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  • Filme

    Eddie Murphy fecha contrato para novos filmes na Amazon

    22 de setembro de 2021 /

    O astro Eddie Murphy fechou contrato para estrelar três novos filmes e desenvolver novos projetos para a Amazon Prime Video. “Eddie é uma lenda tanto na frente quanto atrás das câmeras”, disse a diretora da Amazon Jennifer Salke, ao celebrar o acordo, lembrando que ele também é produtor e roteirista. O acordo foi celebrado após “Um Príncipe em Nova York 2” quebrar recordes de audiência da plataforma. Embora a Amazon não revele números, o serviço independente Screen Engine afirmou que o filme foi a estreia de maior audiência em qualquer serviço de streaming durante a pandemia. Vale lembrar que a continuação da comédia dos anos 1980 não foi uma produção original da Amazon. A plataforma aproveitou-se da pandemia para negociar os direitos do filme da Paramount por US$ 125 milhões, tirando-o do cinema. Agora, a Amazon vai desenvolver os próximos projetos do ator desde o começo. Isto é, após o ator entregar dois filmes inéditos para a Netflix, que já estava desenvolvendo: “Um Tira da Pesada 4” e uma comédia de Kenya Barris (criador de “Black-ish”), na qual contracenará com Jonah Hill (“Anjos da Lei”).

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  • Série

    Kathryn Hahn vai estrelar minissérie sobre a comediante Joan Rivers

    21 de setembro de 2021 /

    A atriz Kathryn Hahn, que roubou as cenas de “WandaVision”, vai viver a comediante Joan Rivers na minissérie biográfica “The Comeback Girl”, em desenvolvimento para o canal pago americano Showtime. A trama vai se passar nos anos 1980, período difícil para Rivers, quando o seu talk show (o primeiro comandado por uma mulher na TV americana) foi cancelado e seu marido e produtor, Edgar Rosenberg, cometeu suicídio. A ideia é mostrar como ela reconstruiu sua vida e sua carreira após esses eventos, eventualmente se tornando (ainda mais) icônica ao comandar o programa de (anti) moda “Fashion Police”. A comediante morreu em 2014, aos 81 anos, por complicações de uma endoscopia de rotina, e seus sucessores não conseguiram impedir o “Fashion Police” de cair em desgraça e ser cancelado logo em seguida no canal pago E!. Originalmente idealizado como um longa-metragem, o roteiro do estreante Cosmo Carlson está passando por modificações para acomodar o formato de minissérie. A direção estará a cargo de Greg Berlanti, cineasta de “Com Amor, Simon” e criador do Arrowverso televisivo.

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  • Filme

    Sobreviventes do primeiro “Halloween” se juntam no trailer da continuação

    20 de setembro de 2021 /

    A Universal divulgou o trailer legendado de “Halloween Kills”, segundo filme da nova trilogia do psicopata Michael Myers, que ganhou um subtítulo nacional: “O Terror Continua”. A prévia mostra um reencontro dos sobreviventes do longa clássico dos anos 1970, que se unem para acabar de vez com a ameaça do bicho-papão mascarado. Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando se tornou a última sobrevivente do massacre cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original estão de volta. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, mudaram muito com a meia-idade. Doyle é interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina tem a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Eles se aliam à família de Laurie Strode para caçar o psicopata para impedir um novo massacre. Novamente dirigido por David Gordon Green, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.

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  • Etc,  Série,  TV

    Luis Gustavo (1934-2021)

    19 de setembro de 2021 /

    O ator Luis Gustavo, que eternizou personagens memoráveis na TV brasileira, morreu neste domingo (19/9) em sua casa em Itatiba, no interior de São Paulo, aos 87 anos. Ele lutava contra um câncer desde 2018 e chegou a contrariar ordens médicas para fazer seu último trabalho, retomando um de seus papéis mais famosos, o Vavá no filme da série “Sai de Baixo”. Filho de um diplomata espanhol, Luis Gustavo Sánchez Blanco nasceu em Gotemburgo, na Suécia, e veio para o Brasil ainda criança. Sua entrada na indústria televisiva foi pelos bastidores. Quando a TV Tupi estreou em 1950, seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, diretor artístico da emissora, convidou o então adolescente para ocupar uma vaga de caboman. Rapidamente, o jovem tornou-se assistente de direção e, aproveitando a doença de um ator nos tempos dos teleteatros feitos ao vivo, estreou diante das câmeras num episódio do programa “TV de Vanguarda”, em 1953. Três anos depois, foi a vez do cinema, com uma participação em “O Sobrado”, escrito pelo mesmo cunhado bacana. Passando a se dedicar exclusivamente à atuação, ele começou a acumular papéis em filmes, como o sucesso de Mazzaropi “Casinha Pequenina” (1963), em novelas da Tupi, como a popular “O Direito de Nascer” (1964), e até no teatro, vencendo um prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por sua atuação em “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, em 1967. A grande virada de sua carreira aconteceu em 1968, quando virou protagonista da novela mais importante da história da TV brasileira. Luis Gustavo revolucionou a linguagem televisiva ao estrelar “Beto Rockfeller”, na TV Tupi, vivendo um sedutor sem-vergonha que tirava vantagem em tudo. “Beto Rockfeller” foi a primeira novela passada no Brasil contemporâneo, urbano, com locações externas e temática de humor. E isso a tornou diferente de todas as outras produções do gênero feitas até então. O texto de Bráulio Pedroso, um roteirista vindo do cinema, com colaboração do dramaturgo Plínio Marcos, tirou do ar as donzelas românticas e os mocinhos sem defeitos dos folhetins que dominavam a TV – o termo literário francês já indicada que eram todas adaptações de aventuras e melodramas de época europeus – para dar lugar a um cafajeste engraçado e 100% nacional. Isso inaugurou a era moderna das novelas brasileiras. Foram muitas inovações, desde o uso de trilha sonora internacional e as primeiras ações de merchandising numa novela, mas principalmente um protagonista que passava longe da imagem do galã dos folhetins. Luis Gustavo fez tanto sucesso no papel que o reprisou o cinema, num filme de Olivier Perroy lançado em 1970, e ainda estrelou uma continuação televisiva, “A Volta de Beto Rockfeller”, lançada na Tupi em 1973. Seu personagem acabou virando referência pop, sendo até parodiado por Mazzaropi no filme “Betão Roncaferro” (1970). Ele tentou repetir o fenômeno em “O Sheik de Ipanema” (1974), mas a esta altura a Tupi tinha mergulhado numa crise que culminaria em seu fechamento. No ano seguinte, foi convencido por Cassiano Gabus Mendes a mudar para a Globo, vivendo um dos papéis principais de “Anjo Mau” (1976), escrita pelo cunhado. A pareceria continuou com outras produções populares, como “Te Contei?” (1978), antes de estourar em “Elas por Elas” (1982), em que Luis Gustavo deu vida a outro papel antológico, o detetive atrapalhado Mario Fofoca. A princípio um simples coadjuvante, Mario Fofoca acabou se tornando o principal destaque da produção graças à performance engraçadíssima do ator Assim como aconteceu com Beto Rockefeller, o personagem também virou filme, “As Aventuras de Mário Fofoca”, com direção de Adriano Stuart em 1982, ganhou até uma série na Globo em 1983 e ressurgiu anos depois em outra novela. Desta vez, porém, o ator não demorou a encontrar outro papel hilário sob medida, novamente criado por Cassiano Gabus Mendes: Ariclenes, ou melhor o falso estilista espanhol Victor Valentín, em “Tititi” (1985). Sua identificação com o papel foi tão forte que a Globo resolveu lhe prestar homenagem no remake da trama produzido no ano 2010, convidando-o a aparecer, mas como outro personagem clássico: ninguém menos que o velho Mario Fofoca. Ao final dos anos 1980, sua popularidade era tanta que ele era capaz de criar bordões inesquecíveis até quando entrava numa novela para morrer nos primeiros episódios, como aconteceu em “O Salvador da Pátria” (1989), como o radialista sensacionalista Juca Pirama, que marcava sua locução com a frase “Meninos, eu vi!”. Depois de fazer muitas novelas, ele passou às séries. Entre 1994-1996, deu vida a Paulo, o pai de quatro meninas no popular seriado “Confissões de Adolescente”, exibido na TV Cultura e, posteriormente, na Rede Bandeirantes, que lançou a carreira da moleca Deborah Secco. Também protagonizou o primeiro sitcom bem-sucedido da Globo, “Sai de Baixo”, vivendo Vavá, patriarca de uma família tradicional paulistana, às voltas com falcatruas e dificuldades financeiras. Exibida entre 1996 e 2002, a atração fez tanto sucesso que ganhou revival em 2013 no canal pago Viva. O detalhe é que, além de estrelar, Luis Gustavo foi um dos criadores da série, ao lado do diretor Daniel Filho (“Se Eu Fosse Você”). Nos últimos anos, ele vinha alimentando a carreira cinematográfica com “O Casamento de Romeu e Julieta” (2005), de Bruno Barreto, em que interpretou um palmeirense, apesar de ser são-paulino doente, do tipo que chegava para gravar “Sai de Baixo” ao som do hino do time. Fez ainda “Os Penetras” (2013), em que retomou o universo de “Beto Rockfeller”, antes de se despedir dos fãs com “Sai de Baixo – O Filme”, em 2019. Ele era casado com Cris Botelho e tinha dois filhos: Luis Gustavo, de seu relacionamento com Heloísa Vidal, e Jéssica, fruto do casamento com a atriz Desireé Vignolli. E também tinha um bom relacionamento com os dois sobrinhos, os atores Tato Gabus Mendes e Cássio Gabus Mendes. Foi Cássio quem deu a notícia da morte de Tatá, apelido que acompanhou Luis Gustavo por toda a vida. “Obrigado por tudo, meu amado tio”, ele escreveu nas redes sociais, precipitando diversas homenagens de vários atores famosos.

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    Mario Camus (1935–2021)

    18 de setembro de 2021 /

    O diretor espanhol Mario Camus, premiado nos festivais de Cannes e Berlim, morreu neste sábado (18/9) em Santander, na Espanha, aos 86 anos. Com uma carreira de quase seis décadas, Camus era autor de diversos clássicos do cinema espanhol. Seu primeiro longa, “Los Farsantes”, foi lançado em 1963. Três anos depois já estava disputando a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Con El Viento Solano”. Ele também dirigiu sucessos comerciais, como “Essa Mulher” (1969), estrelado pela diva Sara Montiel, e até o western spaghetti “A Cólera de Trinity” (1970), com o astro italiano Terence Hill. O reconhecimento internacional veio apenas nos anos 1980, após Camus passar pela TV e se reinventar com “A Colmeia” (1982), em que explorou os contrastes sociais entre os artistas marginalizados pela ditadura e a burguesia que prosperou em meio às barbaridades do governo de Francisco Franco. Aclamado pela crítica, o filme venceu diversos prêmios importantes, inclusive o Leão de Ouro do Festival de Berlim. “A Colmeia” era adaptação de um romance de Camilo José Cela e sua consagração inspirou o diretor a se especializar em filmagens de obras importantes. Um ano após vencer Berlim, ele recebeu uma menção especial do júri do Festival de Cannes por outra adaptação, “Os Santos Inocentes” (1984), baseado no livro de Miguel Delibes. Além disso, o festival francês também premiou sua dupla de intérpretes, Paco Rabal e Alfredo Landa. Uma de suas adaptações mais populares foi “A Casa de Bernarda Alba” (1987), baseada na célebre peça de Federico García Lorca, premiada no Goya, o Oscar espanhol. A partir dos anos 1990, porém, decidiu mudar de estratégia e passou a filmar suas próprias histórias, o que acabou sendo ótimo para sua carreira. Ele recebeu quatro indicações ao Goya de Melhor Roteirista, obtendo uma vitória por “Sombras en una Batalla” (1993). O sucesso como roteirista deu impulso a uma atividade paralela, levando-o a escrever para outros cineastas. Um de seus últimos trabalhos foi o roteiro de “Roma, Um Nome de Mulher” (2004), dirigido pelo argentino Adolfo Aristarain, que lhe renderam os prêmios finais de sua carreira, como Melhor Roteirista nos festivais de Havana (Cuba) e Toulouse (França), além de sua derradeira indicação ao Goya. Camus encerrou a filmografia com “El Prado de las Estrellas”, que escreveu e dirigiu em 2007. Quatro anos depois, foi convidado de volta ao Goya para receber uma grande homenagem, com um prêmio especial pelas realizações de sua vida artística.

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  • Filme

    “Os Garotos Perdidos” terá remake com atores de “It” e “Um Lugar Silencioso”

    17 de setembro de 2021 /

    Sem conseguir transformar “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) em série, a Warner Bros. vai refilmar o longa de 1987 com novo elenco jovem. Noah Jupe, conhecido pela franquia “Um Lugar Silencioso”, e Jaeden Martell, de “It: A Coisa”, vão estrelar a nova versão da história de vampiros, que está sendo escrita por Randy McKinnon (“Grand Army”) e terá direção de Jonathan Entwistle (“I’m Not Okay With This”). O filme original era uma comédia de terror sobre dois irmãos que se mudam com a mãe recém-divorciada para uma cidade litorânea da Califórnia, sem saber que o local é secretamente aterrorizada por uma gangue de vampiros delinquentes juvenis. Quando o irmão mais velho vira alvo das criaturas, o caçula se alia a dois nerds locais que se consideram caçadores de vampiros. Dirigido por Joel Schumacher, “Os Garotos Perdidos” foi responsável por juntar pela primeira vez no cinema os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. A Warner chegou a desenvolver dois pilotos para transformar esta história numa série da rede The CW. O primeiro tinha direção de Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”) e passou por diversas mudanças antes de ser abandonado. Já o segundo, comandado por Marcos Siega (“The Vampire Diaries”), teve suas filmagens paralisadas pela pandemia do coronavírus e foi descartado antes que pudesse ser retomado. Fãs do original comemoraram, porque o projeto mudava sexo e etnia dos protagonistas. Lembre abaixo o trailer de 1987.

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  • Série

    Lampião e Maria Bonita vão virar novela na Globoplay

    15 de setembro de 2021 /

    A Globo está desenvolvendo uma nova novela sobre o amor do cangaceiro Lampião e sua parceira Maria Bonita, 40 anos após o sucesso de “Lampião e Maria Bonita”, a primeiríssima minissérie brasileira, estrelada por Nelson Xavier e Tânia Alves em 1982. A nova versão vai se chamar “Guerreiros do Sol” e está sendo desenvolvida pela dupla George Moura e Sergio Goldenberg para o streaming da Globoplay. A produção, ambientada nos anos 1920 e 1930, deve ser contada a partir da ótica feminina, como aconteceu em várias produções assinadas pelos autores, como as recentes “Onde Está Meu Coração” (2021) e “Onde Nascem os Fortes” (2018). Antes disso, os autores entregam os 50 capítulos de uma outra série, “Paraíso Perdido”, baseada em peças de Nelson Rodrigues, que deverá ser gravada em breve. Veja abaixo um vídeo da Globo que lembra e celebra a série histórica “Lampião e Maria Bonita”.

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  • Filme

    Bryce Dallas Howard vai dirigir remake de “O Vôo do Navegador”

    15 de setembro de 2021 /

    A Disney está desenvolvendo um reboot da aventura sci-fi juvenil “O Vôo do Navegador”, de 1986. O filme original seguia um menino que viajava oito anos para o futuro numa nave alienígena inteligente e piadista, chamada Max. A nova versão terá uma protagonista feminina e será produzida e dirigida por Bryce Dallas Howard. A filha do diretor Ron Howard e estrela da franquia “Jurassic World” mostrou seu talento como diretora em dois dos melhores episódios da série “The Mandalorian”, da Disney+. O roteiro está a cargo de Brad Copeland (“O Touro Ferdinando”) e Joe Henderson (showrunner de “Lucifer”). Uma das melhores ficções científicas para crianças que surgiram nos anos 1980 no rastro de “E.T.” (1982), o longa original tinha direção de Randal Kleiser (que também dirigiu os sucessos “Grease” e “A Lagoa Azul”) e destacava em seu elenco o menino Joey Cramer (que nunca mais fez nada de relevante), Paul Reubens (o Pee-Wee Herman) como a voz de Max, Cliff De Young (“Jovens Bruxas”), Veronica Cartwright (“Alien”), Howard Hesseman (“Uma Turma Genial”) e a então adolescente Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”). Veja abaixo o trailer do lançamento de 1986.

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    Chucky: Série do Brinquedo Assassino será lançada no Brasil pela Star+

    15 de setembro de 2021 /

    A plataforma Star+ anunciou nas redes sociais que vai lançar no Brasil a série “Chucky”, baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na atração com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Na trama, o personagem-título encontra suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”), Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”) e Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988 Além disso, a série vai manter a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake recente, em que o boneco demoníaco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). O filme de 2019 foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear no mês do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, mas o Star+ ainda não deu a previsão de lançamento no Brasil. O retorno ̶m̶a̶i̶s̶ menos esperado.#Chucky, série exclusiva. Em breve. Só no #StarPlusBR. pic.twitter.com/Yn3PYoQkj9 — Star+ Brasil (@StarPlusBR) September 15, 2021

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    Krysten Ritter fará minissérie de true crime da HBO Max

    15 de setembro de 2021 /

    A atriz Krysten Ritter, protagonista de “Jessica Jones”, entrou na minissérie “Love and Death”, drama de “true crime” da HBO Max. A trama acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que alguém pega um machado. A série é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Ritter interpretará Sherry Cleckler, melhor amiga de Gore. Ela vai se juntar a Elizabeth Olsen (“WandaVision”), intérprete de Candy Montgomery, Patrick Fugit (“Quase FAmosos”) como seu marido Pat Montgomery, Lily Rabe (“American Horror Story”) como Betty Gore e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), que tem o papel do marido da vítima, Allan Gore. “Love and Death” é inspirada no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson. A adaptação está a cargo do megaprodutor David E. Kelley em parceria com a atriz Nicole Kidman, após os dois trabalharem juntos nas séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Para o novo projeto, a dupla ainda se associou à diretora Lesli Linka Glatter, indicada cinco vezes ao Emmy pela série “Homeland”. Coproduzida pela Lionsgate Television, a minissérie ainda não tem previsão de estreia.

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    Tracy Morgan será irmão perdido de Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito

    14 de setembro de 2021 /

    Mencionada há mais de 30 anos, a sequência de “Irmãos Gêmeos” (1988) finalmente vai sair do papel. O projeto foi anunciado durante as negociações de mercado do Festival de Toronto. Intitulado “Triplets” (Trigêmeos) em inglês, o filme voltará a trazer Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito como os gêmeos do filme dos anos 1980, que agora descobrirão que tem um terceiro irmão. Embora o projeto tenha começado por sugestão de Eddie Murphy, ele não interpretará o trigêmeo da família por estar cheio de projetos. O papel ficou com Tracy Morgan (“30 Rock”). O filme original de 1988 contava a história de Julius (Arnold Schwarzenegger) e Vincent (Danny DeVito), que descobrem após muitos anos que são gêmeos após terem passado por uma experiência genética. Enquanto o inocente Julius acabou recebendo a parte “boa” da experiência, sobrou ao malandro Vincent tudo o que tinha de ruim. Além da dupla de atores originais, o diretor Ivan Reitman também vai voltar para produzir a sequência, que ainda não tem previsão de estreia. Lembre do trailer do filme de 1988 abaixo.

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    Novo filme do Predador encerra filmagens

    13 de setembro de 2021 /

    O quinto filme da franquia “Predador” foi rodado totalmente sem alarde e já encerrou suas filmagens. O fim dos trabalhos foi anunciado no Instagram por Jeff Cutter, diretor de fotografia da produção, e confirmado, de certa forma, pelo diretor Dan Trachtenberg. Os dois trabalham juntos na sci-fi “Rua Cloverfield, 10” (2016). Cutter também revelou o título do filme em inglês em sua postagem. “É o fim das filmagens de ‘Skulls’! Não tenho palavras para agradecer o suficiente Dan Trachtenberg por me convidar para essa jornada épica e confiar em mim para ajudar a alcançar sua visão para este filme!”, ele escreveu, mencionando ainda integrantes do elenco e a “brava equipe de Calgari”, no Canadá, onde a produção foi filmada. Menos explícito, Trachtenberg publicou uma foto da região das filmagens e se despediu sem dar detalhes. “Adeus, Calgary. Obrigado pela paisagem”, escreveu suscintamente. “Skulls” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” (também cinematografado por Cutter) e o piloto da vindoura “The Lost Symbol”. O quinto “Predador” ainda não tem sinopse oficial, mas vai envolver um grupo de guerreiros Comanche e uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Cutter (@jeff_cutter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Trachtenberg (@dannytrs)

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    Art Metrano (1936–2021)

    10 de setembro de 2021 /

    O ator Art Metrano, que viveu o oficial Ernie Mauser em “Loucademia de Polícia”, morreu na última quarta-feira (8/9) de causas naturais em sua casa na Flórida, aos 84 anos. Sua carreira começou nos anos 1960 com figurante de várias séries da época, de “A Feiticeira” a “Chaparral”, até ele entrar no programa humorístico de 1970 “The Tim Conway Comedy Hour”. A partir daí, passou a ganhar papéis melhores em filmes e atrações televisivas, chegando a protagonizar séries efêmeras nunca exibidas no Brasil, como “The Chicago Teddy Bears” (1971) e “Loves Me, Loves Me Not” (1977), além de fazer aparições recorrentes em “Movin’ On” (1974–1976), “Baretta” (1975–1978), “Joanie Loves Chachi” (1982–1983) e “L.A. Law” (1986–1994). No cinema, ele participou de várias comédias populares como “Corações em Alta” (1972), “O Homem Mais Forte do Mundo” (1975), “A História do Mundo – Parte I” (1981) e “A Nova Paixão de Stella” (1998), além dos dramas “A Noite dos Desesperados” (1969) e “A Força de um Amor” (1983), entre outras produções. Mas seu maior destaque foi mesmo na franquia “Loucademia de Polícia”. Seu personagem, Ernie Mauser, foi introduzido em “Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão” (1985) como um dos principais antagonistas dos recrutas, um oficial ambicioso que é promovido (por curto período) a capitão. Ele ainda voltou na continuação, “Loucademia de Polícia 3: De Volta ao Treinamento” (1986), agora como comandante de uma academia policial rival, em luta contra Mahonney (Steve Guttemberg) e sua turma por fundos estatais que seriam cortados de uma das duas instituições. Seu último papel foi uma figuração como sem-teto na comédia “O Segredo do Sucesso” (2001), estrelada por Charlie Sheen.

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