HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis
A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Um Espião Animal: Will Smith e Tom Holland são cortados do filme no trailer nacional
A Fox divulgou a versão dublada em português do mais recente trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que são as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelas tantas, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Coringa reassume a liderança das bilheterias na América do Norte
“Coringa” continua rindo alto nos cinemas. Em sua quarta semana em cartaz, o filme desbancou “Malévola: Dona do Mal” e recuperou o 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. No segundo round da luta dos vilões de fantasia, a adaptação dos quadrinhos estrelada por Joaquin Phoenix, que havia perdido a liderança no fim de semana passado, voltou ao topo ao arrecadar US$ 18,9M (milhões), contra US$ 18,5M da fábula protagonizada por Angelina Jolie. A produção da Warner chegou a US$ 277,5M no mercado doméstico e US$ 849M mundiais, aumentando ainda mais seu recorde como filme de classificação “R” (para maiores nos Estados Unidos) com maior bilheteria em todos os tempos, marca conquistada na última sexta-feira (25/10). “Coringa” deve terminar sua jornada com uma arrecadação superior a US$ 900M, o que também representará um dos maiores lucros de uma adaptação de quadrinhos, tendo em vista seu baixo orçamento. “Malévola: Dona do Mal” é um grande desapontamento na América do Norte, mas o mercado internacional deve evitar desastre maior. Enquanto a produção da Disney fez apenas US$ 65,4M em dez dias nos EUA e Canadá, a soma mundial de sua bilheteria está em quase US$ 300M, perto do total de “Dumbo” (US$ 350M), até então o pior desempenho do estúdio no ano. O Top 10 incluiu mais quatro títulos novos no fim de semana, mas apenas dois com distribuição ampla, em mais de 2 mil salas. O terror “A Hora da sua Morte” foi o que se deu melhor, abrindo em 5º lugar, seguido pelo policial “Black and Blue” em 6º. A crítica achou ambos ruins, mas considerou o terror ainda pior (apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Black and Blue” (46%), estrelado por Naomie Harris, não deve passar no Brasil, mas “A Hora da sua Morte” será um peru de Natal, com lançamento marcado para 26 de dezembro. Vítima colateral do escândalo sexual de Harvey Weinstein, “A Batalha das Correntes” finalmente chegou aos cinemas norte-americanos (aqui, só em dezembro). O longo período de quarentena serviu para a produção de uma nova edição (do diretor Alfonso Gomez-Rejon), que agradou mais a crítica que a versão exibida pela primeira vez há dois anos, no Festival de Toronto, sob supervisão de Weinstein (famoso por alterar filmes à revelia dos diretores). Deixou de ser podre (33%) para virar apenas medíocre (57%), o que ainda é um desapontamento considerando sua história (a guerra elétrica entre Thomas Edison e George Westinghouse/Nicola Tesla) e seu elenco (Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Nicholas Hoult e Tom Holland). Lançado em mil cinemas, abriu apenas em 9º lugar, abaixo de um fenômeno indie. Grande surpresa do ranking, “O Farol” resplandeceu muito mais que seu 8º lugar. Filmado em preto e branco, com baixo orçamento e disponível em somente 500 telas, o filme brilhou com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo longa do diretor Robert Eggers (do premiado “A Bruxa”), o terror estrelado por Robert Pattinson e Willem DaFoe deu o que falar ao render três vezes mais por sala que “Coringa”. Trata-se uma coprodução da indie A24 em parceria com a brasileira RT Features. Apesar disso, só vai chegar ao Brasil em janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 18,9M Total EUA e Canadá: US$ 277,5M Total Mundo: US$ 849M 2. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,4M Total Mundo: US$ 293,5M 3. Família Addams Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 84M 4. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ 63,6M 5. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 9M Total Mundo: US$ 9M 6. Black and Blue Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,3M Total Mundo: US$ 8,3M 7. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 43,3M Total Mundo: US$ 148,2M 8. O Farol Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 9. A Batalha das Correntes Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 2,7M Total Mundo: US$ 7,5M 10. Abominável Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 56,8M Total Mundo: US$ US$ 144,6M
O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos ganha trailer dublado por Larissa Manoela
A Galeria Distribuidora divulgou o trailer dublado de “O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos”, que traz Larissa Manoela dando voz a Gerda, uma garota que se sente inútil por ser a única pessoa da família que não possui poderes mágicos. A animação traz também Igor Jansen em seu primeiro trabalho de dublagem, como Rony, e João Côrtes como o trol Orm. “A Terra dos Espelhos” é o quarto filme da franquia “O Reino Gelado”, animação russa inspirada na mesma fábula que a Disney transformou no blockbuster “Frozen”. Larissa Manoela e João Cortês já tinham dublado Gerda e Orm em dois lançamentos anteriores, “O Reino Gelado 2” e “O Reino Gelado: Fogo e Gelo”. Mas Rony era dublado pelo ex-namorado da jovem, João Guilherme. Com cópias 2D e 3D, o filme tem estreia nacional marcada para 21 de novembro e pré-estreias pagas nos dias 15, 16, 17 e 20 de novembro.
Hora de Aventura vai voltar com quatro especiais na HBO Max
A plataforma HBO Max anunciou que vai retomar a produção da série animada “Hora de Aventura”, cancelada no ano passado no Cartoon Network. Vencedora da Emmy, a atração voltará em mais quatro episódios especiais, com uma hora de duração e destacando, em cada um deles, um personagem diferente. Chamado de “Adventure Time: Distant Lands”, em inglês, o revival também teve o nome dos episódios especiais revelados. “BMO” será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”), “Hora de Aventura” foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, contando com 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros dois especiais do revival serão disponibilizados no HBO Max em 2020.
She-Ra e as Princesas do Poder ganha novo trailer da 4ª temporada
A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da 4ª temporada (já!) da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia revela que a luta por Etheria continua, mas uma possível espiã entre as Princesas pode colocar tudo a perder. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. A 4ª temporada será a terceira de “She-Ra e as Princesas do Poder” lançada na Netflix em 2019. O segundo ano de produção foi disponibilizado em abril, o terceiro em agosto e os novos episódios estreiam em 5 de novembro.
Filme de Tom e Jerry com atores de carne e osso ganha data de estreia
A Warner programou a estreia de seu primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, será um híbrido, em que os protagonistas animados por computação gráfica contracenarão com atores de carne e osso – como nos filmes do “Scooby Doo”, outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner. Programado para dezembro de 2020, o filme vai se passar em Nova York, após os arquirrivais serem expulsos de casa e se mudarem para a cidade grande. Eles vão parar em um hotel de luxo em meio aos preparativos de um casamento da alta sociedade. Mas a organizadora da festa vai encontrar com dificuldades para lidar com as peripécias de Jerry. E recorrerá a Tom para tentar se livrar do ratinho. Tom e Jerry começaram a vida como uma série de curtas criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera em 1940, para o estúdio MGM. Sete dos curtas originais da MGM ganharam o Oscar da categoria, entre 1943 a 1953. Embora a maioria do desenhos se concentre na luta sem fim do gato doméstico Tom para pegar o ratinho Jerry, a animação seguiu em progressão constante, em particular graças ao empenho do animador Chuck Jones nos anos 1960, que deu a Tom e Jerry um ritmo ainda mais frenético. A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, que ganharam seu primeiro filme em 1992, uma animação que não esteve à altura dos melhores curtas da dupla. O filme será dirigido por Tim Story, que trabalhou em filmes como “Quarteto Fantástico” e “Uma Turma do Barulho”. No elenco de carne e osso, os nomes confirmados incluem Chloë Grace Moretz (“Suspiria”), como Kyla, a personagem que contrata Tom, além de Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”).
Os Simpsons: Kevin Feige e irmãos Russo participarão de episódio inspirado nos Vingadores
Os Simpsons estão preparando um episódio inspirado nos filmes dos Vingadores. E a produção contará com a participação do chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, que fará a voz de Chinnos, versão dos Simpsons para o vilão Thanos, além dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”. A trama tem como premissa o fato de Bart ser confundido com uma criança com doença terminal, o que o faz ser convidado para assistir ao novo filme dos “Vindicantes” antes da estreia, quando o longa ainda não está finalizado. Assim, o garoto passa a usar spoilers para chantagear a família e outros moradores de Springfield, mas acaba chamando atenção de dois executivos que querem impedir que segredos sejam revelados. Os irmãos Russo dublarão os executivos. O episódio tem previsão de ir ao ar em fevereiro de 2020 nos Estados Unidos. Assim como lá, “Os Simpsons” é exibido pela Fox no Brasil.
Manto e Adaga é cancelada e aumenta crise da Marvel Television
O canal pago americano Freeform cancelou “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger) após duas temporadas. Os últimos episódios foram exibidos em maio deste ano, mas os dois heróis do título ainda vão aparecer pela última vez num crossover inédito com a série “Fugitivos” (Runaways), que retorna em dezembro para sua 3ª temporada na plataforma Hulu. “Estamos muito orgulhosos de ‘Manto e Adaga’ e das histórias pioneiras contadas nesta série”, afirmou a Freeform em comunicado. “Também somos gratos aos atores Oliva Holt e Aubrey Joseph por dar vida a esses personagens amados, e ao showrunner Joe Pokaski por sua visão. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da Marvel Television por duas maravilhosas temporadas e esperamos poder encontrar outro projeto juntos”, completa o texto. O cancelamento é praticamente a pá de cal na administração atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que estão sendo absorvidos numa nova estrutura sob o guarda-chuvas da Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada na semana passada. A informação sobre o fim de “Manto e Adaga”, por sinal, já devia ser conhecida pelos executivos da Disney na época – a Freeform é um canal do mesmo grupo de mídia. E pode ter contribuído para a decisão de mudar tudo. Por conta disso, há fortes boatos de que Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, vai sair da empresa em novembro. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, atualmente a Marvel Television tem apenas duas atrações no ar. E uma delas, “Agents of SHIELD”, vai acabar em 2020. A outra é “Fugitivos”. O estúdio ainda desenvolvia “Novos Guerreiros” e “Motoqueiro Fantasma”, que foram canceladas em fase de pré-produção, aumentando a crise na empresa. Entre projetos futuros, há apenas animações e “Helstrom”, uma série sobre o “Filho de Satã”, para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel. As séries anunciadas para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já estavam sendo produzidas por Kevin Feige. Agora, ele assumirá oficialmente o comando de todas as séries, coordenando as divisões da Marvel Television e Marvel Family Entertainment (responsável pelos desenhos da empresa). A transferência dessas duas divisões para a Marvel Studios representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado, ao lado de Loeb, como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis da Marvel. A Marvel Studios já era uma unidade independente da Marvel Entertainment, organizada sob a Walt Disney Studios desde que Feige ameaçou se demitir, caso Perlmutter prevalesse em sua vontade de impedir a produção dos filmes de “Pantera Negra” e “Capitão Marvel”. O sucesso desses filmes, feitos contra a vontade da Marvel Entertainment, fortaleceu Feige na Disney e diminuiu a influência de Perlmutter nas adaptações de quadrinhos. Agora, esse distanciamento se estabelece também na televisão.
Volta de Saiki Kusuo ganha trailer legendado
A Netflix divulgou os pôsteres japoneses e o trailer legendado do anime “Saiki Kusuo no Psi-nan: Reativado”, que na verdade é a 3ª temporada de “Saiki Kusuo no Psi-nan”, mais conhecido pelo título em inglês “The Disastrous Life of Saiki K.”. A prévia indica que a trama é continuação, ao relatar eventos que aconteceram anteriormente na saga de Saiki Kusuo. O mais curioso é que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix, assim como um especial que mostrou a suposta conclusão da série, lançado em dezembro passado. Criado em 2012 pelo mangaka Shūichi Asō como personagem de quadrinhos, Kusuo Saiki é um estudante do ensino médio que nasceu com poderes psíquicos como telepatia, psicocinese, teletransporte e outros. Apesar de possuir todos esses poderes, Saiki enfrenta diversas dificuldades causadas por eles, e por isso tenta evitar chamar atenção. A história segue Saiki enquanto ele tenta utilizar seus poderes de uma forma secreta para ter uma vida normal como estudante junto aos seus colegas da P.K. Academy. Como nos episódios anteriores, a série continua sendo produzida pela EGG Firm e J.C. Staff, com direção de Hiroaki Sakurai, roteiro de Michiko Yokote e design de personagens por Masayuki Onji. A estreia da “reativação” de Saiki Kusuo está marcada para 30 de dezembro.
Levius: Adaptação do mangá de boxe “mecha” ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres internacionais e o trailer legendado de “Levius”, série animada japonesa sobre um esporte do “futuro”: o boxe cibernético – ou, na linguagem do anime, “mecha boxing”. O curioso, porém, é que a trama se passa numa versão alternativa do século 19, e toda a tecnologia é uma variação das máquinas a vapor, ao melhor estilo steampunk. A série é uma adaptação do mangá homônimo de Haruhisa Nakata, criado em 2013 e ainda publicado no Japão. A trama gira em torno do personagem-título, um jovem que perdeu a maior parte de sua família e um braço na guerra, e ao ganhar uma prótese mecânica se dedica aos treinamentos para virar lutador de “mecha boxing”. Levius não luta porque deseja fama ou glória, luta porque é a única maneira de um ciborgue como ele sobreviver no mundo. Além disso, ele é realmente bom nisso. A animação, que usa computação gráfica, tem direção de Hiroyuki Seshita (da recente trilogia anime de “Godzilla”) e Keisuke Ide (que trabalhou com Seshita em “Ajin”) e contará com 13 episódios em sua 1ª temporada. A estreia está marcada para 28 de novembro.
Eden: Anime futurista da Netflix ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o pôster japonês e o primeiro teaser legendado de “Eden”, minissérie animada de quatro capítulos que chega em 2020. A trama do anime se passa em um futuro distante, num mundo que habitado somente por robôs, porque os humanos foram extintos há muito tempo. A maioria dos robôs de Eden 3 sequer acredita que humanos existiram algum dia e os consideram um mito. Até que num dia aparentemente comum, dois robôs agrícolas esbarram em uma câmara criogênica que contém uma garotinha humana. Em um mundo que não está pronto para se reintegrar com humanos, os dois decidem criar a jovem Sara em segredo. “Eden” tem roteiro de Kimiko Ueno (de “Little Witch Academia”), direção de Yasuhiro Irie (“Fullmetal Alchemist: Brotherhood”) e produção da Qubic Pictures.












