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  • Filme,  Música

    Thom Yorke revela primeira música da trilha do remake de Suspiria

    4 de setembro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou a primeira faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Suspirium”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). O terror se passa numa Academia de Dança elitista e isolada na Alemanha rural, que na verdade é um covil de bruxas. Com esse trabalho, Yorke segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. E apesar de a faixa adiantada trazer o vocal característico do cantor do Radiohead, a maioria das composições criadas para o filme são instrumentais. A faixa também mantém o clima psicodélico da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Filme “perdido” de Orson Welles que foi finalizado pela Netflix ganha trailer legendado

    30 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “O Outro Lado do Vento” (The Other Side of the Wind), lendário “filme perdido” do cineasta Orson Welles, que o serviço de streaming ajudou a restaurar e finalizar, quase cinco décadas depois do início de sua produção em 1970. O tema não podia ser mais evocativo. Na trama, um diretor de Hollywood, vivido por ninguém menos que o mestre John Houston, emerge de um semi-exílio com planos de completar seu trabalho num filme inovador. O elenco ainda inclui outro diretor premiado, Peter Bogdanovitch, além da musa de Wells, a croata Oja Kodar, e intérpretes icônicos como Susan Strasberg, Edmund O’Brien, Mercedes McCambridge, Cameron Mitchell e Lilli Palmer. Considerado o último filme de Wells, “O Outro Lado do Vento” foi rodado, de forma esporádica, entre 1970 e 1977. O diretor registrou diversos fragmentos com atores diferentes. Para se ter ideia, o protagonista, John Huston, só foi escalado em 1973. Esse processo caótico de produção era o normal para Welles, um dos grandes gênios do cinema, que por conta de seu método e dificuldade de trabalhar com os grandes estúdios, deixou muitos projetos não finalizados para trás. Mas ninguém discute sua capacidade, como atesta “Cidadão Kane”, drama de 1941 que é frequentemente eleito como o melhor filme de todos os tempos por publicações especializadas. Este é o segundo filme restaurado pela Netflix, após “Nasce uma Estrela” (1976), que incluiu cenas inéditas de Barbra Streisand. A première de “O Outro Lado do Vento” vai acontecer durante o Festival de Veneza 2018, numa exibição fora de competição na próxima semana. O Festival de Cannes pretendia contar com essa honra, mas ao a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/03/festival-de-cannes-2018-veta-filmes-da-netflix-e-selfies-no-tapete-vermelho/”>barrar a Netflix da competição da Palma de Ouro, o evento recebeu o tratamento de “Ah, é? Então tá”. A plataforma vai exibir seis filmes em Veneza, três deles na disputa do Leão de Ouro. “O Outro Lado do Vento” tem estreia marcada em streaming – e em circuito limitado de cinemas – em 2 de novembro. O lançamento será acompanhado do documentário “They’ll Love Me When I’m Gone”, sobre a vida e a obra de Welles, com direção de Morgan Neville, vencedor do Oscar da categoria por “A Um Passo do Estrelado” (2013).

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  • Etc,  Filme

    Neil Simon (1927 – 2018)

    26 de agosto de 2018 /

    Um dos criadores mais importantes da História do teatro americano, Neil Simon morreu neste domingo (26/8), aos 91 anos. Com suas peças, o autor ajudou a redefinir o humor americano, enfatizando os problemas da vida urbana e os conflitos de intimidade familiar, fosse por meio do romance, do musical, da catástrofe ou do mais completo absurdo. Antes de se tornar um dramaturgo famoso, Simon se destacou como roteirista de televisão, escrevendo episódios de séries de comédias estreladas por grandes nomes do humor dos anos 1950, como Sid Caesar, Phil Silvers e Garry Moore. Esta experiência marcou seu estilo de humor, ao criar obras tão populares que eram chamadas de “máquinas de riso”, pois faziam o público gargalhar do começo ao fim da apresentação. Suas peças redefiniram as comédias da Broadway e reinaram absolutas em bilheteria entre os anos 1960 e 1970 — só em 1966, ele teve quatro montagens simultâneas nos principais teatros de Nova York. A maioria das peças foi levada para os cinemas. A primeira adaptação foi “O Bem Amado” (1963), estrelada por Frank Sinatra, seguida por “O Fino da Vigarice” (1966), com Peter Sellers. Mas ninguém imaginaria o sucesso que viria a partir de “Descalços no Parque” (1967), que marcou as carreiras de Robert Redford e Jane Fonda. Muito menos o impacto cultural causado pelo filme seguinte, “Um Estranho Casal” (1968), que transformou o nome de Neil Simon em estrela de Hollywood. A trama dos dois solteiros, vividos por Jack Lemmon e Walter Matthau, que decidem dividir um apartamento e se revelam neuróticos como um casal, virou um fenômeno. Acabou inspirando série de TV em 1970, que durou cinco temporadas bem-sucedidas, e até remake televisivo recente, com Matthew Perry e Thomas Lennon, entre 2015 e 2017. Jack Lemmon estrelou outro clássico absoluto inspirado em obra de Simon, “Forasteiros em Nova Iorque” (1970), sobre a viagem de um casal que se vê perdido em Nova York durante uma viagem repleta de contratempos. A trama inspirou incontáveis variações cinematográficas e ganhou remake em 1999, com Steve Martin e Goldie Hawn. Outras peças famosas de Simon levadas para o cinema incluem “Charity, Meu Amor” (1969), com Shirley MacLaine, “Hotel das Ilusões” (1971), estrelado por Matthau, “O Prisioneiro da Segunda Avenida” (1975), novamente com Lemmon, “Uma Dupla Desajustada” (1975), outra vez com Matthau, o cultuadíssimo “Assassinato por Morte” (1976), com Peter Sellers, Peter Falk e David Niven, e “A Garota do Adeus” (1977), que rendeu o Oscar de Melhor Ator para Richard Dreyfuss. Alguns diretores se tornaram especialistas em suas adaptações, como Arthur Hiller, Herbert Ross e Gene Saks. Mas, a partir dos anos 1980, nem eles conseguiam mais repetir o mesmo tipo de sucesso unânime conquistado pelos clássicos com as novas peças de Simon. Mesmo assim, as adaptações não pararam, testemunhando uma troca de guarda nas gerações do humor americano, com a entrada em cena de Steve Martin, Goldie Hawn, Chevy Chase, Matthew Broderick, e depois, nos anos 1990, de Alec Baldwin, Ben Stiller, Sarah Jessica Parker, Kelsey Grammer e Julia Louis-Dreyfus. Até Woody Allen estrelou uma adaptação de Simon, “Feitos Um para o Outro” (1996), e a saudosa dupla Jack Lemmon e Walter Matthau se reuniu pela última vez em “Meu Melhor Inimigo” (1998), continuação, 30 anos depois, do clássico de 1968. Sua última adaptação cinematográfica foi “Antes Só do que Mal Casado” (2007), remake de seu roteiro original para “Corações em Alta” (1972) com direção dos irmãos Farrelly (“Débi & Lóide”), cujo tipo de humor escatológico não poderia passar mais longe do estilo de Simon. Popular no passado, Simon acabou se distanciando dos gostos contemporâneos, o que também joga nova luz sobre suas comédias, altamente refinadas na comparação com os temas líquidos (mijo, sêmen, diarreia) do humor americano no século 21. Na introdução de uma antologia de suas peças, Simon citou uma frase do crítico Clive Barnes para refletir como sua contribuição artística seria avaliada pela posteridade: “Neil Simon está destinado a permanecer rico, bem-sucedido e subestimado”.

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    A Freira: Novo filme do universo de Invocação do Mal ganha 12 fotos em clima de terror gótico

    26 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou 12 novas fotos do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. As imagens destacam a criatura diabólica e os dois protagonistas, vividos por Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) e Demián Bichir (de “Os Oito Odiados”), numa atmosfera gótica, sob luz de velas e em meio a muitas cruzes. Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça atormentada por visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Bichir. A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), que é novato na franquia. “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vídeo de A Freira discute criação e cronologia do universo de Invocação do Mal

    25 de agosto de 2018 /

    A Warner divulgou um novo vídeo de “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. A prévia traz os diretores James Wan (“Invocação do Mal”), David F. Sandberg (“Annabelle: A Criação do Mal”) e o responsável pelo terror atual, Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), discutindo a criação e a cronologia do universo “Invocação do Mal” (Conjuring). Como os spin-offs anteriores de “Invocação do Mal” (2013), “A Freira” será um prólogo, e o mais antigo de todos, situado em 1952. O diretor James Wan e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, em que Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça atormentada por visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Kristen Stewart está treinando boxe para estrelar o novo filme de As Panteras

    25 de agosto de 2018 /

    A atriz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) revelou que está aprendendo a lutar boxe como preparação para estrelar a nova versão cinematográfica de “As Panteras”. “Eu estou fazendo boxe, algo que nunca fiz antes. Eu realmente estou viciada nisso, ou pelo menos no treinamento”, contou. “Mas quando vou para o ringue e percebo que todo esse treinamento é feito por pessoas que querem bater em alguém, aí não é algo que eu gosto”, afirmou. Ela revelou que ainda não se encontrou com as outras atrizes do elenco, Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska, mas tem falado muito com a diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”), que também vai aparecer no longa como Bosley, o contato entre as Panteras e seu misterioso chefe, Charlie. “Não estamos tentando imitar os anteriores”, garantiu Stewart, se referindo à série clássica e aos dois filmes estrelados por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu nos anos 2000. “Elizabeth tem sua própria visão para esse filme. Ela é uma pessoa espontânea e engraçada, e o filme será também”. Stewart ainda agradeceu à Lucy Liu por demonstrar apoio ao remake em uma entrevista recente ao programa Entertainment Tonight. Na ocasião, Liu disse que estava “animada” com a perspectiva de um novo grupo de Panteras no cinema, acrescentando: “O saldo vai ser positivo para as mulheres”. “Eu acho que isso é verdade”, disse Stewart. “Eu acho que é natural que a resposta imediata das pessoas seja: ‘Eu não preciso de um remake, aquele filme com o qual eu cresci era divertido o bastante’. Mas a nossa versão é mais realista, e é bem intencionada. O filme mostra como as mulheres podem trabalhar juntas”. O novo filme de “As Panteras” ainda não começou a ser filmado, mas já tem estreia marcada nos cinemas brasileiros: em 6 de junho de 2019.

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    Novo trailer do terror Suspiria destaca a dança macabra de Dakota Johnson

    23 de agosto de 2018 /

    A Amazon Studios divulgou um novo trailer de “Suspiria”, remake do clássico de terror de 1977 do mestre Dario Argento. A prévia destaca a dança macabra que acontece de forma literal e figurada no relacionamento entre uma professora de balé, vivida por Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), e suas alunas numa escola de dança elitista e afastada. O remake é assinado pelo também italiano Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”), mas o elenco é bastante hollywoodiano, com destaque para Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) e Chloë Grace Moretz (“Kick-Ass”) como estudantes de dança. Também participam da produção as veteranas atrizes Angela Winkler (“Acima das Nuvens”), Renée Soutendijk (“O Quarto Homem”), Sylvie Testud (“O Que as Mulheres Querem”) e Ingrid Caven (“A Sombra dos Anjos”). E o trailer ainda insiste em incluir o nome de Lutz Ebersdorf como intérprete do filme, apesar desse suposto veterano de teatro de vanguarda não ter vestígios de vida digital e pareça atuar sob muitas camadas de disfarce de maquiagem. A estreia está marcada para 2 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento do filme no Brasil.

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    A melhor estreia da semana é um drama brasileiro com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

    23 de agosto de 2018 /

    As melhores estreias desta quinta (23/8) são produções brasileiras, mas a maioria dos cinemas só oferecerá opção de filmes americanos, que tem a maior distribuição. Quem tiver oportunidade, porém, deve dar atenção a “Benzinho”. O filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). Levou oito anos para voltarem ao cinema. Mas a espera compensou, pois se trata de um dos melhores filmes de 2018. O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante. Exibido no Festival de Sundance 2018, nos Estados Unidos, o longa arrebatou a imprensa internacional, que empilhou elogios e lhe rendeu 93% de aprovação na média da avaliação do site Rotten Tomatoes. Vale tentar também encontrar os documentários, dois brasileiros e um estrangeiro filmado no Brasil, escondidos em circuito semi-invisível. Especialista em documentários sobre música brasileira, o francês Georges Gachot passa a carreira de João Gilberto à limpo em “Onde Está Você, João Gilberto?”, enquanto embarca numa missão impossível, achar o músico que não sai de casa há anos. Igualmente lúdico, “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava”, de Fernanda Pessoa, propõe contar a história da ditadura por meio de cenas dos filmes da época, especialmente pornochanchadas. O resultado, um show de montagem, é hilário e bastante instrutivo. Por fim, “Missão 115”, de Silvio Da-Rin, traz às claras os planos das forças de repressão para impedir a redemocratização do Brasil, por meio do infame atentado ao Rio Centro em 1981, cuja bomba acabou explodindo antes, matando as pretensões sanguinárias da direita militar. Todos esses quatro são recomendadíssimos. E todos os demais não. Entretanto, os filmes ruins têm mais destaque no circuito. Justamente o pior lançamento chegará em mais cinemas, quase 500. Mesmo sendo um horror, literalmente. “Slender Man” evita a atual fase criativa do terror americano ao optar por sustos batidos. O chamariz é o monstro virtual do título, criado na internet, que virou lenda urbana ao inspirar surtos de violência entre adolescentes. A história real que envolveu a criatura dá um pau na ficção barata levada às telas, que, com 9% de aprovação, é um dos filmes mais mal-avaliados do ano no site Rotten Tomatoes. As comédias americanas que preenchem o circuito dos shoppings seguem a toada. “Meu Ex É um Espião” é uma correria de mulheres bobinhas que, sem querer, acabam se envolvendo num caso de espionagem internacional, porque uma delas (Mila Kunis) namorou um espião. E “Te Peguei!” é uma correria de homens bobões que, já quarentões, ainda brincam de pega-pega. As duas histórias medíocres são variações de muitas outras – e, por coincidência, existe até um filme que junta ambas: “Gotcha!: Uma Arma do Barulho” (1985). Os dois dramas europeus também não compensam o espaço recebido em circuito limitado. “Escobar – A Traição” é praticamente um déjà vu ao contar a versão espanhola da trama melhor abordada na série “Narcos” – com Javier Bardem no papel de Pablo Escobar e Penélope Cruz como sua amante, ambos indicados ao Goya (o Oscar espanhol). Por fim, em “Gauguin – Viagem ao Taiti”, quem desperdiça talento é Vincent Cassel, competindo pela atenção do diretor Edouard Deluc, no papel-título, com a paisagem tropical – também no título. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados, com risco de acreditar no marketing e tropeçar no escuro dos cinemas. Slender Man – Pesadelo Sem Rosto | EUA | Terror As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar num monstro chamado Slender Man, decidem invocá-lo através de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma num perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece. Como a polícia não dispõe de nenhuma prova para a investigação, cabe às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura. Meu Ex É Espião | EUA | Comédia Duas melhores amigas embarcam numa atrapalhada aventura de espionagem pela Europa depois que o ex-namorado de uma delas revela-se um agente secreto caçado internacionalmente por assassinos. Te Peguei! | EUA | Comédia Um pequeno grupo de ex-colegas de classe organizam um elaborado jogo anual insano de pega-pega. Neste ano, no casamento do jogador mais invencível da trupe, eles farão de tudo para derrubá-lo. Benzinho | Brasil | Drama O filho mais velho de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe (Karine Teles) em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã (Adriana Esteves), lidar com as instabilidades do marido (Otávio Müller) e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada. Escobar – A Traição | Espanha | Drama 1981, Colômbia. Líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (Javier Bardem) é um dos maiores traficantes de cocaína para os Estados Unidos, o que faz com que governo de Ronald Reagan insista na criação de um tratado entre os dois países que permita que ele seja julgado em solo americano. Decidido a combater tal ideia, Escobar se candidata e é eleito deputado federal. Paralelamente, ele se envolve com Virginia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que não se importa em como o amante consegue sua fortuna, apenas em como o dinheiro é empregado. Gauguin – Viagem ao Taiti | França | Drama No ano de 1891, o célebre pintor francês Gauguin se exila no Taiti. Lá, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Mas, no local, acaba se afundando na selva, enfrentando a solidão, pobreza e a doença. Mas também conhece Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Onde Está Você, João Gilberto? | Alemanha, França, Suiça | Documentário Inspirado no livro “HO-BA-LA-LÁ – À Procura de João Gilberto”, do escritor alemão Marc Fischer, Georges Gachot resolve realizar o sonho do autor, e o seu também, e desembarca no Rio de Janeiro em busca de João Gilberto. Seguindo os passos de Fischer, ele não mede esforços e entra em contato com diversos amigos e parceiros do músico em sua jornada. Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava | Brasil | Documentário O longa realiza uma releitura histórica da ditadura militar no Brasil, a partir apenas de imagens oriundas de 27 filmes produzidos no período e que foram considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e mais produzido durante a década de 1970. Missão 115 | Brasil | Documentário Missão 115 foi o nome atribuído pelo DOI-CODI, órgão de repressão do exército durante a ditadura militar, a uma suposta operação de “vigilância” no Rio de Janeiro, durante um show no Riocentro. Na verdade, tratava-se de um atentado à bomba, organizado pelas forças no poder, que visava incriminar organizações de esquerda e sabotar a redemocratização do país. Mas a bomba explodiu antes da hora.

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    Clipe do filme Infiltrado na Klan revela blues inédito de Prince

    22 de agosto de 2018 /

    A Focus Features divulgou o clipe de “Mary Don’t You Weep”, música inédita de Prince que faz parte da trilha do filme “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). A música é um blues tocado ao piano, que soa triste e improvisado, todo cantado em falsete. Já o clipe, assinado pelo diretor Spike Lee, resume-se a uma edição de cenas e fotos do filme. A última imagem é uma foto de Prince e Lee juntos. Segundo Lee, Prince gravou a canção ainda nos anos 1980, em uma fita cassete. O músico morreu em abril de 2016, sem nunca tê-la lançado oficialmente. “Eu acredito que Prince queria que eu usasse essa música. Essa fita cassete estava enfiada nos fundos dos cofres de Prince em Paisley Park, e é encontrada justamente agora. Isso não foi um acidente”, disse o cineasta, em entrevista para a Rolling Stone. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que supostamente verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. Já em cartaz nos Estados Unidos, o filme só vai chegar em 22 de novembro no Brasil.

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    Barbara Harris (1935 – 2018)

    21 de agosto de 2018 /

    A atriz Barbara Harris, pioneira do teatro do improviso e indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pela comédia “O Inimigo Oculto” (1971), morreu nesta terça-feira (21/8), aos 83 anos, após uma batalha contra o câncer de pulmão. Harris morava na cidade de Scotsdale, Arizona, e não aparecia nas telas desde 1997, quando atuou em “Matador em Conflito”, com John Cusack e Minnie Driver. Estrela da Broadway, ela venceu o Tony, o prêmio máximo do teatro americano, em 1967, pela peça “The Apple Tree”, após se destacar em esquetes de improviso, como integrante dos grupos pioneiros do gênero The Compass Players, co-fundado e dirigido por seu marido Paul Sills, e seu sucessor, The Second City, de onde saiu da geração original do programa “Saturday Night Live”. Não por acaso, ela começou sua carreira cinematográfica como protagonista de adaptações de comédias teatrais, casos dos três primeiros trabalhos de sua filmografia, “Mil Palhaços” (1965), “Coitadinho do Papai, Mamãe Pendurou Você no Armário e Eu Estou Muito Triste” (1967) e “Hotel das Ilusões” (1971). E logo em seguida desempenhou o papel que lhe rendeu reconhecimento em Hollywood, como uma mulher que pode ser responsável pelo surto de um cantor pop suicida, interpretado por Dustin Hoffmann na comédia dramática “O Inimigo Oculto”. Apesar de ser reconhecida por seu talento de comediante, Harris era uma artista completa e não cansava de surpreender com sua versalidade. Um desses momentos de aparente escalação inusitada acabou resultando numa obra-prima: o clássico “Nashville” (1975), de Robert Altman. No papel da cantora aspirante Albuquerque, a atriz tinha uma cena memorável na produção, na qual acalmava a plateia de um show após um tiroteio, tocando uma música – “It Don’t Worry Me”. Harris também estrelou o último filme da carreira do cineasta Alfred Hitchcock, “Trama Macabra” (1976), na pele de Blanche Tyler, uma vidente psíquica e namorada de Bruce Dern. Mas seu filme mais famoso foi uma produção da Disney, em que encarnou uma trama que é reciclada até hoje, em remakes oficiais e “inspirações” nacionais. Em “Um Dia Muito Louco” (1976), ela contracenou com a então adolescente Jodie Foster, encarnando a mãe que trocar de lugar – e corpo – com a filha, por um dia inteiro de magia cinematográfica. Ela continuou a fazer filmes memoráveis nos anos 1980, como “Peggy Sue, Seu Passado a Espera” (1986), de Francis Ford Coppola, e “Os Safados” (1988), ao lado de Steve Martin e Michael Caine. Mas logo após este filme, saiu de cena, voltando apenas para se despedir, nove anos depois, com uma pequena participação em “Matador em Conflito”. Há poucos anos, Harris esclareceu os motivos de seu sumiço. “Eu costumava tentar fazer pelo menos um filme por ano, mas sempre escolhia aqueles que achava que iam fracassar, porque não queria lidar com a fama”, comentou, em entrevista ao jornal Phoenix New Times. Mesmo avessa à fama, ela acabou encontrando muito sucesso. A atriz passou os seus últimos anos ensinando atuação em Scotsdale. “Eu não sinto falta de atuar”, disse. “Eu acho que a única coisa que me fazia querer atuar era o grupo de pessoas com quem trabalhei no começo da minha carreira”, contou, referindo-se ao teatro de improviso. “Eu gostava mais do ensaio do que das filmagens. Eu amava o processo, e ressentia ter que apresentar uma performance para o público. Não era interessante”.

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    Roma: Trailer legendado do novo filme de Alfonso Cuarón vai de cenas épicas a tom intimista em preto e branco

    16 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou uma foto oficial de bastidores e o primeiro trailer legendado de “Roma”, novo filme do diretor mexicano Alfonso Cuarón – e o primeiro após vencer o Oscar por “Gravidade”. O título não diz respeito à cidade italiana, mas a um bairro classe média da Cidade do México, onde trabalha a protagonista. Rodada em preto e branco, a prévia altera momentos intimistas com cenas épicas de revolta popular, ao acompanhar Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), empregada doméstica que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. A sinopse oficial define o filme como “uma homenagem de Cuarón às mulheres que o criaram” e como o seu “projeto mais pessoal até hoje”. Cuarón não fazia um filme no México há 17 anos, desde “E Sua Mãe Também” (2001). “Roma” terá première mundial no Festival de Veneza, será exibido nos festivais de Toronto, Nova York e ainda deve estrear em circuito limitado de cinemas – regra para disputar o Oscar – , antes de chegar no serviço de streaming. A data do lançamento na Netflix ainda não foi definida.

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    John Travolta e Olivia Newton-John voltam a dançar juntos em homenagem aos 40 anos de Grease

    16 de agosto de 2018 /

    O ator John Travolta e a cantora Olivia Newton-John voltaram a se encontrar na noite de quarta-feira (15/8), durante uma homenagem aos 40 anos do clássico “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”. Mais que se juntar para lembrar os velhos tempos, os intérpretes de Danny Zucko e Sandy Olsson reviveram passos de dança do musical para a imprensa, no Samuel Goldwyn Theater, em Beverly Hills, durante o evento especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. “Nós fizemos algo que mudou as nossas vidas com esse filme”, definiu Newton-John em entrevista à revista People. “Na estreia, em 1978, você podia sentir essa energia de que algo incrível estava acontecendo. Eu me sinto muito grata de ter feito parte disso, e de ter trabalhado com John. Somos bons amigos até hoje”. “Quando você divide esse tipo de sucesso – e nada do que eu fiz até hoje excedeu a resposta que tive com ‘Grease’ – você cria um vínculo inegável com alguém”, disse Travolta. “Desde 1978, Olivia teve uma filha, se divorciou, perdeu uma irmã. Eu me casei, tive filhos, muitas outras coisas. Nós passamos por tudo isso juntos”, acrescentou, sem mencionar as tragédias pessoais de sua vida. Em “Grease”, Olivia interpretava a “boa moça” Sandy, que se apaixonada pelo “bad boy” Danny durante as férias de verão. Mas quando os dois voltam às aulas e descobrem que estudam no mesmo colégio, Danny precisa decidir se o romance foi real ou se cede à pressão dos colegas para perpetuar a imagem de rebelde sem namorada boazinha. A solução do final foi bem subversiva para a época, com Sandy deixando a imagem de santinha para trás, juntando-se à turma das “bad girls”, enquanto todo o elenco celebra os novos termos de igualdade do casal. Travolta e Newton-John não foram os únicos membros do elenco que compareceram à homenagem em Beverly Hills. Didi Conn (a Frenchy do filme) e Barry Pearl (Doody), além do diretor Randal Kleiser, também marcaram presença. Tanto Conn quando Pearl fizeram pontas no remake televisivo “Grease Live!”, lançado em 2016. A produção, elogiada pela crítica, venceu cinco Emmys. Já o principal coadjuvante do filme, Jeff Conaway, faleceu em 2011. Veja abaixo fotos da dancinha de Danny e Sandy, 40 anos depois, e um vídeo do jornal Daily Mail com entrevistas do casal, dos coadjuvantes e do diretor de “Grease”.

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    Remake do clássico Papillon ganha trailer legendado

    15 de agosto de 2018 /

    Com uma diferença de “apenas” três meses em relação aos Estados Unidos, a Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer oficial legendado do remake de “Papillon” (1973), drama clássico de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Não que haja muita expectativa para a nova versão, que tem os papéis principais desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”) e Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam a pesar as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem chamar muita atenção. Mesmo assim, vale destacar que a produção vem contando com boa vontade dos críticos mais jovens, que, como o público-alvo, não viram o original. A estreia no Brasil está marcada somente para 4 de outubro.

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