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  • Filme

    Anima Mundi 2018 transforma a crise em arte animada

    21 de julho de 2018 /

    O Festival Anima Mundi começa sua 26ª edição neste sábado (21/7) no Rio de Janeiro com recorde de inscritos. Exibindo cerca de 576 produções de mais de 40 países até o dia 29, o evento trará muitos atividades, entre elas, pela primeira vez, um espaço para a “imersão” nos filmes de realidade virtual (VR, na sigla em inglês). A tecnologia é a grande novidade do evento, mas a maioria das obras selecionadas falam de temas conhecidos do mundo real: as grandes crises humanitárias do século 21, como as questões de imigração, refugiados, racismo e repressão policial. Entre os longas em competição, há “Wall”, do canadense Cam Christiansen, sobre o muro erguido entre Israel e Cisjordânia, e o premiadíssimo “The Breadwinner”, da irlandesa Nora Towmey, sobre uma menina afegã perseguida pelo Talibã, que se disfarça de menino para sustentar a família – concorreu ao Oscar e tem a atriz Angelina Jolie como produtora executiva. Entre os curtas, há o francês “Riot”, de Frank Ternier, sobre a reação de vizinhos diante do assassinato de um morador negro pela polícia. Mas há espaço também para fábulas, como no curta “Take Rabbit”, do britânico Peter Peake — que já disputou o Oscar com “Humdrum” (1999) – e o longa brasileiro “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto Dias. Este tem uma história bem original, acompanhando um menino encarregado de encontrar a cura para uma doença contraída por quem leva sustos. A produção nacional comparece com 108 títulos, que concorrerão a uma premiação especial do cineasta Carlos Saldanha, indicado ao Oscar 2018 por “O Touro Ferdinando”. O diretor vai premiar o melhor curta brasileiro e estudantes de animação que participam da mostra competitiva. Considerado o maior festival de animação da América Latina, deste 2012 o Anima Mundi pré-qualifica o trabalho premiado como Melhor Curta ao Oscar da categoria. A programação do evento segue para São Paulo em 1º de agosto, onde se estenderá até o dia 5 do próximo mês.

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  • Série

    Sociedade Brasileira de Pediatria ataca animação de drag queens da Netflix em defesa das “futuras gerações”

    19 de julho de 2018 /

    Não bastassem os conservadores americanos, agora a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) quer que a Netflix cancele o lançamento da animação “Super Drags”, que mostrará drag queens super-heroínas. A alegação, acreditem, é que a produção adulta seria imprópria para o público infantil. Em nota destinada “a médicos e à sociedade”, publicada em seu site oficial, a SBP ataca o que chama de “linguagem infantil” usada pela série inédita: “A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”. Sem mencionar a Netflix ou o nome da série, a entidade diz que “vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”. E “apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”. O comunicado ainda critica o fim da Classificação Indicativa, decretado em sentença do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou inconstitucional o dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que estabelece multa e suspensão às emissoras de rádio e TV que exibirem programas em horário diverso do autorizado pela classificação indicativa. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e será a primeira animação brasileira a ser produzida pela empresa, com cinco episódios. E, por enquanto, o único material da produção revelado foi um teaser, de 27 segundos. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos durante o dia e, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Isto tem sido considerado suficiente para a emissão de notas de repúdio. A Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão) também está atacando a produção, e iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira nos Estados Unidos. Sua alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. Ao menos, o preconceito do grupo cristão americano é assumido e justificado por cultura religiosa. Já os médicos brasileiros apelam para discurso científico, embora o subtexto seja o mesmo. Neste caso, a preocupação teria maior legitimidade se listasse outras séries animadas adultas do serviço de streaming, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Estas lidam com sexo e drogas, algo que “Super Drags” não parece tocar, ao menos nos 27 segundos que tanto “preocuparam”. Considerar que toda animação é feita para crianças também é presunção antiquada, da época que os bichinhos falantes, drogados e sexualmente ativos de “O Gato Fritz” ainda causavam polêmica – lá em 1972 – , e não tem sido usado mais em argumentos desde a estreia da faixa Adult Swim, com desenhos adultos, no canal de animação Cartoon Network, no “raiar” do século 21. Neste século tão cheio de inovações, empresas de streaming como a Netflix disponibilizam para seus usuários a opção de controle parental, que permite aos pais controlar quais títulos seus filhos têm acesso. É bem mais simples, na verdade, que bula de remédio e não precisa de receita. Além disso, como animação adulta, “Super Drags” não será disponibilizada na seção Netflix Kids da plataforma. Mesmo assim, vale observar que “Super Drags” ainda não foi finalizada e, por isso, não se sabe até o momento qual será sua classificação indicativa. Precipitação é um sintoma característico de preconceito, uma doença social da qual, infelizmente, nem médicos são imunes.

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  • Filme

    Bingo – O Rei das Manhãs lidera indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018

    19 de julho de 2018 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) divulgou a lista dos indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018, nome pomposo para o troféu Grande Otelo (o “Oscarito” do cinema nacional). E “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende, lidera com folga a relação, ao somar 15 nomeações, cinco a mais que os filmes que aparecem logo abaixo, “A Glória e a Graça”, de Flávio Tambellini, e “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky. “Bingo” foi o filme escolhido para representar o Brasil na disputa de uma vaga de Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2018. Ele foi selecionado por uma comissão escolhida, justamente, pela ABC. Portanto, a surpresa seria se não tivesse esse destaque. A disputa deste ano reúne no total 36 longas e 20 curtas nacionais, além de 5 longas estrangeiros, que concorrem em 25 categorias. Uma das curiosidades desta edição é o aumento expressivo de filmes na categoria Melhor Longa-Metragem de Animação, que pela primeira vez atinge a quantidade de cinco indicados. O crescimento reflete a repercussão da indicação de “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, ao Oscar em 2016, além da grande visibilidade internacional obtida por diversas premiações no tradicional Festival de Annecy, na França, que chegou a homenagear a produção brasileira em sua edição mais recente, realizada em junho. Além de premiar os melhores de 2017, a cerimônia também homenageará a atriz Fernanda Montenegro, que celebra 75 anos de carreira. “A Academia representa todas as gerações de cineastas, desde a turma do Cinema Novo até diretores jovens que vêm se destacando nos últimos anos. E os indicados para o prêmio refletem essa pluralidade em longas de ficção dos mais diversos gêneros, documentários, curtas-metragens e filmes de animação em geral”, diz em comunicado o presidente da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Peregrino, eleito no mês passado. O cargo estava vago desde a morte de Roberto Farias, em maio. Assim como no Oscar, os vencedores do Grande Otelo (Oscarito) são escolhidos pelos sócios da Academia, mas algumas categorias são abertas à votação pública – Melhor Longa-Metragem de Ficção, Melhor Longa-Metragem de Documentário e Melhor Longa-Metragem Estrangeiro. Por fim, como já virou tradição (piada tradicional), a cerimônia que definirá os melhores de 2017 será realizada no final de 2018, quando a lembrança dos candidatos já tiver esvanecido, embaralhada com a de lançamentos recentes – o que também faz com que “La La Land”, premiado no Oscar retrasado, ainda esteja no páreo. O evento deste ano acontecerá no dia 18 de setembro, na Cidade das Artes, no Rio, com transmissão ao vivo pelo Canal Brasil. Confira abaixo a lista completa dos indicados. MELHOR FILME A Glória e a Graça Bingo – O Rei das Manhãs Como Nossos Pais Era o Hotel Cambridge Gabriel e a Montanha MELHOR DOCUMENTÁRIO Cora Coralina – Todas as Vidas Divinas Divas No Intenso Agora Pitanga Um Filme de Cinema MELHOR COMÉDIA Divórcio Fala Sério, Mãe! La Vingança Malasartes e o Duelo com a Morte Os Parças MELHOR ANIMAÇÃO As Aventuras do Pequeno Colombo Bruxarias Bugigangue no Espaço Historietas Assombradas – O Filme Lino MELHOR FILME INFANTIL D.P.A. – O Filme Um Tio Quase Perfeito MELHOR DIREÇÃO Daniel Rezende (Bingo – O Rei das Manhãs) Daniela Thomas (Vazante) Eliane Caffé (Era o Hotel Cambridge) Fellipe Barbosa (Gabriel e a Montanha) Laís Bodanzky (Como Nossos Pais) MELHOR ATRIZ Carolina Ferraz (A Glória e a Graça) Caroline Abras (Gabriel e a Montanha) Dira Paes (Redemoinho) Leandra Leal (Bingo – O Rei das Manhãs) Maria Ribeiro (Como Nossos Pais) Marjorie Estiano (Entre Irmãs) MELHOR ATOR Alexandre Nero (João, o Maestro) Irandhir Santos (Redemoinho) Jesuíta Barbosa (Malasartes e o Duelo com a Morte) João Pedro Zappa (Gabriel e a Montanha) Vladimir Brichta (Bingo – O Rei das Manhãs) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Ana Lucia Torre (Bingo – O Rei das Manhãs) Camilla Amado (Redemoinho) Clarisse Abujamra (Como Nossos Pais) Letícia Colin (Entre Irmãs) Sandra Corveloni (A Glória e a Graça) MELHOR ATOR COADJUVANTE Augusto Madeira (Bingo – O Rei das Manhãs) Cesar Mello (A Glória e a Graça) Cláudio Jaborandy (Entre Irmãs) Fabricio Boliveira (Vazante) Felipe Rocha (Como Nossos Pais) Jorge Mautner (Como Nossos Pais) Selton Mello (O Filme da Minha Vida) MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Divinas Divas Vazante Era o Hotel Cambridge As Duas Irenes Como Nossos Pais Bingo – O Rei das Manhãs Joaquim A Glória e a Graça MELHOR ROTEIRO ADAPTADO D.P.A. – O Filme Entre Irmãs O Filme da Minha Vida Real – O Plano por Trás da História Redemoinho MELHOR FOTOGRAFIA Bingo – O Rei das Manhãs Soundtrack A Glória e a Graça Vazante O Filme da Minha Vida MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Bingo – O Rei das Manhãs Entre Irmãs Era o Hotel Cambridge João, o Maestro O Filme da Minha Vida MELHOR FIGURINO Bingo – O Rei das Manhãs Como Nossos Pais Entre Irmãs O Filme da Minha Vida Vazante MELHOR MAQUIAGEM A Glória e a Graça Bingo – O Rei das Manhãs João, o Maestro Malasartes e o Duelo com a Morte O Filme da Minha Vida MELHORES EFEITOS VISUAIS Bingo – O Rei das Manhãs Joaquim Malasartes e o Duelo com a Morte O Rastro Soundtrack MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO A Glória e a Graça Bingo – O Rei das Manhãs Como Nossos Pais Era o Hotel Cambridge João, o Maestro MELHOR MONTAGEM DE DOCUMENTÁRIO Divinas Divas No Intenso Agora Pitanga Quem é Primavera das Neves Waiting for B MELHOR SOM A Glória e a Graça Bingo – O Rei das Manhãs Divinas Divas João, o Maestro Memória em Verde e Rosa O Filme da Minha Vida MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL A Glória e a Graça Bingo – O Rei das Manhãs Como Nossos Pais Gabriel e a Montanha O Filme da Minha Vida MELHOR TRILHA SONORA Beduino João, o Maestro Malasartes e o Duelo com a Morte Memória em Verde e Rosa Pitanga Um Filme de Cinema MELHOR FILME ESTRANGEIRO Blade Runner 2049 Dunkirk Eu, Daniel Blake La La Land – Cantando Estações Uma Mulher Fantástica MELHOR CURTA ANIMADO Animais O Violeiro Fantasma Peleja do Sertão Sob o Véu da Vida Oceânica Torre Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica MELHOR CURTA DOCUMENTÁRIO Bambas Borá Candeias Em Busca da Terra Sem Males O Golpe em 50 Cortes ou a Corte em 50 Golpes O Quebra-Cabeça de Sara Ocupação do Hotel Cambridge MELHOR CURTA A Passagem do Cometa Chico De Tanto Olhar o Céu, Gastei Meus Olhos Nada Tentei The Beast Vaca Profana

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  • Filme

    Estreias: Uma Quase Dupla e Ilha dos Cachorros chegam aos cinemas

    19 de julho de 2018 /

    Em tempo de férias escolares e de animações na liderança das bilheterias, “Ilha dos Cachorros” seria a estreia mais pertinente da semana. Mas infelizmente não tem um lançamento a altura. Nesta quinta (19/7) com apenas sete novidades nos cinemas, o lançamento mais amplo é da comédia brasileira “Uma Quase Dupla”, que mesmo assim chega em 369 salas – “apenas” mil salas a menos que “pré-estreia” de blockbuster americano recente. Versão tabajara das comédias de duplas de “tiras”, “Uma Quase Dupla” traz Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) como uma policial durona de cidade grande, que é forçada a fazer parceria com um policial delicado de cidade pequena, interpretado por Cauã Reymond (“Reza a Lenda”). Juntos, eles arrebentam portas, se estapeiam, revisam piadas do antigo “Zorra Total” e levam tombos gratuitos. Esta variação nacional de “Chumbo Grosso” (2007) tem direção de Marcus Baldini (de “Bruna Surfistinha” e “Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou”). Já “Ilha dos Cachorros” é a obra que abriu o Festival de Berlim em fevereiro passado, rendeu o troféu de Melhor Direção a Wes Anderson e, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, deve disputar o Oscar na categoria de Animação. Apesar disso, está sendo tratada com grande descaso no Brasil, último país do mundo em que chega aos cinemas, com distribuição em circuito intermediário e depois de seu lançamento em Blu-ray nos Estados Unidos. Do que se trata: segunda animação da carreira de Anderson, após “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), a trama apresenta um futuro distópico em stop-motion, onde uma epidemia de gripe canina levou um político corrupto a isolar todos os cachorros numa ilha do Japão. Lá, os animais precisam lutar por restos de comida no lixo. Isto não impede um garotinho de ir até o local para tentar resgatar seu animalzinho de estimação e sensibilizar os demais cachorros a ajudá-lo na busca. O problema é que, como eles falam inglês, não entendem o que diz o menino japonês. Comédia para fãs de basquete, “Tio Drew” é o outro filme americano da programação. Traz o astro da NBA Kyrie Irving no papel do título, maquiado como “Vovô Sem Vergonha”, para parecer um velhinho que joga basquete como um atleta novinho. E quando um técnico que investiu todo seu dinheiro num time amador vê o talento de Drew, resolve transformá-lo em seu principal jogador. Mas Drew tem seu próprio time, e escala para jogar consigo os veteranos Shaquille O’Neal e Reggie Miller, entre outros “Vovô…Zonos”. É uma grande bobagem, que nasceu como comercial Pepsi-Cola. O personagem Tio Drew surgiu numa campanha do refrigerante de 2012 e o filme foi integrando na campanha de 2018. Como se sabe que beber refrigerante faz mal à saúde, a trama pode até servir de alerta não intencional, ao mostrar que um atleta como Irving vira velho da noite pro dia após abusar de Pepsi-Cola. Mas os gênios do marketing não devem ter pensado nisso quando investiram nessa produção. O destaque do circuito limitado é o drama francês “Orgulho”. Dirigido pelo ator israelense Yvan Attal (“Munique”), analisa o racismo no ambiente acadêmico, ao mostrar um renomado professor de Direito (o veterano Daniel Auteuil, de “Cache”) que ofende uma estudante imigrante de sua classe. Em vez de ser demitido, o professor recebe um “castigo”: ajudar a jovem a se preparar para um concurso de eloquência. A questão conduz a outro dilema ético: ela vai se sujeitar a trabalhar com seu torturador e ele, por acaso, não aproveitará a oportunidade para retomar seus comentários racistas? O fiel da balança é que, caso a aluna se recuse, o professor será demitido. Mas ela não sabe disso. Camélia Jordana, que vive a estudante, venceu o César (o Oscar francês) de Revelação do ano por seu papel. Os outros filmes são produções europeias medianas. O drama francês “Primavera em Casablanca” é uma antologia de intolerância, com cinco narrativas que formam um “Crash” marroquino. Melhor, o austríaco “Egon Schiele – Morte e a Donzela” é uma cinebiografia sexy do pintor do famoso quadro “Morte e a Donzela” com muitas modelos nuas. Por fim, o documentário sueco “Bergman – 100 Anos” celebra a carreira do cineasta Ingmar Bergman no ano do centenário de seu nascimento. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para ficar por dentro das estreias da semana nos cinemas. Ilha dos Cachorros | EUA | Animação Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo. Como não aceita se separar do cachorro Spots, Atari convoca os amigos, rouba um jato em miniatura em parte em busca de seu fiel amigo, aventura que transforma completamente a vida da cidade. Uma Quase Dupla | Brasil | Comédia Quando uma série de assassinatos abala a bucólica rotina da cidade de Joinlândia, o calmo e pacato subdelegado Claudio (Cauã Reymond) recebe a ajuda da destemida e experiente investigadora Keyla (Tatá Werneck) nas investigações. No entanto, a diferença de ritmo e a falta de química dos dois só atrapalha a solução do misterioso caso. Tio Drew | EUA | Comédia Dax (Lil Rel Howery) é um grande fã de basquete, que atua como técnico de um time amador. Ele decide gastar todas as suas economias para garantir a presença de sua equipe em um campeonato de basquete de rua realizado no Harlem, em Nova York, de olho no prêmio de US$ 100 mil ao vencedor. No entanto, após uma série de eventos desastrosos, ele perde o controle do grupo e precisa urgentemente formar uma nova equipe. Para resolver o problema, ele recruta uma grande lenda do esporte, o incrível tio Drew (Kyrie Irving), que está aposentado há anos. Com um novo time repleto de setentões, Dax acredita que finalmente conseguirá alcançar uma vitória em sua carreira esportiva. O Orgulho | França | Drama Neïla Salah (Camélia Jordana), moradora do subúrbio de Paris, quer ser advogada e desde o primeiro dia de aula na universidade entra em confronto com Pierre Mazard (Daniel Auteuil), veterano professor conhecido por seus ataques explosivos de preconceito e arrogância. Filmado pelos alunos fazendo comentários extremamente grosseiros e racistas, ele é desafiado a preparar Neïla para vencer um concurso acadêmico de retórica em troca de uma segunda chance de seus superiores. As diferenças são muitas, assim como é enorme a quantidade de ensinamentos que um pode oferecer ao outro – caso consigam se entender. Primavera em Casablanca | França | Drama Cinco histórias separadas, uma ambientada na década de 1980, nas montanhas do Atlas, e as outras nos dias atuais, em Casablanca, Marrocos. No entanto, a distância temporal dessas narrativas não impede que a intolerância, a ignorância e a dificuldade em aceitar as diferenças, sejam as mesmas em todas elas. Egon Schiele – Morte e a Donzela | Áustria | Drama Egon Schiele foi um dos artistas mais provocativos de Viena no início do século 20. O jovem talentoso e sedutor conduziu sua vida e obra de acordo com as mulheres que o cercavam: Gerti, sua irmã mais nova e primeira musa, e Wally, paixão de sua vida, imortalizada na famosa pintura “Morte e a Donzela”. Causador de escândalos sociais, ele atraiu a atenção de artistas ousados como Gustav Klimt. Bergman – 100 anos | Suécia | Documentário Em 2018, o diretor sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007, teria completado 100 anos. Este documentário resgata a obra monumental do cineasta, autor de filmes como “O Sétimo Selo”, “Morangos Silvestres”, “Persona”, “Gritos e Sussurros”, “Luz de Inverno”, “O Ovo da Serpente” e “Fanny e Alexander”. O foco é o ano de 1957, quando Bergman lança dois filmes, filma mais dois, dirige um telefilme e quatro peças de teatro. Conversando com atores, colaboradores, críticos e historiadores, o filme traça o retrato de um homem obsessivo, instável, difícil de lidar, mas ao mesmo tempo um dos maiores artistas da história da Suécia, e também o primeiro diretor a receber a “Palma das Palmas” no festival de Cannes.

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  • Série

    Nova versão da série animada de She-Ra revela primeiras imagens

    16 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da nova série da heroína animada “She-Ra”, que vai ganhar um remake exclusivo para o serviço de streaming. Como mostram as prévias, a princesa do poder vai voltar com novo visual, que lembra desenhos japoneses. Mas se trata mesmo de uma produção americana da DreamWorks Animation, realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”. Sucesso dos anos 1980, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A série será dublada em inglês por diversos atores conhecidos, como Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título original de “She-Ra and the Princess of Power”, a atração tem previsão de estreia na Netflix para setembro.

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  • Filme

    Animação Pato Pato Ganso ganha trailer dublado em português

    15 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado da animação “Pato Pato Ganso“, que acompanha um ganso folgado que não quer saber de responsabilidades, até se acidentar num voo e se ver às voltas com um par de pequenos patinhos. Precisando unir forças, o trio inesperado inicia uma jornada pouco convencional para o Sul. “Pato Pato Ganso“ marca a estreia na direção de Christopher Jenkins, que foi animador de clássicos da Disney, como “O Rei Leão” e “A Bela e a Fera”, e também escreveu “Tá Dando Onda”. As vozes em inglês incluem Jim Gaffigan (série “My Boys”) como o ganso Peng, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a patinha Chi e Lance Lim (série “Escola do Rock”) como o patinho Chao, além de Stephen Fry (“Alice Através do Espelho“) e Carl Reiner (“Onze Homens e um Segredo”), entre outros. Para ouvir essas vozes, confira também o trailer americano abaixo, já que a Netflix Brasil só disponibilizou o vídeo com dublagem em português. Vale avisar que, apesar de o trailer fazer alusão a filmes famosos da DreamWorks Animation, o estúdio não tem nada a ver com a obra, que é na verdade uma produção asiática. A animação estreia na plataforma de streaming no dia 20 de julho.

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  • Filme

    Nova animação de Asterix ganha primeiro trailer

    15 de julho de 2018 /

    O estúdio SND divulgou o pôster e o trailer de “Asterix e o Segredo da Poção Mágica”, nova animação francesa baseada nos famosos personagens de René Goscinny e Albert Uderzo. Diferente das anteriores, trata-se de uma aventura sem existência prévia em quadrinhos. É a segunda trama de Asterix, Obelix e cia. criada especificamente para o cinema, mas vale lembrar que a anterior, “Os 12 Trabalhos de Asterix”, foi concebida pelos próprios autores dos quadrinhos, no já distante ano de 1976. A história foi escrita pelos codiretores do filme, Alexandre Astier e Louis Clichy. Os dois repetem a bem-sucedida parceria de “Astérix e o Domínio dos Deuses”, longa que retomou as animações de Asterix em 2014, introduzindo computação gráfica na estilização dos gauleses irredutíveis. Na nova jornada, Asterix e Obelix precisam cruzar a Gália para encontrar um druida que possa herdar os conhecimentos de Panoramix, o velho druida da vila dos heróis, que ficou doente. E isso pode atrapalhar os gauleses em sua luta contra os romanos. Afinal, o que aconteceria se eles ficassem quem soubesse preparar a poção secreta que lhes dá superforça? O filme estreia em 5 de dezembro na França e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Nova série animada do escritor de Avatar: A Lenda de Aang ganha primeiro pôster

    14 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster de uma nova série animada exclusiva: “O Príncipe Dragão” (The Dragon Prince). Segundo a sinopse oficial divulgada pelo serviço de streaming, o desenhoh contará a história de dois príncipes humanos que unem suas forças com um elfo enviado para assassiná-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra. A história foi escrita por Aaron Ehasz, produtor e principal roteirista da série animada “Avatar: A Lenda de Aang” (2003–2008), e a direção está a cargo de Justin Richmond, que comandou o game “Uncharted 3: Drake’s Deception” (2011). A data de estreia ainda não foi confirmada pela Netflix, que deve dar mais detalhes sobre a produção durante a San Diego Comic-Con, na semana que vem.

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  • Etc,  Filme

    Carlos Saldanha vai bancar prêmios de duas categorias do Anima Mundi 2018

    14 de julho de 2018 /

    O cineasta carioca Carlos Saldanha vai premiar pessoalmente – e do próprio bolso – dois filmes da seleção do Festival Anima Mundi 2018. O dinheiro não é muito, R$ 8 mil no total, mas o simbolismo é gigante. Afinal, receber um prêmio de um cineasta indicado ao Oscar – duas vezes, por seu curta animado “Aventura Perdida de Scrat” e o longa “O Touro Ferdinando” – é sempre incentivador. Os dois prêmios bancados por Saldanha, que vão levar o nome do cineasta, rendem R$ 5 mil para o Melhor Curta Brasileiro e R$ 3 mil para o Melhor Curta de Estudante Brasileiro. “Faço questão de entregar o prêmio pessoalmente. Quero encorajar as pessoas a criarem cada vez mais”, disse ele, em entrevista ao UOL, acrescentando que aproveitou uma vinda ao país para participar ativamente do festival. “Com todos os compromissos que tenho no exterior, é difícil eu vir ao Brasil”. Saldanha vem ao Brasil para produzir e dirigir a série nacional “Cidades Invisíveis” para a Netflix, seu primeiro trabalho com atores de carne e osso. A série terá oito episódios e vai contar a história de um detetive (vivido por Marco Pigossi) que se envolve em um mundo habitado por criaturas do folclore nacional. Saldanha comparou a série com o universo fantástico de Neil Gaiman em “Deuses Americanos” e acredita que também interessará espectadores fora do Brasil. Aproveitando a visita, Saldanha terá participação intensa no Anima Mundi. Além de entregar os prêmios, no dia 28 de julho, no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, ele participará da exibição de “O Touro Ferdinando” e do making of da animação e conversará com o público sobre seu processo de criação. “Conheço o pessoal do Anima Mundi desde o início, há 26 anos, e ele tem uma importância muito grande ao fomentar a indústria de anmação nacional”. Mas apesar da fama do evento, os prêmios em dinheiro não são muito mais elevados que os bancados por Saldanha. O maior prêmio individual é de R$ 15 mil para o Melhor Curta, nacional ou internacional. Falta maior apoio de patrocinadores, que não acompanham a projeção do festival, considerado o maior festival de animação da América Latina. Além disso, deste 2012 o Anima Mundi pré-qualifica o trabalho premiado como Melhor Curta ao Oscar da categoria. Para a edição deste ano, foram selecionados 576 títulos de 40 países, sendo 108 produções nacionais de 13 estados. O Anima Mundi 2018 ocorrerá no Rio de Janeiro entre 21 a 29 de julho e em São Paulo entre 1º e 5 de agosto.

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    Nova animação de O Grinch ganha trailer com dublagem nacional de Lázaro Ramos

    13 de julho de 2018 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. A nova versão foi escrita, claro, pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, em sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Hotel Transilvânia 3 e Aranha-Céu chegam aos cinemas

    12 de julho de 2018 /

    A animação “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” e o filme de ação “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” são as estreias mais amplas da semana, que registra a menor quantidade de lançamentos do ano. Apenas cinco filmes chegam aos cinemas, sendo que um deles estará em cartaz por apenas um dia. Os dois filmes de shopping center também estreiam neste fim de semana nos Estados Unidos, onde o terceiro “Hotel Transilvânia” fez mais sucesso com a crítica – 69% de aprovação contra os 54% que enquadraram o filme de Dwayne “The Rock” Johnson como genérico e medíocre. O desenho volta a trazer a família de Drácula e sua trupe monstruosa, que são dublados em inglês por Adam Sandler e as criaturas que sempre o acompanham – mais Selena Gomez. Desta vez, porém, a produção troca o hotel do título por férias num transatlântico. E esta não é a única variação da trama original. Com a filha casada, resta ao próprio Drácula, que não namora há 100 anos, ter sua vida romântica explorada. Obviamente, isto envolve uma caça-vampiros. Não é Pixar, mas é divertido como costumam ser as animações de Genndy Tartakovsky (criador de “O Laboratório de Dexter”) para sorte dos pais. Já a premissa de “Arranha-Céu” é um mashup do ataque terrorista de “Duro de Matar” (1988) com o desastre incendiário de “Inferno na Torre” (1974). Graças a situações de vida ou morte a cada dez minutos, o filme engata um ritmo frenético, que joga as leis da física para o ar, dá um salto duplo twist carpado, cai de pé após romper o vidro da janela e sai correndo para a acrobacia seguinte. Na trama, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Seu verdadeiro objetivo parece ser mostrar-se capaz de superar tudo o que Bruce Willis e Tom Cruise já fizeram no cinema. E com apenas uma perna. No circuito limitado, entram dois dramas franceses altamente recomendáveis. “Hannah” é uma tour de force de Charlotte Rampling, que venceu a Copa Volpi de Melhor Atriz do Festival de Veneza pelo papel de uma mulher da terceira idade que perdeu tudo quando o marido foi preso, inclusive o amor da família. Tem 89% de aprovação da crítica americana, na média do Rotten Tomatoes. Ainda melhor, “Uma Casa à Beira-Mar” é a história de três irmãos adultos que, diante da perspectiva da morte do pai, voltam a se reunir no restaurante que lhes cabe de herança, ponderando o que fazer, a partir do que eles próprios fizeram de suas vidas. Com direção de Robert Guédiguian (de “As Neves do Kilimandjaro”), tem nada menos que 100% de aprovação. A programação se completa com um documentário da recente turnê da banda Muse, que será exibido apenas nesta quinta (12/7). Para fãs. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para ficar por dentro das estreias desta semana nos cinemas. Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas | EUA | Animação Solitário e infeliz, buscando um novo amor na internet, Drácula é surpreendido com um presente da querida filha: férias em um cruzeiro. Inicialmente resistente à ideia, ele acaba engajado no passeio ao se encantar pela comandante, que, no entanto, esconde um segredo nada amigável. Arranha-Céu: Coragem sem Limite | EUA | Ação Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford (Dwayne Johnson), é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente então achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome antes que seja tarde demais. Uma Casa à Beira-Mar | França | Drama Três irmãos se reúnem ao redor do leito de morte de seu pai, que era um dos pilares de toda a família, e agora precisam pensar no que será do pequeno paraíso que ele construiu, em torno de um modesto restaurante à beira-mar. Hannah | França, Itália | Drama Hannah (Charlotte Rampling) é uma mulher de terceira idade que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida e tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Muse: Drones World Tour | Reino Unido | Documentário musical A banda Muse apresenta um filme rodado em mais de 130 dias durante diversas apresentações em arenas e estádios ao redor do mundo durante a turnê do seu último álbum, “Drones”. Com palco circular para uma experiência 360º e drones sobrevoando os espaços de apresentações entre o palco e a plateia, a produção oferece uma experiência inesquecível para os fãs da banda.

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    Versão animada do clássico Caninos Brancos ganha trailer

    9 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer de “White Fang”, versão animada do clássico literário “Caninos Brancos”, de Jack London. Produção francesa dirigida por Alexandre Espigares, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animado por “Mr Hublot” (2013), o filme conta a famosa história do lobo mestiço que conhece a amizade e o ódio dos humanos ao longo de sua existência, durante a Corrida do Ouro no Alasca, ao final do século 19. Sofrendo mil tormentos, o animal aprende que para sobreviver é preciso adaptar-se sempre e sempre. O filme teve première no Festival de Sundance 2018 e foi disponibilizado em streaming no fim de semana nos EUA. Entretanto, ainda não está disponível na Netflix do Brasil.

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    Animação “sem diretor” O Parque dos Sonhos ganha primeiro trailer dublado

    9 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer da animação “O Parque dos Sonhos” (Wonder Park), que conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, uma menina de 12 anos, ganha vida. Escrito pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “As Tartarugas Ninja”), o longa curiosamente não teve o nome do diretor divulgado. Isto porque Dylan Brown, animador de “Os Incríveis” e diretor do curta “Festa-Sauro Rex” (da franquia “Toy Story”), foi dispensado da função após surgirem denúncias de comportamento inapropriado. David Feiss (das séries animadas “A Vaca e o Frango” e “Eu Sou o Máximo”) teria assumido a direção, mas o estúdio não fez anúncio oficial. E este não foi o único contratempo da produção, que trocou um dos dubladores, Jeffrey Tambor, após ele ser demitido da série “Transparent” sob acusações de assédio. As vozes remanescentes são dubladas em inglês por Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”), Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”), Kenan Thompson (da série “Kenan & Kel”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Norbert Leo Butz (série “Bloodline”), Ken Hudson Campbell (“Cruzeiro das Loucas”), o apresentador John Oliver e a menina Brianna Denski (“Desejo e Esperança”) como June. Mas a prévia é dublada em português. Mais que dublada, é “lida”, já que uma narração insistente repete exatamente as palavras escritas em português na tela. Vale comparar abaixo com a versão original, em inglês, onde o reforço redundante é dispensado – aparentemente, as crianças americanas sabem ler. A estreia está marcada para março de 2019 no Brasil, e logo em seguida o filme vai virar uma série no canal pago Nickelodeon.

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