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  • Série

    Pixar prepara séries animadas com personagens de Carros e Up – Altas Aventuras

    11 de dezembro de 2020 /

    A apresentação do estúdio de animação Pixar no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), revelou vários projetos em andamento para o cinema e o streaming da Disney+ (Disney Plus). Além de vários longas-metragens (como “Lightyear”, “Luca” e “Turning Red”), o chefe do estúdio, Pete Docter (diretor de “Divertida Mente”), anunciou três novas séries para a plataforma digital. Duas delas são expansões de franquias de cinema da Pixar e a outra é uma obra original. Previsto para o segundo semestre de 2021, “Dug Days” vai seguir o cachorrinho Dug, introduzido no filme “Up – Altas Aventuras”, de 2009, em novas peripécias. A produção foi desenvolvida pelo codiretor de “Up”, Bob Peterson, que também continuará a dublar o cãozinho em seus episódios, enquanto ele “descobre os perigos dos subúrbios – como outros cachorros, fogos de artifício e esquilos”, segundo a sinopse. A nova atração também contará com o retorno do veterano ator Ed Asner ao papel do velhinho Carl Fredericksen. Ainda sem título definido, a segunda série vai se passar no mundo dos desenhos de “Carros”, seguindo Relâmpago McQueen (Lightning McQueen) e Mate (Mater) em uma viagem pelos EUA. Apresentando personagens antigos e novos, a produção estreará na Disney+ (Disney Plus) no segundo semestre de 2022. Por fim, a série original que completa a lista é “Win or Lose”. Seus episódios vão acompanhar uma equipe de softball do ensino médio na semana que antecede um jogo importante do campeonato, com cada episódio contado a partir da perspectiva de um personagem diferente. É um conceito diferente para série animada, por isso só podia vir da Pixar. Mas os fãs do estúdio precisarão de paciência para conferir o resultado. A estreia ficou apenas para o segundo semestre de 2023.

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  • Filme

    Pixar anuncia primeiro longa da diretora de Bao

    11 de dezembro de 2020 /

    A cineasta Domee Shi, que assinou “Bao”, curta premiado com o Oscar em 2019, vai dirigir seu primeiro longa animado para a Pixar. A novidade foi anunciada durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), e foi acompanhada por uma imagem da protagonista da produção – em suas duas versões. Veja acima. Intitulado “Turning Red”, o filme vai acompanhar uma adolescente chamada Mei, que se transforma em um panda vermelho gigante quando fica muito agitada. A estreia está marcada para 11 de março de 2022.

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  • Filme

    Buzz Lightyear vai ganhar filme de origem da Pixar

    11 de dezembro de 2020 /

    A Pixar vai realizar um filme solo de Buzz Lightyear. O primeiro longa derivado de “Toy Story” foi anunciado durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). Chamado de “Lightyear”, a produção será uma história de origem do personagem animado. Mas não voltará a contar com a dublagem de Tim Allen. No lugar do dublador original, o filme trará Chris Evans (o Capitão América da Marvel) no papel principal. “Lightyear” mostrará como um jovem piloto de testes se tornou o herói espacial conhecido como Buzz Lightyear. O estúdio também apresentou a primeira imagem da versão jovem do personagem, que pode ser vista abaixo. O filme será dirigido por Angus MacLane, codiretor de “Procurando Dory”, que trabalhou como animador em “Toy Story 2” e “Toy Story 3”, além de ter comandado dois curtas da franquia, “Um Pequeno Grande Erro” e “Toy Story de Terror”. O lançamento está marcado para os cinemas em 17 de junho de 2022. Here’s a first look of the young test pilot that became the Space Ranger we all know him to be today. Lightyear launches into theaters June 17, 2022. pic.twitter.com/Ho2ChPrQbx — Disney (@Disney) December 11, 2020

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  • Série

    Trailer de What If…? traz despedida de Chadwick Boseman como Pantera Negra

    11 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “What If…?”, série da Marvel Studios que vai estrear em 2021 na plataforma de streaming. A atração é baseada na linha de quadrinhos conhecida no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. Os quadrinhos de “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revela a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha. Além dos desenhos evocaram os intérpretes dos personagens nos filmes do MCU, o detalhe mais interessante dessa produção é que eles são dublados pelos atores que lhes deram vida no cinema. No caso de Peggy, a atriz Hayley Atwell (“Agente Carter”). Além dela, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu), Chris Sullivan (Taserface) e até o falecido Chadwick Boseman (Pantera Negra), em sua última participação no MCU. Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia, dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021.

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  • Série

    Hoops é cancelada após uma temporada

    8 de dezembro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série animada adulta “Hoops” após apenas uma temporada. A revista Variety apurou que a plataforma não se empolgou com o desempenho da produção, lançada em 21 de agosto. “Hoops” era uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tinha produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A atração girava em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e sua boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acreditava que sua vida miserável poderia mudar completamente se conseguisse fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. O papel principal era dublado pelo ator Jake Johnson, que voltava a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também incluía Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Veja o trailer da série abaixo.

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  • Filme

    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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  • Filme,  Música

    Estrela da série Bia grava versão nacional de Reflection da trilha de Mulan

    4 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gabriella Di Grecco, uma das estrelas brasileiras da série “Bia”, da Disney, gravou uma nova versão nacional de “Reflection”. Intitulada “Imagem a Refletir”, a música ganhou um clipe e curiosamente traz uma letra diferente da versão disponibilizada na época do desenho dos anos 1990. A canção da trilha da animação “Mulan”, indicada ao Oscar em 1999, também toca no remake em live-action, disponibilizado nesta sexta (4/12) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), entoada por Christina Aguilera, que, por sinal, também regravou a música original especialmente para o filme.

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  • Filme

    Cinemas exibem Trolls 2, Poderoso Chefão 3 e seis filmes brasileiros

    3 de dezembro de 2020 /

    O Brasil continua a receber nos cinemas os títulos que saíram em versão digital nos EUA. A novidade da programação desta semana é “Trolls 2”, animação musical em que os trolls dublados em inglês por Justin Timberlake e Anna Kendrick descobrem que há mais estilos de músicas no mundo que o pop comercial. A produção fez tanto sucesso em PVOD nos EUA, que a Universal se sentiu empoderada para pressionar as redes de cinema a diminuir a janela de exibição cinematográfica, algo que seria impensável antes do coronavírus e que agora é condição para o estúdio liberar seus filmes em tela grande. Os cinemas ainda exibem, por curto período, o relançamento de “O Poderoso Chefão 3”. Reeditada por Francis Ford Coppola, esta versão ganhou novo começo, fim diferente e mais ritmo, e o resultado encantou o elenco original, conforme entrevistas recentes atestam. Coppola ficou meio ano trabalhando na edição, entre 300 latas de negativos originais, e em vez de fazer o filme engordar com a inclusão de muitas cenas, o resultado entra em cartaz como um filme mais magro (isto é, mais curto) e em melhor forma artística. Com um título diferente, “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, também chegará em PVOD para locação digital daqui a cinco dias. Entre as demais estreias, vale conferir “Belle Époque”, romance premiado no César (o Oscar francês), e dois destaques nacionais (entre meia dúzia de lançamentos brasileiros): “M8 – Quando a Morte Socorre a Vida”, drama de Jeferson Dê (“Bróder”) sobre racismo, tema infelizmente muito relevante no país, e o western cangaceiro “Sertânia”, premiada no Festival Guarnicê, com bela fotografia em preto e branco e direção de Geraldo Sarno (“O Último Romance de Balzac”). Confira abaixo os trailers de todos os lançamentos de cinema desta quinta (3/12). Trolls 2 | EUA | 2020 O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone | EUA | 1990-2020 Belle Époque | França | 2019 M8 – Quando a Morte Socorre a Vida | Brasil | 2019 Sertânia | Brasil | 2018 Guerra de Algodão | Brasil | 2018 New Life S.A. | Brasil | 2018 Soldado Estrangeiro | Brasil | 2019 Niède | Brasil | 2019 Amizade Maldita | Canadá | 2019

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  • Série

    Disney cancela DuckTales: Os Caçadores de Aventuras

    3 de dezembro de 2020 /

    A Disney anunciou que a nova versão da série “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” vai acabar em sua 3ª e atual temporada. “A talentosa equipe criativa, liderada por Matt Youngberg e Francisco Angones, apresentou uma narrativa excepcional com personagens reimaginados em três temporadas de 75 episódios e mais de 15 curtas”, disse o canal pago Disney XD, que exibe a atração, em um comunicado. “Embora sua produção esteja terminando, “DuckTales” continuará disponível nos canais Disney e na plataforma Disney+ (Disney Plus) em todo o mundo, e os fãs ainda terão um final de temporada épico em 2021.” Apesar da declaração, muitos fãs tem reclamado que “DuckTales” não está disponível na Disney+ (Disney Plus) do Brasil, apesar do apelo da produção, que ganhou até uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo para exibição no Disney Channel nacional. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos em sua 1ª temporada, com alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, mas as temporadas subsequentes não mantiveram o mesmo êxito. O site Collider apurou que a equipe da série foi informada sobre o cancelamento em setembro passado para ter tempo de preparar um desfecho para sua trama. Além de atualizar a série homônima, exibida originalmente entre 1987 e 1990 e inspirada nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, “DuckTales” chegou até a desvendar um dos maiores mistérios da Disney: quem é e que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho, os sobrinhos favoritos do Tio Patinhas. Apesar do cancelamento, o universo de “Ducktales” vai continuar a ser explorado num spin-off. A Disney+ (Disney Plus) encomendou “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato vigilante mascarado que apareceu em alguns capítulos da atração cancelada, e que já tinha protagonizado sua própria série nos anos 1990.

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  • Filme

    Demon Slayer supera Titanic e se torna segundo filme de maior bilheteria do Japão

    30 de novembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” continua a ser um fenômeno no Japão. No fim de semana, o filme ultrapassou “Titanic” e se tornou o segundo filme de maior bilheteria da história do país. Com US$ 264 milhões arrecadados em um mês e meio, a produção japonesa superou a quantia de US$ 251 milhões do longa de James Cameron, que em 1997 se tornou o maior sucesso do Japão. “Titanic” ficou só quatro anos na liderança do ranking, sendo ultrapassado pela animação vencedora do Oscar “A Viagem de Chihiro”, que desde 2001 se mantém no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. O mais impressionante em relação ao sucesso de “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” é que ele acontece durante o ano da pandemia de coronavírus, quando as salas de cinema operam com até metade de sua capacidade. Na semana passada, o longa já tinha superado o sucesso de “Frozen”, que arrecadou US$ 254 milhões em 2014, e as apostas do mercado é que ele conseguirá superar o desenho campeão de Hayao Miyazaki. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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  • Filme

    Os Croods 2 fatura menos que Tenet em sua estreia nos EUA

    29 de novembro de 2020 /

    Único grande estúdio de Hollywood que está lançando filmes de forma praticamente semanal desde a reabertura dos cinemas na América do Norte, a Universal manteve o cronograma para sua principal estreia em meio à pandemia de coronavírus. Mas a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” cumpriu as piores expectativas, faturando bem menos que a estreia de “Tenet” entre sexta e domingo. O desenho animado arrecadou US$ 9,7 milhões nos três dias do fim de semana oficial, menos da metade dos US$ 20,2 milhões de “Tenet” em sua estreia. Mas, em compensação, aumentou bastante seu montante ao longo do feriado estendido do Dia de Ação de Graças nos EUA, devido a uma abertura antecipada na quarta-feira (25/11). Com os dois dias extras, o fim de semana de cinco dias de “Os Croods 2” pode ter rendido entre US$ 14 e US$ 17 milhões, segundo diferentes avaliações publicadas na imprensa especializada dos EUA. Os valores são bem mais elevados que a média recente das estreias no país, a maioria na casa dos US$ 3 milhões. Mas no contexto dos lançamentos históricos do feriadão do “Thanskgiving”, os números são horríveis. Para completar, a animação não é um filme barato, mesmo que tenha sido realizada de forma mais econômica que o longa original de 2013. Sua produção teve custo estimado de US$ 65 milhões – metade do que custou o primeiro filme, porque agora a Universal é dona da DreamWorks Animation. Mas ainda somam-se a isso os valores de P&A, cópias e publicidade. A consultoria iSpot apurou que a Universal gastou mais US$ 27 milhões apenas em anúncios televisivos para promover a estreia nos EUA. Com cinemas vazios ou fechados na América do Norte, a expectativa do estúdio para recuperar o investimento está focada no lançamento em PVOD (aluguel digital premium), que, graças a diversos acordos com exibidores, deverá acontecer em menos de 20 dias. Mas ainda há esperanças de retorno nos cinemas do mercado internacional, especialmente na Ásia, onde o controle da pandemia tem sido melhor administrado. “Os Croods 2” faturou cerca de US$ 20,8 milhões no exterior, dos quais US$ 19,2 milhões vieram da China. Esse retorno faz com que a soma completa de suas bilheterias chegue, numa avaliação otimista, a US$ 37,8 milhões mundiais. O lançamento de “Os Croods 2” também estendeu o reinado da Universal nas bilheterias dos EUA, que agora soma cinco fins de semanas consecutivos (ou um mês completo). O atual Top 5 dos filmes mais vistos no país incluem 4 títulos do estúdio: o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2º), o thriller “Let Him Go” (4º) e o terror “Come Play” (5º), que já saiu em PVOD nos EUA. Entre eles, ainda aparece em 3º lugar a comédia independente “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô). No Brasil, a estreia de “Os Croods 2: Uma Nova Era” está, a princípio, marcada para os cinemas no dia 24 de dezembro.

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  • Série

    Séries online: História dos Menudos é destaque no streaming

    27 de novembro de 2020 /

    O Top 10 de séries desta semana destaca a minissérie biográfica “Súbete a mi Moto”, que conta a história da primeira boy band do mundo, Os Menudos, desde seu começo modesto em Porto Rico no final dos anos 1970, sua transformação em fenômeno mundial nos 1980 e sua implosão melancólica nos 1990. Combinando música alegre e detalhes sombrios, a história da banda que revelou Ricky Martin deve agradar aos fãs e curiosos como agradou à imprensa hispânica, que lhe deu 75% de aprovação no Tomatazos (a versão em espanhol do Rotten Tomatoes). A seleção também registra a estreia ótima e tardia de “Casual”, uma das primeiras séries originais da Hulu, que acabou há dois anos, em sua 4ª temporada, mas só agora chega ao Brasil pela Globoplay. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã mais velha recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). A Globoplay, por sinal, tem uma ótima curadoria, especializada em descobrir séries cults que jamais chegaram ao Brasil. Na semana passada, a plataforma disponibilizou a australiana “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys”) e agora está lançando “Wolfblood: Família Lobo”, série sobrenatural britânica ao estilo de “Teen Wolf”, com lobisomens adolescentes. A plataforma brasileira disponibilizou todas as cinco temporadas, produzidas pela BBC entre 2012 e 2017. Vale destacar ainda a efêmera existência de “Stumptown”, ótima série policial estrelada por Cobie Smulders (intérprete da agente da SHIELD Maria Hill nos filmes da Marvel), que acabou tendo apenas uma temporada devido ao coronavírus. Baseada nos quadrinhos de Greg Rucka (“Terror na Antártida”), a produção chegou a ser renovada, mas a rede ABC mudou de ideia devido à logística necessária para gravar durante a pandemia. A trama acompanhava Dex Parios (Smulders), uma veterana do exército dos EUA que resolve trabalhar como detetive particular em Portland. Inteligente, durona e assertiva, ela enfrenta a má vontade da polícia local e muitas dívidas, mas mesmo assim encontra clientes numa mesa de bar, que chama de seu escritório particular. A equipe da produção incluía o cineasta Ruben Fleischer (“Venom”). Confira abaixo os trailers destas e das outras séries que compõem o Top 10 das estreias em streaming para maratonar neste fim de semana. Súbete a mi Moto | México, Porto Rico | 1 Temporada Disponível na Amazon Casual | EUA | 1ª Temporada Disponível na Globoplay Wolfblood: Família Lobo | Reino Unido | 5 Temporadas Disponível na Globoplay Stumptown | EUA | 1 Temporada Disponível na Amazon Um Natal Nada Normal | Alemanha | 1ª Temporada Disponível na Netflix Ethos | Turquia | 1ª Temporada Disponível na Netflix Virgin River | EUA | 2ª Temporada Disponível na Netflix This Is Us | EUA | 4ª Temporada Disponível na Amazon Marte | EUA | 2ª Temporada Disponível na Netflix Great Pretender | Japão | 2ª Temporada Disponível na Netflix

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  • Filme

    Teaser de Clifford, O Gigante Cão Vermelho gera reação negativa dos fãs do desenho

    25 de novembro de 2020 /

    A Paramount deve estar se sentindo como a Sony quando lançou o primeiro trailer de “Sonic – O Filme”. A reação do público ao teaser da versão live-action de “Clifford, O Gigante Cão Vermelho” foi de rejeição ao visual oficial do seu protagonista. O estúdio revelou a versão live-action do personagem, conhecido por ilustrações clássicas e desenhos animados, em um teaser em que o cachorro vermelho gigante aparece após uma sequência de pets. “Clifford chega aos cinemas no próximo ano, mas hoje estamos comemorando os animais de estimação que nos inspiram um grande amor”, escreveu a conta oficial do filme para introduzir a criatura. Descomunal e avermelhado, o bicho, que provavelmente é da raça labrador, não gerou as reações esperadas, parecendo mais assustador que fofo na apresentação. O problema aconteceu porque o estúdio optou em retratá-lo por meio de uma animação computadorizada realista, deixando-o muito diferente da figura que ficou conhecida em desenhos 2D. O site The Wrap disse que o anúncio de Clifford próximo ao dia de ações de graças, nos Estados Unidos, não é motivo de graça nenhuma. “Não estamos dando graças por esta monstruosidade visual do cão do tamanho de um monstro”, escreveu. Já uma seguidora achou que o cão rolou em meio a um salgadinho para ficar vermelho. “Por que Clifford parece que rolou em pó de cheetos picante?”. Melhor um cheetos que sangue, como afirmou outro: “Isto não é Clifford, é um cachorro coberto de sangue”. Teve também quem comparasse Clifford com o novo filme de “Tom e Jerry”, que é igualmente live-action, mas preservou o visual tradicional dos personagens. “Um fez certo”, afirmou. E até quem considerou que “‘Clifford’ pode ser o filme que matará as adaptações realistas de personagens de desenhos animados”. O consenso, porém, é que o visual do cachorro não é para filme infantil e sim para filme de terror. “Assustador pra diabo”, “Ele parece desejar minha alma” e “um terror disfarçado” foram algumas das reações ao design computadorizado do bicho. “Ele já está coberto de sangue de seus inimigos e ainda não acabou”, descreveu uma internauta de forma alarmante. Mas as comparações podem ser ainda piores. Houve quem considerasse o projeto como uma sequência de “Cats”, o desastre computadorizado do ano. O filme baseado no personagem do desenhista Norman Bridwell (1928–2014) foi escrito por David Ronn e Jay Scherick, que já tinham levado os Smurfs ao mundo live-action em dois longa-metragens (em 2011 e 2013). Já a direção ficou a cargo de Walt Becker, que também teve experiência anterior com bichinhos animados em live-action, no filme “Alvin e os Esquilos: Na Estrada” (2015). A estreia está marcada para daqui a um ano, em novembro de 2021. One did it right pic.twitter.com/GI2wuToOkJ — Jayden Marvel (@GemBiscuits) November 25, 2020 why does Clifford look like he rolled in flaming hot cheetos dust https://t.co/yWEz3EYXrb — Anna Menta (@annalikestweets) November 25, 2020 a cryptid eldritch horror clifford movie is the spiritual sequel to Cats for me personally — a sinkhole of rats (@Kathriller) November 25, 2020 clifford is already drenched in the blood of his enemies and he isn't finished. pic.twitter.com/pb4TWe22KV — a sinkhole of rats (@Kathriller) November 25, 2020 Clifford may be the movie that kills realistic portrayals of cartoon characters. — Mr. Zilla (@Mr_Zilla1) November 25, 2020 This new Clifford is very unsettling pic.twitter.com/3TMZ7LScRv — Kelsey (@notorious_KRG) November 25, 2020 Because it's a secret horror movie — XFL Jim CFB NFL XLEAGUE GURU (@XFL_Jim) November 25, 2020 whyyyy does the new clifford look like he hungers for my soul pic.twitter.com/yP8mV35SGL — nikki “cute trash” black (@nikkiblackcat) November 25, 2020

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