“Surface” é renovada para 2ª temporada
A Apple TV+ renovou “Surface”, série de suspense estrelada por Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), para sua 2ª temporada. A 1ª temporada estreou no final de julho e a renovação aconteceu três meses após o fim da exibição dos oito episódios lançados semanalmente. Criada por Veronica West (“Alta Fidelidade”), a trama gira em torno de uma mulher (Mbatha-Raw) que perdeu a memória após uma suposta tentativa de suicídio. Entretanto, buscando ajuda terapêutica e apoio dos amigos para recuperar as lembranças, começa a se questionar se sua vida era tão perfeita como todos dizem. E se fosse realmente o caso, porque ela tentaria se matar? Até o questionamento fazê-la considerar que sua aparente tentativa de suicídio possa ter sido uma tentativa de homicídio, colocando seu marido como principal suspeito. O elenco destaca Oliver Jackson-Cohen (“O Homem Invisível”) como o marido e também inclui Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Ari Graynor (“I’m Dying Up Here”), Marianne Jean-Baptiste (“Segredos & Mentiras”), François Arnaud (“Eu Matei Minha Mãe”) e Millie Brady (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Enquanto a 1ª temporada se passou em San Francisco, o segundo ano da produção será localizado em Londres, cidade natal de Sophie, mas as confusões que ela deixou para trás vão encontrá-la onde ela estiver. “Estou emocionado por continuar esta jornada e mergulhar mais fundo na tensão e no mistério de ‘Surface’ com esta equipe brilhante”, disse Mbatha-Raw, que também é produtora executiva da série, em um comunicado. “Adoro interpretar Sophie e mal posso esperar para que os fãs e novos públicos se juntem a nós enquanto ela entra no perigoso novo mundo de seu passado na 2ª temporada. Como atriz e produtora executiva, é incrivelmente significativo trazer essa história para Londres”. West acrescentou: “Este é realmente um novo capítulo em um mundo totalmente novo – mal posso esperar para que as pessoas vejam como a série evolui enquanto exploramos uma Sophie corajosa e destemida na 2ª temporada. Tem sido um prazer trabalhar com Gugu, Apple e a equipe da Hello Sunshine e um verdadeiro privilégio continuar a jornada.” Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer da temporada inaugural.
Will Smith diz entender se o público não quiser ver seu novo filme após tapa do Oscar
O ator Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”) disse que consegue entender se público não quiser assistir seu novo filme, “Emancipation”, após o tapa que deu em Chris Rock no Oscar. Mas ele tem “esperança” de que sua ações na cerimônia da Academia “não acabem penalizando minha equipe”. “Entendo perfeitamente se alguém não estiver pronto”, disse Smith, em entrevista ao canal americano Fox. “Eu absolutamente respeitaria isso e permitiria que as pessoas tivessem o seu espaço caso não estivessem prontas”. Ao mesmo tempo, ele acrescenta que sua “maior preocupação é com a minha equipe” e em poder celebrar as realizações criativas do filme. Smith apontou especificamente para o trabalho do diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”), do diretor de fotografia Robert Richardson, da desenhista de produção Naomi Shohan, da figurinista Francine Jamison-Tanchuck e da atriz Charmaine Bingwa como dignos de elogios. Disse especialmente que “Emancipation” é “o maior trabalho” da carreira de Fuqua. “As pessoas nesta equipe fizeram alguns dos melhores trabalhos de suas carreiras, e minha esperança mais profunda é que minhas ações não penalizem minha equipe”, comentou. “Então, neste momento, é para isso que estou trabalhando. Isso é o que eu espero. Espero que o material, o poder do filme, a oportunidade da história… espero que o bem possa ser feito e abra o coração das pessoas no mínimo para ver, reconhecer e apoiar os incríveis artistas dentro e em torno deste filme.” Desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+, “Emancipation” é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Durante uma exibição especial do filme no início de outubro, Smith contou que a sua decisão de fazer o filme foi baseada na representação de um lado diferente da identidade e da história negra durante o período da escravidão. “Eu nunca quis nos mostrar assim. E então esse filme apareceu. E este não é um filme sobre a escravidão. Este é um filme sobre liberdade. Este é um filme sobre resiliência. Este é um filme sobre fé”, disse ele na época. “Este é um filme sobre o coração de um homem – o que poderia ser chamado de a primeira imagem viral. As câmeras acabavam de ser criadas e a imagem do Peter açoitado deu a volta ao mundo. Foi um grito de guerra contra a escravidão, e essa foi uma história que explodiu e floresceu no meu coração, que eu queria poder contar para vocês de uma forma que só Antoine Fuqua poderia fazer.” Fuqua compartilhou um sentimento semelhante aos comentários mais recentes de Smith sobre o poder do filme. Em uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, o diretor disse que “gostaria que o público visse a verdade e se inspirasse nela”. O diretor então explicou seu próprio raciocínio sobre manter o lançamento do filme neste ano, apesar das consequências. “Minha conversa sempre foi: ‘400 anos de escravidão, de brutalidade, não são mais importantes do que um momento ruim?’ Estávamos em Hollywood, e algumas coisas realmente feias aconteceram, e vimos que muitas das pessoas que recebem prêmios fizeram coisas realmente desagradáveis”, explicou ele. “Então, acho que a Apple considerou todas essas coisas e discutimos muitas dessas coisas. Uma decisão foi tomada pelas pessoas responsáveis pela distribuição e pelo dinheiro da Apple, e eu sou grato. Sou muito grato.” Ele também disse que os envolvidos com o filme nunca discutiram a possibilidade de “o filme não sair” após Smith estapear Rock, mas que a Apple foi “muito cuidadosa” ao avaliar o incidente e a repercussão do que aconteceu. Por fim, Fuqua resumiu que o que aconteceu entre Will Smith e Chris Rock foi “um evento infeliz, e espero que possamos seguir em frente e superar isso”. “Emancipation” tem estreia marcada para 9 de dezembro em streaming.
Will Smith tem atuação intensa em novo trailer de “Emancipation”
A Apple TV+ divulgou o novo trailer de “Emancipation – Uma História de Liberdade”, drama sobre escravidão estrelado por Will Smith. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo ainda neste ano foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais. A prévia mostra os motivos da repercussão, com uma performance intensa de Smith e uma belíssima fotografia em cores tão esmaecidas que parecem preto e branco. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador, engajar-se na Guerra Civil ao lado dos ianques e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. A cena da reconstituição da foto é a última imagem da prévia. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. O trailer destaca esse momento, com direito até a luta contra crocodilo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa. A estreia está marcada para 9 de dezembro em streaming.
“Mal de Família” é renovada para 2ª temporada
A Apple TV+ renovou “Mal de Família” (Bad Sisters), comédia sombria criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”). A atração acompanha a vida de cinco irmãs que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. A produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”). No mês passado, Horgan disse à revista Variety que acharia estranho renovar a série. “Bem, seria realmente estranho, porque [a série] absolutamente termina onde termina”, ela considerou. “A série original era uma minissérie e eu abordei [o remake] dessa maneira e senti que o final foi satisfatório. Mas tem sido uma loucura, a resposta, especialmente para as irmãs, especialmente para aquela família. É uma coisa complicada criar personagens que o público ama e então… eu não sei. Se eu tivesse uma ideia brilhante, se eu pensasse em algo que eu achava que valeria a pena, então talvez…” Veja abaixo o trailer da 1ª temporada.
Selena Gomez contemplou suicídio durante turnê de 2016
A cantora Selena Gomez chegou a contemplar suicídio durante sua turnê de 2016. A revelação veio à tona no documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” (Selena Gomez: My Mind & Me), que estreou nessa sexta (4/11) no serviço de streaming Apple TV+. “A certa altura, ela disse: ‘Não quero estar viva agora. Não quero viver'”, revelou a ex-assistente de Gomez, Theresa Marie Mingus, durante uma entrevista do filme. “E eu fiquei tipo, ‘Espere, o quê?'” O documentário abre com imagens da turnê de “Revival”, ocorrida em 2016, em que a cantora sofreu uma crise de saúde mental, que a levou a cancelar os shows previstos após 55 apresentações. “Foi um daqueles momentos em que você olha nos olhos dela e não há nada lá”, continuou Mingus. “Era apenas breu. E é tão assustador. Você fica tipo, ‘OK, f*da-se. Isso precisa acabar. Precisamos ir para casa.'” A amiga íntima de Gomez, Raquelle Stevens, também se abriu sobre a confusão e a dor daquela época. “Tivemos que ter uma conversa muito séria com ela, tipo, ‘O que está acontecendo?’ A resposta dela também foi tipo, ‘Eu não sei. Não posso explicar. Eu gostaria que você pudesse sentir como é estar na minha cabeça'”, disse Stevens. “Eu só me lembro de ser muito caótico e ela estava ouvindo todas essas vozes”, continuou Stevens. “Elas ficaram cada vez mais altas e mais altas e mais altas. Isso desencadeou algum tipo de surto psicótico.” Em 2017, Gomez passou por um transplante de rim que salvou sua vida (ela sofria de lúpus). Um ano depois, ela sofreu mais complicações de saúde que exacerbaram seu estado mental já em declínio. Ela acabou levada para um hospital psiquiátrico. “Se alguém visse o que eu vi, no estado em que ela estava no hospital psiquiátrico, eles não a reconheceriam”, contou Stevens. A mãe de Selena Gomez, Mandy Teefy, acrescentou que a família só foi descobrir o “colapso mental” dela depois que o site TMZ reportou o ocorrido. “Eu estava com medo de que ela morresse”, disse Teefy. “É um milagre ela ter saído disso. Mas sempre há o medo de que isso aconteça novamente e isso nos machucou muito.” Em uma narração, Gomez refletiu sobre sua experiência no hospital, onde foi diagnosticada com transtorno bipolar. “Vou ser honesta, não queria ir para um hospital psiquiátrico”, disse ela. “Mas eu não queria mais ficar presa em mim mesma, na minha mente. Eu pensei que minha vida tinha acabado. Eu estava tipo, ‘Esta é quem eu vou ser para sempre.'” Em outro ponto do documentário, Gomez é mostrada numa viagem voluntária ao Quênia em 2019. Lá, ela se abriu com um estudante de enfermagem, dizendo que tinha pensamentos de automutilação. Recentemente, Gomez contou à revista Rolling Stone que “nunca realmente tentou suicídio, mas passou alguns anos pensando nisso”, conforme registrou o editor Alex Morris. “Achei que o mundo seria melhor se eu não estivesse lá”, completou ela. “Lembro a mim mesma que não estaria aqui se não fosse pelo surto psicótico, se não fosse pelo meu lúpus, se não fosse pelo meu diagnóstico”, acrescentou ela mais tarde na entrevista. “Acho que provavelmente seria outra entidade irritante que só ia querer usar roupas bonitas o tempo todo. Fico deprimida pensando em quem eu seria.” Seu sofrimento fez desenvolver forte empatia na cantora, que passou a se dedicar a causas sociais. Ela também se tornou produtora, iniciando esse trabalho com a adaptação de uma obra sobre suicídio, “13 Reasons Why”, série lançada em 2017 na Netflix. O documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” foi dirigido por Alek Keshishian, que já dirigiu Selena Gomez no clipe “Hands to Myself” (2015), além de ter feito o célebre documentário “Na Cama com Madonna” (1991). Assista abaixo ao trailer do documentário. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.
Jennifer Lawrence desistiu de filme por causa de Amanda Seyfried
A atriz Jennifer Lawrence anunciou que desistiu de estrelar “Bad Blood”, filme que voltaria a reuni-la com o diretor Adam McKay após “Não Olhe para Cima”. O motivo foi a demora da produção, que acabou superada pelo lançamento de “The Dropout”, minissérie sobre a mesma história, que rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Amanda Seyfried pelo papel que Lawrence desempenharia no cinema. Lawrence disse que desistiu do filme depois de assistir a performance premiada da colega. “Achei ela ótima”, disse a atriz, numa entrevista para o jornal New York Times. “Eu fiquei tipo, ‘não precisamos refazer isso. Ela já fez.'” “Bad Blood” estava há seis anos em desenvolvimento. Foi o projeto que juntou Lawrence e McKay pela primeira vez, mas como enfrentou várias dificuldades para sair do papel, acabou deixado de lado para que os dois fizessem outro filme antes, “Não Olhe para Cima”. Em dezembro passado, a Apple TV+ surgiu como parceiro financeiro e de distribuição do projeto. No filme agora descartado, Lawrence daria vida à história real de Elizabeth Holmes, jovem que largou a faculdade de Engenharia para fundar a startup Theranos, especializada em rápidos diagnósticos médicos a partir de apenas uma gota de sangue. A promessa revolucionária da startup atraiu muitos investidores e, em pouquíssimo tempo, transformou Holmes na mais jovem bilionária dos Estados Unidos e a única a figurar na lista sem o respaldo de uma grande herança. Mas o que, na superfície, parecia um caso bem-sucedido de empreendedorismo – a exemplo do que Lawrence viveu em “Joy – O Nome do Sucesso” (2015) – , acaba tendo uma reviravolta amarga. Após uma década de atividade e de atingir o valor de mercado de US$ 9 bilhões, o sucesso da Theranos se provou controvertido, levando o negócio a se desvalorizar de forma vertiginosa. Resultados equivocados, profissionais desqualificados e laboratórios fora dos padrões aceitáveis derrubaram o prestígio do empreendimento, levando Holmes a ser processada por fraude, conforme novas provas foram surgindo de que o negócio não tinha a menor capacidade de fazer o que anunciava. A trama foi escrita pela roteirista Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e era baseada num livro do jornalista John Carreyrou, que denunciou a fraude.
CEO diz que aumento no preço da Apple TV+ é reflexo de mais conteúdo
O CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre o recente aumento das assinaturas do serviço de streaming da empresa, o Apple TV+. Segundo ele, o reajuste é resultado do aumento na quantidade de produtos oferecidos pelo serviço. “Se você olhar quando nós precificamos pela primeira vez, nós tínhamos apenas algumas séries. Estávamos no início. Estávamos muito focados apenas nos originais e, portanto, tivemos quatro ou cinco séries e o preço era bastante baixo ”, disse Cook numa videochamada com os acionistas. “Agora temos muito conteúdo e estamos lançando mais a cada mês. E assim aumentamos o preço para representar o valor do serviço.” A assinatura da Apple TV+ vai passar de US$ 4,99 para US$ 6,99 por mês nos EUA, num aumento de 40% em relação ao valor original. No Brasil, o valor passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Cook também observou o “entusiasmo e forte engajamento” dos assinantes do serviço. Segundo ele, “sucessos da Apple TV+ como ‘Ruptura’, ‘Bad Sisters’ e ‘Black Bird’ ocuparam o centro das telas ao redor do mundo. E os fãs de beisebol ficaram grudados em seus assentos nesta temporada assistindo ‘Friday Night Baseball’.” Além disso, o diretor financeiro da empresa, Luca Maestri, destacou as parcerias globais da Apple com as principais ligas de futebol. A partir da próxima temporada, os torcedores poderão transmitir todas as partidas da Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA, por meio do aplicativo Apple TV. A Apple não divulga números de assinatura para nenhum de seus serviços, que incluem armazenamento em nuvem, pagamentos e outros negócios. Mas Maestri disse que o número total é maior do que 900 milhões – um aumento de 155 milhões nos últimos 12 meses e o dobro de três anos atrás. O Apple TV+ teria entre 20 e 40 milhões de assinantes. Vale destacar que não é só o Apple TV+ que vai aumentar os preços. Outros serviços da empresa, como Apple Music e Apple One, também sofrerão reajustes. “O custo do licenciamento aumentou e por isso estamos pagando mais pela música. O bom disso é que os artistas também receberão mais dinheiro por suas músicas que são curtidas em streaming”, justificou Cook. Ao todo, os serviços da Apple tiveram receita de US$ 19,1 bilhões no quarto trimestre e de US$ 78,1 bilhões no ano. Produtos como iPhone, Mac, iPad, entre outros, geraram US$ 71 bilhões em vendas no trimestre e US$ 316 bilhões no ano. Por isso, ao contrário das big techs concorrentes, a empresa comemorou um bom lucro no trimestre.
Mythic Quest: 3ª temporada ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer da 3ª temporada da comédia “Mythic Quest”. Semelhante a “The Office” e “Brooklyn Nine-Nine”, a série é uma comédia de local de trabalho, que acompanha o proprietário de uma empresa bem-sucedida de videogame e sua equipe problemática, enquanto lutam para manter o sucesso de seu game. O criador da série, Rob McElhnney (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), vive o proprietário e a prévia destaca seus embates com a personagem de Charlotte Nicdao (“Content”) e a chegada do fortão Joe Manganiello (“Magic Mike”) ao elenco. O elenco também inclui F. Murray Abraham (“Homeland”), Danny Pudi (“Community”), Imani Hakim (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Jessie Ennis (“Alma da Festa”), David Hornsby (“Good Girls”), Naomi Ekperigin (“De Férias da Família”), Caitlin McGee (“Home Economics”) e a atriz de videogames Ashly Burch (“Critical Role”).
“The Mosquito Coast” ganha trailer da 2ª temporada
A Apple TV+ divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Mosquito Coast”, que encontra a família dos protagonistas a salvo na floresta da Guatemala, mas dividida entre abraçar o plano do pai de viver num paraíso tropical ou escapar do perceptível inferno. A história baseada no romance de Paul Theroux, publicado em 1981, já tinha sido levada aos cinemas em 1986, mas a série é bem diferente, com muitas liberdades em relação ao material original. No filme “A Costa do Mosquito”, estrelado por Harrison Ford nos anos 1980, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia. Já na série, ele está literalmente em fuga dos EUA, situação que alimenta tensão, suspense e problemas na dinâmica familiar. E esta não é a única mudança. O filho mais velho virou uma garota. Conforme a trama segue se expandida, novas alterações são esperadas. Em conversa recente com o site Deadline, o ator Justin Theroux (“The Leftovers”) comentou que, apesar do romance ter “seu próprio final finito… ainda é meio que incerto em quais áreas vamos entrar se tivermos sorte de ter uma 2ª, 3ª ou 4ª temporadas”. A principal curiosidade da nova produção é justamente a escalação de Justin Theroux no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro em que a trama se baseia. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. A adaptação está a cargo do produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduzem a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que assinou a direção dos dois primeiros episódios. O que, por sinal, resultou num visual extremamente cinematográfico. A 2ª temporada estreia em 4 de novembro.
Zooey Deschanel entra na 3ª temporada de “Physical”
A atriz Zooey Deschanel (“New Girl”) se juntou ao elenco da 3ª temporada de “Physical”, comédia de época da Apple TV+ estrelada por Rose Byrne (“Vizinhos”). A atração traz Rose Byrne como uma dona de casa entediada que encontra uma improvável válvula de escape de seu cotidiano no mundo da aeróbica. Após se viciar em exercícios, ela descobre uma forma de unir essa nova paixão com a promissora tecnologia das fitas de videocassete para dar início a um empreendimento revolucionário, transformando-se de esposa negligenciada em guru de um estilo de vida. Deschanel interpretará Kelly, uma estrela televisiva de comédias que também decide embarcar na florescente indústria do fitness. Criada por Annie Weisman (“Almost Family”), “Physical” também inclui em seu elenco Rory Scovel (“Wrecked”), Dierdre Friel (“Hospital New Amsterdam”), Della Saba (dubladora de “Steven Universo”), Lou Taylor Pucci (“A Morte do Demônio”), Paul Sparks (“House of Cards”) e Ashley Liao (“Fuller House”).
Primeiro filme de Will Smith após tapa no Oscar ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Emancipation”, que revelam a data de estreia do drama histórico estrelado por Will Smith em 9 de dezembro em streaming. A produção estava no limbo após a controvérsia do tapa de Will Smith em Chris Rock durante o Oscar deste ano. Embora vários projetos do ator tenham sido cancelados ou adiados, “Emacipation” já estava totalmente filmado quando aconteceu o desastre de relações públicas. A decisão de lançá-lo em dezembro foi tomada após uma exibição privada para um grupo de influencers nos EUA, que teve forte repercussão nas redes sociais durante o fim de semana. O filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” é descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. A prévia é totalmente centrada nesse momento, em que ele lidera escravos em busca do som dos “canhões de Lincoln”, durante a Guerra Civil. Mas há um breve registro da preparação da famosa fotografia, primeira imagem a viralizar no mundo. A direção é assinada por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e, além de estrelar, Smith também é um dos produtores do longa.
Alice Braga comemora escalação em série da Apple TV+
A atriz Alice Braga comemorou nas redes sociais o anúncio de sua participação na nova série da Apple TV+ baseada no romance “Dark Matter”, de Blake Crouch. “‘Dark Matter’ é um livro que mexeu bastante comigo”, ela comentou em seu Instagram. A trama gira em torno de Jason Dessen um físico, professor e pai de família que, enquanto caminha para casa nas ruas de Chicago, é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo. E quando tenta retornar à sua vida, se vê jogado num multiverso de realidades alternativas. Perdido num labirinto de dimensões alucinantes, ele faz de tudo para encontrar sua verdadeira família e salvá-la do inimigo mais aterrorizante e imbatível que consegue imaginar: ele mesmo. Na produção, Alice Braga viverá Amanda, uma psiquiatra que tratará do protagonista, vivido por Joel Edgerton (“Treze Vidas: O Resgate”). “Uma honra trabalhar com esse escritor, com esse elenco e produtores”, continuou a brasileira. “Joel Edgerton é um dos meus atores favoritos faz muitos anos. Sonhos podem sim se tornar realidade. Simbora”, completou atriz. O próprio escritor do livro, Blake Crouch, que também é o autor de “Wayward Pines”, está assinando o roteiro da nova série, que contará com produção de Matt Tolmach, responsável pelos filmes do Homem-Aranha, e com um elenco formado também por Jennifer Connelly (“Expresso do Amanhã”) e Jimmi Simpson (“Westworld”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Braga (@alicebraga)
Alice Braga vai estrelar sci-fi da Apple TV+
A Apple TV+ anunciou Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”) no elenco da sci-fi “Dark Matter”, atualmente em desenvolvimento para o streaming. A atriz brasileira vai viver uma psiquiatra chamada Amanda na série. Além dela, o ator americano Jimmi Simpson (“Westworld”) também foi confirmado como um brilhante neurocientista chamado Ryan. Eles se juntam a um elenco formado ainda por Joel Edgerton (“Treze Vidas: O Resgate”) e Jennifer Connelly (“Expresso do Amanhã”), que vivem marido e mulher na trama, uma adaptação do livro homônimo de Blake Crouch (o autor de “Wayward Pines”), que está assinando o roteiro da série. “Dark Matter” gira em torno de Jason Dessen (Edgerton), um físico, professor e pai de família que, enquanto caminha para casa nas ruas de Chicago, é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo. Quando tenta retornar à sua vida, ele se vê jogado num multiverso de realidades alternativas. Perdido num labirinto de dimensões alucinantes, ele faz de tudo para encontrar sua verdadeira família e salvá-la do inimigo mais aterrorizante e imbatível que consegue imaginar: ele mesmo. Além desta série, a ocupadíssima Alice Braga poderá ser vista em breve no thriller de mistério “Retreat”, nova série de Zal Batmanglij e Brit Marling (os criadores de “The OA”), prevista ainda para este ano, e no suspense “Hypnotic”, de Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), sem previsão de estreia.











