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    Gkay teria tumultuado filmagem da Netflix com crise de estrelismo

    18 de novembro de 2022 /

    A humorista Gkay está sendo acusada de ter crises de “estrelismo” nos bastidores de “Um Natal Cheio de Graça”. A influenciadora teria sido arrogante com os envolvidos no projeto e tumultuado a produção da GLAZ Entretenimento para a Netflix. A informação foi trazida pelo colunista Lucas Pasin, que contou que a dona da “Farofa” não gostava de ser contrariada durante as filmagens. Além disso, Gkay teria sido agressiva com os colegas de trabalho, chegava atrasada e num surto até rasgou o próprio figurino. Um profissional, que pediu para não ser identificado, relatou: “Quando me chamaram para fazer o filme fiquei muito feliz, e ainda pensei: ‘A Gkay deve ser muito legal’. No primeiro dia já me avisaram: ‘Ninguém queria fazer o filme por ser com ela, e achei que você fosse desistir também’”. Ele ainda acrescentou que era comum ouvir os gritos de Gkay pelos estúdios. “[Ela] nunca se desculpava, era como se todos estivessem na obrigação de esperá-la. Ninguém falava nada, já era comum que ela gritasse, e isso intimidava.” Segundo o relato, as gravações, que aconteceram no fim de 2021 em Petrópolis (RJ), tiveram que ser acompanhadas por um profissional do RH da produtora para conter os excessos de Gkay e evitar denúncias de assédio moral. A humorista sabia da informação. Como se não bastasse a arrogância e os “surtos repentinos” da atriz, outra fonte relatou que Gkay não cumpria as recomendações de segurança contra a covid-19. “Ela chegou ao camarim contando que tinha ido a uma festa da [cantora] Anitta na noite anterior, e disse: ‘Beijei não sei quantas bocas. Chupei não sei quantas rolas. E peguei sapinho. Vou passar para todo mundo’. Aquilo ali deixou todos assustados, estávamos no meio de uma pandemia.” O ator Sérgio Malheiros (de “Impuros”), que faz par romântico com Gkay no filme, teria sido um dos mais indignados, a ponto de reclamar do episódio com a produção. Em seguida, a humorista foi chamada para uma conversa. A bronca teria sido o motivo principal para Gkay decidir danificar o figurino, que tinha sido confeccionado para ela. “Saiu chorando e gritando. Entrou no carro e falou que ia embora. Toda a equipe ficou esperando.” “Ela gritava que nós [elenco e equipe] tínhamos vergonha dela, que a culpa era nossa. Tentou mudar a situação para sair de vítima”, lembrou o profissional. Ela retornou ao set, posteriormente. A influenciadora digital também é acusada de ter um comportamento diferente na frente das câmeras, em especial, nos stories do Instagram. Por meio da assessoria de imprensa, a Gkay informou que não se pronunciaria sobre as acusações. A Netflix também não pretende se posicionar. “Um Natal Cheio de Graça” estreia em 30 de novembro na Netflix.

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    “Rust” voltará a ser rodado após acordo com família de cinematógrafa morta no set

    5 de outubro de 2022 /

    A família de Halyna Hutchins, diretora de fotografia morta em um acidente no set do western “Rust”, chegou a um acordo judicial com os produtores do filme, incluindo o ator Alec Baldwin, responsável pelo tiro que tirou a vida da profissional. De acordo com o comunicado oficial, o filme voltará a ser rodado em janeiro. “Chegamos a um acordo, sujeito à aprovação do tribunal, para nosso caso de homicídio culposo contra os produtores de ‘Rust’, incluindo Alec Baldwin e Rust Movie Productions, LLC. Como parte desse acordo, nosso caso será arquivado”, disse Matthew Hutchins, marido de Halyna Hutchins. Parte desse acordo dará a Matthew Hutchins o cargo de produtor executivo no filme. “Não tenho interesse em me envolver em recriminações ou atribuição de culpa (aos produtores ou ao Sr. Baldwin)”, continuou ele. “Todos nós acreditamos que a morte de Halyna foi um acidente terrível. Sou grato que os produtores e a comunidade de entretenimento se uniram para homenagear o trabalho final de Halyna.” A cinematógrafa Halyna Hutchins morreu em decorrência do ferimento causado por um tiro disparado por Alec Baldwin, após ele receber uma arma que supostamente estava “fria”, ou seja, continha apenas balas de festim. Porém, o revólver estava carregado com balas de verdade. O próprio ator fez uma declaração sobre a retomada da produção. Em uma postagem no seu Instagram, ele escreveu que “temos o prazer de anunciar hoje o acordo do processo civil aberto em nome da família da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Ao longo desse difícil processo, todos mantiveram o desejo específico de fazer o que é melhor para o filho de Halyna. Agradecemos a todos que contribuíram para a resolução desta situação trágica e dolorosa.” O diretor Joel Souza, que também ficou ferido quando a bala atingiu seu ombro, deu uma declaração sobre o filme. “Aqueles que tiveram a sorte de ter passado um tempo com Halyna sabiam que ela era extremamente talentosa, gentil, criativa e uma incrível fonte de energia positiva. Eu só gostaria que o mundo a conhecesse em circunstâncias diferentes, como certamente teria acontecido por meio de seu incrível trabalho.” “Em minhas próprias tentativas de me curar, qualquer decisão de voltar para terminar de dirigir o filme só faria sentido para mim se fosse feito com o envolvimento de Matt e da família Hutchins”, continuou ele. “Embora certamente seja um sentimento agridoce, estou satisfeito que, juntos, nós vamos completar o que Halyna e eu começamos. Todos os meus esforços neste filme serão dedicados a honrar o legado de Halyna e deixá-la orgulhosa. É um privilégio ver isso em seu nome.” Os promotores do Novo México ainda não se manifestaram em relação a essa decisão. Em agosto, a promotora distrital Mary Carmack-Altwies pediu ao estado US$ 635.500 em fundos de emergência para pagar por até quatro julgamentos criminais. O Conselho Estadual de Finanças aprovou metade desse valor em setembro. A investigação criminal ainda está em andamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)

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    Ator demitido de “Os Goldbergs” revela ser bipolar

    22 de setembro de 2022 /

    O ator Jeff Garlin revelou que sofre de transtorno bipolar, após ser demitido da série “Os Goldbergs” por comportamento impróprio nos bastidores da atração. A revelação foi feita numa postagem no Instagram nesta quinta (22/9), um dia após seu personagem ser morto na série. “Bipolar é fod*”, escreveu Garlin. “Às vezes é demais para lidar. Estou fazendo o melhor que posso. Esta é a primeira vez que me abro sobre isso.” Garlin deixou “Os Goldbergs” em dezembro passado, após denúncias sobre sua conduta agressiva, de abusos verbais e emocionais, resultarem numa investigações da produção. Como resultado, seu personagem foi morto pelos roteiristas liderados pelo showrunner Alex Barnow. Exibida na quarta (21/9), a estreia da 10ª temporada de “Os Goldbergs” mencionou a morte de Murray Goldberg, o patriarca da família, de forma breve. No episódio, o personagem Adam Goldberg (baseado no criador homônimo da série) disse numa narração de abertura que “Apenas alguns meses atrás, do nada, perdemos meu pai. Sempre te amaremos, pai. Sempre. E encontraremos uma maneira de continuarmos juntos. Porque, afinal, somos os Goldbergs.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar da marca histórica, a saída de Garlin acontece após outro trauma na família fictícia: a perda do veterano George Segal, o avô dos Goldbergs, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “Os Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. Apesar do atual revés em sua carreira, Jeff Garlin continua fazendo parte do elenco de “Curb Your Enthusiasm”, da HBO, onde vive o empresário do comediante Larry David. Esta série se encontra renovada para sua 12ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Benny (@jeffgarlin)

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    Pai de “Os Goldebergs” é morto pelos roteiristas após demissão do ator Jeff Garlin

    30 de agosto de 2022 /

    A série “Os Goldbergs” vai passar por um novo luto. O patriarca da família, Murray Goldberg, foi morto pelos roteiristas, após a demissão de Jeff Garlin do elenco O ator foi acusado de comportamento inadequado e virou alvo de investigações do RH da rede ABC. Em uma entrevista recente, o showrunner Alex Barnow disse à revista Entertainment Weekly que o Murray Goldberg morreu fora da trama, entre as temporadas, e estará morto por vários meses quando a série retornar à televisão. “Esta será uma família que não reconciliou o fato de que seu pai se foi, mas meio que seguiu em frente e lidou com isso”, disse ele. “Estamos começando com otimismo sobre a chegada do bebê [de Erica] e ansiosos pelo futuro. É uma oportunidade para criar essa base emocional interessante sobre a maneira como as pessoas se comportam.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a saída de Garlin acontece após a perda de outro membro importante de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para 21 de setembro, com seu elenco original agora resumido a Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.

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    Vídeo vazado de Olivia Wilde alimenta polêmica de bastidores de filme com Harry Styles

    28 de agosto de 2022 /

    O recém-convertido ator Shia LaBeouf ainda não aprendeu a dar a outra face. Depois de se dizer salvo pela conversão ao catolicismo, o ator que está sendo processado por agressão e abuso sexual decidiu rebater a afirmação da diretora Olivia Wilde de que tinha sido demitido do set de “Não se Preocupe, Querida”, revelando que foi ele quem pediu para sair. E para não deixar dúvida, vazou um vídeo de uma ligação feita por Wilde implorando para ele ficar no filme, mesmo sabendo que a sua presença deixava a atriz Florence Pugh desconfortável. O vídeo chegou por fontes anônimas nas redes sociais, mas apenas LaBeouf teria acesso a ele, já que se trata de uma chamada pessoal. No vídeo, Wilde pede para LaBeouf reconsiderar sua decisão de abandonar o filme após uma briga com Pugh durante a produção. A revelação também alimenta boatos sobre os bastidores do filme. Florence Pugh teria se afastado da divulgação do longa por ter se desentendido com Olivia Wilde. Aparentemente, a substituição de LaBeouf por Harry Styles criou um novo problema, já que a diretora começou a namorar o cantor durante as filmagens. A situação teria se tornado duplamente desconfortável. Além das visitas do então marido de Wilde, o ator Jason Sudeikis (o Ted Lasso), que levava as crianças para visitar a cineasta, Pugh teve que encenar cenas quentes com o namorado de sua “chefe”. O climão foi descrito no final de julho pelo site Page Six e tanto o estúdio New Line, responsável pela produção, quanto representantes de Pugh se recusaram a comentar a descrição. Eles também não desmentiram. Pugh também não quis ser entrevistada para um perfil de Wilde publicado pela revista Variety nesta semana, nem está mencionando o filme em suas redes sociais. Além disso, o site TheWrap afirma ter ouvido de três executivos ligados ao filme de que Pugh só vai promover “Não se Preocupe, Querida” na première prevista para o Festival de Veneza. A justificativa é que ela está filmando “Duna: Parte 2”, em Budapeste, na Hungria. Ela pode nem ir a Veneza encontrar a diretora e o elenco, participando apenas por videochamada de uma entrevista coletiva para a imprensa. O elenco de “Não Se Preocupe, Querida” ainda conta com Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. A estreia no Brasil está marcada para o dia 22 de setembro. SOMEONE HOLD ME BACK (the video olivia sent shia where she basically begged him to stay on the movie after ADMITTING that she knows shia makes florence uncomfortable) pic.twitter.com/ihlHOQlF6B — percy 🌊 || who the fuck’s gonna stop us ? (@percystardust) August 26, 2022

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    Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”

    19 de julho de 2022 /

    A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.

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    Ellen Pompeo defende Katherine Heigl em “Grey’s Anatomy”: “Corajosa”

    23 de abril de 2022 /

    Demorou só 12 anos, mas Ellen Pompeo finalmente defendeu a ex-colega Katherine Heigl em público. Para quem não lembra, a intérprete de Izzie Stevens saiu de “Grey’s Anatomy” em 2010, com relações estremecidas com os produtores da série, e nunca mais foi convidada a aparecer, nem mesmo quando sua presença seria importante para a trama. Em seu podcast o “Tell Me with Ellen Pompeo”, a protagonista da série lembrou o motivo da exclusão e deu razão a Heigl. “Lembro que Heigl disse algo em um talk show sobre as horas insanas que estávamos trabalhando. Ela estava 100% certa. Se ela tivesse dito isso hoje, seria uma heroína completa. Mas ela estava à frente de seu tempo”, opinou. Na sequência, completou: “Ela fez uma declaração sobre nossas horas insanas e, claro, vamos bater em uma mulher e chamá-la de ‘ingrata’, por isso. Quando a verdade é que ela foi 100% honesta e estava absolutamente correto o que ela disse. Ela foi corajosa por dizer isso. Estava dizendo a verdade, não estava mentindo”. O talk show mencionado pela intérprete de Meredith Grey foi o “The Late Show with David Letterman”. Heigl participou do programa em 2009 para promover seu novo longa, “A Verdade Nua e Crua” e aproveitou para reclamar da carga horária “cruel” do drama médico. “Vou continuar dizendo isso, porque espero que isso os envergonhe: foram 17 horas seguidas de trabalho em um único dia. Eu acho que isso é cruel e maldoso”. A denúncia repercutiu forte na imprensa e caiu como uma bomba para Shonda Rhimes, criadora da série, que na época ainda era a showrunner da produção. Assim, Heigl, que venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na série dois anos antes, teve seu contrato finalizado 1 ano e meio antes do combinado. Toda essa polêmica fez com que Heigl ficasse com a fama de “antiprofissional” em Hollywood — principalmente depois de um produtor dizer ao Hollywood Reporter em 2013 que ela era “difícil” e “não valia a pena” de trabalhar. Em 2021, a atriz rebateu as falas do produtor. “Posso ter dito algumas coisas que você não gostou, mas depois isso se transformou em ‘ela é ingrata’, ‘ela é difícil’ e, na sequência, ‘ela não é profissional’. Qual é a sua definição de difícil? Alguém com uma opinião que você não gosta? Isso me irrita”, afirmou ao Washington Post.

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    Trailer de “The Offer” revela bastidores tumultuados de “O Poderoso Chefão”

    21 de abril de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o segundo trailer legendado de “The Offer”, que faz os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” parecerem mais excitantes que o próprio longa. Não faltam cenas de violência, tensão, humor e dramaticidade, com destaque para a participação da máfia real no destino do filme que, como lembra a prévia, “quase não foi feito”. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores perigosamente conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Juno Temple (“Ted Lasso”) como sua secretária Bettye McCart, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”) como o mafioso real Joe Colombo, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para a próxima quinta, dia 28 de abril.

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    Produtores de “Rust” recebem multa máxima por falta de segurança fatal

    21 de abril de 2022 /

    Os produtores do filme “Rust” foram penalizados com a multa máxima pelas falhas de segurança que levaram o ator Alec Baldwin a disparar um tiro e matar a diretora de fotografia Halyna Hutchins em outubro do ano passado. O Departamento de Saúde e Segurança no Trabalho do Novo México, estado dos Estados Unidos em que o filme estava sendo rodado, aplicou na quarta-feira (20/4) uma multa de US$ 136.793, a maior possível de acordo com as leis locais. As autoridades concluíram que os produtores do longa-metragem “sabiam que as medidas de segurança com armas de fogo não estavam sendo respeitadas”. “A indústria do cinema tem protocolos claros a nível nacional para garantir a segurança com o uso de armas”, afirmou o departamento, e “quando essas práticas não foram seguidas, houve a perda evitável de uma vida”. “A Rust Movie Productions, LLC não seguiu esses protocolos nem tomou medidas para proteger seus trabalhadores”, acrescenta o texto, que cita queixas da equipe sobre ocasiões anteriores de problemas com armas. A arma que matou Hutchins foi entregue a Baldwin por um assistente de direção, que afirmou que se tratava de uma “arma fria”, o que no jargão cinematográfico significa que a arma está descarregada ou sem balas reais. Mas antes disso, denúncias de tiros com balas reais chegaram a ser feitas e levaram parte da equipe de filmagem a pedir demissão, horas antes do acidente fatal. A polícia de Santa Fé, no Novo México, continua realizando a investigação criminal do caso.

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    “The Goldbergs” é renovada para 10ª temporada

    19 de abril de 2022 /

    A rede americana ABC renovou “The Goldbergs”, que recentemente atingiu a marca de 200 episódios produzidos, para sua 10ª temporada. A série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a renovação encerra um período difícil para a produção, que perdeu dois membros de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena, e Jeff Garlin, que foi afastado em dezembro após uma investigação interna por várias alegações de má conduta. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para o outono americano (nossa primavera) e vai mostrar como os Goldbergs superam as perdas do vovô e do pai da família. O elenco segue encabeçado por Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.

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    The Offer: Trailer mostra bastidores mafiosos de “O Poderoso Chefão”

    23 de março de 2022 /

    A Paramount+ divulgou novos pôster e trailer de “The Offer”, que faz os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” parecerem mais excitantes que o próprio longa. Não faltam cenas de violência, tensão, humor e dramaticidade, com destaque para a participação da máfia real no destino do filme que, como lembra a prévia, “quase não foi feito”. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores perigosamente conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Juno Temple (“Ted Lasso”) como sua secretária Bettye McCart, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Giovanni Ribisi (“Sneaky Pete”) como o mafioso real Joe Colombo, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.

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    Livro detalha briga de Tom Hardy e Charlize Theron em “Mad Max”

    22 de fevereiro de 2022 /

    O livro “Blood, Sweat and Chrome”, que detalha bastidores da produção de “Mad Max: Estrada da Fúria”, teve um trecho polêmico revelado pela revista Vanity Fair nesta terça (22/2). As páginas revelam o clima tenso que existiu entre Tom Hardy e Charlize Theron durante as filmagens. Os conflitos começaram por conta dos atrasos constantes de Hardy, que nunca chegava ao set na hora marcada. A situação piorava se a cena seria filmada durante a manhã. Até que Charlize estourou num dia em que todos ficaram esperando o ator por mais de 3 horas só para começar as filmagens. O trabalho estava previsto para começar às 8h da manhã. “Era 11h quando avistamos Tom ao longe, andando casualmente pelo deserto em direção ao local em que a cena seria gravada”, contou o operador de câmera Mark Goellnicht no trecho liberado. “Charlize pulou do caminhão e começou a gritar com ele: ‘Multem esse filho da p*ta em 100 mil dólares por cada minuto que ele fez essa equipe toda esperar! Que desrespeito!’. Ela estava certa, é claro, mas o set estava tão barulhento, e estava ventando tanto, que eu nem sei o quanto Tom ouviu. Quando ele chegou perto, só disse: ‘O que você disse para mim?'”. Goellnicht contou que o momento foi bem tenso, uma vez que a postura de Hardy se tornou fisicamente agressiva: “Charlize se sentiu ameaçada, e acho que foi um ponto de virada no set, porque naquele dia ela disse: ‘Quero alguém para me proteger’. Então ela teve uma produtora designada para acompanhá-la o tempo todo”. A própria Theron confirmou, no trecho do livro, que pediu para a produtora Denise Di Novi estar presente nas filmagens, ou ao menos por perto, durante o restante da produção. “As coisas chegaram em um ponto no qual saíram do controle, e tive a impressão que ter uma mulher ao meu lado pudesse equalizar as coisas, porque eu não estava me sentindo segura”, comentou a atriz. Outro ator que integrava o elenco, Nicholas Hoult, comparou a briga a “ser uma criança viajando no banco de trás de um carro enquanto os dois adultos discutem no banco da frente”. Theron concordou: “Ou estávamos brigando, ou não falávamos nem olhávamos um para o outro. Não sei o que era pior. Tenho certeza que foi horrível para os outros atores! Não deveríamos ter feito nada daquilo. Eu consigo admitir quando poderia ter agido melhor em uma situação”. Em sua única citação no trecho revelado, Hardy também lamentou e disse que se comportaria de forma diferente hoje em dia. “Olhando para trás, acho que estava fora do meu ambiente, e a pressão em nós dois era um pouco demais para qualquer pessoa aguentar. O que Charlize precisava era de um parceiro de cena melhor, mais experiente. Não posso fingir que era essa pessoa. Gosto de pensar que hoje, mais velho, talvez fizesse jus a ela”, o ator afirmou Lançado em 2015, o filme de George Miller foi um sucesso de crítica, arrecadou mais de US$ 375 milhões nas bilheterias mundiais e venceu 6 Oscars.

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    The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha primeiro trailer

    1 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma Paramount+ divulgou o trailer de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A prévia mostra como a produção foi agitada e cheia de reviravoltas. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores muito conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.

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