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  • Filme

    Novo trailer legendado de Blade Runner 2049 replica clássico e faz várias revelações

    8 de maio de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Blade Runner 2049”, que replica o visual do filme de 1982 e até a trilha sonora de Vangelis. Mas também há várias novidades, e não apenas na evolução dos efeitos visuais. Entre elas, destacam-se a revelação dos personagens interpretados por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), um fabricante de replicantes um tanto bizarro, e pela cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), no papel de uma replicante que evoca com Ryan Gosling (“La La Land”) o clímax do primeiro filme, o famoso encontro no terraço chuvoso entre os antagonistas, mas de forma sensual. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A trama gira em torno da investigação de um novo caçador de andróides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. Além dos citados, o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Continuação de Blade Runner ganha novo teaser tenso

    6 de maio de 2017 /

    A Warner divulgou um novo teaser de “Blade Runner 2049”, antecipando o segundo trailer, que será lançado na segunda-feira (8/5). A prévia é tensa, tem narração da personagem de Robin Wright (“Há uma ordem para as coisas. Isso é o que fazemos aqui”), cenas de ação de Ryan Gosling, que aparece surtando e ensanguentado, um vislumbre de Harrison Ford no papel clássico de Rick Deckard, e muitos efeitos visuais. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação vai refletir a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. O filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original de 1982. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.

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  • Etc

    Xuxa perde processo em que tentava fazer Amor, Estranho Amor sumir do Google

    4 de maio de 2017 /

    Xuxa Meneghel teve mais um recurso negado na longeva ação que ela promove contra o Google. Desde 2010, a apresentadora pede que o site de buscas retire de seus resultados fotos em que aparece nua no filme “Amor, Estranho Amor” (1982) e frases que a relacionem à prática de pedofilia. O filme trazia Xuxa, então com 18 anos, em uma cena quente com um garoto de 12 anos. O processo, atualmente em segunda instância, foi negado pela 19ª Câmara Cível do Rio de Janeiro. “Por unanimidade, depois de rejeitadas as preliminares, no mérito, negou-se provimento ao recurso, nos termos do voto da desembargadora relatora Valeria Dacheux Nascimento”, diz o texto da decisão promulgada na terça-feira (2/5). Curiosamente, Xuxa venceu na Justiça de primeira instância no Rio de Janeiro, mas a decisão foi reformada pelo Tribunal de Justiça do Estado em 2015. Os desembargadores do TJ-RJ decidiram restringir apenas algumas imagens apresentadas pela defesa da artista. O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que cassou a decisão, entendendo que os sites de busca não podem “ser obrigados a eliminar do seu sistema resultados derivados da busca de determinado termo ou expressão, tampouco os resultados que apontem para uma foto ou texto específico”. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. De acordo com o ministro do Supremo, não foi verificada, na decisão do STJ, “a existência de qualquer juízo, ostensivo ou disfarçado, de inconstitucionalidade das normas legais”. Ele considerou a reclamação da artista “inacolhível”. Em 2013, a apresentadora venceu um processo que impediu a Cinearte Produções, distribuidora do filme, de relançar o longa. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa que seduzia um menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. O menino em questão não persistiu na carreira – a menos que se conte os filmes pornográficos explícitos que protagonizou, rodados em 2008 pela produtora Brasileirinhas. Ela, por outro lado, alavancou-se como uma sensação nacional e tornou-se referência no nicho das louras infantilizadas.

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  • Filme

    Ryan Gosling e Harrison Ford ilustram dois pôsteres da continuação de Blade Runner

    4 de maio de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou dois pôsteres da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982), que destacam individualmente os personagens de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de androides, e Harrison Ford, o Blade Runner original. Intitulado “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama, o filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do filme de 1982. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), o filme vai acompanhar a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.

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  • Série

    Glow: Série de lutas femininas da Netflix ganha pôsteres de personagens e novo teaser

    30 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou os pôsteres das personagens e o novo teaser de “Glow”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia traz caras feias em contraste com um visual glitter, ao som do rock clássico “Cum On Feel The Noize”, na versão oitocentista da banda Quiet Riot. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontrará personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos – , com quem lutará por destaque num mundo até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (série “Community”), Sunita Mani (série “Mr. Robot”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia vai acontecer em 23 de junho.

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  • Filme

    Chamas da Vingança: Clássico de Stephen King vai ganhar remake

    29 de abril de 2017 /

    O clássico dos anos 1980 “Chamas da Vingança” (Firestarter) vai ganhar um remake. O filme de 1984, adaptado do livro “A Incendiária” de Stephen King, ganhará uma nova versão dirigida pelo superestimado Akiva Goldsman (roteirista de “A 5ª Onda” e “O Chamado 3”). Uma das principais inspirações da série “Stranger Things”, o filme clássico girava em torno de uma menina chamada Charlie, vivida por Drew Barrymore aos 9 anos de idade. Filha de um homem submetido a experiências científicas na faculdade, ela nasceu com poderes pirocinéticos – em suma, a capacidade de criar fogo com a mente. Quando uma agência governamental descobre as habilidades da criança, pai e filha precisam fugir se não quiserem ser capturados e estudados. A história também já teve uma adaptação televisiva, o fraco telefilme “Vingança em Chamas” (2002), produzido para o canal pago americano SyFy, e quase virou série de TV no canal pago TNT em 2014, mas este projeto não foi adiante. A produção será o terceiro longa de Goldsman como diretor após o péssimo “Um Conto do Destino” (2014) e o ainda inédito “Stephanie”, que também é sobre uma menina superpoderosa. Já finalizado, este longa ainda não tem previsão de estreia. Goldsman também escreveu a vindoura adaptação de “A Torre Negra”, de Stephen King, que chega aos cinemas em julho. Mas o roteiro do remake de “Chamas da Vingança” ficou a cargo de Scott Teems (série “Rectify”). A produção será uma parceria da Universal com a Blumhouse, a produtora de terror de Jasom Blum, e ainda não há cronograma de filmagens nem data de estreia.

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  • Filme

    Remake televisivo de Dirty Dancing ganha trailer

    28 de abril de 2017 /

    A rede ABC divulgou o trailer do remake televisivo de “Dirty Dancing – Ritmo Quente” (1987). As imagens mostram a atriz Abigail Breslin (a “Pequena Miss Sunshine” já crescida) e o dançarino Colt Prattes (da trupe da cantora Pink) revivendo cenas e frases clássicas, originalmente interpretadas por Jennifer Grey e Patrick Swayze no sucesso dos anos 1980. Mas também destaca o grandioso elenco de coadjuvantes. O elenco de apoio inclui Sarah Hyland (série “Modern Family”), Katey Sagal (série “Sons of Anarchy”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Debra Messing (série “Will & Grace”), Billy Dee Williams (“Star Wars: O Império Contra-Ataca”), Trevor Einhorn (série “The Magicians”), J. Quinton Johnson (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Tony Roberts (“Uma Semana a Três”), Michael Lowry (série “Powers”) e a cantora Nicole Scherzinger (“Homens de Preto 3”). Ao contrário de outras adaptações de musicais que têm sido exibidas como especiais de fim de ano pela TV americana, o novo “Dirty Dancing” não será apresentado ao vivo, mas gravado, como demonstra a prévia, com cenas num lago. A Lionsgate está produzindo a nova adaptação, que tem roteiro de Jessica Sharzer (série “American Horror Story”) e direção de Wayne Blair (“Música da Alma”). A estreia acontece em 24 de maio nos EUA.

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  • Filme

    Filme do He-Man vai chegar aos cinemas em 2019

    28 de abril de 2017 /

    A Sony colocou o novo filme de He-Man em seu cronograma. O estúdio anunciou que “Mestres do Universo” será lançado 18 de dezembro de 2019. Apesar disso, ainda não há definição de diretor, roteirista ou elenco principal. O anúncio pode significar que um roteiro foi aprovado. Mas não se sabe quem o escreveu, já que o estúdio tem encomendado histórias desde 2009. A pilha das páginas descartadas inclui textos dos computadores de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. Outro cotado a assumir o filme, McG (“Guerra é Guerra!”) chegou a dizer, em entrevistas, que Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) era um de seus favoritos para viver o herói de brinquedo. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado como uma série de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado com direito a um spin-off comandando pela irmã de He-Man, a She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980.

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  • Música

    Madonna ataca “mentiras” do roteiro de sua cinebiografia e fãs provam que quem mente é ela

    26 de abril de 2017 /

    Madonna voltou a atacar a produção de “Blonde Ambition”, que vai contar o começo de sua carreira. Mas acabou tropeçando em sua própria tentativa de desmerecer a obra ao citar supostos erros no roteiro de Elyse Hollander (assistente de Alejandro González Iñárritu em “Birdman”) em um post já deletado do Instagram. “Vamos começar com a primeira página. Eu nasci em Bay City e não Detroit. E eu não desisti do ensino médio, na verdade eu até fui para a Universidade de Michigan. Por que o Universal Studios quer fazer um filme sobre mim baseado em um roteiro cheio de mentiras? A escritora Elyse Hollander poderia escrever para tabloides. Qualquer um que apoia esse filme está apoiando mentiras e exploração”, ela escreveu, rabiscando o roteiro com a expressão “WTF” (que po*a é essa). Veja a imagem abaixo Mas os fãs que conhecem cada detalhe da vida da cantora, quem diria, contestaram a versão “oficial”, resgatando um vídeo de 1983, época em que se passa “Blonde Ambition”, no qual Madonna diz exatamente a frase do roteiro numa entrevista com Dick Clark. O vídeo foi linkado à comentários sobre sua postagem. Confrontada, ela acabou deletando o que havia publicado. Sem se dar por vencida, colocou no lugar do ataque uma frase moralista: “Não ligue para aqueles que falam por suas costas. Eles estão atrás por uma razão”. Anteriormente, Madonna tinha atacado o projeto dizendo que era a única que sabia de sua história. “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Somente eu posso contar a minha história. Qualquer pessoa que tente fazer isso é um charlatão e um idiota buscando gratificação instantânea sem fazer o trabalho. Isso é uma doença na nossa sociedade”, ela escreveu no mesmo Instagram. Já na largada, ficou claro que a versão chapa branca de Madonna tem furos. Sem querer, a cantora atiçou a curiosidade dos fãs. O projeto acaba de ficar mais interessante. Produzido por Michael De Luca, responsável pela franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, e Brett Ratner, diretor da trilogia “A Hora do Rush” e sócio da produtora RatPac, “Blonde Ambition” ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. De todo modo, este não é o único filme em desenvolvimento sobre o começo da carreira de Madonna. Parte documentário e parte dramatização, a produção indie “Emmy and the Breakfast Club” cava ainda mais fundo para contar a história das bandas de rock de Madonna e já teve fotos divulgadas. Confira aqui. Detalhe: Madonna não poderá contestar as histórias deste filme, porque ele conta com o apoio dos integrantes originais das bandas – um deles, por sinal, ex-namorado da cantora. Universal Studios? Brett Ratner ?and Rat and Elyse Hollander ??? Lies Have No Legs. Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em Abr 26, 2017 às 12:29 PDT

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  • Música

    Madonna reage aos planos da Universal de filmar sua cinebiografia

    25 de abril de 2017 /

    Madonna não gostou de saber que vai ganhar uma cinebiografia. Em uma publicação em seu perfil no Instagram, ela tornou a reclamação pública: “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Somente eu posso contar a minha história. Qualquer pessoa que tente fazer isso é um charlatão e um idiota buscando gratificação instantânea sem fazer o trabalho. Isso é uma doença na nossa sociedade”. Intitulado “Blonde Ambition”, o filme é uma produção da Universal e vai se passar no começo dos anos 1980, acompanhando Madonna Louise Ciccone na época de seu primeiro disco. O roteiro de Elyse Hollander (do curta “Nikolai”) foi um dos destaques da Black List de 2016, a lista dos melhores roteiros inéditos de Hollywood. Vale lembrar que a mesma Madonna que reclama desta produção escreveu e dirigiu “W.E.: O Romance do Século” (2011), versão não autorizada e bastante romanceada da história da abdicação do Rei Edward VIII em 1936. “Blonde Ambition” ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Mas, curiosamente, servirá como “continuação” de um longa que já está sendo filmado. Parte documentário e parte dramatização, a produção indie “Emmy and the Breakfast Club” conta a história das bandas de rock de Madonna, em seu começo de carreira, e já teve fotos divulgadas. Confira aqui. Nobody knows what I know and what I have seen. Only I can tell my story. ?Anyone else who tries is a charlatan and a fool. ?. Looking for instant gratification without doing the work. This is a disease in our society. ✍️? Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em Abr 25, 2017 às 10:26 PDT

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  • Música

    Começo da carreira de Madonna vai virar filme

    24 de abril de 2017 /

    A história do começo da carreira de Madonna vai parar no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Universal comprou o roteiro de Elyse Hollander (do curta “Nikolai”) sobre a cantora, um dos destaques da Black List de 2016, a lista dos melhores roteiros inéditos de Hollywood. Intitulada “Blonde Ambition”, a trama se passa nos anos 1980 e acompanha Madonna Louise Ciccone trabalhando em seu primeiro álbum, lutando contra um mercado que não respeita artistas femininas, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o começo da fama e o impacto disso tudo em sua vida amorosa. Madonna mudou-se para Nova York em 1978 para tentar uma carreira de dançarina, mas acabou optando por cantar e compor. Depois de tentar fazer sucesso numa banda de rock, ela mergulhou na música dançante e no pop, conseguindo algum sucesso com os primeiros singles. Mesmo assim, ninguém apostava no estouro de seu álbum de estreia, “Madonna”, que foi lançado em 1983, trazendo hits como “Holiday”, “Borderline” e “Lucky Star”, muito menos que o segundo disco, “Like a Virgin”, teria grande impacto na história da música pop. “Blonde Ambition” é o primeiro roteiro de Hollander, que trabalhou como assistente do cineasta Alejandro G. Inarritu em “Birdman”. A produção ficou a cargo de Michael De Luca, responsável pela franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, e Brett Ratner, diretor da trilogia “A Hora do Rush” e sócio da produtora RatPac. A produção ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Mas, curiosamente, servirá como “continuação” de um longa que já está sendo filmado. A produção indie “Emmy and the Breakfast Club” conta a história das bandas de rock de Madonna, em seu começo de carreira, e já teve fotos divulgadas. Confira aqui.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Campeão de reprises na Sessão da Tarde, A Lagoa Azul deixa de ser censura livre

    21 de abril de 2017 /

    Um dos filmes mais reprisados na Sessão da Tarde em todos os tempos, “A Lagoa Azul” (1980) não deveria ser exibido para crianças. Em despacho publicado no Diário Oficial da União de quinta (20/4), o Ministério da Justiça reclassificou o longa como “não recomendado para menores de 12 anos”, por conter violência e teor sexual. Até então, o filme tinha a classificação indicativa “livre”. Por conta disso, foi exibido mais de 30 vezes pela Globo e o SBT no horário vespertino só neste século. Foi justamente uma exibição na Sessão da Tarde, em 9 de março deste ano, que gerou a reclassificação. No despacho publicado no Diário Oficial, o Ministério da Justiça relata que recebeu “denúncia” de um “cidadão” sobre “uma suposta incompatibilidade entre o conteúdo apresentado” e a classificação livre do longa. O ministério, então, instaurou um inquérito administrativo, que constatou que a versão editada para TV de “A Lagoa Azul” possui “ato violento” e “apelo sexual” reiteradamente, o que a torna incompatível para menores de 12 anos. “A Lagoa Azul” foi exibido como “censura livre” porque a classificação era mais liberal em 1995, quando o filme recebeu sua certificação para a TV. As regras se tornaram mais rígidas recentemente, com a criação de um manual com o que pode e não pode para cada faixa etária, após excessos cometidos pela TV aberta. Ironicamente, na época em que o filme foi considerado adequado, havia mais rigidez em relação aos horários de exibição. Até recentemente, filmes impróprios para menores de 12 anos só poderiam ser exibidos às 20h. Foi, por sinal, por causa disso que as “novelas das oito” começaram a ser exibidas após as 21h. Entretanto, desde agosto do ano passado o Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional a imposição de vinculação de horário à classificação etária. As emissoras têm apenas que informar que a programação é imprópria para determinadas idades. Na prática, a reclassificação de “A Lagoa Azul” aconteceu tardiamente e tem efeito meramente informativo. Na época em que foi feito, o filme também foi acompanhado de polêmica etária. Ele conta a história de duas crianças, Emmeline (Brooke Shields) e Richard (Christopher Atkins), que sobrevivem a um naufrágio. Juntamente com um velho marinheiro, vão parar em uma ilha tropical, um paraíso com uma lagoa azul. O marinheiro morre, e as crianças crescem, se apaixonam e descobrem o sexo – e têm um filho. Brooke Shields tinha apenas 15 anos, o que gerou protestos pelo conteúdo sexual e cenas de topless da produção. Atualmente, a atriz está com 50 anos. O longa foi exibido com censura 16 anos nos cinemas brasileiros. Mas a versão televisiva tem cortes. Os produtores realizaram uma sequência em 1991, “De Volta à Lagoa Azul”, basicamente contando a mesma história com outra beldade adolescente, Milla Jovovich, também com 15 anos na época das filmagens. E lançaram uma versão televisiva em 2012, “Lagoa Azul: O Despertar”, que ainda não estreou na TV aberta e recebeu indicação etária para maiores de 14 anos na TV americana.

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  • Série

    Série dos super-heróis Manto e Adaga ganha primeiro trailer e foto oficial

    19 de abril de 2017 /

    O canal pago Freeform divulgou a primeira foto oficial e o primeiro trailer da série “Cloak and Dagger”, sua primeira parceria com a Marvel. A prévia foi divulgada durante o upfront 2018 – evento que apresenta a programação da próxima temporada das emissoras americanas – e destaca uma combinação de drama adolescente, thriller criminal e história de origem de super-heróis. A série vai girar em torno de Tyrone “Ty” Johnson, o Manto (Cloak, em inglês), e Tandy Bowen, a Adaga (Dagger). Nos quadrinhos originais, os dois jovens, após fugirem de casa, são capturados por traficantes e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” dos quadrinhos criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982. Segundo a sinopse, os dois adolescentes, que cresceram em lugares muito diferentes, carregam o peso de seus recém-adquiridos superpoderes, ao mesmo tempo em que se apaixonam. Tandy pode criar adagas de luz enquanto Tyrone possui a habilidade de fazer com que os outros sejam tomados pela escuridão. Eles rapidamente aprendem que funcionam melhor juntos do que separados – mas seus sentimentos fazem com que o seu já complicado mundo se torne ainda mais desafiador. O elenco é encabeçado por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. Os coadjuvantes incluem Andrea Roth (série “Rescue Me”), Gloria Reuben (série “Mr. Robot”), James Saito (série “Eli Stone”) e J.D. Evermore (série “Rectify). A adaptação está a cargo do roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e da diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. A primeira notícia das negociações entre o estúdio e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, data de 2010. A 1ª temporada terá 10 episódios e a previsão de estreia é para o começo de 2018.

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