O Poderoso Chefinho 2: Sequência com chefinha e bebês ninjas ganha trailer dublado
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer dublado de “O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família”, continuação do desenho de 2017, que encontra os personagens originais adultos. Mas não por muito tempo. A filha bebê de um deles logo transforma os irmãos birrentos novamente em crianças para os três se juntarem nos “negócios da família” – isto é, espionagem infantil – e enfrentar bebês ninja perigosos. Tudo isso é apresentado na prévia, com poucos detalhes a mais de explicações. “O Poderoso Chefinho 2” é novamente dirigido por Tom McGrath, que assinou o primeiro, e volta a trazer a voz de Alec Baldwin como Ted, o bebê chefinho, na versão original em inglês. Por outro lado, houve mudanças no intérprete de Tim, o irmão mais velho. James Marsden (“Sonic – O Filme”) substituiu Tobey Maguire e Miles Bakshi, que dublavam o personagem no primeiro filme. Para completar, a produção ainda destaca Amy Sedaris (“The Mandalorian”) como Tina, a filha de Tim. A estreia está prevista para 25 de março no Brasil. Veja abaixo o trailer nas versões dubladas em português e inglês.
Disney vai exibir série animada de Miguel Falabella
O ator e roteirista Miguel Falabella emplacou sua primeira série animada na Disney. Em parceria com a ilustradora Vivian Suppa, ele é um dos autores de “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, que vai estrear no canal pago Disney Júnior em 14 de dezembro. Com 22 episódios, a atração irá ao ar diariamente, sempre às 17h15. Escrita por Falabella e desenhada por Suppa, que tem mais de 160 livros ilustrados e já ganhou dois prêmios Jabuti, a atração gira em torno de uma menina de sete anos que recebe de presente óculos mágicos que mostram o mundo como ele deveria ser. Apesar de úteis, eles têm um defeito: apenas mostram o ideal, não resolvem os problemas. Mas a partir desta visão, a protagonista Charlotte e seus amigos decidem promover mudanças em suas vidas. A inspiração da série nasceu de uma noite de insônia da filha de Suppa. Durante o começo da adolescência, ela apareceu no atelier da mãe para questioná-la sobre os problemas sociais do mundo. As perguntas da filha não eram nada simples e terminavam com mais questionamentos. E como deixam isso acontecer? A conversa avançou noite adentro e combinaram de escrever um livro sobre o poder da educação e de atitudes que podem fazer a diferença. E assim surgiu a ideia dos óculos mágicos que fariam com que as pessoas vissem como o mundo poderia ser, motivando as pessoas a transformarem isso em realidade. O livro ilustrado foi publicado em 2016, mas a ideia acabou florescendo até virar série animada, que surgiu em 2018 em um canal independente do YouTube, o Canal da Charlotte, que tem vários vídeos publicados – mas parou de ser atualizado há três meses, provavelmente pela mudança na mídia de exibição. Suppa, Falabella e o diretor Filipe Fratino criaram um novo estúdio de animação para tocar o projeto, chamado de O Mundo de Charlotte. Veja abaixo a introdução original da personagem.
Trailer da nova animação de Batman homenageia filmes clássicos de kung fu
A DC Animation divulgou o trailer de sua nova animação feita para o mercado de VOD (locação digital). Intitulado “Batman: Soul of The Dragon”, o desenho se passa nos anos 1970 e presta homenagem aos filmes clássicos de kung fu e artes marciais daquela época, em particular “Operação Dragão” (1973). A trama vai mostrar Batman reencontrando antigos colegas, da época em que Bruce Wayne estudava artes marciais para lutar contra o crime. Estes colegas são Richard Dragon (também conhecido como Punhos do Dragão), Ben Turner (Tigre de Bronze) e Shiva (Lady Shiva). Mas vale observar que Dragon, originalmente ruivo nos quadrinhos, aparece retratado como um jovem asiático parecido com Bruce Lee (“O Dragão Chinês”), enquanto Turner troca sua careca lustrosa por um penteado afro ao estilo de Jim Kelly (“O Samurai Negro”) e Shiva passa uma vibe de Pei-Pei Cheng (“A Ermitã do Kung Fu”). Eles se juntam a Batman para enfrentar a terrível organização secreta conhecida como o Culto do Kobra. A animação é produzida por Bruce Timm (“Batman: A Série Animada”), dirigida por Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e traz em seu elenco de dublagem os atores David Giuntoli (o “Grimm”) como Batman, Mark Dacascos (“John Wick 3 – Parabellum”) como Dragon e dois ex-integrantes de “Arrow”: Michael Jai White, que repete seu papel televisivo como Ben Turner, e Kelly Hu, intérprete de China White na TV, com a voz de Lady Shiva. O lançamento está marcado para 26 de janeiro.
Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana
A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)
Filme “live action” de Tom e Jerry ganha seu primeiro trailer divertido
A Warner divulgou o pôster e o trailer dublado do primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, é um híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs gostam, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. Além disso, o gato e o rato não são os únicos desenhos. Todos os animais que aparecem na prévia seguem este padrão. O resultado é bem diferente dos filmes live-action do “Scooby Doo”, para citar outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner, em que cachorro da Hanna-Barbera ganhava visual realista criado por computação gráfica. Desta vez, os personagens quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos personagens originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como o filme incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos – e ainda há uma referência a Batman para os fãs de filmes de super-heróis! Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato, e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera para o estúdio MGM em 1940. Mas o anterior, uma animação tradicional lançada em 1992, não esteve à altura dos melhores curtas da dupla, que venceram sete Oscars entre 1943 a 1953. O novo filme tem roteiro de Kevin Costello (da comédia “As Aventuras de Brigsby Bear”) e direção de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A estreia está marcada para 4 março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer brasileiro, com dublagem em português, e o americano, com as vozes originais.
Cinemark fecha acordo para diminuir janela de exibição de cinema
Depois da AMC, a rede Cinemark anunciou que também fechou um acordo com a Universal Pictures para diminuir a janela de exibição dos filmes do estúdio no cinema. O acordo divulgado nesta segunda (16/11) reforça a estratégia da Universal para encolher dramaticamente a tradicional janela que separa um lançamento do circuito cinematográfico e sua disponibilização em locação digital (em PVOD). Anteriormente fixada em três meses, o acordo com a AMC e a Cinemark reduz a exclusividade dos cinemas para três fins de semana nos EUA. O acerto abre exceção para filmes que tiverem uma bilheteria de mais de US$ 50 milhões em sua estreia, que permanecerão exclusivos por pelo menos cinco finais de semana – ou um mês inteiro, dois a menos que o padrão do mercado. Entre as produções do estúdio, filmes com esse potencial incluem os próximos lançamentos das franquias “Velozes e Furiosos” e “Jurassic World”. As redes de cinemas sempre resistiram a negociar a diminuição da janela e já ameaçaram se recusar a exibir filmes que forem lançados muito rapidamente em serviços sob demanda. Isso mudou durante a pandemia de coronavírus, quando reduzir a janela se tornou a única maneira de receber lançamentos inéditos. O contrato com a AMC foi fechado em julho e, após protestos iniciais, a aceitação da Cinemark assinala que a mudança é irreversível. Graças a esse negócio, a Universal se tornou o único estúdio que tem feito estreias seguidas nos cinemas. Os três filmes que lideraram as bilheterias dos EUA nas últimas três semanas são produções do estúdio. Já os outros grandes estúdios suspenderam suas estreias até 25 de dezembro – espera-se, inclusive, que essa margem seja ampliada. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor.
Nova série animada do Mickey ganha trailer com visual estilizado
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de “The Wonderful World of Mickey Mouse”, nova série de curtas do rato animado criado por Walt Disney, que virou símbolo do estúdio. Produzida por Paul Rudish, responsável pela bem-sucedida série do “Mickey Mouse” exibida entre 2013 e 2019 no Disney Channel, a nova atração preserva o estilo daquela atração, que era baseada nos traços clássicos dos primeiros desenhos e quadrinhos do personagem. Inspirados nas artes de Ub Iwerks e Floyd Gottfredson, os episódios resgatam o visual original e quase centenário de Mickey, que surgiu em 1928 apenas de calção – branco e depois vermelho, quando suas histórias ganharam cores. Mas também acrescentam muita estilização moderna, com cenários que parecem pinturas, além de um ritmo frenético que reflete a passagem de Rudish pelo Cartoon Network, quando comandou “O Laboratório de Dexter”. Além do protagonista, a série também trará os coadjuvantes mais famosos dos primeiros curtas do Mickey, como Pateta, Minnie, Pato Donald, Margarida e Pluto. A estreia está marcada para o próximo dia 18 nos EUA, um dia depois da chegada da Disney+ (Disney Plus) ao Brasil. Apesar disso – e mesmo estando em cima da hora – , ainda não está claro se a animação será disponibilizada de forma simultânea para os assinantes brasileiros.
Darkwing Duck vai ganhar nova série animada
A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um revival de “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato mascarado que parodiava os quadrinhos de super-heróis dos anos 1990. A produção original do Disney Channel teve originalmente três temporadas produzidas, entre 1991 e 1993. O revival será produzido pelo comediante Seth Rogen (“Vizinhos”) e seu parceiro Evan Goldberg, por meio da empresa dos dois amigos de infância, Point Grey Pictures, sob supervisão da Disney Television Animation. Criado por Tad Stones, a série original seguia as aventuras de Darkwing Duck, alter ego super-heróico de Drake Mallard. De dia, ele era um pato comum, que morava em uma casa suburbana despretensiosa com sua filha adotiva Gosalyn. Mas de noite precisava equilibrar o desejo de ser um bom pai para Gosalyn com a atividade de Darkwing, que satisfazia seu ego com fama e atenção, enquanto ajudava a fazer o bem na cidade de St. Canard ao lado de seu companheiro e piloto Capitão Bóing (Launchpad McQuack). O fato de contar com o Capitão Bóing, dublado em inglês por Terry McGovern, qualificou a série original como um spin-off de “DuckTales – Os Caçadores de Aventura” (1987). Por isso, quando “DuckTales ganhou um reboot recente, com nova geração de dubladores, o personagem acabou encontrando o Tio Patinhas e seus sobrinhos em quatro episódios de 2018 e 2019. Um detalhe curioso é que, embora quase todos os dubladores de “DuckTales” tenham mudado (o Pato Donald é a exceção), Darkwing continuou com a mesma voz de sempre, dublado por Jim Cummings. O desenho original foi exibido no Brasil pela Rede Globo, nos antigos programas “Xou da Xuxa”, “TV Colosso”, “Xuxa Park”, “Angel Mix”, “TV Globinho” e “Festival de Desenhos” e também pelo SBT nos extintos “Disney Club” e “Disney CRUJ”.
Lilo & Stitch vai ganhar versão live-action com diretor de Podres de Ricos
O diretor Jon M. Chu, de “Podres de Ricos” e “Truque de Mestre: O 2º Ato”, abriu negociações com a Disney para dirigir a adaptação live-action da animação “Lilo & Stitch”, grande sucesso das bilheterias em 2002. “Lilo & Stitch” conta a história da amizade formada entre uma garota havaiana solitária chamada Lilo e um alienígena chamado Stitch, que foi criado para ser uma força de destruição. Foi o primeiro filme escrito e dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, que depois criaram “Como Treinar Seu Dragão” (2010), e rendeu duas sequências lançadas no mercado de vídeo, além de três séries animadas diferentes – para os EUA, o Japão e a China. A versão live-action tem um primeiro roteiro escrito por Mike Van Waes (de um vindouro terror do universo de “Invocação do Mal”), mas, segundo o site Deadline, a Disney pretende encomendar uma reescrita. Apesar do estúdio ainda não ter feito um anúncio oficial, a produção está a cargo de Dan Lin e Jonathan Eirich, da produtora Rideback. Não está claro se o lançamento será cinematográfico ou seguirá para o streaming na Disney+ (Disney Plus).
Big Mouth: 4ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 4ª temporada de “Big Mouth”, que chegará ao streaming em 4 de dezembro. A prévia também revela que os próximos episódios se passarão durante as férias de verão dos personagens, acompanhando-os num acampamento, onde serão introduzidos aos perigos de um novo monstro: o mosquito da ansiedade. Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A série é um grande sucesso da plataforma e já se encontra renovada até sua 6ª temporada.
Hagar, o Horrível vai virar série dos produtores de Cristal Encantado
A produtora The Jim Henson Company, empresa do falecido criador dos “Muppets” e “Cristal Encantado”, anunciou que vai transformar a famosa tira em quadrinhos de “Hagar, o Horrível” em uma série animada de “bonecos digitais”. A série, com adaptação a cargo do roteirista Eric Ziobrowski (de “Fresh off the Boat” e “Don’t Trust the B—- in Apartment 23”), pretende trazer às telas toda a família viking liderada pelo grande conquistador Hagar, que não consegue entender como a sociedade que ele conhecia está mudando ao seu redor. Criado por Dik Browne em 1973, o personagem já teve uma adaptação animada, realizada pelo estúdio Hanna-Barbera em 1989 como especial televisivo, mas sua exploração nas telas nunca passou disso, embora a Sony tenha tentado produzir um filme em 2014. “Hagar já deveria ter ganhado sua própria série e esta nova comédia familiar animada, ambientada no rico e hilário mundo dos vikings, continuará a tradição do que fazemos de melhor na The Jim Henson Company”, disse Lisa Henson, CEO e presidente da produtora. “Hagar é um personagem bem estabelecido e perene e o público imediatamente o conhece e o ama. Os quadrinhos de Dik Browne serão um playground encantador e irreverente para nosso estúdio de bonecos digitais”, completou. O comunicado explica que a empresa pretende usar tecnologia de seu estúdio de fantoches para ajudar aos animadores a dar vida aos personagens “em tempo real, permitindo uma performance mais orgânica e espontânea”, embora isso não explique exatamente como a combinação vai funcionar. Fundada por Jim Henson (intérprete original do sapo Kermit), a produtora é responsável pela série “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, que teve uma temporada na Netflix, e está desenvolvendo “Earth to Ned” para a Disney+ (Disney Plus) e “Fraggle Rock: Rock On!” para a Apple TV+. Hagar voltou recentemente a chamar atenção da mídia americana após uma tira emoldurada do personagem ter sido vista na mesa do presidente eleito Joe Biden, durante a videochamada em que ele escolheu Kamala Harris para ser sua vice-presidente.
Hair Love: Animação que venceu o Oscar ganha audiobook com a filha de Beyoncé
O diretor Matthew A. Cherry anunciou que seu curta-metragem animado vencedor do Oscar, “Hair Love”, ganhou uma versão em audiobook na segunda-feira (9/11) com narração de Blue Ivy Carter, a filha de Beyoncé e Jay-Z. O detalhe é que essa performance vocal qualifica Blue Ivy a disputar uma indicação ao Grammy, o prêmio máximo da indústria fonográfica e musical dos EUA, dando continuidade ao sucesso da dinastia Carter – sua mãe tem 24 Grammys e o pai 22. Com 8 anos de idade, Blue Ivy já ganhou um prêmio do canal BET e um NAACP Image Award por suas participações nos clipes e álbuns visuais de Beyoncé, incluindo o recente “Black Is King”. Além do novo audiobook, “Hair Love” também vai ganhar adaptação como série animada da HBO Max, que terá o nome de “Young Love”. And the audiobook is out now. You can buy it today. — Matthew A. Cherry (@MatthewACherry) November 9, 2020
Ken Spears (1938 – 2020)
O veterano roteirista-produtor Ken Spears, co-criador do adorado personagem “Scooby-Doo” com o também recentemente falecido Joe Ruby, morreu na sexta-feira (6/11) aos 82 anos, de complicações relacionadas à demência corporal de Lewy. “Ken será para sempre lembrado por sua inteligência, sua narrativa, sua lealdade à família e sua forte ética de trabalho”, diz seu filho, Kevin Spears. “Ele não deixou só uma impressão duradoura em sua família, mas tocou a vida de muitos como co-criador de ‘Scooby-Doo’. Ken tem sido um modelo para nós ao longo de sua vida e ele continuará a viver em nossos corações”. Nascido Charles Kenneth Spears em 12 de março de 1938, o artista cresceu em Los Angeles, Califórnia, onde se tornou amigo do filho do produtor de animação William Hanna. Spears foi posteriormente contratada na empresa de Hanna, a famosa Hanna-Barbera Productions em 1959 como editor de som. Enquanto trabalhava no departamento de edição, conheceu Joe Ruby, e os dois iniciaram uma parceria frutífera como autores de diversas histórias de desenhos clássicos. Juntos, eles escreveram episódios e criaram personagens para a Hanna-Barbera, Sid e Marty Krofft Television Productions e DePatie-Freleng Enterprises. Spears e Ruby criaram séries clássicas como “Scooby-Doo, Cadê Você!”, “Dinamite, o Bionicão”, “Capitão Caverna e as Panterinhas” e “Tutubarão” para a Hanna-Barbera, além de “Os Caretas”, “Os Cometas” e “Missão Quase Imprevisível” para a DePatie-Freleng. Além disso, Spears também foi consultor da adaptação animada de “Planeta dos Macacos”, que virou um desenho cultuado pelos fãs dos filmes em 1974. Os desenhos da dupla fizeram tanto sucesso que Fred Silverman, presidente de programação infantil da CBS, contratou-os no início dos anos 1970 para supervisionar a programação infantil das manhãs de sábado do canal, e quando Silverman se mudou para a ABC, levou-os juntos. Em 1977, Spears e Ruby criaram seu próprio estúdio, Ruby-Spears Productions, pelo qual produziram várias séries de animação, incluindo “Superman”, “Alvin e os Esquilos”, “Bicudo, o Lobisomem”, “Mister T”, “O Homem Elástico” e “Thundarr, o Bárbaro”, entre outros. Em 1981, a Ruby-Spears Productions foi comprada pela Taft Entertainment, a empresa-mãe da Hanna-Barbera, e dez anos depois o catálogo foi vendido, junto com a Hanna-Barbera, para a Turner Broadcasting, que atualmente integra a WarnerMedia. Spears morreu pouco mais de dois meses após seu grande parceiro Ruby, falecido em 26 de agosto passado.












