Ônibus do filme Na Natureza Selvagem é retirado do Alasca após acidentes e mortes de turistas
O ônibus abandonado que ficou famoso pelo livro e filme “Na Natureza Selvagem” foi removido do deserto do Alasca. O veículo dos anos 1940 foi transportado de seu local, próximo ao rio Teklanika, por um helicóptero do exército dos Estados Unidos. Ele serviu de abrigo para o alpinista Chris McCandless, de 24 anos, que se refugiou dentro do ônibus no verão de 1992 e lá morreu de fome, depois de passar 114 dias na natureza. O autor Jon Krakauer contou sua história no livro de 1996 “Na Natureza Selvagem”, que foi adaptado por Sean Penn no filme de 2007, estrelado por Emile Hirsch – e uma jovem Kristen Stewart. A guarda nacional americana disse que retirar o ônibus se tornou uma questão de segurança pública, porque vários turistas tentaram encontrá-lo. O Departamento de Recursos Naturais dos EUA disse que houve um total de 15 operações de busca e salvamento relacionadas a ônibus entre 2009 e 2017. Dois viajantes morreram após se afogar enquanto estavam a caminho do veículo em incidentes separados em 2010 e 2019. Em fevereiro deste ano, as tropas estaduais do Alasca resgataram cinco alpinistas italianos na região, um dos quais estava sofrendo severa hipotermia, e em abril até um brasileiro precisou ser socorrido próximo à carcaça do veículo. Agora, o ônibus será armazenado em um “local seguro”, enquanto o Departamento de Recursos Naturais considera um local permanente para ele. Uma das possibilidades é colocá-lo em exposição. Veja abaixo o vídeo da retirada do veículo, divulgado pela agência Reuters.
Revival de Veronica Mars chega à HBO brasileira
A 4ª temporada de “Veronica Mars” chega na HBO Brasil nesta sexta (5/6), às 21h. A exibição vai acontecer quase um ano após o lançamento nos EUA, onde foi exibida pela plataforma Hulu. A série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (“The Good Place”) vivia uma detetive-mirim, ganhou revival de apenas uma temporada, mostrando a personagem adulta, como detetive profissional, sem perder seu mau-humor irônico. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes deste século. Concebida como uma versão pós-moderna de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, era interpretada por ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, esteve bem mais envolvida na produção. A trama da temporada temporã acompanha a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama repercute assassinatos de jovens de férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo. Além dos atores originais, o revival ainda contou com participações de J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”) e Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”). O final dividiu opiniões, devido à morte de um dos protagonistas originais. Segundo o criador, Rob Thomas, a decisão visava chamar atenção dos fãs e motivar a encomenda de uma nova temporada, que, entretanto, acabou não se materializando – pelo menos, até o momento. De todo modo, a trama foi concluída. Confira abaixo o trailer original da 4ª temporada.
Doze É Demais: Elenco original revive cenas da comédia “clássica” de 2003
O elenco quase completo da comédia “Doze É Demais”, uma Sessão da Tarde muito popular de 2003, reviveu seus papéis para uma homenagem à produção e também para alegrar os fãs que estão em isolamento social. “Surpresa! Da família Baker para a sua. Estamos todos juntos nisso”, escreveu a atriz Bonnie Hunt, a “mãe” da família, ao postar no Twitter o vídeo, em que cada ator recria uma cena de seu personagem no filme. O mais divertido é ver como as crianças cresceram, e como os adultos parecem mais jovens. Além de Hunt, participaram do “revival” os atores Hilary Duff, Alyson Stoner, Piper Perabo, Blake Woodruff, Kevin G. Schmidt, Jonathan Jacob, Forrest Landis, e os gêmeos Brent e Shane Kinsman. Os irmãos são os mais jovens, e tinham cinco anos quando o filme foi feito. Já Hilary Duff ainda era uma a estrelinha adolescente da Disney com 15 anos. Ficaram de fora da recriação o patriarca vivido por Steve Martin e o filho mais velho, interpretado por Tom Welling. Para quem não lembra da história, “Doze É Demais” contava a história da numerosa família Baker, que se muda para Illinois após o patriarca Tom (Martin) ser contratado para treinar um time de futebol americano na cidade. As coisas se complicam quando sua esposa Kate (Hunt) parte em uma turnê para promover seu novo livro, deixando-o sozinho para lidar com sua dúzia completa de filhos. Dirigido por Shawn Levy (hoje produtor de “Stranger Things”), o filme era remake de uma produção de 1950 – batizada de “Papai Batuta” no Brasil. A refilmagem foi destruída pela crítica da época (só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas fez bastante sucesso nos cinemas, a ponto de ganhar uma continuação em 2005 (com míseros 5% no Rotten Tomatoes), que ninguém lembra ou faz questão de esquecer. Surprise! From the Baker family to yours. We are all in this together. ❤️👨👩👧👦 #wearefamilyHelp feed families with us: https://t.co/seTtTMoi0Y@NoKidHungry pic.twitter.com/zdNFiV86Jo — Bonnie Hunt (@BonnieHunt_real) May 27, 2020
Vanessa Hudgens canta música de High School Musical em karaokê
Em clima assumido de nostalgia, a atriz Vanessa Hudgens publicou no Instagram um vídeo em que canta uma versão karaokê de “Breaking Free”, música que ela gravou na trilha sonora original de “High School Musical”, em 2006. “Aqui está uma versão ruim, agressiva e totalmente sóbria de Breaking Free”, ela escreveu, brincando, ao publicar o vídeo. “Sim, isso aconteceu”. Em 2016, quando a produção completou 10 anos, Vanessa disse em entrevista ao programa “Good Morning America” que o sucesso de “High School Musical” “foi um turbilhão” e que “àquele ponto parecia que literalmente éramos os Beatles”. Na época, ela chegou até a namorar de verdade seu par romântico da ficção, o ator Zac Efron. Logo após o fenômeno, ela entrou num período de papéis de garotas malvadas, em produções como “Spring Breakers: Garotas Perigosas” (2012) e “Machete Mata” (2013). Mas, aos 30 anos, voltou a estrelar comédias românticas para adolescentes, agora na Netflix – “A Princesa e a Plebeia” (2018), que terá continuação, e “Um Passado de Presente”, que estreia em 21 de novembro. Já “High School Musical” voltará a ganhar vida numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus), que estreia nesta terça (12/11) nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Um. Here’s a really bad, aggressive, and totally sober ???? version of breaking free. Yep. That happened lol it hurts my ears but also makes me laugh lol ??♀️ the “ooo yeah”. Dear lord lol ??♀️?? Uma publicação compartilhada por ??Vanessa Hudgens?? (@vanessahudgens) em 10 de Nov, 2019 às 12:27 PST
Personagens de As Panteras ganham pôsteres individuais
A Sony divulgou uma coleção de pôsteres internacionais do novo “As Panteras”, que destaca individualmente as três novas agentes do misterioso Charlie Townsend, além de um Bolsey. O filme vai mostrar a formação do novo trio feminino. Apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão. Charlie, porém, tem muitas outras equipes, cada uma delas com seu próprio Bosley. O nome do assistente do trio na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel, como Patrick Stewart (“Logan”), que ilustra um dos cartazes. Outros Bosleys do filme incluem Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer de As Panteras parece clipe de música pop
A Sony divulgou novos pôsteres e o segundo trailer do novo “As Panteras”, em versão legendada e dublada em português. A prévia é bastante genérica, basicamente um clipe, ao som de música pop, com mulheres armadas em poses sensuais. Por sinal, a última cena é literalmente do clipe da nova música-tema-pop, com Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey. Elas também estão no filme ou isso é apenas confuso? O filme traz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) como agentes treinadas, enquanto a recém-recrutada Naomi Scott (“Aladdin”) tem o papel de ingênua da história. A trama vai mostrar que o trio é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou dois deles, Patrick Stewart (“Logan”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”), que vive outro Bosley. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Sid Haig (1939 – 2019)
O ator Sid Haig, lenda do cinema B americano, morreu no sábado (21/9), aos 80 anos. A morte foi anunciada por sua esposa, Susan L. Oberg, no Instagram: “Isto veio como um choque para todos nós. Como família, nós pedimos privacidade e tempo para que nosso luto seja respeitado”. Segundo a Variety, Haig faleceu de uma infecção pulmonar, após complicações respiratórias causadas por uma queda, sofrida semanas atrás. A vasta filmografia do ator tem quase 150 títulos, a maioria de temática violenta. Mas antes de encarar as telas, ele tentou a música. Na adolescência, foi baterista da banda T-Birds e chegou a gravar um hit, “Full House”, que atingiu o 4º lugar na parada de sucessos em 1958. Graças a essa experiência, conseguiu um de seus primeiros papéis no cinema, aparecendo como baterista dos Righteous Brothers no filme “Farra Musical” (1965). A tendência de viver monstros, psicopatas, assassinos e degenerados teve início no mesmo ano num episódio da sitcom “The Lucy Show”, de Lucille Ball, em que encarnou uma múmia. Mas foi por diversão, assim como sua passagem pelos quadrinhos, como capanga do Rei Tut (Victor Buono) na série clássica “Batman” (em 1966), e pela sci-fi, como alienígena na 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” (em 1967). Os primeiros papéis aproveitavam-se de seu visual exótico. Descendente de armênios, ele tinha um ar de estrangeiro perigoso. Ao decidir raspar a cabeça, também adquiriu uma aparência demente. Mas sua transformação definitiva em astro de filmes sanguinários se deu pelas mãos do cineasta Jack Hill. O primeiríssimo trabalho de Haig como ator foi num curta universitário de Hill, feito em 1960 como parte do currículo da UCLA. Assim, quando conseguiu financiamento do rei dos filmes B, Roger Corman, o diretor o convocou para participar de seu primeiro longa oficial, “O Rastro do Vampiro” (1966), cujo título original era mais explícito em relação ao tom da produção – “Blood Bath”, literalmente “banho de sangue”. De todo modo, foi o filme seguinte de Hill, “Spider Baby” (1967), que transformou ambos, diretor e ator, em ícones do cinema B americano. Lançado sem fanfarra, “Spider Baby” saiu da obscuridade para se tornar um dos filmes mais cultuados dos anos 1960, ao ser redescoberto pelas novas gerações. A história girava em torno do personagem vivido pelo veterano astro de terror Lon Chaney (“O Lobisomem”), um cuidador de três irmãos mentalmente perturbados, que tenta proteger os jovens de primos gananciosos. De olho na velha mansão da família em que eles vivem, os parentes resolvem trazer advogados para despejá-los da propriedade. Mas a situação sai do controle, com violência generalizada, culminando na explosão da residência por parte do cuidador, numa mistura de ato de desespero, misericórdia e suicídio. Haig viveu o único irmão homem, incapaz de falar, mas capaz de atos terríveis, como o estupro de sua prima. Ator e diretor continuaram a pareceria em outros gêneros de filmes B, como o cultuado filme de prisão feminina “As Condenadas da Prisão do Inferno” (1971) e dois dos maiores clássicos da era blaxploitation “Coffy: Em Busca da Vingança” (1973) e “Foxy Brown” (1974), todos estrelados por Pam Grier. Essa conexão, por sinal, fez com que Haig fosse lembrado por Quentin Tarantino em sua homenagem ao gênero, “Jackie Brown” (1997), protagonizado pela mesma atriz. Sem abandonar violência, Haig também apareceu em clássicos do cinemão classe A, como “À Queima-Roupa” (1967), de John Boorman, “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), de Guy Hamilton, “O Imperador do Norte” (1973), de Robert Aldritch, e até “THX 1138” (1971), primeira sci-fi de um jovem visionário chamado George Lucas (sim, o criador de “Star Wars”). Mas as produções que costumavam escalá-lo com frequência eram mesmo de baixo orçamento, e elas entraram em crise com o fim das sessões duplas noturnas e dos drive-ins na metade final dos anos 1970. Por conta disso, o ator passou boa parte desse período fazendo séries. Chegou a viver nove vilões diferentes em “Missão Impossível”, quatro em “Duro na Queda”, três em “A Ilha da Fantasia”, dois em “MacGyver”, além de enfrentar “As Panteras”, “Police Woman”, “Buck Rogers”, “Os Gatões”, “Esquadrão Classe A”, “O Casal 20″m etc. Ele anunciou oficialmente sua aposentadoria em 1992, dizendo-se cansado de viver sempre o vilão que morria no episódio da semana. Assim, quando Tarantino o procurou para viver Marcellus Wallace em “Pulp Fiction” (1994), ele se recusou. O papel acabou consagrando Ving Rhames. Mas Tarantino não desistiu de tirar Haig da aposentadoria. Ele escreveu o personagem do juiz de “Jackie Brown” pensando especificamente no ator. E ao insistir foi bem-sucedido em convencê-lo a atuar novamente. Após aparecer em “Jackie Brown”, Haig foi convidado a participar de um clipe do roqueiro Rob Zombie, “Feel So Numb” (2001). E a colaboração deu início a uma nova fase na carreira de ambos. Zombie resolveu virar diretor de cinema e escalou Haig em seu papel mais lembrado, como o Capitão Spaulding, guia turístico de “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), filme francamente inspirado em “Spider Baby”, entre outras referências de terror ultraviolento. O nome Capitão Spaulding também era citação a outro personagem famoso, o grande contador de “lorotas” vivido por Groucho Marx na célebre comédia “Os Galhofeiros” (1930). Spaulding voltou a matar, acompanhado por seus parentes dementes, na continuação “Rejeitados pelo Diabo” (2005), melhor filme da carreira de Rob Zombie. E Haig seguiu participando dos filmes do roqueiro cineasta, como “Halloween: O Início” (2007), “The Haunted World of El Superbeasto” (2009) e “As Senhoras de Salem” (2012). Ele ainda trabalhou em “Kill Bill: Volume 2” (2004), de Tarantino, no cultuado western de terror “Rastro de Maldade” (2015), de S. Craig Zahler, e em dezenas de títulos de horror lançados diretamente em vídeo na fase final de sua carreira. Para completar sua prodigiosa filmografia, vai se despedir das telas com o personagem que mais viveu, retomando o Capitão Spaulding em “Os 3 Infernais”, final da trilogia de Rob Zombie, que tem estreia prevista para outubro.
Veronica Mars: 4ª temporada tem estreia surpresa antes da data prevista
Inicialmente agendada para o dia 26 de Julho, a estreia da 4ª temporada de “Veronica Mars” foi antecipada em uma semana pelo serviço de streaming Hulu. Durante o painel da série na Comic-Con International, a atriz Kristen Bell (a própria Veronica Mars) anunciou que todos os oito episódios da temporada já estão disponíveis para os assinantes da plataforma americana desde esta sexta-feira (19/2). Lançada 12 anos após a conclusão da série no canal The CW e 5 anos após o filme feito com apoio dos fãs via financiamento coletivo, a 4ª temporada de “Veronica Mars” marca um retorno histórico para série. Praticamente todo elenco original se juntou para a nova temporada, que, em meio à surpresa do lançamento precoce, arrancou elogios da crítica americana, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por enquanto, nenhum canal ou serviço de streaming nacional revelou planos de exibir os novos episódios de “Veronica Mars” no Brasil.
Official Secrets: Trailer traz Keira Knightley como a espiã que tentou evitar a Guerra do Iraque
O estúdio IFC divulgou fotos e o trailer de “Official Secrets”, drama estrelado por Keira Knigthley (“Colette”) sobre a história real de Katharine Gun, a espiã que tentou impedir a Guerra do Iraque. Gun foi a funcionária do Serviço de Inteligência Britânico que, em 2003, descobriu planos de espionagem dos Estados Unidos na ONU para forçar a aprovação da Guerra do Iraque e vazou a informação para a imprensa de seu país. O escândalo acabou colocando em cheque o próprio apoio do Reino Unido ao projeto bélico americano. Mas ela foi considerada traidora. O resto da história está no filme – e na Wikipedia. O filme adapta o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representa uma volta do cineasta Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”), e o elenco grandioso também inclui Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”), Matt Smith (“The Crown”), Matthew Goode (“A Discovery of Witches”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Conleth Hill (também de “Game of Thrones”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) e MyAnna Buring (“Abismo do Medo”). A estreia está marcada para 5 de setembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
As Branquelas vai ganhar sequência
A comédia “As Branquelas” (2004) vai ganhar uma sequência. A notícia foi compartilhada pelo ator Terry Crews, que interpretou Latrell Spencer no filme, durante entrevista ao programa “Watch What Happens Live with Andy Cohen”. Questionado por uma telespectadora se sabia algo sobre uma possível continuação, Crews revelou que o projeto está em andamento. “Eu me reuni com Shawn (Wayans, um dos protagonistas e roteiristas do filme) e ele me disse ‘cara, nós estamos fazendo isso’.” O ator ainda aproveitou para brincar com o fato de que a sequência chegará pelo menos 15 anos depois do primeiro longa. “Estou me mantendo em forma há 15 anos só para esse filme.” Lançado em 2004, “As Branquelas” acompanhava dois agentes negros do FBI, vividos pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans, que resolvem se disfarçar de patricinhas loiras para cumprir a missão de proteger herdeiras bilionárias. Difícil é dizer se “As Branquelas” não se tornou politicamente antiquado. Afinal, a premissa envolve “white face” e piadas que miram o comportamento de mulheres e a opção sexual de gays.
Nova versão de As Panteras ganha seus primeiros cartazes
A Sony divulgou dois pôsteres do novo “As Panteras”, que reúne as três novas agentes do misterioso Charlie Townsend. Desta vez, porém, elas não são detetives tentando solucionar crimes, mas integrantes de uma agência de espionagem internacional com a missão de salvar o mundo. O filme mostra a formação do novo trio feminino. Apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão. Charlie, porém, tem muitas outras equipes, cada uma delas com seu próprio Bosley. O nome do assistente do trio na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel, como Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
As Panteras vira 007 adolescente no primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado do novo “As Panteras”, que mostra a transformação da antiga agência de detetives de Charlie Townsend numa agência de espionagem internacional, com direito a espiã do MI6, gadgets que explodem, um inventor de armas secretas e a missão de salvar o mundo. Mas como as agentes se comportam como adolescentes, com direito a crush em ídolo teen da Netflix, risinhos e olhos arregalados, o contexto acaba sendo menos 007 e mais D.E.B.S. Para completar, a música-tema que embala o vídeo vai ser um sucesso entre as crianças e adolescentes, cantada por Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey. O filme mostra a formação de um novo trio feminino. Desta vez, apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão, assumindo o papel de ingênua da história. Mas elas formam apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou três deles, Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey vão se juntar na trilha do filme As Panteras
A nova versão de “As Panteras” terá um trio poderoso – além do trio poderoso na tela – em sua trilha sonora. Miley Cyrus confirmou hoje, em seu Instagram, que gravou uma música em parceria com Ariana Grande e Lana Del Rey para o filme. “Nós estamos chegando!”, escreveu Miley na rede social. Miley postou uma espécie de teaser para a nova canção, que revela um trecho da melodia, mas não a data de lançamento. Como o trailer oficial do filme deverá ser lançado até o fim de semana, é provável que a canção seja incluída no vídeo. Curiosamente, o longa não é um reboot da franquia. Trata-se de uma continuação, que leva em conta a série dos anos 1970 e também os dois filmes da década passada. A premissa indica que que o novo trio feminino, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e Ella Balinska (“The Athena”), é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. Além disso, a agência original de detetives virou uma operação de espionagem internacional, expandindo-se para acompanhar a evolução do mundo. Com direção de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), “As Panteras” estreiam em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram WE ARE COMING! @charliesangels ? @arianagrande @lanadelrey Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) em 26 de Jun, 2019 às 10:00 PDT










