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    Justiça permite a Marcius Melhem divulgar mensagens de Dani Calabresa

    4 de agosto de 2022 /

    A Justiça de São Paulo arquivou na quarta-feira (3/8) a queixa-crime movida pela comediante Dani Calabresa contra Marcius Melhem, ex-diretor de Humor da Globo. A ação visava proibir Melhem de mostrar mensagens de WhatsApp trocadas entre ambos, em decorrência da denúncia de assédio moral e sexual que ela e outras sete mulheres fazem contra ele desde 2020. O Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que ela não pode impedi-lo de divulgar algo para defender a si mesmo, enquanto a advogada da acusação leva o caso à imprensa e publicações, como a revista Piauí, fazem reportagens com denúncias contra ele. Em comunicado, a defesa da atriz lamentou a permissão para divulgação das mensagens, comparando-as a “vazamentos” que teriam o “o objetivo de atingir a reputação das denunciantes”. “A defesa de Dani Calabresa lamenta a decisão, mas a respeita, como tem feito ao longo de todo o processo. Ressaltamos que a investigação criminal das denúncias apresentadas por 12 mulheres contra Marcius Melhem por assédio sexual continua sob sigilo de justiça, assim como o processo movido pelo Ministério Público do Trabalho. Infelizmente, temos assistido a uma série de vazamentos, sempre com o objetivo de atingir a reputação das denunciantes. Confiamos que a justiça comprovará todas as denúncias, apoiadas em provas e testemunhos”, diz a nota. O comunicado chama atenção por citar denúncias de 12 mulheres, número que nunca tinha sido apresentado até então. A defesa de Marcos Melhem também comentou a liberação das mensagens de seu celular. “A decisão da Justiça demonstra a lisura da conduta de Marcius Melhem ao se defender de acusações feitas pela advogada do grupo de oito denunciantes na imprensa, sem nenhuma investigação. Não foi Marcius Melhem quem procurou primeiro a imprensa. A divulgação de mensagens, como bem entendeu a Justiça, apenas ocorreu após o amplo ataque que ele sofreu publicamente. Marcius respeita a Justiça e o sigilo das investigações e irá sempre se defender de todas as formas legais para demonstrar a sua inocência diante das mentiras contadas. E sempre irá esclarecer a opinião pública quando alguma inverdade for dita a seu respeito”, disseram os advogados do humorista. O caso Melhem veio a à tona em dezembro de 2019, numa nota do colunista Leo Dias. Em março de 2020, o comitê de compliance do Grupo Globo absolveu o comediante das denúncias. Mesmo assim, a empresa encerrou o contrato com o então chefe de departamento da emissora, divulgando um texto elogioso sobre o profissional em agosto. Em outubro de 2020, as acusações contra Melhem deixaram de ser boatos e assumiram o peso de denúncia de uma advogada, Mayra Cotta, que se apresentou como representante das mulheres supostamente assediadas nas páginas do jornal Folha de S. Paulo. Em dezembro, a revista Piauí publicou a primeira reportagem sobre o caso, repleta de informações detalhadas – algumas já desmontadas – sobre os casos de assédio de Melhem contra ex-funcionárias, especialmente Dani Calabresa. A publicação gerou ira nas redes sociais contra Melhem, que entrou na justiça contra a revista, a advogada, Calabresa e vários colegas comediantes que o chamaram de assediador. Foi só então que Melhem passou a dar entrevistas e apresentar as mensagens trocadas com Calabresa como prova de sua versão dos fatos. As mensagens apresentadas à Folha e à rede Record demonstravam que os dois mantinham uma relação íntima e amigável entre os anos de 2017 e 2019, época em que, segundo a revista Piauí, ele teria assediado a atriz moral e sexualmente. Dois dias depois, a defesa de Calabresa entrou na Justiça para impedir a divulgação dos textos e áudios, e com um pedido de indenização por danos morais por Melhem ter revelado conversas privadas. A alegação é que a atriz estava tendo sua “vida íntima devassada”. Nesta quarta (3/8), o juiz Fabricio Reali Iza, da Vara do Juizado Especial Criminal da Barra Funda, em São Paulo, negou o pedido de Calabresa. Ele acolheu e concordou com o pedido da Procuradoria-Geral do Estado pelo arquivamento da queixa-crime. O arquivamento também já havia sido recomendado ao juiz anteriormente, pelo Ministério Público. “Ele somente o fez (a divulgação de mensagens) após ser acusado publicamente pela ofendida e por sua advogada (Mayra Cotta) da prática de crimes graves de assédio moral e sexual, visando defender-se das referidas”, diz o relatório do Ministério Público do Estado encaminhado ao juiz, que o acolheu. A decisão é definitiva e não cabe recurso.

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    Luana Piovani revela assédio sofrido na Globo

    8 de julho de 2022 /

    A atriz Luana Piovani revelou ter sofrido assédio sexual no começo da carreira na Globo. Em entrevista à revista Veja, ela disse que foi cortada da novela “Anjo Mau” (1997) após ter se recusado a sentar na perna do diretor Carlos Manga (1928-2015). “Vivi um abuso aos 20 anos, mas na época era normal e só me dei conta mais tarde. Eu e algumas pessoas, entre elas Luiza Brunet, que seria minha mãe no folhetim, estávamos na sala do diretor Carlos Manga. De longe, ele bateu na perna e disse: ‘senta aqui’. Eu pensei: tiozinho ousado. Sentei no braço da poltrona”, contou ela na entrevista. Depois disso, ela foi dispensada da produção, sob o pretexto de que “não agregaria”. “Hoje vejo que aquele episódio pode ter pesado”, ponderou. Piovani também lembrou do episódio em que foi agredida por Dado Dolabella, com quem namorava na época. Ela acredita que o ator não foi devidamente punido. “Inclusive porque não me agrediu apenas, mas também a camareira da minha peça. Ele a jogou longe, e ela trincou os dois antebraços. Nunca pagou a indenização. Na época, vivi a primeira crise de ansiedade. Não pela agressão, mas pela ressaca daquilo. Brasileiro é cruel, mas fantasiado de engraçadinho”, afirmou. Por ter se afastado da TV brasileira, Luana disse que ficou livre de ameaças e represálias, e assinem não teve receio de bater de frente com J.B. de Oliveira, o Boninho, durante o “BBB 22”. Ela se recusou a permitir a inclusão de fotos dos filhos com Pedro Scooby no programa. “Poder tenho eu, que não preciso nem dele nem da Globo. Já precisei, não mais. Quanto à postura do Boninho, só falo do que sei. Ele é um fazedor de dinheiro, responsável pelo maior faturamento da casa. Suponho que seja tratado como rei na Globo. Quanto à qualidade, não conheço seu trabalho. Nunca assistir a um ‘BBB’, só vi trechos. Talvez aquilo seja bom para o diretor: ficar só botando armadilhas para as pessoas caírem. Deve se divertir com isso”, comentou. Ela defende o direito dos filhos à privacidade. “A minha reivindicação era justa. Sempre tomei o cuidado de minimizar o exagero no uso da minha imagem. Imagina se não teria com meus filhos. Tentei um acordo, ceder para tal prova, mas queriam para a edição toda. E esse ‘BBB’ é tipo Jason, não acaba. Parece ‘Sexta-Feira 13, versão 49′”, debochou.

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    Ex-agente que teria assediado Terry Crews é acusado de abusos pela esposa

    27 de junho de 2022 /

    Quatro anos depois de sofrer denúncia de assédio por Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Adam Venit, ex-funcionário da poderosa agência de talentos WME, está sendo acusado de diversos abusos sexuais por sua esposa, Trina Venit. As informações são do Deadline. “O ataque público descarado de Adam a um imponente ex-atleta profissional masculino empalidece em comparação com o abuso que ele cometeu e continua infligindo à sua esposa a portas fechadas”, diz um trecho do processo aberto no último domingo (26/6). As acusações são fortes e a descrição delas é graficamente chocante. No documento, Trina alega violência doméstica, agressão física e sexual, difamação e perseguição. “Ao longo de seu casamento de mais de 20 anos, Adam abusou fisicamente, sexualmente, mentalmente, emocionalmente e verbalmente, além de perseguir e monitorar insistentemente Trina”, diz a queixa. “Adam a estrangulou, socou, chutou, drogou e agrediu sexualmente, deixando-a ensanguentada, machucada e com cicatrizes em inúmeras ocasiões”, segue o texto. “E se tudo isso não fosse pesadelo o suficiente, e apesar dos repetidos apelos dela para que parasse, ele busca controlar seus movimentos, comunicações, acesso a dinheiro, crédito e outros assuntos pessoais, e muito mais”, afirma a reclamação. O casamento entre Adam e Trina teve início em 6 de agosto de 1999 e o processo de divórcio foi iniciado em março de 2021. O escritório de advocacia que representa Trina é o mesmo que foi contratado por Terry Crews durante o processo que o ator moveu contra o ex-agente. Em 2017, Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento do Globo de Ouro. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Pelo processo, Crews destacou que foi ameaçado e sua participação no quarto filme de “Os Mercenários” foi cancelada, devido às conexões do empresário. Mas meses depois as partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit aceitou pagar uma quantia não revelada a Crews. Após este escândalo, ele anunciou que se aposentaria da função de empresário de artistas e atualmente trabalha na empresa de investimentos 890 Fifth Avenue Partners. Procurado pelo Deadline, Adam Venit não quis comentar o assunto.

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    Diretor vencedor do Oscar é preso na Itália sob acusação de estupro

    19 de junho de 2022 /

    O diretor Paul Haggis, do filme vencedor do Oscar “Crash – No Limite” (2004), foi detido neste domingo (19/5) na cidade de Ostuni, no sul da Itália, por acusações de agressão sexual e lesão corporal agravada, de acordo com vários relatos da mídia italiana e uma declaração dos promotores públicos da cidade vizinha de Brindisi. Uma jovem identificada apenas como “estrangeira” prestou queixa criminal contra Haggis, acusando-o de forçá-la a ter relações sexuais durante dois dias em Ostuni, onde ele se encontra para realizar uma série de master classes no Allora Fest, um novo festival de cinema marcado para começar na terça-feira (21/6). A mulher foi encontrada no aeroporto Papola Casale em Brindisi, onde foi largada na manhã deste domingo, apesar de demonstrar “condições físicas e psicológicas precárias”, segundo um relatório da polícia italiana. Socorrida por funcionários do aeroporto e policiais, ela foi levada para o hospital e posteriormente apresentou acusações formais. Esta não é a primeira acusação de agressão sexual feita contra Haggis. Em 2017, a assessora de imprensa Haleigh Breest processou o cineasta, alegando que ele a estuprou violentamente em seu apartamento em Nova York após uma première em 2013. Após essa acusação se tornar pública, mais três mulheres denunciaram o diretor e roteirista por má conduta sexual contra Haggis. Ele negou todas as alegações. Cientologista que depois se voltou contra a seita, Paul Haggis foi alçado à fama com “Crash” e depois assinou roteiros de filmes de sucesso como “Menina de Ouro” (2004), “007 – Cassino Royale” (2006) e “007 – Quantum of solace” (2008). As acusações refletem uma irônica lição de moral para a velha guarda de Hollywood. “Crash” é considerado o mais fraco vencedor do Oscar deste século e só teria vencido porque contou com apoio dos conservadores para impedir o favorito “O Segredo de Brokeback Montain” de ser consagrado pela Academia. O filme que rendeu o Oscar de Melhor Direção para Ang Lee contava uma história de amor proibida entre dois homens. Representando a opinião dos eleitores do prêmio, o já falecido ator Tony Curtis chegou a declarar que não tinha visto e não tinha intenção de ver o romance gay para votar no Oscar. Assim, o filme do homem acusado de ser estuprador acabou vencendo o Oscar, com apoio dos defensores da moral e dos bons costumes.

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    Ator de “Andi Mack” é condenado a dois anos de prisão por assédio a menor

    5 de junho de 2022 /

    O ator Stoney Westmoreland (da série “Andi Mack”) foi condenado a dois anos de prisão federal e dez anos de liberdade supervisionada, após ser detido em 2018 por suspeita de fazer sexo com um menor de 13 anos de idade. Na época, ele tinha 48 anos. Intérprete de Henry “Ham” Mack, o avô de Andi Mack na atração homônima do Disney Channel, o ator foi detido em Salt Lake City, cidade onde a série é gravada. Ele foi acusado de “guardar materiais prejudiciais a menor” e “seduzir menor por internet ou texto”, e sua sentença poderia chegar a 10 anos de prisão. Admitindo sua culpa, ele conseguiu um acordo judicial com os promotores, que reduziu sua sentença. De acordo com os documentos do caso no 3º Tribunal Distrital, ele teve contato com a vítima por meio de um aplicativo “usado para namorar e conhecer pessoas com o propósito de se envolver em atividade sexual”. Em conversa com o adolescente assediado, a polícia local descobriu que Westmoreland enviou fotos pornográficas e pediu ao menor de idade se envolver em atos sexuais com ele e enviar fotos nuas. O ator planejava levá-lo a um quarto de hotel quando o Departamento de Polícia de Salt Lake City e a Força Tarefa de Exploração Infantil do FBI o prenderam. Após a prisão, a Disney informou que o ator foi desligado de “Andi Mack”. Mesmo assim, ele apareceu até quase metade da 3ª e última temporada da atração. O cancelamento foi considerado precoce na época, já que a série era um dos dos maiores sucessos do Disney Channel. “Andi Mack” acompanha a personagem-título e seus amigos pré-adolescentes em uma jornada de descobertas, e incluiu o primeiro personagem gay jovem de uma produção do estúdio Disney.

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    Diretor de “007 – Sem Tempo Para Morrer” volta a ser acusado de assédio sexual

    31 de maio de 2022 /

    O diretor Cary Fukunaga, de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, voltou a ser alvo de denúncias de assédio sexual. Vinte dias após manifestações de atrizes nas redes sociais, a revista americana Rolling Stone fez uma reportagem que colheu testemunhos de várias mulheres sobre o comportamento inapropriado do cineasta. Diferente das críticas postadas abertamente nas redes sociais, desta vez nenhuma das denunciantes quis se identificar. Os casos abrangem várias produções do diretor, inclusive a recente “Masters of the Air”, minissérie ainda inédita da Apple TV+. No set da atração, Fukunaga teria abordado duas jovens figurantes, que estavam vestidas como prostitutas dos anos 1940, e pedido para tirar fotos delas para marcar a continuidade (trabalho normalmente feito por assistentes, e não pelo diretor). Durante as fotos, ele insistiu para que elas fizessem poses cada vez mais sugestivas para a câmera. Outra mulher, que já tinha trabalhado com o diretor sem grandes incidentes, contou que estava alinhada para um próximo projeto com Fukunaga quando foi subitamente demitida – e ele a convidou para sair. “Eu me lembro dessa época porque fiquei realmente chateada. Queria muito aquele trabalho, e precisava muito dele. Pareceu realmente estranho que ele tenha me demitido e seguido isso com: ‘Deixe eu te levar pra tomar uns drinks'”, ela comentou. Em mais um incidente, Fukunaga foi acusado de flertar abertamente com uma atriz durante filmagens, o que deixou até seus amigos em estado de alerta. “Era humilhante para mim, porque subitamente eu achava que precisava trabalhar todos os dias mais discretamente, sem chamar a atenção dele”, disse a denunciante. “Foi muito desconfortável, e foi horrível… Eu só terminei aquele trabalho porque estava preocupada com a minha carreira”, completou. Uma atriz diferente contou ter descoberto que foi chamada para um teste de produção, depois que o diretor não conseguiu chamar sua atenção no Instagram. “Foi muito bizarro, porque ele queria me conhecer e me namorar, ou só me f*der, qualquer coisa assim. Ele usa o seu poder, a sua fama e o ambiente profissional para atrair as garotas”, ela acusou. A reportagem ainda cita membros das equipes que afirmam que o hábito de Fukunaga “usar seus sets como bares de paquera” era motivo de cochichos e zombarias entre os colegas de trabalho. O advogado do diretor, Michael Plonsker, negou todas as acusações. “Ninguém nunca trouxe esse tipo de preocupação para Cary, nenhuma vez. Ele cria ambientes de trabalho criativos, colaborativos e acolhedores, e nunca agiu de forma que pudesse gerar uma reportagem como essa”, ele disse para a Rolling Stone.

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    Diretor de “Aftershock” é condenado a cinco anos de prisão no Chile

    17 de maio de 2022 /

    O diretor Nicolás López foi condenado a cinco anos de prisão no Chile na segunda-feira (16/5) após ser condenado por agressão sexual contra duas atrizes. Ele é conhecido pelo filme de catástrofe “Aftershock” (2012), em que dirigiu Eli Roth e Selena Gomez, e pelo roteiro de “Bata Antes de Entrar” (2015), estrelado por Keanu Reeves e Ana de Armas. O cineasta chileno foi condenado no Tribunal Criminal Oral de Viña del Mar, perto de Santiago, de acordo com uma reportagem da Associated Press. O tribunal também o absolveu de três acusações de estupro, incluindo uma de menor, devido à insuficiência de provas. Ele foi condenado por abuso em incidentes que ocorreram entre 2004 e 2016. Os promotores acusaram López de aproveitar as reuniões de trabalho e seu status de chefe para atacar atrizes e forçá-las a ter relações sexuais. Ele convidaria mulheres para testes em sua produtora ou em sua casa, onde lhes propunha relações sexuais em troca de trabalho. As denúncias vieram à tona em 2018 no jornal chileno El Mercurio, com queixas de oito mulheres, que se apresentaram alegando abuso. López, que trabalhou com algumas das atrizes jovens mais conhecidas do Chile, graças a sucessos de bilheteria local como as comédias “Sin filtro” (2016) e “Não Estou Louca” (2018), negou irregularidades, mas os investigadores recuperaram mensagens de texto que reforçaram a acusação. O processo causou grande escândalo no Chile, dando início a uma versão nacional do movimento #MeToo, que denunciou vários casos de abuso sexual cometidos por pessoas poderosas, especialmente na indústria do entretenimento. O veredito de culpado foi declarado no mês passado, mas a sentença e a prisão só foi decretada agora.

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    Diretor de “007 – Sem Tempo Para Morrer” é acusado de assédio sexual

    10 de maio de 2022 /

    O cineasta Cary Joji Fukunaga, diretor de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, virou alvo de denúncias de assédio sexual de três atrizes. A primeira a se manifestar foi Rachelle Vinberg, da série “Betty”. Em um Stories publicado em seu Instagram na semana passada, ela relatou que foi convencida a ter um relacionamento com o diretor aos 18 anos de idade. Na época, ele tinha 38. Ela desabafou afirmando que seu envolvimento com Fukunaga a fez procurar ajuda psiquiátrica e foi diagnosticada com estresse pós-traumático. “Passei anos com medo dele. Ele é um aliciador e tem feito isso há anos. Cuidado, mulheres”, disse ela. Após verem a publicação, as irmãs gêmeas Hannah e Cailin Loesch, que trabalharam com Fukunaga na série “Maniac”, revelaram que ele foi grosseiro durante as gravações, com várias insinuações sexuais, tendo inclusive sugerido ficar com as duas ao mesmo tempo. De acordo com as irmãs, na época elas tinham 20 anos e o cineasta questionava se elas eram virgens e chegou a forçar Hannah a sentar no seu colo com Cailin do lado. Em um determinado momento, Fukunaga teria convidado as duas irmãs para verem um versão inicial de “007 – Sem Tempo Para Morrer” em seu apartamento. Quando chegaram na casa do diretor, “era uma festa a três em sua cama”. Depois de se recusarem a deitar com o cineasta, ele ainda teria lhes oferecido drogas para ficarem em sua casa – ácido e MDMA. As acusações de Vinberg e das irmãs Loesch vêm poucos meses depois de Raeden Greer (“Magic Mike XXL”) acusar Fukunaga de dimití-la da série “True Detective” por se recusar a fazer uma cena nua. Nem Fukunaga nem seus representantes se manifestaram após as postagens. there’s a lot more in her story but yeah. this is just so revolting. pic.twitter.com/NJBiZEyPPG — carey (@brokebackstan) May 4, 2022 Sharing our story in solidarity with Rachelle Vinberg Read: https://t.co/1455WxTi18 — Hannah & Cailin Loesch (@loeschtwins) May 5, 2022

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  • Série

    Astro de “The Resident” assume papel de ator demitido em minissérie de terror

    1 de maio de 2022 /

    A produção de “The Fall of the House of Usher”, minissérie de terror da Netflix, definiu o substituto de Frank Langella (“Os 7 de Chicago”), demitido no mês passado após a investigação de uma denúncia de conduta inaceitável no set. O ator Bruce Greenwood, atualmente no ar na série “The Resident”, foi o intérprete escolhido para o importante papel de Roderick Usher, possibilitando a retomada da produção, baseada no clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. A produção da minissérie, comandada por Mike Flanagan (“Missa da Meia-Noite”), já tinha concluído metade das gravações previstas. Mas agora as cenas realizadas por Langella precisarão ser refeitas com Greenwood. De acordo com o site TMZ, Langella teria feito uma piada inapropriada de natureza sexual e tocado na perna de uma atriz, questionando se ela havia gostado. Ela não apenas detestou. Denunciou o ator. Após a análise de depoimentos sobre o acontecimento, foi tomada a decisão de substituir o veterano ator, indicado ao Oscar por “Frost/Nixon” (2008) e vencedor de quatro Tony Awards, o prêmio maior do teatro americano. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os irmãos moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. Já a mais famosa é de 1960, lançada no Brasil com o título de “O Solar Maldito” e considerada a obra-prima das carreiras do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price (o Roderick Usher da época). Ainda não há previsão para o lançamento da versão da Netflix.

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    Frank Langella é demitido de série após acusação de assédio sexual

    13 de abril de 2022 /

    O veterano ator Frank Langella foi demitido da produção de “The Fall of the House of Usher”, minissérie de terror da Netflix baseada no clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. Langella foi objeto interna de uma investigação, após uma denúncia, que foi concluída nesta quarta (13/4). A decisão foi tomada após a constatação de que o ator esteve envolvido em conduta inaceitável no set. De acordo com o site TMZ, ele supostamente fez uma piada inapropriada de natureza sexual e tocou na perna de uma atriz, questionando se ela havia gostado. Após a análise de depoimentos sobre o acontecimento, foi tomada a decisão de reformular o papel do ator na atração. A produção da minissérie, comandada por Mike Flanagan (“Missa da Meia-Noite”), já tinha concluído metade das gravações previstas. Mas agora as cenas já realizadas por Langella precisarão ser refeitas com um novo ator. Indicado ao Oscar por “Frost/Nixon” (2008), Langella venceu quatro Tony Awards, o prêmio maior do teatro americano, e seu trabalho mais recente era outra produção da Netflix, “Os 7 de Chicago” (2020), onde interpretou um juiz intransigente. A minissérie representava seu primeiro terror deste século – ele não trabalhava no gênero desde “O Último Portal” (1999), de Roman Polanski. O ator veterano, que já viveu Drácula em 1979, dava vida a Roderick Usher, papel famosamente interpretado por Vincent Price na adaptação do texto de Poe dirigida por Roger Corman em 1960. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os irmãos moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. A mais famosa foi justamente a de 1960, lançada no Brasil com o título de “O Solar Maldito” e considerada a obra-prima das carreiras do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price. Não há previsão para o lançamento da versão de Flanagan.

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  • Etc

    Cuba Gooding Jr. se declara culpado de assédio sexual

    13 de abril de 2022 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) se declarou culpado num julgamento de assédio sexual que ele enfrenta na justiça de Nova York. Em sua declaração, ele assume ter forçado um toque (“forcible touching”), uma acusação menos grave do que outros crimes sexuais, que pode lhe resultar no máximo um ano de prisão. Vencedor do Oscar por “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996), o ator foi preso em 2019 após uma mulher acusá-lo de apalpar seus seios sem permissão em um bar na cidade. O caso teve grande repercussão e, depois de pagar fiança para responder o processo em liberdade, outras mulheres acusaram o ator publicamente de atos semelhantes. Gooding acabou acusado em mais dois casos adicionais, por beliscar as nádegas de uma garçonete e tocar de forma inapropriada outra mulher, ambas em 2018 em Nova York. Até se declarar culpado, Gooding negava as acusações. Seus advogados argumentavam que os promotores tinham se tornado zelosos demais, apanhados no fervor do movimento #MeToo, ao transformar “gestos comuns” ou mal-entendidos em crimes. A linha da defesa mudou após o juiz decidir que, caso Gooding fosse a julgamento, os promotores poderiam chamar mais mulheres que o denunciaram para testemunhar sobre suas alegações de que Gooding também as tocou sem permissão. Ao todo, 19 acusadoras vieram à público denunciar o comportamento do ator. Ele também é acusado em outro processo de estuprar uma mulher na cidade de Nova York em 2013. Depois que um juiz emitiu uma sentença de condenação à revelia em julho passado, porque Gooding não respondeu ao processo, o ator contratou um advogado e está lutando contra as alegações. O último trabalho do ator foi o filme “A Vida em Um Ano”, lançado em 2020. Quatro anos antes, em 2016, ele foi indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na minissérie “American Crime Story”.

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    Frank Langella é investigado por assédio sexual em série da Netflix

    13 de abril de 2022 /

    O veterano ator Frank Langella, de 84 anos, indicado ao Oscar por “Frost/Nixon” (2008), tornou-se alvo de uma investigação interna de assédio sexual no set de uma nova produção da Netflix, a série de terror “The Fall of the House of Usher”, desenvolvida por Mike Flanagan (“Missa da Meia-Noite”). De acordo com o site TMZ, o ator supostamente fez uma piada inapropriada de natureza sexual e tocou na perna de uma atriz, questionando se ela havia gostado. A série segue sendo gravada no Canadá e nenhum registro de acusação formal foi feito. Langella tem papel coadjuvante na trama e não havia cenas programadas para ele esta semana. Um porta-voz da Netflix disse que a empresa “não comenta sobre questões de emprego ativo”. Além da indicação ao Oscar, Langella venceu quatro Tony Awards, o prêmio maior do teatro americano, e já participou de uma produção da Netflix anteriormente, como o juiz intransigente de “Os 7 de Chicago” (2020).

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  • Filme

    Sion Sono é acusado de assédio por várias atrizes japonesas

    5 de abril de 2022 /

    Sion Sono, diretor japonês de obras cultuadas como “O Pacto” (Suicide Club, 2001), “Exposição de Amor” (2008), “Himizu” (2011) e “Por Que Você Não Vai Brincar no Inferno?” (2013), foi acusado de assédio sexual em um artigo assinado por diversas atrizes. Publicada pelo site japonês Shukan Josei PRIME (Jprime), a acusação traz declarações anônimas que denunciam um comportamento predatório do cineasta. Segundo o artigo, Sono assediava todas as atrizes protagonistas de seus filmes. Nesta terça (5/4), a empresa produtora do diretor se manifestou sobre as acusações sem fazer defesa de Sono. “Para quem isso possa interessar, obrigado pelo apoio contínuo. Nós pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que isso pode ter causado para qualquer um envolvido. Nós faremos um novo pronunciamento após averiguar os fatos”, disse a produtora em comunicado. No domingo, o ator Matsuzaki Yuki se referiu ao histórico de assédio sexual de Sono em um post no Twitter, antes da denúncia do Jprime viralizar. “Este sempre foi o método de operação habitual de Sono – existem dezenas de vítimas”, escreveu ele. Sono fez sua estreia em inglês no ano passado, com o lançamento de “Ghostland: Terra Sem Lei”, estrelado por Nicolas Cage e Sofia Boutella. A indústria japonesa de cinema e TV foi pouco afetada pelo movimento #MeToo, que varreu pessoas poderosas do entretenimento em vários países. Apesar disso, cada vez mais denúncias têm vindo à tona. Alegações de assédio sexual foram recentemente levantadas contra o ator Kinoshita Houka e o diretor Sakaki Hideo, levando ao cancelamento dos dois filmes mais recentes deste último.

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