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    Rafinha Bastos terá que indenizar Marcius Melhem por piada sobre assédio

    27 de outubro de 2022 /

    O humorista Rafinha Bastos perdeu o recurso no processo movido por Marcius Melhem por dano moral. Melhem vai receber R$ 50 mil de indenização de Rafinha a título de indenização por piadas com as acusações de assédio moral e sexual feitas contra ele por Dani Calabresa e outras funcionárias da Globo, na época em que era chefe do departamento de humor da emissora. O caso foi julgado pela 7ª Câmara do Direito Privado do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) em segunda instância. Na primeira decisão, a Justiça havia concordado com os argumentos de Melhem e nova sentença repetiu a condenação, inclusive mantendo a mesma indenização. O vídeo com a piada que motivou o processo foi publicado em 2020, logo após Melhem dar uma entrevista se defendendo da acusação de assédio sexual e moral. Em um dos trechos, o humorista colocava sua voz sobre a imagem do ex-diretor da Globo para debochar do momento em que Melhem dizia que “foi muito doloroso para mim” ouvir as denúncias. “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação. “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. O processo também cita um tuíte de Rafinha Bastos em que ele manda Melhem “tomar no c*!” e o chama de “mau-caráter do cara**o!”. A publicação já foi apagada pelo próprio autor segundo o Twitter, que se manifestou ao ser notificado judicialmente. “Considerando a natureza do dano, a capacidade econômica das partes, os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, pela ofensa ao autor com ampla divulgação, considera-se que o montante fixado deve ser mantido”, afirmou o desembargador Pastorelo Kfouri, relator do caso em segunda instância. O voto foi seguido por unanimidade. Marcius Melhem também processou Danilo Gentili, Felipe Castanheri e Marcos Veras por comentários que considerou ofensivos nas redes sociais. Mas Gentili teve ganho de causa por ter feito piadas de duplo sentido. Em entrevista do ano passado, Melhem se justificou dizendo: “Eu não processo quem me critica ou quem faz piada. Eu processei quem me ofendeu com grande repercussão. São quatro processos apenas. E muito mais gente falou de mim. Milhões de pessoas foram induzidas a me achar um abusador, um assediador, sem saber que nem processo na Justiça há contra mim. Sem saber que ninguém me acusou publicamente de algum ato criminoso. Sem saber que só houve ida à Justiça porque eu fui primeiro. A crítica é livre. A ofensa, não. Só processei quem me caluniou”.

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    Cuba Gooding Jr. não será preso após se declarar culpado de assédio sexual

    13 de outubro de 2022 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) não será preso após ter se declarado culpado no julgamento de assédio sexual que ele enfrenta na justiça de Nova York. O caso foi resolvido nesta quinta (13/10), depois de o ator ter cumprido os termos de um acordo de confissão condicional. A promotora Coleen Balbert disse que Gooding apresentou bom comportamento e completou os seis meses de aconselhamento a respeito do vício em álcool e do seu comportamento, permitindo que ele retirasse sua alegação de contravenção e se declarasse culpado de uma violação de assédio. Balbert disse ainda que recebeu “relatos positivos nos últimos seis meses” do terapeuta de Gooding e que o ator optou por continuar com o tratamento além do tempo exigido. Portanto, Gooding não vai enfrentar nenhuma penalidade adicional. Além disso, ao ter substituído a sua alegação de contravenção por uma alegação de violação não criminal, ele não terá antecedentes criminais. Se Gooding não cumprisse os termos do acordo, ele poderia pegar até um ano de prisão. Gooding se declarou culpado em abril de uma acusação de contravenção por ter beijado à força uma funcionária de uma boate de Nova York em 2018. Essa foi apenas uma das dezenas de alegações de comportamento inadequado contra o ator que vieram à tona nos últimos anos. Algumas das acusadoras de Gooding criticaram a decisão, por considerá-la leve demais e vão abrir um processo civil contra ele. Durante o julgamento, a funcionária da boate disse que as ações de Gooding tiveram uma repercussão mínima para ele, enquanto suas vítimas precisaram lidar com as consequências dos seus atos. Vencedor do Oscar por “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996), o ator chegou a ser preso em 2019 após uma mulher acusá-lo de apalpar seus seios sem permissão em um bar na cidade. O caso teve grande repercussão e, depois de pagar fiança para responder o processo em liberdade, outras mulheres acusaram o ator publicamente de atos semelhantes. Gooding acabou acusado em mais dois casos adicionais, por beliscar as nádegas de uma garçonete e tocar de forma inapropriada outra mulher, ambas em 2018 em Nova York. Até se declarar culpado, ele negava as acusações. Seus advogados argumentavam que os promotores tinham se tornado zelosos demais, apanhados no fervor do movimento #MeToo, ao transformar “gestos comuns” ou mal-entendidos em crimes. A linha da defesa mudou após o juiz decidir que, caso Gooding fosse a julgamento, os promotores poderiam chamar mais mulheres que o denunciaram para testemunhar sobre alegações de que Gooding também as tocou sem permissão. Ao todo, 19 acusadoras vieram à público denunciar o comportamento do ator. Ele também é acusado, em outro processo, de estuprar uma mulher na cidade de Nova York em 2013. Depois que um juiz emitiu uma sentença de condenação à revelia em julho passado, porque Gooding não respondeu ao processo, o ator contratou um advogado e está lutando contra as alegações. O caso de Gooding é apenas mais um em uma série de processos de abuso sexual em andamento. Outros julgamentos que estão acontecendo atualmente são os de Kevin Spacey (“House of Cards”), Harvey Weinstein (produtor de “Os Oito Odiados”) e Danny Masterson (“That 70’s Show”).

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    Constance Wu revela ter sido salva do suicídio

    6 de outubro de 2022 /

    A atriz Constance Wu (“As Golpistas”) revelou que recentemente contemplou suicídio e foi salva por uma amiga. A revelação foi feita durante uma live do programa de entrevistas “Conversa de Mesa Vermelha” (Red Table Talk), de Jada Pinkett Smith no Facebook. Wu participou da entrevista para promover sua biografia, “Making a Scene”. O caso em questão é relatado no livro, assim como a revelação recente de que ela foi assediada sexualmente por um produtor da série “Fresh Off the Boat”. A tentativa de suicídio aconteceu em 2019, quando Wu chamou atenção ao se manifestar de maneira contrária à renovação da série que ela estrelava. Na ocasião, ela postou no seu Twitter: “Estou tão chateada agora que estou literalmente chorando. Ugh F*”. Ela seguiu com um tweet que dizia “Que f* infernal”. Isso gerou uma reação negativa entre os fãs da série e entre membros da comunidade asiática americana, uma vez que “Fresh Off the Boat” era vista como um exemplo de representatividade. Na ocasião, Wu recebeu muitas mensagens negativas. Em certo momento, ela se enrolou em um cobertor e ficou na borda da varanda do seu apartamento no quinto andar. Enquanto ela contemplava o possível suicídio, uma amiga que veio ver como ela estava a puxou de volta, a colocou num táxi e “me levou para uma sala de emergência psiquiátrica” para tratamento de saúde mental. “Eu passei a noite em uma cama na sala de espera do pronto-socorro psiquiátrico em observação”, contou ela. Na manhã seguinte, Wu começou o seu tratamento psicológico e psiquiátrico. “Eu precisava daquilo. Eu estava insegura naquele momento”, disse ela. “Eu estava em um lugar mental em que estava apenas me batendo. E tinha tanta vergonha. Sentindo que não merecia viver. Sentindo que o mundo me odiava. Sentindo que eu arruinei tudo para todos. Talvez eu tenha arruinado tudo para algumas pessoas, mas, você sabe, as pessoas cometem erros, certo?” A atriz não coloca a culpa no público, uma vez que ela reconhece que, quando fez as postagens, o público não sabia que ela tinha sofrido assédio sexual de um produtor da série. Em vez disso, eles pensaram que ela estava apenas surfando no sucesso de “Podres de Ricos”. “Com as informações que o público tinha, é claro que não culpo as pessoas por pensarem isso”, disse ela. “O que as pessoas não perceberam foi que durante meus primeiros dois anos [na série], fui assediada sexualmente e intimidada e ameaçada – o tempo todo”. Embora não tenha divulgado o nome do produtor, Wu tem falado abertamente em entrevistas recentes sobre essa experiência triste na série. “Eu mantive minha boca fechada por muito tempo sobre assédio sexual e intimidação que sofri nas duas primeiras temporadas do programa”, disse a atriz durante participação no Atlantic Festival, um evento de entrevistas em Washington, DC. “Porque, depois das duas primeiras temporadas, uma vez que virou um sucesso, uma vez que eu não estava mais com medo de perder meu emprego, eu pude começar a dizer ‘não’ ao assédio, ‘não’ à intimidação desse produtor em particular. E então pensei: ‘Quer saber? Ninguém precisa saber. Não preciso manchar a carreira desse produtor asiático-americano. Eu não tenho que manchar a exibição da série.’” “Acabei percebendo que era importante falar sobre isso”, continuou Wu, explicando que esperou a série terminar para se pronunciar. “Essa série foi histórica para os asiáticos-americanos. Foi o único programa numa rede de televisão em 20 anos a ser estrelado por asiáticos-americanos e eu não queria manchar o único programa que nos representava.” Wu chamou a experiência de “traumática” em seu livro “Making a Scene”, que foi lançado na terça (4/10) nos EUA, pela editora Simon & Schuster. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

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    “The Chi” é renovada para 6ª temporada

    18 de agosto de 2022 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 6ª temporada. A renovação vem duas semanas antes do final do quinto ano da produção, que se mantém com uma maiores audiências da história do canal. “The Chi” tem sido um destaque do Showtime desde a estreia em janeiro de 2018, com 87% de aprovação da crítica. Cinco temporadas depois, o drama de amadurecimento ambientado no lado sul de Chicago continua exercendo forte presença na TV paga americana, ao estabelecer um novo recorde de audiência, com um aumento de público de mais de 20% em relação à temporada passada. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, a atração também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.

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    Kevin Spacey é condenado a pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”

    5 de agosto de 2022 /

    O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, que ele estrelou entre 2013 e 2017. O juiz Mel Red Recana, do Tribunal Superior de Los Angeles, entendeu que o ator causou prejuízo à empresa por seu comportamento, que ao assediar integrantes da produção criou um escândalo sexual responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. A sentença foi em segunda instância, confirmando decisão anterior expedida em primeira instância por outro magistrado, em outubro de 2020, que condenou Spacey ao pagamento de US$ 29,5 milhões em danos à MCR, além de outro R$ 1,5 milhão em taxas e custos processuais. De acordo com a avaliação dos dois juízes, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da MCR. Por causa de Spacey, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia de assédio contra Spacey vir à tona, em outubro de 2017, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que o intérprete do presidente Francis Underwood tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. A partir daí, as denúncias contra o ator se multiplicaram e os funcionários da atração perderam o medo de acusá-lo. Entre os autores das denúncias, estava um assistente de produção que acusou o ator de apalpá-lo sem seu consentimento. Além de demitir o protagonista de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida por Spacey, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continuou postando vídeos caracterizado como seu personagem nos EUA, chegando a comparar sua situação a de pessoas que perderam empregos durante a pandemia. Recentemente, ele voltou a ser acusado de assédio e abuso sexual, num processo iniciado neste ano na Inglaterra. Na audiência prelimitar, ele se declarou “inocente”.

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    Justiça permite a Marcius Melhem divulgar mensagens de Dani Calabresa

    4 de agosto de 2022 /

    A Justiça de São Paulo arquivou na quarta-feira (3/8) a queixa-crime movida pela comediante Dani Calabresa contra Marcius Melhem, ex-diretor de Humor da Globo. A ação visava proibir Melhem de mostrar mensagens de WhatsApp trocadas entre ambos, em decorrência da denúncia de assédio moral e sexual que ela e outras sete mulheres fazem contra ele desde 2020. O Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que ela não pode impedi-lo de divulgar algo para defender a si mesmo, enquanto a advogada da acusação leva o caso à imprensa e publicações, como a revista Piauí, fazem reportagens com denúncias contra ele. Em comunicado, a defesa da atriz lamentou a permissão para divulgação das mensagens, comparando-as a “vazamentos” que teriam o “o objetivo de atingir a reputação das denunciantes”. “A defesa de Dani Calabresa lamenta a decisão, mas a respeita, como tem feito ao longo de todo o processo. Ressaltamos que a investigação criminal das denúncias apresentadas por 12 mulheres contra Marcius Melhem por assédio sexual continua sob sigilo de justiça, assim como o processo movido pelo Ministério Público do Trabalho. Infelizmente, temos assistido a uma série de vazamentos, sempre com o objetivo de atingir a reputação das denunciantes. Confiamos que a justiça comprovará todas as denúncias, apoiadas em provas e testemunhos”, diz a nota. O comunicado chama atenção por citar denúncias de 12 mulheres, número que nunca tinha sido apresentado até então. A defesa de Marcos Melhem também comentou a liberação das mensagens de seu celular. “A decisão da Justiça demonstra a lisura da conduta de Marcius Melhem ao se defender de acusações feitas pela advogada do grupo de oito denunciantes na imprensa, sem nenhuma investigação. Não foi Marcius Melhem quem procurou primeiro a imprensa. A divulgação de mensagens, como bem entendeu a Justiça, apenas ocorreu após o amplo ataque que ele sofreu publicamente. Marcius respeita a Justiça e o sigilo das investigações e irá sempre se defender de todas as formas legais para demonstrar a sua inocência diante das mentiras contadas. E sempre irá esclarecer a opinião pública quando alguma inverdade for dita a seu respeito”, disseram os advogados do humorista. O caso Melhem veio a à tona em dezembro de 2019, numa nota do colunista Leo Dias. Em março de 2020, o comitê de compliance do Grupo Globo absolveu o comediante das denúncias. Mesmo assim, a empresa encerrou o contrato com o então chefe de departamento da emissora, divulgando um texto elogioso sobre o profissional em agosto. Em outubro de 2020, as acusações contra Melhem deixaram de ser boatos e assumiram o peso de denúncia de uma advogada, Mayra Cotta, que se apresentou como representante das mulheres supostamente assediadas nas páginas do jornal Folha de S. Paulo. Em dezembro, a revista Piauí publicou a primeira reportagem sobre o caso, repleta de informações detalhadas – algumas já desmontadas – sobre os casos de assédio de Melhem contra ex-funcionárias, especialmente Dani Calabresa. A publicação gerou ira nas redes sociais contra Melhem, que entrou na justiça contra a revista, a advogada, Calabresa e vários colegas comediantes que o chamaram de assediador. Foi só então que Melhem passou a dar entrevistas e apresentar as mensagens trocadas com Calabresa como prova de sua versão dos fatos. As mensagens apresentadas à Folha e à rede Record demonstravam que os dois mantinham uma relação íntima e amigável entre os anos de 2017 e 2019, época em que, segundo a revista Piauí, ele teria assediado a atriz moral e sexualmente. Dois dias depois, a defesa de Calabresa entrou na Justiça para impedir a divulgação dos textos e áudios, e com um pedido de indenização por danos morais por Melhem ter revelado conversas privadas. A alegação é que a atriz estava tendo sua “vida íntima devassada”. Nesta quarta (3/8), o juiz Fabricio Reali Iza, da Vara do Juizado Especial Criminal da Barra Funda, em São Paulo, negou o pedido de Calabresa. Ele acolheu e concordou com o pedido da Procuradoria-Geral do Estado pelo arquivamento da queixa-crime. O arquivamento também já havia sido recomendado ao juiz anteriormente, pelo Ministério Público. “Ele somente o fez (a divulgação de mensagens) após ser acusado publicamente pela ofendida e por sua advogada (Mayra Cotta) da prática de crimes graves de assédio moral e sexual, visando defender-se das referidas”, diz o relatório do Ministério Público do Estado encaminhado ao juiz, que o acolheu. A decisão é definitiva e não cabe recurso.

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    Ex-agente que teria assediado Terry Crews é acusado de abusos pela esposa

    27 de junho de 2022 /

    Quatro anos depois de sofrer denúncia de assédio por Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Adam Venit, ex-funcionário da poderosa agência de talentos WME, está sendo acusado de diversos abusos sexuais por sua esposa, Trina Venit. As informações são do Deadline. “O ataque público descarado de Adam a um imponente ex-atleta profissional masculino empalidece em comparação com o abuso que ele cometeu e continua infligindo à sua esposa a portas fechadas”, diz um trecho do processo aberto no último domingo (26/6). As acusações são fortes e a descrição delas é graficamente chocante. No documento, Trina alega violência doméstica, agressão física e sexual, difamação e perseguição. “Ao longo de seu casamento de mais de 20 anos, Adam abusou fisicamente, sexualmente, mentalmente, emocionalmente e verbalmente, além de perseguir e monitorar insistentemente Trina”, diz a queixa. “Adam a estrangulou, socou, chutou, drogou e agrediu sexualmente, deixando-a ensanguentada, machucada e com cicatrizes em inúmeras ocasiões”, segue o texto. “E se tudo isso não fosse pesadelo o suficiente, e apesar dos repetidos apelos dela para que parasse, ele busca controlar seus movimentos, comunicações, acesso a dinheiro, crédito e outros assuntos pessoais, e muito mais”, afirma a reclamação. O casamento entre Adam e Trina teve início em 6 de agosto de 1999 e o processo de divórcio foi iniciado em março de 2021. O escritório de advocacia que representa Trina é o mesmo que foi contratado por Terry Crews durante o processo que o ator moveu contra o ex-agente. Em 2017, Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento do Globo de Ouro. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Pelo processo, Crews destacou que foi ameaçado e sua participação no quarto filme de “Os Mercenários” foi cancelada, devido às conexões do empresário. Mas meses depois as partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit aceitou pagar uma quantia não revelada a Crews. Após este escândalo, ele anunciou que se aposentaria da função de empresário de artistas e atualmente trabalha na empresa de investimentos 890 Fifth Avenue Partners. Procurado pelo Deadline, Adam Venit não quis comentar o assunto.

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    Ator de “Andi Mack” é condenado a dois anos de prisão por assédio a menor

    5 de junho de 2022 /

    O ator Stoney Westmoreland (da série “Andi Mack”) foi condenado a dois anos de prisão federal e dez anos de liberdade supervisionada, após ser detido em 2018 por suspeita de fazer sexo com um menor de 13 anos de idade. Na época, ele tinha 48 anos. Intérprete de Henry “Ham” Mack, o avô de Andi Mack na atração homônima do Disney Channel, o ator foi detido em Salt Lake City, cidade onde a série é gravada. Ele foi acusado de “guardar materiais prejudiciais a menor” e “seduzir menor por internet ou texto”, e sua sentença poderia chegar a 10 anos de prisão. Admitindo sua culpa, ele conseguiu um acordo judicial com os promotores, que reduziu sua sentença. De acordo com os documentos do caso no 3º Tribunal Distrital, ele teve contato com a vítima por meio de um aplicativo “usado para namorar e conhecer pessoas com o propósito de se envolver em atividade sexual”. Em conversa com o adolescente assediado, a polícia local descobriu que Westmoreland enviou fotos pornográficas e pediu ao menor de idade se envolver em atos sexuais com ele e enviar fotos nuas. O ator planejava levá-lo a um quarto de hotel quando o Departamento de Polícia de Salt Lake City e a Força Tarefa de Exploração Infantil do FBI o prenderam. Após a prisão, a Disney informou que o ator foi desligado de “Andi Mack”. Mesmo assim, ele apareceu até quase metade da 3ª e última temporada da atração. O cancelamento foi considerado precoce na época, já que a série era um dos dos maiores sucessos do Disney Channel. “Andi Mack” acompanha a personagem-título e seus amigos pré-adolescentes em uma jornada de descobertas, e incluiu o primeiro personagem gay jovem de uma produção do estúdio Disney.

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    Andy Dick é preso sob suspeita de agressão sexual

    11 de maio de 2022 /

    O comediante Andy Dick (“O Otário”), que fez sucesso em filmes dos anos 1990 e 2000, foi preso nesta quarta-feira (11/5) sob suspeita de agressão sexual. A prisão aconteceu enquanto ele estava participando de uma live, no canal do YouTube “Captain Content’s RV”. De acordo com o porta-voz do xerife de Orange County, um homem, que não foi identificado, acusa o ator de 56 anos de ataque e abuso sexual em um parque na Califórnia. Andy Dick já foi alvo de acusações parecidas. Em 2010, foi detido após duas acusações de abuso sexual. Em 2018, uma mulher registrou uma queixa alegando que ele apertou sua bunda enquanto passava por ela na calçada e fez comentários obscenos. Em 2019, foi processado por um motorista do Uber por assédio durante uma corrida.

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    Molly Shannon acusa ex-astro mirim de assédio sexual

    14 de abril de 2022 /

    A atriz Molly Shannon, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live” e vista recentemente na série “The White Lotus”, revelou ter sofrido assédio sexual do ator Gary Coleman, conhecido pela série infantil “Arnold” (1978–1986). A situação foi detalhada no livro de memórias da atriz, “Hello, Molly!”, lançada na terça-feira (12/4) nos EUA, e comentada no programa de rádio de Howard Stern. O ex-astro infantil, que sofria de nanismo, morreu em 2010. Na ocasião, ela tinha acabado de assinar com o empresário de Coleman para cuidar de sua carreira e, para comemorar, foi convidada a conhecer a suíte do ator. Mas a situação deixou de ser agradável quando o agente foi embora. “Eu lembro que ele me mandou sentar na cama. Foi até fofo”, disse Shannon para Stern. “Então, ele começou a me fazer cócegas, isso, aquilo”. Dizendo que na época ainda era virgem, ela prontamente recusou os avanços do ainda jovem Coleman. Em resposta, ela afirmou que o ator se tornou mais agressivo. “Ele era implacável. Ele tentava me beijar e subir em cima de mim e eu dizia: ‘Não, Gary. Pare’. Eu o empurrava e ele subia de novo”, adicionou. “Pulava, pulava, pulava e se amarrava em mim. Eu o empurrava de novo e ele subia em mim. Eu acho que, por causa do tamanho dele, não me senti fisicamente ameaçada, mas ele continuava. Repetidamente. Eu o tirava de mim, ele voltava. Então, finalmente, o arremessei para longe”. relatou. Shannon adicionou ainda que, depois de Coleman se agarrar à perna dela, ela conseguiu correr e se trancar no banheiro. Coleman, do lado de fora, colocou os dedos sob a fresta da porta e falou: “Eu posso te ver”. A atriz concluiu: “Eu corri para fora do quarto. Queria ter defendido melhor minha posição na época”. Veja abaixo a entrevista e a capa do livro de Molly Shannon.

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  • Etc

    Cuba Gooding Jr. se declara culpado de assédio sexual

    13 de abril de 2022 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) se declarou culpado num julgamento de assédio sexual que ele enfrenta na justiça de Nova York. Em sua declaração, ele assume ter forçado um toque (“forcible touching”), uma acusação menos grave do que outros crimes sexuais, que pode lhe resultar no máximo um ano de prisão. Vencedor do Oscar por “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996), o ator foi preso em 2019 após uma mulher acusá-lo de apalpar seus seios sem permissão em um bar na cidade. O caso teve grande repercussão e, depois de pagar fiança para responder o processo em liberdade, outras mulheres acusaram o ator publicamente de atos semelhantes. Gooding acabou acusado em mais dois casos adicionais, por beliscar as nádegas de uma garçonete e tocar de forma inapropriada outra mulher, ambas em 2018 em Nova York. Até se declarar culpado, Gooding negava as acusações. Seus advogados argumentavam que os promotores tinham se tornado zelosos demais, apanhados no fervor do movimento #MeToo, ao transformar “gestos comuns” ou mal-entendidos em crimes. A linha da defesa mudou após o juiz decidir que, caso Gooding fosse a julgamento, os promotores poderiam chamar mais mulheres que o denunciaram para testemunhar sobre suas alegações de que Gooding também as tocou sem permissão. Ao todo, 19 acusadoras vieram à público denunciar o comportamento do ator. Ele também é acusado em outro processo de estuprar uma mulher na cidade de Nova York em 2013. Depois que um juiz emitiu uma sentença de condenação à revelia em julho passado, porque Gooding não respondeu ao processo, o ator contratou um advogado e está lutando contra as alegações. O último trabalho do ator foi o filme “A Vida em Um Ano”, lançado em 2020. Quatro anos antes, em 2016, ele foi indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na minissérie “American Crime Story”.

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  • Filme

    Justiça francesa confirma investigação de Gérard Depardieu por estupro

    10 de março de 2022 /

    Com o último recurso negado, a Justiça francesa confirmou nesta quinta-feira (10/3) a acusação de Gérard Depardieu por “estupro” e “agressão sexual” contra a atriz Charlotte Arnould em agosto de 2018. “A câmara de inquérito [do tribunal de recurso] considera que existem, nesta fase, indícios graves ou concordantes que justifiquem que Gérard Depardieu continue sendo investigado”, disse um comunicado do Ministério Público sobre a recusa do recurso tentado pelos advogados do ator para encerrar as investigações. Arnould denunciou Depardieu em 2018, ocasião em que a polícia abriu investigações. Os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 13 de agosto em uma das residências parisienses do ator, durante o que foi descrito como uma “colaboração profissional”. Em sua queixa, a jovem afirmou ter sido abusada durante o ensaio informal de uma peça. Amigo de seu pai, Depardieu a teria convidado a visitá-lo para ouvir dicas e auxiliar sua carreira de atriz, já que ela é iniciante e só trabalhou em curtas. A polícia francesa chegou a arquivar a denúncia por falta de provas em 2019, mas Arnould pediu que o caso fosse reconsiderado, o que acabou acontecendo em dezembro de 2020, com a reabertura das investigações. Mas desde então o processo vem transcorrendo sem novidades. Um dos astros de cinema mais famosos da França, Depardieu nega as acusações. Nos últimos anos, ele vem acumulando escândalos. Foi surpreendido dirigindo embriagado, agrediu um paparazzi e quase foi preso ao urinar dentro da cabine de um avião em um voo entre Paris e Dublin em 2011. Depardieu também ameaçou abrir mão do passaporte francês para adotar a nacionalidade russa, visando escapar dos impostos de seu país.

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  • Etc,  Série

    Farrah Forke (1968–2022)

    2 de março de 2022 /

    A atriz Farrah Forke, que co-estrelou a série de comédia “Wings”, morreu de câncer em 25 de fevereiro em sua casa no Texas, confirmou um amigo da família à revista Variety. Ela tinha 54 anos. Ela apareceu em três temporadas de “Wings” (exibida na TV aberta brasileira como “De Pernas pro Ar”), que foi exibida na rede americana NBC de 1990 a 1997. A atriz interpretou a piloto de helicóptero (e veterana da primeira Guerra do Iraque) Alex Lambert, que viveu um triângulo amoroso com Joe (Tim Daly) e Brian Hackett (Steven Weber). Forke também teve um papel recorrente como a advogada Mayson Drake na 2ª temporada de “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman”, além de ter aparecido em três capítulos de “O Quinteto” (Party of Five), estrelado a série de uma temporada “Mr. Rhodes” e dublado a heroína Grande Barda nas séries animadas “Batman do Futuro” e “Liga da Justiça sem Limites”. Seu currículo cinematográfico ainda inclui pequenas participações em dois filmes famosos: “Assédio Sexual” (1994) de Barry Levinson e “Fogo Contra Fogo” (1995) de Michael Mann. Ela se afastou da atuação em 2005 ao dar a luz a dois filhos gêmeos, passando a se dedicar ao papel de mãe solteira em tempo integral.

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