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  • Série

    Nova série animada de Star Trek ganha primeiro trailer

    12 de julho de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro trailer da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.

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  • Filme

    A Fuga das Galinhas 2: Atriz substituída na sequência acusa produtores de preconceito etário

    11 de julho de 2020 /

    Uma das principais vozes do sucesso infantil “A Fuga das Galinhas”, lançado em 2000 e até hoje a maior bilheteria de animação em stop-motion de todos os tempos, acusou os produtores de “preconceito etário” por retirá-la da sequência. Recém-anunciada, a sequência será disponibilizada pela Netflix, mas sua produção permanece a cargo do estúdio Aardman, especializado em animações com massinhas e responsável pelo filme original. Ao ser substituída, a atriz inglesa Julia Sawalha, que dublou Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais usando a hashtag #ageism (preconceito etário) e revelando ter ficado “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. “A razão que eles deram é que minha voz agora parece ‘muito velha’ e eles querem uma atriz mais nova para repetir o papel”, disse a atriz de 51 anos, que tinha 30 na época do primeiro filme. “Normalmente, nessas circunstâncias, uma atriz teria a chance de fazer um teste de voz para determinar a adequação de seu tom, mas eu não tive essa oportunidade”. Sawalha contou que teve a iniciativa de gravar seu próprio teste de voz em casa, e afirma que um membro da equipe de produção concordou que não soava mais velha. “No entanto, eles declararam ‘Vamos querer refazer a voz de Ginger'”, observou ela, apontando que sua demissão ocorreu antes de ser anunciado que o segundo personagem principal do filme, Rocky, dublado no original por Mel Gibson, também seria reformulado, por causa da mesma desculpa: sua voz “parece velha”. A substituição de Mel Gibson, claro, tem outros motivos, como escândalos de violência doméstica e manifestações racistas, que não combinam com uma produção infantil do século 21. Neste caso, a desculpa soa como uma justificativa polida para a substituição. Mas a intérprete de Ginger não se conforma de ser incluída nesta reformulação. “Eu me esforcei ao máximo para provar à produção que minha voz está quase igual à do filme original”, acrescentou. “Se eles usarem alguns dos membros originais do elenco… vamos ser francos, sinto que fui injustamente demitida”. “Dizer que estou arrasada e furiosa seria um eufemismo”, continuou Sawalha. “Sinto-me totalmente impotente, algo nisso não parece verdadeiro. Confio nos meus instintos e eles estão acenando bandeiras vermelhas. Estou triste por ter perdido a chance de trabalhar com Nick Park e Peter Lord com quem aprendi tanto. Nós três criamos Ginger”. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”) e Peter Lord (“Piratas Pirados!”), que agora serão apenas produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia na Aardman. A sequência de “A Fuga das Galinhas” vai mostrar a ilha livre de humanos, onde as galinhas agora vivem, e apresentar Molly, filha de Ginger e Rocky. Quando uma nova ameaça surge, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta em ação. A produção deve começar apenas em 2021 e não há previsão para sua estreia. Além de Ginger, Julia Sawalha é conhecida por ter vivido Safron, a filha de Edina (Jennifer Saunders) na série de sucesso “Absolutely Fabulous” (1992–2012). Ela não atua desde o lançamento do filme derivado desta atração, em 2016. Chicken Run 2 announcement! I have officially been plucked, stuffed & roasted. If you are interested, do read what I have to say about it.#ageism @actforchangehqhttps://t.co/MqUCOLWuPZ — Julia Sawalha (@JuliaSawalha1) July 9, 2020

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  • Música

    Dua Lipa ganha clipe inspirado em desenhos clássicos de Betty Boop

    10 de julho de 2020 /

    A cantora inglesa Dua Lipa lançou um clipe animado para “Hallucinate”, faixa dançante que flerta com o estilo nu disco do Daft Punk. O desenho animado é produzido pelo estúdio The Mill, com direção de Lisha Tan, e também têm referências claras. Suas imagens remetem à era de ouro da animação, especialmente aos curtas de Max Fleischer com a pin-up Betty Boop, o palhaço Koko e o cão Fitz nos anos 1930. No clipe, Dua Lipa é basicamente uma versão moderna de Betty Boop, vivendo uma de suas típicas aventuras com música e dança, que logo se transformam em pesadelo opressor do qual precisa se libertar. Lisha Tan já tinha demonstrado sua paixão por desenhos clássicos ao assinar a animação de um clipe de Jay-Z, “The Story of O.J.”, em 2017 – inspirado por toons racistas de Rudolf Ising e Bob Clampett. Este também é o segundo clipe animado seguido da cantora, que antes de “Hallucinate” lançou “Break My Heart” como um desenho, em maio. As duas músicas fazem parte do disco “Future Nostalgia”, segundo álbum da cantora.

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  • Música

    Elza Soares enfrenta o apocalipse brasileiro em clipe animado

    8 de julho de 2020 /

    A cantora Elza Soares lançou em seu canal no YouTube o clipe de “Juízo Final”. A gravação é uma releitura do samba clássico de Nelson Cavaquinho, lançado em 1973, num arranjo “rock’n’roll”, segundo avaliação da própria Elza, que escolheu a canção para refletir o duelo entre o bem e o mal “como estamos atravessando nesse período drástico no Brasil e no mundo”. “Quero ter olhos pra ver a maldade desaparecer”, diz a letra famosa, também entoada por Clara Nunes e Alcione, e concebida como reação às trevas da ditadura militar. O vídeo foi criado e dirigido por Pedro Hansen, que já tinha feito um clipe animado para a banda Vanguart (“Casa Vazia”). Na narrativa futurista, Elza pilota uma nave espacial para combater o mal, situado numa Brasília desértica e pós-apocalíptica.

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  • Série

    Curta animado vencedor do Oscar 2020 vai virar série na HBO Max

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Max encomendou uma série animada baseada em “Hair Love”, produção premiada com o Oscar 2020 de Melhor Curta de Animação. O cineasta Matthew A. Cherry, que escreveu, dirigiu e produziu o curta original, será responsável pela nova atração, batizada de “Young Love”. Ele vai trabalhar com o veterano animador Carl Jones (“The Boondocks”, “Black Dynamite”) na série para expandir o mundo da família Young – incluindo os pais Stephen e Angela, sua pequena filha Zuri e seu gato de estimação Rocky – e mostrar seu cotidiano de lutas, enquanto tentam equilibrar carreiras, casamento, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais, esforçando-se para conseguir uma vida melhor. “Estou entusiasmado para continuar contando a história de Stephen, Angela e Zuri e explorar ainda mais a dinâmica familiar da jovem família negra atual que estabelecemos em nosso curta ‘Hair Love’, agora numa série animada”, disse Cherry, no comunicado do projeto. “Não poderia pedir melhores parceiros na Sony Pictures Animation e HBO Max para nos ajudar a divulgar o ‘Young Love’ no mundo”. Não há previsão de estreia para a nova atração, que terá uma temporada inicial de 12 episódios. Vale lembrar que “Hair Love” começou como uma produção independente, realizada graças a uma campanha de financiamento coletivo e só se materializou graças à dedicação de Cherry, que era jogador de futebol americano antes de decidir seguir sua paixão pelo cinema. O curta é sua primeira animação, mas ele já tinha dirigido um longa, “9 Rides” (2016), premiado no circuito dos festivais indies dos EUA. A trama edificante do desenho segue a primeira tentativa de um pai afro-americano de arrumar o cabelo da filha, enquanto sua esposa se recupera de um tratamento de câncer no hospital. A ideia para o projeto surgiu do desejo de Matthew de promover o amor ao cabelo negro, e ao mesmo tempo contrariar o estereótipo do pai negro ausente. Um mês depois de vencer o Oscar, “Hair Love” foi adquirido pela Sony, que está por trás do projeto de transformá-lo em série. Aproveite e veja abaixo a versão completa, divertida e emocionante do curta premiado.

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  • Série

    Nova série animada de Transformers ganha trailer dublado em português

    7 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou um trailer dublado em português e uma coleção de pôsteres de sua série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia revela uma animação computadorizada em estilo de anime (animação japonesa), o título nacional e a data de estreia. Chamada de “Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco”, um título maior que o imponente Megatron, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. O título escolhido pela Netflix teria a ver com a decisão de dividir os 15 episódios em três temporadas (trilogy), cada uma com uma etapa diferente da história. Por curiosidade, “War For Cybertron” também é o nome de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto no ano passado pela AT&T, após comprar a Time Warner. A franquia também deve ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões. “Transformers: War For Cybertron Trilogy – O Cerco” tem lançamento marcado para 30 de julho em streaming. Confira abaixo o trailer nacional e a versão americana, com as dublagens originais.

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  • Série

    Clone High: Animação cult dos produtores de Homem-Aranha no Aranhaverso terá revival

    6 de julho de 2020 /

    Mais uma série animada cultuada da MTV vai voltar a ser produzida. “Clone High”, que teve só uma temporada de 13 episódios em 2002, será retomada com participação de seus criadores, Phil Lord, Chris Miller e Bill Lawrence. Lord e Miller se tornaram bem famosos depois da animação que lançou suas carreiras – dirigiram “Uma Aventura Lego” e produziram “Homem-Aranha no Aranhaverso”, entre outros trabalhos – , enquanto Lawrence, que já era conhecido pelas séries “Spin City” e “Scrubs”, lançou “Cougar Town”, por exemplo. O revival, porém, está sendo tocado por Erica Rivinoja, escritora da série original. Ela servirá como showrunner e co-escreverá o piloto ao lado de Lord e Miller. Como a série original, a nova “Clone High” seguirá figuras históricas famosas, que foram clonadas e matriculadas no ensino médio. Em 2003, os alunos eram clones emos de Abraham Lincoln, Cleópatra, Joana D’Arc, John F. Kennedy e outros, que precisavam lidar com os problemas e situações da vida adolescente. “Ficamos emocionados em nos reunir com Phil Lord, Chris Miller e Bill Lawrence para reimaginar esse clássico cult, à medida que aumentamos rapidamente nosso portfólio de séries amadas e icônicas de animação adulta”, disse Chris McCarthy, presidente da divisão de entretenimento juvenil da ViacomCBS. Ainda não há canal definido para o retorno de “Clone High”, mas a produção segue os anúncios do revival de “Beavis e Butt-Head” e do lançamento de “Jodie”, um spin-off de “Daria”, que recentemente receberam encomenda de temporadas no canal pago Comedy Central. O Comedy Central e a MTV fazem parte do mesmo conglomerado, ViacomCBS.

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  • Etc,  Série

    Funimation: Serviço de streaming de animes chega ao Brasil nos próximos meses

    4 de julho de 2020 /

    A Funimation anunciou que vai lançar seu streaming no Brasil e no México ainda em 2020. A novidade, anunciada durante o evento FunimationCon 2020 e compartilhada no Twitter (veja abaixo), revelou que o serviço vai disponibilizar animes dublados e legendados nos dois países. A empresa existe desde os anos 1990 e se consolidou como o maior distribuidor de anime da América do Norte – é responsável, por exemplo, pelo sucesso da franquia “Dragon Ball” em inglês. A plataforma de streaming FunimationNow foi lançada em 2016. E, um ano depois, a Sony comprou a companhia. Nos EUA, o serviço é conhecido por reunir diversas séries clássicas, como “Dragon Ball Z”, “One Piece”, “Cowboy Bebop” e “Naruto”, com lançamentos recentíssimos de anime. “O anime é especial porque fala igualmente com pessoas de diferentes culturas, regiões e idiomas ao redor do mundo”, disse Colin Decker, CEO da Funimation, em comunicado. “O público da América Latina está entre os mais apaixonados do mundo e clama por mais. Expandir a Funimation para o México e o Brasil é o próximo passo natural para servirmos esses fãs e ampliarmos nossas marcas.” A distribuidora comunicou que oferecerá séries legendadas e dubladas em espanhol e português. O lançamento deve acontecer entre setembro e dezembro no Brasil, mas ainda não estão definidos os títulos que serão disponibilizados – direitos de distribuição variam de país para país. Por enquanto, a Funimation garantiu a inclusão de pelo menos uma série recente, “Tokyo Ghoul:re”. As próximas informações serão divulgadas nas redes sociais. O endereço Funimation Brasil já está funcionando no Twitter, no Facebook e no Instagram. Veja o teaser de “Tokyo Ghoul:re” abaixo, já com dublagem em espanhol. Se acabo la espera. 👀 Funimation streaming is coming to Mexico🇲🇽 and Brazil!🇧🇷 #SiempreMásAnime #FunimationCon Read on: https://t.co/TD25IP9tu2 pic.twitter.com/O7ivT0KX2E — Funimation (@FUNimation) July 3, 2020

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  • Série

    Nova série animada de Star Trek ganha pôster e data de estreia

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro pôster da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela a data de estreia da 1ª temporada. Veja abaixo. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.

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    Jason Momoa vai estrelar o filme live-action de Frosty, o Boneco de Neve

    1 de julho de 2020 /

    O ator Jason Momoa, que vive Aquaman no universo cinematográfico da DC Comics, vai trocar os Sete Mares por uma fria, ou melhor, pelo papel do boneco de neve Frosty. Ele vai estrelar a versão live-action do personagem. A princípio, o filme infantil da Warner será uma produção híbrida, combinando atores reais e um Frosty animado por computação gráfica. Momoa seria responsável por dublar o protagonista. Frosty foi criado pelos compositores Walter “Jack” Rollins e Steve Nelson para uma canção de Natal gravada pelo cowboy-cantor Gene Autry em 1950. A música fez tanto sucesso que inspirou a criação de um especial animado em 1969, “Frosty: O Boneco de Neve”, produzido e dirigido pelos célebres animadores Arthur Rankin Jr. e Jules Bass. Com grande audiência, o desenho ganhou várias sequências e spin-offs, além de diversas apropriações. O roteiro da nova adaptação está a cargo de David Berenbaum, que já assinou uma comédia bem-sucedida com personagem infantil passada no período de Natal, “Um Duende em Nova York” (2003). Momoa também será um dos produtores, ao lado de Geoff Johns (o criador de “Stargirl”) e da dupla Jon Berg e Greg Silverman, da Stampede Ventures. No anúncio do projeto, Silverman buscou demonstrar que Momoa foi escolhido por ser uma representação ambulante do espírito natalino. “A gente sabe que Jason é um verdadeiro ser humano cheio de amor, compaixão e uma profunda conexão com ohana [família, em havaiano] — tudo isso é o espírito do Natal e do Frosty”, o produtor disse em comunicado. Ainda não há cronograma de filmagem nem previsão de estreia para o novo “Frosty”.

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  • Série

    Beavis e Butt-Head vai voltar em mais duas temporadas inéditas

    1 de julho de 2020 /

    A antiga série animada da MTV “Beavis e Butt-Head” ganhará novos episódios, agora no canal pago Comedy Central. Pelo contrato firmado, além do retorno da série para mais duas temporadas, “Beavis e Butt-Head” também deve ganhar spin-offs e especiais. A produção ficará a cargo do criador da atração, Mike Judd, que estará de volta para escrever e dublar seus personagens famosos. “Estamos entusiasmados por trabalhar novamente com Mike Judge e a grande equipe da 3 Arts, ao ampliar a animação para adultos no Comedy Central”, disse em comunicado Chris McCarthy, responsável pela área de entretenimento para jovens da ViacomCBS. O Comedy Central é um dos canais da ViacomCBS, que também abriga a MTV. Como a política do conglomerado inclina-se no momento em favor de maior sinergia e resgate de franquias originais, “Beavis e Butt-Head” vai se tornar o segundo projeto animado baseado em criações clássicas da MTV no Comedy Central. A série “Jodie”, spin-off de “Daria”, também será lançada em breve no canal. O detalhe curioso é que “Daria” nasceu como um spin-off de “Beavis e Butt-Head”. Lançado em 1993, “Beavis e Butt-Head” teve grande impacto na cultura pop, ao trazer dois adolescentes roqueiros comentando clipes de bandas da época. A série durou sete temporadas e foi exibida até 1997 na MTV. A série saiu do ar quando o consumo de clipes começou a declinar. Mas voltou para uma temporada adicional no final de 2011, buscando se reinventar. Além disso, ganhou um filme, “Beavis e Butt-Head Detonam a América” (1996). A data do revival – também conhecido como 9ª temporada – do desenho animado ainda não foi definida.

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  • Filme

    As Tartarugas Ninja ganharão novo filme animado

    30 de junho de 2020 /

    As Tartarugas Ninja vão ganhar uma nova adaptação para os cinemas. Mas não será outro filme live-action. Desta vez, as Tartarugas voltarão como uma animação computadorizada produzida pelo comediante Seth Rogen. O filme será o segundo longa animado dos quelônios mutantes. Por sinal, o desenho anterior, “As Tartarugas Ninja: O Retorno” (2007), também utilizou computação gráfica. O roteiro está a cargo de Brendan O’Brian, que trabalhou com Rogen em “Vizinhos” e “Vizinhos 2”. Já a direção é de Jeff Rowe, roteirista das séries “(Des)encanto” e “Gravity Falls”, que debutou na função no ainda inédito “Super Conectados”, animação da Sony prevista para chegar aos cinemas em outubro. Rogen vai produzir o longa com seu parceiro Evan Goldberg via Point Grey Pictures, produtora que eles criaram em 2011. Ainda sem título definido, o longa também lançará o Nickelodeon Animation Studio, novo estúdio de animação batizado com o nome do canal infantil do conglomerado ViacomCBS. A Paramount será responsável pela distribuição internacional, mas a data de estreia ainda não foi divulgada.

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    Carl Reiner (1947 – 2020)

    30 de junho de 2020 /

    Lenda do humor americano, Carl Reiner, um dos pioneiros da comédia televisiva dos EUA e responsável por lançar Steve Martin no cinema, morreu na noite de segunda-feira (29/6) em sua casa, em Los Angeles, de causas naturais, aos 98 anos. Com uma carreira de sete décadas, Reiner acompanhou a evolução do humor americano, do teatro de variedades, passando pelos discos de humor até a criação do formato sitcom e a participação em blockbusters modernos. Após escrever piadas para apresentações de Sid Caesar em Nova York e nos programas televisivos “Caesar’s Hour”, que lhe rendeu dois Emmys, e “Your Show of Shows” dos anos 1950, ele criou “The Dick Van Dyke Show”, a primeira sitcom de verdade. E a origem do formato teve início praticamente casual. Reiner vinha sendo convidado a participar de programas de humor e escrever piadas, mas não gostava de nenhum roteiro que recebia. Sua mulher disse que, se ele achava que faria melhor, que então fizesse. E ele fez. Ele escreveu a premissa e os primeiros 13 episódios baseando-se em sua própria vida. E inaugurou um costume novo, ao estabelecer um lugar de trabalho como set de humor, relacionando as piadas à rotina do protagonista no emprego e também em sua casa, com sua mulher e filhos. Era uma situação fixa, que acabou inspirando cópias e originando um novo gênero de humor televisivo – sitcom, abreviatura de “comédia de situação”. Até então então, as comédias se passavam apenas na casa das famílias e, eventualmente, nos lugares em que passavam férias, como em “I Love Lucy”. Pela primeira vez, o humor passou a se relacionar com o cotidiano de trabalho, uma iniciativa que até hoje inspira clássicos, como “The Office”, por exemplo. O roteirista tentou emplacar a série com ele mesmo no papel principal, mas o piloto foi rejeitado. Apesar disso, o produtor Sheldon Leonard garantiu que não tinha desistido. “Vamos conseguir um ator melhor para interpretar você”. Foi desse modo que o escritor de comédias de TV Rob Petrie ganhou interpretação do galã Dick Van Dyke. Isto, porém, fomentou outro problema, quando o ator se tornou maior que o programa, graças a participações em filmes famosos – como “Mary Poppins” (1964) e “O Calhambeque Mágico” (1968) – , razão pela qual “The Dick Van Dyke Show” não durou mais que cinco temporadas, exibidas entre 1961 e 1965. Além do ator que batizava a atração, o elenco ainda destacava, como intérprete de sua esposa, ninguém menos que a estreante Mary Tyler Moore, cujo nome logo em seguida também viraria série. E Reiner, claro, conseguiu incluir em seu contrato a participação como um personagem recorrente. A audiência do programa só estourou na 2ª temporada e de forma surpreendente, numa época em que todos os canais priorizavam séries de western. A atração consagrou Reiner com quatro Emmys e lhe abriu as portas de Hollywood. Consagrado na TV, ele foi estrear no cinema como roteirista de dois longas para o diretor Norman Jewison: “Tempero do Amor” (1963), um dos maiores sucessos da carreira da atriz Doris Day, e “Artistas do Amor” (1965), com Dick Van Dyke. Em seguida, ele resolveu se lançar como diretor. Mas apesar das críticas positivas, “Glória e Lágrimas de um Cômico” (1969), estrelado por Van Dyke, não repercutiu nas bilheterias. O mesmo aconteceu com “Como Livrar-me da Mamãe” (1970), com George Segal. Assim, Reiner voltou à TV, de forma simbólica com uma sitcom chamada “The New Dick Van Dyke Show”, exibida entre 1971 e 1974. Ele tentou emplacar outras séries, como “Lotsa Luck!”, estrelada por Dom DeLuise, que durou só uma temporada, porém a maioria de seus projetos dos anos 1970 não passou do piloto. Por outro lado, a dificuldade na TV o fez tentar novamente o cinema e o levou a seu primeiro êxito comercial como cineasta, “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim” (1977), comédia em que o cantor John Denver era visitado por Deus (na verdade, o veterano George Burns). Em 1979, ele firmou nova parceria bem-sucedida com outro comediante iniciante, o ator Steve Martin, a quem dirigiu em quatro filmes: “O Panaca” (1979), “Cliente Morto Não Paga” (1982), “O Médico Erótico” (1983) e “Um Espírito Baixou em Mim” (1984). Reiner ainda escreveu dois destes longas, ajudando a lançar a carreira de Martin, até então pouco conhecido, como astro de Hollywood. A parceria foi tão bem-sucedida que Reiner teve dificuldades de manter a carreira de cineasta após se separar de Martin. Sua filmografia como diretor encerrou-se na década seguinte, após trabalhar, entre outros, com John Candy em “Aluga-se para o Verão” (1985), Mark Harmon em “Curso de Verão” (1987), Kirstie Alley em “Tem um Morto ao Meu Lado” (1990) e Bette Midler em “Guerra dos Sexos” (1997), o último filme que dirigiu. Enquanto escrevia e dirigia, ele desenvolveu o hábito de aparecer em suas obras. E isso acabou lhe rendendo uma carreira mais duradoura que suas atividades principais – mais de 100 episódios de séries e longa-metragens. As participações começaram como figuração, como em “Deu a Louca no Mundo” (1963) e “A História do Mundo – Parte I” (1981), em que dublou a voz de Deus. Mas o fim de sua carreira de cineasta aumentou sua presença nas telas, a ponto de transformá-lo num dos assaltantes da trilogia de Danny Ocean, o personagem de George Clooney em “Onze Homens e um Segredo” (2001), “Doze Homens e Outro Segredo” (2004) e “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007). Também apareceu em várias séries, como “Louco por Você” (Mad About You), “House”, “Ally McBeal”, “Crossing Jordan”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men), “Parks & Recreation”, “Angie Tribeca” e principalmente “No Calor de Cleveland (Hot in Cleveland), em que viveu o namorado de Betty White. E ainda se especializou em dublagens, após o sucesso da animação “The 2000 Year Old Man” (1975) que criou com outro gênio do humor, Mel Brooks. Seu último papel, por sinal, foi o rinoceronte chamado Carl, que ele dublou no recente “Toy Story 4” e num episódio da série animada “Forky Asks a Question”, da plataforma Disney+ (Disney Plus), produzido no ano passado. Em 1995, Reiner recebeu um prêmio pela carreira do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA). Em 2009, o mesmo sindicato voltou a homenageá-lo com o Valentine Davies Award, reconhecendo sua influência e legado para todos os escritores, bem como para a indústria do entretenimento e a comunidade artística em geral. Além de sua atividade nas telas, Reiner escreveu vários livros de memórias e romances. Ele se casou apenas uma vez, com Estelle Reiner, falecida em 2008, e teve três filhos, Sylvia Anne, Lucas e Rob Reiner. Este seguiu sua carreira, virando um reconhecido diretor de cinema – autor de clássicos como “Conta Comigo”, “A Princesa Prometida”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro” e “Louca Obsessão”.

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