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    Glow: Série de lutas femininas da Netflix ganha pôsteres de personagens e novo teaser

    30 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou os pôsteres das personagens e o novo teaser de “Glow”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia traz caras feias em contraste com um visual glitter, ao som do rock clássico “Cum On Feel The Noize”, na versão oitocentista da banda Quiet Riot. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontrará personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos – , com quem lutará por destaque num mundo até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (série “Community”), Sunita Mani (série “Mr. Robot”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia vai acontecer em 23 de junho.

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  • Filme

    Chamas da Vingança: Clássico de Stephen King vai ganhar remake

    29 de abril de 2017 /

    O clássico dos anos 1980 “Chamas da Vingança” (Firestarter) vai ganhar um remake. O filme de 1984, adaptado do livro “A Incendiária” de Stephen King, ganhará uma nova versão dirigida pelo superestimado Akiva Goldsman (roteirista de “A 5ª Onda” e “O Chamado 3”). Uma das principais inspirações da série “Stranger Things”, o filme clássico girava em torno de uma menina chamada Charlie, vivida por Drew Barrymore aos 9 anos de idade. Filha de um homem submetido a experiências científicas na faculdade, ela nasceu com poderes pirocinéticos – em suma, a capacidade de criar fogo com a mente. Quando uma agência governamental descobre as habilidades da criança, pai e filha precisam fugir se não quiserem ser capturados e estudados. A história também já teve uma adaptação televisiva, o fraco telefilme “Vingança em Chamas” (2002), produzido para o canal pago americano SyFy, e quase virou série de TV no canal pago TNT em 2014, mas este projeto não foi adiante. A produção será o terceiro longa de Goldsman como diretor após o péssimo “Um Conto do Destino” (2014) e o ainda inédito “Stephanie”, que também é sobre uma menina superpoderosa. Já finalizado, este longa ainda não tem previsão de estreia. Goldsman também escreveu a vindoura adaptação de “A Torre Negra”, de Stephen King, que chega aos cinemas em julho. Mas o roteiro do remake de “Chamas da Vingança” ficou a cargo de Scott Teems (série “Rectify”). A produção será uma parceria da Universal com a Blumhouse, a produtora de terror de Jasom Blum, e ainda não há cronograma de filmagens nem data de estreia.

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  • Filme

    Remake televisivo de Dirty Dancing ganha trailer

    28 de abril de 2017 /

    A rede ABC divulgou o trailer do remake televisivo de “Dirty Dancing – Ritmo Quente” (1987). As imagens mostram a atriz Abigail Breslin (a “Pequena Miss Sunshine” já crescida) e o dançarino Colt Prattes (da trupe da cantora Pink) revivendo cenas e frases clássicas, originalmente interpretadas por Jennifer Grey e Patrick Swayze no sucesso dos anos 1980. Mas também destaca o grandioso elenco de coadjuvantes. O elenco de apoio inclui Sarah Hyland (série “Modern Family”), Katey Sagal (série “Sons of Anarchy”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Debra Messing (série “Will & Grace”), Billy Dee Williams (“Star Wars: O Império Contra-Ataca”), Trevor Einhorn (série “The Magicians”), J. Quinton Johnson (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Tony Roberts (“Uma Semana a Três”), Michael Lowry (série “Powers”) e a cantora Nicole Scherzinger (“Homens de Preto 3”). Ao contrário de outras adaptações de musicais que têm sido exibidas como especiais de fim de ano pela TV americana, o novo “Dirty Dancing” não será apresentado ao vivo, mas gravado, como demonstra a prévia, com cenas num lago. A Lionsgate está produzindo a nova adaptação, que tem roteiro de Jessica Sharzer (série “American Horror Story”) e direção de Wayne Blair (“Música da Alma”). A estreia acontece em 24 de maio nos EUA.

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  • Filme

    Filme do He-Man vai chegar aos cinemas em 2019

    28 de abril de 2017 /

    A Sony colocou o novo filme de He-Man em seu cronograma. O estúdio anunciou que “Mestres do Universo” será lançado 18 de dezembro de 2019. Apesar disso, ainda não há definição de diretor, roteirista ou elenco principal. O anúncio pode significar que um roteiro foi aprovado. Mas não se sabe quem o escreveu, já que o estúdio tem encomendado histórias desde 2009. A pilha das páginas descartadas inclui textos dos computadores de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. Outro cotado a assumir o filme, McG (“Guerra é Guerra!”) chegou a dizer, em entrevistas, que Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) era um de seus favoritos para viver o herói de brinquedo. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado como uma série de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado com direito a um spin-off comandando pela irmã de He-Man, a She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980.

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  • Música

    Madonna ataca “mentiras” do roteiro de sua cinebiografia e fãs provam que quem mente é ela

    26 de abril de 2017 /

    Madonna voltou a atacar a produção de “Blonde Ambition”, que vai contar o começo de sua carreira. Mas acabou tropeçando em sua própria tentativa de desmerecer a obra ao citar supostos erros no roteiro de Elyse Hollander (assistente de Alejandro González Iñárritu em “Birdman”) em um post já deletado do Instagram. “Vamos começar com a primeira página. Eu nasci em Bay City e não Detroit. E eu não desisti do ensino médio, na verdade eu até fui para a Universidade de Michigan. Por que o Universal Studios quer fazer um filme sobre mim baseado em um roteiro cheio de mentiras? A escritora Elyse Hollander poderia escrever para tabloides. Qualquer um que apoia esse filme está apoiando mentiras e exploração”, ela escreveu, rabiscando o roteiro com a expressão “WTF” (que po*a é essa). Veja a imagem abaixo Mas os fãs que conhecem cada detalhe da vida da cantora, quem diria, contestaram a versão “oficial”, resgatando um vídeo de 1983, época em que se passa “Blonde Ambition”, no qual Madonna diz exatamente a frase do roteiro numa entrevista com Dick Clark. O vídeo foi linkado à comentários sobre sua postagem. Confrontada, ela acabou deletando o que havia publicado. Sem se dar por vencida, colocou no lugar do ataque uma frase moralista: “Não ligue para aqueles que falam por suas costas. Eles estão atrás por uma razão”. Anteriormente, Madonna tinha atacado o projeto dizendo que era a única que sabia de sua história. “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Somente eu posso contar a minha história. Qualquer pessoa que tente fazer isso é um charlatão e um idiota buscando gratificação instantânea sem fazer o trabalho. Isso é uma doença na nossa sociedade”, ela escreveu no mesmo Instagram. Já na largada, ficou claro que a versão chapa branca de Madonna tem furos. Sem querer, a cantora atiçou a curiosidade dos fãs. O projeto acaba de ficar mais interessante. Produzido por Michael De Luca, responsável pela franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, e Brett Ratner, diretor da trilogia “A Hora do Rush” e sócio da produtora RatPac, “Blonde Ambition” ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. De todo modo, este não é o único filme em desenvolvimento sobre o começo da carreira de Madonna. Parte documentário e parte dramatização, a produção indie “Emmy and the Breakfast Club” cava ainda mais fundo para contar a história das bandas de rock de Madonna e já teve fotos divulgadas. Confira aqui. Detalhe: Madonna não poderá contestar as histórias deste filme, porque ele conta com o apoio dos integrantes originais das bandas – um deles, por sinal, ex-namorado da cantora. Universal Studios? Brett Ratner ?and Rat and Elyse Hollander ??? Lies Have No Legs. Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em Abr 26, 2017 às 12:29 PDT

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  • Música

    Madonna reage aos planos da Universal de filmar sua cinebiografia

    25 de abril de 2017 /

    Madonna não gostou de saber que vai ganhar uma cinebiografia. Em uma publicação em seu perfil no Instagram, ela tornou a reclamação pública: “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Somente eu posso contar a minha história. Qualquer pessoa que tente fazer isso é um charlatão e um idiota buscando gratificação instantânea sem fazer o trabalho. Isso é uma doença na nossa sociedade”. Intitulado “Blonde Ambition”, o filme é uma produção da Universal e vai se passar no começo dos anos 1980, acompanhando Madonna Louise Ciccone na época de seu primeiro disco. O roteiro de Elyse Hollander (do curta “Nikolai”) foi um dos destaques da Black List de 2016, a lista dos melhores roteiros inéditos de Hollywood. Vale lembrar que a mesma Madonna que reclama desta produção escreveu e dirigiu “W.E.: O Romance do Século” (2011), versão não autorizada e bastante romanceada da história da abdicação do Rei Edward VIII em 1936. “Blonde Ambition” ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Mas, curiosamente, servirá como “continuação” de um longa que já está sendo filmado. Parte documentário e parte dramatização, a produção indie “Emmy and the Breakfast Club” conta a história das bandas de rock de Madonna, em seu começo de carreira, e já teve fotos divulgadas. Confira aqui. Nobody knows what I know and what I have seen. Only I can tell my story. ?Anyone else who tries is a charlatan and a fool. ?. Looking for instant gratification without doing the work. This is a disease in our society. ✍️? Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em Abr 25, 2017 às 10:26 PDT

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  • Música

    Começo da carreira de Madonna vai virar filme

    24 de abril de 2017 /

    A história do começo da carreira de Madonna vai parar no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Universal comprou o roteiro de Elyse Hollander (do curta “Nikolai”) sobre a cantora, um dos destaques da Black List de 2016, a lista dos melhores roteiros inéditos de Hollywood. Intitulada “Blonde Ambition”, a trama se passa nos anos 1980 e acompanha Madonna Louise Ciccone trabalhando em seu primeiro álbum, lutando contra um mercado que não respeita artistas femininas, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o começo da fama e o impacto disso tudo em sua vida amorosa. Madonna mudou-se para Nova York em 1978 para tentar uma carreira de dançarina, mas acabou optando por cantar e compor. Depois de tentar fazer sucesso numa banda de rock, ela mergulhou na música dançante e no pop, conseguindo algum sucesso com os primeiros singles. Mesmo assim, ninguém apostava no estouro de seu álbum de estreia, “Madonna”, que foi lançado em 1983, trazendo hits como “Holiday”, “Borderline” e “Lucky Star”, muito menos que o segundo disco, “Like a Virgin”, teria grande impacto na história da música pop. “Blonde Ambition” é o primeiro roteiro de Hollander, que trabalhou como assistente do cineasta Alejandro G. Inarritu em “Birdman”. A produção ficou a cargo de Michael De Luca, responsável pela franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, e Brett Ratner, diretor da trilogia “A Hora do Rush” e sócio da produtora RatPac. A produção ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Mas, curiosamente, servirá como “continuação” de um longa que já está sendo filmado. A produção indie “Emmy and the Breakfast Club” conta a história das bandas de rock de Madonna, em seu começo de carreira, e já teve fotos divulgadas. Confira aqui.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Campeão de reprises na Sessão da Tarde, A Lagoa Azul deixa de ser censura livre

    21 de abril de 2017 /

    Um dos filmes mais reprisados na Sessão da Tarde em todos os tempos, “A Lagoa Azul” (1980) não deveria ser exibido para crianças. Em despacho publicado no Diário Oficial da União de quinta (20/4), o Ministério da Justiça reclassificou o longa como “não recomendado para menores de 12 anos”, por conter violência e teor sexual. Até então, o filme tinha a classificação indicativa “livre”. Por conta disso, foi exibido mais de 30 vezes pela Globo e o SBT no horário vespertino só neste século. Foi justamente uma exibição na Sessão da Tarde, em 9 de março deste ano, que gerou a reclassificação. No despacho publicado no Diário Oficial, o Ministério da Justiça relata que recebeu “denúncia” de um “cidadão” sobre “uma suposta incompatibilidade entre o conteúdo apresentado” e a classificação livre do longa. O ministério, então, instaurou um inquérito administrativo, que constatou que a versão editada para TV de “A Lagoa Azul” possui “ato violento” e “apelo sexual” reiteradamente, o que a torna incompatível para menores de 12 anos. “A Lagoa Azul” foi exibido como “censura livre” porque a classificação era mais liberal em 1995, quando o filme recebeu sua certificação para a TV. As regras se tornaram mais rígidas recentemente, com a criação de um manual com o que pode e não pode para cada faixa etária, após excessos cometidos pela TV aberta. Ironicamente, na época em que o filme foi considerado adequado, havia mais rigidez em relação aos horários de exibição. Até recentemente, filmes impróprios para menores de 12 anos só poderiam ser exibidos às 20h. Foi, por sinal, por causa disso que as “novelas das oito” começaram a ser exibidas após as 21h. Entretanto, desde agosto do ano passado o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional a imposição de vinculação de horário à classificação etária. As emissoras têm apenas que informar que a programação é imprópria para determinadas idades. Na prática, a reclassificação de “A Lagoa Azul” aconteceu tardiamente e tem efeito meramente informativo. Na época em que foi feito, o filme também foi acompanhado de polêmica etária. Ele conta a história de duas crianças, Emmeline (Brooke Shields) e Richard (Christopher Atkins), que sobrevivem a um naufrágio. Juntamente com um velho marinheiro, vão parar em uma ilha tropical, um paraíso com uma lagoa azul. O marinheiro morre, e as crianças crescem, se apaixonam e descobrem o sexo – e têm um filho. Brooke Shields tinha apenas 15 anos, o que gerou protestos pelo conteúdo sexual e cenas de topless da produção. Atualmente, a atriz está com 50 anos. O longa foi exibido com censura 16 anos nos cinemas brasileiros. Mas a versão televisiva tem cortes. Os produtores realizaram uma sequência em 1991, “De Volta à Lagoa Azul”, basicamente contando a mesma história com outra beldade adolescente, Milla Jovovich, também com 15 anos na época das filmagens. E lançaram uma versão televisiva em 2012, “Lagoa Azul: O Despertar”, que ainda não estreou na TV aberta e recebeu indicação etária para maiores de 14 anos na TV americana.

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  • Série

    Série dos super-heróis Manto e Adaga ganha primeiro trailer e foto oficial

    19 de abril de 2017 /

    O canal pago Freeform divulgou a primeira foto oficial e o primeiro trailer da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas – e destaca uma combinação de drama adolescente, thriller criminal e história de origem de super-heróis. A série vai girar em torno de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Segundo a sinopse, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que o seu já complicado mundo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é para o começo de 2018.

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  • Filme

    Novo trailer de Bingo: O Rei das Manhãs é divertido, perturbador e ousado

    16 de abril de 2017 /

    Esqueça Pennywise, o palhaço do terror “It – A Coisa”. O filme de palhaço assustador mais promissor do ano acaba de ganhar um novo trailer. Se a primeira prévia superava expectativas, a segunda deixa claro que “Bingo: O Rei das Manhãs” está além do que o cinema nacional tem apresentado, tanto em suas comédias quanto em suas cinebiografias. E o filme é uma combinação de ambas: parte comédia e parte cinebiografia, com uma execução tão perturbadora que merece atenção. Durante a pré-produção, o projeto era conhecido como o filme do palhaço Bozo. Mas a mudança do nome do protagonista não é para ser lamentada. Pela prévia, fica claro que o filme não faz concessões, o que é facilitado pela licença criativa, permitida pelo uso de nomes fictícios, embora Gretchen tenha permanecido Gretchen. Com cenografia e figurino que reconstituem fielmente a época, o longa ensaia um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. “Bingo: O Rei das Manhãs” marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) impressionante no papel de Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto, o Bozo. Na trama, Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de programa infantil na televisão, que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com muita ironia e humor ácido, ambientado numa roupagem pop e exagerada dos bastidores da televisão nos anos 1980, o filme conta essa incrível e surreal trajetória de um homem em busca do reconhecimento da sua arte. O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”), Tainá Müller (“O Duelo”), Augusto Madeira (“O Escaravelho do Diabo”), o dinamarquês Soren Hellerup (“Meu Amigo Hindu”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para 24 de agosto.

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  • Filme

    Diretor do terror O Homem nas Trevas vai filmar remake de Labirinto

    14 de abril de 2017 /

    A Sony contratou Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site Deadline, o diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) vão escrever a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. O filme de 1986 acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada no ano passado, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e aconteceu a morte de Bowie. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento. Antes de filmar “Labirinto”, Alvarez e Basu vão trabalhar juntos em outro projeto: a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”.

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  • Filme

    Schwarzenegger recusou participar do novo Predador após ler o roteiro

    7 de abril de 2017 /

    O diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) bem que tentou, mas Arnold Schwarzenegger não vai participar do reboot/continuação de “O Predador” (1987). Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator se recusou a fazer parte do projeto após ler o roteiro. “Eles me chamaram, li o roteiro e não gostei. Não importa mais o que ofereçam, não vou fazer isso. Exceto se tiver alguma chance de rescreverem ou criarem um papel mais significante para mim. Mas, do jeito que está, não farei”, ele afirmou. O roteiro foi escrito pelo próprio Shane Black em parceria com Fred Dekker (“RoboCop 3”). Nunca é demais lembrar que Shane Black participou, como ator, do primeiro “Predador”, ao lado de Schwarzenegger. No filme dirigido por John McTiernan, o personagem do astro de ação foi o único que sobreviveu ao encontro entre seu grupo de mercenários e o alienígena, numa selva centro-americana. As filmagens do novo longa começaram em fevereiro deste ano, com um elenco formado por Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Boyd Holbrook (“Logan”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Sterling K. Brown (série “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”) Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). A estreia está marcada para 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Alison Brie sofre nas primeiras fotos da série de lutas femininas GLOW

    7 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “GLOW”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. Nas imagens, é possível ver Alison Brie (série “Community”) sofrendo no tatame e em outras situações curiosas. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontrará personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem lutará por destaque num mundo até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Sunita Mani (série “Mr. Robot”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia está marcada para 23 de junho.

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