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  • Música

    Emicida lança clipe animado inspirado em Dragon Ball

    9 de maio de 2020 /

    O rapper Emicida divulgou o clipe de “Quem Tem Um Amigo (Tem Tudo)”, que se materializa como uma animação inspirada em “Dragon Ball”. Fã declarado do anime, Emicida já tinha referenciado o desenho em outros trabalhos. A música conta com participações especiais de Zeca Pagodinho, da dupla Os Prettos e até de uma banda japonesa, a Tokyo Ska Paradise Orchestra, que fornece o instrumental com sopros. “Nesse momento de isolamento, estamos vivendo as relações de modo mais intenso e a tônica desse vídeo é a amizade”, disse Emicida, em comunicado. “Nós crescemos assistindo a esse tipo de animação, como o ‘Dragon Ball’, com nossos amigos. Então é uma maneira de revisitar uma lembrança nostálgica, aquele sentimento gostoso de trombar os nossos camaradas dentro de uma atmosfera que remete à nossa infância”. No clipe, Emicida aparece como uma versão do personagem principal, o Goku, que se locomove em uma nuvem voadora. Zeca Pagodinho é representado como o Mestre Kame (mestre de artes marciais e primeiro professor de Goku). Os Prettos são os guerreiros Tenshinhan e Caos, enquanto o grupo Tokyo Ska Paradise Orchestra teve o seu terno inspirado em um modelo usado por Kuririn. Ao final, todos correm de Godzilla, que acaba caindo no samba ao lado do fantasma do baterista Wilson das Neves (1936-2017), a quem o vídeo é dedicado. O vídeo tem direção de Felipe Macedo e produção da Laboratório Fantasma. Já a música foi disponibilizada num EP digital, acompanhada por duas versões cantadas em inglês.

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    Weezer vai lançar música nova no próximo episódio de Os Simpsons

    7 de maio de 2020 /

    O próximo clipe do Weezer será exibido em “Os Simpsons”! A banda vai participar de um episódio da série animada e encarou o convite dos produtores como oportunidade para lançar uma música nova. No capítulo que vai ao ar no domingo (10/5) nos EUA, os músicos liderados por Rivers Cuomo vão apresentar pela primeira vez a faixa “Blue Dream”. O Weezer anunciou a novidade com um vídeo disponibilizado nas redes sociais, em que aparecem como seus alter-egos animados, tocando a música dos créditos de “Os Simpsons”. “Oi, nos somos a banda Weezer. Vocês garotos podem nos reconhecer e às nossas músicas (velhas e novas) no episódio deste domingo”, escreveram. A música “Blue Dream” faz parte do próximo disco do Weezer, cujo lançamento foi adiado por causa do novo coronavírus. O álbum vai se chamar “Van Weezer” e será o 14º da carreira da banda. Intitulado “The Hateful Eight-Year Olds” (“As Odiadas de Oito Anos”, em tradução literal, numa referência ao filme “Os Oito Odiados”), o episódio do fim de semana também contará com outras participações especiais. Três estrelas da série “Riverdale”, Lili Reinhart (Betty), Camila Mendes (Veronica) e Madelaine Petsch (Cheryl), além da jovem atriz Joey King (indicada ao Emmy pela minissérie “The Act”) estão confirmadas como dubladoras do grupo de meninas malvadas do título. Os novos episódios de “Os Simpsons” são exibidos no Brasil pelo canal pago Fox. Hi, we're the band Weezer, you kids might recognize us and our music (old and new) on Sunday's episode of @TheSimpsons so tune in 8/7c on @AnimationOnFOX. pic.twitter.com/nuLy8wyjyE — weezer (@Weezer) May 7, 2020

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  • Série

    The Blacklist vai usar animação para finalizar temporada interrompida pelo coronavírus

    6 de maio de 2020 /

    A série “The Blacklist” resolveu finalizar sua 7ª temporada, cuja gravação foi interrompida pela pandemia do novo coronavírus, de forma criativa. Os produtores recorreram à animação para completar as cenas que não puderam ser gravadas. O Twitter oficial da atração fez o anúncio, dizendo que a série seria “mais animada que o comum” em sua season finale. Com isso, o episódio que vai encerrar a temporada será uma mistura de cenas em live-action, que conseguiram ser finalizadas, e desenhos animados. Os produtores elegeram um traço emprestado dos quadrinhos para tapar os buracos na trama, deixados pelas cenas não produzidas, e pediram que os atores, como James Spader e Megan Boone, gravassem suas falas em casa. Intitulado “The Kazanjian Brothers”, o episódio híbrido, que vai encerrar o sétimo ano da produção, será exibido em 15 de maio nos EUA. Já renovada para sua 8ª temporada, “The Blacklist” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN, além de ir ao ar pela Globo como “Lista Negra” e ter suas seis primeiras temporadas disponíveis na Netflix. #TheBlacklist is going to be more animated than usual. The season finale will feature a hybrid of live-action and graphic novel-style animation when it airs Friday, May 15 at 8/7c on @NBC. pic.twitter.com/HMpJLH4GTh — The Blacklist (@NBCBlacklist) May 5, 2020

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  • Série

    She-Ra e as Princesas do Poder: Trailer da última temporada mostra luta por Etheria

    6 de maio de 2020 /

    A DreamWorks Animation divulgou dois pôsteres e o trailer da 5ª e última temporada da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia revela o confronto final pelo destino de Etheria, após Adora descobrir a verdade sobre sua espada mágica. A nova versão da heroína animada, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. A 5ª temporada estreia em 15 de maio na Netflix.

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  • Filme

    Sequência de Space Jam ganha título e logo oficiais

    1 de maio de 2020 /

    O jogador de basquete LeBron James revelou o título da sequência do filme “Space Jam”, que será estrelada por ele. O novo híbrido de animação e live-action em que a Turma do Pernalonga se envolve num jogo de basquetebol intergalático se chamará “Space Jam: A New Legacy”. A revelação se deu num post no Instagram com uma imagem de LeBron usando um boné decorado com o logotipo do filme. Assim que viralizou, a imagem foi postada em alta definição no perfil oficial do filme no Twitter. Veja abaixo. O projeto já está em desenvolvimento há quatro anos. LeBron James foi anunciado em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas apenas em julho passado, o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), foi definido no comando das filmagens – após passagens de Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”) pela produção. O longa contará também com os jogadores Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, a atriz Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) viverá a esposa de Lebron, e Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) também está no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada, há mais de um ano, para julho de 2021. Entretanto, é uma data que deve ser alterada, pois a pandemia do novo coronavírus paralisou a produção antes de seu final. Repost from #LeBronJames: 2021. 🐰🥕 🎥 🍿👑 pic.twitter.com/G499sIvXL6 — Space Jam A New Legacy (@spacejammovie) April 30, 2020

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    Disney prepara versão live-action de Hércules com os diretores de Vingadores: Ultimato

    30 de abril de 2020 /

    A Disney está desenvolvendo uma versão live-action da animação “Hércules”, lançada originalmente em 1997, que terá produção dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. Apesar de seu envolvimento, os irmãos Russo não devem dirigir o filme. Mas eles não são a única conexão com a Marvel na produção. Para a adaptação, o estúdio contratou o roteirista Dave Callaham, responsável pela franquia “Os Mercenários” e roteirista do vindouro “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, da Marvel. O mitológico herói grego já apareceu de carne e osso em dezenas de filmes, desde uma franquia italiana dos anos 1960 até produções mais recentes, como a que trouxe Dwayne “The Rock” Johnson como o herói em 2014. Entretanto, o filme original da Disney foi uma das abordagens mais diferentes de sua lenda. Além de ser uma animação, apresentou uma versão musical de Hércules. Não está claro se a nova adaptação manterá os elementos musicais. A Disney adotou abordagens diferentes para seus remakes. Enquanto “O Rei Leão” se aproximou bastante do desenho de 1994, o vindouro “Mulan” é uma versão sem as coreografias musicais da animação de 1998. De todo modo, vale lembrar que o público foi estimulado a pensar num remake de “Hércules” após a performance de Ariana Grande no evento “Disney Family Singalong”, quando ela cantou a música-tema do desenho de 1997. Esta opção musical gerou uma petição no site Change.org para que a cantora interpretasse Megara, a protagonista feminina do desenho, numa versão live-action. O projeto, porém, ainda está longe da fase de seleção de elenco.

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    Chefe da Universal diz que o público vê mais filmes em casa que no cinema

    30 de abril de 2020 /

    Envolvido numa polêmica com as grandes redes de exibição após lançar “Trolls 2” diretamente para locação digital nos EUA, Jeff Shell, o CEO da NBCUniversal, parabenizou nesta quinta (30/4) a iniciativa dos responsáveis pela disponibilização do desenho animado, que rendeu mais de US$ 100 milhões em VOD, e ainda disse que o público vê mais filmes em casa que nas salas do circuito cinematográfico. O comentário de Shell aconteceu durante uma videoconferência com acionistas do estúdio e membros da imprensa. Após salientar que “a distribuição tradicional nos cinemas sem dúvidas voltará a ser a peça central das nossas operações” após a pandemia, Shell concluiu que a disponibilização digital de filmes, seja em plataformas de assinatura, como a Netflix, ou por locação via serviços on demand (VOD), também precisa ser considerada importante. O executivo comentou de forma entusiasmada os resultados obtidos com o lançamento de “Trolls 2” em VOD, que foi o estopim para o conflito entre o estúdio e os exibidores. “Os números que conseguimos foram muito interessantes. O filme estava pronto, e a gente investiu muito dinheiro nele. Além disso, o público estava precisando de uma opção infantil em casa”, argumentou. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2”. O problema é que, ao comemorar esses números e sinalizar que o estúdio deve lançar mais filmes dessa forma, Shell despertou a ira do parque exibidor. Grandes redes de cinema, como AMC Theatres e Regal Cinemas, nos EUA, e Odeon, no Reino Unido, afirmaram que, quando reabrirem para o público, vão boicotar os filmes da Universal. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. “Eu acho que os consumidores voltarão aos cinemas quando puderem, mas o streaming será parte do esquema de distribuição, querendo ou não. Mesmo que seja como uma oferta complementar”, conclui Shell, em sua avaliação do futuro do negócio cinematográfico.

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    Diretor de Toy Story 4 fará prólogo animado da franquia Transformers

    29 de abril de 2020 /

    A Paramount definiu o diretor do prólogo animado da franquia “Transformers”. A produção baseada nos brinquedos da Hasbro será comandada pelo cineasta Josh Cooley, que dirigiu “Toy Story 4” (2019) e coescreveu “Divertida Mente” (2015), grandes sucessos da Disney/Pixar. Ele vai levar às telas um roteiro da dupla Andrew Barrer e Gabriel Ferrari, conhecidos pela franquia “Homem-Formiga”, da Marvel. A franquia Transformers foi adaptada para animação várias vezes ao longo dos anos, desde sua primeira série de TV em 1984, e também ganhará uma nova versão animada na Netflix. Ainda não há previsão para o lançamento do longa dirigido por Cooley.

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    Maiores redes de cinema dos EUA decidem boicotar os filmes da Universal

    29 de abril de 2020 /

    As duas maiores redes de cinema dos EUA reagiram contra a decisão da Universal de dar mais atenção às plataformas on demand, as “locadoras virtuais”, após o sucesso estrondoso de “Trolls 2” em VOD nos EUA. A AMC Theatres e a Cineworld, dona da rede Regal Cinemas, anunciaram que não vão exibir novos filmes da Universal Pictures enquanto o estúdio não desistir de lançar longas simultaneamente nos cinemas e nos serviços de streaming on demand. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. “É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff sobre as ações e intenções unilaterais da Universal não nos deixaram escolha. Portanto, com efeito imediato, a AMC não exibirá mais filmes da Universal em nenhum de nossos cinemas nos Estados Unidos, Europa ou Oriente Médio”, disse Adam Aron, presidente e CEO da AMC Theatres, em comunicado sobre o boicote. “Essa política afeta todo e qualquer filme da Universal e entra em vigor hoje, permanecendo quando nossos cinemas reabrem, e não é uma ameaça vazia ou mal considerada”, continuou ele. “Incidentalmente, essa política não visa apenas a Universal… também se estende a qualquer estúdio ou cineasta que abandonar unilateralmente as práticas de janelas atuais, sem negociações de boa fé entre nós, para que eles, como distribuidores, e nós, como o exibidores, possamos nos beneficiar mutuamente sem sermos prejudicados com essas mudanças. Atualmente, com o comentário feito pela imprensa, a Universal é hoje o único estúdio contemplando uma mudança geral no status quo. Portanto, essa comunicação merece uma resposta imediata”. É um “movimento inapropriado” do estúdio, condenou também Mooky Greidinger, CEO da Cineworld. “Nós investimos muito nos nossos cinemas ao redor do mundo, e isso permite que os estúdios deem aos seus clientes a melhor experiência possível. Não há como contestar que a tela grande é a melhor forma de assistir a um filme”, argumentou, em seu próprio comunicado. Além das duas redes, a entidade que reúne os maiores exibidores, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) também se pronunciou, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para ela, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, disse a organização em comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2″. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Diante da reação dos exibidores, a Universal distribuiu uma nota de esclarecimento, ressaltando que continua dedicada ao cinema e que os comentários de seu presidente foram mal-interpretados. “Acreditamos absolutamente na experiência cinematográfica e não declaramos o contrário. Como dissemos anteriormente, daqui para frente, esperamos lançar filmes diretamente para os cinemas, bem como no VOD, quando essa via de distribuição fizer sentido. Estamos ansiosos para ter conversas privadas adicionais com nossos parceiros de exibição, mas estamos desapontados com essa tentativa aparentemente coordenada de confundir nossa posição e nossas ações”, afirmou a Universal. “Nosso objetivo ao lançar ‘Trolls 2’ em VOD era oferecer entretenimento a pessoas que estão abrigadas em casa, enquanto os cinemas e outras formas de entretenimento externo não estão disponíveis. Com base na resposta entusiasmada ao filme, acreditamos que fizemos o movimento certo”, acrescenta a declaração. A ameaça dos donos de cinemas, entretanto, não afeta o mercado neste momento em que os cinemas encontram-se fechados devido à crise do novo coronavírus. E tampouco leva em consideração movimentos de outros estúdios, como a Disney e a Warner, que também relocaram filmes destinados ao parque exibidor para lançamentos digitais – “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” será disponibilizado em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus) e a animação “Scooby! O Filme” ganhará chegará para aluguel e compra digital em 15 de maio nos EUA. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as duas redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. O próprio CEO da empresa, que vociferou em comunicado, encontra-se entre os funcionários licenciados devido à crise sanitária.

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    Lançamento digital de Trolls 2 já rendeu US$ 100 milhões nos EUA

    29 de abril de 2020 /

    A arrecadação do lançamento digital de “Trolls 2” em VOD nos EUA surpreendeu os analistas de mercado e o próprio estúdio Universal. A sequência já arrecadou cerca de US$ 100 milhões em aluguéis virtuais só no mercado norte-americano. Previsto para estrear nos cinemas em abril, o filme acabou tendo seu lançamento suspenso por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas em vez de programar uma nova data, o estúdio resolveu disponibilizá-lo logo nas plataformas on demand. A iniciativa enfrentou protesto das empresas exibidoras, por receio do que isso poderia representar para a janela cinematográfica e para os futuros lançamentos de franquias populares. “Trolls 2” testou o mercado, como a primeira sequência de blockbuster lançada exclusivamente em streaming, e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. Diante disso, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) decidiu se pronunciar, por meio de comunicado, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para os proprietários de salas exibidoras, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, diz o texto do comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2”. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Vale lembrar que a animação não foi disponibilizada em VOD no mundo inteiro. Por enquanto, o estúdio mantém os planos de realizar uma estreia cinematográfica de “Trolls 2” no Brasil, prevista para outubro. Apesar dessas ressalvas, a Universal já planeja seu próximo lançamento nas plataformas digitais. O estúdio anunciou que “The King of Staten Island”, nova comédia de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávida”, “Descompensada”) estreará no dia 12 de junho diretamente on demand. O estúdio não está sozinho nessa iniciativa. De olho no sucesso de “Trolls 2”, a Warner resolveu também lançar a animação “Scooby! O Filme” em VOD, em vez de esperar a reabertura dos cinemas.

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    Príncipe Harry participará de episódio comemorativo de Thomas e Seus Amigos

    28 de abril de 2020 /

    O príncipe Harry gravou uma participação especial para a série animada britânica “Thomas e Seus Amigos”. A produção ganhou um vídeo de bastidores que revela os detalhes do projeto. O episódio é comemorativo dos 75 anos da criação de “Thomas e seus Amigos” e também traz versões animadas do pai e da avó de Harry, que são o príncipe Charles e a rainha Elizabeth II. Na trama, um dos amigos de Thomas recebe uma honra especial no palácio de Buckingham. O desenho é baseado na coleção literária sobre locomotivas falantes “The Railway Series”, do reverendo Wilbert Awdry, que começou a ser publicada em 1945 e segue até hoje. Seu filho Christopher, para quem ele concebeu as histórias originais, continuou seu legado com novas publicações a partir de 1983. A série animada, por sua vez, foi lançada no Reino Unido em 1984 pelo canal ITV. Os primeiros anos tiveram alguns hiatos de produção, porque a técnica utilizada, animação computadorizada, ainda estava dando seus primeiros passos e a renderização era extremamente demorada. Por isso, a série vai chegar apenas à sua 24ª temporada com o lançamento do episódio especial. Apesar disso, a produção tem a mesma idade do príncipe Harry, atualmente com 35 anos. Intitulado “Thomas e Seus Amigos: Visitando a Rainha” (Thomas & Friends: The Royal Engine), o capítulo contará com introdução de Harry, que falará justamente sobre suas lembranças de infância do desenho. “Muitas crianças foram entretidas, inspiradas e educadas em temas importantes por essas histórias e personagens”, ele declarou em comunicado. Além de Harry, o desenho também contará com participação da atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), que vai dublar uma personagem chamada Duquesa, a locomotiva falante da família real. O especial será disponibilizado pela Netflix em todo o mundo, inclusive no Brasil, na sexta-feira (1/5). Veja abaixo o vídeo com cenas e bastidores da produção.

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    Olaf: Personagem de Frozen tem aventura solo em série animada. Veja os episódios

    28 de abril de 2020 /

    Para ajudar a entreter as crianças durante a quarentena do coronavírus, a Disney lançou uma série de curtas baseados no boneco de neve Olaf, da franquia “Frozen”. Nas animações, ele aparece geralmente sozinho, buscando se divertir de novas maneiras. Disponibilizada no YouTube, a série foi batizada de “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal), nome que reflete esses tempos de isolamento social, e está sendo produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Veja abaixo os três primeiros capítulos liberados. Todos tem menos de um minuto de duração. E vale lembrar que Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia, que foi recentemente lançado em VOD no Brasil.

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    Reestreia do Adult Swim no Brasil coloca Rick and Morty no canal Warner

    28 de abril de 2020 /

    Exibido nas madrugadas do Cartoon Network entre 2005 e 2008, a faixa de animação adulta Adult Swim vai voltar à TV paga brasileira, mas em outro canal. A reestreia vai acontecer na próxima segunda (4/5) no canal pago Warner. Veja abaixo o comercial com a novidade. A programação do Adult Swim vai ocupar o Warner Channel de segunda a quinta, a partir das 23h45. Além disso, nas madrugadas de sábado para domingo, às 00h30, serão exibidos os episódios da 4ª e atual temporada de “Rick and Morty”, desenho mais popular da faixa adulta. Episódios antigos do desenho do ensandecido cientista Rick Sanchez, que sempre arrasta o neto tímido Morty para aventuras mirabolantes pelo tempo e espaço, vai abrir o bloco durante os dias de semana. A lista de atrações também inclui o tradicional “Robot Chicken” (ou Frango Robô), com esquetes de humor criadas por animação stop-motion de bonecos, “Final Space”, sobre as aventuras de um astronauta e seu parceiro alienígena fofo e letal, e “Aqua Teen Hunger Force”, em que um copo de milk-shake, um pacote de batatas-fritas e uma almôndega de carne formam o trio de detetives mais incomuns do mundo. O Adult Swim foi retirado do Cartoon Network em 2008 devido a uma campanha de pais que ficaram inconformados com o conteúdo adulto das animações. Após perder seu lar original, o bloco passou pelo I.Sat e pelo TBS. Os três são canais da Turner, empresa do grupo WarnerMedia. As três primeiras temporadas completas, assim como a primeira parte do quarto ano de “Rick and Morty” também estão disponíveis na Netflix.

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