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    Xuxa busca atrizes que possam interpretá-la em série

    31 de dezembro de 2022 /

    A apresentadora Xuxa Meneghel está procurando atrizes para interpretá-la. O papel é numa série sobre sua vida, que está sendo produzida pela Globoplay. Intitulada “Rainha”, a série começará a ser gravada ainda no primeiro trimestre de 2023, e Xuxa está envolvidíssima, querendo definir sua intérprete. “Para mim é muito importante que eu esteja envolvida nessa procura”, ela disse ao jornal Extra. “É muito difícil porque estou viva, não morri. Sei que é complicado encontrar alguém com meus trejeitos. O público me acompanhou com 20, com 30, com 40, com 50 e me conhece muito bem. Estamos procurando também alguém que tenha minha energia. Eu me divertia, pulava e brincava muito apresentando meus programas. É essa energia que a gente busca em alguém”. A produção vai mostrar várias fases da vida da apresentadora. “Começa comigo bebê, em Santa Rosa, depois tem minha fase de adolescente e já mulher. A ideia inicial é contar até minha gravidez”. E já há candidatas para o o papel. Nikki Meneghel, sobrinha de Xuxa, tem testes marcados com a produção. Ela é filha de Cirano, irmão de Xuxa, e tem 17 anos. “Falei para a [ela] fazer o teste. Disse para ela estudar o texto e dançar como eu dançava”, disse Xuxa.

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  • Filme,  Música

    Família de Whitney Houston tentou vetar romance lésbico retratado em cinebiografia

    27 de dezembro de 2022 /

    A diretora do filme “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston”, Kasi Lemmons, revelou que a família da aclamada cantora tentou vetar a retratação de um romance lésbico vivido pela artista. Numa entrevista ao The Hollywood Reporter, a cineasta contou que Whitney teve um relacionamento de ao menos um ano com a diretora de criação Robyn Crawford durante a adolescência. Mas a família não queria que isso fosse retratado no filme, relutando contra a exibição da cena de um beijo entre as atrizes Naomi Ackie (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Nafessa Williams (“Raio Negro”), que vivem Whitney e Robyn respectivamente. “Nós conversamos com todos em torno de Whitney, e [seu pai] John Hostoun estava muito focado na imagem [da artista]. Nós ouvimos de muitas fontes que ele ficou extremamente infeliz quando as notícias começaram a se espalhar e que ele havia ameaçado Robyn”, contou a diretora. “Ele queria que Whitney fosse a Barbie.” Muito além do desejo da diretora da obra, o respeito à orientação sexual de Whitney também estava nos planos do produtor musical Clive Davis, que ajudou na produção do filme. “É um beijo doce, como um primeiro beijo, bem romântico e eu lutei para que essa cena fosse gravada”, afirmou Kami, que conseguiu convencer os familiares da cantora posteriormente. Whitney Houston morreu em 11 de fevereiro de 2012, após se afogar acidentalmente numa banheira. Na ocasião, a cantora teria uso drogas de forma excessiva. Durante a carreira, a cantora garantiu a estrela da fama com vários sucessos, como a faixa-título do filme, “I Wanna Dance With Somebody” (1987), além de “Greatest Love of All” (1986) e “I Will Always Love You” (1992), que estourou ao ser incluída na ser trilha sonora do filme “O Guarda-Costas” (1992). O legado da artista permanece vivo após mais de 200 milhões de álbuns e singles vendidos, seis Grammys e 22 prêmios no American Music Awards. Já em cartaz nos EUA, “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston” chega aos cinemas brasileiros em 12 de janeiro.

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  • Série

    Detonada pela família Abravanel, série “O Rei da TV” é renovada

    12 de dezembro de 2022 /

    A plataforma Star+ confirmou que a série “O Rei da TV”, sobre a vida de Silvio Santos, terá 2ª temporada. As gravações dos novos episódios foram concluídas antes das reações negativas da família Abravanel à estreia em outubro passado, com críticas revoltadas das filhas de Silvio Santos ao conteúdo da atração e promessa de realizar uma série própria sobre o dono do SBT. Os novos episódios de “O Rei da TV”, com previsão de estreia para 2023, vão render ainda mais polêmica, ao abordarem o ano de 1989, quando o famoso se candidatou à presidência da República. Segundo a sinopse divulgada, o ressentimento de ter a intenção abortada teria sido a “motivação para transformar o SBT no canal mais assistido do Brasil, numa grande batalha que marcou a história da TV no país”. Para completar, a trama também vai mostrar o sequestro da filha Patrícia Abravanel, “transmitido ao vivo em rede nacional”, de acordo com o comunicado enviado pelo Star+ à imprensa. A notícia da continuação também foi divulgada nas redes sociais como uma “homenagem” a Sílvio Santos, que está completando 92 anos nesta segunda-feira (12/12). “Parabéns, Rei da TV! Segunda temporada confirmada”, postou o perfil da Star+. Produção da Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) e os atores José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”) e Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”), respectivamente como o Sílvio Santos maduro e sua versão jovem. Parabéns, Rei da TV! Segunda temporada confirmada! 🥳👑 Em breve, só no #StarPlusBR. #OReiDaTV pic.twitter.com/fFDIwnZNvI — Star+ Brasil (@StarPlusBR) December 12, 2022

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  • Filme,  Música

    Filme da banda Bee Gees troca diretor pela terceira vez

    9 de dezembro de 2022 /

    A diretora Lorene Scafaria (“As Golpistas”) foi contratada pelo estúdio Paramount para assumir o comando da cinebiografia da banda Bee Gees. Ela vai substituir John Carney (“Apenas uma Vez”), que citou conflito de agenda para abandonar o projeto. Curiosamente, Carney já era o substituto de Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que também deixou o projeto alegando conflitos de agenda. Boatos de bastidores afirmam que a produção enfrenta dificuldades com os responsáveis pelo espólio da banda, que estaria tentando controlar todos os aspectos da produção. Mas fontes do Deadline refutam essa informação, sem, entretanto, dar outra explicação para tantas mudanças. A equipe de produção, liderada por Graham King, é a mesma do premiado “Bohemian Rhapsody”, que contou com supervisão constante dos músicos da banda Queen. No novo filme, quem acompanha de perto o projeto é Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Scafaria, terceira diretora do filme, vai trabalhar com o roteiro mais recente, escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”). O longo pretende mostrar o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, acompanhando sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977.

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  • Filme

    Vida de Daiane dos Santos vai virar filme

    5 de dezembro de 2022 /

    A vida da ginasta campeã Daiane dos Santos será contada em um filme em desenvolvimento pela produtora Maria Farinha Filmes. Ambientado na década de 1990, o longa vai mostrar a história da ginasta, descoberta em um parquinho, que se tornou a primeira negra a subir no lugar mais alto do pódio na modalidade solo. A ficção pretende mostar não apenas a trajetória pessoal da campeã mundial de 1,46 metro, que superou o racismo e as exigências mentais e físicas do esporte, mas também os bastidores do esporte. Ainda não foi definido quem interpretará a ex-atleta olímpica.

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  • Etc,  TV

    Luiz Fernando Guimarães detalha luta contra alcoolismo em autobiografia

    14 de novembro de 2022 /

    O comediante Luiz Fernando Guimarães está lançando sua autobiografia, “Eu Sou uma Série de 11 Capítulos”, em que relata sua longa luta contra as drogas. O astro que divertiu o Brasil em “Os Normais”, “Minha Nada Mole Vida” e várias outras produções calcula ter perdido três anos da sua existência – e quatro carros – por conta do alcoolismo. A bebida o separou de amigos e o deixou com “uma vida abandonada”. Ele passou até por uma internação forçada em uma clínica, sem que conseguisse parar de beber. A solução foi demorada e veio com a ajuda de muita terapia, mas ele diz ter conseguido controlar sua doença, que considera hereditária. “Bebia para me sentir extrovertido. Foi o meu atual terapeuta que me ajudou a sair do poço. A gente sempre precisa de um reforço, de um Corpo de Bombeiros, de uma ambulância emocional. Quando a gente está no fundo do problema, não vê nada, porque é muita parede. Fica procurando salvação, mas não tem um caminho”, contou em entrevista ao jornal O Globo. A luta do ator de 72 anos contra o alcoolismo é apenas um dos temas abordados em “Eu Sou uma Série de 11 Capítulos”. Nas páginas da publicação da Globo Livros, ele também trata de sua descoberta do teatro, seu relacionamento de 25 anos com o marido, Adriano, e a emoção de virar pai ao adotar duas crianças, além de histórias de seus muitos amigos famosos. Relata “viagens psicodélicas” com Ney Matogrosso, festas com Evandro Mesquita e conversas no WhatsApp com Fernanda Montenegro, por exemplo. “Fernandona é tão divertida, no Whats ela fala ao mesmo tempo que pensa. Às vezes, eu mesmo não acredito que é ela falando ali. Eu mostro para os meus amigos: ‘Não pode ser!’. Ela me diz: ‘Aqui é Fernanda mesmo… a Mãe'”, contou ele. Atualmente em pré-venda, o livro só será lançado em 24 de novembro.

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  • Filme,  Música

    Cinebiografia de Whitney Houston ganha novo trailer

    12 de novembro de 2022 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer de “I Wanna Dance With Somebody”, cinebiografia da cantora Whitney Houston, que é interpretada nas telas por Naomi Ackie (a Jannah de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Apesar do título aludir a uma música popular da artista, ela passa a maior parte do vídeo cantando outra canção, bem mais conhecida: “I Will Always Love You”, da trilha do filme “O Guarda-Costas” (1992). A prévia prioriza o começo da carreira da estrela e sua relação turbulenta com seu pai, vivido por Clarke Peters (“The Man Who Fell to Earth”). O elenco também destaca Ashton Sanders como o cantor Bobby Brown, marido de Whitney, e Stanley Tucci (“Convenção das Bruxas”) quase irreconhecível no papel do empresário Clive Davis, responsável pelo estouro da artista. Apesar das imagens mostrarem um Whitney alegre em sua escalada para o sucesso, a carreira da estrela teve muitos altos e baixo, que entremearam vários sucessos musicais com um casamento tumultuado e um conhecido envolvimento com drogas. O roteiro é de Anthony McCarten, que dividiu opiniões ao tomar inúmeras liberdades com a vida de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”. Já a direção está a cargo de Stella Meghie (“A Fotografia”). “I Wanna Dance with Somebody” estreia em 21 de dezembro nos EUA, mas apenas em 2 de fevereiro no Brasil. Veja o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.

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  • Etc

    Hilary Duff critica lançamento relâmpago e polêmico de biografia de Aaron Carter

    11 de novembro de 2022 /

    A atriz Hilary Duff (“How I Met Your Father”) criticou a editora Ballast Books por programar um lançamento relâmpago de um livro póstumo sobre a vida do cantor Aaron Carter menos de uma semana após sua morte. Duff, que namorou Carter no início dos anos 2000, disse que a decisão da editora é “imprudente” e uma forma de “capitalizar em cima da tragédia”. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar o tempo ou cuidado apropriados para verificar a validade do seu trabalho”, disse Duff, em um comunicado. “Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento.” A atriz completou afirmando que “de forma alguma eu tolero lançar alguma luz sobre o que é tão obviamente um roubo de dinheiro desinformado e sem coração”. A fala de Duff teve o respaldo do antigo empresário de Aaron Carter, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis ​​que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” O livro, intitulado “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, foi co-escrito por Carter e pelo autor Andy Symonds. Um trecho do livro obtido pelo New York Post alega que o falecido cantor pop afirma ter tirado a virgindade de Duff em “talvez seu aniversário de 13 anos”. O casal namorou de 2000 a 2003. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro de memórias, que cobrirá tudo, desde seu relacionamento tumultuado com o irmão mais velho Nick Carter (membro dos Backstreet Boys) e o resto de sua família, seu uso de drogas e seus problemas de saúde mental. O livro está programado para ser lançado já na próxima terça (15/11). Aaron Carter foi encontrado morto em sua casa em Lancaster, subúrbio de Los Angeles, no dia 5 de novembro. Ele tinha 34 anos. Pouco depois de sua morte, Hilary Duff escreveu uma homenagem emocionante ao ex-namorado no seu Instagram. “Para Aaron – lamento profundamente que a vida tenha sido tão difícil para você e que você tenha tido que lutar na frente do mundo inteiro”, escreveu a atriz de “Lizzy McGuire”. “Você tinha um charme que era absolutamente efervescente… Cara, meu eu adolescente te amava profundamente. Enviando amor para sua família neste momento. Fique em paz.”

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    Vida de Snoop Dogg vai virar filme

    10 de novembro de 2022 /

    A Universal Pictures está preparando um filme sobre a vida o rapper Snoop Dogg. O estúdio contratou o roteirista Joe Robert Cole, de “Pantera-Negra: Wakanda para Sempre”, e o diretor Allen Hughes, dos filmes “Perigo para a Sociedade” (1993), “O Livro de Eli” (2010) e o documentário “The Defiant Ones” (2017) sobre Dr. Dre, para iniciar a produção. “Snoop Dogg é uma das figuras mais amadas internacionalmente no hip-hop”, disse Hughes em comunicado sobre o projeto. “Há algo em sua energia que une pessoas de todas as esferas da vida. Snoop Dogg, não apenas o artista, mas o homem e sua marca, transcendeu gerações com sua conexão e apelo ao público. Sua história é tão autêntica e totalmente inspiradora, e ter a oportunidade de contá-la me permite voltar ao tema de ‘Perigo para a Sociedade’, 30 anos depois, podendo dizer mais agora do que podia antes.” O próprio Snoop está fortemente envolvido com o projeto, que incorporará músicas de seu catálogo e lançará sua produtora cinematográfica, Death Row Pictures. “Esperei muito tempo para montar esse projeto porque queria escolher o diretor certo, o roteirista perfeito e a maior empresa de cinema com a qual eu poderia fazer parceria, que pudesse entender o legado que estou tentando retratar na tela e a memória que estou tentando deixar para trás”, disse Snoop no mesmo comunicado. “Foi o casamento perfeito. Era um matrimônio sagrado, não um macarrão sagrado”. Snoop, cujo nome verdadeiro é Calvin Cordozar Broadus Jr., ganhou fama na cena do rap da Costa Oeste dos anos 1990 graças às suas colaborações com Dr. Dre e seus álbuns “Doggystyle” e “The Doggfather”. Ele transformou o sucesso inicial em um império de mídia e negócios, tornando-se um ator, DJ e celebridade, interpretando a si mesmo em inúmeras séries e fazendo diversos filmes como “Dia de Treinamento” (2001), “Starsky & Hutch: Justiça em Dobro” (2004) e o recente “Dupla Jornada” (2022), da Netflix. Também virou um empresário com vínculos com tecnologia, marcas globais de consumo, indústrias de alimentos e bebidas e, claro, com o mundo da cannabis. “A vida e o legado de Snoop Dogg fazem dele um dos ícones mais emocionantes e influentes da cultura popular”, afirmou Donna Langley, presidente do Universal Filmed Entertainment Group. “Nós nos encontramos com Snoop logo depois que ele adquiriu a [gravadora] Death Row Records e tivemos a oportunidade de ouvir sua história em suas próprias palavras. Estamos honrados por poder criar o documento duradouro deste artista singular.” A Universal já teve sucesso explorando a cultura do rap com cinebiografias musicais, em filmes como “8 Mile: Rua das Ilusões” (2002), com Eminem, e “Straight Outta Compton”, que contou a história do NWA – e que trouxe o ator LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) como Snoop Dog. Em fase inicial, o filme sobre Snoop Dogg ainda não tem título definido nem previsão de estreia.

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    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

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  • Filme

    Diretora de “Lindinhas” fará filme sobre Josephine Baker

    4 de novembro de 2022 /

    A cineasta francesa Maïmouna Doucouré (“Lindinhas/Mignonnes”) vai escrever e dirigir a cinebiografia da icônica atriz, cantora e dançarina Josephine Baker, ícone da luta pela liberdade e igualdade racial, além de um das maiores nomes dos espetáculos de Paris na primeira metade do século 20. O projeto está em desenvolvimento pelo Studiocanal e conta com o apoio dos filhos de Josephine Baker, Jean-Claude Bouillon Baker, Brian Bouillon Baker e da tribo Rainbow, o nome carinhoso que a artista deu às 12 crianças de diferentes origens que ela adotou após a 2ª Guerra Mundial. “Josephine Baker. A artista universal, mulher e mãe. Estamos honrados em fazer parceria com o Studiocanal e colaborar com Maïmouna neste longa-metragem sobre as conquistas incríveis e humanistas de nossa mãe. Sim, ela podia. E ela fez. Obrigado mãe!”, disseram os filhos dela, em comunicado oficial. Nascida nos EUA, em St Louis, Missouri, Baker passou a maior parte de sua vida na Europa, principalmente na França, onde encontrou fama nos cabarés de Paris nas décadas de 1920 e 1930. Ela apoiou a resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, antes de retomar sua carreira após o conflito. E foi também uma ativista formidável dos direitos civis, recusando-se a se apresentar em partes segregadas dos EUA na década de 1950. Em sua vasta lista de pioneirismos, Baker foi a primeira mulher negra a estrelar um grande filme, “A Sereia Negra”, em 1927, além de ser considerada ícone mundial da Era do Jazz e uma heroína real da França, condecorada por Charles de Gaulle. Baker morreu em Paris em 1975, mas em 2021 ela foi enterrada novamente no Panthéon em Paris, tornando-se apenas a sexta mulher a ser homenageada dessa maneira pela França, ao lado de Simone Veil e Marie Curie. Doucouré disse que a vida e o trabalho de Baker como artista foram uma inspiração para ela. “É uma grande honra e também um belo desafio embarcar neste projeto. Pensar que através da ficção posso contar sua grande e profundamente rica história, sua beleza, suas lutas, suas feridas e sua humanidade. Mal posso esperar para dar uma nova vida a essa lenda incrível na tela”, disse ela. O filme começa a ser rodado em 2023 e ainda não tem previsão de estreia. Esse não é o único projeto sobre a vida de Josephine Baker em andamento. Há alguns meses, foi anunciado que a cantora Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) ia estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz. O projeto, desenvolvido pelo estúdio indie A24, também não tem previsão de estreia. O primeiro filme de Maïmouna Doucouré, “Lindinhas” (2020), gerou polêmicas e tentativas de censura por supostamente sexualizar as suas protagonistas crianças. Na ocasião, a Netflix, que distribuiu o filme, precisou emitir um comunicado dizendo que a proposta da obra era criticar a sexualização infantil e não celebrá-la.

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    Matthew Perry pede desculpas a Keanu Reeves após desejar que ele tivesse morrido

    27 de outubro de 2022 /

    Matthew Perry, o Chandler Bing de “Friends”, decidiu vir à público pedir desculpas a Keanu Reeves por sugerir que desejava que ele tivesse morrido em sua autobiografia. Após a repercussão dos trechos do livro, em que escreveu, em tom de lamento, que “Keanu Reeves ainda caminha entre nós”, Perry comentou sobre o caso. “Na verdade, sou um grande fã de Keanu”, ele disse em comunicado. “Apenas escolhi um nome aleatório, erro meu. Peço desculpas. Eu deveria ter usado meu próprio nome em vez disso”. Em dois trechos de “Friends, Lovers and the Big Terrible Thing”, a autobiografia, Perry considerou um absurdo Keanu Reeves ainda estar vivo quando atores mais talentosos que ele, como River Phoenix, Heath Ledger e até Chris Farley, morreram por overdose. A primeira manifestação veio à tona durante um comentário sobre a morte de River Phoenix, o irmão de Joaquin, que por sinal era amigo próximo do astro de “Matrix”. River, que contracenou com River Phoenix em “Uma Noite na Vida de Jimmy Reardon” (1988), faleceu de overdose em 1993, aos 23 anos. “Parece que sempre são os caras realmente talentosos que caem. Por que os pensadores originais como River Phoenix e Heath Ledger morrem, mas Keanu Reeves ainda caminha entre nós?”, escreveu Perry. Em outro trecho, Perry revela que ficou abalado quando seu amigo, o humorista Chris Farlay, morreu aos 33 anos. “Eu fiz um buraco na parede do camarim de Jennifer Aniston quando descobri. Keanu Reeves caminha entre nós”. Até o momento, Keanu Reeves não se pronunciou sobre o assunto.

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    Matthew Perry lamenta que Keanu Reeves ainda esteja vivo

    26 de outubro de 2022 /

    O ator Matthew Perry, intérprete de Chandler Bing em “Friends”, fez ataques gratuitos a Keanu Reeves em sua autobiografia, intitulada “Friends, Lovers and the Big Terrible Thing”, que chega às livrarias dos EUA nesta sexta (28/10). O ator de “Friends” considerou um absurdo Keanu Reeves ainda estar vivo quando atores mais talentosos que ele, como River Phoenix, Heath Ledger e até Chris Farley, morreram por overdose. A primeira manifestação de seu problema com Reeves veio à tona durante um comentário sobre a morte de River Phoenix, o irmão de Joaquin, que por sinal era amigo próximo do astro de “Matrix”. River faleceu de overdose em 1993, aos 23 anos. Perry contracenou com River Phoenix em “Uma Noite na Vida de Jimmy Reardon” (1988). “River era um homem bonito, por dentro e por fora – lindo demais para este mundo, no fim das contas. Parece que sempre são os caras realmente talentosos que caem. Por que os pensadores originais como River Phoenix e Heath Ledger morrem, mas Keanu Reeves ainda caminha entre nós?”, escreveu Perry. Ele voltou a citar Reeves da mesma forma ao falar da morte de Chris Farley. “A doença dele progrediu mais rápido do que a minha. (Além disso, eu tinha um medo saudável da palavra ‘heroína’, um medo que não compartilhávamos). Eu fiz um buraco na parede do camarim de Jennifer Aniston quando descobri [sua morte por overdose]. Keanu Reeves caminha entre nós”, diz o livro. Apesar dos ataques, Perry não revelou o motivo por trás críticas a Keanu. Os dois nunca trabalharam juntos em nenhuma produção, nem tiveram uma desavença conhecida. Mas comentários tão maldosos indicam que algo possa ter rolado entre eles ou que Perry, ao menos, sabe de algo sobre Reeves que o mundo desconhece. Matthew Perry também quase morreu de overdose, segundo seu livro.

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