Joaquin Phoenix diz que é “assustador” interpretar o Coringa no cinema
Após ser confirmado como intérprete do Coringa no primeiro filme solo do personagem, o ator Joaquin Phoenix finalmente abordou o projeto numa entrevista. Falando ao site Collider, ele confessou que o papel assusta, principalmente por causa do mundo criado pelo diretor Todd Phillips para a origem do personagem. “Parece único, é um mundo próprio de certa forma, e isso, de certa maneira, me assusta pra cara*ho. Talvez seja algo que vá assustar o público também”, disse. Curiosamente, o que teria motivado o ator a participar do filme foi a oportunidade de trabalhar com o diretor Todd Phillips, mentor do projeto, que só fez comédias de tom besteirol em toda a carreira, como a trilogia “Se Beber Não Case”. Phillips também assina o roteiro em parceria com Scott Silver (“O Vencedor”). A história será situada nos anos 1980 e o filme se aproximará mais de um suspense do que um filme de super-herói. “Eu não diria que se trata de um filme de super-herói ou um filme de estúdio. Me parece único e acredito que, mais importante do que tudo, Todd está dando tudo para este projeto”, acrescentou o ator. Phoenix ainda contou que teve uma ideia semelhante ao que a Warner pretende realizar há alguns anos. Na época, ele considerava pouco provável que um projeto assim pudesse ser focado no Coringa. “Há três ou quatro anos, liguei para o meu agente e disse ‘por que eles não pegam um desses personagens e fazem um filme de baixo orçamento sobre ele, um estudo de personagem? Por que não pegam um dos vilões?’. E pensei ‘não dá para ser o Coringa, porque já foi feito’. Então, estava tentando pensar em outros personagens e ele disse ‘vou marcar uma reunião geral com a Warner Bros’. Respondi que não iria. Então, esqueci completamente sobre isso e, então, ouvi essa ideia. Fiquei pensando: ‘isso é tão emocionante, esse é o tipo de experiência que queria ter em um filme com um personagem dos quadrinhos’. Senti que poderia render algo interessante nas telas.” As filmagens vão começar em setembro, mas o filme ainda não tem título ou previsão de estreia.
Filme do Coringa com Joaquin Phoenix ganha sinal verde da Warner
A Warner deu sinal verde para o começo da proução do filme solo do Coringa, que será estrelado por Joaquin Phoenix. As filmagens vão começar em setembro e serão realmente dirigidas por Todd Phillips, que só fez comédias de tom besteirol em toda a carreira, como a trilogia “Se Beber Não Case”. Ele também assina o roteiro em parceria com Scott Silver (“O Vencedor”). Phoenix teria pensado bastante sobre o convite e aceitado o papel, o que acelerou a produção. O orçamento do projeto está na faixa de US$ 55 milhões, significativamente menor do que as produções de super-heróis do estúdio – um quinto do valor especulado de “Liga da Justiça”, por exemplo. A Warner ainda não definiu o título nem uma data de lançamento para o filme, que está sendo descrito mais como um drama criminal que uma história de supervilão. O lançamento não fará parte do universo cinematográfico da DC Comics (leia-se “Liga da Justiça”). Isto é, será independente dos outros filmes de super-heróis da Warner, sem seguir a cronologia das aparições de Batman no cinema. Com isso, o longa também irá testar a viabilidade de versões mais autorais de personagens de quadrinhos em histórias auto-contidas. Além deste filme, a Warner tem outro filme do Coringa em desenvolvimento com Jared Leto, que interpretou o personagem em “Esquadrão Suicida”. Ao contrário do filme com Joaquin Phoenix, este projeto fará parte do universo conectado dos filmes da DC.
Batman deve ter ator mais jovem em seu próximo filme
A sacudida geral na DC Entertainment, que perdeu sua presidente e seu diretor criativo nos últimos dias, não deve se limitar apenas aos bastidores. Publicações com acesso a fontes confiáveis, como o site Deadline e as revistas Variety e The Hollywood Reporter, apontam que o próximo filme de Batman será um novo reboot, que introduzirá um novo intérprete para o personagem. Desta vez, porém, não será um ator veterano como Ben Affleck, o atual Batman do cinema. A ideia é que o herói seja jovem no próximo filme, que será escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). Com isso, também teriam sido descartados os planos para a continuação de “Liga da Justiça”. Mas o longa solo do Flash deve acontecer, ainda que também sofra uma mudança. O ator Ezra Miller permanece confirmado, mas a produção não será sombria como tem sido a norma dos filmes de heróis da DC. A Warner quer algo mais leve, por isso contratou os diretores John Francis Daley e Jonathan Goldstein, que escreveram “Homem-Aranha: De Volta para Casa” e dirigiram “A Noite do Jogo”. Apesar de a história focar na trama dos quadrinhos de “Flashpoint”, o THR descreveu o projeto como mais próximo do tom de “De Volta para o Futuro”. Por enquanto, a Warner não confirmou essas notícias. Mas como tanto o filme do Flash quanto o novo Batman têm estreias previstas para 2020, anúncios oficiais devem surgir em breve. O único lançamento do estúdio neste ano é “Aquaman”, que chega em dezembro, enquanto “Shazam!” e “Mulher-Maravilha 1984” estão em produção para 2019.
Novo crossover das séries da DC Comics vai introduzir a heroína Batwoman
A rede The CW anunciou um novo crossover anual de suas séries de super-heróis. E a grande novidade é que desta vez a reunião de personagens de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” vai incluir Gotham City e introduzir uma heroína do universo de Batman, a Batwoman. “Nós estaremos fazendo outro evento de crossover neste outono na The CW e estaremos introduzindo um novo personagem. Nós estaremos lutando ao lado de Batwoman”, revelou Stephen Amell, estrela de “Arrow”, durante o evento de apresentação da programação da próxima temporada da emissora – o Upfront – , que aconteceu na noite de quinta-feira (17/5). O presidente da CW, Mark Pedowitz, confirmou a informação e completou: “Estamos adicionando a cidade de Gotham ao Arrowverse”, e prometeu que o episódio em grupo será “outro evento repleto de ação”. A participação de Batwoman no crossover representará a primeira vez que a personagem dos quadrinhos ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Ela surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico de Batman, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. A personagem acabou eliminada em 1964 quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. Mas retornou em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. A ironia dessa volta é que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBT da editora. Por conta dessa decisão, a maioria das versões de Batwoman que apareceram em séries ou filmes animados da DC Comics – inclusive o longa que tem seu nome no título: “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego” – não foram ligados à personagem dos quadrinhos, retratando-a com diferentes identidades. A Warner considerava a personagem oficial muito, digamos, adulta para figurar em produções juvenis. Mas os tempos evoluem. Assim, há dois anos, o lançamento de “Batman: Sangue Ruim” finalmente apresentou a versão animada de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, vale lembrar detalhes das séries da DC que antecipam sua chegada à televisão. Num episódio recente de “Arrow”, exibido em outubro do ano passado, Oliver Queen, o Arqueiro Verde, citou nominalmente Bruce Wayne e Gotham City. Veja abaixo. Além disso, a temporada passada de “Supergirl” introduziu a policial Maggie Sawyer, vivida por Floriana Lima, que nos quadrinhos chegou a ser noiva de Kate Kane, a Batwoman. As duas só não casaram porque a DC vetou, resultando em pedido de demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Ainda não há previsão para a exibição do crossover. No Brasil, as quatro séries são exibidas pelo canal pago Warner. Mayor by day. Hero by night. Stream the #Arrow premiere before tomorrow's new episode on The CW: https://t.co/zCi32rKGdv pic.twitter.com/2cEQUQbTFk — Arrow (@CW_Arrow) October 18, 2017
Gotham é renovada para 5ª e última temporada
A rede Fox decidiu renovar “Gotham” para sua 5ª e última temporada. A decisão de estender a história foi tomada para permitir aos produtores encerrarem a trama da série. Assim, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios não foi revelada, mas o retorno pode acontecer numa temporada reduzida, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal. A série tem média de 2,62 milhões de telespectadores e registra 0,8 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Isto só supera a cancelada “The Exorcist”, na programação da Fox. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Batman vai aparecer pela primeira vez em Riverdale, numa minissérie em quadrinhos
A Archie Comics fechou um acordo com a DC Comics para publicar o primeiro encontro entre seus principais personagens. Ninguém menos que Batman vai parar em Riverdale para ajudar Archie a enfrentar o Sr. Lodge. O detalhe é que a trama vai se passar em 1966, época da publicação de “Batman ’66”, revista baseada na série de Batman dos anos 1960, na qual o herói é desenhado com o visual do ator Adam West. Esta publicação tem realizado os crossovers mais divertidos e impensáveis dos últimos anos, trazendo encontros de Batman e Robin com os Vingadores (da série inglesa, não dos quadrinhos) e o Agente da UNCLE, entre outras séries da mesma época. Assim, Archie e seus amigos também terão o visual da série animada dos anos 1960, “A Turma do Archie”. A sinopse diz que uma batalha em Gotham City fica cada vez maior e acaba em Riverdale – com o Sr. Lodge virando o inimigo número 1 da Dupla Dinâmica. Cabe a Veronica recrutar ajuda e fazer uma ligação para Batcaverna. A publicação terá roteiro de Jeff Parker e Michael Moreci, e desenhos de Dan Parent. A previsão de lançamento é para julho nos Estados Unidos, e o primeiro exemplar chegará às bancas com várias capas alternativas. Veja abaixo.
Roteirista do filme solo de Bumblebee vai escrever Batgirl
O filme da “Batgirl” voltou a dar sinais de vida após a desistência de Joss Whedon. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner contratou a roteirista Christina Hodson para criar a trama da adaptação dos quadrinhos da heroína de Gotham City. Hodson é a escritora do vindouro filme solo de “Bumblebee”, spin-off de “Transformers” com estreia prevista para dezembro, além de dois thrillers fraquíssimos, “Refém do Medo” (2016) e “Paixão Obsessiva” (2017). Com a desistência de Whedon, havia uma pressão para a Warner contratar mulheres para escrever e dirigir o filme. O diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça” assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme e optou por desistir, abrindo caminho para que mulheres assumissem a responsabilidade. Barbara Gordon é a versão mais famosa de Batgirl, originalmente introduzida em 1961 como a identidade secreta da tenista Betty Kane. Barbara entrou em cena apenas seis anos depois, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter até revista própria, a personagem só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). De forma significativa, a personagem também faz figuração no mundo virtual do recente “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg – que é uma produção da Warner.
Supervilões se juntam para tocar o terror em trailer da série Gotham
A rede americana Fox divulgou um trailer do próximo capítulo de “Gotham”, que reúne os diversos vilões da série. A prévia é centrada em Jerome Valeska (Cameron Monaghan), que após libertar os criminosos insanos do Asilo Arkham forma uma Legião de Horríveis, com o Espantalho, Chapeleiro Louco, Pinguim, Sr. Frio e Vagalume, entre outros. Atualmente na segunda metade da 4ª temporada, a série está prestes a introduzir o Coringa, que pelo vazamento de fotos das gravações deve ser irmão gêmeo de Jerome. O próximo episódio de “Gotham”, intitulado “Mandatory Brunch Meeting”, vai ao ar na quinta (5/4) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Frank Miller volta à DC Comics para escrever Superman: Ano Um e graphic novel da sua Robin
A DC Comics anunciou que vai publicar novas histórias de Frank Miller, o lendário quadrinista de “O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” – além de autor das melhores histórias do Demolidor da Marvel e criador de “Sin City” e “300”. Ele fechou contrato para criar cinco obras novas para a editora. Apesar de seu talento como desenhista, os primeiros projetos anunciados envolvem apenas sua contribuição como escritor. Ele vai escrever “Superman: Ano Um”, que tentará repetir o impacto de “Batman: Ano Um” ao contar como Clark Kent começou sua carreira de super-herói. A arte está a cargo de outro mestre dos quadrinhos, John Romita Jr. Miller também voltará ao clássico “Cavaleiro das Trevas” para uma graphic novel dedicada a Carrie Kelley, a Robin que ele criou na minissérie original de 1986 – antes de transformá-la em “Moça-Gato”, nova Batgirl e Batmulher nas continuações. A personagem fez tanto sucesso que, em 2011, foi incorporada na continuidade dos quadrinhos da DC Comics, após o reboot de “Os Novos 52”, e, atendendo a pedidos, voltará a ser a primeira Robin feminina na nova graphic novel, com desenhos de Ben Caldwell. Os primeiros esboços dos dois projetos podem, inclusive, ser vistos abaixo. Os demais trabalhos ainda não foram confirmados. “Frank é uma força criativa dessa indústria, não apenas com sua visão transformadora em personagens icônicos como Superman e Batman, mas também atingindo jovens adultos. Ele é um ícone. Como editor, estou ansioso – e como fã estou mais do que animado”, afirmou o editor da DC Comics, Dan Didio, ao fazer o anúncio. As histórias de Miller para Batman influenciaram os filmes recentes do herói e tiveram citação explícita em “Batman vs. Superman”. Além disso, a Warner Bros. Animation adaptou com sucesso as histórias de “Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” em lançamentos animados para o mercado do vídeo.
Fotos das gravações de Gotham podem ter revelado a estreia do Coringa
Fotos das gravações de “Gotham” estão alimentando o rumor da estreia do Coringa na série. O elenco já tinha mencionado que ele iria aparecer na atual 4ª temporada. E as novas imagens que vazaram das gravações mostram o ator Cameron Monaghan com uma roupa reminiscente do tradicional traje do vilão, conforme desenhado por Bob Kane em 1940 e famosamente envergado por Jack Nicholson no filme “Batman” de 1989 – em particular o chapéu e o casaco de coloração roxa. Embora a série pareça insistir que Jerome é a versão jovem do arqui-inimigo de Batman, em várias ocasiões o elenco e os produtores negaram a comparação. Na verdade, o produtor-executivo Bryan Wynbrandt chegou a dizer que Jerome implantaria as bases para o vilão vir mais tarde, enquanto David Mazouz, intérprete de Bruce Wayne, assegurou que ele não é Jerome, embora a trajetória do personagem vivido por Cameron Monaghan seja vital para a chegada do perigoso vilão. “Ele não é o Coringa, é tudo o que eu posso falar. A forma como o Coringa entra na série é uma das coisas mais brilhantes que ‘Gotham’ já fez”, disse o ator em janeiro. Com isso, alguns já especulam que Cameron pode interpretar dois personagens diferentes. Afinal, o vilão enchapelado das fotos não tem as cicatrizes que marcam o rosto de Jerome. Restam apenas sete episódios para o final da 4ª temporada de “Gotham” na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Animação japonesa Batman Ninja ganha novo trailer
A Warner divulgou e um novo trailer de “Batman Ninja”, um anime de Batman passado no japão feudal. A produção transforma o Cavaleiro das Trevas num guerreiro samurai em luta de espadas contra o Coringa, graças a uma viagem no tempo que ainda inclui Asa Noturna, Robin, Robin Vermelho, Arlequina, Alfred e Mulher-Gato. O visual é completamente diferente de todos os outros longas animadas da DC, graças ao design dos personagens, concebido pelo desenhista de mangás Takashi Okazaki, o criador do “Afro Samurai”. O roteiro é de Kazuki Nakashima (do anime “Ashura – A Rainha dos Demônios” e da série “Kill La Kill”), e a direção é de um expert em videogames, Junpei Mizusaki (“Rockman X7” e “Rockman X8”), “Batman Ninja” será lançado em VOD em 24 de abril, e em Blu-ray em 8 de maio nos Estados Unidos. Confira a capa abaixo.
Roteiristas dos quadrinhos de Batgirl viram opção para escrever o filme da heroína
Após Joss Whedon desistir de filmar “Batgirl”, citando problemas para encontrar a história, três roteiristas dos quadrinhos da heroína foram ao Twitter se candidatar a resolver o problema. “Ei, Hollywood, eu tenho histórias da Batgirl”, escreveu Hope Larson, linkando um artigo sobre a desistência do diretor. Por sua vez, Julie Benson deu uma tossidinha antes de também linkar a notícia e sugerir: “Eu e minha irmã estamos disponíveis”. Julie e Shawna Benson escrevem os quadrinhos de “Batgirl and the Birds of Prey” (o grupo de heroínas femininas Aves de Rapina) e já tem experiência como roteiristas em outra mídia. Elas assinaram oito episódios da série “The 100”, produzida justamente pela Warner. Por conta disso, foram citadas nominalmente como ótimas candidatas para escrever o filme pelo site The Hollywood Reporter – ao que Shawna replicou: “Uh… quê?” Por coincidência, enquanto Whedon estava à frente do projeto, rumores apontavam uma atriz cotada para assumir o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Como tudo que acontece nos bastidores da DC é sombrio – e não cristalino como, por exemplo, na Lucasfilm – , a saída de Whedon do projeto provou-se estratégica para a Warner. Afinal, o novo novo chefe da DC Entertainment, Walter Hamada, afirmou que buscará uma diretora para comandar o projeto, na esperança de repetir o mesmo sucesso que Patty Jenkins atingiu com “Mulher-Maravilha”. Por isso, também faria sentido que a história fosse escrita por uma mulher. Vale lembrar que Geoff Johns, executivo da DC Entertainment, começou sua carreira como roteirista de quadrinhos. Yo, Hollywood, I have Batgirl stories. https://t.co/bFaRk4LmxX — Hope Larson (@hopelarson) February 22, 2018 <cough> @shawnabenson & I are tech avail. 🙂 https://t.co/7mKXWPFI1O — Julie Benson (@TheJulieBenson) February 22, 2018 Uh… what?!?! https://t.co/5lsP1Bw3Vt — Shawna Benson (@shawnabenson) February 23, 2018
Joss Whedon desiste de filmar Batgirl: “Falhei”
O diretor e roteirista Joss Whedon (“Os Vingadores”) não vai mais fazer o filme solo da Batgirl. Em um comunicado à imprensa norte-americana, ele informou que “levou meses para perceber que não tinha realmente uma história” e, por isso, decidiu se afastar do projeto. Dirigindo-se ao presidente da DC Entertainment, Geoff Johns, e ao chefão da Warner, Toby Emmerich, Whedon agradeceu o apoio e admitiu ter falhado ao tentar tirar o projeto do papel. “Sou grato a todos que me deram as boas-vindas quando cheguei e foram tão compreensivos quando… tem uma palavra mais sexy para ‘falhei’?”. Whedon assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme da heroína de Gotham City. Para complicar, ele acabou atendendo ao apelo da Warner para assumir o filme da “Liga da Justiça”, após o afastamento do diretor Zack Snyder. O problema é que suas intervenções, em filmagens adicionais, acabaram criando conflitos de tom. E, como se não bastasse, Henry Cavill apareceu com o bigode de seu personagem de “Missão Impossível: Efeito Fallout”, que precisou ser removido digitalmente, dando origem a um desastre digital. A obrigação de reaproveitar o material de outro diretor e a falta de controle da situação acabou se provando muito estressante, resultando em indiretas de Whedon sobre os equívocos da trama no Twitter. O filme também teria um “easter egg” do diretor sobre os problemas que ele enfrentou. Ao final, ele recebeu seu cachê e foi creditado como roteirista de “Liga da Justiça”, mas a relação com a Warner passou por uma tensão desnecessária, custando-lhe também credibilidade como autor geek – até quem odiava os filmes de Snyder assinou petição querendo ver a versão do diretor afastado. Tudo isso pode ter pesado nos bastidores da separação entre o diretor e a DC Comics.











