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  • Filme

    Estreia em 1º lugar não impede Destino Sombrio da franquia Exterminador do Futuro

    3 de novembro de 2019 /

    “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas com um rendimento muito abaixo das expectativas do estúdio. Concebido para abrir uma nova trilogia, teve a tarefa muito dificultada pelo faturamento de US$ 29M (milhões) no final de semana. As projeções indicavam uma estreia de US$ 40M, o que já seria problemático para uma produção com orçamento de US$ 185M. Ainda assim, a falta de empolgação do público norte-americano foi compensada por bom desempenho internacional. O filme rendeu mais US$ 94,6M no exterior, puxado pelo mercado chinês (US$ 28M), chegando a um total mundial de US$ 123,6M. Mas, apesar do dinheiro chinês (só 25% dele retorna a Hollywood), vai dar prejuízo. E será a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu, em tom quase de brincadeira. O Top 3 do fim de semana norte-americano completou-se com “Coringa”, que praticamente atingiu US$ 300M no mercado doméstico, e “Malévola: Dona do Mal”, outro desastre financeiro de 2019. As bilheterias registraram ainda três novas estreias. Cinebiografia da ex-escrava abolicionista Harriet Tubman, “Harriet” abriu em 4º lugar com US$ 12M de arrecadação e elogios rasgados da imprensa (77% de aprovação entre os tops do Rotten Tomatoes). Apesar do circuito limitado e críticas medianas (55% dos tops), o suspense noir “Brooklyn Sem Pai nem Mãe”, dirigido e estrelado por Edward Norton, também conseguiu entrar no Top 10. Apareceu em 9º lugar, à frente da animação “Arctic Dogs”, um desastre com grande distribuição e pouca recomendação (17% no RT). Destes últimos, apenas “Brooklyn Sem Pai nem Mãe” tem estreia marcada no Brasil: em 5 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 29M Total EUA e Canadá: US$ 29M Total Mundo: US$ 123,6M 2. Coringa Fim de semana: US$ 13,9M Total EUA e Canadá: US$ 299,6M Total Mundo: US$ 934M 3. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA e Canadá: US$ 84,3M Total Mundo: US$ 383,2M 4. Harriet Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 5. Família Addams Fim de semana: US$ 8,49M Total EUA e Canadá: US$ 85,2M Total Mundo: US$ 129,2M   6. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 59,3M Total Mundo: US$ 87,1M 7. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,7M Total Mundo: US$ 21,4M 8. Black and Blue Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Brooklyn Sem Pai nem Mãe Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 10. Arctic Dogs Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M

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  • Série

    Trailer de Ovos Verdes e Presunto introduz o universo infantil de Dr. Seuss na Netflix

    1 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer dublado em português de “Ovos Verdes e Presunto”, série animada que introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do famoso escritor infantil americano. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Theodor Seuss Geisel e seu editor, que duvidou que ele conseguisse escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas no Brasil é difícil saber disso, porque, além dos personagens serem dublados por vozes nacionais não identificadas, eles também tiveram os nomes mudados para João e Romeu! Outros integrantes do elenco descartados na prévia nacional são Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”), cujos personagens coadjuvantes também foram dublados por vozes brasileiras desconhecidas. A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”), tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres para a Warner Bros. Animation e já estreia na próxima sexta (8/11). Compare abaixo o trailer dublado pelos profissionais brasileiros e a versão feita com os astros caros de Hollywood.

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  • Etc,  Série

    Apple TV+ estreia com preço baixo, pouco conteúdo e críticas negativas

    1 de novembro de 2019 /

    O serviço de streaming de vídeo Apple TV+ estreou nesta sexta-feira (1/11) em todo o mundo. A ideia é competir com a Netflix e os vindouros serviços Disney+ (Disney Plus), HBO Max e Peacock, já anunciados. A prática, porém, é outra. Gigante no mercado de tecnologia, a Apple começa como uma anã no segmento de streaming. Sem catálogo de séries e filmes antigos, a plataforma oferece apenas programação original, mas o material é escasso. Tanto que chega com um preço muito mais baixo que seus rivais. No Brasil, custa R$ 9,9 mensais. Além do preço, o alcance é outro diferencial do serviço, disponibilizado em mais de 100 países já no lançamento. Entretanto, o principal atrativo deveria ser o conteúdo. A Apple TV+ estreou com episódios de quatro séries adultas, o programa de variedades “Oprah’s Book Club”, um documentário sobre a natureza e três séries infantis. Atrações adicionais serão acrescentadas todos os meses, mas o crescimento deve ser lento. Tanto que vai seguir uma estratégia de disponibilização de episódios semanais – em contraste com as maratonas de temporadas da Netflix – , para ter tempo de produzir conteúdo. O problema não se resume à pequena quantidade de opções. Ele é amplificado pela qualidade das produções, porque a maioria das séries foi destruída pela crítica. Uma das piores recepções coube àquela que deveria ser a joia da programação, “The Morning Show”, série dramática que traz Jennifer Aniston em seu primeiro papel em série desde “Friends”, ao lado de Reese Witherspoon (“Little Big Lies”) e Steve Carell (“The Office”). “Chamativa, mas frívola”, resumiu a avaliação do Rotten Tomatoes, junto de uma aprovação de 60% da crítica em geral e apenas 40% dos críticos top (dos principais veículos da imprensa americana e inglesa). Ainda mais destrutiva foi a avaliação de “See”, sci-fi épica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”), que aparenta custar tanto quanto “Game of Thrones” e obteve apenas 42% de aprovação geral e míseros 30% entre os tops do Rotten Tomatoes. A produção caríssima chegou a ser chamada de “comédia não intencional” pelo jornal britânico Telegraph. “For All Mankind” se saiu melhor. O drama de “história alternativa” em que a União Soviética chegou primeiro à lua foi considerado lento e até tedioso, mas sua materialização de um passado diferente pero no mucho (ainda é machista) rendeu comparações a “Mad Men” e esperanças na capacidade do produtor Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) para chegar logo ao cerne da trama, que avança em largos saltos temporais. Com o voto de confiança, atingiu 75% entre todos os críticos e 61% na elite. A comédia “de época” “Dickson” teve maior apoio da crítica em geral, com 76% de aprovação, mas os tops se entusiasmaram bem menos, com 57%. A série que traz Hailee Steinfeld (“Quase 18”) como uma versão adolescente punk gótica da poeta Emily Dickinson, em meio a vários anacronismos, foi a que ganhou mais elogios entusiasmados, mas também comparações pouco lisonjeiras às produções teen da rede The CW. Essa programação pode criar alguma curiosidade no público, mas, por enquanto, não demonstra potencial para virar tópicos de discussões como as primeiras séries da Netflix, “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A tarefa de gerar assinantes é nova na carreira de Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, ex-presidentes da Sony Pictures Television, que assumiram o comando do projeto de desenvolvimento de séries da Apple. A dupla foi responsável pelo lançamento de diversos sucessos como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e “The Crown”. Com a necessidade de produzir conteúdo para manter a plataforma funcionando, eles já autorizaram as produções das segundas temporadas das séries que estrearam nesta sexta. Mas essa renovação instantânea foi uma exceção, já que há bastante material sendo produzido para preencher a Apple TV+, com a missão de tornar o serviço mais atraente nos próximos meses. Entre as próximas atrações da Apple, atualmente em produção, destacam-se “Amazing Stories”, revival da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985; “Servant”, um terror psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”); “Foundation”, baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica; “Home Before Dark”, drama de mistério baseado na vida real de uma jornalista mirim (vivida por Brooklynn Prince, a estrelinha de “Projeto Flórida”), que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade; “Time Bandits”, adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”); “Life Undercover”, thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA; “Truth to Be Told”, em que Octavia Spencer (“A Forma da Água”) vive uma jornalista de podcast criminal; “Mythic Quest”, comédia sobre videogames, criada por Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”); séries ainda sem títulos dos cineastas Damien Chazelle (“La La Land”) e Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), etc. A plataforma também vai começar a disponibilizar filmes, como “Hala”, sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance, o próximo longa de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) e títulos exclusivos do estúdio indie A24 (de “Hereditário” e “Moonlight”). Há muito mais conteúdo em desenvolvimento. Mas a pressão por um lançamento rápido, antes da Disney+ (Disney Plus) (que chega em duas semanas), não ajudou a passar a melhor primeira impressão.

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  • Filme

    Frozen 2 ganha novas coleções de pôsteres com seus personagens

    31 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou novas coleções de pôsteres internacionais de “Frozen 2”, que destacam individualmente os personagens principais. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). A má notícia é que o Brasil será o último país do mundo a exibir a produção. A estreia nacional foi adiada para 2 de janeiro, quase dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Turma da Mônica Jovem: Série animada tem abertura e data de estreia reveladas

    31 de outubro de 2019 /

    A série animada da “Turma da Mônica Jovem”, inspirada nos quadrinhos de mesmo nome, teve sua abertura (veja abaixo) e data de estreia revelada. A atração da Mauricio de Sousa Produções, que traz Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali como adolescentes, terá uma 1ª temporada de 13 episódios, que estreia na quinta-feira que vem (7/11), às 19h45, no Cartoon Network. A partir daí, os episódios serão exibidos semanalmente, sempre no mesmo horário. “Turma da Mônica Jovem” acompanha os personagens clássicos de Mauricio de Sousa numa época mais complicada de suas vidas, quando precisam conviver com as mudanças trazidas pela adolescência, como estudos, hormônios e romance.

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  • Série

    Sparkshorts: Conheça os curtas da Pixar da nova série da Disney+ (Disney Plus)

    30 de outubro de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) vai lançar “Pixar SparkShorts”, uma coleção de curtas da Pixar. O projeto ganhou pôsteres e um trailer, que podem ser vistos abaixo. Quatro dos curtas serão disponibilizados no lançamento do serviço, em 12 de novembro nos Estados Unidos: “Purl”, “Kitbull”, “Smash and Grab” e “Float”. Os dois restantes, “Wind” e “Loop”, chegarão à plataforma em 13 de dezembro e 10 de janeiro, respectivamente. Detalhe interessante: a equipe responsável pelos seis curtas se divide igualmente entre cineastas homens e mulheres. Embora demore um pouco mais para os fãs brasileiros poderem acessar a Disney+ (Disney Plus), a plataforma tem planos de expandir sua cobertura para a América Latina em 2020, já com produções locais. De todo modo, a primeira leva dos “Sparkshorts” não é inédita. Os três primeiros curtas tiveram première na SIGGRAPH (conferência de computação gráfica) do ano passado e foram disponibilizados no YouTube. Eles podem ser vistos já, imediatamente, logo abaixo. Confira após o trailer do projeto.

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  • Etc,  Série

    Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana

    30 de outubro de 2019 /

    Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.

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  • Filme

    HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis

    29 de outubro de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.

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  • Etc,  Série

    Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos

    29 de outubro de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.

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  • Filme

    Um Espião Animal: Will Smith e Tom Holland são cortados do filme no trailer nacional

    29 de outubro de 2019 /

    A Fox divulgou a versão dublada em português do mais recente trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que são as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelas tantas, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Coringa reassume a liderança das bilheterias na América do Norte

    27 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo alto nos cinemas. Em sua quarta semana em cartaz, o filme desbancou “Malévola: Dona do Mal” e recuperou o 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. No segundo round da luta dos vilões de fantasia, a adaptação dos quadrinhos estrelada por Joaquin Phoenix, que havia perdido a liderança no fim de semana passado, voltou ao topo ao arrecadar US$ 18,9M (milhões), contra US$ 18,5M da fábula protagonizada por Angelina Jolie. A produção da Warner chegou a US$ 277,5M no mercado doméstico e US$ 849M mundiais, aumentando ainda mais seu recorde como filme de classificação “R” (para maiores nos Estados Unidos) com maior bilheteria em todos os tempos, marca conquistada na última sexta-feira (25/10). “Coringa” deve terminar sua jornada com uma arrecadação superior a US$ 900M, o que também representará um dos maiores lucros de uma adaptação de quadrinhos, tendo em vista seu baixo orçamento. “Malévola: Dona do Mal” é um grande desapontamento na América do Norte, mas o mercado internacional deve evitar desastre maior. Enquanto a produção da Disney fez apenas US$ 65,4M em dez dias nos EUA e Canadá, a soma mundial de sua bilheteria está em quase US$ 300M, perto do total de “Dumbo” (US$ 350M), até então o pior desempenho do estúdio no ano. O Top 10 incluiu mais quatro títulos novos no fim de semana, mas apenas dois com distribuição ampla, em mais de 2 mil salas. O terror “A Hora da sua Morte” foi o que se deu melhor, abrindo em 5º lugar, seguido pelo policial “Black and Blue” em 6º. A crítica achou ambos ruins, mas considerou o terror ainda pior (apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Black and Blue” (46%), estrelado por Naomie Harris, não deve passar no Brasil, mas “A Hora da sua Morte” será um peru de Natal, com lançamento marcado para 26 de dezembro. Vítima colateral do escândalo sexual de Harvey Weinstein, “A Batalha das Correntes” finalmente chegou aos cinemas norte-americanos (aqui, só em dezembro). O longo período de quarentena serviu para a produção de uma nova edição (do diretor Alfonso Gomez-Rejon), que agradou mais a crítica que a versão exibida pela primeira vez há dois anos, no Festival de Toronto, sob supervisão de Weinstein (famoso por alterar filmes à revelia dos diretores). Deixou de ser podre (33%) para virar apenas medíocre (57%), o que ainda é um desapontamento considerando sua história (a guerra elétrica entre Thomas Edison e George Westinghouse/Nicola Tesla) e seu elenco (Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Nicholas Hoult e Tom Holland). Lançado em mil cinemas, abriu apenas em 9º lugar, abaixo de um fenômeno indie. Grande surpresa do ranking, “O Farol” resplandeceu muito mais que seu 8º lugar. Filmado em preto e branco, com baixo orçamento e disponível em somente 500 telas, o filme brilhou com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo longa do diretor Robert Eggers (do premiado “A Bruxa”), o terror estrelado por Robert Pattinson e Willem DaFoe deu o que falar ao render três vezes mais por sala que “Coringa”. Trata-se uma coprodução da indie A24 em parceria com a brasileira RT Features. Apesar disso, só vai chegar ao Brasil em janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 18,9M Total EUA e Canadá: US$ 277,5M Total Mundo: US$ 849M 2. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,4M Total Mundo: US$ 293,5M 3. Família Addams Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 84M 4. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ 63,6M 5. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 9M Total Mundo: US$ 9M   6. Black and Blue Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,3M Total Mundo: US$ 8,3M 7. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 43,3M Total Mundo: US$ 148,2M 8. O Farol Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 9. A Batalha das Correntes Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 2,7M Total Mundo: US$ 7,5M 10. Abominável Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 56,8M Total Mundo: US$ US$ 144,6M

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    O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos ganha trailer dublado por Larissa Manoela

    26 de outubro de 2019 /

    A Galeria Distribuidora divulgou o trailer dublado de “O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos”, que traz Larissa Manoela dando voz a Gerda, uma garota que se sente inútil por ser a única pessoa da família que não possui poderes mágicos. A animação traz também Igor Jansen em seu primeiro trabalho de dublagem, como Rony, e João Côrtes como o trol Orm. “A Terra dos Espelhos” é o quarto filme da franquia “O Reino Gelado”, animação russa inspirada na mesma fábula que a Disney transformou no blockbuster “Frozen”. Larissa Manoela e João Cortês já tinham dublado Gerda e Orm em dois lançamentos anteriores, “O Reino Gelado 2” e “O Reino Gelado: Fogo e Gelo”. Mas Rony era dublado pelo ex-namorado da jovem, João Guilherme. Com cópias 2D e 3D, o filme tem estreia nacional marcada para 21 de novembro e pré-estreias pagas nos dias 15, 16, 17 e 20 de novembro.

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    Hora de Aventura vai voltar com quatro especiais na HBO Max

    25 de outubro de 2019 /

    A plataforma HBO Max anunciou que vai retomar a produção da série animada “Hora de Aventura”, cancelada no ano passado no Cartoon Network. Vencedora da Emmy, a atração voltará em mais quatro episódios especiais, com uma hora de duração e destacando, em cada um deles, um personagem diferente. Chamado de “Adventure Time: Distant Lands”, em inglês, o revival também teve o nome dos episódios especiais revelados. “BMO” será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”), “Hora de Aventura” foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, contando com 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros dois especiais do revival serão disponibilizados no HBO Max em 2020.

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