Cineasta Werner Herzog vai gravar série na Amazônia
O cineasta alemão Werner Herzog se prepara para voltar à Amazônia com um novo projeto. Ele está desenvolvendo a série “Fordlandia”, sobre a fracassada tentativa do milionário americano Henry Ford de instaurar uma cidade-modelo no interior do Pará nos anos 1920. A produção ainda está na fase de roteiro, mas Herzog já definiu que gravará em locações amazônicas. “De alguma forma, meu coração está em casa na floresta”, Herzog disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, na qual confirmou o projeto. Ele já fez duas obras-primas na Amazônia: “Aguirre, a Cólera dos Deuses” (1972) e principalmente “Fitzcarraldo” (1982), sobre um maluco que queria fazer uma ópera na floresta e cuja filmagem se tornou uma espécie de “Apocalypse Now” tropical. Um documentário sobre a produção, “Burden of Dreams” (1982), registrou “o horror, o horror” dos bastidores, que incluem diversos acidentes que incapacitaram e até vitimaram parte da equipe, sem esquecer que o set foi incendiado. Mas o mais impressionante foi a decisão de materializar a trama na prática, já que não existiam efeitos computadorizados, fazendo um navio de 300 toneladas ser arrastado montanha acima na floresta. Ao final, Herzog disse ao documentarista de “Burden of Dreams” que não pretendia “fazer filmes nunca mais”. “Devo ir direto para um manicômio”, completou. Para o novo projeto também não faltarão histórias. As de Henry Ford e seus trabalhadores brasileiros, ao menos, são riquíssimas, com direito à introdução do hambúrguer no Brasil, pragas devastadoras da floresta, revolta popular, intervenção do exército brasileiro e prejuízo de milhões de dólares após duas décadas de derrotas para a natureza tropical. Atualmente, o local é conhecido como uma “cidade fantasma”. Não há previsão para o começo das gravações de “Fordlandia”. Mas Herzog poderá ser visto em breve em outra série. Ele faz parte do elenco de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus).
Martin Scorsese pode juntar Leonardo DiCaprio e Robert De Niro em seu próximo filme
O diretor Martin Scorsese já começou a escolher locações para seu próximo filme, “Killers of the Flower Moon”. Ele postou fotos desse trabalho em seu Instagram, registrando imagens do interior de Oklahoma, nos Estados Unidos. E conforme as filmagens se aproximam, os boatos sobre o elenco ganham mais força. Segundo apurou o site Deadline, a produção pode ser a primeira a juntar os dois atores favoritos do diretor, Leornardo DiCaprio, já confirmado no elenco, e Robert De Niro, que negocia sua participação. Caso De Niro assine o contrato, será o segundo longa seguido que ele fará com Scorsese, após um hiato de 25 anos nas colaborações da dupla. O ator é o protagonista de “O Irlandês”, que Scorsese filmou com produção da Netflix e que foi selecionado para abrir o Festival de Nova York, em 27 de setembro. DiCaprio virou o favorito do diretor após estrelar “Gangues de Nova York” em 2002 e “Killers of the Flower Moon” será o sexto filme compartilhado pelos dois. A produção é baseada no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) desde então. A trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908.
Peaky Blinders: Trailer da 5ª temporada acrescenta política aos crimes da “melhor série britânica”
A rede BBC divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Repleto de explosões e tiros, mas também politicagem, a prévia aprofunda a jornada de Tommy Shelby (Cillian Murphy) e apresenta um novo personagem à trama: um político carismático de direita vivido por Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e seu elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios, que ainda não têm previsão de estreia. A série já se encontra renovada para sua 6ª temporada.
Brad Pitt e Emma Stone negociam estrelar novo filme do diretor de La La Land
Os atores Brad Pitt (“Guerra Mundial Z”) e Emma Stone (“A Favorita”) estão negociando estrelar “Babylon”, o próximo filme do diretor Damien Chazelle (“O Primeiro Homem”). Stone retomaria a parceria bem-sucedida com o diretor após “La La Land” lhe render o Oscar de Melhor Atriz, e Pitt retomaria o tema de “Era uma Vez em Hollywood”, vindouro filme de Quentin Tarantino, que compartilha características de “Babylon”. O novo longa de Chazelle também será passado nos bastidores da indústria americana de cinema, mas nos anos 1920. Chazelle pretende recriar os primórdios de Hollywood em grande estilo, e busca o maior orçamento de sua carreira para as filmagens. Por isso, escreveu o roteiro antes de buscar um estúdio interessado em bancar a produção. Ele já recebeu propostas da Lionsgate, que produziu “La La Land”, e da Paramount. “Babylon” deve se concentrar no período da transição do cinema mudo para o falado, que aconteceu em 1927, e trará uma mistura de personagens reais e fictícios. Além desse projeto, Chazelle também está trabalhando em sua primeira série, “The Eddy”, desenvolvida para a Netflix. O diretor pretende começar filmagens de “Babylon” após finalizar a produção para o serviço de streaming.
Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio oficializam nova parceria com filme sobre massacre de tribo indígena
A Paramount anunciou ter assumido a produção do próximo filme que juntará o diretor Martin Scorsese e o astro Leonardo DiCaprio. Após considerarem três projetos diferentes, a produção de “Killers of the Flower Moon” ganhou a preferência e foi selecionada para sair do papel. Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver o projeto há três anos, junto com “The Devil in the White City”, sobre um serial killer do século 19, e “Roosevelt”, a cinebiografia do ex-presidente Theodore Roosevelt. As duas últimas foram descartadas por enquanto. “Killers of the Flower Moon” é baseado no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”. Veja a capa abaixo. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) desde então. A trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Quando li o livro de David Grann, imediatamente comecei a vê-lo – as pessoas, as configurações, a ação – e eu sabia que tinha que transformar isso em um filme”, disse Scorsese em um comunicado sobre o projeto. “Estou muito empolgado por trabalhar com Eric Roth e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa história americana verdadeiramente inquietante para a tela”, acrescentou ele. Será a sexta parceria entre o diretor e DiCaprio, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). A data de estreia não foi revelada, mas as primeiras mortes do genocídio americano completarão 100 anos em 2021.
Popeye ganha nova série animada para celebrar seus 90 anos. Veja o primeiro episódio
“Pica-Pau” não é o único desenho clássico que está ganhando novos episódios no YouTube. “Popeye” também estreou nova série. Mas, ao contrário do desenho do passarinho, o personagem foi bastante modificado, virando mais politicamente correto, como pode ser visto no primeiro capítulo do revival abaixo. Para começar, o marinheiro rejuvenesceu. No lugar da careca, aparecem cabelos loiros. Ele também não fuma. Seu pito virou apito. O espinafre que lhe dá força é orgânico. E nem Olivia Palito se limita a ser a donzela em apuros. Ela ajuda o herói na luta contra o eterno vilão Brutos. A iniciativa tem o objetivo de comemorar os 90 anos do marinheiro, que será celebrado em 17 de janeiro, dia que marca a primeira aparição de Popeye nos quadrinhos, desenhado por E.C. Seger (Elzie Crisler Segar) em 1929. O personagem fez bastante sucesso logo de cara, mas só virou um fenômeno quando ganhou versão animada em 1933 pelo estúdio de Max Fleischer. Não demorou a se tornar o cartoon mais popular do estúdio, ganhando 109 curtas – e outra centena completa de um novo estúdio após a 2ª Guerra Mundial. Desde então, teve diversas encarnações na televisão, mas apenas um filme com atores: lançado em 1980, com Robin Williams no papel-título, em seu primeiro papel no cinema. O título original do canal no YouTube, “Popeye and Friends”, é o mesmo de uma série animada dos anos 1970, mas o novo desenho é inspirado pelo cinema mudo, com muitas gags físicas e nenhuma fala, apenas risos e ruídos. Outra produção animada, criada com computação gráfica para o cinema, está atualmente em desenvolvimento e deve ser lançada em 2019.
Peaky Blinders: Personagem de Sam Claflin ganha primeira foto
A BBC divulgou a primeira foto de Sam Claflin (“Vidas à Deriva”) caracterizado como seu personagem na série “Peaky Blinders”. Ele viverá um político na 5ª temporada da produção, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores dos Estados Unidos. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político carismático (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue que dá nome à produção. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.
Chris Pratt pode estrelar novo filme baseado na série clássica O Santo
O ator Chris Pratt pode acrescentar mais uma franquia em sua filmografia. O astro de “Guardiões da Galáxia” e “Jurassic World” estaria negociando estrelar um novo filme de “O Santo”, baseado na famosa série homônima britânica dos anos 1960. A Paramount Pictures, dona dos direitos cinematográficos da obra, estaria planejando um longa com a produção de Lorenzo di Bonaventura, responsável pelo primeiro “Transformers” e, recentemente, “Megatubarão” e “Maze Runner”. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o personagem surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua popularidade à série da década 1960, estrelada por Roger Moore. Seu sucesso acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, O Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entra em cena e o faz rever seus pecados. Por enquanto, a nova versão ainda está em estágios iniciais e não há maiores informações sobre o rumo da trama ou da equipe encarregada de resgatar o Santo do limbo criativo. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Mickey ganha bolo gigante em curta animado de seu aniversário
Mickey Mouse completou 90 anos no domingo (18/11), mas pediu para que não fizessem muita festa, porque tem horror de surpresas. Um medo patológico mesmo, como revela o novo curta animado do personagem, disponibilizado com dublagem em português no canal oficial da Disney brasileira no YouTube. Tudo o que ele quer é um bolo simples. Só que seus amigos, liderados por Minnie, resolvem lhe dar um bolo gigante. E isso logicamente vira uma ameaça apocalíptica. Veja abaixo a catástrofe animada. Intitulado “Surpresa!”, o desenho foi escrito e dirigido por Clay Morrow e Paul Rudish, que trabalharam juntos na série “O Laboratório de Dexter”. O vídeo tem oito minutos, um a menos que “O Vapor de Willie”, que inaugurou a carreira do ratinho criado por Walt Disney e Ub Iwerks em 1928. Saiba mais sobre a origem de Mickey aqui.
Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop
Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.
Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio retomarão parceria com filme sobre massacre de tribo indígena nos anos 1920
O diretor Martin Scorsese e o astro Leonardo DiCaprio finalmente definiram sua próxima colaboração. Após considerarem três projetos diferentes, a produção de “Killers of the Flower Moon” ganhou a preferência. Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver o projeto há dois anos, junto com “The Devil in the White City”, sobre um serial killer do século 19, e “Roosevelt”, a cinebiografia do ex-presidente Theodore Roosevelt. Será a sexta parceria da dupla, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). “Killers of the Flower Moon” é baseado no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro, publicado no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”, foram adquiridos em 2016 por US$ 5 milhões e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) desde então. A trama envolve o massacre da tribo de indígenas Osage Nation, nos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Quando li o livro de David Grann, imediatamente comecei a vê-lo – as pessoas, as configurações, a ação – e eu sabia que tinha que transformar isso em um filme”, disse Scorsese em um comunicado sobre o projeto. “Estou muito empolgado por trabalhar com Eric Roth e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa história americana verdadeiramente inquietante para a tela”, acrescentou ele. A data de estreia não foi revelada, mas as primeiras mortes do genocídio americano completarão 100 anos em 2021.
Sam Claflin entra na 5ª temporada de Peaky Blinders
Depois do anúncio da contratação de Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), o elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders” teve diversos novos integrantes confirmados, entre eles outro ator famoso, Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Os demais incluem e Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”), Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”), Emmett J Scanlan (“Safey”), Elliot Cowan (“Krypton”), Charlene McKenna (“Ripper Street”), Andrew Koji (“The Inocentes”) e Daryl McCormack (“Vikings”). Nenhuma descrição de personagem do novo elenco foi divulgada. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.
Anya Taylor-Joy entra na 5ª temporada da série Peaky Blinders
A rede BBC anunciou que Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) entrou no elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders”. E o anúncio já veio acompanhado de uma foto da atriz caracterizada como sua personagem. Veja abaixo. Não foi divulgado qual será o papel da atriz, mas ela declarou ao site Deadline que “não poderia estar mais animada em me juntar a um grupo tão talentoso de pessoas”. “Mal posso esperar para interpretar esse personagem”, acrescentou. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida. .@anyataylorjoy welcome to Birmingham. #PeakyBlinders @ThePeakyBlinder Photo by: Anthony Byrne pic.twitter.com/1fGoOpzwdk — BBC One (@BBCOne) October 12, 2018









