Fracasso de Life Sentence antecipa volta de The Originals nos Estados Unidos
A estreia da 5ª e última temporada de “The Originals” vai acontecer antes do previsto nos Estados Unidos. Marcada originalmente para 20 de abril, a volta da atração à rede CW foi antecipada em dois dias, para 18 de abril. Com isso, a série será exibida nas quartas e não mais nas sextas, que costumam registrar a pior audiência semanal na TV americana. A mudança da programação se deve ao fracasso de “Life Sentence”. A nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, teve a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos, vista por apenas 670 mil telespectadores. E a situação só tem ficado pior. O último episódio teve público de 404 mil e marcou somente 0,10 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos, que interessa aos anunciantes). Assim, “Life Sentence” perdeu o horário nobre das quartas para “The Originals” e ficou com o exílio das sextas, antes do provável cancelamento.
Revival de Roseanne é renovado após estreia com recorde de audiência
Bastou a exibição de um único episódio para a rede ABC decidir renovar o revival da série “Roseanne” para sua 2ª temporada. Segundo dados da consultoria Nielsen, o episódio inaugural da atração, exibido na noite de terça (27/3) nos Estados Unidos, foi assistido por 18,1 milhões de espectadores e marcou 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Para dimensionar o tamanho do sucesso, o único episódio que superou essa marca na atual temporada (iniciada em setembro) foi o capítulo de “This Is Us” exibido logo após o Super Bowl, geralmente o horário de maior audiência do ano na TV americana. Mas os números não pararam nisso. Com as reprises e outras plataformas, a atração atingiu a estratosfera. Ao todo, 21,9 milhões de espectadores assistiram a volta da série, que estava fora do ar há 21 anos, registrando astronômicos 6,1 pontos na audiência qualificada em três dias de exibição. Além de renovar a atração, a ABC encomendou mais episódios para o segundo ano. Ou melhor, para a 11ª temporada, considerando os episódios exibidos originalmente entre 1988 e 1997. Foram encomendados 13 capítulos novos, quatro a mais que os nove da atual temporada. A produção manterá todos os atores centrais no próximo ciclo, com os convidados deste ano retornando para participações eventuais. Isto inclui a criadora da série e intérprete da personagem-título, Roseanne Barr, o astro John Goodman e os filhos do casal na sitcom, Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, além da irmã da protagonista, Laurie Metcalf. Entre os convidados eventuais, destaca-se ainda Johnny Galecki (ele mesmo, de “The Big Bang Theory”), que se casou com a personagem de Sara Gilbert. O sucesso de “Roseanne” deve animar os estúdios a realizar ainda mais resgates de produções clássicas, após “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace”, que também deram o que falar. A rede CBS está atualmente produzindo o revival de “Murphy Brown” para a próxima temporada de outono e há conversas intensas a respeito de “The Office” e “Mad About You”.
Volta da série clássica Roseanne quebra recorde de audiência nos Estados Unidos
A estreia do revival da série clássica de comédia “Roseanne” bateu recorde de audiência na rede americana ABC. Segundo dados da consultoria Nielsen, o episódio inaugural da atração, exibido na noite de terça (27/3) nos Estados Unidos, foi assistido por 18,1 milhões de espectadores e marcou 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo! Para dimensionar o tamanho do sucesso, o único episódio que superou essa marca na atual temporada (iniciada em setembro) foi o capítulo de “This Is Us” exibido logo após o Super Bowl, geralmente o horário de maior audiência do ano na TV americana. Em outra comparação, a estreia do revival de “Will & Grace”, considerada a maior estreia da tendência de resgates de séries antigas, foi vista por 10 milhões de espectadores e marcou 3,0 pontos. Por conta disso, a produção já foi renovada para mais duas temporadas. “Roseanne” estava há 21 anos fora do ar. Exibida originalmente na rede ABC entre 1988 e 1997, a série não precisou sacudir muita poeira da história da televisão para retornar nos anos de Donald Trump. Afinal, Trump foi eleito um presidente por personagens como os representados pela família Conner – não por acaso, a criadora da série e intérprete da personagem-título Roseanne Barr é eleitora declarada de Trump. A série vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys continua a girar em torno dos problemas de classe trabalhadora dos Conner, às voltas com dificuldades de casamento, filhos, dinheiro etc. Esta característica, por sinal, já diferenciava a atração original, espécie de “Os Simpsons” de carne e osso, antes de “Os Simpsons” virarem animação. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas certinhas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas e criar os filhos. A produção também foi responsável por popularizar o astro John Goodman (visto mais recentemente em “Kong: A Ilha da Caveira”), que literalmente precisará ressuscitar seu personagem para participar do revival. Fãs da série devem lembrar que seu personagem, Dan, havia morrido de ataque cardíaco. Isto foi resolvido com uma piada rápida no capítulo do retorno. Os intérpretes das crianças originais eram Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, que também voltam no revival, agora como adultos com seus próprios problemas financeiros e familiares para lidar. Além deles, ainda voltam Laurie Metcalf, irmã de Roseanne na trama, e Johnny Galecki (ele mesmo, de “The Big Bang Theory”). As novas crianças são justamente os filhos de David (Galecki) e Darlene (Gilbert). O curioso é que apenas a filha mais velha, Harris, nasceu durante a exibição da série original. Ela é interpretada por Emma Kenney (série “Shameless”). Já seu irmãozinho Mark, personagem do estreante Ames McNamara, foi concebido “fora do ar”. Ele é um menino pequeno, que foi batizado em homenagem ao irmão de David, originalmente interpretado pelo falecido Glenn Quinn (1970–2002). O sucesso de “Roseanne” deve animar os estúdios a realizar ainda mais resgates de produções clássicas, após “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace”, que também deram o que falar. A rede CBS está atualmente produzindo o revival de “Murphy Brown” para a próxima temporada de outono e há conversas intensas a respeito de “The Office” e “Mad About You”.
20 fotos e vídeo legendado apresentam a 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou 20 fotos inéditas e um vídeo legendado de bastidores da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Como descreve o ator Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf, desta vez eles vão parar com novos adultos, envolvem-se em mais problemas e a cada desventura precisam ter que escapar novamente de Olaf, num ciclo terrível de repetições. A prévia também dá uma mostra das participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser encerrar a trama.
Once Upon a Time confirma volta da família de Branca de Neve para o final da série
“Once Upon a Time” vai ter o final feliz que os fãs torciam para ver. Após os criadores da série, Edward Kitsis e Adam Horowitz, prometerem a volta de “muitos rostos familiares para o fim”, foram anunciados os retornos do Príncipe Encantado (Josh Dallas), Branca de Neve (Ginnifer Goodwin), Emma Swan (Jennifer Morrison) e Bela (Emilie de Ravin) para o desfecho da trama. O final da série foi batizado de “Leaving Storybrooke” e será apresentado em duas partes em maio na rede ABC. Os quatro integrantes do elenco original se juntarão a Gepetto (Tony Amendola), Zangado (Lee Arenberg), Ariel (Joanna Garcia), Peter Pan (Robbie Kay), Robin Hood (Sean Maguire), Cruela De Vil (Victoria Smurfit), a Fada Azul (Keegan Tracy), a Vovó (Bev Elliott) e ao jovem Henry Mills (Jared Gilmore), anteriormente confirmados, além do elenco fixo da atração, que inclui mais quatro remanescentes da fase anterior ao reboot, Regina/Rainha Má (Lana Parrilla), Sr. Gold/Rumpelstiltskin (Robert Carlyle), Hook/Capitão Gancho (Colin O’Donoghue) e Zelena/Bruxa Malvada do Oeste (Rebecca Mader) O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Dynasty atinge recorde negativo com pior audiência da TV americana em cinco anos
O remake da série “Dynasty” registrou recorde negativo histórico na TV americana. O episódio exibido na sexta-feira (16/3) na rede CW atingiu a audiência mítica de 0,10 ponto na apuração da consultoria Nielsen. A última vez que uma série registrou 0,10 nos Estados Unidos foi há cinco anos, com “Cult”, no mesmo canal. Ao todo, 638 mil pessoas assistiram à exibição, mas a maioria ficou fora do recorde da demo (adultos de 18 a 49 anos, mais relevantes para anunciantes). É um contraste brutal em relação à série original, exibida entre 1981 e 1989, que chegou a ser o programa mais assistido de sua época. A continuidade de “Dynasty” é um mistério. A série ganhou sobrevida em novembro, ganhando encomenda de novos episódios, enquanto “Valor” foi cancelada com números melhores – 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio e 0,24 ponto na demo. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” foi negociada com a Netflix, que exibe a produção fora dos Estados Unidos, e especificidades deste contrato podem ter pesado na hora de ponderar um cancelamento súbito. A nova versão do novelão dos anos 1980 foi desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original é que protagonista Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição está marcada para a próxima sexta (23/3), provavelmente tarde demais.
Robert Kirkman revela já existir discussões para o final da série The Walking Dead
Lembra quando o showrunner Scott M. Gimple dizia que “The Walking Dead” poderia durar mais 20 anos? Foi em março de 2017, logo após o encerramento da 7ª temporada. Um ano depois, a série perdeu praticamente metade desse público, Gimple não é mais showrunner e Robert Kirkman, criador dos quadrinhos em que a produção se baseia, já fala em dar um final para a trama televisiva. “Definitivamente tenho um ponto final em mente para ‘The Walking Dead’. Acho que é a minha responsabilidade, e a responsabilidade de todos os roteiristas, com o público, porque eles estiveram nesta jornada com a gente por muito tempo”, ele disse, em uma entrevista ao site Screen Junkie. Entretanto, ele afirma que esse fim ainda está “muito distante”. Mas o fato de haver um plano de reserva para encerrar a série, significa que já tem gente pensando nisso, diante da audiência em queda. “Obviamente, os fãs merecem um final satisfatório”, ele disse, confirmando conversas sobre o encerramento da trama televisiva. “Existe um plano já, tenho um ponto final em mente, claro. Mas está longe, então não se preocupe, mas estamos construindo algo nesse sentido. Porém, estou totalmente preparado se as pessoas ficarem decepcionadas”, completou. Além da queda de audiência, sucessivas renovações encarecem os salários do elenco. Tanto que já existe um impasse em relação à permanência de Lauren Cohan, interprete de Maggiee. Ela não renovou seu contrato e pode não voltar na próxima temporada – já tendo, inclusive, começado a gravar sua participação no piloto de uma nova série.
Audiência de The Walking Dead cai ainda mais nos Estados Unidos
A audiência de “The Walking Dead” segue em queda livre. Segundo a consultoria Nielsen, o episódio do último domingo (11/3) foi visto por 6,6 milhões de pessoas ao vivo nos Estados Unidos, a menor audiência da 8ª e atual temporada. Assim, cristaliza-se a tendência de encolhimento, abaixo da média de público da 2ª temporada, assistida por 6,9 milhões entre 2011 e 2012. Para dar noção da rapidez do vazamento, a temporada anterior, que já tinha preocupado o canal pago pela queda de público, manteve média de 11,3 milhão de telespectadores por episódio. Em um ano, o público caiu praticamente pela metade. Agora, o público só supera a média da 1ª temporada, vista por 5,2 milhões em 2010. Entretanto, em relação ao público-alvo, a medição de 2,8 pontos é a pior desde o quarto episódio da 1ª temporada, que registrou 2,4 pontos na demo, quando a série não era tão conhecida. Ou seja, isto significa que o último episódio supera apenas quatro episódios de todo a série em termos de audiência qualificada. Quando essa tendência começou a ficar clara, acompanhada por comentários negativos, petições e protestos nas redes sociais contra o ritmo e opções narrativas da série, a AMC decidiu “promover” o showrunner Scott M. Gimple, na prática afastando-o do dia-a-dia da produção. Mas isso pode ter acontecido tarde demais. Gimple sai da produção após matar um dos personagens mais queridos do público, o jovem Carl, que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Mais importante que isso, enquanto seu antecessor, Glen Mazzara, tratou da adaptação do arco do Governador de forma rápida, por uma temporada e meia (21 episódios), Gimple esticou o confronto contra Negan além do necessário, com três dezenas de capítulos que pausam mais do que avançam a história, dispersando o foco por diversos personagens irrelevantes. Mais de 10 milhões de pessoas desistiram de seguir a série desde a 6ª temporada e não retornaram. A aposta de que uma morte traumatizante, como a de Carl, interpretado por Chandler Riggs, ajudasse a trazer o público de volta se provou equivocada. Mais pessoas abandonaram o programa. Paralelamente, o canal segue se recusando a negociar o aumento salarial pedido pela intérprete de outra personagem querida. A atriz Lauren Cohan já começar a gravar sua participação no piloto de uma nova série, supostamente recebendo o dobro. Diante do impasse, a intérprete de Maggie já deixou claro que prefere escapar do apocalipse que se abate sobre a série. A dúvida é se “The Walking Dead” sobreviverá a mais uma perda significativa em seu elenco, por decisões suicidas de sua própria equipe. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.
Negan ataca em quatro vídeos e 10 fotos do próximo episódio de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou quatro vídeos e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. As prévias incluem três cenas do capítulo intitulado “The Key”, que destacam o ataque de Negan (Jeffrey Dean Morgan) à comunidade de Hilltop. Entretanto, o plano de usar sua nova “arma biológica” encontra inesperada resistência de Rick (Andrew Lincoln), além de descontentamento entre os próprios Salvadores. Amargando quedas históricas de audiência, a série retorna com um novo episódio no domingo (18/3). No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2 (sem intervalos comerciais), às 22h30.
Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars tem pior estreia da temporada
A estreia de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, foi vista ao vivo por apenas 670 mil telespectadores, a pior estreia do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos. A produção se saiu melhor entre o público qualificado, registrando 0,3 ponto na faixa etária adulta de 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes. Isto representou um aumento de 0,1 em relação ao que “Dynasty” vinha marcando no mesmo horário até a semana passada. Mas “Dynasty”, assim como “Valor”, estrearam diante de mais de 1 milhão de telespectadores no outono. A segunda já foi cancelada e a primeira reza pela boa vontade do presidente do canal, Mark Pedowitz. O maior problema é que a baixa audiência de “Life Sentence” pode prejudicar “Riverdale”, que voltou à programação no mesmo dia com 0,5 na demo. Ainda assim, “Riverdale” foi assistido por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo. Diante do resultado, “Life Sentence” deve ter curta duração. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas Pedowitz segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.
Série The Good Doctor é renovada para a 2ª temporada
A rede americana ABC anunciou a renovação de “The Good Doctor” para a 2ª temporada. A série é um dos maiores sucessos desta temporada, atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Ela chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) é estrelado por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) como um médico autista. Anti-social, ele é terrível na hora de interagir com as pessoas, já que se mostra incapaz de acessar emoções, mas também é brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, e conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). “The Good Doctor” já tinha sido a segunda estreia do outono americano a garantir uma 1ª temporada completa, logo após “Little Sheldon”.
Trailer legendado promete que tudo vai piorar na 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Desta vez, eles vão parar num colégio interno, com um diretor que não gosta de pequenos órfãos. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Neil Patrick Harris vive o tio vilão Conde Olaf e a nova temporada contará com as participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser o último da trama. O ator Neil Patrick Harris, que além de estrelar também produz “Desventuras em Série”, revelou que a série terá apenas três temporadas.
Audiência de The Walking Dead cai ainda mais e retorna ao nível da 1ª temporada
O mais recente episódio de “The Walking Dead”, exibido no domingo (4/3), registrou a pior audiência da série desde a 1ª temporada, quando a atração ainda não tinha sido descoberta pelo grande público. Ao todo, 6,8 milhões de pessoas assistiram ao episódio ao vivo, que ainda rendeu 2,9 pontos na faixa demográfica adulta, audiência preferencial dos canais com anunciantes. Até então, “The Walking Dead” só registrara menos que 3 pontos de audiência em sua 1ª temporada. Já a última vez que a série atraiu menos de 7 milhões de telespectadores foi no penúltimo episódio da 2ª temporada, “Better Angels”, assistido por 6,9 milhões. De forma preocupante, a série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores entre o início da midseason e o segundo episódio da metade da 8ª temporada. O detalhe é que o capítulo anterior já tinha marcado a pior audiência de midseason desde a 2ª temporada, em 2011. E o capítulo o que veio antes do hiato também teve a pior audiência de meio de temporada desde então. A série de zumbis continua a ser uma das maiores audiências da TV paga americana, mas não rivaliza mais com as principais atrações da TV aberta, após perder mais de 10 milhões de telespectadores nas duas últimas temporadas. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.











