesmo assim, o anúncio surpreendeu a equipe, já que os crossovers com “NCIS” e o novo spin-off “NCIS: Hawai’i” sempre rendem audiência recorde para a emissora. “Por 14 temporadas, ‘NCIS: Los Angeles’ tem sido um carro-chefe de nossa programação com personagens que foram uma alegria de assistir”, disse Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment. “Desde o primeiro dia, o elenco, os produtores e a equipe foram incríveis parceiros de rede/estúdio, e seu trabalho em equipe, talento e espírito transpareceram vividamente na tela. Somos muito gratos pela colaboração e pelo desempenho notável desses membros preciosos de nossa família CBS e planejamos dar a eles a grande despedida que eles e seus fãs merecem”. Como a segunda parte da temporada ainda não foi totalmente gravada – haverá um hiato de exibição após fevereiro – , a expectativa é que a equipe liderada pelo showrunner R. Scott Gemmill produza um desfecho definitivo para a série. Em comunicado, Gemmill prometeu aos fãs um final que será “satisfatório e faz justiça a esses amados personagens”. Ele também agradeceu à equipe pelo trabalho dedicado à atração. “Nossa equipe se tornou uma verdadeira família, e seu trabalho árduo e dedicação têm sido fundamentais para nosso sucesso ano após ano. Minha mais profunda gratidão aos membros do elenco, que deram vida aos nossos personagens com suas atuações apaixonadas – obrigado por seu talento, profissionalismo e entusiasmo contínuo. E aos nossos leais espectadores que amaram nossos personagens e acompanharam suas jornadas, obrigado. Estamos ansiosos para entregar um final para a série que seja satisfatório e faça justiça a esses amados personagens”. Vale lembrar que a série original, “NCIS”, continua no ar, atualmente em sua 20ª temporada. A franquia também teve “NCIS: New Orleans”, que durou sete temporadas, e ainda conta com a novata “NCIS: Hawai’i”, agora em sua 2ª temporada. No Brasil, a série é exibida no canal pago A&E e na plataforma Globoplay.

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    Netflix cancela “Guardiões da Mansão do Terror”

    14 de janeiro de 2023 /

    A Netflix não vai mais produzir a série animada “Guardiões da Mansão do Terror” (Dead End: Paranormal Park), que teve sua 2ª temporada lançada em outubro passado. Espécie de “Scooby-Doo queer”, a série animada era baseada nos quadrinhos “DeadEndia”, de Hamish Steele, e girava em torno de dois funcionários adolescentes de uma casa assombrada de parque temático, que escondia um portal para o inferno. Acompanhados por seu cachorro falante, eles enfrentavam zumbis, bruxas, apresentadores de game show e outras ameaças. Apesar da premissa familiar, o conteúdo inovava por sua abertura à inclusão. Voltada para crianças, a série era o primeiro programa infantil americano a trazer um menino transexual como personagem principal. E com um detalhe: ele não poderia perder seu emprego no parque mal-assombrado porque fugiu de casa, após a falta de apoio da família para sua transição. Por coincidência, a animação foi a segunda série de temática LGBQIA+ cancelada pela plataforma no fim de semana – a outra foi “Uncoupled”.

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    “Mayans MC” vai acabar na 5ª temporada

    13 de janeiro de 2023 /

    O canal pago FX anunciou que “Mayans MC” vai acabar em sua 5ª temporada. A série é um spin-off de “Sons of Anarchy”, a atração original de gangues de motoqueiros do canal. O quarto ano da produção terminou em junho do ano passado, nos EUA, com uma guinada sombria, com EZ Reyes (J.D. Pardo), o protagonista relutante da trama, assumindo a liderança do motoclube dos Mayans – numa trajetória que lembra muito a evolução de Jax Teller (Charlie Hunnam) em “Sons of Anarchy”. A última temporada será a terceira gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado em parceria entre Sutter e Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Com o cocriador à frente da produção, o programa permaneceu entre os mais assistidos do FX em sua 3ª e 4ª temporadas. O quinto ano de produção ainda não tem previsão de estreia. “Mayans MC” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+. Veja abaixo o trailer da última temporada exibida.

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    Netflix cancela “Departamento de Conspirações”

    11 de janeiro de 2023 /

    A Netflix deu meia volta e anunciou o cancelamento de “Departamento de Conspirações” (Inside Job), após ter renovado a série animada para novos episódios. Criada por Alex Hirsch, responsável pelo sucesso “Gravity Falls”, a série teve sua Parte 2 disponibilizada em novembro passado. A produção acompanhava o trabalho da Cognito, uma divisão do Departamento de Conspirações dos EUA formada pelos poucos humanos que sabem que alienígenas reptilianos existem, mas o pouso na lua foi fake. Liderada por Reagan Ridley, uma cientista antissocial que precisa lutar contra seu desejo de dominar o mundo, a Cognito se dedica a manter a verdade secreta por meio da criação de conspirações. O elenco de dubladores era liderado por Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) como Reagan, Christian Slater (“Mr. Robot”) como seu pai, e também inclui Clark Duke (“Greek”), Tisha Campbell (“Dr. Ken”), Chris Diamantopoulos (“Made for Love”) e Brett Gelman (“Stranger Things”). O cancelamento foi anunciado por meio de um tuite da cocriadora Shion Takeuchi. “Estou com o coração partido em confirmar que a Netflix decidiu cancelar ‘Departamentos de Conspirações’. Ao longo dos anos, esses personagens se tornaram pessoas reais para mim, e estou arrasada por não poder vê-los crescer. […] Reagan e Brett mereciam terminar [a história] e finalmente encontrar a felicidade”. “A todos que assistiram, obrigada por terem vindo juntos no passeio. Mesmo que eu esteja triste, ajuda saber que existem pessoas por aí que se importam tanto com esses personagens quanto eu”, completou. I’m sorry guys, it’s true.💔#insidejob pic.twitter.com/MQZJ3S7gRD — Shion Takeuchi (@shhhhhionn) January 9, 2023

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    Fadas atacam no trailer do final de “Carnival Row”

    10 de janeiro de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o trailer da 2ª e última temporada da série “Carnival Row”, que mostra um conflito definitivo entre humanos e criaturas de contos de fadas. Com muitos efeitos visuais, as cenas destacam os ataques das fadas voadoras, como a personagem vivida por Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A trama se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas mágicas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Orlando Bloom (“Piratas do Caribe”) interpreta um ex-detetive humano que se apaixona pela fada vivida por Delevingne e passa a viver entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). O elenco ainda conta com os atores Simon McBurney (“Invocação do Mal 2”), Arty Froushan (“A Casa do Dragão”), Jay Ali (“Demolidor”), David Gyasi (“Interestelar”) e Tamzin Merchant (“Salem”), entre outros. Os novos capítulos serão exibidos cerca de três anos e meio depois da estreia da atração em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A estreia vai acontecer em 17 de fevereiro.

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    1899: Netflix cancela nova série dos criadores de “Dark” após uma temporada

    2 de janeiro de 2023 /

    A Netflix cancelou a série “1899” após a 1ª temporada, deixando a história sem final. A notícia foi dada pelo cocriador da série, o alemão Baran Bo Odar, por meio de um comunicado compartilhado em seu Instagram oficial. A nota aos fãs também foi assinada pela parceira de Odar e co-criadora da série, Jantje Freise. “Com o coração pesado, temos que dizer a vocês que ‘1899’ não será renovada”, escreveu Odar. “Teríamos adorado terminar essa jornada incrível com uma 2ª e uma 3ª temporada, como fizemos com ‘Dark’. Mas às vezes as coisas não saem do jeito que se planeja. Isso é vida.” “Sabemos que isso vai decepcionar milhões de fãs por aí”, continua o texto. “Mas queremos agradecer do fundo do coração por vocês terem feito parte dessa maravilhosa aventura. Nós te amamos. Nunca se esqueçam.” Com críticas pouco entusiasmadas e várias reclamações nas redes sociais por conta da falta de sentido da história, que teria deixado explicações para temporadas futuras, a série acabou não correspondendo à expectativa da plataforma, que investiu uma fortuna na sua produção e em sua longa campanha de divulgação, que estimulava o público a embarcar no mistério, sem revelar quase nada da premissa. E foi justamente a falta de explicações que causou o desinteresse em seguir acompanhando a série após os primeiros capítulos. A expectativa também era elevada devido ao sucesso de “Dark”, um fenômeno internacional, que fez com que a Netflix assinasse um contrato de exclusividade com Baran Bo Odar e Jantje Freise. Eles foram os primeiros criadores europeus a fechar um acordo deste tipo com a plataforma. “1899” foi o primeiro projeto resultante deste investimento. Como prova do prestígio conquistado pelos produtores com sua série anterior, o elenco reunia uma impressionante coleção de talentos internacionais, com destaque para os britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”), o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”), além da chinesa estreante Isabella Wei. Já a trama era basicamente “Lost” no “Titanic”. Tudo se passava durante uma viagem transatlântica do fim do século 19, que sofre um desvio para realizar o salvamento de outra embarcação. Mas ao chegar no suposto naufrágio, situações sobrenaturais começam a se manifestar, assombrando passageiros e a tripulação no oceano sombrio. Repetindo a mesma lógica labiríntica de “Dark”, os produtores e roteiristas alemães acrescentavam cada vez mais perguntas conforme os episódios se desenvolviam, sem responder à maioria e encerrando a temporada num gancho para uma futura resolução. A produção também enfrentou uma polêmica, ao ser acusada de plágio de uma história em quadrinhos da brasileira Mary Cagnin. Eles negaram, afirmando nunca ter visto a publicação. Veja o trailer da produção abaixo.

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