Vida de Bob Marley vai virar filme de Hollywood
O cantor Bob Marley vai ganhar um filme biográfico da Paramount Pictures, com produção de seu filho Ziggy Marley. Segundo o site Deadline, a produção se encontra em fase inicial de desenvolvimento e ainda não possui título, diretor ou atores confirmados. O filme vai contar a vida e obra de Marley, principal nome do reggae e responsável a popularizar a música jamaicana em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. Ele morreu muito jovem, de câncer, aos 36 anos em 1981. Mas uma série de coletâneas e obras relacionadas à sua carreira mantém suas músicas muito tocadas até hoje. De acordo com a revista Forbes, Bob Marley foi a quinta celebridade falecida que mais lucro gerou aos seus herdeiros em 2017. Foram US$ 23 milhões arrecadados em direitos autorais, atrás apenas de Michael Jackson, do golfista Arnold Palmer, do cartunista Charles Schulz e de Elvis Presley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013).
Shia LaBeouf se transforma em seu próprio pai nas filmagens de sua biografia
Paparazzi flagraram as primeiras imagens da transformação de Shia LaBeouf para seu próximo filme. Ele aparece calvo, de óculos e envelhecido para viver ninguém menos que seu próprio pai em “Honey Boy”. O filme foi roteirizado por LaBeouf, sob o pseudônimo de Otis Lort, e se foca no relacionamento entre o ator e seu pai, Jeffrey Craig LaBeouf. Curiosamente, antes de sua autoria ter sido desvendada, o roteiro esteve em destaque na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados que circulam por Hollywood. A sinopse oficial resume a trama da seguinte forma: “Um ator infantil e seu pai que viola a lei e abusa do álcool tentam consertar seu relacionamento beligerante ao longo de uma década”. LaBeouf admitiu que Lort era seu pseudônimo em uma entrevista da revista Esquire publicada em março. “Honey Boy” era como seu pai, um viciado em heroína, o chamava. A direção do projeto está a cargo da premiada documentarista israelense Alma Har’el, que já venceu os festivais de Tribeca e Karlovy Vary e fará sua estreia na ficção. Ela conheceu LaBeouf ao dirigi-lo num clipe da banda islandesa Sigur Rós, em 2012. Enquanto LaBeouf vive seu pai, dois outros atores darão vida a ele próprio. Quem faz o papel do jovem Shia é Lucas Hedges, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Manchester à Beira-Mar” (2016), enquanto o Shia criança será vivido por Noah Jupe (de “Um Lugar Silencioso”). A trama vai se focar da adolescência do ator, quando ele era um astro infantil do Disney Channel – na série “Mano a Mana” (Even Stevens). O elenco ainda inclui Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”), Clifton Collins Jr. (série “Westworld”), Laura San Giacomo (série “NCIS”) e Martin Starr (série “Silicon Valley”). Ainda não há previsão para a estreia.
Stallone filmará história do primeiro negro campeão mundial do boxe, preso por racismo
O ator Sylvester Stallone lançou a sua própria produtora, a Balboa Productions, inspirada no nome de seu personagem mais famoso, Rocky Balboa. E o primeiro projeto será um filme sobre o pugilista Jack Johnson. Stallone foi patrocinador do perdão que Johnson recebeu do presidente Donald Trump na semana passada. Filho de ex-escravos, Johnson entrou para a história ao se tornar o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em 1908. Quatro anos após conquistar o título, o atleta foi preso sob a acusação de que seu relacionamento com mulheres brancas violava o ‘Mann Act’, que proibia o transporte de “uma mulher branca entre territórios americanos para fins imorais’. A mãe de uma dessas mulheres o acusou de sequestrar a filha, que era uma ex-prostituta. Mas a mulher, Lucille Cameron, com que Johnson posteriormente se casou, recusou-se a corroborar as alegações. Mesmo assim, o boxeador foi julgado e condenado por ter viajado com outra mulher branca, por um tribunal formado apenas por pessoas brancas. Ele fugiu e viveu com Lucille Cameron na Europa, na América do Sul e no México por sete anos, até fechar um acordo para cumprir um ano de prisão nos Estados Unidos. O caso virou símbolo da luta contra o racismo nos Estados Unidos. A história também já tinha sido levada aos cinemas, por meio do documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, dirigido por Ken Burns em 2004. Na semana passada, Trump aceitou um pedido de Stallone e emitiu o perdão presidencial ao atleta, que morreu em 1946. “Hoje eu concedi um perdão executivo a John Arthur ‘Jack’ Jackson. O primeiro africano-americano campeão peso-pesado do mundo, um grande lutador. Teve uma vida dura. Hoje nós fizemos algo importante, porque fizemos algo certo. Jack Jackson não foi tratado da forma correta e nós acertamos isso, estou honrado por ter participado disso”, declarou Trump.
Natalie Dormer vai estrelar minissérie sobre a vida da atriz Vivien Leigh
Natalie Dormer (a Margaery Tyrell da série “Game of Thrones”) vai interpretar uma das atrizes mais icônicas de Hollywood, Vivien Leigh, numa nova minissérie. Dormer vai estrelar e produzir a atração, que contará a história da lendária atriz de “…E o Vento Levou” (1939). Ainda sem título ou previsão de estreia, o projeto vai se basear no livro “Vivien Leigh: An Intimate Portrait”, de Kendra Bean, mas pretende oferecer uma narrativa diferenciada das tradicionais histórias biográficas, ao focar em um filme importante de Leigh por episódio. Além de “…E o Vento Levou”, a atriz estrelou muitos outros clássicos, como “A Ponte de Waterloo” (1940), “Lady Hamilton, a Divina Dama” (1941), “Anna Karenina” (1948), “Uma Rua Chamada Pecado” (1951), “O Profundo Mar Azul” (1955), “Em Roma na Primavera” (1961) e “A Nau dos Insensatos” (1965). Mas apesar de famosíssima e estrela de filmes magníficos, ela teve uma filmografia consideravelmente curta. Isto porque enfrentou problemas psicológicos, o machismo da indústria e romances conturbados – sem esquecer o casamento com Laurence Olivier – para se firmar como uma das maiores atrizes de sua geração e vencer dois Oscars. A produtora FremantleMedia será responsável pelo desenvolvimento da atração, que será escrita pelo roteirista Stewart Harcourt, responsável por várias adaptações de Agatha Christie para a TV britânica.
Ezra Miller vai viver o pintor Salvador Dalí no cinema
O ator americano Ezra Miller (o Flash da “Liga da Justiça”) vai viver o consagrado pintor surrealista Salvador Dalí na biografia “Dali Land”, informou o site Deadline. A trama se passará na Nova York da década de 1970 e será narrada por James, um assistente do pintor. Entre flashbacks da trajetória de Dalí, o longa vai apresentar o mundo complexo e um tanto sujo das artes. Ben Kingsley (“Homem de Ferro 2”) viverá a versão mais velha do pinto e o elenco também inclui Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Frank Dillane (série “Fear the Walking Dead”) e Tim Roth (“Os Oito Odiados”). O roteiro e a direção são de Mary Harron (“Psicopata Americano”), mas ainda não há previsão de estreia. Ezra Miller não é a primeira escolha “surreal” para viver o pintor catalão. Em 2008, o inglês Robert Pattinson também o interpretou no cinema, no filme “Poucas Cinzas: Salvador Dalí”.
Jake Gyllenhaal vai estrelar cinebiografia do maestro e compositor Leonard Bernstein
O ator Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) interpretará o lendário maestro e compositor Leonard Bernstein em “The American”, cinebiografia com direção de Cary Fukunaga (“Beasts of No Nation”). O longa vai adaptar a biografia escrita por Humphrey Burton e seguirá a ascensão meteórica de Bernstein, após conduzir a Filarmônica de Nova York aos 25 anos, numa carreira de prestígio que inclui indicação ao Oscar pela trilha sonora de “Sindicato de Ladrões” (1954) e a criação de um dos mais bem-sucedidos musicais da Broadway, “West Side Story”, cuja adaptação cinematográfica venceu nada menos que 10 Oscars em 1962, inclusive Melhor Filme. O roteiro foi escrito por Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). “Como muitas pessoas, Leonard Bernstein encontrou seu caminho em minha vida e coração através de ‘West Side Story’ quando eu era criança”, disse Gyllenhaal, no comunicado do anúncio do projeto. “Mas quando fiquei mais velho e comecei a aprender sobre o escopo de seu trabalho, comecei a entender a extensão de sua contribuição inigualável e a dívida de gratidão que a cultura americana moderna lhe deve. Como homem, Bernstein era uma figura fascinante – cheia de genialidade e contradição – e será uma honra incrível contar sua história com um amigo talentoso como Cary”. Ainda não há previsão de estreia. Vale lembrar que ninguém menos que Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) andava circulando filmar uma biografia de Bernstein e/ou um remake de “West Side Story” – que foi lançado nos cinemas brasileiros como “Amor, Sublime Amor”. Até uma chamada de elenco chegou a surgir na mídia sobre o projeto.
Vida do tetracampeão de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie
A vida do tetracampeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie da TV paga brasileira. Desenvolvida para o canal Space, a atração tem coprodução da Gullane e da VideoFilmes, em parceria com a empresa de TV Turner, e já começou a ser gravada em São Paulo. Concebida originalmente como filme, a trama se provou difícil de ser condensada e mais adequada para uma minissérie, após incluir histórias sobre outros integrantes da família de Popó, o que afetou, inclusive, o título da obra, chamada de “Os Irmãos Freitas”. O próprio Popó participa como figurante, no papel do treinador de si mesmo. Já o personagem baseado em sua vida é interpretado por Daniel Rocha (da novela “A Lei do Amor”). Campeão infanto-juvenil de kickboxing, o ator perdeu peso e chegou a treinar boxe para melhorar sua performance na luta. Descrito como “uma tragédia grega, com um pano de fundo de boxe” pelo diretor Sérgio Machado (“A Coleção Invisível”), numa reportagem do jornal O Globo, a história gira em torno da disputa dos irmãos Luís Claudio (Rômulo Braga, do filme “Joaquim”), o mais velho, e Acelino (Rocha), o mais novo, pelo amor da mãe deles, dona Zuleika (Edvana Carvalho, da novela “Pega Pega”). A trama vai mostrar como Luis Claudio foi preparado desde cedo para ser campeão de boxe e não conseguiu, enquanto Acelino, de quem a mãe não esperava nada, surpreendeu o mundo. Vale lembrar que o trabalho mais recente de Machado foi um documentário sobre boxe, “A Luta do Século”, em torno da rivalidade entre os lutadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield. Além de Machado, os episódios terão direção do cineasta Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também ajudou a dar forma final aos roteiros escritos por Machado, Pedro Perazzo (“Homem Livre”) e pelo venezuelano George Walker Torres (“Sin Vuelta”). A supervisão artística é de outro diretor de cinema, Walter Salles (“Na Estrada”), proprietário da produtora VideoFilmes, que pretendia dirigir o projeto quando ele ainda era pensado como longa-metragem. Para completar, a trilha, assinada por Beto Villares (“Bingo: O Rei das Manhãs”), conta com participação da banda BaianaSystem. Caso a atração faça sucesso, pode ganhar novas temporadas, já que a trama vai apenas até o primeiro dos quatro títulos mundiais de Popó.
Série da Netflix sobre o cantor Luis Miguel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Luis Miguel – A Série”, que dramatiza a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel, um fenômeno dos anos 1980 e 90. A prévia traz Diego Boneta (“Rock of Ages”) como o protagonista, em conflitos com seu pai músico-empresário (Óscar Jaenada, de “Águas Rasas”), sofrendo de amor, “amargando” a solidão do sucesso e sobrevivendo a penteados bregas. A série é uma versão oficial dos eventos, aprovada pelo próprio Luis Miguel e escrita por Daniel Krauze (da série “Sincronía”). Ao contrário da maioria de suas atrações, o serviço de streaming vai disponibilizar apenas um episódio por semana, todos os domingos, a partir de 21 de abril.
Graphic novel O Quinto Beatle vai virar minissérie com músicas originais dos Beatles
A graphic novel “O Quinto Beatle” (The Fifth Beatle: The Brian Epstein Story) vai virar série no canal pago americano Bravo, mais conhecido por exibir reality shows. O autor da história em quadrinhos, Vivek J. Tiwary, fará a própria adaptação. E ele conta com algo que nenhum outro produtor já conseguiu: autorização para usar as músicas originais dos Beatles na atração. Embora novato na indústria televisiva, Vivek goza de bastante prestígio nos meios teatrais. Suas produções para a Broadway já foram indicadas a 44 Tony Awards e renderam 25 troféus. Entre seus créditos, estão as montagens de “A Família Addams” e “American Idiot”, baseado no disco homônimo da banda Green Day. O chamado “quinto beatle” é Brian Epstein (1934-1967), primeiro empresário dos Beatles e um dos responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. A expressão foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. A minissérie será produzida pela Universal Cable Productions e a Sonar Entertainment, e a trama acompanhará a jornada do empresário para levar a banda ao sucesso. Epstein já foi retratado numa minissérie anteriormente. Ele foi vivido por Ed Stoppard na produção britânica “Cilla” (2014), sobre outra artista que ele ajudou a estourar, a cantora Cilla Black. Não há detalhes adicionais sobre o projeto ou previsão para a estreia. Com desenhos de Andrew Robinson (dos quadrinhos de “Star Wars” e “Batman”) e contribuições adicionais do premiado artista Kyle Baker (da graphic novel “Why I Hate Saturn”), “O Quinto Beatle” foi editado pela Dark Horse nos EUA e recebeu uma edição nacional pela Editora Aleph em 2014. Veja a capa abaixo.
Antonio Banderas é Pablo Picasso no primeiro trailer da 2ª temporada de Genius
O canal pago National Geographic divulgou o trailer e quatro fotos de Antonio Banderas (“Os 33”) caracterizado como Pablo Picasso para a 2ª temporada da série “Genius”, que será focada no artista plástico. A prévia mostra Banderas como a versão mais talentosa, atrevida e sexual do gênio artístico, enquanto Alex Rich (série “GLOW”) interpreta o pintor em sua juventude, ainda em busca de sua musa. A 1ª temporada de “Genius” trouxe Geoffrey Rush (“Piratas do Caribe”) no papel de Einstein e teve uma média de 1 milhão de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 2ª temporada vai seguir o mesmo padrão narrativo, intercalando diferentes fases da vida do artista, e com um ator famoso personificando o protagonista em sua maturidade. A vontade de Banderas de viver Picasso é antiga: em 2012, ele estava escalado para interpretar o artista no filme “33 Dias”, de Carlos Saura, mas o projeto acabou não sendo realizado. O elenco também conta com T.R. Knight (série “Grey’s Anatomy”), Seth Gabel (“Salem”), Emma Appleton (“Clique”), Poppy Delevingne (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Samantha Colley (“Victoria”), Kerr Logan (“Alias Grace”), Aisling Franciosi (“Game of Thrones”) e Maria Jose Bavio (“Dark Clouds of London”). Criada por Kenneth Biller (que também criou “Perception” e “Legend of the Seeker”) e Noah Pink (roteirista de “Esta é a Sua Morte”), a série tem produção do cineasta Ron Howard (“Inferno”). A previsão de estreia de “Genius: Picasso” é para meados de 2018.
Fox prepara série polêmica sobre Fidel Castro
Após a Sony criar polêmica com a série “El Comandante”, sobre a vida de Hugo Chavez, a Fox prepara “InFidel”, focada na vida de Fidel Castro. E o título já deixa claro o tom da produção. Segundo a Fox, o projeto vai focar no aspecto “menos público” do ditador cubano, falecido no dia 25 de novembro do ano passado. O roteiro foi escrito por David Barraza Ibáñez (assistente em “Vidas Que Se Cruzam”) e “irá girar em torno das mulheres de um dos líderes mais poderosos da história latino-americana e mundial e as experiências de sua vida que até agora ninguém abordou ainda”, segundo a descrição oficial. A 1ª temporada terá oito episódios e só deve estrear em 2018. A iniciativa faz parte da busca do canal por mais produções latino-americanas. A Fox já produz no Brasil as séries “1 Contra Todos” e “#MeChamadeBruna”, e ainda prepara “Aquí en La Tierra”, uma atração mexicana produzida e co-dirigida por Gael García Bernal.
Debbie Reynolds escreveu em sua biografia que não sobreviveria à morte de Carrie Fisher
A atriz Debbie Reynolds (“Dançando na Chuva”) escreveu em sua autobiografia que seu maior medo era presenciar a morte da filha Carrie Fisher (franquia “Star Wars”). “Não sei se poderia sobreviver a isso”, ela desabafou no livro “Unsinkable”, publicado em 2013. Em um trecho do livro, Reynolds abordou o medo de perder Carrie, após ver vários de seus colegas de profissão amargarem a morte dos filhos por conta de problemas com drogas e álcool. “Não é natural viver mais do que um filho e esse sempre foi o meu maior medo. Não sei se poderia sobreviver a isso”, escreveu a atriz, que tinha uma relação amorosa, mas conturbada com a filha, devido aos vícios de Carrie. Debbie Reynolds morreu no dia 28, vítima de uma Acidente Vascular Cerebral, um dia após a morte da filha, que sofreu uma parada cardíaca. As duas terão um funeral conjunto, segundo o site TMZ.
Chitãozinho e Xororó terão série biográfica no SBT
Chitãozinho e Xororó vão estrelar uma série biográfica no SBT. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, a atração terá mais de 20 episódios, prevista para estrear já no primeiro semestre do ano que vem. Apesar do cronograma acelerado, a série ainda não tem produtora amarrada. Três ou quatro estariam “conversadas”, de acordo com o colunista, para tocar esse projeto à frente. Apesar disso, a ideia é iniciar a produção ainda em janeiro. Segundo apurado, levar a história da sua carreira para a televisão era um antigo desejo da dupla, que já tem várias passagens pela emissora de Silvio Santos. Entre 1986 e 1988, eles até comandaram um programa de auditório no canal, criativamente chamado de “Programa Chitãozinho e Xororó”, e mais recentemente apresentaram o “Festival Sertanejo”, que acompanhava 14 cantores em busca do sonho de se tornar a nova voz sertaneja.












