PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Damien: Comercial da série baseada em A Profecia faz referências ao clássico de terror

    5 de fevereiro de 2016 /

    O canal pago americano A&E divulgou o pôster sinistro e um novo comercial de “Damien”, série baseada no filme “A Profecia” (1976). A prévia faz diversas referências ao longa original, apresentando flashes de Gregory Peck e Lee Remick, intérpretes dos pais de Damien no terror clássico. Criada pelo roteirista e produtor Glen Mazzara (showrunner da 2ª e 3ª temporadas de “The Walking Dead”), “Damien” vai mostrar o que aconteceu com a criança de “A Profecia”. Na trama em 1976, ele era um bebê misterioso, trocado pelo filho natimorto do embaixador americano (Peck) em Roma, com o objetivo de crescer numa família influente. O filme virou trilogia, continuando em 1978 com Damien adolescente e concluindo em 1981, com Damien já adulto (e interpretado por Sam Neill, de “Jurassic Park”), descobrindo sua missão de destruir a humanidade. A série se passará nesta fase final. A atração traz Bradley James (o jovem Rei Arthur da série “Merlin”) na pele de Damien Thorn, mostrando sua reação ao descobrir, ao atingir a maturidade, suas verdadeiras origens. Mas embora relute, as pessoas a seu redor vão se esforçar para que ele siga o seu destino. O elenco também inclui Barbara Hershey (“Sobrenatural”), Megalyn Echikunwoke (série “The Following”), Omid Abtahi (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”), David Meunier (“O Protetor”) e Robin Weigert (série “Jessica Jones”). A produção é do estúdio Fox, que detém os direitos sobre a franquia de terror, e o piloto é dirigido pelo cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”) em sua estreia na TV americana. O lançamento está marcado para 7 de março nos EUA.

    Leia mais
  • Música

    Miles Ahead: Don Cheadle vive Miles Davis surtado em trailer de cinebiografia

    4 de fevereiro de 2016 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer do filme “Miles Ahead”, cinebiografia do jazzista Miles Davis. O longa é escrito, dirigido e estrelado por Don Cheadle (“Homem de Ferro 3”), e se concentra num período conturbado na carreira do músico, passando-se em Nova York nos anos 1970. Com drogas alimentando seu temperamento explosivo, a prévia mostra surtos de violência e a rapidez no gatilho do trompetista, narrando a saga surreal de Miles e um jornalista da Rolling Stone (Ewan Mcgregor, de “Álbum de Família”) em busca de uma gravação perdida com suas músicas inéditas. Algumas cenas são impagáveis, como quando Miles recebe o jornalista com um soco na cara e as diversas trocas do tiros do jazzista. Em paralelo a este clima caótico, ainda são exibidos flashbacks românticos do início de sua carreira. O elenco também inclui Michael Stuhlbarg (“Um Homem Sério”), Keith Stanfield (“Temporário 12”) e Austin Lyon (“O Diário de uma Adolescente”). O filme estreia nos EUA em 1º de abril e ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.

    Leia mais
  • Música

    Vinyl: Vídeos de bastidores revelam detalhes da série roqueira de Mick Jagger e Martin Scorsese

    3 de fevereiro de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou quatro vídeos de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. O mais interessante tem 7 minutos e meio de duração e faz um mergulho detalhado pelos bastidores da produção, mostrando como a série recriou a Nova York de 1973. Há também um depoimento de Mick Jagger sobre o período, uma coleção de entrevistas realizadas no tapete vermelho da première e um novo comercial. Como explica o primeiro vídeo, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia fazer um filme sobre o período. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). A série é estrelada por Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, que busca um artista capaz de “reinventar” seu negócio, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll da década em que o glam, o punk rock, as discotecas e o hip-hop surgiram em Nova York. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk. “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Jacques Rivette (1928 – 2016)

    31 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta francês Jacques Rivette, integrante original da nouvelle vague, que se especializou em filmes sobre teatro, mulheres e experimentalismo, criando uma filmografia cultuadíssima, que desafia a cinefilia. Ele faleceu na sexta (29/1) aos 87 anos de idade e, de acordo com a imprensa francesa, sofria do Mal de Alzheimer há alguns anos. Seu nome de batismo era Pierre Louis Rivette. Ele nasceu em 1928 em Rouen, Seine-Maritime, na França. Estudou brevemente literatura na universidade, até ler o livro de Jean Cocteau sobre as filmagens de “A Bela e a Fera” (1949), que lhe despertou o desejo de virar cineasta. Em 1949, ele rodou o seu primeiro curta-metragem, “Aux Quatre Coins”, em sua cidade natal. E no ano seguinte mudou-se para Paris para seguir sua paixão, passando a ser presença constante no Cine-Clube du Quartier Latin e na Cinémathèque Française. Foi na Cinémathèque, em 1950, que veio a conhecer os jovens Claude Chabrol, Jean-Luc Godard e François Truffaut, que devoravam filmes antigos na primeira fila da projeção, chamando atenção por participar ativamente de debates após as sessões. Naquele ano, ele também filmou seu segundo curta, “Le Quadrille”, produzido e estrelado por Godard, e no qual, segundo o próprio Rivette, “absolutamente nada acontece”. Quando o filme foi exibido no Ciné-Club du Quartier Latin, as pessoas começaram a sair, e, no final, os únicos que ficaram foram Godard e uma menina. Rivette começou a escrever críticas de cinema em 1950 para a Gazeta du Cinéma, co-fundada pelo cineasta Éric Rohmer, e foi contratado por André Bazin no ano seguinte para ajudar a lançar a Cahiers du Cinéma. Com ele, vieram todos os enfant terribles da Cinémathèque, mas Rivette foi quem chamou mais atenção por textos em que defendia diretores de Hollywood, como Howard Hawks, John Ford, Nicholas Ray, Alfred Hitchcock e Fritz Lang, ao mesmo tempo em que atacava o “cinema francês de qualidade”, de cineastas como Claude Autant-Lara, Henri-Georges Clouzot e Rene Clement, escrevendo que eles tinham medo de assumir riscos e tinham se corrompido por dinheiro. A colaboração entre o grupo era tão intensa que “O Truque do Pastor” (1956), novo curta de Rivette, foi escrito e produzido por Chabrol. O próprio Chabrol ainda aparecia em cena, com Godard e Truffaut, fazendo figuração. Rivette também ensaiou uma metragem maior, com “Le Divertissement” (1952), que durava 45 minutos. E, após entrevistar diversos cineastas famosos, considerou-se pronto para filmar seu primeiro longa-metragem. “Paris nos Pertence” (1961) levou três anos para ser filmado, devido ao desafio financeiro de se fazer cinema independente. A obra provocava já no título e estabeleceu os princípios da “experiência Rivette” de cinema, sempre à beira do fantástico e do delírio lúdico e noturno, e usando o teatro como metáfora da aventura humana. Na trama, um grupo de jovens atores ensaia para uma produção de Shakespeare que nunca estreia, enquanto fornecem uma mostra da vida boêmia de Paris no final dos anos 1950. Chabrol, Godard, Jacques Demy e Rivette aparecem em papéis menores. A demora em finalizar seu filme o deixou para trás, quando as estreias de Chabrol (“Nas Garras do Vício”, 1958), Truffaut (“Os Incompreendidos”, 1959) e Godard (“Acossado”, 1960) sacudiram os festivais de cinema, chamando atenção para o movimento nouvelle vague. Chabrol já estava no quarto longa quando “Paris nos Pertence” chegou às telas. E para complicar, assim como os primeiros filmes de Éric Rohmer, seu debut não obteve a mesma repercussão que os trabalhos dos colegas. A falta de uma estreia impactante manteve Rivette por mais tempo na Cahiers, onde se tornou editor, entre 1963 e 1965, levando a revista a adotar uma perspectiva semiótica e deixando-a à beira da falência. Em suas próprias palavras, ser crítico nunca foi seu objetivo, apenas “um bom exercício”. Para seu segundo longa-metragem, Rivette escolheu uma adaptação do romance “A Religiosa”, de Denis Diderot. Incapaz de conseguir financiamento para o projeto, ele dirigiu uma versão teatral, produzida por Godard e estrelada pela mulher dele, Anna Karina. Foi um fracasso completo, mas Karina, que depois também estrelou o filme, ganhou prêmios por sua interpretação. Isto inspirou o diretor a aprofundar o roteiro e buscar parceiros para a produção. A repercussão começou já no anúncio das filmagens, quando a Igreja Católica e integrantes do comitê responsável pela censura cinematográfica avisaram que o longa não passaria nos cinemas. Publicada em 1796, a obra de Diderot demonstrava a brutalidade da Igreja, que mantinha jovens confinadas em conventos contra a própria vontade, e se manifestava por meio de cartas de uma noviça pedindo ajuda para escapar daquela vida. Rivette conseguiu ganhar aprovação da censura, mas mesmo assim o filme foi banido por pressão da Igreja. Diversos jornalistas e cineastas protestaram, criando grande expectativa para sua première no Festival de Cannes, que acolheu a obra, juntando-se ao protesto. Com cenas de tortura psicológica, freiras lésbicas e monges libidinosos, “A Religiosa” foi recebido com palmas entusiasmadas. Diante dos elogios da crítica, a censura foi confrontada e o filme pôde chegar aos cinemas, tornando-se, graças à publicidade criada pela polêmica, o maior sucesso da carreira do cineasta. Sua fama de agitador atingiu o ápice na primavera de 1968, quando liderou um movimento contra o afastamento do diretor da Cinémathèque pelo Ministério da Cultura, que levou milhares às ruas e envolveu distribuidores de cinema ao redor do mundo. Sem se contentar com a vitória nesta batalha, aproveitou o ímpeto para exigir o fim da censura e a ingerência do governo no cinema francês, o que levou a uma histórica interrupção do Festival de Cannes em solidariedade. Era maio de 1968 e a imaginação acreditava que chegaria ao poder. Querendo manifestar essa efervescência em filme, Rivette buscou romper com os limites do cinema em seu trabalho seguinte, “L’Amour Fou” (1969). Dispensou o roteiro, a construção de cenas, as convenções e a estrutura de filmagem para realizar uma obra baseada na improvisação. O fiapo de trama acompanhava o ensaio de um grupo de teatro, por sua vez filmado por uma equipe de documentário, e complementado por um drama de bastidores entre o diretor teatral e sua esposa, que também é a atriz principal da peça dentro do filme. A atriz era Bulle Ogier, que se tornaria musa de Rivette, voltando em várias de suas obras. Outra curiosidade é que o longa misturava diferentes bitolas – as cenas do documentário foram filmadas em 16mm -, e terminava num longo take sem cortes da discussão do casal central, culminando na destruição do apartamento em que eles viviam. Entusiasmado com o resultado, o cineasta quis ampliar ainda mais a potencialidade dessa experiência e rodou 30 horas de um novo filme sem roteiro, baseando-se, mais uma vez, em ensaios teatrais e personagens boêmios. Ao editar o resultado em “Não me Toque” (Out 1, 1971), o filme registrou 12 horas e 40 minutos de duração, exibindo múltiplos personagens, vagamente conectados por histórias independentes, cujas tramas se entrelaçavam e revelavam novos personagens com suas próprias tramas paralelas. E tudo a partir da obsessão de um vigarista (Jean-Pierre Leaud), que dizia receber mensagens ocultas do conto “História dos Treze”, de Honoré de Balzac. Apesar da longa duração, ampliada por um ritmo narrativo lento, a ousadia de levar ao limite a estrutura de multiplots teve grande impacto no cinema autoral dos anos seguintes, influenciando Robert Altman, Krzysztof Kieślowski e até Alejandro González Iñárritu. Mas os cinemas não aceitaram a duração de “Não me Toque”, que teve uma première de gala na Casa da Cultura de Le Havre, na Normandia, assistida por 300 pessoas que viajaram de Paris especialmente para a sessão em setembro de 1971. E só. Rivette chegou a planejar exibir o trabalho em capítulos como uma série na TV. Nenhum canal se interessou. Com ajuda da roteirista Suzanne Schiffman, o diretor passou um ano editando uma versão condensada da obra, que batizou de “Out 1: Spectre”. Lançado em 1974, a síntese durava quatro horas e meia e se tornou a versão mais conhecida, até que, em 1989, o Festival de Roterdã resolveu resgatar a maratona original, inspirando a TV francesa a finalmente exibi-la. Depois disso, o filme só foi ganhar sua terceira exibição pública em 2006, como a obra que inaugurou o Museum of the Moving Image, em Nova York, ocasião em que esgotou todos os ingressos e ganhou a fama de ser “O Santo Graal” dos cinéfilos. Seu filme seguinte seguiu rota oposta, com um roteiro bastante estruturado. “Céline e Julie Vão de Barco” (1974) mergulhava na fantasia com referências a “Alice no País das Maravilhas”, mostrando duas desconhecidas: Julie (Dominique Labourier), que segue Céline (Juliet Berto) pelas ruas de Paris e, às vezes, troca de lugar com a outra, até que ambas se vêem transportadas para um drama de época (baseado em contos de Henry James), como se fosse um sonho compartilhado que elas podiam controlar, feito autoras de um livro mágico. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Locarno e influenciou toda a estética “onírica” do diretor David Lynch, mas seu impacto pode ser conferido mesmo no cinema comercial, na trama da comédia “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), estrelada por Madonna. As críticas positivas à forma como destacou a amizade das protagonistas levaram Rivette a planejar uma quadrilogia dedicada às mulheres, batizada de “Cenas da Vida Paralela”, em que cada filme combinaria romance e fantasia. Seu objetivo com esse projeto era aproximar o cinema da poesia. Ele chegou a filmar “Duelo” e “Noroeste” em 1976, opondo personagens fantasiosas, como a Rainha da Noite e a Rainha do Sol e duas piratas, mas sofreu um colapso nervoso durante a produção do terceiro filme, abandonando o projeto em seu começo, após “Duelo” receber críticas negativas e “Noroeste” ser considerado medíocre e ter sua distribuição recusada, causando problemas entre o diretor e seus produtores. Em baixa, Rivette aceitou filmar “Merry-Go-Round” em 1978 por sugestão dos produtores, porque Maria Schneider, a estrela de “O Último Tango em Paris” (1972), queria filmar com ele. O elenco também incluía Joe Dallesandro, muso dos filmes underground de Andy Warhol, numa história de crime de contexto surreal, em que a trilha sonora era tocada por músicos presentes na trama. O filme só chegou aos cinemas em 1981, mesmo ano em que o diretor rodou “Um Passeio por Paris”, considerado o final de uma trilogia sobre a Paris de sua geração – iniciada por “A Cidade Nos Pertence” e “Não Me Toque”. O elenco reunia Bulle Ogier e sua filha, Pascale, como duas mulheres que se encontram de forma aleatória e investigam um mistério estranho e surreal nas ruas da capital francesa, envolvendo vários personagens chamados Max. Como ensaio para esse longa, Rivette ainda dirigiu um curta, “Paris s’en Va”. De volta à filmagem de ensaios teatrais, “Amor por Terra” (1984) trazia Jane Birkin e Geraldine Chaplin como irmãs atrizes, que, após uma apresentação num pequeno apartamento, são convidadas a ensaiar o texto de outra peça numa mansão, baseada na vida do diretor, onde começam a ter visões de uma tragédia prestes a se repetir. Uma das curiosidades desse roteiro é que as irmãs eram Emily e Charlotte, como as irmãs Brontë, e o próximo filme de Rivette, em contraste com sua filmografia experimental, foi uma adaptação de “O Morro dos Ventos Uivantes” (1985), de Emily Brontë, transposta para o sul da França nos anos 1930. Insistente em seu tema, Rivette rodou “O Bando das Quatro” (1989) sobre quatro estudantes de teatro, cujas vidas se alternam entre as peças que ensaiavam e a vida real. Por ocasião da première no Festival de Berlim, ele explicou porque gostava tanto de filmar ensaios: “É muito mais interessante mostrar o trabalho de criação do que o resultado”. O diretor gostou tanto de trabalhar com as jovens atrizes de “O Bando das Quatro” que a experiência o motivou a voltar ao teatro, dirigindo duas peças com as protagonistas do filme. O período também o preparou para rodar o filme que muitos consideram sua obra-prima. Vagamente inspirado num conto de Honoré de Balzac, “A Bela Intrigante” (1991) mostrava como a chegada de uma jovem (Emmanuelle Béart) inspirava...

    Leia mais
  • Série

    História da agência de modelos Ford Models pode virar série

    29 de janeiro de 2016 /

    A rede americana ABC encomendou um piloto baseado no livro “Model Woman”, sobre a vida e a obra de Eileen Ford, fundadora da famosa agência Ford Models. A informação é do site da revista The Hollywood Reporter. Escrito por Robert Lacey, o livro conta uma história real envolvendo família, beleza, ambição e cultura popular, centrada em Ford, retratada na obra como uma figura intransigente, tirânica e brilhante, que transformou seu negócio de modelos, fundado nos anos 1940, numa das profissões mais glamourosas e desejadas do mundo. Entretanto, o projeto televisivo vai optar pela ficção. Desenvolvido por Helen Childress, que tem apenas um roteiro no currículo, a cultuada comédia “Caindo na Real” (1994), o piloto de “Model Woman” irá se centrar na fictícia Bertie Geiss, que gerencia uma agência de modelos renomada durante os anos 1970. “Model Woman” está sendo desenvolvido pela Sony TV e precisa ter seu piloto aprovado para virar série.

    Leia mais
  • Filme

    Jennifer Lawrence é o verdadeiro Nome do Sucesso de Joy

    28 de janeiro de 2016 /

    Curioso como Jennifer Lawrence está deixando de ser queridinha da crítica para ganhar a fama de atriz superestimada, na opinião de alguns. Mas, se não fosse por ela, o que seria de “Joy – O Nome do Sucesso”? Certamente é o mais frágil dos trabalhos de David O. Russell, que tem uma carreira marcada por altos e baixos, apesar de sua galeria de personagens memoráveis e bem interessantes. Em sua terceira parceria com o cineasta, depois de vencer o Oscar por sua interpretação em “O Lado Bom da Vida” (2012) e ser nomeada por “Trapaça” (2013), Jennifer Lawrence volta a eclipsar seus coadjuvantes famosos, como Robert De Niro, Bradley Cooper e Isabella Rossellini, obtendo, com sua performance, a única indicação de “Joy” no Oscar 2016. O filme é uma ode à capacidade humana de vencer os obstáculos. Embora de tom agridoce, é uma história real de superação e conquista de alguém que veio de uma classe pouco privilegiada, mas que conseguiu o sucesso graças à sua criatividade. “Joy” conta a história de Joy Mangano, uma jovem que mora com a mãe depressiva e viciada em telenovelas (Virginia Madsen), o ex-marido (Édgar Ramírez) e os filhos em uma casa em estado precário. Como se não bastasse, o pai (De Niro) também aparece para tumultuar o ambiente, depois de ser dispensado pela namorada. Diante desse caos, e tendo que trabalhar para manter a todos, Joy tem uma ideia: criar um esfregão prático, que até então não existia nos Estados Unidos. O problema estava em como capitalizar a ideia, vender o produto e ganhar dinheiro num mercado repleto de advogados e empresários picaretas. Mesmo se revelando uma obra menor, fica claro o quanto o filme deve à força e à presença de cena da atriz, que leva o filme nas costas, conferindo autenticidade a uma personagem que é mais velha que ela própria. Ela é responsável por momentos particularmente emocionantes, como a primeira apresentação de seu produto em um canal de vendas, especializado em infomerciais, além de voltar a evidenciar sua boa química com Bradley Cooper, embora o papel dele seja menor do que se espera. A obra, porém, tem uma fragilidade estrutural que coloca sua realização em cheque. Ainda que deliberadamente cômico, o tom se perde entre a recriação de época e o conto de fadas, terminando de forma pouco realista. Praticamente uma fábula encantada do capitalismo, “Joy” tem momentos de musical, em que atriz canta em dueto com Edgar Ramíres, além do otimismo antiquado de “A Felicidade Não se Compra”, sem esquecer o perdão aos parentes aproveitadores da “Cinderela”. Ao final, a gata borralheira não se contenta com a coroa de princesinha do empreendedorismo, almejando também o lugar da fada madrinha.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Abe Vigoda (1921 – 2016)

    27 de janeiro de 2016 /

    Morreu o ator Abe Vigoda, que interpretou Salvatore “Sal” Tessio em “O Poderoso Chefão”, de Francis Ford Coppola. Ele faleceu na terça-feira (26/1) aos 94 anos de idade, em sua casa, em Nova York, sua cidade natal. Abe Vigoda nasceu em Nova York em 1921 e, após estudar na Escola de Teatro e Artes Dramáticas do Carnegie Hall, fez carreira nos palcos, atuando por três décadas no teatro. “Quando eu era novo, disseram-me que o sucesso tinha de chegar na minha juventude. Descobri que isso era um mito. As minhas experiências ensinaram-me que se acreditarmos profundamente no que fazemos, o sucesso pode vir a qualquer idade”, disse Vigoda numa entrevista dos anos 1980. A experiência no teatro o levou a fazer participações esporádicas em séries de televisão. Por sua grande estatura, começou a ser escalado em papéis coadjuvantes em produções de terror, como a novela gótica “Sombras da Noite” e o telefilme “A Filha do Diabo”, no começo dos anos 1970. Até que conseguiu comprar uma casa graças seu primeiro papel no cinema. Sua estreia cinematográfica foi justamente como Sal Tessio, um dos capos de Don Corleone (Marlon Brando), em “O Poderoso Chefão” (1972), que planeja eliminar a concorrência de Michael Corleone (Al Pacino) para virar o novo chefão. Seu plano não ocorre como previsto e ele acaba dizendo suas famosas últimas palavras: “Diga a Mike quer era só business…” O papel foi tão marcante que Vigoda o repetiu, num flashback, em “O Poderoso Chefão II” (1974) e também na adaptação de “O Poderoso Chefão” numa minissérie, exibida em 1977. Ele ainda encarnou variações do personagem em outras produções, dublando até um gângster chamado Salvatore Valestra na animação “Batman: A Máscara do Fantasma” (1993). Vigoda também participou de outros filmes bem sucedidos, mas sem o mesmo destaque, coadjuvando em “O Detetive Desastrado” (1978), “Olha Quem Está Falando” (1989), “Joe Contra o Vulcão” (1990), “Razões Para Matar” (1996) e três dezenas de produções até 2014. Foi mais bem-sucedido em sua passagem pela ficção televisiva, onde participou de diversas séries clássicas, como “A Mulher Biônica”, “Mike Hammer”, “Galeria do Terror”, “MacGyver – Profissão: Perigo”, “Assassinato por Escrito” e “Louco por Você”, embora tenha emplacado apenas um personagem fixo importante. Mas tão importante que rendeu até spin-off. Seu principal destaque televisivo foi como o detetive Phil Fish, da série “Barnie Miller”, sucesso do final dos anos 1970 nos EUA, que, além de lhe render três indicações ao prêmio Emmy, originou uma série derivada, “Fish”, centrada em seu personagem, que durou duas temporadas entre 1977 e 1978. O cancelamento da produção permitiu que ele voltasse a participar de “Barnie Miller”, o que acabou se tornando a causa de sua “morte” precoce. A revista People publicou que a razão de sua ausência na festa de despedida da série, em 1981, eram problemas de saúde tão graves que ele estaria à beira da morte. Na semana seguinte, ele apareceu na revista Variety, todo sorridente numa foto ao lado de seu suposto caixão, com a capa da People em suas mãos. Este tipo de comportamento inspirou até uma banda punk a adotar seu nome, a Abe Vigoda, que lançou seu primeiro disco em 2006 e está ativa até hoje. Além disso, um endereço da internet explorava ativamente o rumor de sua morte, retrucando com um “não” à pergunta de sua URL abevigodaisdead.com. Desde o começo desta semana, a resposta passou a ser outra.

    Leia mais
  • Filme

    Bruce Willis vai participar do “prólogo” de Duro de Matar

    22 de janeiro de 2016 /

    Bruce Willis vai participar do próximo “Duro de Matar”, apesar de a história ser um prólogo. Quem garante é o diretor do filme, Len Wiseman, que retorna à franquia após assinar “Duro de Matar 4.0”. Em entrevista para o site Collider, Wiseman explicou que a trama, na verdade, irá se alternar entre cenas do passado e do presente de John McClane, o policial nova-iorquino vivido por Willis na franquia, justificando a participação do ator ao longo de toda a projeção. “Eu não vou fazer com que o Bruce tenha uma participação só para constar”. Segundo o diretor, durante as filmagens de “Duro de Matar 4.0”, ele e Willis tiveram várias conversas sobre o personagem, e lhe intrigava o que teria acontecido no passado para deixar McClane na situação em que se encontra no primeiro filme. “O personagem chega com tanta bagagem, emocionalmente, e experiência. Ele já se divorciou, está amargo, o capitão dele o odeia e não quer que ele volte. Então, o que foi que criou esse cara? Nunca vimos a história de amor. Sabemos como ela termina, mas nunca vimos como foi que ele conheceu Holly, ou quando ele era um policial atuando nas ruas de Nova York. A gente sempre pensou sobre isso, e agora resolvemos colocar em prática”. Intitulado, em inglês “Die Hard: Year One” (Duro de Matar: Ano Um) vai se passar na noite de ano novo de 1979, uma década antes de McClane encontrar o vilão Hans Gruber (Alan Rikman) no primeiro filme. O intérprete da versão jovem do personagem ainda não foi escalado.

    Leia mais
  • Filme

    Ettore Scola (1931 – 2016)

    20 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta Ettore Scola, um dos principais nomes do cinema italiano. Ele faleceu na terça-feira (19/1), aos 84 anos de idade. O diretor estava internado em um hospital de Roma desde o último domingo (17), em coma no departamento cardiológico da instituição, de acordo com informações da agência de notícias ANSA. Nascido em 1931 na pequena comuna italiana de Trevico, na província de Avellino, Scola se dedicou ao cinema após estudar Direito e atuar como jornalista, ocasião em que conviveu com o futuro colega de profissão Federico Fellini. A amizade com Fellini, por sinal, marcou sua carreira. Além de dirigir o colega, que participou como ator de “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), Fellini foi o tema do último filme de sua carreira, o documentário “Que Estranho Chamar-se Federico”, de 2013. Scola começou no cinema como roteirista de comédias ligeiras, como “O Solteirão” (1955), “Um Conde à Italiana” (1957), “Totó na Lua” (1958), “Caprichos de Mulher” (1958), “Aquele Que Sabe Viver” (1962) e outras similares, e continuou no gênero ao passar para trás das câmeras, estreando como cineasta em 1964 com a comédia “Fala-se de Mulheres”, seguida por “Por um Milhão de Dólares” (1964), o início de sua longa colaboração com Victorio Gassman, que o acompanharia em diversos filmes. Sem abrir mão do humor, sua filmografia foi enveredando pela crítica social, destilando comentários ácidos sobre o país e a humanidade em geral. A mudança de tom começou por “Ciúme à Italiana” (1970), que também marcou sua primeira parceria com Marcello Mastroianni. A trama girava em torno de um triângulo amoroso, formado ainda pela bela Monica Vitti e Giancarlo Giannini, mas era mera desculpa para a sátira social e experimentalismo formal do diretor, que fazia os personagens defenderem seus pontos de vista falando diretamente para o público. Ele voltou a trabalhar com Mastroianni em “Rocco Papaleo” (1971), focando as dificuldades encontradas por imigrantes no exterior – o filme se passa nos EUA. Mas o ponto de virada se deu com “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), um balanço de geração que havia sonhado com um mundo melhor nos anos 1960 e agora via-se obrigada a fazer um balanço de seus fracassos. Mas a consagração definitiva veio com “Feios, Sujos e Malvados” (1978), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes. Povoado por personagens extremos, o filme acompanhava os integrantes de uma família miserável e desregrada, que passavam o tempo planejando como transar ou matar uns aos outros. Considerado uma obra-prima, “Feios, Sujos e Malvados” é também um dos retratos mais impiedosos da raça humana. Ele realizou muitos outros filmes excepcionais, como “Um Dia Muito Especial” (1977), em que Marcello Mastroianni e Sophia Loren parecem ser os únicos a não se entusiasmar com a visita de Hitler à Itália em 1938, “O Terraço” (1980), que, ao abordar o direito à felicidade, lhe deu o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, “Casanova e a Revolução”, com Mastroianni vivendo um Casanova envelhecido, e o fenomenal “O Baile” (1983), em que a música e a dança contam a história, sem diálogos, de 50 anos da humanidade. Após a indicação de “O Baile” ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Scolla dirigiu seu segundo filme parcialmente falado em inglês, “Macaroni” (1985), em que Jack Lemmon (“Quanto Mais Quente Melhor”) se juntou a Mastroianni numa viagem à Itália. Ele ainda dirigiu Mastroianni em “Splendor” (1989), uma homenagem ao cinema, e “Che Ora È?” (1989), em que pai e filho tentam acertar suas diferenças. Outra de suas musas foi a atriz francesa Fanny Ardant, que o diretor comandou nos clássicos “A Família” (1987) e “O Jantar” (1998). Scolla também dirigiu um grande elenco francês em “A Viagem do Capitão Tornado” (1990), sua homenagem ao teatro, que acompanhava uma companhia itinerante da Idade Média, que incluía Emmanuelle Béart, Jean-François Perrier e Ornella Muti. Mestre do cinema, Scolla não diferenciava entre humor e drama para realizar seus retratos vibrantes, mas bastante cruéis, da experiência humana. Conforme avançou na idade, também aumentaram suas preocupações com a falência dos valores da sociedade – a crise do cinema em “Splendor” (1988), a crise política em “Mario, Maria e Mário” (1993), a crise social em “A História de um Jovem Homem Pobre” (1995) e a crise moral em “Concorrência Desleal” (2001), entre outras obras, cada vez mais dramáticas e desencantadas. Sua morte foi lamentada por Matteo Renzi, primeiro-ministro italiano, para quem a perda do diretor “deixa um enorme vazio na cultura italiana”.

    Leia mais
  • Filme

    HBO vai exibir versão épica de O Poderoso Chefão, com cenas inéditas, nova edição e 7 horas e meia de duração

    18 de janeiro de 2016 /

    Um dos maiores clássicos do cinema, “O Poderoso Chefão” ganhará uma nova versão, exclusiva para a TV, com cenas inéditas e uma nova edição. Intitulada “The Godfather Epic”, a produção será exibida pela HBO ainda este mês nos EUA, e terá 7 horas e meia de duração. A obra vai juntar os dois primeiros filmes da trilogia, reeditados de forma cronológica. Isto significa que a sequência que mostra os primeiros anos de Don Corleone na América, vista em “O Poderoso Chefão Parte II”, será o novo início do filme. Não é a primeira vez que o diretor Francis Ford Coppola lança essa versão. “The Godfather Epic” já foi exibido em 1979 pela rede NBC. Na ocasião, porém, o filme entrecortado por comerciais e teve várias cenas censuradas, devido à violência e linguagem. Desta vez, a HBO vai exibi-lo sem intervalos e censura e, além disso, incluirá cenas inéditas, que ficaram de fora da edição oficial para o cinema. O primeiro filme, lançado em 1972, ganhou três Oscars: Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Ator (Marlon Brando). Mas o segundo, lançado em 1974, conquistou ainda mais reconhecimento, levando seis Oscars, entre eles, novamente, o de Melhor Filme, Roteiro e Ator (desta vez Coadjuvante, para Robert De Niro), além de premiar Coppola com a estatueta de Melhor Diretor. A saga da família Corleoni ainda ganhou um terceiro filme em 1990, novamente dirigido por Coppola, que rendeu seis indicações ao troféu da Academia, mas nenhuma premiação. Ainda não há informações sobre quando “The Godfather Epic” será exibido no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Colonia: Emma Watson entra em seita sinistra em novo trailer de suspense

    16 de janeiro de 2016 /

    A 20th Century Fox da Alemanha divulgou 25 fotos, o pôster e o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). A prévia mistura política, suspense e até clima de terror, ao retratar o drama dos desaparecidos no Chile e a rotina brutal de uma seita comandada por um nazista. Baseada em fatos verídicos, a trama acompanha um jovem casal separado pelo golpe militar no Chile em 1973. Brühl é preso e enviado para uma comunidade rural chamada Colonia Dignidad, isolada de tudo e de todos, no sul do país. No local, vigiado por cercas e guardas armados, também havia uma seita liderada por um nazista, que cometia abusos contra seus integrantes, além de ministrar torturas encomendadas pelo governo militar. Contra todas as advertências, a personagem de Watson decide se juntar à seita para entrar na Colonia, e passa a viver dias sombrios na esperança de achar seu marido. O elenco ainda conta com Michael Nyqvist (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Richenda Carey (“Mentiras Sinceras”) e Vicky Krieps (“O Homem Mais Procurado”) Dirigido pelo alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”), “Colonia” teve sua première mundial no Festival de Toronto e estreia em 18 de fevereiro na Alemanha. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil

    Leia mais
  • Música

    Vinyl: Trilha da nova série de Martin Scorsese vai virar coleção de discos

    16 de janeiro de 2016 /

    Além de retratar na tela a música dos anos 1970, “Vinyl”, nova série produzida por Martin Scorsese para o canal pago HBO, terá sua trilha sonora registrada numa coleção de discos. Estão previstos dois CDs e vários EPs, que serão disponibilizado ao longo da transmissão da série. A música da época é o motor da atração, que gira em torno de uma gravadora em busca de um novo som para “reinventar” seu negócio, na véspera do surgimento do punk, do hip-hop e da new wave. A trilha sonora vai priorizar o funk e o glam rock do começo dos anos 1970, com direito também a soul e blues clássico. O primeiro disco, “Vinyl: Music from the HBO Original Series — Volume 1”, será lançado no dia 12 de fevereiro, véspera da estreia da atração, e inclui artistas como David Johanson, do New York Dolls, Mott the Hoople, Otis Redding e The Jimmy Castor Bunch, além de covers e músicas originais, entre elas o tema da série, composto por Sturgill Simpson – que é um cantor country! – e as faixas da banda fictícia Nasty Bits (formada por integrantes do Beach Fossil e James Jagger, o filho de Mick). As coletâneas seguintes vão misturar ainda mais as músicas de diferentes épocas, com faixas de Julian Casablancas, Iggy Pop, The Arcs, Chris Cornell, Royal Blood, e Charlie Wilson. A ideia é que, a cada sexta-feira, seja disponibilizado um EP com as músicas que estarão no próximo episódio do programa. Até que, na véspera do season finale, um novo CD reunirá as melhores canções, “Vinyl: Music from the HBO Original Series — Volume 1: Finale”, previsto para 15 de abril. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. Mas o cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.

    Leia mais
  • Música

    Veja o trailer do novo documentário de Spike Lee sobre Michael Jackson

    14 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano divulgou o trailer do novo documentário de Spike Lee centrado em Michael Jackson. “Michael Jackson’s Journey From Motown To Off The Wall” explora a transformação do cantor de soul em fenômeno pop, acompanhando sua transição do grupo Jackson 5 para a carreira solo no disco “Off the Wall”, lançado em 1979. A prévia inclui imagens de arquivo de shows em 1979 e 1981, além de entrevistas com artistas como The Weeknd, David Byrne (do Talking Heads) e Questlove (do Roots), que falam, entre outras coisas, das referências à “Star Wars” na letra do hit “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”. Este é o segundo documentário de Spike Lee sobre o cantor, que em 2012 lançou “Bad 25”, sobre os 25 anos do disco “Bad” (1987). O novo filme terá sua première mundial no Festival de Sundance e será exibido no Showtime em 26 de fevereiro, mesmo dia em que também chegará às lojas numa edição especial de DVD e Bluray, integrando o relançamento do álbum “Off the Wall”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie