Get Shorty é renovada para a 3ª temporada
O canal pago Epix anunciou a renovação da série “Get Shorty” para sua 3ª temporada. A série estrelada por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) e Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) é uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”, de 1995. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. “Get Shorty” é a terceira série baseada nos livros de Leonard, após “Karen Sisco” e “Justified”, e foi criada pelo roteirista Davey Holmes, que escreveu episódios de “Shameless” e “In Therapy”. Na trama, Chris O’Dowd vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme. O papel é similar, mas não igual, ao vivido por John Travolta no filme de 1995 e sua continuação “Be Cool: O Outro Nome do Jogo” (2005). Ray Romano, por sua vez, vive um produtor decadente de filmes de baixa qualidade, que se torna parceiro de Miles em sua tentativa de se estabelecer na indústria cinematográfica. Trata-se, por sua vez, de uma versão do personagem vivido por Gene Hackman no cinema. A 2ª temporada ainda acrescentou a atriz Felicity Huffman (das séries “Desperate Houswives” e “American Crime”) ao elenco como Clara Dillard, uma agente do FBI de instinto maternal, que investiga a organização criminosa da história. Com sete novos episódios, a 3ª temporada vai estrear em 2019 no Epix, que foi recentemente adquirido pelo estúdio MGM com planos de usar o canal para desenvolver séries baseadas em sua vasta filmografia de clássicos. A adaptação de “O Nome do Jogo” é a primeira aposta nesse sentido.
Cybill Shepherd diz que teve série cancelada por não querer sexo com o presidente da CBS
A atriz Cybill Shepherd denunciou que sua bem-sucedida série de comédia “Cybill” foi cancelada nos anos 1990 porque ela se recusou a ser assediada por Les Moonves, o ex-presidente da rede CBS, demitido do cargo após diversas acusações de abuso sexual. Em entrevista à rádio Sirius XM, a atriz contou que Moonves pediu para levá-la para sua casa depois de um jantar marcado por seus assistentes. “Ele ficava dizendo que sua esposa não o excitava, uma amante não o excitava”, disse a atriz. “E em seguida emendou: ‘Bem, por que você não me deixa te levar para casa?'”. Ela se recusou e sua série foi abruptamente cancelada logo depois. O último episódio terminou em um cliffhanger a “ser continuado” que nunca encontrou resolução, dois anos após “Cybill” vencer o Globo de Ouro como Melhor Série de Comédia. Moonves foi acusado de silenciar mulheres com quem supostamente se envolveu em conduta sexual imprópria, e as alegações contra ele desencadearam uma investigação sobre uma possível epidemia de má conduta na CBS. Nesta semana, a rede aceitou indenizar a atriz Elisa Dushku em US$ 9,5 milhões por assédio sofrido durante sua participação na série “Bull” no ano passado. Para evitar ser demitido, o executivo acertou sua demissão em setembro, mantendo direito a uma fortuna de compensação financeira. As acusações contra Moonves chegaram à público em julho nas páginas da revista New Yorker, numa reportagem escrita por Ronan Farrow, que trouxe seis mulheres alegando ter sofrido abusos do executivo. Outras seis mulheres alegaram outros casos de assédio, retaliação, intimidação e sexo oral forçado em um segundo artigo publicado em setembro. No dia seguinte, a CBS anunciou que Moonves se demitiria. Moonves negou as acusações. Ele disse à New Yorker que “teve relações consensuais” com três das seis mulheres do artigo de setembro, e que ele “nunca usou minha posição para prejudicar a carreira das mulheres”. “Alegações falsas de décadas atrás estão sendo feitas contra mim que não são consistentes com quem eu sou”, disse Moonves em um comunicado após sair da CBS. “Estou profundamente triste por estar deixando a empresa.” No início deste mês, o New York Times informou que alegações adicionais de má conduta sexual contra Moonves haviam surgido como parte de uma investigação de advogados que o conselho da CBS contratou para investigar as alegações iniciais. De acordo com o relatório do Times, a investigação encontrou alegações adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”. A CBS não quis comentar as novas alegações de Shepherd.
Vida da cantora Selena vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (11/12) a produção de uma série inspirada pela vida de Selena Quintanilla, conhecida pelo nome artístico Selena, popstar norte-americana celebrada por seus hits de influência latina. O anúncio foi acompanhado por um teaser, que destaca o título de um dos sucessos da cantora, “Bidi Bidi Bom Bom”. “Selena: The Series” será escrita e produzida por Moisés Zamora (“American Crime Story”), com a ajuda da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, justamente “Bidi Bidi Bom Bom”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, aos 23 anos de idade. E foi tão inesperada que alimentou um verdadeiro culto em torno de Selena, assassinada a tiros por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. O impacto de sua morte foi repercutido no filme “Selena”, cinebiografia elogiadíssima, lançada em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além da produção da Netflix, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre a cantora, “El Secreto de Selena”, lançado em setembro passado. A nova atração de streaming não tem previsão de estreia.
Capitã Marvel ganha novo pôster concebido para a CCXP
A Marvel divulgou um novo pôster de “Capitã Marvel”, concebido para a divulgação do filme na CCXP (Comic Con Experience) 2018, que traz uma ilustração de Brie Larson no uniforme tradicional da heroína. A atriz esteve no Brasil participando do evento, onde acompanhou a exibição de mais vídeos inéditos da produção. A trama se passa nos anos 1990 e acompanha a Capitã Marvel (Larson) após cair na Terra e ser encontrada por Nick Fury [Samuel L. Jackson rejuvenescido por maquiagem digital], acreditando ser uma heroína kree em guerra contra os skrulls. Mas ao enfrentar as criaturas que podem mudar de forma, a personagem passa a ter flashbacks de uma vida passada como piloto americana, o que a faz questionar sua própria existência como kree. O elenco também inclui Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Gemma Chan (série “Humans”), Annette Bening (“Beleza Americana”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e McKenna Grace (“Designated Survivor”) como a versão mirim da heroína, sem esquecer dos retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como os vilões Ronan e Korath, do primeiro “Guardiões da Galáxia”, e Clark Gregg como o agente Coulson da SHIELD. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”) “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019. To all the fans who came to the Marvel Panel at Brazil Comic Con today, enjoy this exclusive poster!!!! I’ll get you a drawing of Goose next time ? #CapitãMarvel (via @BrieLarson) pic.twitter.com/1gqPBEUQve — Marvel Entertainment (@Marvel) December 8, 2018
Capitã Marvel ganha novo trailer legendado com efeitos visuais… inacabados?
A Marvel lançou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Capitã Marvel”. A prévia busca explicar a origem da personagem com muita ação e efeitos visuais. Entretanto, o que chama mais atenção é a forma como os efeitos parecem inacabados. As cenas em que a heroína surge de capacete e voando pelo espaço são tão irreais que a computação gráfica não consegue esconder seu aspecto de desenho animado. E não é a única oportunidade em que isso acontece. Pelo menos, ainda há bastante tempo para melhorar. Por outro lado, a maquiagem que rejuvenesce Samuel L. Jackson em 25 anos impressiona pelo realismo. É um botox virtual muito bem feito. Tão bom que até dá cabelo e dois olhos perfeitos ao personagem Nick Fury, que surgiu careca e de tapa-olho há uma década, no primeiro “Homem de Ferro” (2008). A trama se passa nos anos 1990 e acompanha a Capitã Marvel após cair na Terra e ser encontrada por Fury, acreditando ser uma heroína kree em guerra contra os skrulls. Mas ao enfrentar as criaturas que podem mudar de forma, a personagem passa a ter flashbacks de uma vida passada como piloto americana, o que a faz questionar sua própria existência como kree. Também há aparições de personagens importantes, como Mar-Vell (Jude Law, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Minn-Erva (Gemma Chan, da série “Humans”), Korath ( Djimon Hounsou, como seu personagem de “Guardiões da Galáxia”), uma kree não identificada vivida por Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), o skrull Talos (Ben Mendelsohn, de “Rogue One: Uma História Star Wars”) e a versão mirim da protagonista, em interpretação de McKenna Grace (“Designated Survivor”). Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Supernatural vai estrelar a continuação da série Nova York Contra o Crime
A atriz Alona Tal, conhecida por seus papéis em séries como “Supernatural” (onde viveu Jo Harvelle por três temporadas) e “SEAL Team” (Stella), vai viver uma das protagonistas da continuação de “NYPD Blue”, série dos anos 1990 que ficou conhecida no Brasil como “Nova York Contra o Crime”. Ela vai interpretar a detetive Nicole Lazarus, única policial feminina do 15º Distrito, que tem uma vida descrita como “complicada”, por envolver um divórcio litigioso e um caso sem compromisso. Apesar de ter sido a primeira intérprete anunciada no projeto, a trama vai girar em torno de outro personagem: o filho do protagonista da série original, o detetive Andy Sipowicz (Dennis Franz). Na sinopse adiantada, Theo Sipowicz é apresentado como um policial que busca conquistar uma promoção para detetive, enquanto investiga o assassinato de seu pai. O spin-off está sendo desenvolvido pelos roteiristas-produtores Matt Olmstead (“Chicago PD”) e Nick Wootton (“Scorpion”). Ambos trabalharam na série original e compartilharão a produção com Jesse Bochco, filho de Steven Bochco, o falecido criador de “Nova York Contra o Crime”. Jesse Bochco também foi produtor e diretor do drama original e irá dirigir o piloto da continuação. Vencedora do Emmy de Melhor Série Dramática em 1995, “Nova York Contra o Crime” teve quase 300 episódios e reuniu um elenco famoso, que ao longo de 12 anos juntou Dennis Franz com Jimmy Smits, Kim Delaney, James McDaniel, Nicholas Turturro, Mark-Paul Gosselaar, Sharon Lawrence, Henry Simmons, Esai Morales, David Caruso, Ricky Schroder, Michael Harney e muitos outros com longas carreiras televisivas. Dennis Franz chegou a ser convidado para participar dessa continuação, mas recusou. “Eu recebi um telefonema e fiquei muito honrado, mas não tenho interesse”, esclareceu o astro aposentado ao site Deadline. “‘Nova York Contra o Crime’ foi o auge da minha vida e da minha carreira e tenho muito carinho por ela. Eu desejo a todos o melhor e muito sucesso”, completou. O piloto precisa ser aprovado para virar série. Mas a maioria dos revivals de atrações clássicas tem sido aprovada nos últimos anos.
Chris Pratt pode estrelar novo filme baseado na série clássica O Santo
O ator Chris Pratt pode acrescentar mais uma franquia em sua filmografia. O astro de “Guardiões da Galáxia” e “Jurassic World” estaria negociando estrelar um novo filme de “O Santo”, baseado na famosa série homônima britânica dos anos 1960. A Paramount Pictures, dona dos direitos cinematográficos da obra, estaria planejando um longa com a produção de Lorenzo di Bonaventura, responsável pelo primeiro “Transformers” e, recentemente, “Megatubarão” e “Maze Runner”. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o personagem surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua popularidade à série da década 1960, estrelada por Roger Moore. Seu sucesso acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, O Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entra em cena e o faz rever seus pecados. Por enquanto, a nova versão ainda está em estágios iniciais e não há maiores informações sobre o rumo da trama ou da equipe encarregada de resgatar o Santo do limbo criativo. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Atriz de Game of Thrones vai estrelar série baseada no filme Quatro Casamentos e um Funeral
A atriz Nathalie Emmanuel, conhecida pelo papel de Missandei na série “Game of Thrones” e como a hacker Ramsey nos dois últimos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, vai estrelar a série inspirada na comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral”, produzida para a plataforma de streaming Hulu. Ela terá o papel principal, equivalente ao que foi vivido por Andie MacDowell no cinema. O detalhe é que a atriz do filme de 1994 também fará participação especial na série. Além disso, foram confirmados outros integrantes do elenco: Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Zoe Boyle (“Frontier”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”), John Reynolds (“Search Party”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). Como no filme que transformou o ator Hugh Grant em ídolo das comédias românticas, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos – Maya (Emmanuel), Craig (Smith), Ainsley (Rittenhouse) e Duffy (Reynolds) – que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. Relacionamentos são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos, casos de amor são inflamados e, claro, há quatro casamentos e um funeral. A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. Vale lembrar que a atriz já tinha uma boa relação com a Hulu, que exibiu com exclusividade três temporadas de “The Mindy Project”, após a série ser cancelada em sua 3ª temporada na rede Fox. Ainda não há previsão de estreia para a nova série, que terá duração limitada – a menos que vire um sucesso.
Northern Exposure: Série cultuada dos anos 1990 vai ganhar revival na TV americana
A rede americana CBS anunciou a produção do revival da cultuada série dos anos 1990 “Northern Exposure”, que durou seis temporadas e venceu 27 prêmios, incluindo o Emmys de Melhor Série de Drama em 1992. “Northern Exposure” acompanhava um jovem médico nova-iorquino (vivido por Rob Morrow) que passa a trabalhar no Alaska e se sente completamente deslocado naquele lugar. A série seguia arcos de vários personagens excêntricos na cidadezinha de Cicely, sempre coberta de neve. O revival vai contar com a volta de Rob Morrow, que interpretava o protagonista Joel Fleischman, além de John Corbett, que ficou conhecido por viver o personagem Chris Stevens e acabou tendo uma longa carreira – pode ser visto atualmente em “Para Todos os Garotos que Já Amei”, na Netflix. Rob Morrow, por sua vez, participa da série “Billions”. A continuação vai mostrar o retorno de Joel à Cicely para o funeral de um velho amigo, mas, assim que chega ao velório, é envolvido nos dramas e situações engraçadas dos inusitados moradores da cidade. Josh Brand e John Falsey, co-criadores da série, também estão envolvidos na produção dos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia.
Atriz de Melrose volta a ser internada em clínica psiquiátrica
A atriz Heather Locklear, que ficou conhecida pela série “Melrose” nos anos 1990, voltou a ser internada em uma clínica psiquiátrica. Segundo uma fonte do site TMZ, o terapeuta da atriz identificou outro colapso nervoso quando foi à casa dela no domingo (18/11), acompanhado do advogado de Heather. A dupla pediu a ajuda da polícia e a atriz foi levada ao hospital. O TMZ ainda registra que há boatos de que ela teria agredido seu namorado, mas fontes próximas ao caso garantiram ao site que isso é mentira. Não há informações se Heather havia consumido alguma bebida alcoólica, mas nenhum crime foi registrado. A decisão do médico foi para atender o bem-estar de sua paciente. Há alguns meses, Heather começou um tratamento contra abuso de substâncias após agredir os pais, tentar se matar e ameaçar atirar em policiais. Sua ficha criminal está repleta de confusões. Em 2008, Heather foi fichada por suspeita de dirigir sob influência de medicamentos. E em 2011, ela e o namorado da época, Jack Wagner, que também trabalhou em “Melrose”, tiveram uma briga feia que acabou na delegacia. O périplo mais recente começou em fevereiro, durante outra briga com namorado. Quando os policiais chegaram em sua casa atendendo a um chamado, a atriz teria ameaçado atirar neles. Em junho, ela foi hospitalizada à força para passar por uma avaliação psicológica após agredir os pais e dizer que ia matar com um tiro. Uma semana depois, foi presa, acusada de ter agredido um policial e um profissional da equipe de emergência que foi socorrê-la após nova chamada de emergência. Após ser solta, ela teria sofrido uma overdose.
Felicity Jones luta pelos direitos das mulheres em novo trailer de Suprema
A Focus Features divulgou um novo trailer de “Suprema” (On the Basis of Sex), filme traz a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. E é curioso reparar como todos os trailers e até o clipe da música-tema terminam exatamente iguais, com o mesmíssimo diálogo. A personagem da cinebiografia é considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história sobre o devido reconhecimento dos direitos das mulheres. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Sam Waterson (“Law & Order”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Stephen Root (“Barry”) e Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, data em que são lançados filmes para crianças ou potenciais candidatos ao Oscar. “On the Basis of Sex” não é a primeira opção. Já o lançamento no Brasil está marcado para 3 de janeiro. A produção também ganhou dois novos pôsteres internacionais, para os mercados britânico e francês, que podem ser conferidos abaixo.
Foto revela ano em que se passa o filme Capitã Marvel
A atriz Brie Larson, protagonista de “Capitã Marvel”, resolveu usar o Twitter para se manifestar nesta terça (6/11), dia de eleição legislativa dos Estados Unidos, e postou uma foto do filme em que aparece ao lado de cartazes da campanha “Rock the Vote”, que marcou época dos anos 1990. Como a maioria já sabe, o filme da super-heroína vai se passar na década de 1990. Mas a foto finalmente revela exatamente quando. O cartaz da campanha é o mesmo utilizado pela MTV para conscientizar os jovens à votarem nas eleições de 1992. Além disso, abaixo desses pôsteres é possível ver flyers de shows nos clubes locais de Los Angeles, e um deles traz uma data: quinta, 29 de agosto. O dia 29 de agosto só caiu numa quinta durante dois anos na década de 1990: em 1991 e 1996. Como o flyer está abaixo de um cartaz do “Rock the Vote” de 1992, é possível considerar que o filme se passará entre o final de 1991 e o começo de 1992. Isto, claro, se os profissionais responsáveis pela continuidade e cenografia forem mais eficientes que aqueles contratados para o filme “Bohemian Rhapsody”, repleto de furos cronológicos. De todo modo, 1991 é um ano importante na cronologia do universo cinematográfico da Marvel. Foi o ano em que Bucky Barnes, o Soldado Invernal, assassinou os pais de Tony Stark, o Homem de Ferro, conforme revelado em “Capitão América: Guerra Civil”. Teria o filme da Capitã Marvel relação com estes eventos? Outros números que aparecem na imagem revelam um easter egg diferente. O telefone público que a heroína está usando tem impresso 1-800-654-219. Já viu esse número antes? É o telefone de contato do hotel Tipton, cenário da série da Disney “Zack & Cody: Gêmeos em Ação!” E não se esqueça dos números mais importantes: 7/3/2019, dia em que “Capitã Marvel” estreia no Brasil.
Raymond Chow (1927 – 2018)
Morreu Raymond Chow, considerado o “padrinho” do cinema de ação de Hong Kong e que lançou as carreiras internacionais de Bruce Lee e Jackie Chan. O produtor, nascido em Hong Kong em 1927, tinha 91 anos e produziu mais de 170 filmes ao longo de sua carreira. Co-fundador dos estúdios Golden Harvest, em 1971, Chow obteve seu primeiro sucesso mundial com o lançamento de “O Dragão Chinês” (1971). O filme impulsionou a carreira do mestre das artes marciais Bruce Lee como ator de cinema e ainda lhe rendeu o apelido do título. O produtor também foi responsável pelos dois filmes seguintes de Bruce Lee, que estão entre seus trabalhos mais conhecidos: “O Voo do Dragão” (1972) e “Operação Dragão” (1973), além do póstumo “Jogo da Morte” (1978). “Obrigado Raymond por ter dado uma oportunidade ao jovem Bruce Lee e por tê-lo ajudado a realizar seu sonho. Descanse em paz, Raymond”, tuitou a filha do ator, Shannon Lee. Raymond Chow também teve papel importante na carreira do diretor John Woo, gênio do cinema de ação, lançando seus primeiros longa-metragens, como “Chacina em Pequim” (1974) e “O Domador de Dragões” (1975), além de ter impulsionado o sucesso de Jackie Chan, com quem trabalhou nos filmes “O Jovem Mestre do Kung Fu” (1980), “O Grande Lutador” (1980), “Projeto China” (1983), “Police Story” (1985), entre outros. O sucesso internacional de seus filmes acabou levando-o a Hollywood, onde firmou parcerias importantes e realizou filmes de sucesso com atores americanos, como o cultuadíssimo filme de guerra “Os Rapazes da Companhia C” (1978), de Sidney J. Furie, a comédia “Quem Não Corre, Voa” (1981), que juntou Burt Reynolds, Roger Moore e Jackie Chan, a franquia dos anos 1990 “As Tartarugas Ninjas” e até “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto. Ele continuou filmando sucessos de Jackie Chan até “Espião por Acidente” (2001), antes de se aposentar no mesmo ano. Mas seu nome estava relacionado ao remake de “Quem Não Corre, Voa”, atualmente em desenvolvimento, com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). Em 2008, ele recebeu um prêmio pelas realizações da carreira numa homenagem da Academia do Cinema de Hong Kong, e três anos depois ganhou a mesma honra da Academia do Cinema Asiático.












