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  • Filme

    Chefe da Universal diz que o público vê mais filmes em casa que no cinema

    30 de abril de 2020 /

    Envolvido numa polêmica com as grandes redes de exibição após lançar “Trolls 2” diretamente para locação digital nos EUA, Jeff Shell, o CEO da NBCUniversal, parabenizou nesta quinta (30/4) a iniciativa dos responsáveis pela disponibilização do desenho animado, que rendeu mais de US$ 100 milhões em VOD, e ainda disse que o público vê mais filmes em casa que nas salas do circuito cinematográfico. O comentário de Shell aconteceu durante uma videoconferência com acionistas do estúdio e membros da imprensa. Após salientar que “a distribuição tradicional nos cinemas sem dúvidas voltará a ser a peça central das nossas operações” após a pandemia, Shell concluiu que a disponibilização digital de filmes, seja em plataformas de assinatura, como a Netflix, ou por locação via serviços on demand (VOD), também precisa ser considerada importante. O executivo comentou de forma entusiasmada os resultados obtidos com o lançamento de “Trolls 2” em VOD, que foi o estopim para o conflito entre o estúdio e os exibidores. “Os números que conseguimos foram muito interessantes. O filme estava pronto, e a gente investiu muito dinheiro nele. Além disso, o público estava precisando de uma opção infantil em casa”, argumentou. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2”. O problema é que, ao comemorar esses números e sinalizar que o estúdio deve lançar mais filmes dessa forma, Shell despertou a ira do parque exibidor. Grandes redes de cinema, como AMC Theatres e Regal Cinemas, nos EUA, e Odeon, no Reino Unido, afirmaram que, quando reabrirem para o público, vão boicotar os filmes da Universal. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. “Eu acho que os consumidores voltarão aos cinemas quando puderem, mas o streaming será parte do esquema de distribuição, querendo ou não. Mesmo que seja como uma oferta complementar”, conclui Shell, em sua avaliação do futuro do negócio cinematográfico.

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  • Filme

    Diretor de Toy Story 4 fará prólogo animado da franquia Transformers

    29 de abril de 2020 /

    A Paramount definiu o diretor do prólogo animado da franquia “Transformers”. A produção baseada nos brinquedos da Hasbro será comandada pelo cineasta Josh Cooley, que dirigiu “Toy Story 4” (2019) e coescreveu “Divertida Mente” (2015), grandes sucessos da Disney/Pixar. Ele vai levar às telas um roteiro da dupla Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, conhecidos pela franquia “Homem-Formiga”, da Marvel. A franquia Transformers foi adaptada para animação várias vezes ao longo dos anos, desde sua primeira série de TV em 1984, e também ganhará uma nova versão animada na Netflix. Ainda não há previsão para o lançamento do longa dirigido por Cooley.

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  • Etc,  Filme

    Maiores redes de cinema dos EUA decidem boicotar os filmes da Universal

    29 de abril de 2020 /

    As duas maiores redes de cinema dos EUA reagiram contra a decisão da Universal de dar mais atenção às plataformas on demand, as “locadoras virtuais”, após o sucesso estrondoso de “Trolls 2” em VOD nos EUA. A AMC Theatres e a Cineworld, dona da rede Regal Cinemas, anunciaram que não vão exibir novos filmes da Universal Pictures enquanto o estúdio não desistir de lançar longas simultaneamente nos cinemas e nos serviços de streaming on demand. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. “É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff sobre as ações e intenções unilaterais da Universal não nos deixaram escolha. Portanto, com efeito imediato, a AMC não exibirá mais filmes da Universal em nenhum de nossos cinemas nos Estados Unidos, Europa ou Oriente Médio”, disse Adam Aron, presidente e CEO da AMC Theatres, em comunicado sobre o boicote. “Essa política afeta todo e qualquer filme da Universal e entra em vigor hoje, permanecendo quando nossos cinemas reabrem, e não é uma ameaça vazia ou mal considerada”, continuou ele. “Incidentalmente, essa política não visa apenas a Universal… também se estende a qualquer estúdio ou cineasta que abandonar unilateralmente as práticas de janelas atuais, sem negociações de boa fé entre nós, para que eles, como distribuidores, e nós, como o exibidores, possamos nos beneficiar mutuamente sem sermos prejudicados com essas mudanças. Atualmente, com o comentário feito pela imprensa, a Universal é hoje o único estúdio contemplando uma mudança geral no status quo. Portanto, essa comunicação merece uma resposta imediata”. É um “movimento inapropriado” do estúdio, condenou também Mooky Greidinger, CEO da Cineworld. “Nós investimos muito nos nossos cinemas ao redor do mundo, e isso permite que os estúdios deem aos seus clientes a melhor experiência possível. Não há como contestar que a tela grande é a melhor forma de assistir a um filme”, argumentou, em seu próprio comunicado. Além das duas redes, a entidade que reúne os maiores exibidores, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) também se pronunciou, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para ela, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, disse a organização em comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2″. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Diante da reação dos exibidores, a Universal distribuiu uma nota de esclarecimento, ressaltando que continua dedicada ao cinema e que os comentários de seu presidente foram mal-interpretados. “Acreditamos absolutamente na experiência cinematográfica e não declaramos o contrário. Como dissemos anteriormente, daqui para frente, esperamos lançar filmes diretamente para os cinemas, bem como no VOD, quando essa via de distribuição fizer sentido. Estamos ansiosos para ter conversas privadas adicionais com nossos parceiros de exibição, mas estamos desapontados com essa tentativa aparentemente coordenada de confundir nossa posição e nossas ações”, afirmou a Universal. “Nosso objetivo ao lançar ‘Trolls 2’ em VOD era oferecer entretenimento a pessoas que estão abrigadas em casa, enquanto os cinemas e outras formas de entretenimento externo não estão disponíveis. Com base na resposta entusiasmada ao filme, acreditamos que fizemos o movimento certo”, acrescenta a declaração. A ameaça dos donos de cinemas, entretanto, não afeta o mercado neste momento em que os cinemas encontram-se fechados devido à crise do novo coronavírus. E tampouco leva em consideração movimentos de outros estúdios, como a Disney e a Warner, que também relocaram filmes destinados ao parque exibidor para lançamentos digitais – “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” será disponibilizado em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus) e a animação “Scooby! O Filme” ganhará chegará para aluguel e compra digital em 15 de maio nos EUA. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as duas redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. O próprio CEO da empresa, que vociferou em comunicado, encontra-se entre os funcionários licenciados devido à crise sanitária.

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  • Filme

    Lançamento digital de Trolls 2 já rendeu US$ 100 milhões nos EUA

    29 de abril de 2020 /

    A arrecadação do lançamento digital de “Trolls 2” em VOD nos EUA surpreendeu os analistas de mercado e o próprio estúdio Universal. A sequência já arrecadou cerca de US$ 100 milhões em aluguéis virtuais só no mercado norte-americano. Previsto para estrear nos cinemas em abril, o filme acabou tendo seu lançamento suspenso por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas em vez de programar uma nova data, o estúdio resolveu disponibilizá-lo logo nas plataformas on demand. A iniciativa enfrentou protesto das empresas exibidoras, por receio do que isso poderia representar para a janela cinematográfica e para os futuros lançamentos de franquias populares. “Trolls 2” testou o mercado, como a primeira sequência de blockbuster lançada exclusivamente em streaming, e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. Diante disso, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) decidiu se pronunciar, por meio de comunicado, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para os proprietários de salas exibidoras, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, diz o texto do comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2”. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Vale lembrar que a animação não foi disponibilizada em VOD no mundo inteiro. Por enquanto, o estúdio mantém os planos de realizar uma estreia cinematográfica de “Trolls 2” no Brasil, prevista para outubro. Apesar dessas ressalvas, a Universal já planeja seu próximo lançamento nas plataformas digitais. O estúdio anunciou que “The King of Staten Island”, nova comédia de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávida”, “Descompensada”) estreará no dia 12 de junho diretamente on demand. O estúdio não está sozinho nessa iniciativa. De olho no sucesso de “Trolls 2”, a Warner resolveu também lançar a animação “Scooby! O Filme” em VOD, em vez de esperar a reabertura dos cinemas.

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  • Série

    Príncipe Harry participará de episódio comemorativo de Thomas e Seus Amigos

    28 de abril de 2020 /

    O príncipe Harry gravou uma participação especial para a série animada britânica “Thomas e Seus Amigos”. A produção ganhou um vídeo de bastidores que revela os detalhes do projeto. O episódio é comemorativo dos 75 anos da criação de “Thomas e seus Amigos” e também traz versões animadas do pai e da avó de Harry, que são o príncipe Charles e a rainha Elizabeth II. Na trama, um dos amigos de Thomas recebe uma honra especial no palácio de Buckingham. O desenho é baseado na coleção literária sobre locomotivas falantes “The Railway Series”, do reverendo Wilbert Awdry, que começou a ser publicada em 1945 e segue até hoje. Seu filho Christopher, para quem ele concebeu as histórias originais, continuou seu legado com novas publicações a partir de 1983. A série animada, por sua vez, foi lançada no Reino Unido em 1984 pelo canal ITV. Os primeiros anos tiveram alguns hiatos de produção, porque a técnica utilizada, animação computadorizada, ainda estava dando seus primeiros passos e a renderização era extremamente demorada. Por isso, a série vai chegar apenas à sua 24ª temporada com o lançamento do episódio especial. Apesar disso, a produção tem a mesma idade do príncipe Harry, atualmente com 35 anos. Intitulado “Thomas e Seus Amigos: Visitando a Rainha” (Thomas & Friends: The Royal Engine), o capítulo contará com introdução de Harry, que falará justamente sobre suas lembranças de infância do desenho. “Muitas crianças foram entretidas, inspiradas e educadas em temas importantes por essas histórias e personagens”, ele declarou em comunicado. Além de Harry, o desenho também contará com participação da atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), que vai dublar uma personagem chamada Duquesa, a locomotiva falante da família real. O especial será disponibilizado pela Netflix em todo o mundo, inclusive no Brasil, na sexta-feira (1/5). Veja abaixo o vídeo com cenas e bastidores da produção.

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  • Série

    Olaf: Personagem de Frozen tem aventura solo em série animada. Veja os episódios

    28 de abril de 2020 /

    Para ajudar a entreter as crianças durante a quarentena do coronavírus, a Disney lançou uma série de curtas baseados no boneco de neve Olaf, da franquia “Frozen”. Nas animações, ele aparece geralmente sozinho, buscando se divertir de novas maneiras. Disponibilizada no YouTube, a série foi batizada de “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal), nome que reflete esses tempos de isolamento social, e está sendo produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Veja abaixo os três primeiros capítulos liberados. Todos tem menos de um minuto de duração. E vale lembrar que Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia, que foi recentemente lançado em VOD no Brasil.

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  • Série

    Reestreia do Adult Swim no Brasil coloca Rick and Morty no canal Warner

    28 de abril de 2020 /

    Exibido nas madrugadas do Cartoon Network entre 2005 e 2008, a faixa de animação adulta Adult Swim vai voltar à TV paga brasileira, mas em outro canal. A reestreia vai acontecer na próxima segunda (4/5) no canal pago Warner. Veja abaixo o comercial com a novidade. A programação do Adult Swim vai ocupar o Warner Channel de segunda a quinta, a partir das 23h45. Além disso, nas madrugadas de sábado para domingo, às 00h30, serão exibidos os episódios da 4ª e atual temporada de “Rick and Morty”, desenho mais popular da faixa adulta. Episódios antigos do desenho do ensandecido cientista Rick Sanchez, que sempre arrasta o neto tímido Morty para aventuras mirabolantes pelo tempo e espaço, vai abrir o bloco durante os dias de semana. A lista de atrações também inclui o tradicional “Robot Chicken” (ou Frango Robô), com esquetes de humor criadas por animação stop-motion de bonecos, “Final Space”, sobre as aventuras de um astronauta e seu parceiro alienígena fofo e letal, e “Aqua Teen Hunger Force”, em que um copo de milk-shake, um pacote de batatas-fritas e uma almôndega de carne formam o trio de detetives mais incomuns do mundo. O Adult Swim foi retirado do Cartoon Network em 2008 devido a uma campanha de pais que ficaram inconformados com o conteúdo adulto das animações. Após perder seu lar original, o bloco passou pelo I.Sat e pelo TBS. Os três são canais da Turner, empresa do grupo WarnerMedia. As três primeiras temporadas completas, assim como a primeira parte do quarto ano de “Rick and Morty” também estão disponíveis na Netflix.

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  • Filme

    Scooby! O Filme troca cinema por lançamento digital

    21 de abril de 2020 /

    A Warner desistiu de lançar nos cinemas o longa animado “Scooby! O Filme” (Scoob!, em inglês). Produzido como primeiro longa animado cinematográfico da franquia do Scooby-Doo, o filme agora vai seguir o destino de outras animações baseadas na série clássica com um lançamento direto em serviços VOD, de locação digital. O estúdio anunciou nesta terça-feira (21/4) que “Scooby!” estará disponível para aluguel e compra digital em 15 de maio nos EUA, por US$ 19,99 e US$ 24,99, respectivamente. O período de locação é de 48 horas. “Enquanto permanecemos ansiosos para poder mostrar nossos filmes novamente nos cinemas, estamos navegando em tempos novos e sem precedentes, que exigem pensamento criativo e adaptabilidade na forma como distribuímos nosso conteúdo”, disse Ann Sarnoff, presidente da Warner Bros., em um comunicado. “Sabemos que os fãs estão ansiosos para ver ‘Scooby!’ e estamos muito satisfeitos por oferecer este filme reconfortante para as famílias curtirem enquanto estão em casa.” Sarnoff não mencionou nenhum plano para o filme no serviço de streaming HBO Max, que deve ser lançado em 27 de maio. A data de lançamento em VOD será a mesma que estava reservada para os cinemas. No Brasil, a estreia aconteceria um dia antes, em 14 de maio, mas ainda não há previsão para a disponibilização do filme por aqui. Apesar de não se tornar, como previsto, a primeira animação de Scooby-Doo nos cinemas, a obra traz algumas novidades em relação às adaptações anteriores, a começar pelo uso da computação gráfica. Graças à tecnologia, os personagens ganham uma aparência diferente dos desenhos tradicionais, mas que não chega a ser radical, já que os traços originais foram preservados. Outra novidade é que o longa também vai revelar a origem da turma animada, desde o primeiro encontro de Scooby e Salsicha, ainda crianças, demonstrando que a amizade do grupo é bastante antiga. Além disso, a nova aventura envolve vários personagens clássicos das animações da Hanna-Barbera. Há desde o encontro entre Scooby e o Bionicão, do Falcão Azul, até a aparição do vilão mais famoso do estúdio: Dick Vigarista, da “Corrida Maluca”. Em sua dublagem original, o filme traz astros famosos como as vozes do desenho. Zac Efron (“Vizinhos”) dubla Fred, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) faz Daphne, Will Forte (“O Último Cara na Terra”) interpreta Salsicha e Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) dá voz a Velma. Já Scooby continuará a ter a voz do veterano Frank Welker. Ele foi o primeiro dublador de Fred, em 1969, mas desde 2002 assumiu a voz do cachorrão falante nas séries e DVDs animados da franquia. Como a trama vai mostrar a versão mirim dos personagens, eles terão um segundo time de dubladores com vozes de crianças conhecidas, como Iain Armitage (“Young Sheldon”) como o Salsicha criança, Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) como a pequena Daphne, Pierce Gagnon (“Twin Peaks: O Retorno”) dando voz ao jovem Fred e Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”) como a Velma mirim. Os outros personagens do estúdio Hanna-Barbera também tem vozes estreladas: Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) dubla o Falcão Azul, Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) faz o Bionicão e Jason Issacs (“Star Trek: Discovery”) dá voz ao vilão Dick Vigarista. Além deles, o elenco ainda inclui Tracy Morgan (“30 Rock”) como o Capitão Caverna e Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) como sua parcerinha Dee Dee. O roteiro é de de Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”) e a direção é assinada por Tony Cervone (“Space Jam – O Jogo do Século”), que já trabalhou na franquia – produziu a série “Scooby-Doo! Mistério, S/A” (2010-2013) e comandou o recente vídeo animado “Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll” (2015). Com o anúncio da Warner, “Scooby! O Filme” se torna o terceiro filme a trocar o lançamento nos cinemas por uma estreia online, devido à pandemia do novo coronavírus. Antes dele, “Trolls 2”, da Universal, e “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, da Disney, também optaram pela solução digital – o primeiro até já saiu em VOD, batendo recordes nos EUA, enquanto o segundo será disponibilizado em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer oficial do filme do Scooby-Doo em duas versões – original e dublada em português.

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  • Série

    The Midnight Gospel: Animação psicodélica do criador de Hora da Aventura estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix disponibilizou nesta segunda (20/4) a 1ª temporada de “The Midnight Gospel”, a nova animação de Pendleton Ward, criador da série “Hora de Aventura”, grande sucesso do Cartoon Network. Os oito episódios de aproximadamente 20 minutos já podem ser conferidos na plataforma. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, outra série animada da Netflix. A nova atração acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. A produção é inspirada no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com entrevistas com Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Como o trailer abaixo atesta, o resultado é altamente psicodélico. Confira.

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  • Filme

    Trolls 2 bate recorde de locação digital nos EUA

    13 de abril de 2020 /

    A Universal anunciou nesta segunda-feira (13/4) que “Trolls 2” (Trolls World Tour) se tornou sua maior estréia digital de todos os tempos. A animação foi lançada por período limitado para locação online no fim de semana da Páscoa nos EUA, durante apenas 48 horas, por US$ 19,99. Diante do fechamento dos cinemas, como medida de contenção da pandemia do novo coronavírus, a Universal resolveu testar como o público reagiria ao lançamento digital de uma obra inédita. Mas essa decisão incomodou o parque exibidor, já que o desenho seria lançado no circuito cinematográfico, e um eventual sucesso poderia impactar, no futuro, a distância estabelecida em comum acordo entre as estreias de filmes nos cinemas e sua disponibilização online – atualmente, em torno de três meses. Embora o estúdio não tenha apresentado números, especialistas no mercado de VOD, ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, indicam que “Trolls 2” pode ter rendido 10 vezes mais para a Universal que o lançamento de seu maior best-seller digital, “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Isto porque a animação foi o filme mais visto em todas as principais plataformas sob demanda no fim de semana, superando as expectativas dos distribuidores digitais, entre eles Amazon, Comcast, Apple, Vudu, Google/YouTube, DirecTV e FandangoNOW. Esse resultado pode ter finalmente dissolvido a dúvida sobre o interesse dos consumidores em filmes digitais e no quanto o público se dispõe a pagar para assistir a um lançamento “premium” em suas casas. Ainda não está claro se a Universal compartilhará os números oficiais do desempenho de “Trolls 2” nos próximos dias. Vale lembrar que a animação não foi disponibilizada em VOD no mundo inteiro. Por enquanto, o estúdio mantém os planos de realizar um lançamento cinematográfico de “Trolls 2” no Brasil, previsto para outubro.

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  • Filme

    Disney anuncia adiamento de suas próximas animações

    13 de abril de 2020 /

    A Disney anunciou uma segunda rodada de adiamentos de seus filmes, desta vez focada em suas próximas animações. A nova produção da Pixar, “Soul”, foi deslocada de sua data original (25 de junho no Brasil) para 20 de novembro. E até “Raya and the Last Dragon”, que só estrearia em janeiro de 2021, sofreu mudança. Agora, será lançada em 12 de março do ano que vem. As alterações no calendário foram informadas pelo perfil do Twitter da Disney. Veja abaixo. Com os novos adiamentos, agora o primeiro filme do estúdio com previsão de estreia cinematográfica é o remake live-action de “Mulan”. O lançamento, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Como a pandemia do novo coronavírus continua longe de ter uma solução, não está descartada uma nova alteração. Disney and Pixar's Soul in theaters November 20, 2020. #PixarSoul pic.twitter.com/sH9EAOxpNr — Disney (@Disney) April 13, 2020 Raya and the Last Dragon in theaters March 12, 2021. pic.twitter.com/9eacSr2L9s — Disney (@Disney) April 13, 2020

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  • Filme

    Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood

    11 de abril de 2020 /

    A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.

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  • Série

    The Midnight Gospel: Animação adulta do criador de Hora de Aventura ganha trailer psicodélico

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. A prévia é impressionante, lisérgica, com imagens adultas, alegorias insanas, visual psicodélico e premissa apocalíptica. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. “The Midnight Gospel” estreia em 20 de abril em streaming.

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