The Walking Dead registra sua pior audiência de fim de temporada nos EUA
“The Walking Dead” encerrou seu 9º ano de produção no domingo (31/3) com a pior audiência de final de temporada da série. O episódio “The Storm” foi assistido por 5 milhões de americanos, marcando 1,9 ponto na faixa etária de 18 a 49 anos de idade (a mais considerada por anunciantes de TV nos EUA). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Até então, o final de temporada de menor audiência tinha sido o primeiro, visto por 5,9 milhões de telespectadores em 2010. Já o encerramento do 8º ano teve sintonia de 7,9 milhões nos Estados Unidos. Isto significa uma redução de quase 3 milhões de telespectadores em apenas um ano. A série teve seu melhor season finale durante a 5ª temporada, quando marcou 15,7 milhões de telespectadores, índice três vezes maior do que o registrado neste ano. Este não é o primeiro recorde negativo de público que “The Walking Dead” bate recentemente. A série também registrou sua pior estreia de midseason e atingiu no capítulo retrasado, “The Calm Before”, a pior audiência entre todos os episódios já transmitidos pelo canal pago AMC, que produz e exibe a atração nos Estados Unidos. “The Walking Dead” é exibido no Brasil pelo canal pago Fox.
Episódio chocante de The Walking Dead foi o menos visto da série
Apesar da repercussão na imprensa e nas redes sociais, o episódio mais recente de “The Walking Dead” registou a pior audiência da série. Um dos capítulos mais chocantes da atração, “The Calm Before”, exibido no domingo passado (24/3), teve 10 mortes e a exibição de cabeças decepadas de protagonistas em estacas de madeira. Mas foi visto por apenas 4,15 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. O desempenho representa novo recorde negativo, como o capítulo menos visto da série. Além disso, caiu para 1,5 ponto de audiência na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por enquanto, mesmo com os números em queda, “The Walking Dead” ainda se mantém como a série mais vista da TV paga americana. Mas isso também acontece porque os principais lançamentos da temporada aconteceram em streaming. Vale lembrar que o capítulo mais visto da série, “No Sanctuary”, episódio de estreia da 5ª temporada, atraiu 17,2 milhões de telespectadores em outubro de 2014. “The Walking Dead” encerra sua 9ª temporada no próximo domingo (31/3) com o episódio intitulado “The Storm”.
Estreia de Maisa Silva como apresentadora supera expectativas e coloca SBT em 1º lugar
A estreia do “Programa da Maisa” arrebentou a audiência televisiva, colocando o SBT à frente da Globo na tarde de sábado (16/3). A transformação da atriz adolescente em apresentadora liderou a audiência e mobilizou a internet. Exibida das 14h15 às 15h28, a atração registrou 9 pontos de média com pico de 10,1, segundo dados prévios da Kantar Ibope na Grande São Paulo. Na mesma faixa, a Globo atingiu 8,7 pontos, em 2º lugar, enquanto a Record ficou em 3º, com 6,6. O novo talk-show superou todas as expectativas, a ponto de a tag #ProgramaDaMaisa também chegar ao topo dos Trending Topics do Twitter como assunto mais comentado do dia. O programa da jovem de 16 anos de idade e 14 anos de carreira é semanal e trará, todos os sábados, dois convidados para uma conversa descontraída. No primeiro, Maisa recebeu a atriz Fernanda Souza e o humorista Matheus Ceará. No próximo, são esperadas as presenças da cantora Gretchen e do apresentador Celso Portiolli, Apesar da estreante ainda não estar completamente à vontade com o novo papel, ela demonstrou iniciativa ao juntar a equipa para gravar um comentário sobre o atentado na escola de Suzano, que aconteceu após o programa estar pronto – foi gravado com antecedência. Ao longo da edição, ainda aconteceram debates de assuntos importantes, onde Maisa abordou bullying e haters nas redes sociais.
Os Descendentes 3 ganha teaser sombrio dublado em português
O Disney Channel divulgou um novo teaser dublado em português do terceiro filme da saga “Descendentes”. Sombria, a prévia mostra Mal com o rei Ben durante uma cerimônia repleta de alegria, quando ela tem uma visão de Auradon abandonada, em meio às trevas, e de Ben petrificado. O terceiro telefilme da saga vai se passar na ilha dos vilões, em vez do reino encantado dos príncipes e princesas Disney. A trama vai acompanhar os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – de volta à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia de escapar, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. Novamente dirigido por Kenny Ortega, a estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019.
Nova série de Lauren Cohan supera audiência de The Walking Dead e estreia no Brasil na segunda
Os planos para a volta de Lauren Cohan a “The Walking Dead” podem ser arquivados, porque a nova série da intérprete de Maggie é um sucesso na rede americana ABC. Mais que isso, em seus primeiros episódios “Whiskey Cavalier” tem registrado maior audiência que a trama de zumbis do canal pago AMC. Lançada com um episódio especial no domingo (27/2) após o Oscar, a série abriu com 4,7 milhões de espectadores ao vivo. Isto já supera a audiência atual de “The Walking Dead”, que atingiu o recorde negativo de 4,3 milhões de telespectadores. O detalhe é que em seu segundo episódio, desta vez em horário normal, o público cresceu ainda mais. O capítulo exibido na noite de quarta passada (6/3) foi sintonizado por 5,3 milhões de telespectadores e marcou 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. “Whiskey Cavalier” também ganhou aval da crítica, ao conquistar 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outra boa notícia sobre a série é que o público brasileiro não vai esperar muito para conhecê-la. O canal pago Warner vai passar a exibir “Whiskey Cavalier” no pais a partir da próxima segunda (11/3), às 21h40. A trama de espionagem e humor traz Lauren Cohen dividindo o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que ao competirem entre si para resolver o mesmo caso inspiram a formação de uma equipe multi-agências, que junta os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo, embora a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”).
Oscar 2019 registra segunda pior audiência televisiva da história da premiação nos EUA
Sem apresentador e sem filmes independentes, mas com Queen e Lady Gaga, o Oscar 2019 foi um relativo sucesso ou um relativo fracasso na TV dos Estados Unidos, dependendo de como seus números são apresentados. A audiência da cerimônia contabilizou um aumento de 11,5% em relação ao ano passado e registrou 7,7 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Ao todo, 29,6 milhões de telespectadores sintonizaram a transmissão da rede ABC. Um bom resultado diante dos 25,5 milhões que assistiram à premiação do ano passado, quando se registrou o recorde negativo da transmissão. Entretanto, o alento é pequeno, já que o resultado contabiliza o segundo menor público televisivo da história do Oscar. Antes, o segundo pior desempenho tinha sido registrado em 2008, quando a exibição foi vista por 32 milhões de americanos. Os produtores da cerimônia não esconderam que o objetivo deste ano era dar mais atenção à premiação de cinema como um programa televisivo. E tinham muitas ideias para atrair público. A maioria delas acabou rejeitada após reação negativa dos membros da Academia – que, nostálgicos, ainda defendem que o Oscar deve ser sobre cinema e não TV. Entre os planos engavetados estavam um Oscar para Melhor Filme Popular (também conhecido como o Oscar para “Pantera Negra”), exclusão da maioria das performances de candidatos a Melhor Canção e a apresentação de quatro categorias nos intervalos comerciais. O objetivo de jogar alguns prêmios para fora da transmissão ao vivo era encurtar a premiação. A rede ABC queria uma cerimônia de 3 horas. Com a entrega de todos os troféus, o Oscar acabou durando 3h21. Ainda assim, foi uma das menores cerimônias dos últimos anos. A falta de um apresentador oficial agilizou o programa. Em vez de um monólogo de abertura, houve rock da banda Queen. E em vez de artistas desconhecidos de filmes independentes, multiplicaram-se os astros da televisão no evento. Quatro deles venceram os Oscars de interpretação. Apesar de todo esse esforço, que culminou numa péssima seleção de candidatos blockbusters, o programa do Oscar continuou a apresentar números muito baixos, quando comparado aos anos anteriores. Para se ter noção, em 2014 cerca de 43,7 milhões de pessoas assistiram a “12 Anos de Escravidão” vencer o Oscar ao vivo nos Estados Unidos.
Audiência de The Walking Dead despenca e atinge pior nível da série
“The Walking Dead” continua a perder público. O episódio mais recente, exibido no domingo (17/2), foi visto por 4,52 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Intitulado “Omega”, incluiu diversos flashbacks com personagens recém-introduzidos, muito falatório e acabou virando marco negativo da série. Os números representam a pior audiência ao vivo de “The Walking Dead” desde sua estreia, inferior aos 4,71 milhões de telespectadores que sintonizaram o segundo episódio da série de zumbis, em novembro de 2010 – até então, o menor público. “Omega” também registrou a pior pontuação da atração na escala Nielsen: 1,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Em seu auge, registrado na 5ª temporada, “The Walking Dead” chegou a ser vista por 17,29 milhões de telespectadores. Mas, a partir da 7ª temporada, exibida entre 2017 e 2018, os índices começaram a cair acentuadamente, conforme personagens importantes foram eliminados da trama e o ritmo se tornou mais arrastado. Os episódios da atual fase estão sendo exibidos após a saída de Rick (Andrew Lincoln), Maggie (Lauren Cohan) e Carl (Chandler Riggs), e já foi revelado que Michonne (Danai Gurira) também dará adeus à série na próxima temporada. “The Walking Dead” ainda tem seis episódios para exibir em sua 9ª temporada, a primeira sob comando da showrunner Angela Kang, e já está renovada para seu décimo ano de produção. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle
A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada
A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
Descendentes 3 ganha primeiro teaser oficial do Disney Channel
O Disney Channel divulgou fotos dos personagens e o teaser oficial do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia é repleta de ação, com muitas lutas de espadas, magia negra e até corridas de motocicletas. Como novidade, desta vez a trama se passa na ilha dos vilões, em vez do reino encantado dos príncipes e princesas Disney. Na trama, os filhos adolescentes dos vilões mais célebres da Disney – Mal (filha de Malévola), Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) – retornam à Ilha dos Perdidos, uma ilha proibida habitada pelos vilões e cercada por uma barreira mágica que inibe a magia e escape, com a intenção de recrutar um novo grupo de descendentes para se juntar a eles em Auradon. Quando uma brecha na barreira coloca em perigo a segurança de Auradon, Mal decide fechá-la permanentemente, temendo que seus arqui-inimigos, Uma (filha de Úrsula) e Hades, busquem vingança no reino. Apesar da sua decisão, uma inexplicável força maligna ameaça os habitantes de Auradon e dependerá de Mal e dos filhos dos vilões salvá-los, mas isso significará lutar na batalha mais épica de suas vidas. “Descendentes 3” vai voltar a trazer Dove Cameron como Mal e ainda revelar o pai misterioso da personagem. Novamente dirigido por Kenny Ortega, a estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019.
The Walking Dead registra pior audiência de retorno da série
A volta de “The Walking Dead”, exibida no último domingo (10/2), registrou o pior público do começo de uma midseason da série nos Estados Unidos. O episódio “Adaptation” foi visto por 5,16 milhões de americanos. Trata-se da menor audiência de um retorno desde que as temporadas da série passaram a ser divididas em duas partes – o que ocorreu a partir da 2ª temporada de 2012, quando a estreia da midseason foi vista por 6,89 milhões de telespectadores. Mas nem tudo é negativo nessa audiência. A boa notícia é que o público cresceu – pouco, cerca de 1%, mas cresceu – em relação ao final da primeira parte, “Evolution”, no ano passado. E a média das duas partes da temporada está em 5,23 milhões de telespectadores por episódio. É uma queda brutal em relação ao auge da atração – a 5ª temporada chegou a registrar 15 milhões de telespectadores, em 2014 – mas a atual marca mantém “The Walking Dead” como a série mais vista da TV paga dos Estados Unidos nos últimos 12 meses – com o dobro de público das que aparecem logo atrás no ranking, “American Horror Story” e “Yellowstone”. Entre as duas partes da 9ª temporada, a série perdeu dois de seus principais atores, Andrew Lincoln (o Rick) e Lauren Cohan (a Maggie), e ainda vai perder Danai Gurira (a Michonne) no próximo ano. Tudo isso tem impacto. Assim como o trabalho do antigo showrunner, que fez o favor de tirar o adolescente Chandler Riggs (o Carl) da produção, de forma divergente do que acontecia nos quadrinhos com seu personagem. A nova showrunner, Angela Kang, tem agora a missão de contar a história mais famosa dos quadrinhos, envolvendo os novos vilões chamados de Sussurradores, mas sem as principais peças da narrativa original. “The Walking Dead” é exibida todos os domingos no Brasil pelo canal pago Fox.
Legion vai acabar na 3ª temporada
O canal pago FX anunciou que “Legion” vai acabar em sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, o presidente do canal, John Landgraf, explicou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o produtor Noah Hawley (criador também de “Fargo”) sempre planejou concluir a história no terceiro ano. A trama surreal da série fez com que a 2ª temporada tivesse episódios vistos por apenas 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, 1,3 milhão de telespectadores a menos que na temporada inaugural. A baixa audiência já vinha alimentando rumores de cancelamento, mas a série foi renovada para mais um ano. Sabe-se agora que a renovação foi feita para encerrar a trama. “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, David Haller (o personagem vivido por Dan Stevens) é filho do Professor Xavier. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Primeiro episódio de Wayne atinge 10 milhões de visualizações em uma semana no YouTube
A nova série do YouTube Premium é um sucesso. O primeiro episódio, disponibilizado gratuitamente na plataforma de vídeos do Google, foi visto mais de 10 milhões de vezes em sua primeira semana de exibição, superando a marca dos 12 milhões de espectadores nesta sexta (25/1). Atualmente, apenas o primeiro episódio de “Wayne” está disponibilizado de forma gratuita. Quem quiser ver o resto da série, precisa pagar. Repleta da ação, violência e humor negro, “Wayne” é produzida por Rhett Reese e Paul Wernick, a dupla de roteiristas dos filmes de “Deadpool”. Com 10 episódios, a série acompanha o personagem-título, um adolescente obcecado por justiça, que enfrenta a tudo e a todos para punir valentões, até que conhece uma garota igualmente invocada e encontra uma nova missão: libertá-la da família abusiva e, no processo, recuperar o carro que seu pai queria lhe deixar de herança. O elenco destaca Mark McKenna (de “Sing Street”) no papel-título e Ciara Bravo (“Red Band Society”) como Del, sua namorada enfezada. Além de produzir, Reese e Wernick escreveram o terceiro episódio, mas “Wayne” foi criada por Shawn Simmons, roteirista das séries “Awkward.” e “School of Rock”. O sucesso transparente do primeiro episódio, que pode ser conferido na medição visível abaixo do vídeo, ajuda a justificar a decisão do Google de rever sua estratégia para o YouTube Premium. O Google anunciou em novembro passado que pretende mudar o YouTube Premium, passando a disponibilizar suas séries exclusivas para todos os usuários, gratuitamente, a partir de 2020. A ideia é trocar o modelo de sustentação financeira, substituindo a verba dos assinantes pelo aporte de anunciantes. Veja o primeiro episódio gratuito de “Wayne” abaixo, disponível com legendas em português.










