Castlevania: Netflix confirma produção da 4ª temporada
A Netflix confirmou a produção da 4ª temporada da série animada “Castlevania”. O anúncio foi feito com ajuda de um vídeo n Twitter, que não deu maiores detalhes sobre o próximo ano da série. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série adapta a franquia homônima de videogames da Konami, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele conseguiu seu objetivo na 2ª temporada. Mas isso não foi o fim da ameaça. Agora, ele enfrenta um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela ausência de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 3ª temporada estreou em 5 de março e ainda não há previsão para o lançamento dos próximos episódios. pic.twitter.com/ZuPyKxGRDF — NX (@NXOnNetflix) March 27, 2020
Rainha: Vida de Xuxa vai virar filme
A vida da apresentadora Xuxa Meneghel vai virar filme. Segundo a coluna de Leo Dias, no UOL, a produção vai se chamar “Rainha”. De acordo com o colunista, o filme começará pela história de Dona Alda, mãe de Xuxa. Em fase de pré-produção, o longa tem boa parte de sua equipe formada por estrangeiros, a maioria radicada em Los Angeles. A produção, que ainda não tem previsão de estreia, será a primeira biografia de Xuxa em qualquer mídia. Até então, ela não aceitava qualquer tipo de proposta de biografia, escrita ou filmada, por focar demais em sua vida pessoal. Esta história teria outra abordagem. Isto é, tende a ser chapa branca. Xuxa, que viveu o auge de sua carreira nos anos 1980, comemora 57 anos nesta sexta-feira (27/3).
Madonna lamenta morte de ator de Procura-se Susan Desesperadamente
A cantora Madonna se manifestou nas redes sociais sobre a morte de Mark Blum, ator americano com quem contracenou no filme “Procura-se Susan Desesperadamente”, que aconteceu quarta (25/3) devido á complicações da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Em seu Instagram, ela postou uma foto em que aparece com Bloom no filme de 1985. “Quero registrar a passagem deste humano marcante, ator, amigo e parceiro, Mark Blum, vítima do coronavírus. Isto é realmente trágico e meu coração está com ele, sua família e a todos que ele amava. Me lembro de Mark quando fizemos ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ em 1985 como alguém acolhedor, amável e profissional. Outro lembrete de que este vírus não é uma brincadeira, na é para tratar como algo casual ou fingir que não nos afetará de alguma forma. Temos que nos manter gratos – ser esperançosos – e seguir as regras de quarentena”, afirmou Madonna. Com muitos filmes de sucesso nos anos 1980, Blum também se tornou conhecido das novas gerações por seus papéis nas séries “Mozart in the Jungle”, na Amazon, “Você” (You), na Netflix, e “Succession”, na HBO. Ver essa foto no Instagram I Want to Acknowledge the Passing of a remarkable Human, fellow actor and friend Mark Blum, who succumbed to Coronavirus. This is really tragic and my heart goes out to him, his family and his loved ones. I remember him as funny warm, loving .and professional when we made Desperately Seeking Susan in 1985!! Another reminder that this virus is no joke, nothing to be casual about or pretend wont affect us in some way. ♥️ we need to stay grateful -be hopeful- help each other-and follow the quarantine rules! #covid_19 #markblum #desperatelyseekingsusan Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 26 de Mar, 2020 às 12:58 PDT
Mark Blum (1950 – 2020)
O ator americano Mark Blum, conhecido por filmes dos anos 1980 e séries recentes, como “Você”, morreu na quarta (25/3) no hospital presbiteriano de Nova York, de complicações da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, aos 69 anos. Nascido em Newark, Nova Jersey, em 1950, Blum costumava viajar de trem até Nova York para ver as peças em cartaz, o que o fez se apaixonar pelo teatro ainda na adolescência. Ele estudou Teatro em duas faculdades e iniciou sua longa carreira como assistente de palco da Broadway em 1975. Não demorou a virar ator e chegou a vencer o prêmio Obie, dedicado ao circuito off-Broadway, como protagonista de “Gus and Al” em 1989, na pele de um dramaturgo gay medíocre de meia-idade que viaja no tempo para conhecer Gustav Mahler. Foi também nos anos 1980 que ele começou a aparecer no cinema. A partir de um pequeno papel em “O Amor tem seu Preço” (1983), sua filmografia se multiplicou em vários sucessos da época, como “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), “Crocodilo Dundee” (1986), “Somente Entre Amigas” (1986), “Encontro às Escuras” (1987) e “Mais Forte que o Ódio” (1988). Blum também apareceu em várias séries, como “Miami Vice”, “Roseanne”, “Nova Iorque Contra o Crime” (NY PD Blue), “O Desafio” (The Practice), “CSI: Miami” e por toda a franquia “Lei & Ordem” (Law & Order). Mais recentemente, integrou os elencos de “Mozart in the Jungle”, na Amazon, “Você” (You), na Netflix, e “Succession”, na HBO. Seu último trabalho foi uma participação em “Billions”, que será exibida em maio no canal pago Showtime.
Mulher-Maravilha 1984 ganha pôster com nova data de estreia
A diretora Patty Jenkins divulgou um novo pôster animado de “Mulher-Maravilha 1984” no Twitter. O cartaz vem acompanhado por uma mensagem da cineasta que registra a nova data de estreia do filme, prevista para “tempos melhores” em agosto. Previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve sua data alterada em apenas dois meses, com relocação para 13 de agosto, tanto no Brasil quanto nos EUA. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Além deles, Gal Gadot voltará a viver a heroína e Chris Pine retorna como o aviador Steve Trevor. Veja abaixo também a versão estática do cartaz, que anuncia a nova data da estreia. We made Wonder Woman 1984 for the big screen and I believe in the power of cinema. In these terrible times, when theater owners are struggling as so many are, we are excited to re-date our film to August 14th 2020 in a theater near you, and pray for better times for all by then pic.twitter.com/85ykQ8x6NE — Patty Jenkins (@PattyJenks) March 24, 2020
Charlie Sheen nega ter abusado de Corey Haim e recebe apoio da mãe do ator
Charlie Sheen está negando de forma veemente a acusação feita por Corey Feldman em seu documentário, “(My) Truth: The Rape of Two Coreys”, que alega que a estrela de “Dois Homens e Meio” estuprou o falecido Corey Haim quando este era menor. Um porta-voz do ator emitiu um comunicado sucinto em que afirma: “Essas alegações doentes, distorcidas e estranhas nunca ocorreram. Ponto final. Peço a todos que considerem a fonte e leiam o que a mãe de Corey, Judy Haim, tem a dizer”. Judy, por sua vez, disse: “Eu sinto que essa é uma grande acusação sem nenhuma prova e sem o meu filho estar aqui para se defender. Eu estou firme em dizer que Charlie NÃO fez isso. Isso, é claro, nunca aconteceu. Infelizmente, Feldman perdeu a cabeça e o pior é que ele acha que essa é uma ótima maneira de comemorar os dez anos da morte do meu filho”. Corey Haim morreu em 2010 aos 38 anos. No documentário, Feldman alega que ele sofreu abuso de Sheen durante as filmagens de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. Na época, Sheen tinha 19 anos, enquanto Haim tinha 13. A primeira vez que essas acusações surgiram foi em 2017, mas em outro contexto – teria sido por vontade própria de Haim. Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração – o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”), que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “(My) Truth: The Rape of Two Coreys” deveria ter sido disponibilizado online para o grande público, mas isso não aconteceu.
Jon Bernthal será o novo Gigolô Americano em série baseada no filme de 1980
O ator Jon Bernthal vai trocar o colete de caveira à prova de balas pelo abdômen definido de um garoto de programa. O intérprete do Justiceiro, na série da Marvel/Netflix, fechou contrato para estrelar o piloto de “American Gigolo”, projeto de série baseado no cultuado filme “Gigolô Americano” (1980), de Paul Schrader. O projeto vai acompanhar o mesmo personagem, Julian Kaye, vivido pelo galã Richard Gere há 40 anos, mas mudar a premissa. Desta vez, ao invés de ser suspeito de um assassinato que não cometeu, ele será um ex-presidiário que passou 18 anos na cadeia pelo “crime”. Ao sair da prisão, Julian procura desvendar a conspiração que o colocou lá, ao mesmo tempo em que tentará retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, e reencontrar uma antiga paixão, a ex-cliente Michelle. A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, criador de “The Guardian” e um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já lidou com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). A gravação do piloto foi encomendada pelo canal pago americano Showtime para o megaprodutor Jerry Bruckheimer, responsável pelo lançamento cinematográfico de 1980, mas não contará com participação do cineasta Paul Schrader, que além de dirigir também escreveu o filme original. A encomenda segue a nova orientação da ViacomCBS para que suas empresas explorem o catálogo do conglomerado para a criação de novos conteúdos. O filme “Gigolô Americano” foi uma produção da Paramount, que faz parte da ViacomCBS. Entretanto, o episódio-teste precisará agradar os executivos da TV para a série ser oficializada. Além de catapultar Richard Gere ao estrelato, “Gigolô Americano” também é lembrado por sua música-tema, “Call Me”, um dos maiores sucessos da banda Blondie. Relembre abaixo o trailer oficial do filme e o clipe da música famosa.
Corey Feldman acusa Charlie Sheen de estuprar Corey Haim quando este era menor
Corey Feldman, que foi um dos atores mirins mais famosos dos anos 1980 – estrela de “Os Goonies”, “Conta Comigo”, “Garotos Perdidos”, etc – , lançou na noite de segunda (9/3) o documentário “My Truth: The Rape of Two Coreys”, em que ele denuncia os homens que supostamente teriam abusado sexualmente dele e do amigo Corey Haim, seu colega em “Garotos Perdidos” e “Sem Licença para Dirigir”, quando ainda eram menores. O nome do astro Charlie Sheen aparece entre os acusados. Segundo Feldman, Sheen estuprou Haim durante as gravações do filme “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. No documentário, ele alega que seu amigo, falecido em 2010, lhe contou tudo o que teria acontecido na época. “Isso não foi uma coisa do tipo que aconteceu uma vez. Isso não foi como: ‘Ah, por falar nisso, isso aconteceu’. Ele deu muitos detalhes sobre isso”, alega Feldman no documentário. E, em seguida, cita os detalhes. “Ele me disse: ‘Charlie me curvou entre dois carros, passou óleo nas minhas nádegas e me estuprou em plena luz do dia’. Qualquer pessoa poderia ter passado, qualquer um poderia ter visto.” A ex-mulher de Feldman, Susannah Sprague, reforçou a acusação em seu depoimento. “Ele me contou que foi estuprado no set do filme quando ainda era um garoto”, disse. “Ele me contou que Charlie Sheen foi o responsável”, apontou. Haim tinha 13 anos durante as gravações de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), enquanto Charlie Sheen estava com 19 anos. Procurado pela revista Entertainment Weekly, Sheen negou de forma categórica qualquer envolvimento no caso. Não é a primeira vez que esta história vem à tona. Em 2017, no começo do movimento #MeToo, o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”) tornou-se o primeiro a contar ter ouvido de Corey Haim que ele e Sheen fizeram sexo durante a filmagem de “A Inocência do Primeiro Amor”. Mas sua versão tinha detalhes diferentes. “Ele me disse que eles fumaram maconha e transaram. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim me contou que, depois, Sheen ficou muito distante e o rejeitou. Quando Corey quis ficar de novo, Charlie não teve interesse.” Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração, que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Em seu documentário, Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “Eu já disse que não fui eu. Eu estou cansado de dizer e de ninguém me ouvir. Eu não vou mais repetir isso”, afirmou Grissom, ao negar as acusações. Feldman, que também era amigo pessoal de Michael Jackson, não nomeou o cantor em seu filme. Com comportamento considerado bizarro, o ator tem se apresentado como vítima de ameaças desde que anunciou o projeto, inclusive alegando ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato. A polícia não encontrou evidências do ataque, nem mesmo do ferimento à faca supostamente sofrido pelo ator. Durante a première do documentário, na noite passada, Feldman chegou a interromper a projeção do documentário, acompanhada por amigos pessoais e integrantes da imprensa, para anunciar que o streaming simultâneo da produção estava sendo sabotado. Ele ameaçou até não mostrar o resto do filme – a parte em que nomeava as pessoas citadas acima. Mas, depois da performance, retomou a sessão.
Clipe clássico do a-ha atinge 1 bilhão de views no YouTube e banda comemora com making of
O clipe clássico de “Take on Me”, da banda a-ha, atingiu nesta semana a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Para comemorar a façanha, o trio de sythpop norueguês lançou novos vídeos sobre a história do clipe e da música, com direito a making of da produção. Originalmente lançado em 1985, o vídeo marcou época, vencendo seis troféus do MTV Video Music Awards em 1986, ao apresentar o cantor Morten Harket como um desenho animado, que tentava se tornar real ao se apaixonar por uma garota. Dirigido por Steve Barron, a produção popularizou a técnica da rotoscopia, em que cenas filmadas com atores de carne e osso são “cobertas” por desenhos animados. Depois do sucesso de “Take on Me”, o diretor fez vários outros clipes do a-ha, inclusive dos hits “Hunting High and Low” e “The Living Daylights”, tema do filme “007 Marcado para a Morte” (1987), e mais tarde assinaria longa-metragens como “As Tartarugas Ninja” (1990) e “As Aventuras de Pinocchio” (1996). “Take on Me” é o segundo clipe dos anos 1980 a atingir a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. O primeiro foi “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses, que conseguiu o feito em outubro do ano passado. É também apenas o quinto vídeo musical do século 20 a entrar no clube do bilhão. Importante reparar que, apesar de ter 35 anos, o clipe só foi disponibilizado no YouTube há uma década, em 2010.
Amazing Stories: Nova versão da série sci-fi clássica de Spielberg ganha primeiro trailer
O aguardado remake de “Amazing Stories”, série clássica de Stephen Spielberg, ganhou seu primeiro trailer, repleto de astros famosos, para seu lançamento no serviço de streaming Apple TV+. Descrita como uma “reimaginação” da série de antologia original, que foi exibida na rede NBC por duas temporadas em meados da década de 1980, a nova versão foi desenvolvida pela dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz (criadores de “Once Upon a Time”), mas Spielberg continua creditado como produtor executivo. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Irlandês”), Clint Eastwood (“O Caso Richard Jewell”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. O primeiro episódio da nova versão, estrelado por Dylan O’Brien (“Mazer Runner”), Victoria Pedretti (“Você”) e Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”), estreia em 6 de março. E os quatro demais serão disponibilizados nas sextas seguintes, incluindo em seus elencos Kerry Bishe (“Halt & Catch Fire”), Edward Burns (“A Sombra do Inimigo”), Josh Holloway (“Colony”), Sasha Lane (“O Mau Exemplo de Cameron Post”), Austin Stowell (“A Ilha da Fantasia”) e o falecido Robert Forster (“El Camino – A Breaking Bad Movie”) em seu último papel. Todos podem ser vistos no trailer abaixo.
Mark Hamill vai dublar o vilão Esqueleto na nova série animada de He-Man
O cineasta Kevin Smith (“O Balconista”) revelou o time de dubladores da nova série animada de “He-Man e os Mestres do Universo”, em desenvolvimento na Netflix. Mark Hamill (Luke Skywalker em “Star Wars”) será a voz do vilão Esqueleto, Lena Headey (a Cersi de “Game of Thrones”) viverá Maligna, Sarah Michelle Gellar (a “Buffy: A Caça-Vampiros”) interpretará Teela e Chris Wood (Mon-El em “Supergirl”) dublará o Príncipe Adam, mais conhecido como He-Man. O elenco estelar de vozes também inclui Liam Cunningham (Mentor), Stephen Root (Pacato/Gato Guerreiro), Diedrich Bader (Rei Randor e Mandíbula), Griffin Newman (Gorpo), Henry Rollins (Triclope), Susan Eisenberg (Feiticeira), Alicia Silverstone (Rainha Marlena), Justin Long (Roboto), Jason Mewes (Stinkor), Kevin Michael Richardson (Homem Fera) e Kevin Conroy (Aquático), entre outros. Alan Oppenheimer, que fez a voz original do Esqueleto, também estará no anime da Netflix interpretando o vilão Homem Musgo, assim como Harley Quinn Smith (Ileena), a filha do diretor. Intitulada “Masters of the Universe: Revelations”, a nova série será uma continuação direta do desenho clássico dos anos 1980, e terá Smith como produtor executivo e showrunner. Episódios serão escritos por Eric Carrasco (Supergirl), Tim Sheridan (Reign of the Supermen), Diya Mishra (Magic the Gathering) e Marc Bernardin (Alphas). Segundo Smith, que criou a produção, a nova série “vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!”. “Não posso nem acreditar na quantidade de talentos com quem vou brincar!”, disse Smith, em comunicado. “O elenco incrível e repleto de estrelas que Rob David, da Mattel, e Ted Biaselli, da Netflix, reuniram-se para a série faz com que qualquer fã de ‘He-Man’ perceba que estamos tratando esse desenho com seriedade e honrando o lendário mundo de Eternia com uma lista de talentos classe A! Com esses artistas fantásticos por trás de nossos personagens, será muito fácil mergulhar nas espadas e feitiçaria de nossa aventura épica de ficção científica!” Ainda não há previsão para a estreia.
Castlevania: Trailer da 3ª temporada traz novas ameaças contra a humanidade
A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada do anime “Castlevania”, baseado na franquia clássica de games. A prévia revela que a derrota de Drácula não deu fim aos combates contra as forças do mal. Há mais caos e vampiros que nunca, além de novas ameaças sedentas pelo fim da humanidade. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Com ajuda do próprio filho do vampiro, ele conseguiu seu objetivo na 2ª temporada. Mas agora precisará enfrentar um exército de criaturas das trevas, que lutam para ocupar o vácuo deixado pela morte de Drácula. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Alejandra Reynoso (“Winx Club”) como Sypha Belnades, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios.
Rick Moranis larga aposentaria por continuação de Querida, Encolhi as Crianças
O ator Rick Moranis vai abandonar a aposentadoria para voltar a atuar no novo filme da franquia “Querida, Encolhi as Crianças”. Assim como no longa clássico de 1989 e em suas continuações (de 1992 e 1997), ele vai interpretar o cientista Wayne Szalinski, que vive inventando tecnologias para “encolher” ou “esticar” objetos e causando confusões. A nova sequência vai girar em torno do filho do personagem de Moranis, que em sua versão adulta será interpretado por Josh Gad (“A Bela e a Fera”). Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência que o encolheu na infância, acaba repetindo o erro de seu pai e encolhe os próprios filhos. Recentemente, Moranis recusou convites para fazer participações em dois filmes derivados de outra franquia famosa de sua filmografia, a versão feminina de “Caça-Fantasmas” e a nova continuação, ainda inédita, que trará de volta os personagens originais. Ele se aposentou em 1997, logo após “Querida, Encolhi a Gente”, para cuidar das duas filhas após a morte da mulher, Ann Belsky, de câncer de mama. Desde então, fez apenas eventuais trabalhos de dublagem, como em “Irmão Urso” (2003), da Disney, e sua continuação para o mercado de home video, lançada em 2006. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), o filme deverá ser dirigido pelo diretor do longa 1989, Joe Johnston, que hoje mais conhecido por “Capitão América: O Primeiro Vingador”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.












