Globo e Netflix disputam filme sobre a vida da Xuxa
De saída da rede Record, Xuxa Meneghel está cheia de projetos. Segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, ela tem conversas adiantadas com a Globo para um programa de sábado e projetos para a Globoplay. Um desses projetos, porém, também interessa a Netflix. Trata-se de “Rainha”, longa-metragem sobre a vida da apresentadora, que posteriormente deve ser transformado em minissérie – como aconteceu com os filmes sobre Hebe e Elis. A Globo já teria saído em busca de uma atriz para interpretá-la. Xuxa também negocia voltar a estrelar filmes infantis. O interesse nesse revival é da Disney, que vai lançar a plataforma Disney+ (Disney Plus) no Brasil em novembro. Há ainda conversas sobre um possível seriado. Para completar, ela prepara um documentário sobre sua última turnê, chamado “A Última Nave”, com depoimentos de várias celebridades, que sua equipe estaria negociando com a HBO. E, se tiver horas de folga, Xuxa ainda pretende escrever livros infantis.
Vida do ator herói Audie Murphy vai virar série
A vida do ator Audie Murphy (1924–1971), que estrelou quase 50 filmes, a maioria westerns feitos nos anos 1950, vai virar uma série. A produção vai contar como ele ganhou projeção a partir de seus atos de heroísmo na 2ª Guerra Mundial, quando se tornou o soldado mais condecorado dos EUA, homenageado inclusive com a Medalha de Honra do Congresso e pelos governos da França e da Bélgica, até sua transformação em cowboy de Hollywood e sua morte precoce, aos 46 anos, num acidente de avião. Parte desta história já foi contada no cinema e estrelada pelo próprio Audie Murphy. Ele viveu a si mesmo no filme “Terrível como o Inferno” (1955), que contou sua experiência na guerra. Os produtores da série, Arthur E. Friedman (“Uma Vida sem Limites”) e Steven Jay Rubin (“Perdendo a Esportiva”), dizem que a trama dará profundidade ao relato de 1955, mostrando os traumas causados pelos combates na Europa, em que Murphy matou mais de 240 inimigos. “Quando eles fizeram ‘Terrível como o Inferno’, com Audie interpretando a si mesmo, eles contaram apenas parte de sua história”, disse Friedman, em comunicado. “O que transforma um garoto de fazenda de 16 anos do Texas, 56 quilos e rosto de bebê em uma máquina de matar na guerra e o que acontece quando ele passa de guerreiro da vida real a estrela de cinema… é tema para um drama envolvente.” Rubin acrescentou: “Hoje contamos histórias de maneira diferente e nossa intenção é apresentar este herói célebre como um homem, não como uma figura mítica. Somos inspirados por filmes realistas como ‘O Resgate do Soldado Ryan’ e minisséries como ‘Band of Brothers’.” Para o projeto, a dupla adquiriu os direitos da biografia de Murphy, “No Name on the Bullet”, escrita por Don Graham, e agora buscam por um escritor para a adaptação. Ainda em fase inicial, a produção não tem canal ou plataforma definida para sua realização.
Madonna anuncia que vai dirigir filme sobre sua vida
Depois de confirmar que estava ajudando a roteirista Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) a escrever um filme sobre sua vida, Madonna anunciou que ela própria vai dirigir a produção. A estrela da música pop se associou à poderosa produtora Amy Pascal, ex-presidente da Sony Pictures e responsável pelos novos filmes do Homem-Aranha, e fechou investimento e distribuição com o estúdio Universal para realizar o longa. O filme literalmente autobiográfico tem título provisório de “Live to Tell”, que quer dizer “viver para contar” e é também nome de uma música de Madonna, mas ainda não possui previsão de estreia. “Quero transmitir a incrível jornada a que a vida me levou como artista, música, dançarina – um ser humano tentando abrir seu caminho neste mundo”, disse Madonna, em comunicado oficial sobre o projeto. “O foco desse filme sempre será a música. A música me manteve seguindo em frente e a arte me manteve viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas e quem melhor para contá-las do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com minha voz e visão. ” Madonna e Diablo Cody têm divulgado o progresso do roteiro há um mês, em diversos vídeos no Instagram. Num vídeo postado na quinta (10/9), elas celebraram ter ultrapassado as 100 primeiras páginas. “E tenho tanto mais para contar…”, disse Madonna na ocasião. O filme vai abordar a chegada da cantora na Manhattan dos anos 1980, quando conviveu com artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e se tornou uma figura conhecida na cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou anteriormente sobre o projeto. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer’”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. Com uma carreira que se estende por quase quatro décadas e vai muito além da música, o que não vai faltar é assunto. A relevância contínua de Madonna deve-se ao seu destemor em se reinventar, algo que ela fez com sua música nos anos 1990 e quando decidiu se tornar diretora de cinema. O filme sobre ela mesma será seu terceiro longa, após “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011). A próxima etapa da produção deve ser a mais curiosa. Ver quem Madonna escolherá para interpretá-la.
Netflix anuncia série sobre Ayrton Senna
A Netflix anunciou nesta quinta (3/9) que vai realizar uma minissérie sobre o piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna. Junto de um comunicado sobre o projeto, a plataforma também disponibilizou um vídeo para oficializar a produção. Com oito episódios, a atração será uma obra ficcional e não um documentário, com produção da Gullane e participação ativa da família do esportista. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para as gravações. “É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto”, disse Viviane Senna, irmã de Ayrton, em comunicado. A série deverá acompanhar todos os passos da carreira, além de detalhes da vida de Senna. O ponto de partida será o começo da carreira automobilística, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas pretendem mostrar o homem por trás do mito, até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino, que matou o piloto em 1994. O vídeo disponibilizado ressalta este recorte, com fotos de Senna desde a infância até a sua carreira vitoriosa, acompanhadas por frases dos valores que ele considerava importante em sua vida. Apesar do anúncio, não foram revelados detalhes sobre a equipe responsável pelas gravações, nem elenco, que pode ainda não ter sido escalado. A expectativa é que a minissérie esteja pronta apenas para 2022.
Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator
A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.
Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.
Nova série de biografias musicais vai contar história de Naomi e Wynonna Judd
A Fox está desenvolvendo uma série de biografias musicais com o título provisório de “Icon”. A ideia é abordar uma lenda da música popular americana por ano e a 1ª temporada trará a história da única dupla musical de mãe e filha dos EUA, Naomi e Wynonna Judd, que fizeram sucesso nos anos 1980 e 90. Juntas, elas dominaram a cena country, ganhando inúmeros prêmios e vendendo mais de 20 milhões de álbuns. Nenhum roteirista ainda está vinculado ao projeto, que está sendo desenvolvido pelo Jackal Group e a Sandbox Entertainment em parceria com a Fox Entertainment. Naomi e Wynonna Judd também serão produtoras da 1ª temporada. A Sandbox Entertainment representa estrelas da música country como as Judd, Faith Hill, Little Big Town, Kacey Musgraves e outros. Já The Jackal Group é a produtora de Gail Berman (de “A Família Addams”). Berman e Jason Owen, CEO da Sandbox, também estão desenvolvendo outra série musical na Fox, ainda sem título, que será uma espécie de “Empire” da country music.
Matthew McConaughey vai transformar diários antigos em autobiografia
O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013) vai publicar uma autobiografia, “Greenlights”, que chegará em outubro às livrarias americanas. “Desde que eu aprendi a escrever, tenho mantido diários. Eu coloquei neles tudo o que já me excitou, me desanimou, me fez rir, me fez chorar, me fez questionar, me manteve acordado à noite. Dois anos atrás, eu reuni a coragem para reabrir todos esses diários e descobrir se havia algo ali que eu poderia aproveitar – o resultado foi um livro”, explicou McConaughey sobre o lançamento, em comunicado. O título da obra (“sinais verdes”, em português) revela a intenção do ator de dar conselhos de vida com a sua escrita. “Tento ensinar como podemos encontrar mais sinais verdes na vida, eu e você”, assumiu. “Nós não gostamos dos sinais vermelhos e amarelos, porque eles desperdiçam o nosso tempo, não é? Mas, quando percebemos que todos eles viram sinais verdes eventualmente, eles revelam as suas rimas. Assim, a vida se torna um poema, e passamos a conseguir o que queremos e o que precisamos ao mesmo tempo”, filosofou. McConaughey não é a único astro de Hollywood a anunciar o lançamento de uma autobiografia durante o período de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. O ator Patrick Stewart também vai contar sua história de vida, desde a infância “marcada por pobreza e violência doméstica” até a consagração com milhões de fãs em todo o mundo, como os amados Professor Xavier dos “X-Men” e Capitão Picard de “Star Trek”.
Mahershala Ali viverá lendário campeão de boxe
O ator Mahershala Ali, vencedor do Oscar por “Moonlight” e “Green Book”, interpretará o pugilista Jack Johnson, que em 1908 se tornou o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em uma nova minissérie da HBO. Com seis episódios, a minissérie vai se chamar “Unruly” (indisciplinado) e está sendo apresentada como um relato sem filtros sobre a vida de Johnson no começo do século 20. Mahershala Ali já havia interpretado uma versão do personagem na produção teatral de “A Grande Esperança Branca”, em 2000. O papel, porém, é mais lembrado na interpretação do veterano James Earl Jones, que venceu o Tony Award de Melhor Ator pela peça em 1969, além de ter estrelado a adaptação cinematográfica de 1970. A diferença da minissérie é que, ao contrário de “A Grande Esperança Branca”, do dramaturgo Howard Sackler, que mudou detalhes da história (como o nome do boxeador), desta vez a trama será baseada em fatos reais, refletindo o documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, produzido e dirigido por Ken Burns, além do livro homônimo de Geoffrey C. Ward. O roteiro está a cargo de Dominique Morisseau (“Shameless”), que também vai dividir a produção com o próprio Ali, o ator Tom Hanks e o produtor Gary Goetzman (“Mamma Mia!”) pela Playtone, e Ken Burns, Mimi Valdés e Amatus Karim Ali pela Florentine Films. Não há previsão de estreia.
Atriz de As Aventuras de Poliana lança biografia aos 15 anos
Intérprete de Filipa em “As Aventuras de Poliana”, a atriz Bela Fernandes lançou um livro biográfico com apenas 15 anos. “Sim, muitas pessoas falam: ‘Meu Deus! Tão nova e já vai lançar um livro! Deve ser conteúdo bobo!’. E, na verdade, eu já tenho histórias demais para contar”, defendeu ela em entrevista ao blog NaTelinha. Com quase 7 milhões de seguidores no Instagram, Bela disse que seu livro é para “as meninas de 11, 13 anos”. “Muitas estão passando pela fase do primeiro beijo, sofrendo por meninos e olha, eu comecei a sofrer muito cedo, e eu conto isso no livro, desde pequeninha. Eu já tinha meus ‘crushes’ na TV e todas essas histórias que eu não tinha contado ainda”, revelou na entrevista. Ela também diz que aprendeu a lição, após crises de ansiedade para adiantar etapas de seu crescimento: “Eu percebi que não é assim, as coisas acontecem quando tem que acontecer, então eu estou deixando as coisas acontecerem”. Depois dos quase 1,5 mil episódios de “Poliana”, ela atuou em seu primeiro filme, “O Melhor Verão das Nossas Vidas” (2020), lançado em janeiro, mas a pandemia de coronavírus interrompeu sua carreira precoce. Bela contou que vários dos seus projetos foram adiados e ela tem passado os últimos dias em casa, de quarentena com a família – “são sete pessoas!” Com letras bem grandes, várias fotos, ilustrações e pôster de brinde na pré-venda, “A Vida de Bela Fernandes” tem previsão de lançamento para 31 de julho. Veja a capa abaixo.
Vida de Zeca Pagodinho vai virar filme
A vida e a carreira de Zeca Pagodinho serão transformadas em filme, com produção de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e distribuição nos cinemas pela Paris Filmes. Ainda sem diretor e elenco definidos, o longa vai adaptar o livro “Deixa o Samba me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. Devido à pandemia de coronavírus, a produção ainda não tem data para começar a ser filmada, muito menos previsão de lançamento.
Atriz de Sex Education viverá autora de O Morro dos Ventos Uivantes em minissérie biográfica
A atriz Emma Mackey (a Maeve de “Sex Education”) vai estrelar uma minissérie sobre a escritora Emily Brontë, autora do famoso romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. A produção britânica vai abordar a juventude de Bronte, marcada pela tragédia. Apesar de seu pai privilegiar a educação de seu único filho homem, que nunca realizou nada, Emily e suas duas irmãs que sobreviveram à adolescência, Charlotte e Anne, conseguiram estudar por conta própria e viraram escritoras celebradas mundialmente por suas obras. Charlotte escreveu o clássico “Jane Eyre”, inspirada nas agruras que elas passaram num internato, onde outras duas irmãs pegaram febre tifoide e morreram, e Anne escreveu “Agnes Grey” e “A Senhora de Wildfell Hall”, este último considerado o livro mais chocante da era vitoriana, devido às descrições gráficas de perversidade e alcoolismo. Todas usaram pseudônimos masculinos, como se fossem os irmãos Bell, e todas morreram jovens, sem estender suas carreiras. Das três irmãs escritoras, a história de Emily é a menos conhecida, porque ela passou a maior parte da vida enclausurada, com fobia social. “O Morro dos Ventos Uivantes” foi publicado em 1847, após anos sendo recusado pelas editoras – assim como as primeiras obras de Charlotte e Anne. E só foi publicado após Charlotte emplacar “Jane Eyre” entre os livros mais vendidos do Reino Unido. A história acompanhava a história de amor visceral e condenado entre a jovem aristocrata Catherine Earnshaw e o pobre Heathcliff, cujo desfecho trágico tornava seu amor literalmente assombrado. A minissérie biográfica tem roteiro e direção à cargo de Frances O’Connor, atriz de “Invocação do Mal 2” e “Locke & Key”, que estreia nas duas funções. “O trabalho e as palavras de Emily Bronte são cheios de paixão, sentimento, violência e inteligência feroz”, disse O’Connor no comunicado que anunciou a produção. “Ao criar uma vida imaginada para Emily, ela viverá novamente para o nosso público. A história dela é sobre uma jovem que se atreve a se formar, a abraçar sua verdadeira natureza, apesar das conseqüências… Estou muito empolgada por trabalhar com essas pessoas, um elenco emocionante, talentoso e jovem, luminoso, inteligente e espirituoso”. O elenco confirmado também inclui Joe Alwyn (“A Favorita”) como o amante conflituoso de Emily, Fionn Whitehead (“Dunkirk”) como o irmão Branwell Brontë e Emily Beecham (a Viúva de “Into the Badlands”) no papel da irmã mais velha, Charlotte Brontë. A escalação da caçula Anne Brontë ainda não foi anunciada. A produção está marcada para começar na região britânica de Yorkshire no início de 2021.
Sergio: Wagner Moura vive diplomata brasileiro em trailer de filme internacional da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Sergio”, biografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello, que traz o ator Wagner Moura (“Narcos”) no papel-título. Além de estrelar o filme, Moura é um dos produtores. Ele estava desde 2013 tentando tirar o filme do papel e chegou a passar uma temporada nos Estados Unidos negociando a produção. Falado em inglês, “Sergio” tem elenco internacional, com participação da cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) no papel de Carolina Larriera, economista argentina e mulher de Vieira de Mello, que foi a última pessoa a vê-lo com vida, além dos atores Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Will Dalton (“Loving”), Clemens Schick (“Praia do Futuro”) e Brían F. O’Byrne (“Menina de Ouro”). Trata-se do primeiro longa de ficção dirigido por Greg Barker, vencedor do Emmy pelo documentário “Manhunt: The Inside Story of the Hunt for Bin Laden” (2013). Mas ele conhece bem o tema. Em 2009, Barker dirigiu outro “Sergio” (2009) sobre o mesmo diplomata, um documentário sobre a vida de Vieira de Mello para o canal pago HBO. O roteiro, por sua vez, é de Craig Borten, indicado ao Oscar por “Clube de Compras Dallas” (2013), e adapta o livro “O Homem Que Queria Salvar o Mundo”, de Samantha Power, ex-embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas e premiada com o Pulitzer. O filme foca as missões de Sérgio Vieira de Mello durante seu período no Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, quando fez importantes avanços sócio-políticos no Timor Leste, Bangladesh, Camboja e outros países com problemas humanitários. Sua capacidade de resolver crises aparentemente insolúveis lhe rendeu o apelido de “Mr. Fix-It”, citado no trailer, e fama de ser uma mistura de “James Bond com Bobby Kennedy”. Graças à sua capacidade de negociação, coragem e disposição de enfrentar o perigo, ele foi escolhido para representar o secretário-geral das Nações Unidas no Iraque, em maio de 2003. E acabou vítima de um ataque à bomba ordenado por Osama Bin Laden contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. A estreia está marcada para 19 de abril, exclusivamente em streaming.












