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  • The Walking Dead
    Série

    The Walking Dead: Produtor antecipa mudança de ritmo com chegada de evento intenso dos quadrinhos

    22 de novembro de 2016 /

    O atual ritmo de zumbi da série “The Walking Dead”, com capítulos cada vez mais arrastados, já tem resultado em queda de audiência. Depois que a 7ª temporada estreou com 17 milhões de telespectadores, a série perdeu nada menos que 10 milhões de pessoas. É muito. E mesmo assim, com 7 milhões sintonizados ao vivo, “The Walking Dead” continua liderando a audiência de domingo nos EUA. Conforme o trailer, as fotos e as cenas antecipadas mostraram, o próximo episódio será mais do mesmo, mostrando o destino de personagens que ainda não apareceram este ano. Mas o produtor Scott Gimple, showrunner da atração, resolveu tranquilizar o público. Numa tentativa de estancar a sangria da audiência, ele antecipou que a reviravolta está próxima, antecipando um evento importante dos quadrinhos. Em entrevista ao site ComicBook, ele afirmou que a série vai recuperar o tom frenético no desfecho do arco atual, conduzindo a uma segunda metade de temporada bastante intensa. “Eu diria que o tom da segunda metade da temporada é muito diferente da primeira. O final da segunda metade será muito diferente do começo desse ano. Até mesmo a estrutura, o que estamos fazendo agora com os episódios, vendo onde cada um está, é muito, muito diferente do que virá. Será uma estrutura bem mais variada”. Ele completa avisando que mudança começará no episódio da midseason, em dezembro. “Diria que o final dessa primeira metade será muito diferente do começo da temporada. É aquilo que dará início a essa mudança de tom na segunda metade”, explica. Obviamente, a mudança tem a ver com o que acontece nos quadrinhos. Vem aí uma guerra total, “All Out War”, como se chamou o arco que está prestes a ser adaptado para a TV, publicado entre as edições 115 e 126 de “The Walking Dead”. A trama se tornou tão popular que inspirou a criação de um videogame, atualmente em fase de testes. A 7ª temporada está sendo exibida simultaneamente no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Action (sem intervalos comerciais) e entrará em hiato de dois meses após o oitavo episódio, previsto para ir ao ar no dia 11 de dezembro. Os oitos episódios remanescentes começarão a ser exibidos em 12 de fevereiro.

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  • Série

    Billions: Damian Lewis e Paul Giamatti discutem a 2ª temporada em vídeo de bastidores

    20 de novembro de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Billions”, em que o elenco discute os rumos da trama e de seus personagens. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis), que arrastam consigo o futuro de suas esposas, vividas respectivamente por Malin Akerman (“Watchmen”) e Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), numa história de luta pelo poder e sedução, em meio ao modo de vida de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração estreia seus novos episódios em 19 de fevereiro nos EUA.

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    Amazon revela que Goliath teve a estreia mais assistida de sua plataforma

    6 de novembro de 2016 /

    A Amazon anunciou que a estreia de sua nova série “Goliath” rendeu a maior visualização de sua história. Em comunicado, a plataforma de streaming afirma que “Goliath” foi a produção com mais episódios assistidos de uma vez (binge watch) nos primeiros dias de sua disponibilização, dentre todas as séries exclusivas de seu serviço. Os números, porém, são guardados em segredo. Assim como a Netflix, a Amazon não divulga dados de seu serviço. Lançada em 14 de outubro, “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. O elenco coadjuvante é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). A série foi criada por um especialista em dramas jurídicos, David E. Kelley, que começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada.

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  • Série

    The Walking Dead lidera a audiência da TV paga ao redor do mundo

    28 de outubro de 2016 /

    A exibição do episódio de estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” bateu recordes em quase todos os países em que a série é exibida, informou a Fox Internacional. Segundo dados da empresa, o episódio registrou um impressionante crescimento de 34% em média na quantidade de telespectadores habituais da produção. “Os números nos deixaram verdadeiramente surpresos. Sabíamos que a estreia seria um sucesso, mas nunca imaginávamos um crescimento de mais de 34% para uma série em sua 7ª temporada. ‘The Walking Dead’ é uma série diferenciada, feita por pessoas especiais, e a cada ano que passa, a paixão com que é feita fica evidente para as milhões de pessoas que se sentem parte desta família em todo mundo”, comentou Sharon Tal Yguado, EVP de Global Programming da FOX Networks Group, em comunicado. Nos 28 mercados da América Latina, Europa, Asia e Pacífico onde houve dados estatísticos na manhã seguinte da estreia, “The Walking Dead” superou a audiência das temporadas anteriores e ocupou o 1º lugar na sua faixa horária. No Brasil, a estreia rendeu um índice espetacular, de 3,3 pontos, um aumento de 94% em relação ao episódio de estreia da temporada anterior, colocando a Fox na liderança da TV paga nacional, e só perdendo para a Globo, quando considerados os números da TV aberta. Foi o índice de audiência mais alto obtido pelo canal nos últimos seis anos. Nos EUA, os números iniciais, de 17 milhões de telespectadores ao vivo, cresceram para 20,8 milhões com as reprises e outros plataformas nos três primeiros dias de exibição.

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    The Walking Dead: Fotos revelam processo de maquiagem da morte brutal de Glenn

    27 de outubro de 2016 /

    O produtor Greg Nicotero, que além de dirigir e produzir “The Walking Dead”, chefia o departamento de maquiagem da série, divulgou em seu perfil no Instagram algumas imagens do trabalho feito para deformar a cabeça de Steven Yeun na cena da morte de seu personagem, Glenn. É impressionante, como foi a materialização na série. Nicotero também foi responsável por dirigir o episódio e comentou seus bastidores num vídeo divulgado pelo canal pago americano AMC, que pode ser conferido logo abaixo. A violência das cenas impressionou grupos conservadores que ensaiaram um pedido de boicote, mas o resultado também liderou a audiência nos EUA e no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o episódio de estreia da 7ª temporada, exibido no canal pago Fox, só foi menos visto que a programação da Globo.

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  • Série

    The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada só teve menos audiência que a Globo no Brasil

    26 de outubro de 2016 /

    A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi o programa mais visto da noite de domingo (23/10) na TV paga brasileira. Segundo o Kantar Ibope, a atração registrou média de 3,25 pontos em sua faixa horária, das 23h30 à 0h30. Os números superaram, inclusive, a programação da TV aberta. Na verdade, a exibição da série no canal pago Fox ficou com o 2º lugar geral na audiência de seu horário, perdendo apenas para a Globo. Vale observar que esta audiência impressionante foi conseguida apesar de o país ter sido apontado como líder da pirataria mundial da estreia da série. A série também garantiu números impressionantes nos EUA. Segundo o instituto Nielsen, o episódio de estreia da temporada foi visto por mais de 17 milhões de espectadores e marcou 8.4 pontos no índice demográfico (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes).

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    The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada esmaga recordes, vista por 17 milhões nos EUA

    25 de outubro de 2016 /

    A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi vista por 17 milhões de telespectadores ao vivo nos EUA, com uma marca impressionante de 8.4 pontos no índice demográfico prioritário (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes). Foi a maior audiência ao vivo de uma série da TV paga em 2016. Mas o recorde que impacta é que se trata da maior audiência já registrada entre o público adulto (entre 25 e 54 anos) na história da televisão americana. Nesta faixa demográfica, a série atingiu 10,5 milhões de americanos e 8.7 pontos. Assim, fica difícil para os grupos conservadores exercerem pressão para boicote e censura da série. De forma significativa, o episódio intitulado “The Day Will Come When You Won’t Be” foi ainda o programa mais visto na TV americana no domingo (23/10), em pleno dia de futebol, seguido por “Talking Dead”, o talk show da série. E sabe qual foi o terceiro programa mais visto do dia? A reprise de “The Walking Dead”, exibida após o talk show. Para dar contexto, a série teve mais audiência na demo que as demais atrações de domingo tiveram na audiência completa. O episódio também foi mais visto que todos os capítulos da temporada passada. Entretanto, apesar dos números de cair o queixo, faltou um fôlego a mais para a série bater seu próprio recorde, obtido na estreia da 5ª temporada, com 17,29 milhões de público total e 8.7 na demo. Vale considerar que raramente uma série vê ganhos de audiência em sua 7ª temporada, ainda mais nestes dias em que o público prefere assistir séries por aplicativos e gravações digitais fora do horário da exibição televisiva. No entanto, com o cliffhanger do final da temporada anterior e a expectativa de pelo menos uma morte garantida – acabaram sendo duas – , a sintonia elevada não chegou a ser uma grande surpresa, pois o público preferiu assistir o episódio “ao vivo” para evitar os spoilers – que, de fato, inundaram a internet. Mas isto é só o começo. Analistas estão apostando que na sexta (28/10), quando surgirem as medições dos primeiros três dias (Live+3) das plataformas digitais, a audiência do episódio quebrará o recorde da série e da história da TV paga americana.

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    Supergirl bate recorde de audência com a estreia mais vista da história do CW

    13 de outubro de 2016 /

    “Supergirl” chegou na rede americana CW na segunda-feira (10/10) e já deixou claro como é superpoderosa. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de uma estreia na emissora em todos os tempos. Claro, a série não é exatamente estreante. Mas sua 1ª temporada foi exibida em outro canal nos EUA, na rede CBS. Para todos os efeitos, o lançamento de sua 2ª temporada foi sua estreia na CW, assistida por 3 milhões de telespectadores ao vivo. São números pequenos para outras emissoras, mas a CW é a menor das redes americanas e não tem retransmissoras em muitas cidades – coisas de TV aberta. A estreia de “Supergirl” também rendeu a maior audiência de uma atração da CW exibida às 20h desde o auge de “Gossip Girl” há oito anos. Em compensação, a série da super-heroína tinha o dobro da audiência na CBS. Isso mesmo, 6 milhões de telespectadores. E por mais expectativa que tenha causado, ainda não tirou de “The Flash” a liderança da audiência do canal. A volta do velocista escarlate para sua 3ª temporada foi vista por 3,2 milhões. Mas o público já diminuiu para 2,8 milhões no segundo episódio. Já “Arrow” voltou para sua 5ª temporada diante de 1,9 milhão de telespectadores. A quarta e última série de super-heróis do CW, “Legends of Tomorrow”, estreia na noite desta quinta-feira (13/10) nos EUA.

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    American Horror Story é renovada para sua 7ª temporada

    5 de outubro de 2016 /

    A série “American Horror Story” foi renovada para sua 7ª temporada pelo canal pago americano FX. O anúncio veio após a exibição dos três primeiros episódios do sexto ano. Em comunicado, o presidente do canal John Landgraf disse estar “honrado” em continuar a série de antologia e também elogiou o trabalho da sua equipe criativa. “Ryan Murphy, Brad Falchuk e sua equipe de roteiristas fizeram um incrível trabalho em manter ‘American Horror Story’ como uma série sem fim, chocante e inventiva”, afirmou o executivo. A série se mantém como um dos maiores sucessos do canal, mesmo tendo perdido audiência na nova temporada, após uma campanha de divulgação que preferiu esconder o tema, a história e o elenco da produção. A estreia da 6ª temporada rendeu sintonia de 5,14 milhões de telespectadores ao vivo e 2.8 pontos no índice demográfico (que mede o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes), uma queda de 12% em relação ao debut da temporada passada. Entretanto, ao somar todas as plataformas, o número sobe para 11 milhões de telespectadores, uma audiência invejável para qualquer canal – inclusive na TV aberta. A 7ª temporada será exibida em 2017.

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  • Série

    Westworld tem a melhor estreia da HBO desde True Detective

    4 de outubro de 2016 /

    A série sci-fi “Westworld” não virou o novo “Game of Thrones”, mas pode ser o novo “True Detective”. Pelo menos nos números de audiência, esta foi a referência mais próxima da sintonia da estreia da nova atração do canal pago HBO. Segundo dados iniciais levantados pela Nielsen e publicados pelo site Deadline, 3,3 milhões de telespectadores assistiram ao primeiro capítulo da atração na noite de domingo (3/10) nos EUA. Os números são iguais aos alcançados pela estreia de “True Detective” em 2014. E superam o começo de “Game of Thrones”, que estreou com 2,2 milhões de telespectadores em 2011. A diferença é que, na época, não eram contabilizadas as plataformas online. Sem os aplicativos da HBO, “Westworld” perde mais de 1 milhão de telespectadores. A sintonia exclusivamente televisiva foi de 2,3 milhões de telespectadores. Vale lembrar que o outro “grande” lançamento da HBO em 2016 foi a série “Vinyl”. A produção de Martin Scorsese e Mick Jagger estreou em fevereiro diante de 1,5 milhão de telespectadores. Em todas as plataformas. Quaisquer que sejam as comparações, os números garantem que “Westworld” estreou com bastante sucesso.

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  • Scream Queens
    Série

    Agents of SHIELD, Gotham e Scream Queens voltam com audiência baixa e ligam sinal de alerta

    24 de setembro de 2016 /

    Além de lançar novas séries, a primeira semana da temporada televisiva de outono nos EUA também trouxe de volta as atrações tradicionais da TV. E algumas já ligaram o sinal de alerta, registrando quedas perigosas de público. Ainda é cedo para cravar qual realmente corre risco de cancelamento, mas a situação não parece muito confortável para um punhado de produções com muitos fãs no Brasil. O pior retorno entre as produções dramáticas se deu com “Agents of SHIELD”, na rede ABC. Nem a expectativa da introdução do “Motoqueiro” Fantasma fez aumentar sua audiência, retomada com 3,58 milhões de telespectadores. São números similares ao da estreia da midseason em março passado, mas muito abaixo dos 4,9 milhões que acompanharam a estreia da 3ª temporada. De um modo geral, porém, a Fox foi a rede que mais sofreu com a perda de público. Entre os dramas, o maior tropeço se deu com “Rosewood”, série procedimental que abriu sua 2ª temporada diante de 3,59 milhões de telespectadores. Os números confirmam a tendência assinalada pela atração já em seu primeiro ano, quando partiu de uma estreia vista por 7,5 milhões para uma season finale diante de 3,5 milhões. Se a tendência se consolidar, o cancelamento pode vir nos próximos meses. “Gotham” também entrou de sobreaviso, ao abrir com 3,78 milhões de telespectadores e 1.2 na audiência demográfica. O desempenho é pior que o de “Lucifer”, exibido logo depois no mesmo canal, diante de 4,41 milhões telespectadores e 1.3 na demo. A lógica sugeria um desempenho inverso. No ano passado, “Gotham” abriu com 4,5 milhões de telespectadores e 1.6 na demo, fechando sua 2ª temporada sintonizada por 3,6 milhões. “Lucifer”, por sua vez, foi de uma estreia vista por 7 milhões para o abismo, numa queda contínua que parou em 3,8 milhões de telespectadores. Por isso, o início de seu novo arco traz alívio aos fãs preocupados. Já “Gotham”, que teve público médio de 6,5 milhões em sua 1ª temporada, pode se complicar se não reverter a perda de público. É curioso reparar como as adaptações de quadrinhos da Marvel e da DC Comics estão encontrando dificuldade para repetir na TV o mesmo sucesso alcançado nos cinemas. De todo modo, estão melhores que as comédias da Fox. Exibidas na sequência, nas noites de terça, “Brooklyn Nine-Nine” (2,39 milhões), “New Girl” (2,32 milhões) e “Scream Queens” (2,24 milhões) tiverem retornos piores que a estreia de “The Exorcist” na sexta. Isto pode ser um alento para a série de terror, mas também pode estimular uma reformulação completa na programação cômica da Fox para 2017. nos próximos meses.

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  • Designed Survivor
    Série

    Saiba quais séries tiverem as melhores e as piores estreias na primeira semana da nova temporada no EUA

    24 de setembro de 2016 /

    A fall season começou nesta semana nos EUA com números empolgantes para as quatro maiores redes de TV do país. “MacGyver” não foi o único sucesso. Outras séries tiveram um começo estrondoso, como “Bull”, inspirada na carreira forense do célebre psicólogo televisivo Dr. Phill, “Lethal Weapon”, que é a versão televisiva do filme “Máquina Mortífera” (1987), “Designated Survivor”, estrelada por Keifer Sutherland (série “24 Horas”), e “Kevin Can Wait”, a volta do comediante Kevin James à TV. “Bull” teve a estreia mais impressionante, um fenômeno apreciado por 15,49 milhões telespectadores, mas curiosamente apenas 2.2 pontos na audiência demográfica. Isto reflete o público da rede CBS, que, graças à programação lotada de séries procedimentais, é o mais velho da TV aberta americana. A audiência demográfica privilegia um público mais jovem. Para se ter noção, “Lethal Weapon” compensou o tropeço de “The Exorcist”, pior estreia da temporada, com uma sintonia de 7,8 milhões de telespectadores na Fox. É metade do que fez “Bull”, mas são os mesmos 2.2 pontos na audiência demográfica. Em compensação, o drama esportivo “Pitch” quase imitou “The Exorcist”, virando decepção com 4,28 milhões de telespectadores e 1.1 na demo. A CBS ainda cravou a maior estreia de comédia da temporada com “Kevin Can Wait”. Nove anos após o final de “The King of Queens”, o retorno de Kevin James ao formato do sitcom atraiu 11,15 milhões telespectadores e marcou 2.6 pontos na demo. A atração com maior repercussão na demo foi o melodrama “This Is Us”, que reuniu 9,98 milhões de telespectadores e registrou 2.8 pontos para a rede NBC. O canal, porém, não teve o mesmo sucesso com a comédia “The Good Place”, que ficou no 1.3, ainda que com um público razoável: 5,17 milhões. A ABC também saiu-se muito bem com o thriller “Designated Survivor”, que abriu com 9,95 milhões de telespectadores e 2.3 pontos na demo. E ainda emplacou a segunda melhor estreia de comédia, com “Speechless”, que traz Mimi Driver como mãe de um jovem deficiente. A atração foi vista por 7,29 milhões telespectadores e marcou 2.0 pontos na demo. Já seu drama “Notorious” foi visto por 5,43 milhões e fez 1.2 na demo. Confira abaixo, os trailers das séries que estrearam nesta semana nos EUA:

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  • The Exorcist
    Série

    Série The Exorcist impressiona a crítica, mas tem pior estreia da temporada

    24 de setembro de 2016 /

    Enquanto “MacGyver” comemora o sucesso de sua missão de estreia, a série “The Exorcist” viveu um inferno na audiência de seu lançamento. Elogiado pela crítica (71% de aprovação no site Rotten Tomatoes), o primeiro episódio da atração também estreou na noite de sexta (24/9) nos EUA e, como “MacGyver”, foi assinado por um cineasta, Rupert Wyatt, o diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011). Entretanto, a estreia da série foi pouco vista, rendendo 2,90 milhões de telespectadores ao vivo e apenas 1 ponto no levantamento demográfico. São números de TV paga, que podem ser considerados um terror numa rede aberta como a Fox. Os produtores agora rezam pela audiência digital, torcendo para outras plataformas dobrarem esse desempenho. A rede Fox investiu no projeto mesmo diante do fracasso recente de iniciativa similar, a série “The Omen”, baseada em “A Profecia”, cancelada ao final da 1ª temporada pelo canal pago A&E. Ao contrário de “MacGyver”, que desagradou frontalmente a crítica (apenas 22% de aprovação”), “The Exorcist” é uma produção bastante caprichada e realmente lembra mais canais premium que programação de TV convencional. A narrativa acompanha a preocupação de uma mãe católica, vivida pela atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”, “O Pequeno Stuart Little”), cuja filha teria voltado da faculdade possuída. Ao sentir outros sinais demoníacos em sua casa, ela pede ajuda ao padre de sua paróquia (o mexicano Alfonso Herrera, ex-“Rebelde” e atualmente na série “Sense8”), que, por sua vez, sente sinais do diabo e procura se consultar com um exorcista experiente (o inglês Ben Daniels, da série “House of Cards”). O elenco ainda inclui Alan Ruck (o eterno Cameron, de “Curtindo a Vida Adoidado”) como o marido de Davis e as jovens Hannah Kasulka (série “The Fosters”) e Camille Guaty (série “Scorpion”) como suas filhas. A série também estreou no Brasil. A diferença é que aqui está sendo exibida pelo canal pago FX.

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